O Pinguelo da Minha Amiga – Uma História de Descoberta, Tesão e Ciúmes

O Pinguelo da Minha Amiga – Uma História de Descoberta, Tesão e Ciúmes
Sou Camila (22 anos). Universitária, curso de Psicologia. Hetero (ou quase). Apaixonada pelo grelo da melhor amiga. Fernanda (22 anos) – minha melhor amiga. Universitária, curso de Direito. Tem um clitóris avantajado – parece um pequeno pinto. Nunca teve problemas com isso, sempre foi natural. Bissexual assumida. Thiago (23 anos) – meu namorado. Universitário, curso de Engenharia. Descobriu o segredo e, depois do ciúme inicial, quis participar – com limites claros.
Eu conheci Fernanda no primeiro semestre da faculdade. Ela era extrovertida, falava alto, ria de tudo. Cabelo cacheado, corpo magro, seios pequenos, e um jeito de andar que chamava atenção – não pela bunda, mas pela confiança. Ela não tinha vergonha de nada.
No terceiro mês de amizade, ela veio fazer um trabalho na minha casa. Morava sozinha num kitnet perto da faculdade. A gente ia passar a tarde digitando um artigo sobre psicologia social, mas o computador travou, o café acabou, e a gente começou a conversar sobre besteiras.
— Posso tomar um banho? – ela perguntou, depois de uma hora de papo. – Tô suada do busão.
— Claro. Toalha está no armário branco.
Ela foi. Eu fiquei na sala, mexendo no celular. Depois de uns dez minutos, percebi que ela tinha esquecido a necessaire – estava no sofá, ao meu lado. Peguei. Bati na porta do banheiro.
— Fernanda? Sua necessaire.
— Pode entrar, estou atras da cortina.
Entrei. O banheiro pequeno, o espelho embaçado, o cheiro de sabonete de coco. Ela estava atrás do box de cortina – dava para ver a silhueta. Coloquei a necessaire na pia e, no movimento, a cortina abriu um palmo.
Eu vi.
Ela estava nua. O corpo magro, os seios pequenos, a buceta... com um clitóris tão grande que parecia um pequeno pinto. Rosado, fino, com uma cabecinha bem definida. Deve ter uns 4 centímetros. Talvez mais.
— Camila? – ela chamou.
— Oi? – respondi, sem conseguir desviar os olhos.
— Você viu?
— Vi.
Ela não fechou a cortina. Não se escondeu. Abriu mais.
— É grande – ela disse. – Minha mãe me levou ao médico quando eu era pequena. Ele disse que era normal. Que algumas mulheres têm o clitóris maior. Não é doença. Não é homem. É só... diferente.
— É bonito – eu disse.
Ela sorriu.
— Você é a primeira pessoa que diz isso. Geralmente os homens estranham. As mulheres também.
— Eu não estranho. Eu gostei.
Ela terminou o banho. Vestiu a roupa. Voltou para a sala como se nada tivesse acontecido. Mas eu não conseguia parar de pensar naquele grelo. Naquele pequeno pinto que não era pinto – era um clitóris. Era buceta. Era mulher. Era tudo ao mesmo tempo.
Depois daquele dia, a amizade ficou diferente. Eu comecei a reparar no volume por baixo da calça jeans dela. Às vezes, quando ela sentava de pernas abertas, dava para ver uma pequena protuberância. Não era pau – era o grelo. Mas parecia.
Comecei a pesquisar na internet. "Clitóris grande", "clitóris avantajado", "big clit", "pinguelo". Fotos, vídeos, fóruns. Eu me masturbava vendo mulheres que pareciam Fernanda. E imaginava o dela.
Uma sexta-feira, ela veio dormir na minha casa. A desculpa foi que o apartamento dela ia passar por dedetização. Ela trouxe uma mochila, um pijama curto, e uma escova de dentes.
— Vamos assistir um filme? – ela perguntou.
— Vamos.
Deitamos na minha cama. Ela de pijama curto – shorts de algodão, camiseta velha. Eu de camisola. A luz apagada. A tela do notebook brilhando.
No meio do filme, ela se virou de lado. Eu me virei também. De conchinha. Minha barriga encostou nas costas dela. Minha mão ficou perdida no meio.
— Tá gelada? – ela perguntou.
— Tá.
— Esfrega que esquenta.
Eu comecei a esfregar a mão na barriga dela. Depois desci um pouco. Depois desci mais. Até chegar na beirada do short.
Ela não falou nada. Não afastou.
Eu passei a mão por cima do short. Senti o volume. Pequeno, duro, quente. O grelo.
— Isso é... – eu sussurrei.
— É – ela respondeu. – Você pode tocar. Por cima.
Eu toquei. O tecido do short era fino. Dava para sentir a forma – a cabecinha, a haste. Meu coração disparou.
— Quer ver? – ela perguntou.
— Quero.
Ela tirou o short. Ficou de calcinha.
— Agora?
— Agora.
Ela tirou a calcinha. Ficou nua da cintura para baixo.
A luz do notebook iluminava o quarto. Dava para ver tudo. O grelo dela estava duro – parecia um pequeno pau de carne rosada. A cabeça brilhando. A haste fina.
— Você se excita fácil? – perguntei.
— Com você, sim.
Ela pegou minha mão. Colocou no grelo dela. O calor, a textura, a pulsação.
— Esfrega.
Eu esfreguei. Devagar. O grelo deslizava entre meus dedos. Ela gemeu baixo.
— Isso, Camila. Esfrega o meu pinguelo.
— Pinguelo?
— É como eu chamo.
Eu esfreguei mais rápido. Ela gozou. O líquido claro escorreu pela mão dela, pelo grelo, pelo meu dedo.
— Você gozou – eu disse.
— Você fez gozar.
— Só com os dedos?
— Só com os dedos. Imagine com a buceta.
Ela se virou. Me beijou. A língua de morango (ela tinha comido bala há pouco). A mão dela desceu pela minha barriga, entrou na minha calcinha.
— Agora você – ela disse.
Ela mal tocou no meu grelinho – o pequeno, o normal – e eu já gozei.
— Você é muito sensível – ela disse.
— É você.
Dormimos abraçadas. O grelo dela encostado na minha coxa. A mão dela na minha buceta.
Depois daquela noite, a gente não parou mais. Mas ainda não tínhamos transado de verdade – com penetração, com o grelo entrando em mim. A gente só se esfregava, se tocava, se masturbava.
Ela veio assistir série na minha casa. Deitou no sofá, eu deitada nela. De conchinha ao contrário – minha bunda no grelo dela. Eu me esfregava. Ela empurrava. A calcinha dela estava molhada. A minha também.
— Quer que eu tire a calcinha? – ela perguntou.
— Tira.
Ela tirou. Eu tirei. O grelo dela encostou na minha bunda. Escorregou. Entrou um pouco.
— Quer? – ela perguntou.
— Ainda não. Só esfrega.
Ela esfregou. O grelo deslizou na fenda da minha bunda. Na buceta. No cu. Eu gozei.
Ela gozou na minha bunda.
Outra vez, eu estava lavando louça. Ela chegou por trás. Abriu minha calça. Enfiou a mão. O grelo roçou na minha coxa.
— Aqui? – eu perguntei.
— Aqui. A cozinha está vazia.
Ela esfregou o grelo na minha bunda. Através da calça jeans. A cabeça marcava o tecido.
Gozamos. A louça ficou para depois.
Tomamos banho juntas. Ela ensaboou meu corpo. Eu ensaboei o dela. Quando cheguei no grelo, ele estava duro. Enfiei sabonete. Escorregou.
— Quer enfiar? – ela perguntou.
— Aqui não. Muito escorregadio. Vou cair.
— Então só esfrega.
Eu esfreguei o grelo na minha buceta. Debaixo da água quente. A sensação era diferente – a água entrava junto. O sabão lubrificava. Eu gozei.
Ela gozou na minha perna.
Outra loucura foi na escada do prédio. A gente subiu a escada porque o elevador estava quebrado. No patamar entre o terceiro e o quarto andar, ela me encostou na parede.
— Agora.
— Agora o quê?
— Agora você vai esfregar o seu grelo na minha bunda.
Ela abaixou minha calça. Enfiou o grelo na fenda. A escada estava escura. Alguém podia subir. Isso deixava a gente mais excitada.
Ela esfregou até gozar. Eu gozei com a buceta encostada na parede fria.
Mas a primeira penetração foi na minha cama. Ela deitou de costas. Eu sentei no grelo dela – na cabeça, só na cabeça. Doeu um pouco. Não era pau, mas era grosso.
— Entrou? – ela perguntou.
— Só a cabeça.
— Quer mais?
— Não. Para.
Ela parou. Só esfregou. O grelo roçou na minha entrada. Eu gozei.
Ela gozou na minha buceta.
Depois, me masturbei com o vibrador pensando naquela noite. Gozei mais três vezes.
Depois de semanas de "quase", a gente finalmente decidiu que ia acontecer. Eu comprei lubrificante. Ela comprou camisinha – não para doenças, mas para fazer o grelo ficar mais liso, mais fácil de entrar.
— Não sei se vai caber – eu disse.
— Vai. Você já pegou a cabeça.
— A cabeça é pequena.
— O resto também é.
Ela colocou a camisinha no grelo. Ficou estranho – um preservativo pequeno demais para um pau, grande demais para um clitóris. Mas serviu.
Eu deitei de costas. Abri as pernas.
— Vai devagar.
Ela enfiou a cabeça. Entrou fácil – eu já estava molhada, lubrificada, excitada.
— Isso – eu gemia. – Mais.
Ela enfiou mais. O grelo entrou uns 4 centímetros. Parou.
— É tudo – ela disse.
— Tudo?
— Tudo. Meu clitóris tem 4 centímetros quando está duro.
— E mole?
— 2.
— É o pau mais honesto que eu já vi.
Ela riu. Começou a mexer. Devagar. O grelo entrava e saía. Não era pau, mas era quente. Era macio. Era dela.
— Isso, Fernanda – eu gemia. – Me come com o seu pinguelo.
— Pinguelo de 4 centímetros.
— Pau de verdade não tem 4.
— Eu sei. Por isso que eu gosto.
Ela acelerou. Eu gozei. Ela gozou dentro de mim – mas não tinha esperma, só gozo feminino. Escorreu claro, líquido, quente.
— Agora você – ela disse.
Ela deitou de bruços. Eu posicionei o grelo na bunda dela – não para entrar, só para esfregar.
— Esfrega – ela pediu.
Esfreguei. O grelo deslizou na fenda. Na buceta. No cu.
— Isso, Camila – ela gemia. – Esfrega o meu pinguelo na sua bunda.
— Na sua bunda.
— Na nossa bunda.
Gozamos juntas.
Depois, a gente transou assim sempre que podia. Pelo menos duas vezes por semana. Ela esfregando na minha buceta. Eu esfregando na bunda dela. Nós duas gozando.
Eu comecei a namorar Thiago no segundo ano da faculdade. Ele era bonito, educado, fazia engenharia, morava sozinho num apartamento perto do meu. A gente se via todo dia. Transava quase todo dia.
Mas eu nunca parei de ver Fernanda.
Ele notou.
— Você passa muito tempo com ela – ele disse, uma noite, depois do sexo. – Mais do que comigo.
— Ela é minha melhor amiga.
— Só amiga?
— Só amiga.
Ele não acreditou. Mas não falou nada.
Até que um dia, ela veio jantar na minha casa. Eu e Thiago cozinhamos juntos – macarrão, vinho tinto, conversa boa. No meio da noite, elas foram à varanda. Eu fui ao banheiro. Quando voltei, Thiago estava beijando Fernanda.
— O que é isso? – eu perguntei, sem raiva, só surpresa.
— A gente estava conversando – Thiago disse. – Ela me contou sobre o pinguelo.
— Você contou? – perguntei para Fernanda.
— Ele perguntou por que a gente era tão íntima. Eu disse a verdade.
— Tudo?
— Tudo.
Thiago ficou vermelho.
— Eu quero ver – ele disse.
— Ver o quê?
— O pinguelo.
Fernanda tirou a calça e a calcinha. O grelo estava mole – 2 centímetros, rosa, pequeno.
— É só isso? – ele perguntou.
— Espera ficar duro – ela respondeu.
Ele se ajoelhou. Pegou o grelo com os dedos. Esfregou. O clitóris endureceu. Cresceu. Chegou aos 4 centímetros.
— Parece um pau – ele disse.
— Parece, mas não é.
— Você chupa?
— Ela chupa? – Thiago perguntou para mim.
— Nunca. Só esfrego.
— Você deixaria eu chupar?
Silêncio.
— Com ciúmes? – perguntei.
— Com ciúmes. Eu quero sentir o gosto.
Fernanda olhou para mim. Eu assenti.
Ele chupou. Colocou a cabeça do grelo na boca. Chupou como se fosse um pau pequeno – a língua enrolou, a bochecha sugou, os dentes tomaram cuidado para não machucar.
— Isso – Fernanda gemia. – Chupa o meu pinguelo.
Ele chupou até ela gozar. O gozo escorreu na boca dele. Ele engoliu.
— Gostou? – ela perguntou.
— Gostei. Gosto de mulher. Gosto de você.
— E da Camila?
— Também.
— Você quer me comer?
— Não. Eu não vou penetrar você. Só chupar. E só se a Camila deixar.
— Eu deixo – eu disse.
— E você? – ele perguntou para Fernanda.
— Eu quero que você chupa. E quero esfregar o meu pinguelo na sua bundinha.
— Na minha bunda?
— Na sua bunda. Nem entra. Só esfrega. Igual eu faço com a Camila.
Thiago ficou em silêncio. Depois tirou a calça e a cueca. Ficou de quatro.
Fernanda se ajoelhou atrás dele. O grelo duro – 4 centímetros. Ela esfregou na bunda dele. No cu. Nas bolas.
— Isso, Fernanda – ele gemia. – Esfrega o seu pinguelo na minha bunda.
— Você gosta?
— Gosto.
Ela esfregou até gozar. O gozo escorreu na bunda de Thiago.
Ele gozou no chão – sem ninguém tocar no pau dele.
— Essa foi a primeira vez que alguém me fez gozar sem tocar no meu pau – ele disse.
— É o poder do pinguelo – Fernanda respondeu.
— O poder do pinguelo – eu repeti.
Rimos. Nos limpamos. Dormimos os três na mesma cama.
A partir daquele dia, a gente formou um trisal. Fernanda vinha todo fim de semana. A gente transava de três – eu com Thiago, eu com Fernanda, Fernanda com Thiago (só esfregando). E Thiago e Fernanda não se penetravam – ele só chupava ela, ela só esfregava nele. Era o acordo.
Durou até o fim da faculdade. Depois, Fernanda mudou de cidade. Eu e Thiago continuamos juntos. Mas ele nunca mais gozou tão rápido quanto gozou com o pinguelo dela esfregando na sua bunda.
— Sinto falta – ele disse, uma noite, depois do sexo.
— Eu também.
— Você acha que ela arrumou outra?
— Ela arrumou várias. Ela tem um pinguelo. É uma arma.
— Uma arma de prazer.
— A melhor arma.
Nunca mais vimos Fernanda. Mas eu ainda tenho as fotos que a gente tirou – ela, eu e Thiago – nus, numa cama, o pinguelo dela apontado para a câmera.
E de vez em quando, quando Thiago não está em casa, eu pego o vibrador. Enfio na buceta. Imaginou o pinguelo dela. E gozo.
Igual no começo.
Fim.
Foto 1 do Conto erotico: O Pinguelo da Minha Amiga – Uma História de Descoberta, Tesão e Ciúmes

Foto 2 do Conto erotico: O Pinguelo da Minha Amiga – Uma História de Descoberta, Tesão e Ciúmes

Foto 3 do Conto erotico: O Pinguelo da Minha Amiga – Uma História de Descoberta, Tesão e Ciúmes

Foto 4 do Conto erotico: O Pinguelo da Minha Amiga – Uma História de Descoberta, Tesão e Ciúmes

Foto 5 do Conto erotico: O Pinguelo da Minha Amiga – Uma História de Descoberta, Tesão e Ciúmes


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Pinguelo da Minha Amiga – Uma História de Descoberta, Tesão e Ciúmes

Codigo do conto:
260941

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
02/05/2026

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