A OBRA QUE MUDOU A MINHA VIDA

Meu nome é Raquel, tenho 28 anos, sou casada há cinco com o Carlos, um homem bom, trabalhador, mas... sem sal. Na cama, quero dizer. Ele é engenheiro civil, viaja muito, e quando está em casa, o sexo é sempre igual: luz apagada, ele por cima, dois gemidos e pronto. Eu nunca gozei com ele. Ele nunca soube. Eu fingia.
Sou evangélica desde pequena. Minha família é da Assembleia de Deus. Uso saias longas, cabelo comprido, não uso maquiagem. Mas por baixo da saia comprida... tenho um corpo que até os irmãos da igreja não conseguem disfarçar o olhar. 1,65m, 65kg, cabelos castanhos escuros até a cintura, olhos verdes. Seios médios, firmes, mamilos escuros. Cintura fina. Quadris largos. E uma bunda... uma bunda enorme, redonda, que balança quando eu ando. Todo mundo olha. Eu finjo que não vejo.
Carlos tem 52 anos. Foi casado duas vezes antes de mim. Não podia ter filhos – pelo menos era o que a gente pensava. Quando me pediu em casamento, eu aceitei porque era seguro. Porque ele me tirava da casa dos meus pais. Porque ele era da igreja. Porque era o esperado.
Não porque eu tinha tesão nele.
O tesão veio depois. Veio na forma de um homem que eu nunca deveria ter deixado entrar na minha vida.
Carlos tinha um sítio nos arredores da cidade. Lugar grande, com chácara, piscina, criação de galinhas, um pomar de laranja. Ele queria reformar a casa de caseiro, construir um novo galinheiro, cercar o terreno. Eu sugeri contratar alguém da igreja. Ele disse que não – queria um rapaz forte, que trabalhasse rápido, sem frescura.
— Conheço um – ele disse. – O Pedrão. Já fez serviço pra mim antes. Negro, alto, forte. Trabalha bem.
— Negro? – perguntei, sem pensar.
— Você tem problema com cor, Raquel?
— Claro que não. Só perguntei.
No dia seguinte, eu estava na cozinha preparando o almoço quando ouvi o barulho de uma caminhonete. Olhei pela janela. Um homem desceu. Negro. Alto – devia ter 1,90m. Braços grossos, veias saltadas. Camiseta preta suada colada no peito. Jeans desbotado. Botas. O rosto... não era bonito no sentido comum. Mas tinha algo. O queixo quadrado, a barba por fazer, os olhos castanhos profundos. Ele parecia uma montanha.
— Patroa? – ele chamou, batendo na porta da cozinha.
— Sim?
— Sou o Pedrão. O Carlos mandou eu chegar cedo. Disse pra mim começar pelo galinheiro.
— Ele não está. Foi pra cidade. Volta só à noite.
Ele me olhou. Os olhos desceram pelo meu corpo. Eu usava um vestido leve, de algodão, que não escondia nada. Dava pra ver o contorno dos meus seios, a cintura, os quadris. Eu não usava sutiã – nunca usei dentro de casa.
— Tudo bem – ele disse, com a voz grossa. – Eu começo sozinho. Depois a gente se vê.
Ele foi trabalhar. Eu fiquei na cozinha, tremendo. Não era medo. Era outra coisa.
Durante uma semana, ele veio todos os dias. Acordava cedo, trabalhava até o meio-dia, almoçava conosco, voltava a trabalhar até o fim da tarde. Carlos ficava na parte da manhã, mas à tarde ia para a cidade resolver outras coisas. Eu e Pedrão ficávamos sozinhos no sítio.
No começo, ele era educado. Distante. Falava o mínimo. "Bom dia, patroa." "Obrigado, patroa." "Até amanhã, patroa."
Mas eu sentia os olhos dele. Quando eu me abaixava para pegar alguma coisa, quando eu estendia roupa no varal, quando eu passava perto dele com o vestido leve balançando. Ele olhava. Eu sentia o peso do olhar.
No quinto dia, ele veio almoçar e eu percebi que ele não tinha se lavado direito. O cheiro de suor era forte. Não era desagradável. Era... homem. Meu corpo reagiu de um jeito que eu não sabia que podia reagir.
— A senhora está diferente hoje – ele disse, sentando à mesa.
— Diferente como?
— Mais bonita. Mais... cheirosa.
— Eu não uso perfume.
— Sei. É cheiro natural. Cheiro de mulher.
Eu não respondi. Servi o almoço. Comemos em silêncio. Mas o silêncio era pesado, carregado.
No sábado, Carlos resolveu fazer um churrasco. Chamou alguns amigos. Mas um a um foram desmarcando. No fim da tarde, só nós três: eu, Carlos e Pedrão.
O calor estava insuportável. Carlos sugeriu nadar na piscina. Eu disse que não tinha levado biquíni. Ele disse que eu podia nadar de vestido. Pedrão não disse nada – só foi para o quarto dos fundos e voltou de sunga preta.
O corpo dele era... impressionante. Peito largo, abdômen trincado, braços enormes. E a sunga... a sunga não escondia o volume. Era grande. Muito grande. Eu tentei não olhar. Não consegui.
Carlos entrou na água primeiro. Eu entrei depois, de vestido. O tecido molhado grudou no meu corpo, ficou transparente. Meus seios ficaram completamente marcados. Os mamilos, duros de frio e tesão, apareciam como dois botões.
Pedrão entrou por último. A água espirrou. Ele veio na minha direção.
— A senhora tá com frio, patroa? – ele perguntou.
— Um pouco.
— Posso ajudar.
Ele veio por trás de mim. Encolou o corpo no meu. O pau dele – duro – encostou na minha bunda. Por baixo da água, ninguém via. Carlos estava do outro lado da piscina, de costas.
— O que você está fazendo? – sussurrei.
— Ajudando a senhora a esquentar.
Ele esfregou o pau na minha bunda. Eu fechei os olhos. Meu corpo traiu minha mente. Empinei um pouco mais.
— Isso, patroa – ele sussurrou no meu ouvido. – A senhora gosta, né? A senhora é uma puta escondida.
— Não fala assim...
— É verdade. Olha como a senhora rebolou. Olha como o bico do seu peito tá duro. A senhora quer dar pra mim.
— Não...
— Quer sim. E eu vou te comer. Hoje.
Carlos nadou de volta.
— Estão gostando da água? – ele perguntou, sem perceber nada.
— Estamos – Pedrão respondeu, sem se afastar de mim.
Carlos foi dormir cedo. Bebeu demais no churrasco, mal conseguiu chegar no quarto. Capotou na cama em menos de cinco minutos.
Eu estava na sala, lendo a Bíblia. Tentando me acalmar. Tentando esquecer o que tinha acontecido na piscina.
Pedrão apareceu na porta. Estava só de calça jeans, sem camisa. O corpo brilhava de suor.
— Patroa – ele chamou.
— Vai dormir, Pedrão. Amanhã tem trabalho.
— Não consigo dormir. Tô pensando na senhora.
— Isso é pecado.
— Pecado é a senhora esconder esse corpo de Deus. Pecado é a senhora ficar com um homem que não come ela direito.
— Você não sabe do que está falando.
— Sei sim. Eu vi. Eu vi o olho da senhora quando eu tirei a camisa. Eu vi a senhora olhando pro meu pau na piscina. A senhora quer. Pode negar. Mas eu sei.
Ele veio na minha direção. Eu levantei a mão com a Bíblia.
— Para! Eu vou chamar meu marido!
— Chama. Ele vai ver a senhora com a Bíblia numa mão e a boceta molhada na outra.
Eu não chamei.
Ele tirou a Bíblia da minha mão. Colocou na mesa.
— A senhora vai pecar hoje, patroa. Mas amanhã Deus perdoa. Ele sempre perdoa.
Ele me beijou.
A boca dele era quente, a língua grossa. Ele me beijava como Carlos nunca me beijou – com fome, com vontade, como se eu fosse a última mulher da terra.
— Vamos pro quarto – ele disse.
— Não...
— Vamos.
Ele me pegou no colo. Meu corpo leve, os braços dele fortes. Me levou para o quarto dos fundos – onde ele dormia.
A cama era de solteiro, o colchão duro. Ele me deitou. Tirou meu vestido. Minha calcinha. Fiquei pelada.
— Meu Deus – ele sussurrou. – Que corpo. Que bunda. Que peitos.
Ele se ajoelhou. Abriu minhas pernas.
— Nunca – eu disse. – Nunca fiz isso com ninguém. Só com meu marido.
— Então vai ser a primeira vez de muitas.
Ele enfiou a cara na minha boceta. Lambeu. O prazer foi tão intenso que eu mordi o travesseiro para não gritar.
— Isso, patroa. Isso. Gosta de ser chupada, né?
— Sim... sim...
— Fala que gosta.
— Gosto! – eu gritei. – Gosto!
Ele lambeu meu clitóris, chupou, enfiou a língua. Eu gozei pela primeira vez na vida. Jorrou líquido claro na cara dele. Ele lambeu, bebeu.
— A senhora goza igual cachorra. Agora é minha vez.
Ele tirou a calça. O pau dele apareceu.
Era enorme. Devia ter uns 23 centímetros. Grosso, veiado, a cabeça roxa. Eu nunca tinha visto um pau tão grande. Nem em filme pornô – eu nunca tinha visto filme pornô.
— Isso não vai entrar – eu disse.
— Vai. Vai entrar devagar.
— Meu marido é pequeno. Isso vai me rasgar.
— Vai rasgar mesmo. E a senhora vai gostar.
Ele passou lubrificante. Enfiou a ponta.
Doeu. Doeu muito. Eu gritei. Ele tapou minha boca com a mão.
— Cala a boca, patroa. Quer acordar seu marido?
— Tira... tira...
— Agora não. Agora eu vou meter.
Ele enfiou mais. Eu senti minha boceta sendo aberta, rasgada, invadida. Chorava de dor e vergonha.
— Para... pelo amor de Deus...
— A senhora vai pedir para eu parar agora. Mas daqui a pouco vai pedir para eu meter mais.
Ele começou a se mover. Devagar. A cada estocada, a dor diminuía um pouco. Depois de um minuto, a dor passou. Deu lugar a uma sensação estranha, quente, gostosa.
— Isso... isso... – eu geme.
— Gostou, patroa? Quer mais?
— Quero... quero mais...
Ele acelerou. Metia com força. O pau dele batia no fundo da minha boceta. Eu gemia, arranhava as costas dele.
— A senhora é uma puta – ele disse. – Uma puta de marca maior.
— Sou! Sou sua puta!
— Quem é sua puta?
— Eu! Raquel! Sou sua puta!
Ele gozou dentro de mim. Jatos grossos, quentes. Eu senti cada jato. Continuei gemendo.
Ele tirou o pau. A porra escorreu pela minha coxa. Ele se deitou ao meu lado.
— Pronto, patroa. Agora a senhora não é mais virgem de verdade.
— Nunca fui virgem.
— Virgem de prazer. Virgem de gozo. Virgem de pica de verdade.
Ficamos em silêncio. Depois de um tempo, ele se levantou.
— Vai limpar, patroa. Amanhã tem mais.
— Mais?
— Muito mais.
Carlos viajou a trabalho na segunda-feira. Passaria quinze dias fora. Pedrão ficou responsável por cuidar do sítio e de mim – essa foi a desculpa oficial. A verdade era outra.
No primeiro dia, ele me comeu três vezes.
De manhã, antes do café. Eu estava na cozinha, de camisola curta, descalça. Ele chegou por trás, as mãos enormes apertaram minha cintura. A camisola subiu. A calcinha desceu.
— A senhora está pronta? – ele perguntou, a voz grossa, o hálito quente no meu pescoço.
— Estou.
Ele tirou o pau para fora – 24 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa brilhando de pré-gozo. Eu já conhecia aquele pau. Já tinha sonhado com ele. Agora ele ia entrar em mim de verdade.
— Ajoelha – ele ordenou.
Ajoelhei no chão frio da cozinha. Abri a boca. Ele enfiou o pau na minha garganta. Eu engasguei, os olhos marejados, o cuspe escorrendo pelo queixo. Ele segurava minha nuca com uma mão, os dedos grossos e cabeludos apertando meus cabelos.
— CHUPA – ele mandou.
Chupei. Babava. Engolia. Ele gemia. O pau pulsava na minha língua.
— AGORA DE QUATRO – ele disse.
Virei de quatro no chão da cozinha. Empinei a bunda. Ele passou a mão na minha boceta – já estava molhada, escorrendo.
— A senhora está molhada só de pensar.
— Só de pensar no seu pau dentro de mim.
Ele enfiou a ponta. Eu gritei. O pau dele era muito grosso – maior do que eu imaginava. Ele enfiou mais.
— TÁ DENTRO – eu sussurrei.
— AINDA NÃO. SÓ A CABEÇA.
Ele enfiou tudo. Meu corpo inteiro tremeu. A cabeça do pau dele bateu no fundo do meu útero. Doeu. Mas doeu gostoso.
— METE – eu pedi.
Ele meteu. Devagar no início, sentindo minha boceta se acostumar com o tamanho. Depois rápido. O barulho era molhado, obsceno. As bolas dele batiam no meu clitóris a cada estocada.
— VOU GOZAR – ele avisou.
— GOZA DENTRO!
Ele gozou. Jatos grossos, quentes, dentro de mim. Encheram minha boceta. Escorreram pela minha coxa. Pingaram no chão.
Eu estava viciada.
Na hora do almoço, em cima da mesa da cozinha. Ele me deitou de costas. Abriu minhas pernas. A boceta estava escorrendo – porra do gozo da manhã, lubrificação nova, tudo misturado.
— DE NOVO? – perguntei.
— DE NOVO. SEMPRE DE NOVO.
Ele enfiou o pau de uma vez. Eu gritei. Ele meteu com força. A mesa rangia. Os pratos balançavam. A geladeira vibrava.
— ASSIM, CARALHO! ASSIM!
— A SENHORA É MINHA PUTA?
— SOU! SOU SUA PUTA!
— ENTAO TOMA!
Ele meteu mais forte. Eu gozei. Ele gozou. Caiu em cima de mim. Ficamos na mesa, suados, ofegantes, a porra escorrendo.
À noite, debaixo do chuveiro. Ele me virou de frente para a parede. Enfiou o pau no meu cu.
— NUNCA DEI O CU – eu disse, com medo.
— HOJE VAI DAR. VAI DOER. MAS DEPOIS VOCÊ VAI PEDIR MAIS.
Ele passou lubrificante. Muito. O dedo dele entrou no meu cu primeiro – um dedo, depois dois, depois três. Alargou.
— ESTÁ QUASE – ele disse.
— ENFIA.
Ele enfiou a ponta.
Gritei. A dor foi uma facada. Meu cu nunca tinha sido invadido. Nunca tinha sentido nada maior do que um dedo.
— CALMA – ele disse. – RESPIRA.
Respirei fundo. Ele enfiou mais. O pau grosso entrou devagar, centímetro por centímetro. Meu cu apertava, resistia, se abria.
— TÁ QUASE INTEIRO – ele disse.
— ENFIA TUDO!
Ele enfiou tudo. O pau sumiu no meu cu. A base encostou no meu períneo. As bolas balançavam.
— MEXE – eu pedi.
Ele meteu. Devagar no início, sentindo meu cu se acostumar. Depois rápido. O barulho era molhado. A água do chuveiro escorria.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE DAR O CU?
— AMEI! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
— VOCÊ É MINHA PUTA DE CU?
— SOU! SOU SUA PUTA DE CU!
Ele meteu mais forte. Eu gemia, as mãos apoiadas na parede fria do box.
— VOU GOZAR! – ele gritou.
— GOZA DENTRO DO MEU CU!
Ele gozou. Jatos grossos, quentes, dentro do meu cu. Senti cada jato. Gozei junto. Meu pau – eu tinha pau – gozou na parede do box. Gozei igual homem. Só de cu.
— PRONTO – ele disse, tirando o pau. – AGORA VOCÊ NÃO É MAIS VIRGEM DE CU.
O cu ficou aberto, piscando, vermelho. A porra escorreu, escorreu pela minha bunda, escorreu pela coxa, escorreu pelo ralo.
— MAIS – eu pedi.
— AMANHÃ. AMANHÃ TEM MAIS.
No segundo dia, Pedrão trouxe dois amigos. Negros também. Grandes. Pauzudos. Um se chamava Zé, o outro se chamava Marco. Zé tinha 25 centímetros – era o maior. Marco tinha 22 – o mais grosso.
— Eles vão ajudar na obra – Pedrão disse, sorrindo, os olhos brilhando de malícia.
— E em mim? – perguntei, sem vergonha, sem medo, sem culpa.
— Também.
— As três entradas? – perguntei.
— As três entradas. Ao mesmo tempo.
Os três se posicionaram ao redor de mim. Eu estava pelada no meio da sala, ajoelhada num tapete macio.
— Zé, na boca – Pedrão ordenou.
Zé veio para a minha frente. O pau dele – 25 centímetros, veiado, grosso – apontou para o meu rosto. Abri a boca. Ele enfiou. A cabeça bateu na minha garganta. Engasguei. Não tirei.
— Marco, na boceta – Pedrão ordenou.
Marco veio por trás. Empinou minha bunda. Enfiou o pau dele – 22 centímetros, muito grosso – na minha boceta. Eu já estava molhada, escorrendo. Ele entrou de uma vez. Gritei dentro do pau de Zé.
— Pedrão, no cu – eu pedi, com a boca cheia.
Pedrão ajoelhou atrás de mim. Passou lubrificante no meu cu. Enfiou o pau dele – 24 centímetros – ao lado do pau de Marco. Os dois paus gigantes entraram nos meus dois buracos ao mesmo tempo.
— ASSIM, CARALHO! ASSIM!
— SILÊNCIO – Pedrão disse. – NÃO TIRA O PAU DA BOCA.
Continuei chupando Zé. Marco metia na minha boceta. Pedrão metia no meu cu. Os três paus se moviam em ritmos diferentes – um entrava, outro saía, outro ficava.
Eu estava sendo comida nos três buracos ao mesmo tempo.
Os gemidos eram abafados pelo pau de Zé na minha garganta. O cuspe escorria. Os olhos marejavam. A boceta apertava o pau de Marco. O cu apertava o pau de Pedrão.
— VOU GOZAR! – Marco gritou.
— GOZA DENTRO DA BOCETA DELA!
Ele gozou. Jatos grossos, quentes, dentro da minha boceta. Encheram. Escorreram. Pingaram no tapete.
— VOU GOZAR! – Pedrão gritou.
— GOZA DENTRO DO CU DELA!
Ele gozou. Jatos grossos, quentes, dentro do meu cu. Encheram. Escorreram. Pingaram no tapete.
— VOU GOZAR NA SUA CARA! – Zé gritou, tirando o pau da minha boca.
Gozou. O primeiro jato acertou a minha testa. O segundo o meu olho. O terceiro a minha boca. O quarto o meu peito. O quinto a minha barriga.
Os três paus saíram dos meus buracos ao mesmo tempo. Minha boceta ficou aberta, escorrendo porra. Meu cu ficou aberto, escorrendo porra. Minha boca estava cheia de porra de Zé. Engoli. Limpei o olho com o dedo. Chupei o dedo.
— DELÍCIA – eu disse. – QUERO MAIS.
Os três se olharam. Sorriram.
— AMANHÃ – Pedrão disse. – AMANHÃ TEM MAIS.
No terceiro dia, eles me comeram de novo. Dessa vez, eu fiquei de quatro na cama. Pedrão no cu, Marco na boceta, Zé na boca. Dessa vez, eu já estava acostumada. Não doía mais. Só dava prazer.
No quarto dia, eu já não usava mais roupa dentro de casa. Andava pelada o tempo todo. Quando Carlos ligava, eu atendia com o pau de um deles dentro de mim.
— Tudo bem, amor – eu dizia, ofegante, o gemido escapando. – Tudo sob controle. A obra está indo bem. Os meninos estão trabalhando duro.
— Você está com voz estranha – Carlos dizia.
— É o sinal. O sinal do sítio está ruim. Vou desligar. Beijos.
Desligava. Voltava a gemer. Pedrão metia mais forte. Ria. Os outros riam.
No quinto dia, eu já tinha dado o cu mais de dez vezes. Já tinha engolido porra de todos os três. Já tinha gozado de boceta, de cu, de pau – sim, eu tinha pau, e gozava igual homem quando enfiavam o dedo no meu cu.
No sexto dia, a camisinha estourou. Foi com Pedrão. Ele estava me comendo de ladinho na cama da suíte – a mesma cama onde eu dormia com Carlos. A perna direita levantada, a mão dele no meu peito.
— ACHO QUE ESTOUROU – ele disse.
— CONTINUA – eu pedi.
— POSSO GOZAR DENTRO?
— PODE. QUERO SENTIR.
Ele gozou. Jatos grossos, quentes, dentro da minha boceta. Muita porra. Encheu. Escorreu.
— A SENHORA VAI ENGRAVIDAR – ele disse.
— NÃO VOU. DEUS NÃO VAI PERMITIR.
— DEUS NÃO TEM NADA A VER COM ISSO. QUEM VAI PERMITIR SOU EU.
No sétimo dia, meu seio ficou dolorido. No oitavo, passei mal. No nono, comecei a desconfiar. No décimo, Pedrão comprou um teste de farmácia.
— FAZ – ele disse.
Fiz. Deu positivo.
— ESTOU GRÁVIDA – eu disse, chorando.
— DA SENHORA E DE QUEM? – ele perguntou, rindo.
— DE VOCÊ, SEU FILHO DA PUTA. DE VOCÊ E DOS SEUS AMIGOS. NUNCA VOU SABER DE QUEM É.
— NÃO IMPORTA. VAI SER MEU FILHO. VOU CRIAR COMO MEU.
— VOCÊ É LOUCO.
— LOUCO DE TESÃO. POR VOCÊ.
Carlos voltou no décimo quinto dia. Chegou de manhã, com uma mala cheia de roupas sujas e uma caixa de bombom.
— Raquel, você está diferente – ele disse, me olhando da cabeça aos pés. – Mais bonita. Mais... cheia. Seus peitos estão maiores. Seu rosto está mais redondo. Sua bunda está mais larga.
— É o sol – eu menti. – A alimentação.
— É a felicidade – ele disse, me abraçando. – Você está feliz?
— Estou – respondi. E era verdade.
No mês seguinte, o teste de farmácia deu positivo.
— VOCÊ ESTÁ GRÁVIDA – Carlos disse, segurando o teste, a mão tremendo. – Mas como? Os médicos disseram que eu não podia ter filhos. Eu sou estéril. A vasectomia não falhou.
— NÃO É SEU – eu disse, chorando, caindo de joelhos no chão da sala.
— De quem é?
— DO PEDRÃO.
Carlos ficou em silêncio. Apoiou a testa na parede. Ficou assim por um minuto, dois, três. Eu esperava gritos, esperava choro, esperava violência.
— EU SABIA – ele disse, finalmente.
— Sabia?
— Eu sabia que você estava com ele. Eu vi. No primeiro dia. No banheiro. A porta estava entreaberta. Eu vi vocês no chuveiro.
— VIU?
— Vi. Vi ele comendo o seu cu. Vi você gemendo. Vi você gozando. Vi tudo.
— E NÃO FEZ NADA?
— Eu gosto de ver. Gosto de saber. Gosto de imaginar. Gosto de me masturbar pensando em você sendo comida por um homem de verdade.
— Você é doente?
— Doente de tesão. Por você. Por ver você sendo comida por outro. Por saber que você é uma puta. E que eu sou seu corno.
Ele ajoelhou na minha frente. Abriu minha saia. Lambeu minha boceta. O cheiro de Pedrão ainda estava lá. O gosto também.
— Você está com gosto dele – ele disse. – Do leite dele. Ainda dentro de você.
— Sim. Ele gozou em mim hoje de manhã.
— Eu vou lamber tudo. E depois você vai contar tudo. Todas as vezes. Todos os detalhes. Cada pau. Cada gemido. Cada gozo. Eu quero saber tudo.
— E A CRIANÇA?
— Vai ser meu filho. Meu herdeiro. Meu presente. Vou criar como se fosse meu. Vou amar como se fosse meu. Vou cuidar como se fosse meu. E você vai continuar sendo comida por ele. E por outros. Sempre.
Ele lambeu. Eu contei. Cada detalhe. Cada posição. Cada pau. Cada gemido. Cada gozo. Quanto tempo durou. A grossura. O tamanho. A textura. O gosto. O cheiro.
Quando terminei, ele estava de pau duro.
— Agora você vai me comer – ele disse. – Vai me comer como ele te comeu. De quatro. Com força. Sem dó. Arrombando meu cu.
— Carlos, você nunca deu o cu.
— VAI SER A PRIMEIRA VEZ. E VOCÊ VAI ME COMER COM O CONSOLO. O GRANDE.
Peguei o consolo preto – o mesmo que os amigos de Pedrão usavam em mim. 25 centímetros. Grosso. Veiado.
Passei lubrificante. Carlos deitou de bruços. Empinou a bunda. O cu pequeno, rosado, piscando.
— ENFIA – ele pediu.
Enfiei a ponta. Ele gritou.
— DEVAGAR – eu disse.
— NÃO. RÁPIDO. QUERO SENTIR A DOR.
Enfiei tudo. O consolo sumiu no cu do meu marido. Ele chorou – lágrimas de dor, lágrimas de prazer.
— MEXE – ele pediu.
Mexi. Devagar no início. Depois rápido. O cu dele apertava o plástico. Ele gemia.
— ASSIM, RAQUEL! ASSIM!
— VOCÊ É CORNO, CARLOS?
— SOU! SOU SEU CORNO! SOU CORNO DO PEDRÃO!
— E VAI CRIAR O FILHO DELE?
— VOU! VOU CRIAR O FILHO DO HOMEM QUE COME MINHA MULHER!
Gozei. O líquido claro jorrou da minha boceta. Ele gozou – só de cu. O pau dele jorrou no lençol.
— PRONTO – eu disse, tirando o consolo. – AGORA VOCÊ NÃO É MAIS VIRGEM DE CU.
O cu dele ficou aberto, piscando, vermelho.
— MAIS – ele pediu.
— AMANHÃ. AMANHÃ TEM MAIS.
O menino nasceu. Negro, forte, saudável. 3,8 quilos, 51 centímetros. Carlinhos – esse foi o nome que demos. Carlos cuida dele como se fosse seu. Acorda de madrugada. Dá mamadeira. Troca fralda. Leva ao médico.
Eu continuo saindo com o Pedrão. Às vezes com os amigos dele. Às vezes com outros que Carlos arruma. Às vezes com o próprio Carlos – agora que ele perdeu a virgindade do cu, não quer mais parar.
Mudei de igreja. Não por vergonha – por tesão. A nova igreja tem um pastor que me olha do mesmo jeito que Pedrão olhou no primeiro dia. Ele é casado. Tem três filhos. Mas o olho dele denuncia. Quem sabe um dia...
Carlos comprou uma casa nova. No interior, numa chácara. Com três quartos. Um para a gente. Um para o Carlinhos. Um para as... visitas.
Tem uma suíte enorme. Com hidromassagem. E uma cama redonda. E espelhos no teto.
E eu?
Eu sou feliz. Pela primeira vez na vida, sou feliz.
Porque descobri que pecado e prazer podem andar juntos. Que Deus não se importa com o que a gente faz na cama. Que o importante é ser verdadeira. Ser puta. Ser amada.
E eu sou tudo isso.
FIM.
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Ficha do conto

Foto Perfil casalbisexpa
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Nome do conto:
A OBRA QUE MUDOU A MINHA VIDA

Codigo do conto:
262524

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
20/05/2026

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5