— Goza.
Gozei na calça. Na poltrona do cinema. Ninguém viu.
Na saída, Letícia passou a mão na minha calça molhada. O tecido escuro escondia a mancha, mas o tato entregava tudo – o mel quente, grudento, já começando a esfriar.
— Você é um velho porco — ela sussurrou no meu ouvido, mas com um sorriso.
— Você que me transformou assim.
— Eu? Foi a japonesa.
— Você deu continuidade.
No carro, ela me fez chupar os dedos dela – os mesmos dedos que tinham massageado meu cu por cima da calça. O gosto era salgado, ácido, o meu próprio mel. Eu chupei como se fosse a coisa mais doce do mundo.
— Vamos para casa? — perguntei.
— Vamos. Mas antes, para na farmácia.
— O quê você quer comprar?
— Mais óleo de coco. E um pote maior de lubrificante. E outro vibrador. Um maior.
Comprei. Três potes. O caixa olhou para mim, para os potes de lubrificante, para a minha cara de 65 anos, e não disse nada. Mas sorriu. Um sorriso de quem sabia.
No décimo dia das simulações, Letícia chegou com uma notícia.
— Hoje é a minha vez.
— Sua vez de quê?
— De dar o cu.
Fiquei sem reação.
— Você nunca deixou. 35 anos de casado. Nunca. Eu até parei de pedir.
— Eu sei. Mas você deixou eu enfiar o dedo no seu cu. Eu vi como você gozou. Quero sentir a mesma coisa.
— Você não tem próstata.
— Mas tenho cu. E cu tem terminação nervosa. E eu quero saber como é.
Ela deitou de bruços na cama. Travesseiro embaixo do quadril. A bunda empinada. O cu fechado, rosado, liso – poucos pelos claros.
— Vai devagar — ela pediu.
Passei lubrificante no meu pau. Passei no cu dela. Enfiei a ponta.
Ela prendeu a respiração.
— Dói?
— Um pouco. Continua.
Enfiei mais. A cabeça entrou. O cu dela apertou meu pau com uma força que eu nunca tinha sentido nem na boceta dela quando ela gozava.
— ISSO... ISSO... ENTRA TUDO.
Enfiei inteiro. Ela gemeu baixo.
— Mexe.
Comecei a meter. Devagar. O cu dela ia abrindo a cada estocada, se acostumando, pedindo mais.
— MAIS RÁPIDO!
Acelerei. Meti com força. A bunda dela balançava. Ela gemia igual não gemia há anos – nem na lua de mel, nem no dia que os filhos saíram de casa.
— QUE COISA MAIS GOSTOSA! NUNCA IMAGINEI QUE ERA TÃO BOM!
— POR QUE NUNCA DEIXOU ANTES?
— PORQUE ERA BOBA! AGORA QUERO TODO DIA!
Ela gozou. A boceta jorrou no lençol enquanto eu metia no cu dela. O pau dela – porque ela não tinha pau, mas o clitóris dela ficou tão duro que parecia um pau pequeno – pulsou, jorrou um líquido claro.
— GOZEI SÓ COM O PAU NO MEU CU! IGUAL VOCÊ!
— AINDA NÃO GOZEI!
— ENTÃO CONTINUA!
Continuei metendo. Até meu pau engrossar, a cabeça inchar, e eu gozar dentro do cu dela pela primeira vez.
Jatos grossos, quentes. Ela sentiu. Gemeu junto.
— PRONTO — ela disse, ofegante. — AGORA VOCÊ ME FODEU O CU. EU SOU SUA PUTA ANAL TAMBÉM.
Deitei ao lado dela, os dois suados, o cheiro de porra e lubrificante tomando conta do quarto.
— Quem diria — eu disse. — Um exame de próstata mudou a nossa cama.
— Não só a cama. Mudou a nossa vida.
Nós transamos mais uma vez antes de dormir. Ela de ladinho, eu atrás, o pau na boceta, mas com um dedo dela no meu cu – o tempo todo. O orgasmo veio duplo, os dois juntos, os dois apertando, os dois gemendo.
No décimo quinto dia, voltei à clínica da Dra. Yumi.
Dessa vez, não marquei horário. Cheguei no fim do expediente. A recepcionista já tinha ido embora. A porta da clínica estava entreaberta.
— Dra. Yumi? — chamei, entrando.
Ela estava na sala, arrumando a mesa. Sem jaleco. Vestia uma calça de moletom cinza e uma camiseta preta folgada. Os cabelos presos num coque bagunçado.
— Senhor Antônio. O senhor não tinha retorno marcado.
— Sei. Vim para agendar.
Ela sorriu.
— Agendar o quê?
— O exame que o senhor não fez da última vez.
— E qual foi o exame que eu não fiz?
Fechei a porta. Tranquei.
— O exame da boca.
Ela tirou a camiseta.
Por baixo, não usava sutiã. Os seios pequenos apareceram – os mamilos escuros, duros, apontando para mim. Ela puxou o coque, os cabelos pretos caíram pelos ombros.
— Senta na cadeira — ela disse, apontando para a cadeira giratória.
Sentei.
Ela ajoelhou na minha frente.
— O senhor contou para a sua esposa?
— Contei.
— E ela?
— Ela aprovou.
— Ela sabe que o senhor está aqui agora?
— Sabe.
— E o que ela disse?
— Disse para eu gozar bastante.
Yumi riu. Abriu o zíper da minha calça. Meu pau já estava duro. Ela tirou para fora, passou a língua na cabeça, lambeu o pré-gozo.
— O gosto continua bom — ela disse.
— O senhor provou o de outra pessoa?
— Provei o meu. Na manteiga. No cinema. No carro. Na cama.
Ela enfiou meu pau inteiro na boca.
Chupava com vontade, com raiva, com fome. A cabeça do meu pau batia no fundo da garganta dela. Ela engasgava, mas não parava.
— ISSO — eu geme. — CHUPA TODO.
Ela tirou por um segundo, ofegante.
— O senhor quer gozar na minha boca ou na minha boceta?
— Na sua boceta.
— Então me come.
Ela tirou a calça de moletom. Por baixo, não usava calcinha. A boceta peluda apareceu – os pelos escuros, os grandes lábios roxos, o clitóris já saltado, brilhando.
— Deita na maca — eu ordenei.
Ela deitou. Abriu as pernas. Mostrou a boceta peluda, o cu peludo, os dois buracos escuros e molhados.
— Quer a boceta ou o cu? — perguntei.
— Os dois. Primeiro a boceta. Depois o cu. Depois a boca. Depois tudo de novo.
Encaixei meu pau na boceta peluda dela. Estava quente, molhada, apertada. Enfiei inteiro na primeira estocada.
— ISSO, SENHOR ANTÔNIO! ISSO!
— AGORA SOU SEU PACIENTE OU SEU HOMEM?
— OS DOIS! ME COME IGUAL HOMEM, ME TRATA IGUAL PACIENTE!
Meti com força. A boceta peluda dela fazia barulho – squelch, squelch, squelch – o mel escorrendo, os pelos molhados, os pequenos lábios abrindo e fechando.
— VOU GOZAR! — ela gritou.
— GOZA!
Gozou. A boceta jorrou líquido claro no meu pau, escorreu pela minha virilha, molhou os meus pelos.
— AGORA O CU — eu pedi.
Ela se virou de quatro na maca. Empinou a bunda. O cu apareceu – pequeno, rosado, peludo nos cantos, a entrada lisa e brilhando.
Passei o pau na boceta dela, lambuzei de mel, encaixei na entrada do cu.
— VAI DEVAGAR — ela pediu. — SEU PAU É MAIOR QUE O CONSOLO.
— QUANTO TEMPO O SENHOR TREINOU COM CONSOLO?
— UMA SEMANA. TODO DIA. QUERIA ESTAR PRONTA PARA O SENHOR.
Enfiei devagar. A cabeça entrou. Ela gemeu.
— CONTINUA.
Enfiei mais. O cu dela apertava meu pau com uma força que doía de tão bom.
— INTEIRO — ela disse. — ENFIOU TUDO.
— QUER QUE META?
— METE, CARALHO! METE!
Comecei a meter. Devagar no início, depois rápido. O cu dela abriu, aceitou, pediu mais. A boceta peluda dela balançava a cada estocada, o clitóris roçava na maca, o mel escorria pela coxa.
— TÔ GOZANDO DE NOVO! SÓ COM O PAU NO CU!
Ela gozou. O líquido claro espirrou na maca, no lençol, na minha mão. Eu senti o cu dela apertar meu pau com cada contração do orgasmo.
— AINDA NÃO GOZEI! — eu disse.
— ENTÃO VIRA ELA DE COSTAS E VEM NA MINHA BOCA!
Ela se virou. Ajoelhou na minha frente. Abriu a boca.
Eu tirei o pau do cu dela – o pau estava sujo de porra – da porra dela, do lubrificante, do mel da boceta. Ela abriu a boca.
— ENFIA NA MINHA BOCA DO JEITO QUE TÁ.
Enfiei. Meu pau sujo entrou na boca da médica. Ela chupou, lambeu, engoliu o gosto do próprio cu, da própria boceta, do próprio prazer.
— GOZA NA MINHA BOCA — ela pediu, com a boca cheia.
Gozei. Jatos grossos, quentes, direto na garganta dela. Ela engoliu tudo. Não deixou cair uma gota.
Quando terminei, ela lambeu meu pau limpo. Subiu, me beijou. A língua dela enfiou na minha boca – o gosto da minha porra misturado com o mel da boceta dela.
— Pronto — ela disse. — Exame concluído.
— E o resultado?
— O senhor está com próstata saudável, libido elevada, e um vício em cu que não tem cura.
— E o tratamento?
— Sexo todo dia. Com a esposa. Comigo. Com quem mais o senhor quiser.
Vesti minha calça. Ela vestiu a calça de moletom e a camiseta preta. Os cabelos presos de novo. A médica de volta.
— Quando é o próximo retorno? — perguntei.
— Daqui a 15 dias. E traz a sua esposa.
— Para quê?
— Para ela aprender a enfiar o dedo direito. Eu vou ensinar.
Sorri.
— Ela vai adorar.
Saí da clínica com o pau dolorido, as pernas bambas, o cheiro da boceta peluda da Yumi ainda no meu bigode.
No carro, mandei mensagem para Letícia:
"A médica quer te conhecer. Pessoalmente. Para ensinar você a enfiar o dedo do jeito certo."
Letícia respondeu na hora:
"Diz para ela que eu já sou profissional. Mas vou assim mesmo. Que horas?"
"Amanhã. 19h. Vou levar vinho."
"Vinho é clitóris. Eu quero pica."
"Vai ter pica. E cu. E boceta. Tudo."
"Então amanhã. Vou sem calcinha."
Desliguei o celular. Dei partida no carro.
O sol já tinha se posto. A noite estava chegando.
E eu sabia que, pela primeira vez em 65 anos, a minha vida sexual não estava nem perto do fim.
Estava só começando.
Chegamos juntos. Letícia de vestido vermelho, curto, decote generoso, sem calcinha – conferi no carro, a mão passou pelos pelos grisalhos da boceta dela, úmidos já. Eu de calça jeans, camisa social, o pau duro desde que saí de casa.
Yumi atendeu a porta do consultório com um jaleco branco aberto. Por baixo, só um sutiã de renda preta e uma calcinha fio dental. Os cabelos soltos. A boca vermelha. Os olhos puxados brilhando.
— Entrem — ela disse, com a voz calma de médica, mas o olhar de quem já estava há horas molhada.
Letícia entrou primeiro. Parou no meio da sala, olhou para Yumi, olhou para mim, sorriu.
— Então é você que enfia o dedo no cu do meu marido?
— É. E ele adora.
— Sei que adora. Ele chegou em casa com o cu ardendo e pedindo mais.
— Reclamação?
— Não. Só inveja.
Yumi fechou a porta. Trancou.
— Hoje a senhora vai aprender.
Letícia tirou o vestido sozinha, sem vergonha. Os seios caídos, os mamilos escuros, a barriga de 60 anos, os pelos grisalhos da boceta aparecendo.
Yumi apitou.
— A senhora é linda.
— Linda e velha.
— Velha e gostosa. Senta na minha maca.
Letícia sentou. Yumi ajoelhou na frente dela, abriu as pernas da minha esposa com as mãos, e enfiou a cara na boceta grisalha.
— AI, CARALHO! — Letícia gemeu. — ELA JÁ TA ME LAMBENDO?
— Já.
Yumi lambeu a boceta de Letícia com a mesma técnica que usava em mim – lenta, precisa, profunda. A língua percorria os grandes lábios, o clitóris escondido, a entrada da boceta. Letícia arqueou as costas, agarrou a cabeça da médica, empurrou contra sua boceta.
— ASSIM, SUA PUTA! ASSIM QUE SE LAMBE UMA VELHA!
— A SENHORA NÃO É VELHA — Yumi disse, a boca cheia. — A SENHORA É UMA VACA SAGRADA.
— VACA SAGRADA?
— VACA SAGRADA. DAS QUE A GENTE ORDENHA ATÉ SECAR.
Yumi chupou o clitóris de Letícia até ela gozar. A boceta da minha esposa jorrou líquido claro no rosto da médica, que abriu a boca e bebeu tudo.
— PRONTO — Yumi disse, limpando o queixo. — AGORA A SENHORA VAI APRENDER A ENFIAR O DEDO NO CU DELE.
— EU JÁ SEI.
— A senhora enfia o dedo. Mas não enfia o dedo do jeito que aperta a próstata. A senhora enfia que nem homem.
— Como assim?
Yumi me olhou.
— Tira a roupa, Antônio.
Tirei. Meu pau já estava duro, apontando para as duas.
— Deita de bruços na maca.
Deitei. Travesseiro embaixo do quadril. Bunda empinada. Cu à mostra, peludo, já se acostumando com os dedos das duas.
Yumi pegou a mão de Letícia, guiou até o meu cu.
— A senhora vai enfiar o dedo médio. Devagar. Com bastante lubrificante. Depois que entrar, a senhora vai fazer um movimento de "vem cá" com a ponta do dedo. O dedo tem que tocar uma bolinha. A próstata. O ponto G do homem.
Letícia enfiou o dedo no meu cu.
— TÁ APERTADO, NÉ? — ela perguntou.
— TÁ. MAS É GOSTOSO.
— RELAXA — Yumi disse. — DEIXA ELA TOCAR.
Letícia tocou. A ponta do dedo encontrou a próstata, e um arrepio subiu pela minha espinha.
— AÍ! É ALI!
— SEI QUE É — Letícia respondeu, com a voz safada. — ESCUTEI VOCÊ GEMENDO IGUAL PUTA QUANDO EU ACERTAVA.
Ela massageou. Devagar. Círculos. Meu pau começou a babar na maca.
— ASSIM, LETÍCIA! ASSIM! TÔ QUASE GOZANDO!
— ENTÃO GOZA! GOZA IGUAL HOMEM!
Gozei. Jatos grossos, quentes, na maca, no lençol, na minha própria barriga. O cu apertou o dedo dela com cada contração.
— GOZEI, PORRA! GOZEI DE CU!
— AGORA EU SEI O SEGREDO — Letícia disse, tirando o dedo. — VOU TE DEIXAR DE CU MOÍDO TODA NOITE.
— PROMETE? — perguntei, ofegante.
— PROMETO.
Yumi se levantou, foi até o armário, pegou um cintaralho preto de 22 centímetros. Colocou na cintura. O pau de borracha duro, brilhante, apontando para Letícia.
— AGORA É A SUA VEZ — Yumi disse.
— MINHA VEZ DE QUÊ?
— DE DAR O CU.
Letícia arregalou os olhos.
— EU NUNCA...
— EU SEI. NUNCA É A PRIMEIRA VEZ.
— E ANTÔNIO?
— ANTÔNIO VAI ASSISTIR. E DEPOIS VAI ME COMER ENQUANTO EU COMO VOCÊ.
Letícia olhou para mim. Eu olhei para ela. Sorrimos os dois.
— DEITA, MULHER — eu disse. — VOCÊ ME FEZ PASSAR POR ISSO. AGORA É SUA VEZ.
Letícia deitou de bruços na maca ao meu lado. Travesseiro embaixo do quadril. Bunda empinada – a bunda de 60 anos, celulite, estrias, pero no quedaba nada. Linda.
Yumi passou lubrificante no cintaralho. Passou no cu de Letícia.
— VAI DOER — Yumi avisou.
— DOER É BOM — Letícia respondeu.
Yumi enfiou a ponta. Letícia prendeu a respiração, agarrou na minha mão.
— ISSO... ISSO... CONTINUA...
Yumi enfiou mais. A cabeça entrou. Letícia gemeu alto.
— CARALHO, COMO CABE AQUILO ALI?
— CABE. RELAXA.
— TENTANDO.
Yumi enfiou inteiro. O cintaralho preto sumiu dentro do cu da minha esposa. Ela gritou – não de dor, de surpresa.
— ENFIOU TUDO, PORRA!
— QUER QUE META?
— METE, CARALHO! METE!
Yumi começou a meter. Devagar no início, depois rápido. O pau de borracha entrava e saía do cu de Letícia, que gemia igual não gemia há anos – nem na lua de mel, nem no dia que os filhos saíram de casa.
— QUE COISA MAIS GOSTOSA! NUNCA IMAGINEI QUE ERA TÃO BOM!
— POR QUE NUNCA DEIXOU ANTES?
— PORQUE ERA BOBA! AGORA QUERO TODO DIA!
— VAI TER TODO DIA! — Yumi respondeu, metendo com força.
Letícia gozou. A boceta jorrou no lençol enquanto Yumi metia no cu dela. O clitóris dela pulsou, jorrou líquido claro.
— GOZEI! GOZEI DE CU! IGUAL VOCÊ, ANTÔNIO!
— Viu só? — eu disse. — AGORA SOMOS DOIS.
— FALTA ELA — Letícia respondeu, apontando para Yumi.
— ELA JÁ DEU O CU?
Yumi parou de meter, tirou o cintaralho, jogou na cama.
— AINDA NÃO. NENHUM HOMEM CONSEGUIU ENFIAR. O CINTARALHO FOI O MAIOR QUE ENTROU.
— ENTÃO HOJE É O DIA — eu disse, levantando da maca.
Yumi deitou de bruços. Travesseiro embaixo do quadril. A bunda empinada, redonda, lisa. O cu pequeno, rosado, sem nenhum pelo – ela depilava a laser.
— VAI DEVAGAR — ela pediu. — A ÚLTIMA VEZ QUE TENTEI COM UM HOMEM, SANGROU.
— NÃO VAI SANGRAR. CONFIA.
Passei lubrificante no meu pau. Passei no cu dela. Enfiei a ponta.
Yumi gemeu.
— ISSO... ISSO... CONTINUA...
Enfiei mais. O cu dela apertava meu pau como um punho fechado. A cabeça entrou. Depois o resto. Inteirinho.
Letícia assistia, se masturbando.
— ENFIOU TUDO, DOIDO! OLHA O CU DELA!
— TÔ OLHANDO — Letícia respondeu, os dedos enfiados na própria boceta. — TÃO LINDO!
Comecei a meter. Devagar. Yumi gemia baixo, mordendo o lençol.
— ASSIM... ASSIM... VOCÊ É MELHOR QUE O CINTARALHO.
— É PORQUE SOU DE VERDADE.
— SEI. TÁ QUENTE.
Aumentei o ritmo. Meti com força. A bunda dela balançava, os seios pequenos balançavam, os mamilos roçavam no lençol.
— VOU GOZAR, CARALHO! — ela gritou.
— GOZA!
Gozou. A boceta peluda dela jorrou líquido claro no lençol – o mesmo jorro que eu já tinha visto quando ela me masturbava, mas agora multiplicado por dez. O cu dela apertou meu pau com cada contração do orgasmo.
— AINDA NÃO GOZEI! — eu disse.
— ENTÃO CONTINUA!
Continuei metendo. Mais cinco minutos. Até meu pau engrossar, a cabeça inchar, e eu gozar dentro do cu da médica pela primeira vez.
Jatos grossos, quentes. Ela sentiu. Gemeu junto.
— PRONTO — eu disse, ofegante. — AGORA VOCÊS DUAS SÃO MINHAS PUTAS ANAL.
— E VOCÊ É O NOSSO SEXÓTICO — Letícia respondeu.
Os três deitamos na maca. Maca pequena para três corpos, mas a gente se apertou. Eu no meio, Letícia de um lado, Yumi do outro. Duas mulheres de 60 e 35 anos, as duas com o cu ardendo, as duas com a boceta escorrendo.
Yumi foi a primeira a falar.
— O senhor precisa voltar para o exame de próstata daqui a 15 dias.
— E o que o senhor vai examinar dessa vez?
— A sua uretra. Vou enfiar uma sonda.
— PARA QUE?
— Para ver se o senhor aguenta.
Letícia riu.
— Ele aguenta. Aguenta até o cotovelo.
— COTOVELO NÃO — eu disse. — DEIXA PARA A PRÓXIMA.
As duas riram.
Nos vestimos devagar, sem pressa. Letícia ajudou Yumi a prender os cabelos. Yumi ajudou Letícia a fechar o vestido. Eu apertei o cinto e senti o pau dolorido, as pernas bambas, o cheiro das duas mulheres ainda no meu bigode.
Na porta, Yumi me beijou primeiro. Língua. Fundo. O gosto da minha porra e da boceta dela misturados.
Depois beijou Letícia.
— A senhora é uma aluna rápida — Yumi disse.
— Tenho um bom professor.
— E um bom paciente.
Saímos de mãos dadas, eu e Letícia. No carro, ela segurou minha mão no cambio.
— Eu te amo, seu velho porco.
— Eu também te amo, sua velha puta.
— Vamos para casa?
— Vamos. Mas antes, para na farmácia.
— O quê você quer comprar?
— Mais lubrificante. E um vibrador maior. E uma sonda.
— Sonda?
— Para quando a Yumi vier nos visitar.
Letícia riu.
— Você está viciado.
— E você?
— Também.
Entramos na farmácia. O mesmo caixa da outra vez. Ele olhou para mim, para os potes de lubrificante, para a sonda uretral, para a minha esposa ao meu lado, e não disse nada. Mas sorriu. O mesmo sorriso de quem sabia.
Entramos na farmácia. O mesmo caixa da outra vez. Ele olhou para mim, para os potes de lubrificante, para a sonda uretral, para a minha esposa ao meu lado, e não disse nada. Mas sorriu. O mesmo sorriso de quem sabia.
Pagamos. Saímos. No carro, Letícia segurou a caixa da sonda no colo.
— Você vai mesmo deixar ela enfiar isso no seu pau?
— Ela é médica. Sabe o que faz.
— Médica, sim. Depravada, também.
— As duas coisas. Igual a gente.
Chegamos em casa. Tomamos um banho juntos – água quente, mãos que escorregavam, eu lavando as costas dela, ela lavando meu peito, os dois evitando o contato direto porque sabiam que, se começassem, não parariam mais.
— Hoje é descanso — eu disse.
— Descanso é o caralho. Hoje é sonda.
— A Yumi nem tá aqui.
— Eu vou enfiar.
Olhei para ela.
— Você sabe como?
— Ela me ensinou. Na maca. Enquanto você se limpava.
— Me ensinou o quê?
— A enfiar sonda. Disse que era o próximo passo. Que você ia pedir.
Ela abriu a caixa. A sonda era fina, transparente, de silicone médico. Um tubo de uns 25 centímetros, com uma ponta arredondada e furos laterais. Duas seringas acompanhavam – uma de lubrificante, outra vazia.
— Deita na cama — ela disse.
Deitei de costas. Ela sentou ao meu lado, abriu minhas pernas, pegou meu pau. Meu pau já estava duro – claro.
— Primeiro a gente passa lubrificante na uretra.
— Dói?
— Yumi disse que incomoda. Mas não dói.
Ela encheu a seringa pequena com lubrificante estéril. Encaixou na ponta da uretra, bem na fenda do meu pau molhado.
— Vai gelado — avisou.
Ela apertou o êmbolo.
O lubrificante entrou na uretra como um fio de gelo fino. Uma sensação estranha – não dor, mas uma invasão líquida, fria, escorrendo para dentro do meu canal. Meu pau ficou ainda mais duro.
— Pronto. Agora a sonda.
Ela pegou a ponta arredondada, molhou na boceta dela – que já estava escorrendo – e encostou na minha uretra.
— Respira fundo.
Respirei.
Ela enfiou a ponta.
A sonda entrou devagar. O silicone era liso, escorregadio. Eu sentia cada centímetro passando pelo canal – uma sensação de plenitude ao contrário, como se algo estivesse preenchendo um lugar que sempre esteve vazio.
— ISSO... ISSO...
— Tá doendo?
— Não. Tá... diferente.
Ela enfiou mais. A sonda já tinha sumido uns dez centímetros dentro de mim. Meu pau pulsava em volta do silicone. O pré-gozo escorria misturado com o lubrificante.
— Agora vou chegar na próstata — ela disse.
Empurrou a sonda mais um pouco. A ponta tocou um ponto interno – não a próstata em si, mas a uretra prostática. O toque fez meu corpo inteiro tremer.
— AÍ! É ALI!
— Sei que é. A Yumi me mostrou no desenho anatômico.
Ela mexeu a sonda devagar, empurrando e puxando centímetros. Cada movimento roçava na parede interna da uretra, massageava a próstata por dentro do canal.
Meu pau nunca tinha sentido nada igual. Era como se o orgasmo estivesse preso dentro de mim, pronto para explodir, mas sem caminho de saída – porque a sonda bloqueava o fluxo.
— TÔ QUASE GOZANDO, MAS NÃO SAI!
— É assim mesmo. A sonda segura. Quando eu tirar, vai jorrar.
— TIRA LOGO!
— Ainda não.
Ela enfiou a sonda até o talo – uns 20 centímetros. Eu senti a ponta tocar a bexiga. Uma pressão quente, cheia, como se eu fosse mijar e gozar ao mesmo tempo.
— AGORA, LETÍCIA! TIRA!
Ela puxou a sonda devagar.
Cada centímetro que saía, meu pau contraía. O pré-gozo escorria em cordas grossas. Quando a ponta saiu da uretra, o orgasmo veio.
Gozei como nunca havia gozado.
Jatos grossos, quentes, brancos. Espirraram no meu peito, na minha barriga, no meu rosto. Eu gritava – não de dor, de prazer. Letícia abriu a boca e pegou os jatos no ar, engoliu, lambeu os lábios.
— ISSO, CARALHO! ISSO É GOZADA DE HOMEM SONDA!
— QUE PORRA FOI ESSA? — eu perguntei, ofegante.
— Foi a sonda. A Yumi disse que você ia gozar igual adolescente. Ela acertou.
Deitei na cama, o pau mole, a uretra ainda latejando. Letícia deitou ao meu lado, passou a mão na minha testa suada.
— Pronto. Agora você já fez o exame completo.
— Falta o retorno.
— Daqui a 15 dias?
— Daqui a 15 dias.
Chegamos na clínica juntos, eu e Letícia. Yumi já esperava na porta, sem jaleco – vestia um vestido preto curto, decote nas costas, cabelos soltos.
— Entrem. A recepcionista folgou hoje.
Entramos. A clínica estava vazia, escura, só a luz da sala da Yumi acesa.
— Senta na maca, Antônio.
Sentei. Letícia sentou na poltrona ao lado, de pernas cruzadas, a boceta já aparecendo por baixo da saia.
— O exame de sonda deu certo? — Yumi perguntou.
— Deu. Gozei igual um touro.
— E a uretra? Ardência? Sangramento?
— Nada. Só tesão.
Yumi sorriu. Abriu a gaveta da mesa. Tirou uma sonda maior – mais grossa, mais comprida. Uns 30 centímetros. A ponta era lisa, arredondada, mas o corpo do silicone tinha veios texturizados.
— Hoje é a sonda texturizada.
— Para que serve?
— Para sentir. Cada veio vai roçar na sua uretra de um jeito diferente.
Ela pediu que eu deitasse de costas na maca. Letícia segurou minha mão.
Yumi passou lubrificante na minha uretra – mais gelado, mais abundante. Depois molhou a sonda na própria boceta – ela já estava pelada por baixo do vestido, a mata de pelos escuros brilhando.
— Respira fundo.
Enfiou a ponta.
A sonda texturizada era diferente. Os veios de silicone roçavam na parede interna da uretra como dedos finos acariciando por dentro. Cada centímetro que entrava, eu sentia um prazer novo.
— ISSO... ISSO... TÃO GOSTOSO...
— FALA, ANTÔNIO. FALA O QUE VOCÊ SENTE.
— PARECE QUE TÔ GOZANDO O TEMPO INTEIRO, MAS SEM GOZAR.
— É O EDGING DE URETRA. A SONDAGEM PROLONGADA.
Ela enfiou a sonda inteira – 30 centímetros dentro do meu pau. A ponta tocou a bexiga. Eu senti a pressão quente, o líquido preso, o orgasmo iminente.
— TIRA, YUMI! VOU GOZAR!
— AINDA NÃO.
Ela começou a puxar a sonda devagar. Os veios texturizados roçavam na uretra, cada um puxando uma onda de prazer. Quando a ponta saiu, o orgasmo veio.
Gozei mais forte que da última vez. Jatos de porra acertaram o teto da clínica, escorreram pela parede, molharam o chão. Yumi abriu a boca e se posicionou embaixo dos jatos – bebeu tudo.
Letícia se masturbava assistindo.
— PRONTO — Yumi disse, limpando o queixo. — EXAME CONCLUÍDO.
— E O RESULTADO?
— O SENHOR ESTÁ COM A URETRA MAIS SENSÍVEL QUE A DE UM ADOLESCENTE DE 18 ANOS. E A PRÓSTATA CONTINUA SAUDÁVEL.
— E O TRATAMENTO?
Ela tirou o vestido. Ficou pelada. Os seios pequenos, a boceta peluda, os mamilos duros.
— O TRATAMENTO É HOJE. AGORA. AQUI. COM AS DUAS.
Letícia tirou a saia. Tirou a blusa. Ficou pelada também – os seios caídos, a boceta grisalha, a barriga de 60 anos.
As duas se beijaram. Eu assistia da maca, o pau já duro de novo.
— VEM, VELHO — Letícia disse. — A GENTE VAI TE COMER JUNTO.
As duas me deitaram de bruços. Letícia ficou na minha frente, sentou no meu rosto – a boceta grisalha diretamente na minha boca. Yumi ficou atrás, ajoelhou na maca, enfiou a sonda texturizada no meu cu.
— SONDA LÁ TAMBÉM? — perguntei, a boca cheia da boceta de Letícia.
— SONDA NO CU. E NA URETRA. TUDO AO MESMO TEMPO.
Yumi enfiou a sonda no meu cu. Ao mesmo tempo, Letícia pegou a sonda menor, passou lubrificante, e enfiou na minha uretra.
As duas sondas dentro de mim – uma no cu, uma no pau.
Eu nunca tinha me sentido tão cheio.
— MEXE! — gritei.
Elas mexeram. Yumi empurrava a sonda do cu para dentro e para fora. Letícia fazia o mesmo com a sonda da uretra. Os dois canais preenchidos de silicone, os movimentos sincronizados.
— VOU GOZAR! — gritei de novo.
— GOZA! — as duas disseram juntas.
Gozei. Gozei com as duas sondas dentro de mim – a porra escorreu pela sonda da uretra, escorreu pela mão de Letícia, escorreu pela maca. O cu apertou a sonda de Yumi com cada contração do orgasmo.
Quando terminei, as duas tiraram as sondas devagar. Meu corpo tremia inteiro.
Yumi se ajoelhou na minha frente.
— AGORA É A MINHA VEZ. QUERO A SONDA QUE VOCÊ USA NA LETÍCIA.
— QUAL?
— A DA URETRA. EM MIM. PRIMEIRA VEZ.
Letícia pegou a sonda texturizada – a maior, de 30 centímetros. Passou lubrificante na uretra de Yumi. A japonesa arregalou os olhos quando o lubrificante gelado entrou.
— ISSO... ISSO...
Letícia enfiou a ponta. Yumi gemeu.
— DOENDO?
— NÃO. É ESTRANHO. CONTINUA.
Letícia enfiou a sonda inteira na uretra da japonesa. Os 30 centímetros sumiram dentro do pau – mas ela não tinha pau; a sonda entrou pela uretra feminina, que é mais curta. Na verdade, não caberia. Mas na fantasia daquele momento, tudo cabia.
Yumi gozou só com a sonda na uretra. A boceta peluda jorrou líquido claro no chão da clínica.
— PRONTO — ela disse, ofegante. — AGORA SOMOS TRÊS.
O exame de próstata entrou para o calendário como feriado nacional lá em casa.
A cada 15 dias, eu e Letícia íamos à clínica da Yumi. Às vezes Yumi vinha na nossa casa. Às vezes a gente se encontrava num motel – para variar o laudo.
Os exames nunca acusaram nada além de tesão elevado, libido incontrolável e uma vontade constante de ser sondado, fodido e amado.
A Dra. Yumi Matsumoto se tornou nossa amiga. Nossa amante. Nossa médica de confiança.
Na última consulta, ela me deu um atestado:
"Declaro que o paciente Antônio (65 anos) apresenta próstata saudável, uretra sensível, cu acostumado e uma ereção que faria inveja em muito rapaz de 20. Recomendo sexo diário, sondagem semanal e que nunca, em hipótese alguma, pare de enfiar o dedo no cu. Ass.: Dra. Yumi Matsumoto – CRM 123456."
Hoje eu e Letícia estamos na cama. Ela está dormindo. Eu estou acordado, pensando.
Penso na mão fina da japonesa enfiando a sonda no meu pau pela primeira vez. Penso no gosto da minha porra na boca dela. Penso na cara da minha esposa quando ela viu o cintaralho preto e pediu para ser a próxima.
Minha vida sexual começou aos 18, normal.
Ganhou vida aos 65, depois de um exame de próstata.
O exame que mudou tudo.
O exame que me transformou.
O exame que me ensinou que o cu não é só para cocô. E que a uretra não é só para mijo. E que a vida, mesmo depois dos 60, pode ser uma festa – desde que você esteja disposto a abrir a porta certa.
E a porta certa, no meu caso, ficava atrás do consultório da Dra. Yumi Matsumoto, na Rua dos Pinheiros, 247, sala 12.
Não, não vou dar o endereço.
Vai que o clínico geral começa a recomendar para todo mundo.
FIM




