O PRESENTE DE SILVIA

Meu nome é Silvia, tenho 34 anos, sou casada com o Renato há 12. Somos um casal normal – ele é engenheiro, eu sou arquiteta, temos dois filhos, uma vida estável. Mas dentro do quarto, a gente sempre teve uma imaginação que ia além do "normal".
Renato sempre foi um homem dominante na cama. Pau médio, 15 centímetros, grosso o suficiente para me dar prazer. Mas nos últimos anos, algo mudou. Ele começou a ter dificuldade de ereção. O pau demorava a endurecer. Quando endurecia, ele demorava uma eternidade para gozar. Eu ficava ali, deitada, esperando ele terminar, os olhos pregados no teto.
Até que um dia ele confessou.
— Silvia, eu leio contos eróticos. Desde sempre. E ultimamente... eu só consigo gozar imaginando uma coisa.
— O quê?
Ele baixou a cabeça.
— Eu imaginando outra pessoa te comendo. Mas não seria propriamente um homem. Uma trans bem feminina e bonita, mas que tenha um pau maior que o meu. Enquanto eu assisto.
Na hora, eu não soube o que dizer. Senti um misto de susto e tesão. A buceta esquentou instantaneamente.
— Você quer ser corno?
— Eu acho que sim.
A partir daquele dia, a gente começou a conversar sem vergonha. Ele me contou todos os fetiches: cheiro de axila suada, mulher menstruada, calcinha usada, pés, inversão, ser dominado. Eu contei os meus: ser dominada, ser comida por dois, gozar na cara.
Foi assim que surgiu a ideia de chamar uma travesti.
Mas antes de chamar a trans de verdade, Renato teve uma ideia.
Era uma sexta-feira à noite. As crianças tinham ido dormir na casa da avó. Renato chegou do trabalho com uma sacola preta.
— Comprei uma coisa.
— O quê?
Ele abriu a sacola. Dentro, havia um vestido preto curto, um sutiã com bojo, uma peruca loira longa, maquiagem, batom vermelho e uma calcinha fio dental.
— Você vai se fantasiar de mulher? — perguntei, rindo.
— Vou me fantasiar de trans. Para te comer. Como ensaio para a trans de verdade.
Meu coração acelerou.
— Você vai me comer de verdade?
— Vou. Com o cinto. Mas antes, eu quero que você me vista.
Renato foi para o banheiro. Saiu de calcinha fio dental – o tecido minúsculo sumia entre as nádegas dele, enfiado no cu. O pau dele estava mole, mas a calcinha mal cobria as bolas.
— Me ajuda com o sutiã.
Coloquei o sutiã nele. Os bojos ficaram vazios, mas o gesto era erótico. A alça marcava os ombros largos dele.
— Senta na cadeira. Vou te maquiar.
Passei base no rosto dele. Delineador. Sombra azul. Rímel. Batom vermelho. Quando terminei, ele parecia uma boneca – uma boneca estranha, com maxilar quadrado e mãos grandes, mas com olhos doces e lábios carnudos.
— Coloca a peruca.
Ele colocou a peruca loira. Os cabelos longos caíram sobre os ombros. Ele se olhou no espelho.
— Tô parecendo uma trans?
— Tá parecendo uma trans linda.
Ele sorriu. O batom manchou os dentes.
Ele se levantou. A calcinha fio dental estava tão enfiada no cu que parecia parte do corpo dele.
— Você gostou da calcinha? — perguntei.
— Amei. A sensação do fio entrando no cu... é uma delícia. Nunca imaginei que fosse tão gostoso.
— Você quer ser comido de verdade, não é?
— Quero. Por você. Agora.
Ele colocou o vestido preto. O tecido grudava no corpo dele, marcando o volume do pau por baixo. As costas largas contrastavam com a saia curta.
— Deita na cama — ele ordenou, a voz grossa, mas com um falsete tentado.
Deitei. Ele subiu em cima de mim. A peruca caiu para o lado. O batom borrou. Ele parecia ridículo – e ao mesmo tempo, o homem mais sexy que eu já tinha visto.
— Você está pronta para ser comida por uma trans?
— Estou.
Ele puxou a calcinha para o lado. O pau dele estava duro – 15 centímetros, babando. Ele enfiou na minha boceta de uma só vez.
— ISSO, RENATO!
— CALADA! AGORA EU SOU A RENATA. ME CHAMA DE RENATA.
— ISSO, RENATA! ME COME!
Ele metia rápido, fundo. O vestido subia e descia. O sutiã escapou do peito. A peruca caiu no meu rosto.
— VOCÊ ESTÁ SENDO COMIDA POR UMA TRANS, SUA PUTA!
— SOU! SOU SUA PUTA!
Ele gozou dentro de mim em dois minutos. Caiu para o lado, ofegante, rindo.
— Foi bom?
— Foi ótimo. Mas você gozou muito rápido.
— É que o tesão estava muito alto.
— Imagina quando for a trans de verdade.
Ele me olhou.
— Você ainda quer chamar ela?
— Quero. E quero que você assista. De calcinha.
Pesquisamos na internet. Renato queria uma trans que fosse ativa e passiva – que pudesse comer ele e também ser comida por mim. Eu queria uma que fosse linda, feminina, com pau grande e cheirosa.
Encontramos o perfil da Camila. 26 anos, 1,70m, cabelos pretos longos, corpo escultural, seios naturais, bunda empinada e um pau de 19 centímetros. As fotos eram de tirar o fôlego. Os comentários dos clientes diziam: "Ela é cheirosa", "Faz fio terra melhor que mulher", "Me fez gozar de tanto levar pau".
Marquei por telefone. Camila atendeu com uma voz doce, mas safada.
— Vocês são um casal? Que delícia. Adoro casal. O que vocês querem?
— Meu marido quer me ver sendo comida por uma trans — eu disse, direta. — Ele quer assistir. Depois, a gente vê o que mais rola.
— Combinado. Amanhã, 20h, no meu flat, disse Camila.
Chegamos no flat de Camila pontualmente. Ela abriu a porta vestindo um roupão preto de seda, cabelos soltos, salto alto. O cheiro do perfume dela invadiu o corredor – doce, floral, com um fundo almiscarado que subia direto para a cabeça.
— Nossa, que casal lindo — ela disse, nos beijando no rosto um por um. — Entrem, fiquem à vontade.
O flat era pequeno, mas arrumado. Uma cama de casal no centro, lençóis pretos, velas aromáticas. No criado-mudo, um vidro de lubrificante, uma caixa de camisinhas e um consolo preto de 18 centímetros.
— Gostaram dos meus brinquedos? — ela perguntou, sorrindo.
— Gostamos — respondi, sentando na poltrona. Renato ficou de pé, nervoso, as mãos suando.
Camila se aproximou dele. Passou a mão no rosto dele, inclinou e beijou sua boca. A língua entrou devagar. Renato correspondeu, trêmulo.
— Relaxa, gato — ela sussurrou. — Hoje você vai assistir sua esposa ser comida por uma trans de verdade.
Eu me posicionei na poltrona, de pernas cruzadas. Camila olhou para mim e sorriu.
— Você gosta de assistir, né, coroa?
— Gosto.
— Então hoje você vai assistir tudo. E só vai participar quando eu mandar.
— Combinado.
Ela virou para Renato.
— Você, corno, vai ficar ali naquela cadeira. De calcinha.
— De calcinha?
— A Silvia me contou que você gostou de usar calcinha. Que enfiou o fio dental no cu e adorou. Pois hoje você vai usar uma calcinha minha. Enquanto assiste.
Renato obedeceu. Tirou a calça. Camila deu a ele uma calcinha de renda preta, minúscula. Ele vestiu. O tecido entrou no cu dele. O pau dele já estava meia-bomba.
— Linda — Camila disse. — Agora senta ali e não se mexe.
Camila tirou o roupão. Ficou nua. O corpo dela era uma obra de arte – seios redondos e firmes, cintura fina, bunda grande e redonda. E o pau – 19 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa – já estava duro, babando.
— Deita na cama, coroa.
Deitei. Ela montou em cima de mim. Esfregou o pau na minha boceta.
— Você está molhada.
— Estou. Faz dias que não transo direito.
— Pois hoje você vai transar gostoso.
Ela enfiou o pau na minha boceta de uma só vez. Eu gritei.
— ISSO, CAMILA!
— GOSTOU?
— AMEI!
Ela metia rápido, fundo. O pau dela era maior que o de Renato. Muito maior. Eu me sentia preenchida como nunca.
— OLHA, CORNO — Camila disse, olhando para Renato. — OLHA COMO ELA ESTÁ GOZANDO COM O MEU PAU.
Renato assistia de calcinha, a mão no próprio pau por cima do tecido.
— ELA NUNCA GOZOU ASSIM COM VOCÊ, NÉ?
— NUNCA — ele confessou.
— PORQUE VOCÊ É UM CORNO FRACO. QUE NÃO TEM PAU PARA SATISFAZER ELA.
Renato gozou – só de ouvir. O esperma escorreu pela calcinha dele.
Camila continuou metendo. Eu gozei duas vezes seguidas. Ela só gozou depois de vinte minutos, enchendo minha boceta de esperma.
— PRONTO — ela disse, tirando o pau. — AGORA VEM LIMPAR, CORNO.
Renato se ajoelhou na frente da cama. Enterrou o rosto na minha boceta escorrendo. Lambeu o esperma de Camila. Gozou de novo.
Camila se levantou. Olhou para Renato.
— Sua vez, corno. Deita de bruços.
Ele obedeceu. Empinou a bunda. A calcinha de renda ainda estava nele.
— Afasta a calcinha — ela ordenou.
Ele afastou. O cu dele apareceu – pequeno, rosado, piscando.
Camila passou lubrificante no pau dela. Enfiou a ponta no cu de Renato.
Ele gritou – não de dor, de prazer.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO?
— AMO! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
— VOCÊ É MINHA PUTA?
— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
Ela meteu por dez minutos. Renato gozou no lençol – só com o pau de Camila no cu. Ela gozou dentro dele.
— Pronto — ela disse, tirando o pau. — Agora você é corno assumido.
— E eu sou seu puto — ele respondeu, ofegante.
Camila se levantou. Olhou para nós dois.
— Agora a gente faz direito. Todo mundo come todo mundo.
Ela pegou o consolo preto de 18 centímetros. Passou lubrificante.
— Você, Renato, vai comer o cu da sua esposa com esse consolo. Enquanto eu como o seu cu de novo.
— E você, Silvia, vai chupar o meu pau enquanto ele te come.
Os três se posicionaram na cama. Eu de quatro, chupando o pau de Camila. Renato atrás de mim, enfiando o consolo no meu cu. Camila atrás de Renato, enfiando o pau no cu dele.
Era um nó de braços, pernas, paus, bocetas, cus. Eu gemia com o pau de Camila na boca e o consolo no cu. Renato gemia com o pau de Camila no cu e o consolo enfiado em mim. Camila gemia com o pau na boca de uma e o pau enfiado no cu do outro.
— VOU GOZAR! — eu gritei.
— GOZA! — todos responderam.
Gozei primeiro. Depois Renato. Depois Camila.
Os três caíram na cama, exaustos, sujos de lubrificante, suor, porra.
Camila se levantou, foi ao banheiro, voltou com uma toalha.
— Ainda não acabou — ela disse, com um sorriso safado. — Agora eu quero ver a Silvia sendo comida de verdade. Dos dois lados ao mesmo tempo.
— Como assim? — perguntei.
— Dupla penetração. Você vai levar o meu pau no cu e o consolo na buceta. Ao mesmo tempo. E enquanto isso, você vai chupar o pau gozado do seu marido.
Meu coração disparou. Eu nunca tinha feito DP na vida. Mas o tesão estava tão alto que eu só consegui dizer:
— Quero.
Camila me virou de bruços. Colocou um travesseiro embaixo da minha barriga para deixar minha bunda bem empinada. Renato se ajoelhou na minha frente, o pau ainda mole da gozada anterior, mas com a cabeça babando.
— Vai, corno — Camila ordenou. — Enfia o consolo na buceta da sua esposa. Bem fundo.
Renato pegou o consolo de 18 centímetros, passou mais lubrificante e enfiou na minha boceta. Eu gemi – o plástico era duro, frio, mas a sensação de estar preenchida era deliciosa.
— TÁ DENTRO? — Camila perguntou.
— TÁ — ele respondeu.
— AGORA A MINHA VEZ.
Camila posicionou o pau dela na entrada do meu cu. Enfiou a ponta. Eu gritei – não de dor, de prazer.
— ISSO, CARALHO!
Ela foi entrando devagar. O pau de 19 centímetros abriu caminho no meu cu enquanto o consolo pulsava na minha buceta. As duas coisas juntas me deixavam tonta.
— METE! — eu pedi. — METE LOGO!
Camila acelerou. O pau dela entrava e saía do meu cu com força, enquanto Renato empurrava o consolo na minha buceta no ritmo oposto – um entrava, o outro saía. Era uma sincronia perfeita.
— OLHA, CORNO — Camila disse, ofegante. — OLHA COMO ELA ESTÁ SENDO COMIDA. DOS DOIS LADOS.
Renato assistia, o pau finalmente endurecendo de novo. Ele se aproximou do meu rosto.
— Agora chupa, Silvia. Chupa o meu pau. E chupa o meu cu gozado.
Ele se ajoelhou na minha frente e virou de lado, colocando o pau na altura da minha boca e o cu bem próximo. Eu estiquei o pescoço. Enfiei a boca no pau dele primeiro – o gosto era de esperma seco, de Camila, de nós dois. Chupei com vontade.
Depois, sem tirar a boca do pau dele, deslizei a língua até o cu dele. O cu gozado de Renato – ainda molhado, ainda aberto da foda com Camila – estava quente e salgado. Eu lambi. Enfiei a língua. Ele gemeu.
— ISSO, SILVIA! ASSIM! LAMBE O MEU CU GOZADO!
Eu estava sendo comida nos dois buracos ao mesmo tempo, com o consolo na buceta e o pau de Camila no cu, enquanto chupava o pau e o cu do meu marido. Era o auge da putaria. Eu nunca tinha me sentido tão cheia, tão preenchida, tão puta.
— VOU GOZAR! — eu gritei, com a boca cheia do cu de Renato.
— GOZA! — todos responderam.
Gozei como nunca tinha gozado na vida. O corpo inteiro tremeu. A boceta apertou o consolo. O cu apertou o pau de Camila. A boca continuou chupando o cu de Renato.
Camila gozou dentro de mim – jatos grossos e quentes encheram meu cu. Renato gozou na minha cara – o esperma acertou meus olhos, minha boca, meu cabelo. O consolo escorreu da minha boceta, cheio de lubrificante e meus fluidos.
Os três caíram na cama, exaustos, sujos de esperma, lubrificante, suor.
Ficamos deitados, ofegantes. Camila se levantou, foi ao banheiro, voltou com uma toalha.
— Vocês são meus agora — ela disse. — Quero repetir semana que vem.
— Combinado — respondi.
Ela se aproximou de Renato. Levantou o braço. Mostrou a axila suada.
— Cheira.
Ele cheirou. Fundo. O cheiro era forte – salgado, ácido, selvagem.
— Lambe.
Ele lambeu. A língua percorreu a axila de Camila. Ele gozou de novo – sem ninguém tocar no pau dele.
Camila se virou para mim.
— E você, coroa. Me chupa.
— Agora?
— Agora. Quero gozar na sua cara de novo.
Me ajoelhei. Chupei o pau de Camila até ela gozar. Os jatos de esperma acertaram meu rosto – quentes, grossos, abundantes.
— Engole.
Engoli. Limpei o resto com os dedos e chupei.
Renato assistiu tudo, de joelhos, a calcinha de renda preta de volta no corpo, o pau latejando.
— Eu sou o homem mais sortudo do mundo — ele disse.
— Sortudo e corno — Camila completou.
— Sortudo, corno e feliz.
Nós rimos. Os três se abraçaram na cama molhada.
Dali em diante, chamamos Camila todo mês. Renato usava calcinha sempre que a gente transava. E eu descobri que ser comida por uma trans – mesmo que o marido fantasiado primeiro – era o melhor presente que ele poderia ter me dado.
FIM
Foto 1 do Conto erotico: O PRESENTE DE SILVIA

Foto 2 do Conto erotico: O PRESENTE DE SILVIA

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Ficha do conto

Foto Perfil casalbisexpa
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Nome do conto:
O PRESENTE DE SILVIA

Codigo do conto:
264201

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
10/06/2026

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2

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