4. Marina diz: "Quero todos ao mesmo tempo"
Marina, que tinha ficado de quatro o tempo todo sendo comida por Lucas e depois abandonada quando ele foi esfregar em Tiago, se levantou. Sua buceta estava escancarada, os lábios abertos, o líquido escorrendo pela coxa.
— Chega de esperar — disse Marina, ofegante. — Eu quero todos ao mesmo tempo.
Houve um silêncio de dois segundos.
— Isso é impossível — disse Lucas. — Somos quatro.
— Eu sei o que pedi — respondeu Marina, com os olhos brilhando. — Vamos nos revezar. Mas sem ninguém parar de transar. Alguém sempre tem que estar dentro de alguém.
5. Lucas come Carol
— Começa assim — ordenou Marina. — Lucas, come a Carol. Agora.
Carol se ajoelhou no tapete, de quatro, ao lado de Marina. Lucas se posicionou atrás dela, segurou sua cintura fina com as duas mãos e enfiou o pau de uma vez.
Carol gemeu. O pau de Lucas era grosso — ela sentiu os grandes lábios se abrindo à força para acomodar ele. Ele começou a meter rápido, estocadas curtas e profundas, a mão direita descendo para esfregar o grelinho de Carol enquanto a fodia.
— Assim, Lucas, não para… — gemeu Carol, a boca aberta, a saliva escorrendo.
Enquanto isso, Tiago se posicionou atrás de Marina.
6. Tiago come Marina
Marina estava de quatro ao lado de Carol, as duas lado a lado como duas cachorras no cio. Tiago se ajoelhou atrás de Marina e enfiou o pau na buceta dela sem aviso.
— Porra, Tiago, avisa antes! — gritou Marina, mas era de prazer.
— Avisado — respondeu ele, enfiando mais fundo.
O pau de Tiago era mais fino que o de Lucas, mas mais comprido. Ele alcançava o fundo da buceta de Marina, tocava o colo do útero a cada estocada. Marina arqueou as costas, empinou a bunda, e começou a rebolar contra o pau dele enquanto ele metia.
Agora os dois casais estavam transando lado a lado:
Lucas comendo Carol (pau grosso, estocadas fortes).
Tiago comendo Marina (pau comprido, estocadas profundas).
O som era uma sinfonia de gemidos, tapas na bunda, squish molhado.
7. Marina chupa Lucas enquanto ele chupa Tiago
— Para tudo — disse Marina, ofegante. — Quero mudar.
Ela se levantou, tirou Tiago de dentro de si, e andou até Lucas (que ainda estava dentro de Carol).
— Tira o pau da Carol. Senta no sofá.
Lucas obedeceu. Sentou no sofá, o pau duro e brilhando de tão molhado com o líquido de Carol.
— Carol, senta no chão e chupa o Tiago. Eu vou chupar o Lucas. E Lucas, você vai chupar o Tiago.
— Como assim? — perguntou Lucas.
Marina não respondeu. Ela ajoelhou na frente de Lucas, segurou a base do pau dele com uma mão e começou a chupar a cabeça. Lentamente. Babando muito.
Ao mesmo tempo, Carol se ajoelhou ao lado de Tiago e começou a chupar o pau dele — que ainda estava molhado da buceta de Marina.
E Lucas? Lucas se inclinou para o lado, puxou Tiago pela cintura e colocou a cabeça do pau de Tiago na sua boca.
Os três ao mesmo tempo:
Marina chupando Lucas.
Carol chupando Tiago.
Lucas chupando Tiago.
Era uma corrente de bocas e paus. Tiago gemeu com o pau na boca de Carol e de Lucas ao mesmo tempo (Lucas chupava a cabeça, Carol chupava o resto). Lucas mal conseguia chupar Tiago porque Marina chupava seu pau com tanta vontade que ele perdia o fôlego.
— Isso é muito errado — sussurrou Tiago, os olhos revirados.
— Errado e gostoso — respondeu Carol, com a boca cheia.
8. Carol senta no pau de Lucas e no rosto de Marina alternadamente
— Última posição — anunciou Carol, se levantando. — Marina, deita de costas. Lucas, fica de pé. Eu vou sentar no pau de Lucas e no rosto de Marina. Alternado.
Marina se deitou no tapete, a cabeça apoiada, a boca aberta. Lucas ficou em pé ao lado da cabeça de Marina, seu pau na altura do rosto dela.
Carol montou em Lucas primeiro. Enfiou o pau dele na buceta dela lentamente, descendo até a base. Depois começou a quicar — sobe e desce, sobe e desce, a buceta dela sugando o pau dele a cada subida.
Depois de dez quicadas, ela se levantou e sentou no rosto de Marina. A buceta de Carol desceu na boca de Marina, que começou a lamber com fome. Carol gemeu.
— Assim, Marina, lambe meu grelinho…
Ela ficou uns quinze segundos sentada no rosto de Marina, depois voltou a sentar no pau de Lucas. Alternava sem parar:
Lucas – cinco quicadas.
Marina – dez segundos de língua na buceta.
Lucas – cinco quicadas.
Marina – dez segundos.
Os gemidos de Carol ficaram cada vez mais altos. Ela estava perdendo o controle.
— Vou gozar — avisou.
— Goza em quem? — perguntou Lucas, ofegante.
— Nos dois.
Carol sentou no pau de Lucas e, ao mesmo tempo, inclinou o corpo para frente e enfiou a buceta no rosto de Marina. Estava montada em Lucas e com a buceta pressionada contra a boca de Marina. As duas coisas ao mesmo tempo.
Marina lambeu freneticamente. Lucas enfiou o pau até o fundo.
Carol gozou. Um orgasmo longo, barulhento, que fez seu corpo inteiro tremer. Ela gozou na boca de Marina e no pau de Lucas ao mesmo tempo, os líquidos se misturando.
Ao ver Carol gozar, Lucas gozou dentro dela. Jorrou quente, enchendo a buceta de Carol.
Marina, sentindo o gosto da porra de Lucas misturada com o gozo de Carol na sua língua, gozou também — sem ninguém tocar nela, só de ver e lamber.
Tiago, que tinha assistido tudo se masturbando, gozou por último, jorrando no chão ao lado dos três.
9. Depois
Ficaram os quatro no chão da sala, exaustos, suados, cobertos de esperma, saliva e gozo.
— Eu pedi todos ao mesmo tempo — disse Marina, rindo fraca. — Não foi bem ao mesmo tempo.
— Chega perto — respondeu Lucas, ofegante.
— Na próxima viagem — disse Carol — eu quero uma cama maior. E um quinto elemento.
— Quem? — perguntou Tiago.
— Alguém que filme.
Riram até dormir.
Se quiser, posso:
Expandir a cena da praia de nudismo com o mesmo nível de detalhe.
Escrever o "dia seguinte" com mais sexo grupal.
Criar um conto novo com um quinto elemento (como Carol sugeriu).
É só pedir.
Gozaram em momentos diferentes. Lucas gozou no peito de Carol. Tiago gozou na barriga de Marina. Marina e Carol gozaram nos dedos uma da outra.
Terminaram suados, rindo, sem luz, com a chuva finalmente diminuindo.
— Amanhã — disse Lucas, acendendo o isqueiro — praia de nudismo.
6. O dia seguinte
Na praia de nudismo, o erotismo era outro: corpos nus ao sol, sem pressa. Viram um casal transando na areia, longe das crianças. Outro homem se masturbava olhando para o mar, ninguém ligou.
Marina andou de mãos dadas com Carol. Tiago e Lucas entraram no mar nus, roçando as coxas de propósito.
Voltaram para a kitnet no fim da tarde.
Dessa vez ninguém precisou de jogo.
Tiago deitou Marina na cama. Lucas puxou Carol pelo braço. Depois de alguns minutos, trocaram. Depois se juntaram.
Todos comeram todos novamente. Sem perguntas, sem desafios. Só vontade.
No último dia da viagem, na rodoviária, se abraçaram.
— Ano que vem de novo? — perguntou Carol.
— Com mais dois — respondeu Marina, piscando.
5. Todos com todos — O sexo grupal (versão detalhada)
A luz do celular de Carol apagou. Ficaram no breu, apenas com o barulho da chuva batendo nas telhas e o cheiro de sal, suor e sexo pairando no ar quente da kitnet.
— Alguém acende um isqueiro — sussurrou Marina, a voz já rouca de tesão.
Lucas acendeu. A chama pequena dançou, revelando por um segundo os quatro corpos nus: Marina de quatro no chão frio, os seios balançando; Carol sentada na cama com as pernas abertas, os lábios da buceta brilhando de lubrificação; Tiago em pé, o pau duro e curvado para cima, uma gota de pré-gozo pendurada na ponta; Lucas ajoelhado, o pau latejando contra a coxa.
— Eu quero começar chupando alguém enquanto sou comida — disse Marina, a voz firme. — Carol, senta na minha cara. Tiago, me come por trás. Lucas, você chupa os peitos de Carol enquanto ela senta em mim.
Ninguém precisou repetir.
Marina deitou de costas no chão. Carol montou no seu rosto, de frente para o corpo de Marina, as pernas abertas sobre as orelhas da amiga. Quando a boca de Marina tocou a buceta de Carol, Carol gemeu alto — um gemido gutural que ecoou no cômodo pequeno.
— Aaah, sua língua… tá quente pra caralho…
Marina lambeu do grelinho ao períneo, chupou os grandes lábios de Carol como quem suga um picolé derretendo. Carol se inclinou para frente, oferecendo os seios para Lucas, que se aproximou por trás dela e começou a morder seus mamilos enquanto apertava sua bunda.
Ao mesmo tempo, Tiago se posicionou atrás de Marina. Ele se ajoelhou, abriu os grandes lábios dela com os dedos e cuspiu na própria mão, passando a saliva generosamente na cabeça do pau. Depois, sem aviso, enfiou de uma vez.
— Porra! — Marina gritou, a boca ainda enterrada na buceta de Carol. — Assim, fundo, não para…
Tiago começou a meter em ritmo médio, mas rápido. Cada estocada fazia o corpo de Marina empurrar a língua ainda mais fundo dentro de Carol. Carol estava quase sentando de verdade no rosto de Marina, os movimentos ficando frenéticos.
— Ela tá me chupando como se fosse a última vez — gemeu Carol, os olhos revirados.
Lucas, que estava atrás de Carol, resolveu mudar de posição. Ele se deitou de lado, enfiou a cabeça entre as pernas de Marina (que continuava sendo comida por Tiago) e começou a chupar o ânus de Marina enquanto ela era penetrada. A língua de Lucas girava em volta do cu contraído de Marina, molhando, empurrando levemente.
Marina não aguentou. Tirou a boca da buceta de Carol por um segundo para gritar:
— Tô quase gozando, caralho! Todos ao mesmo tempo, eu quero ver todo mundo gozando junto!
Tiago acelerou. Seu pau entrava e saía da buceta de Marina com um som molhado de ploc-ploc-ploc. A cada estocada, os lábios dela viravam do avesso, rosados e inchados.
Carol desceu do rosto de Marina e se ajoelhou ao lado de Lucas. Ela pegou o pau dele — duro, quente, latejante — e chupou a cabeça fazendo pressão com a língua bem na fresta. Lucas gemeu, arqueou o dorso e enterrou a mão no cabelo dela.
— Agora eu quero sentar em você — disse Carol, subindo no pau de Lucas. Ela enfiou lentamente, sentindo cada centímetro abrindo sua buceta. Quando ele estava todo dentro, ela começou a quicar, batendo os quadris contra os dele.
Tiago tirou o pau de Marina e disse:
— Vira de lado. Quero comer seu cu enquanto você chupa o Lucas.
Marina obedeceu. Ela se arrastou até a cabeceira da cama, colocou o rosto perto do pau de Lucas — que continuava dentro de Carol — e começou a lamber as bolas dele enquanto Carol cavalgava. Ao mesmo tempo, Tiago enfiou o pau no cu de Marina, que estava de lado, uma perna erguida.
— Tá cabendo? — perguntou Tiago.
— Empurra mais — respondeu Marina, ofegante. — Quero sentir doer.
Tiago empurrou. O pau entrou inteiro no cu apertado de Marina. Ela gemeu com a boca cheia das bolas de Lucas. Carol, em cima de Lucas, estava quase gozando — a buceta contraía em volta do pau dele a cada subida e descida.
— Vou gozar — avisou Carol.
— Todo mundo junto — ordenou Marina, com a voz abafada.
Lucas gozou primeiro. Jorrou dentro da buceta de Carol, quente, grosso. Carol sentiu o jato e gozou em cima, contraindo tanto que quase empurrou o pau dele para fora.
Tiago, ao ver Carol gozando, enfiou o pau até o talo no cu de Marina e gozou fundo. Marina sentiu o líquido escorrendo dentro dela, quente, e isso foi o bastante para fazer ela gozar também — um orgasmo que começou no ânus, subiu pela buceta e explodiu na língua enquanto ela chupava as bolas de Lucas.
— Aaah, porra, que delícia — sussurrou Marina, trêmula.
Carol caiu para o lado, o pau de Lucas escorregando da sua buceta com um barulho molhado. Tiago se afastou devagar, o pau ainda semi-duro, todo melado de lubrificante e esperma.
Ficaram os quatro no chão da kitnet, suados, respirando fundo. A chuva ainda caía lá fora, mas dentro o silêncio era apenas de respirações pesadas e risos baixos.
— Isso foi… — começou Lucas.
— Incrível — completou Carol.
— Falta mais — disse Marina, ainda com os olhos brilhando de tesão. — Amanhã tem a praia de nudismo.
No dia seguinte, acordaram com o sol entrando pelas frestas da janela. A ressaca do sexo da noite anterior ainda estava nos corpos: marcas de mordida nos seios de Marina, vermelhidão na bunda de Carol, o pau de Lucas dolorido de tanto uso, o cu de Tiago arranhado pelas unhas de Carol.
— Vamos de roupa nenhuma — disse Carol, já colocando o protetor solar.
Chegaram à praia de nudismo às 10h. A areia era branca, o mar verde-azulado. Havia casais, alguns grupos de amigos, muitos corpos nus de todas as idades. Mas o que chamou a atenção foram os olhares.
Todo mundo olhava para todo mundo. Não era segredo. O nudismo ali tinha um subtexto erótico evidente.
Marina andou na frente, os seios balançando livremente, os mamilos duros não pelo frio, mas pela excitação de estar sendo observada. Lucas notou um homem de uns 40 anos olhando fixamente para a buceta depilada de Marina. Em vez de sentir ciúmes, Lucas deu um tapinha na bunda dela e sussurrou:
— Aquele ali tá babando pra você.
— Deixa babar — respondeu Marina, sorrindo.
Carol deitou de bruços na areia e pediu para Tiago passar óleo de coco nas suas costas. Ele espalhou devagar, descendo até os glúteos, abrindo as nádegas dela sem nenhuma vergonha. Duas mulheres nuas que passavam olharam e sorriram. Carol sorriu de volta.
— Eu queria chupar uma delas — disse Carol baixinho para Tiago.
— Então chama.
Carol se levantou, andou até as duas mulheres (ambas loiras, por volta dos 30 anos) e perguntou, sem rodeios:
— Vocês topam beijar?
Uma delas riu. A outra disse:
— Só beijar?
Cinco minutos depois, Carol estava sentada no colo de uma das loiras, beijando sua boca enquanto a outra loira passava a mão nos seios de Carol. Tiago assistia, o pau meia-bomba crescendo a cada segundo.
Marina e Lucas foram para a água. Dentro do mar, com a água batendo na cintura, Lucas segurou Marina por trás e enfiou dois dedos na buceta dela debaixo d'água. Ela mordeu os lábios para não gemer alto.
— Quero você agora — disse ela.
— Aqui? Todo mundo vai ver.
— É uma praia de nudismo, amor. Nudismo e sexo andam juntos às vezes.
Lucas enfiou o pau na buceta de Marina dentro da água. O movimento era mais lento por causa da resistência do mar, mas mais quente porque tinham que se equilibrar nas ondas. Um casal próximo viu e começou a transar também, como se fosse uma competição silenciosa.
Voltaram para a areia excitadíssimos.
Às 16h, cansados de sol e de olhares, voltaram para a kitnet. A cama estava desarrumada da noite anterior. O cheiro de sexo ainda impregnava os lençóis.
— Mais uma vez antes do jantar? — perguntou Lucas.
— Mais umas três — respondeu Tiago.
Dessa vez não houve jogo. Não houve perguntas. Não houve timidez.
Marina empurrou Carol contra a parede, segurou seu rosto com as duas mãos e beijou sua boca com vontade. A língua de Marina invadiu a boca de Carol enquanto sua mão direita descia até a buceta de Carol, já molhada só pelo beijo.
— Você tá quente — murmurou Marina contra os lábios de Carol.
— Você me deixou assim — respondeu Carol.
Enquanto isso, Tiago ajoelhou na frente de Lucas e chupou seu pau sem nenhum aviso. Lucas gemeu, arqueou o corpo e segurou na cabeça de Tiago, guiando a profundidade. Tiago engoliu até a base, garganta relaxada, depois subiu devagar, fazendo um vácuo com os lábios.
— Porra, Tiago — disse Lucas. — Você chupa melhor que muita mulher.
— Já me falaram isso — respondeu Tiago, voltando a chupar.
Marina se ajoelhou atrás de Tiago (que ainda chupava Lucas) e começou a lamber o cu dele. Tiago gemeu com o pau de Lucas na boca, o corpo todo tremendo. Carol veio por cima, sentou no rosto de Marina (que lambia o cu de Tiago) e começou a se esfregar.
A cena era um emaranhado de braços, pernas, bocas, paus e bucetas.
— Troca — ordenou Marina, ofegante.
Lucas tirou o pau da boca de Tiago e foi para cima de Carol, que ainda estava sentada no rosto de Marina. Ele enfiou o pau na buceta de Carol de uma só vez, sem aviso. Carol gritou — de prazer. Marina, embaixo, lambeu o ânus de Carol enquanto ela era penetrada por Lucas.
Tiago se ajoelhou atrás de Marina (que estava deitada de costas no chão, com Carol cavalgando seu rosto) e enfiou o pau na buceta de Marina. Agora os quatro estavam conectados:
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Os quatro já transaram por horas. Estão nus, suados, exaustos, mas com tesão ainda latejando. A luz da kitnet é amarela e fraca. O som da chuva lá fora já parou. Agora só se ouve respiração ofegante, gemidos abafados e o barulho molhado de corpos se encontrando.
Marina deita de costas no tapete felpudo. Carol se posiciona sobre seu rosto. Lucas se ajoelha atrás de Carol. Tiago se ajoelha atrás de Marina.
— Ninguém para até todo mundo gozar — ordena Marina, a voz saindo abafada porque Carol já está sentando na sua cara.
Carol está de cócoras sobre o rosto de Marina, as duas mãos apoiadas na parede para se equilibrar. Sua buceta está a dois centímetros da boca de Marina. Marina consegue sentir o calor antes mesmo do toque — um calor úmido, denso, que sobe da vulva de Carol como vapor.
— Desce — sussurra Marina.
Carol desce.
O primeiro contato é a língua de Marina tocando os grandes lábios de Carol. Eles estão inchados, vermelhos, escorrendo. Marina lambe devagar, da base do grelinho até o períneo, num movimento longo e proposital.
Carol geme. É um gemido grave, de garganta.
— Sua língua está quente pra caralho…
Marina repete o movimento. Dessa vez mais devagar. Ela sente o gosto de Carol — ácido, salgado, doce no fundo. É o gosto de quem já transou por horas, de buceta exausta mas ainda faminta.
Carol começa a se mover. Pequenos movimentos circulares com o quadril, esfregando a buceta na boca de Marina como quem esfrega uma esponja molhada numa superfície. A língua de Marina fica no meio, sendo pressionada contra o grelinho, contra a entrada da buceta, contra o ânus.
— Lambe dentro — pede Carol, a voz falhando.
Marina enfia a língua. O máximo que consegue. A língua entra na buceta de Carol e Marina a move para dentro e para fora, como se estivesse fodendo Carol com a boca. Carol empina o quadril para dar mais profundidade.
O som é obsceno: chup-chup-chup molhado, misturado com os gemidos abafados de Marina (que não consegue falar porque a boca está ocupada) e os gemidos altos de Carol.
Carol tira a boca da parede e segura a cabeça de Marina com as duas mãos, puxando seus cabelos.
— Você lambe melhor que qualquer homem que eu já chupei — diz Carol, ofegante.
Marina ri contra a buceta de Carol. A vibração faz Carol revirar os olhos.
Nesse momento, Carol sente algo atrás de si. É Lucas, se posicionando. Ela sente a ponta do pau dele roçando a sua bunda.
Lucas está ajoelhado atrás de Carol. Ele passou os últimos minutos apenas observando — viu Carol sentar no rosto de Marina, viu a língua de Marina entrar na buceta de Carol, viu os dedos de Carol se contraírem contra a parede.
O pau de Lucas está tão duro que dói. A cabeça está roxa de tão inchada, uma veia grossa pulsa na lateral. Uma gota grossa de pré-gozo escorre e pinga no chão.
— Você quer? — pergunta Lucas, esfregando a cabeça do pau na fenda da bunda de Carol.
— Enfia logo, porra! — grita Carol, sem tirar a buceta do rosto de Marina.
Lucas enfia.
Não devagar. Não com carinho. Ele enfia o pau inteiro de uma só vez, até a base, e a buceta de Carol está tão molhada que não oferece resistência — apenas um som alto de PLOC molhado quando a cabeça bate no fundo.
Carol grita. Não de dor. De surpresa e prazer.
— Aaah, seu filho da puta, avisa!
— Avisado — responde Lucas, já começando a meter.
As primeiras estocadas são profundas e lentas. Lucas tira o pau quase inteiro, deixa só a cabeça dentro, depois empurra tudo de novo. Ele quer sentir cada centímetro da buceta de Carol — as paredes internas se contraindo, os relevos, a textura quente e úmida.
Carol, com a buceta sendo fodida por trás, não consegue mais controlar o movimento do quadril em cima do rosto de Marina. Ela apenas fica parada, sendo empurrada para frente e para trás a cada estocada de Lucas.
Marina, embaixo, aproveita. Cada vez que Lucas empurra Carol para frente, a buceta de Carol se esfrega mais forte no rosto de Marina. Marina lambe tudo o que consegue alcançar — grelinho, grandes lábios, o períneo, até o ânus quando Carol se inclina demais.
Lucas acelera. Agora ele não tira mais o pau inteiro. Ele mete em estocadas curtas e rápidas, a cabeça do pau roçando o ponto G de Carol a cada vez.
— Ali, ali, ali! — grita Carol. — Não para ali!
Lucas não para. Ele mantém o ritmo, uma mão na cintura de Carol, a outra descendo para esfregar o grelinho dela enquanto mete.
Carol está sendo comida por trás e chupada na frente ao mesmo tempo. A boca de Marina lambe sua buceta. O pau de Lucas fode sua buceta. São duas penetrações diferentes no mesmo lugar — a língua de Marina entrando e saindo, o pau de Lucas entrando e saindo, às vezes se encontrando dentro de Carol.
— Vocês dois vão me fazer gozar ao mesmo tempo — geme Carol, a voz trêmula.
— Ainda não — diz Marina, tirando a boca da buceta de Carol por um segundo. — Falta o Tiago.
Enquanto Lucas come Carol, Tiago está ajoelhado atrás de Marina.
Marina continua deitada de costas no tapete, mas agora com a cabeça virada para o lado (porque Carol não está mais sentada no seu rosto — Carol está sendo comida por Lucas e se inclinou para frente, apoiando as mãos no chão).
Tiago aproveita a posição. Marina está de pernas abertas, os joelhos dobrados, os pés apoiados no chão. A buceta dela está completamente exposta — os grandes lábios abertos, o grelinho duro e saltado, o buraco úmido e pulsando.
— Você está linda assim — diz Tiago, passando os dedos pelos pelos aparados de Marina.
— Para de olhar e come — responde Marina, impaciente.
Tiago sorri. Ele inclina o corpo, lambe a buceta de Marina de baixo para cima — uma lambida longa, lenta, que começa no períneo, sobe pela fenda, passa pelo grelinho e termina no baixo ventre.
Marina arqueia as costas.
— Porra, Tiago, não provoca…
Tiago lambe de novo. Dessa vez ele se concentra no grelinho — pequenos círculos com a ponta da língua, alternando com sucções leves. Marina começa a gemer baixo, os dedos se enterrando no tapete.
— Chega — ela ordena, puxando a cabeça de Tiago para cima. — Enfia o pau.
Tiago se posiciona. Ele segura a base do próprio pau (fino, comprido, muito curvado para cima) e esfrega a cabeça nos grandes lábios de Marina, molhando bem.
— Enfia de uma vez — pede Marina, ofegante. — Fundo.
Tiago enfia.
O pau fino de Tiago entra com facilidade — a buceta de Marina está escorrendo. Ele desliza até o fundo sem esforço, e a curvatura natural do pau dele faz com que a cabeça pressione a parede frontal da buceta de Marina, exatamente onde ela sente mais prazer.
— Aaah, assim — geme Marina, fechando os olhos. — Assim, nessa posição, não tira.
Tiago começa a meter. Devagar no início, estocadas longas que fazem o pau dele quase sair inteiro antes de voltar a entrar. Cada vez que ele empurra, a cabeça curvada roça o ponto G de Marina. Cada vez que ele tira, os lábios da buceta dela viram do avesso, rosados e brilhantes.
Marina está gemendo alto agora. Ela não controla mais o volume. O som enche a kitnet, se misturando com os gemidos de Carol (que continua sendo comida por Lucas ao lado).
— Mais rápido — pede Marina.
Tiago acelera. Agora ele não tira mais o pau inteiro. Ele faz estocadas curtas e rápidas, a cabeça do pau massageando o ponto G de Marina em alta frequência.
Marina está quase gozando. Mas falta algo.
— Lambe meu cu — ela pede, ofegante. — Enquanto me come, lambe meu cu.
— Não alcanço — diz Tiago. — Você está deitada.
— Então vira.
Marina se vira. Ela rola sobre o próprio corpo e fica de quatro no tapete, a bunda empinada, a buceta escancarada para trás (onde Tiago continua ajoelhado) e o rosto apontando para frente — exatamente onde Carol está.
Carol continua de quatro também, sendo comida por Lucas por trás. As duas mulheres estão lado a lado, de quatro, como duas cachorras no cio. Carol está com a boca aberta, babando no tapete. Marina está com os olhos fixos no cu de Carol.
— Você quer mesmo? — pergunta Carol, olhando por cima do ombro.
— Quero lamber seu cu até você gozar — responde Marina.
Marina se arrasta no tapete. Ela enfia a cabeça entre as pernas de Carol, por baixo do corpo dela. Fica de costas para o teto, o rosto apontado para cima, bem embaixo da bunda de Carol.
Carol está de quatro, então o cu dela está apontado para trás — e ligeiramente para baixo. A posição é perfeita. Marina não precisa esticar o pescoço. O ânus de Carol está a cinco centímetros da sua boca.
Marina lambe.
A primeira lambida é na prega externa — a pele enrugada e rosada do ânus de Carol. Marina lambe devagar, com a língua inteira, como quem lambe uma casquinha de sorvete.
Carol geme. É um gemido diferente — mais agudo, mais surpreso.
— Ninguém nunca lambeu meu cu assim — sussurra Carol.
Marina lambe de novo. Dessa vez ela faz círculos em volta do ânus, molhando bem, amolecendo a pele. O cu de Carol se contrai a cada volta da língua.
— Relaxa — diz Marina, com a boca colada no cu de Carol. A vibração da voz faz Carol estremecer.
Carol relaxa. O ânus se abre levemente. Marina enfia a ponta da língua.
Só a ponta. Um centímetro. O cu de Carol está apertado, mas a saliva de Marina lubrifica bem. Ela move a língua para dentro e para fora, como se estivesse fodendo o cu de Carol com a boca.
— Porra, Marina, isso é muito bom — geme Carol, a voz falhando.
Enquanto Marina lambe o cu de Carol, Tiago continua comendo Marina por trás.
A posição é desafiadora para Tiago. Marina está de quatro, mas com a cabeça enfiada entre as pernas de Carol. Isso faz o corpo de Marina ficar mais baixo que o normal. Tiago tem que se ajoelhar mais aberto para alcançar a buceta de Marina.
Mas ele alcança. E ele não para de meter.
O pau fino e comprido de Tiago entra e sai da buceta de Marina em um ritmo constante. Cada estocada empurra o corpo de Marina para frente, o que faz sua língua enterrar mais fundo no cu de Carol. É um ciclo:
Tiago empurra ? Marina vai para frente ? a língua de Marina entra mais no cu de Carol.
Tiago puxa ? Marina volta ? a língua de Marina sai do cu de Carol.
Repetir.
Carol está sendo comida por Lucas, fodida na buceta, e tem o cu sendo lambido por Marina ao mesmo tempo. São três estímulos diferentes: pau dentro da buceta (Lucas), língua dentro do cu (Marina), e os dedos de Lucas apertando seus mamilos.
Carol não aguenta.
— Vou gozar — avisa Carol, a voz estrangulada.
— Goza no meu pau — ordena Lucas, metendo mais forte.
— Goza no meu rosto — pede Marina, tirando a língua do cu de Carol só para falar.
Carol goza.
É um orgasmo longo, barulhento, que começa no grelinho, sobe pelo útero, desce pelo ânus e explode em ondas. Ela goza no pau de Lucas (que sente a buceta dela se contraindo em volta dele) e goza na boca de Marina (que volta a lamber o cu de Carol com mais vontade ainda).
Ao sentir Carol gozar, Lucas goza dentro dela. Jorra quente, grosso, enchendo a buceta de Carol, que transborda e escorre pelas coxas dela.
Marina, com a língua ainda no cu de Carol, sente o corpo de Carol tremer e isso é o bastante para ela também gozar — um orgasmeno súbito, inesperado, que faz sua buceta se contrair em volta do pau de Tiago.
Tiago sente a contração e goza em seguida, dentro da buceta de Marina, sem tirar o pau.
Os quatro gemem ao mesmo tempo — uma sinfonia de quatro vozes em tons diferentes.
Carol cai para o lado, ofegante, com o pau de Lucas escorregando da sua buceta com um som molhado. Marina se vira e deita de costas, a língua cansada, o queixo brilhando de saliva e gozo. Lucas se senta no chão, o pau mole e sujo. Tiago se deita ao lado de Marina e coloca a cabeça no seu ombro.
— Isso foi… — começa Carol.
— Não fala — corta Marina, rindo. — Deixa quieto.
Ficaram em silêncio por um minuto. Apenas respirando.
— Banho? — perguntou Lucas.
— Depois — respondeu Tiago. — Deixa eu ficar aqui mais um pouco.
O quarto ficou cheio de sons: squish-squish-squish das penetrações, gemidos abafados, tapas na bunda, respirações ofegantes.
Lucas gozou dentro de Carol pela segunda vez no dia. Carol sentiu o esperma escorrendo pela sua buceta e escorrendo no rosto de Marina, que estava embaixo. Marina lambeu o esperma que escorria e gozou ao mesmo tempo, com o pau de Tiago enfiado nela.
Tiago, ao sentir a buceta de Marina contraindo, gozou fundo nela. Depois caiu para o lado.
Ficaram os quatro no chão da kitnet, cobertos de suor, esperma e areia da praia que ainda não tinham tirado do corpo.
— Eu nunca… — começou Carol, rindo.
— Nós também não — completou Lucas.
— E vamos repetir amanhã — disse Marina.
— E depois de amanhã — completou Tiago.
A chuva da noite anterior tinha passado. O sol da tarde entrava pelas frestas da janela, iluminando os quatro corpos nus e satisfeitos.
No dia seguinte, pegaram a estrada de volta. Mas já estavam combinando a próxima viagem.




