AXILAS, XIXI, CALCINHAS E SEGREDOS

Meu nome é Leo. Tenho 40 anos hoje, sou engenheiro, casado, pai de dois filhos. Uma vida normal, estável, comum. Mas tem um verão, um único verão, que guardo na memória como um segredo que nunca contei a ninguém – até agora.
Era 1994. Eu tinha 18 anos, recém-formado no colégio, esperando os resultados do vestibular. O Brasil estava na Copa do Mundo, e aquele verão prometia ser inesquecível. Mas não foi o futebol que marcou minha vida – foi uma descoberta muito mais íntima.
Meu melhor amigo se chamava Luís. Ele tinha 18 anos também, éramos da mesma turma. Morava com os pais e com a irmã mais velha, Cláudia, que na época tinha 19 anos.
Cláudia era o tipo de garota que todo moleque da vizinhança sonhava em conhecer. Alta, cabelos escuros e compridos, olhos verdes que pareciam te atravessar. Corpo de violão – seios fartos, cintura fina, bunda redonda. Ela tinha um sorriso fácil, mas um olhar que prometia perigo. Era o tipo de garota que sabia que era bonita e usava isso como arma.
Eu passava a maior parte das férias na casa do Luís. A gente jogava videogame, ouvia discos de rock, andava de bicicleta. Mas, naquele verão, algo mudou. Eu comecei a notar Cláudia de uma forma diferente. Não era mais a "irmã do meu amigo". Era uma mulher. E ela, de alguma forma, começou a me notar também.
Tudo começou com um olhar. Eu estava na sala, esperando o Luís terminar o banho, quando Cláudia passou por mim usando um short curto e uma regata branca, sem sutiã. Os seios balançavam livremente sob o tecido fino. Ela me viu olhando, parou, e sorriu.
— O que foi, Leo? Nunca viu uma mulher antes?
Minhas bochechas queimaram. Eu desviei o olhar, mas já era tarde. Ela tinha visto.
— Gostou do que viu? — ela provocou, a voz baixa. — Pode olhar. Não morde.
Ela se virou, inclinou-se para pegar algo na mesa de centro, e o short subiu, mostrando a curva da bunda, a calcinha branca.
Meu pau endureceu na hora.
— Cláudia... — comecei, a voz falhando.
Ela se virou, aquele sorriso perverso no rosto.
— Não fica com vergonha, Leo. Todo homem olha. É normal. Mas você é diferente.
— Diferente como?
— Você olha com desejo, mas também com respeito. Eu gosto disso.
Ela se aproximou, passou a mão no meu cabelo.
— Você vai ser um homem muito especial, Leo. Eu sei disso.
Ela foi embora, deixando um rastro de perfume e tesão.
Naquela noite, não consegui dormir. Me masturbei pensando nela, no short, na calcinha, no sorriso.
Era uma tarde quente. Eu estava no quintal da casa do Luís, esperando ele terminar o banho, quando vi o varal. Pendurado, um sutiã branco de renda. O sutiã de Cláudia.
Aproximei-me, como se fosse um ímã. Toquei no tecido macio, senti a textura. Levei ao rosto, sem pensar – o cheiro de sabão misturado com o perfume dela. Meu coração disparou.
Quando ouvi os passos do Luís, larguei o sutiã como se queimasse. Mas aquela sensação – o toque, o cheiro – ficou gravada em mim.
Na semana seguinte, as provocações continuaram. Mas eu descobri algo que aumentou ainda mais meu tesão: a casa do Luís tinha um banheiro com uma fechadura quebrada. Era o banheiro que Cláudia usava.
Certa tarde, ouvi o barulho da água. Ela estava tomando banho. Meu coração disparou. A porta estava entreaberta, e eu conseguia ver pelo vão.
Cláudia estava nua, a água escorrendo pelo corpo. Os seios grandes, os mamilos duros. A bunda redonda, a buceta lisa, depilada. Ela passava o sabonete devagar, se tocava.
Fiquei ali, paralisado, o pau duro na calça. Vi ela se enxaguar, sair do boxe, se secar. Vi cada centímetro do seu corpo.
Então, ela olhou para a porta. Nossos olhos se encontraram por um segundo. Congelei. Meu coração parou.
Ela sorriu. Lentamente, fechou a porta.
— Gostou do que viu, Leo? — ela disse, do outro lado. — Na próxima, entra.
Naquela noite, me masturbei três vezes.
Mas não era só o banho.
Certa manhã, fui ao banheiro e ouvi barulho dentro. Cláudia estava fazendo xixi. O som do xixi caindo na água me excitou de uma forma que eu não entendia. Fiquei ali, ouvindo, imaginando.
Quando ela saiu, o cheiro do xixi ainda estava no ar. Entrei no banheiro, fechei a porta. O vaso ainda estava aberto, a água amarelada. Com a mão trêmula, peguei o papel higiênico que ela tinha usado. Estava úmido, com a mancha amarelada. Levei ao nariz.
O cheiro era forte, ácido, intenso. O cheiro de xixi de Cláudia. Sentei no vaso, o papel no rosto, cheirando fundo.
— CLÁUDIA... — sussurrei, já com o pau na mão.
Cheirava e masturbava. O cheiro me dominava. O gosto de xixi na minha boca, mesmo sem tocar o papel com a língua.
— VOU GOZAR! — gritei baixinho, gozando no chão, no vaso.
Daquele dia em diante, toda vez que Cláudia usava o banheiro, eu esperava. Ouvia o xixi caindo, esperava ela sair, entrava, pegava o papel usado, cheirava, me masturbava.
O cheiro de xixi se tornou um dos meus maiores fetiches.
Além do xixi, havia a calcinha.
Eu estava no banheiro, e vi o cesto de roupa suja. No topo, uma calcinha branca de algodão. A calcinha de Cláudia.
Meu coração disparou. Olhei para a porta – estava trancada. Ouvi os passos do Luís pela casa – ele estava na cozinha.
Com a mão trêmula, peguei a calcinha. Era pequena, com uma mancha amarelada no centro. Levei ao nariz.
O cheiro era forte. Muito forte. Era o cheiro da buceta de Cláudia. Suor, tesão, e um toque ácido – o gosto de xixi. A calcinha estava úmida, como se ela tivesse acabado de usá-la. O aroma era intenso, selvagem, inconfundível.
Senti meu pau endurecer na hora. Sentei no vaso sanitário, a calcinha ainda no nariz, cheirando fundo. O cheiro me envolvia, me dominava. Eu conseguia imaginar Cláudia usando aquela calcinha, a buceta quente, os lábios úmidos.
Minha outra mão foi para minha calça, abriu o zíper, pegou meu pau. Comecei a me masturbar, rápido, ofegante, a calcinha grudada no rosto. O cheiro de xixi era o mais forte. Não era desagradável – era animal, primitivo. Eu cheirava e sentia o gosto na boca, mesmo sem tocar a calcinha com a língua. Era o gosto da buceta de Cláudia, do seu suor, da sua intimidade.
— ISSO! — eu sussurrei, quase gemendo. — ISSO, CLÁUDIA! GOSTA DE SER CHEIRADA, SUA PUTA?
Cheirava e masturbava. O cheiro ficava mais forte a cada inspiração. A mancha amarelada estava molhada, e eu esfreguei a calcinha no meu pau, sentindo a umidade.
— VOU GOZAR! — eu gritei baixinho, o corpo tremendo.
Gozei, jorrando na calcinha, no meu pau, no chão. A calcinha ficou ainda mais molhada, agora com meu esperma misturado ao cheiro dela.
Fiquei ali, ofegante, a calcinha na mão. O cheiro ainda estava no ar. Eu sabia que tinha cruzado uma linha, que não havia volta.
Limpei a calcinha o melhor que pude, coloquei de volta no cesto. Saí do banheiro, o coração acelerado.
Mas eu sabia que ia fazer de novo. E fiz. Durante aquela semana, toda vez que ia ao banheiro, procurava a calcinha de Cláudia. Se não estava lá, eu ficava frustrado. Quando estava, eu a pegava, cheirava, me masturbava. O cheiro de xixi era o que mais me excitava – era o cheiro mais íntimo dela, o que ninguém mais conhecia.
Certa manhã, quando fui ao banheiro, encontrei algo diferente no cesto de roupa suja. Um absorvente usado. Estava enrolado em papel higiênico, com uma mancha vermelho-escura no centro. O cheiro era forte, metálico – o sangue menstrual misturado com o cheiro da buceta de Cláudia.
Meu coração disparou. Olhei para a porta, ouvi os passos do Luís na cozinha. Tremendo, peguei o absorvente.
O cheiro era avassalador. Sangue, ferro, suor, e aquele toque ácido que eu já conhecia. A mancha vermelha estava úmida, fresca. Sentei no vaso, levei o absorvente ao nariz, cheirei fundo. O cheiro de sangue me lembrou algo primitivo, feminino, proibido.
— CLÁUDIA... — sussurrei, já com o pau na mão.
Comecei a me masturbar, o absorvente grudado no rosto. Cheirava, lambia a borda do papel, sentindo o gosto metálico do sangue misturado com a buceta dela.
— ISSO, CLÁUDIA! — eu gemia baixinho. — GOSTA DE SER CHEIRADA? GOSTA DE SER LAMBIDA?
Cheirava e masturbava, o cheiro me dominava.
— VOU GOZAR! — gritei, gozando no chão, no vaso, na calcinha que estava ao lado.
Depois, limpei tudo, coloquei o absorvente de volta no lixo. Mas eu sabia que não ia parar. E não parei. Toda vez que via um absorvente usado no lixo, eu pegava. Cheirava, lambia, me masturbava. O cheiro de sangue menstrual se tornou um dos meus maiores fetiches. Era o cheiro mais íntimo de Cláudia, o que ela escondia de todos.
Mas não era só as calcinhas, os absorventes e o xixi. Havia outra coisa em Cláudia que me enlouquecia. Suas axilas.
Cláudia tinha pelos nas axilas. Não muitos, mas o suficiente para eu notar. E, naquele verão, ela começou a deixar crescer. Eu observava quando ela levantava os braços para pegar algo no armário. Os pelinhos escuros, finos, começando a aparecer. O cheiro de suor que vinha delas.
Um dia, estávamos na cozinha. Cláudia usava uma regata branca, sem sutiã. Ela levantou o braço para pegar um copo no armário, e eu vi. A axila estava suada, com os pelinhos escuros brilhando de suor. O cheiro chegou até mim – forte, doce, salgado.
Meu pau endureceu na hora.
— Leo — ela disse, percebendo meu olhar. — O que você está olhando?
— Nada.
— Não minta. Você está olhando minhas axilas, não está?
— Sim.
Ela sorriu, perversa.
— Você gosta delas, não gosta?
— Gosto.
— Do que você gosta? Do suor? Dos pelos?
— De tudo.
Ela se aproximou, levantou o braço, oferecendo a axila.
— Então cheira.
Eu me ajoelhei, enterrei o rosto na axila dela. O cheiro era intoxicante. Suor, perfume, o gosto salgado da pele.
— Lambe, Leo. Lambe minhas axilas.
Eu lambi. A língua deslizando pelos pelos, sentindo o gosto salgado, a textura da pele.
— ISSO, LEO! — ela gemeu. — LAMBE! LAMBE O SUOR DA SUA AMIGA!
— CLÁUDIA... — eu gemia, o pau pulsando.
— Você gosta de cheirar minhas axilas, Leo? Gosta de lamber meu suor?
— AMO! — respondi. — AMO O CHEIRO DA SUA AXILA! AMO O SEU SUOR!
— Então vai ter mais.
Daquele dia em diante, as axilas de Cláudia se tornaram meu fetiche favorito. Toda vez que eu ia à casa dela, procurava uma desculpa para cheirá-las. "Cláudia, me passa o sal?" – ela levantava o braço, eu cheirava. "Cláudia, você está suada?" – ela levantava o braço, eu lambia.
Até que, numa tarde, aconteceu algo que eu nunca imaginei.
Estávamos sozinhos na sala. Ela estava deitada no sofá, de regata, os braços levantados, lendo uma revista. Eu estava ao lado, tentando ler também, mas não conseguia tirar os olhos das axilas dela. Os pelinhos escuros, o suor brilhando, o cheiro que chegava até mim.
— Leo — ela disse, sem tirar os olhos da revista. — Você está me olhando de novo.
— Sim.
— Você quer cheirar minhas axilas, não quer?
— Quero.
— Então cheira.
Ela levantou o braço, oferecendo a axila. Eu me ajoelhei no chão, enterrei o rosto, cheirei fundo. O cheiro era forte, doce, salgado.
— Lambe.
Eu lambi, a língua deslizando nos pelos, na pele.
— Isso, Leo. Você gosta, não gosta?
— Gosto.
— O que você gosta mais? O cheiro? O suor?
— Tudo.
Ela fechou a revista, olhou para mim.
— Você quer mais, não quer?
— Quero.
— Então tira a roupa.
Tirei a camisa.
— Agora a calça.
Tirei a calça. Fiquei de cueca, o pau já duro, marcando o tecido.
— A cueca também.
Tirei. Meu pau saltou, duro, pulsando.
— Olha isso — ela disse, tocando meu pau. — Você está todo duro por causa das minhas axilas.
— Sim.
— Você quer esfregar seu pau nelas?
— Quero.
— Então esfrega.
Ela levantou os dois braços, oferecendo as duas axilas.
— Esfrega, Leo. Esfrega seu pau nas minhas axilas.
Eu me aproximei, coloquei meu pau na axila direita, comecei a esfregar. Os pelos roçavam na cabeça, o suor lubrificava. A sensação era indescritível – o cheiro, o toque, a umidade.
— ISSO, LEO! — ela gemeu. — ESFREGA! ESFREGA SEU PAU NAS MINHAS AXILAS!
— CLÁUDIA... — eu gemia.
— Você gosta de esfregar seu pau nas minhas axilas, Leo?
— AMO! — respondi. — AMO O CHEIRO, O SUOR, OS PELOS!
— Então goza, Leo. Goza nas minhas axilas.
— VOU GOZAR!
— GOZA! — ela ordenou. — GOZA NAS MINHAS AXILAS!
Gozei, jorrando na axila dela, nos pelos, na pele. O esperma se misturou com o suor, escorrendo pelo braço. Ela levou o braço à boca, lambeu o esperma.
— ISSO, LEO! — ela disse. — Agora lambe você também.
Eu lambi, o gosto do meu esperma misturado com o suor dela.
— Você é meu, Leo. Minha putinha.
— Sou todo seu.
Até que, num sábado, Cláudia me pegou no flagra.
Eu estava no banheiro, a calcinha branca no rosto, me masturbando. Não ouvi a porta abrir.
— Leo.
A voz dela era calma. Muito calma.
Congelei. A calcinha ainda estava na minha mão, meu pau ainda duro.
— Cláudia... eu...
Ela fechou a porta, trancou. Aproximou-se.
— Você gosta do meu cheiro, Leo?
— Eu... sim.
— O que você sente quando cheira?
— O seu cheiro... o cheiro da sua buceta.
— E o que mais?
— O cheiro de xixi... o cheiro do seu sangue... o cheiro das suas axilas...
Ela sorriu. Um sorriso de vitória.
— Você gosta disso, não gosta, Leo? Gosta do meu cheiro sujo.
— Gosto.
— Então não precisa ter vergonha. Você pode cheirar. Pode lamber.
Ela se aproximou, tirou a calcinha da minha mão, levou ao próprio nariz.
— Eu sei que você cheira. Eu sei que você se masturba com elas. Eu sei que você pega meus absorventes. Eu sei que você lambe minhas axilas. E eu deixo.
Ela jogou a calcinha no chão.
— Agora, Leo. Me mostra o que você aprendeu.
Ela abaixou o short, ficou nua da cintura para baixo. A buceta lisa, depilada, os lábios rosados, o grelo pulsando.
— Lambe, Leo. Lambe a buceta da sua amiga.
Eu me ajoelhei, passei a língua nos lábios. O gosto era igual ao cheiro – doce, salgado, ácido.
— ISSO, LEO! — ela gemeu. — LAMBE! LAMBE A BUCETA DA PUTA QUE VOCÊ CHEIRA!
Eu lambi com vontade, a língua entrando, saindo. O grelo dela pulsava na minha boca, os lábios se abriam, deixando meu gosto escorrer.
— VOU GOZAR! — ela gritou. — GOZA COMIGO!
Gozamos juntos, ela na minha boca, eu no chão. Ainda éramos virgens – eu nunca tinha penetrado ninguém, e ela nunca tinha sido penetrada. Mas aquilo já era mais do que eu jamais imaginei.
Depois que gozei, Cláudia se levantou, ainda ofegante.
— Você quer mais, Leo?
— Quero.
— Vira.
Eu me virei de bruços.
— Abre as pernas.
Abri.
Ela se ajoelhou atrás de mim, separou minhas nádegas, e passou a língua no meu cu. A língua quente, macia, deslizando na entrada.
— CLÁUDIA! — eu gritei, sentindo o choque de prazer.
— Cala a boca, Leo. Relaxa.
Ela lambia, a língua entrando, saindo. O gosto era estranho no começo, mas logo se tornou viciante.
— Você gosta?
— Gosto...
— Fala. Fala o que você é.
— Sou sua putinha.
— Isso mesmo. Você é minha putinha.
Ela lambeu mais, fundo, a língua penetrando.
— VOU GOZAR, CLÁUDIA!
— GOZA! — ela ordenou. — GOZA SEM TOCAR NO PAU!
E eu gozei, sem tocar no pau, apenas com a língua dela no meu cu. O esperma jorrou, escorrendo pelo meu pau, e eu tremi inteiro.
No dia seguinte, quase fomos pegos.
Estávamos na sala, Cláudia e eu. Ela estava deitada no sofá, eu ajoelhado no chão, lambendo sua buceta. De repente, ouvimos a porta da frente se abrir.
— Luís! — Cláudia sussurrou. — Sai! Sai!
Eu pulei, me escondi atrás da cortina. Luís entrou, tirou os tênis, foi para a cozinha. Cláudia estava sentada no sofá, fingindo ler uma revista.
— Tudo bem, irmã? — ele perguntou, passando pela sala.
— Tudo — ela respondeu, a voz um pouco trêmula.
Quando ele saiu, ela olhou para a cortina e riu baixinho.
— Quase pegou, Leo. Quase.
Ela me puxou para fora.
— Mas não pegou. E isso é bom. Porque a gente vai continuar.
Na última semana de férias, aconteceu o inesperado.
Estávamos no quarto de Cláudia. Eu estava deitado na cama, com a cabeça entre as pernas dela, lambendo sua buceta. Não havia penetração – apenas eu, cheirando e lambendo, louco pelo gosto dela.
— ISSO, LEO! — ela gritava, rebolando. — LAMBE A BUCETA DA SUA AMIGA!
— CLÁUDIA! — eu gemia, a língua entrando fundo.
Foi quando ouvimos a voz.
— O que é isso?
Era Luís. Tinha chegado mais cedo do seu treino de futebol.
Ele estava parado na porta, os olhos arregalados, a boca aberta. A camisa do time suada, o cabelo molhado, o corpo ainda quente do exercício.
— Luís... — Cláudia disse, sem parar de rebolhar. — Fecha a porta.
Ele não se moveu.
— Fecha a porta, Luís.
Ele fechou. Aproximou-se.
— O que vocês estão fazendo?
— O que parece? — Cláudia respondeu, ainda montada no meu rosto. — Leo está me chupando. Ele ama meu cheiro. Ele ama minhas calcinhas, meus absorventes, minhas axilas, meu xixi.
Luís ficou pálido.
— Isso é verdade, Leo?
— Sim — respondi, sem coragem de negar.
— Ele cheira minhas calcinhas todos os dias, Luís. Ele pega meus absorventes usados. Ele lambe minhas axilas. Ele adora meu cheiro sujo.
Luís ficou em silêncio. Seu rosto passou por várias emoções – choque, raiva, confusão. E então, algo mudou. Um sorriso perverso surgiu em seu rosto.
— Então é de cheiro que você gosta, Leo?
— Sim.
— Eu também tenho cheiro, Leo. Acabei de voltar do treino. Estou todo suado.
Ele levantou o braço, mostrando a axila suada, o suor escorrendo pelos pelos.
— Vem cá, Leo. Cheira minha axila.
Eu hesitei.
— Vem. Você gosta de cheiro, não gosta? Cheira.
Com a mão trêmula, aproximei-me. Levei o nariz à axila do Luís. O cheiro era forte – suor, testosterona, o cheiro de um corpo masculino depois do esforço. Senti meu pau endurecer.
— Lambe — Luís ordenou.
Eu lambi. A língua deslizando nos pelos suados, sentindo o gosto salgado.
— ISSO, LEO! — Luís gritou. — LAMBE! LAMBE O SUOR DO SEU AMIGO!
Eu lambi mais, a língua entrando nos pelos.
— Agora lambe meu saco, Leo.
Luís abaixou a calça, mostrou o saco peludo, suado. O cheiro era mais forte ali – o cheiro do suor acumulado, do calor do corpo.
Eu me ajoelhei, enterrei o rosto no saco dele. Lambi, cheirei, sentindo o gosto forte, masculino. O aroma era avassalador – testosterona, suor, a intimidade de um homem.
— ISSO, LEO! — Luís gritou. — LAMBE MEU SACO! LAMBE AS BOLAS DO SEU AMIGO!
Coloquei uma bola na boca, suguei. A pele macia, o gosto salgado. Coloquei a outra, chupando cada uma, sentindo o peso delas na minha boca.
— ISSO! — Luís gemeu. — CHUPA MINHAS BOLAS, SEU PUTINHA!
Depois, desci a língua, lambi o cu dele. O cheiro forte, o gosto de suor e intimidade. A língua entrou, explorou, e Luís gemeu alto.
— CLÁUDIA! — Luís gritou, olhando para a irmã, que se masturbava assistindo. — OLHA! OLHA O QUE O SEU AMIGO ESTÁ FAZENDO!
— ESTOU VENDO! — ela respondeu, os dedos na buceta.
Luís virou-se, ofereceu o pau duro.
— Agora, Leo. Chupa meu pau.
Eu chupei. O gosto do pau do meu melhor amigo. A cabeça rosada, a haste grossa, o saco peludo. Chupava com vontade, a língua dançando na cabeça, descendo pela haste, engolindo fundo. O cheiro, o gosto, a textura – tudo era intoxicante.
— ISSO, LEO! — Luís gritou. — CHUPA! CHUPA O PAU DO SEU AMIGO! GOZA, LEO! GOZA NA MINHA BOCA!
Luís gozou, jorrando na minha boca. O esperma quente, grosso, enchendo minha boca. Engoli tudo, o gosto do meu amigo.
Cláudia, vendo tudo, gozou também, se contraindo.
Depois que todos gozaram, Luís olhou para a irmã.
— Cláudia, você é virgem, não é?
— Sim.
— E você, Leo, é virgem também?
— Sim.
— Eu também sou. Mas isso vai mudar hoje.
Ele se virou para a irmã.
— Cláudia, você ia perder a virgindade com qualquer um. Mais cedo ou mais tarde, alguém ia te comer. Então que esse alguém seja eu.
— Luís... — ela começou.
— Você quer? Quer que eu seja o primeiro?
Ela olhou para mim, depois para o irmão. Seus olhos verdes brilhavam com uma mistura de medo e excitação.
— Quero.
— Então deita.
Ela se deitou na cama, as pernas abertas. A buceta rosada, os lábios entreabertos, o grelo pulsando. O cheiro dela subia, me intoxicando.
Luís se posicionou entre as pernas dela. O pau duro, pulsando, a cabeça vermelha de excitação.
— Vai doer, Cláudia.
— Eu sei. Mas quero.
Ele enfiou a cabeça do pau na buceta dela. A entrada era apertada, e ela gemeu.
— RELAXA, CLÁUDIA! — ele ordenou. — RELAXA A BUCETA PRA MIM!
— ESTOU! — ela gritou, ofegante.
Ele enfiou fundo, rompendo o hímen. O sangue escorreu, vermelho vivo, escorrendo pela bunda dela, manchando o lençol.
— AI, LUÍS! — ela gritou. — DÓI! MAS NÃO PARA!
— RELAXA! — ele ordenou, metendo mais fundo. — RELAXA A BUCETA PRA MIM!
O pau dele entrava e saía, cada vez mais rápido. O sangue lubrificava, facilitando a penetração. Cláudia gemia, os olhos marejados.
— ISSO! — ela gritou. — METE! METE NA BUCETA DA SUA IRMÃ!
O cheiro do sangue subia, misturado com o cheiro do suor e do tesão. Eu, ajoelhado ao lado, cheirava fundo, o nariz quase tocando a buceta de Cláudia. O aroma metálico do sangue, o cheiro do esperma, a buceta quente – tudo me enlouquecia.
— VOCÊ GOSTA, CLÁUDIA? — Luís perguntou, ofegante.
— AMO! — ela respondeu. — AMO SER COMIDA PELO MEU IRMÃO!
Ele metia rápido, fundo. Cada estocada fazia o sangue e os fluidos escorrerem. O pau dele entrava e saía, molhado.
— VOU GOZAR, CLÁUDIA!
— GOZA! — ela gritou. — GOZA NA BUCETA DA SUA IRMÃ!
Luís gozou, fundo, jorrando dentro dela. Cláudia gozou também, se contraindo, as paredes da buceta apertando o pau dele. O sangue e o esperma escorriam da buceta dela, misturados, formando um líquido rosado que escorria pela bunda.
Eu, louco pelo cheiro, aproximei-me. O cheiro do sangue, do esperma, da buceta de Cláudia. Era intoxicante. O aroma metálico do sangue misturado com o cheiro do esperma e da buceta quente. Eu tremia de tesão.
— CLÁUDIA... — sussurrei. — O CHEIRO... É DELICIOSO...
Ela sorriu, perversa.
— Você quer lamber, Leo? Quer lamber o que saiu da minha buceta?
— Quero.
— Então limpa, Leo. Limpa a buceta da sua amiga.
Eu me ajoelhei, enfiei a língua na buceta dela. O gosto era forte – sangue, esperma, o cheiro da intimidade dela. A língua deslizou pelos lábios, sugando o sangue e o esperma, limpando cada gota. O gosto metálico do sangue, o sabor do esperma do meu amigo, o cheiro da buceta de Cláudia – tudo se misturava na minha boca.
— ISSO, LEO! — Cláudia gritou. — LAMBE! LAMBE O QUE SOBROU DE MIM!
Eu lambi, a língua entrando fundo, sentindo o gosto metálico do sangue misturado com o esperma do amigo.
Luís, vendo eu de quatro, aproximou-se. Passou a mão na minha bunda, separou minhas nádegas. Seu pau ainda estava duro, molhado com o sangue e o esperma da irmã.
— Você gosta de lamber, Leo? Gosta de limpar a buceta da minha irmã?
— Gosto...
— Então agora você vai pagar por tudo que fez.
Ele enfiou o pau no meu cu, sem lubrificante, com o esperma e o sangue de Cláudia como lubrificante. A entrada foi difícil, a dor cortante, mas logo o prazer substituiu a dor. Senti o pau dele entrando, abrindo caminho, preenchendo cada espaço.
— LUÍS! — eu gritei, sentindo a dor e o prazer.
— ISSO, LEO! — ele gritou. — AGORA VOCÊ VAI SER COMIDO! VAI PAGAR POR TODAS AS CALCINHAS, TODOS OS ABSORVENTES, TODAS AS AXILAS!
— METE, LUÍS! — eu gritei. — METE NO MEU CU!
Ele metia rápido, fundo. Cada estocada fazia meu corpo tremer. O sangue e o esperma de Cláudia lubrificavam, o pau dele deslizando dentro de mim. O cheiro do sexo preenchia o quarto – suor, sangue, esperma.
— VOCÊ GOSTA, LEO?
— AMO! — eu gritei. — AMO SER COMIDO PELO MEU AMIGO!
— GOZA, LUÍS! — Cláudia gritou. — GOZA NO CU DO SEU AMIGO!
Luís metia mais forte, mais fundo. Eu sentia o pau dele pulsando dentro de mim, a cabeça roçando no meu ponto de prazer.
— VOU GOZAR! — ele gritou.
— GOZA! — eu gritei. — GOZA NO MEU CU, SEU FILHO DA PUTA!
Luís gozou, fundo, dentro de mim. O esperma quente encheu meu cu, escorrendo pelas minhas pernas.
Eu gozei também, sem tocar no pau, apenas com o pau do meu amigo dentro de mim. O esperma jorrou, sujando o lençol.
Ficamos ali, ofegantes, os três. Cláudia na cama, eu de quatro, Luís atrás de mim.
— Agora — Luís disse, tirando o pau de dentro de mim — você vai lamber o que saiu do seu cu.
Eu me virei, lambi o próprio cu, sentindo o gosto do meu esperma misturado com o do meu amigo.
— Isso, Leo — Luís disse, acariciando minha cabeça. — Você é meu agora.
No dia seguinte, acordei na casa do Luís com uma mistura de culpa, medo e excitação. Cláudia estava na cozinha, fazendo café, como se nada tivesse acontecido. Luís estava na sala, vendo TV. Ninguém falou sobre o que tinha acontecido. A tensão no ar era palpável, mas ninguém tinha coragem de quebrar o silêncio.
Quando chegou a hora de ir embora, o último dia do verão, Cláudia me puxou para um canto.
— Não se esqueça de mim, Leo — ela sussurrou, os olhos verdes brilhando. — Não se esqueça do que a gente fez.
Ela me beijou, um beijo que durou segundos, mas que carregava todo o peso daquele verão.
Luís me abraçou, forte.
— Você é meu amigo, Leo. Sempre será. Não importa o que aconteceu. Você é meu irmão de verdade.
Eu não consegui responder. Apenas apertei o abraço.
Nunca mais nos vimos. Nunca mais falamos sobre aquilo.
Mas o segredo ficou. E até hoje, quando vejo uma calcinha branca de algodão, ou sinto o cheiro de xixi, ou vejo um absorvente, ou sinto o cheiro de suor de axila, eu lembro.
Lembro de Cláudia. Lembro do Luís. Lembro de como o verão de 1994 mudou minha vida. Lembro de cada cheiro, cada gosto, cada toque.
Hoje, com 40 anos, casado e pai de dois filhos, olho para trás e vejo aquele verão como um marco. Não foi apenas uma descoberta sexual – foi a descoberta de que os limites são feitos para serem questionados. De que o desejo não conhece regras. De que a intimidade pode surgir nos lugares mais improváveis.
Minha esposa nunca soube. Meus filhos nunca saberão. Mas o cheiro de uma calcinha branca, o gosto do sangue menstrual, o suor de uma axila – tudo isso me transporta de volta para 1994.
Para Cláudia e Luís.
Para o verão em que tudo mudou.
Para o segredo que guardo comigo, como um tesouro proibido.
E lembro de que, por baixo de toda a vergonha, eu amei cada segundo.
Foto 1 do Conto erotico: AXILAS, XIXI, CALCINHAS E SEGREDOS

Foto 2 do Conto erotico: AXILAS, XIXI, CALCINHAS E SEGREDOS

Foto 3 do Conto erotico: AXILAS, XIXI, CALCINHAS E SEGREDOS

Foto 4 do Conto erotico: AXILAS, XIXI, CALCINHAS E SEGREDOS

Foto 5 do Conto erotico: AXILAS, XIXI, CALCINHAS E SEGREDOS


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Ficha do conto

Foto Perfil casalbisexpa
casalbisexpa

Nome do conto:
AXILAS, XIXI, CALCINHAS E SEGREDOS

Codigo do conto:
266248

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
05/07/2026

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1

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5