Meu nome é Sofia, tenho 38 anos, sou professora de literatura numa faculdade particular. Morena, 1,65m, corpo que mantenho na academia cinco vezes por semana – peitos médios, bunda empinada, cintura fina. Cabelos cacheados até os ombros, olhos castanhos que os alunos dizem ser "hipnóticos". Casada há doze anos com o Roberto, 45, engenheiro, um homem bom, dedicado, carinhoso... e um saco na cama. Não me entendam mal. Ele até tenta. Mas depois de doze anos, a gente conhece cada centímetro do outro. Não há surpresa, não há perigo, não há aquele frio na barriga. O sexo virou rotina: mesma posição, mesmo gemido, mesmo gozo medíocre. Ele goza em cinco minutos e ronca em dez. Eu fico ali, com os dedos enfiados na boceta, terminando o serviço sozinha. Foi nesse contexto que eu conheci a Letícia. Letícia tem 21 anos, está no terceiro período de Letras. É magra, quase frágil, cabelos curtos tingidos de azul, piercings na orelha e um na língua – que eu descobriria depois ser extremamente útil. Ela não é o tipo de aluna que se destaca. É quieta, senta no fundo da sala, entrega os trabalhos no prazo, tira notas boas mas não excelentes. Eu nunca tinha reparado nela. Até o dia em que ela ficou depois da aula. — Professora, posso falar com a senhora? — Claro. Senta. Ela sentou na cadeira da primeira fila, bem na minha frente. Cruzou as pernas devagar, propositalmente. Usava uma saia jeans curta e uma blusa preta transparente – dava pra ver o sutiã de renda por baixo. Os mamilos marcavam o tecido. O ar-condicionado estava ligado. — Eu queria pedir um conselho – ela disse, mordendo o lábio. — Sobre o quê? — Sobre a senhora. — Sobre mim? — Sim. A senhora é muito bonita. Todos os alunos falam. Os homens querem comer a senhora. As mulheres querem ser a senhora. E eu... eu queria saber como a senhora faz para ser tão... tão... — Tão o quê? — Tão... puta. Com todo respeito. Fiquei em silêncio por um segundo. Ela não desviava o olhar. — Isso é uma pergunta muito íntima para uma aluna fazer à professora. — Eu sei. Por isso esperei todo mundo sair. Levantei. Fui até a porta. Tranquei. Voltei e sentei na mesa, bem na frente dela. Abri as pernas. A saia subiu um pouco. Não usei calcinha naquele dia – eu nunca usava quando dava aula para essa turma, porque tinha dois alunos gostosos na quarta fila que eu gostava de provocar. — Você está sem calcinha – Letícia disse, os olhos fixos na minha boceta. Os grandes lábios estavam à mostra. Os pelos escuros e grossos, bem aparados. — Você é muito observadora. — A senhora está molhada. — Estou. Há quanto tempo você me observa? — Desde o primeiro dia de aula. A senhora usa saias curtas. Cruza as pernas devagar. Às vezes a senhora se toca por cima da roupa quando pensa que ninguém está olhando. A senhora é uma safada. Eu também sou. Ela se levantou. Aproximou-se. Ajoelhou na minha frente. — O que você está fazendo? — Vou lamber a senhora. A menos que a senhora me impeça. Não impeço. Ela enfiou a cara na minha boceta. Lambeu. A língua com piercing percorreu os grandes lábios, subiu até o clitóris, desceu até o períneo. Eu gemia baixo, os dedos no cabelo azul dela. — Isso... isso... enfia a língua. Ela enfiou. O piercing roçou na parede da minha boceta. Eu quase gozei ali mesmo. — Para – eu disse, empurrando a cabeça dela. — Por quê? A senhora não está gostando? — Estou gostando demais. E eu quero gozar na sua cara. Ela se afastou. Levantou. Tirou a blusa. Os seios eram pequenos, quase inexistentes, mas os mamilos eram escuros e compridos – duros. Tirou a saia. A calcinha era preta, pequena, encharcada. A boceta dela era lisa, completamente depilada. Os pequenos lábios estavam abertos, brilhando. — A senhora vai gozar na minha cara? — Vou. Mas antes, quero saber porquê. — Porquê o quê? — Porquê você. Uma aluna bonita, jovem. Porquê uma professora velha? — A senhora não é velha. A senhora é experiente. Eu nunca transei com uma mulher. Quero que a primeira seja com a senhora. E depois que a senhora me ensinar, eu vou ensinar o meu namorado. Ele é um corno manso. Gosta de ser humilhado. Gosta de cheirar a minha calcinha suja. Gosta de lamber a minha boceta depois que outro homem goza dentro. Eu quero que a senhora me ajude a treinar ele. Meu coração disparou. — Como assim, treinar? — Ele tem fetiche em ser corno. Mas é tímido. Tem vergonha de pedir. Eu quero que a senhora me coma na frente dele. E depois, se a senhora quiser, a senhora come ele também. — Você está falando sério? — Estou. Ele está no estacionamento. Esperando. — Ele sabe o que você veio fazer? — Ele sabe que eu ia pedir ajuda para a senhora. Não sabe o que é. Mas desconfia. Ele está de pau duro lá embaixo. Aposto. — Chama ele. Letícia vestiu a blusa, mas não a saia. Ficou só de calcinha. Foi até a janela, abriu, acenou. Dois minutos depois, a porta da sala se abriu. O rapaz que entrou devia ter uns 23 anos. Cabelo castanho bagunçado, olhos verdes, corpo magro. Usava calça jeans e camiseta preta. Estava pálido. E com o pau duro – dava para ver o volume na calça. — Este é o Lucas – Letícia disse, apontando. – Meu corno manso. — Prazer, Lucas – eu disse, estendendo a mão. Ele apertou. A mão dele suava. Não olhava nos meus olhos. — Senta ali – eu ordenei, apontando para a cadeira no canto da sala. Ele sentou. — Você sabe porquê está aqui? — Não. Sim. Talvez. — Sua namorada me pediu para transar com ela. Na sua frente. Você aceita? — Sim – ele respondeu rápido demais. A voz falhou. — Fale mais alto. — Sim. Aceito. — Você é corno? — Sim. Sou corno. — É manso? — Sou manso. Muito manso. — Então fica sentado aí. Não se mexe. Não fala. Só assiste. Se você se mexer, eu vou embora e nunca mais tranco com a sua namorada. Combinado? — Combinado. Letícia riu. Jogou a calcinha na cara dele. — Cheira – ela mandou. Ele cheirou. Fundo. Os olhos reviraram. — Ela está molhada – ele disse. — É de conversar com a professora. Ela me deixa encharcada. Agora assiste. Letícia veio para cima de mim. Me beijou. A língua com piercing entrou na minha boca. As mãos dela apertaram meus seios por cima da blusa. — Tira a blusa – ela pediu. Tirei. Os seios caíram. Os mamilos já estavam duros. — A senhora tem os mamilos tão escuros – ela disse, chupando um. — É de tanto mamar. Meu marido não chupa. Eu mesma chupo. — Eu chupo para a senhora. Ela chupou. Mordeu. Puxou com os dentes. Eu gemia alto. Lucas, no canto, já tinha aberto o zíper da calça e estava com o pau na mão. 16 centímetros, fino. Nada impressionante. — Guarda esse troço – eu mandei. – Só pode bater punheta quando eu deixar. Ele guardou. Letícia desceu. Tirou minha calcinha – eu não estava usando, mas ela fingiu que tirou. A boceta apareceu. Ela lambeu. O piercing deslizou no meu clitóris. — ASSIM, CARALHO! ASSIM! Ela enfiou a língua. Eu me apoiei na mesa. As pernas tremiam. — VOU GOZAR! — GOZA NA MINHA CARA, PROFESSORA! Gozei. O jorro claro escorreu pelo rosto dela, escorreu pelos seios dela, escorreu pelo chão. — A senhora goza igual uma cachorra – ela disse, limpando o rosto com o dorso da mão, chupando os dedos. — Você ainda não me viu gozar de verdade. Deitei ela na mesa da professora. Abri as pernas dela. A boceta lisa e molhada brilhava. Enfiei dois dedos. Depois três. — A senhora está me abrindo – ela gemeu. — Você gosta? — Gosto. Enfiei a língua no cu dela. Ela gritou. — ISSO, PROFESSORA! ENFIA A LÍNGUA NO MEU CU! Enfiei. Lucas gemeu no canto. Ele tinha tirado o pau para fora de novo. — GUARDA – eu gritei. Ele guardou. — Agora você vai me comer com o cinto – eu disse, apontando para a minha bolsa. — A senhora trouxe cinto? — A senhora é uma professora precavida. Ela abriu minha bolsa. Tirou o cintaralho rosa. Olhou para ele, assustada. — É grande. — É. Você vai aguentar. — E ele? – ela perguntou, apontando para Lucas. — Ele vai assistir. Se ele se mexer, a gente vai embora. Certo, corno? — Certo – ele respondeu, com a voz trêmula. Letícia vestiu o cintaralho. O pau rosa de 20 centímetros apontava para o teto. Ela passou lubrificante. Eu me ajoelhei na cadeira, de costas para ela. — Enfia. Ela enfiou. A ponta entrou. Eu gritei. — ENFIA TUDO, SUA PUTINHA! Ela enfiou tudo. O pau rosa desapareceu na minha boceta. Eu gemia, ela metia, os seios pequenos dela balançavam. — ASSIM, CARALHO! ASSIM QUE É BOM! Lucas não aguentou. Abriu o zíper, tirou o pau, começou a bater punheta. — CORNO SAFADO! – eu gritei. – BATE ESSA PUNHETA ASSISTINDO SUA NAMORADA ME COMER! Ele bateu. Rápido. Gozou em trinta segundos. O leite escorreu pela mão dele, pingou no chão. — VOCÊ GOZOU SEM PERMISSÃO – eu disse. — Desculpa – ele respondeu, com a voz de cachorro arrependido. — Você vai pagar por isso. Letícia tirou o cintaralho. Eu me virei. Apontei para o chão. — Ajoelha. Ele ajoelhou. — Letícia, senta na cara dele. Ela sentou. A boceta escorrendo cobriu o nariz e a boca de Lucas. — LAMBE – eu mandei. Ele lambeu. Ela gemia. — MAIS FUNDO, SEU CORNO! Ele enfiou a língua. — VOU GOZAR! – Letícia gritou. — GOZA NA CARA DO CORNO! Ela gozou. O jorro claro cobriu o rosto de Lucas. Ele lambeu os lábios, bebeu o que escorreu. — Pronto – eu disse, levantando e vestindo a calcinha. – Aula de hoje encerrada. — Quando é a próxima? – Letícia perguntou. — Sábado. Na minha casa. Meu marido vai viajar. Traz o corno. — Ele vai dar o cu também? — Se ele merecer. Lucas ainda estava de joelhos, o rosto lambuzado, o pau mole pendurado para fora. — Você vai dar o cu, corno? – perguntei. — Sim – ele respondeu, sem hesitar. — Então sábado, 20h. Não se atrase. Saí da sala. O salto do sapato ecoou no corredor vazio. Meu celular vibrou. Mensagem de Letícia: "Obrigada, professora. Eu sempre sonhei em comer uma mulher. Ele sempre sonhou em ser humilhado. A senhora realizou os dois sonhos." Respondi: "Sábado vocês vão realizar mais alguns." Cheguei em casa. Roberto estava no sofá, vendo televisão. — Boa noite, amor – ele disse. — Boa noite. Fui para o quarto. Tirei a roupa. Olhei no espelho. A boceta ainda estava inchada, vermelha. Escorrendo. O cheiro de Letícia ainda estava na minha pele. Sentei na cama, abri as pernas, comecei a me masturbar pensando no sábado. Roberto apareceu na porta. — Você está se masturbando? — Estou. — Por que não chamou? — Porque você não ia aguentar. Ele se ajoelhou na minha frente. Enfiou a cara na minha boceta. Lambeu. — Você está com gosto de mulher – ele disse. — Estou. — Foi com a aluna? — Foi. — Ela é bonita? — Muito. Ele continuou lambendo. — E o namorado? — Assistiu. Bateu punheta. Gozou sem permissão. — Vai castigar ele? — Vou. Sábado. Roberto parou de lamber. Olhou para mim. — Você quer que eu vá? — Você não aguenta ver outro homem dando o cu. — Eu não vou dar o cu. — Ele vai. — Vai? — Vai. E você vai assistir. De joelhos. Com o pau na mão. Sem gozar. Roberto ficou em silêncio. — Você consegue? – perguntei. — Não sei. — Então não vai. — Eu vou. — Então se prepara. Sábado você vai ver sua esposa sendo comida por uma aluna de 21 anos com um cintaralho rosa. E vai ver o namorado dela comendo o cu dela. E depois vai ver o namorado dela dando o cu para mim. — E eu? — Você vai bater punheta. Sem gozar. E depois vai lamber tudo. Roberto abaixou a cabeça. — Sim, senhora. — Boa noite, amor. — Boa noite, senhora. Ele saiu. Eu terminei de me masturbar. Gozei pensando em sábado. E no cheiro. O cheiro de sexo. O cheiro de poder. O cheiro de quem finalmente encontrou o que procurava. Passei a semana inteira pensando no sábado. Nas aulas, distraída. Durante as reuniões, ausente. Na cama com Roberto, fria. Ele tentou me provocar na terça – deitou ao meu lado, passou a mão na minha coxa, beijou meu pescoço. Eu virei de lado. — Sábado – eu disse. – Guarda o tesão para sábado. — Mas são três dias. — Aguenta. Você vai precisar de cada gota. Ele suspirou. Virou para o outro lado. Não dormiu a noite inteira – eu ouvi ele se mexendo, suspirando, passando a mão no próprio pau. Não se masturbou. Sabia que se fizesse, eu descobriria. E o castigo seria pior. Na sexta-feira, Letícia me mandou mensagem: Letícia: Professora, amanhã é o grande dia. Ele está nervoso. Eu também. Mas com tesão. Eu: Bom. Nervoso é bom. Tesão é melhor. Ele ainda quer dar o cu? Letícia: Mais do que nunca. Ele já se depilou. Comprou lubrificante. Até treinou com um vibrador. Eu: Tão novinho e já tão experiente. Letícia: Ele viu vídeos. Leu relatos. Quer fazer direito. Quer que a senhora goste. Eu: Se ele fizer direito, eu vou gostar. Se não fizer, vou castigar. Letícia: Ele quer ser castigado. Eu: Ele vai ser. No sábado, acordei cedo. Passei a manhã na academia – treino pesado, perna e glúteo. Suor escorria. A boceta inchava dentro da legging. Os homens olhavam. Eu deixava. Roberto não estava lá – ele tinha ido ao mercado comprar coisas para o jantar. O jantar que a gente não ia comer. Voltei para casa. Tomei banho – demorado, espumante. Me depilei toda. Não sobrou um pelo. Peito, barriga, axilas, pernas, boceta, cu. Tudo liso. Passei óleo de coco na pele. Deixei o cabelo solto, os cachos caindo pelos ombros. Passei maquiagem – olhos esfumados, batom vermelho. Coloquei um robe preto, curto, aberto na frente. Salto alto – 12 centímetros. Roberto chegou do mercado. Parou na porta do quarto. Me olhou. — Você está... diferente. — Estou pronta. — Pronta para o quê? — Para dar aula. Ele engoliu em seco. — O que você quer que eu faça? — Veste a roupa que eu separei. E espera no sofá. Ele foi. Eu vesti por baixo do robe um conjunto de lingerie preto – sutiã rendado aberto nos mamilos, calcinha fio dental. Tirei o robe. Olhei no espelho. A mulher que me olhava de volta era uma deusa. Ou uma puta. Ou as duas coisas. 20h em ponto. A campainha tocou. Roberto foi abrir. Eu fiquei no quarto, ouvindo. — Boa noite – Letícia disse, a voz calma. — Boa noite – Roberto respondeu, a voz trêmula. — A senhora está? — No quarto. Pode entrar. Ouvi os passos. Dois pares – o salto de Letícia e o tênis de Lucas. Eles pararam na porta do quarto. — Podem entrar – eu disse, sentada na cama, as pernas cruzadas, o robe aberto mostrando a lingerie. Letícia entrou. Vestido curto, vermelho, decote nas costas. Cabelo azul solto. Salto alto. Maquiagem carregada. Linda. Puta. Perfeita. Lucas entrou atrás. Jeans escuro, camisa branca, jaqueta de couro. Barba feita. Cabelo arrumado. Cheiroso. E com o pau duro – dava para ver o volume na calça. — Boa noite, professora – Letícia disse, beijando minha mão. O gesto era teatral, mas sincero. — Boa noite, aluna. Boa noite, corno. — Boa noite – Lucas respondeu, sem levantar os olhos. — Senta ali – eu apontei para uma cadeira no canto do quarto. Ele sentou. — Roberto, vem aqui. Roberto entrou. Estava com a roupa que eu separei – calça de couro preta, sem camisa. O peito liso, os mamilos duros. O pau já marcava. — Senta ali – apontei para outra cadeira, ao lado de Lucas. Os dois cornos sentaram lado a lado, como dois alunos na primeira fila. Lucas olhava para o chão. Roberto olhava para mim. — Regras – eu disse, levantando. – Número um: ninguém fala sem minha permissão. Número dois: ninguém se toca sem minha permissão. Número três: todo mundo obedece. Se alguém desobedecer, vai ser castigado. E castigo aqui é doído. Combinado? — Combinado – Letícia respondeu. — Combinado – Lucas e Roberto disseram juntos, sem convicção. — Mais alto. — COMBINADO! — Isso. Agora, Letícia, vem cá. Ela veio. Ficou na minha frente. O vestido vermelho estava colado no corpo, marcando cada curva. A boceta marcava o tecido – ela não usava calcinha. Dava pra ver os grandes lábios, a fenda, o volume. — Tirar o vestido – ordenei. Ela tirou. Ficou pelada. Os seios pequenos, os mamilos escuros e duros. A boceta lisa, rosada, já molhada. Os pelos – não tinha pelos. Lisa. Brilhando. — Deita na cama. Ela deitou. — Abre as pernas. Ela abriu. A boceta apareceu – pequenos lábios rosados, clitóris pequenininho, já saltado. Escorria. Um fio grosso e claro descia até o cu. — Você está molhada – eu disse. — É a senhora – ela respondeu. – A senhora me molha. — Hoje você vai me molhar também. Tirei a lingerie. O robe caiu. Fiquei pelada na frente dos quatro olhos – os dois cornos e a aluna. Minha boceta lisa, rosada, inchada. Meus peitos médios, os mamilos escuros e duros. Minha bunda empinada, redonda. Lucas gemeu baixo. Roberto inspirou fundo. — Silêncio – eu disse. Silêncio. — Letícia, você vai me lamber. Mas antes, você vai pedir. — Professora, posso lamber a sua boceta? — Pode. Ela sentou na beirada da cama. Abriu minha perna direita, passou por cima do ombro dela. A boceta ficou exposta. Ela lambeu. A língua com piercing percorreu os grandes lábios, subiu até o clitóris, desceu até o períneo. Eu gemia baixo, os dedos no cabelo azul dela. — Enfia a língua – pedi. Ela enfiou. O piercing roçou na parede da minha boceta. Eu arqueei as costas. — ASSIM, CARALHO! ASSIM! Lucas se mexeu na cadeira. O pau dele já tinha saído da calça – ele não aguentou. Estava se masturbando. — CORNO SAFADO! – eu gritei. – O QUE EU FALEI? — Desculpa – ele disse, mas a mão não saiu do pau. — Você vai pagar por isso. Roberto, segura ele. Roberto se levantou. Foi até Lucas. Segurou os braços dele, imobilizou. — Deixa eu ver esse pau – eu disse. Lucas estava com o pau para fora. 16 centímetros, fino. A cabecinha roxa, brilhando de pré-gozo. Os pelos na base, aparados. — Você tem pau pequeno – eu disse. — Eu sei – ele respondeu, a voz falhando. — Sabe o que isso significa? — Que sou corno. — Isso. Você é corno porque tem pau pequeno. Seu pau não é suficiente para sua namorada. Ela precisa de um pau de verdade. Ou de uma boceta de verdade. — Eu sei. — Letícia, você confirma? O pau dele não é suficiente? — Não é – ela respondeu, sem tirar a boca da minha boceta. — Você goza com ele? — Às vezes. Quando ele me chupa bem. — E quando ele te come? — Raramente. — Por quê? — Porque ele goza rápido. E o pau é fino. Não preenche. — Você sente falta de ser preenchida? — Sinto. — Por quem? — Pela senhora. — Hoje você vai ser preenchida. Virei Letícia de bruços. Empinei a bunda dela. A boceta apareceu por baixo, lisa, rosada. O cu também – pequeno, rosado, lisinho. — Você já deu o cu? — Nunca. Só dedo. — Hoje você vai dar o cu. Para mim. — Com o quê? — Com isso. Tirei do armário o cintaralho que eu tinha comprado na quarta-feira. Preto, 20 centímetros, grosso, veiado. Textura realista. Cabeça roxa. Testículos de silicone. Letícia arregalou os olhos. — É maior do que o da última vez. — É. Você vai aguentar. — E ele? – ela perguntou, apontando para Lucas. — Ele vai assistir. De joelhos. Roberto, solta ele. Roberto soltou. Lucas caiu de joelhos no chão. — Ajoelha direito – eu ordenei. Ele se ajeitou. O pau duro apontava para o chão. A cabecinha roxa quase tocava o tapete. — Roberto, vem aqui. Roberto veio. Ficou na minha frente. — Tira a calça. Ele tirou. A calça de couro preta desceu. A cueca apareceu – uma cueca branca, encharcada de pré-gozo. O pau dele era maior que o de Lucas – 18 centímetros, grosso, veiado. Roberto sempre foi bem dotado. O problema nunca foi o tamanho. Foi a falta de criatividade. — Tira a cueca. Ele tirou. O pau pulou para fora. Duro. Babando. — Senta ali – apontei para a cadeira. – Vai bater punheta. Devagar. E não pode gozar. — E se eu gozar? — Você vai lamber o chão. Ele sentou. Começou a se masturbar devagar, os olhos fixos em mim. Vesti o cintaralho. Ajustei as tiras na cintura. O pau preto apontava para cima, duro, brilhando. — Letícia, de quatro. Ela ficou de quatro. Empinou a bunda. — Lucas, vem aqui. Ele se levantou, de joelhos, foi até o pé da cama. — Deita debaixo dela. Ele se deitou debaixo de Letícia. O rosto dele ficou bem debaixo da boceta dela. — Quando eu mandar, você lambe a boceta dela enquanto eu como o cu dela. Entendeu? — Entendi. Passei lubrificante no pau preto. Passei no cu de Letícia. — Vai doer – avisei. — Pode doer. Enfiei a ponta. Ela gritou. — ISSO, CARALHO! DEVAGAR... Enfiei mais. O pau preto entrou devagar, centímetro por centímetro. Os dedos dela apertavam o lençol. — TÁ QUASE INTEIRO! — AGUENTA. Enfiei tudo. O pau preto sumiu no cu de Letícia. A base de silicone encostou na bunda dela. — AGORA, LUCAS! LAMBE A BOCETA DELA! Ele enfiou a cara. A língua dele percorreu a boceta lisa e molhada de Letícia. Ela gemeu alto. — ASSIM, SEU CORNO! ASSIM! Comecei a meter. Devagar no início, sentindo o plástico deslizar no cu apertado dela. Depois rápido. Letícia gemia, os seios pequenos balançando. Lucas lambia freneticamente, o rosto coberto de lubrificação. Roberto, na cadeira, batia punheta devagar. O pau dele escorria. — MAIS RÁPIDO, PROFESSORA! – Letícia gritou. Acelerei. Meti com força. O pau preto entrava e saía, entrava e saía. O barulho molhado preenchia o quarto. — VOU GOZAR! – ela gritou. — GOZA NO ROSTO DO CORNO! Ela gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela, cobriu o rosto de Lucas. Ele abriu a boca, bebeu, lambeu os lábios. Continuei metendo. Letícia gozou de novo. Só de cu. O corpo dela tremeu, as pernas cederam. — PARA – ela pediu, ofegante. – NÃO AGUENTO MAIS. Tirei o cintaralho. O cu dela ficou aberto, piscando, vermelho. — Roberto, para de bater punheta. Ele parou. O pau dele estava latejando, babando. — Vem aqui. Ele veio. Ajoelhou na minha frente. — Lambe o cu dela. Ele enfiou a cara no cu de Letícia. Lambeu. Ela gemeu. — MAIS FUNDO! Ele enfiou a língua. — ISSO, SEU CORNO! LAMBE O CU DA PUTINHA! Letícia gozou de novo, na cara de Roberto. Ele lambeu, bebeu, limpou. — Agora é a sua vez, Lucas – eu disse. Lucas ainda estava no chão, o rosto lambuzado, o pau duro. — Levanta. Ele se levantou. — Tira a roupa. Ele tirou. Ficou pelado. O corpo magro, os braços finos, o pau fino. Ele tremia. — Deita na cama. De bruços. Ele deitou. Empinou a bunda. O cu dele era pequeno, rosado, lisinho – depilado. — Você treinou? — Treinei – ele respondeu, a voz trêmula. – Com o vibrador. — Então não vai doer tanto. Vesti o cintaralho de novo. Passei lubrificante. Enfiei a ponta. Ele gritou. — CALMA – eu disse. – RESPIRA. Ele respirou fundo. Enfiei mais. O pau preto entrou devagar. Ele gemia, os dedos apertando o lençol. — TÁ DENTRO – ele sussurrou. Enfiei tudo. O pau preto sumiu no cu do corno. — AGORA METE! Metti. Rápido. Forte. Ele gemia, os olhos cheios de lágrimas. — ASSIM, PROFESSORA! ASSIM! — VOCÊ GOSTA DE DAR O CU? — AMO! — VOCÊ É VIADO? — SOU! SOU VIADO! SOU CORNO! SOU O QUE A SENHORA QUISER! — ENTÃO TOMA! Metti mais forte. Ele gozou. O pau fino dele jorrou no lençol, jatos grossos, quentes. Continuei metendo. Ele gozou de novo. Roberto assistia, de joelhos, o pau na mão, se masturbando. — AGORA VOCÊ, ROBERTO – eu disse, tirando o cintaralho. – VEM AQUI. Ele veio. Ajoelhou na minha frente. — Você quer comer o cu do Lucas? — Quero. — Então come. Roberto se ajoelhou atrás de Lucas. O pau dele – 18 centímetros, grosso – apontou para o cu já aberto de Lucas. — Enfia – eu ordenei. Roberto enfiou. Lucas gritou – não de dor, de prazer. — ISSO, CARALHO! ME COME! Roberto meteu. Forte. Rápido. O pau grosso dele entrava e saía, entrava e saía. Lucas gemia. — VOCÊ TAMBÉM, LETÍCIA – eu disse. – SENTA NA CARA DELE. Letícia montou no rosto de Lucas. A boceta lisa cobriu o nariz e a boca dele. — LAMBE, SEU CORNO! Ele lambeu. Ela gemia. — VOU GOZAR! – ela gritou. Gozou na cara de Lucas. Ele lambeu, bebeu, pediu mais. — ROBERTO, VOU GOZAR! – Lucas gritou. — GOZA DENTRO DE MIM! – Roberto respondeu. Lucas gozou. O pau fino jorrou no lençol. Roberto continuou metendo. Gozou dentro do cu de Lucas – jatos grossos, quentes, abundantes. Os quatro ficaram exaustos. Caíram na cama, suados, ofegantes. — Pronto – eu disse, depois de um longo silêncio. – Agora vocês são meus. Todos os três. — E o meu marido? – Letícia perguntou, rindo. – Ele não sabe de nada. — Ele vai saber. Uma hora. Ou não. Depende de você. — E a senhora? Vai contar para o seu? — Ele está aqui. Ele viu tudo. Ele participou. Ele não precisa ouvir história – ele viveu. Roberto olhou para mim. Os olhos dele estavam marejados. — Eu te amo – ele disse. — Eu sei – respondi. – Agora lambe a boceta da Letícia. Ela está suja de porra. Ele lambeu. Letícia gemeu. — ISSO, CORNO VELHO! LAMBE TUDO! — E você, Lucas – eu disse, apontando. – Lambe o cu do Roberto. Ele enfiou a cara. Lambeu. — MAIS FUNDO! Ele enfiou a língua. Os quatro gozaram mais uma vez. Depois dormiram. Acordei no domingo de manhã com os três na minha cama. Letícia aninhada no meu peito. Lucas de conchinha com Roberto. Eu no meio, o corpo suado, a boceta dolorida de tanto uso. — Bom dia – eu disse. — Bom dia, professora – Letícia respondeu. — Bom dia – Lucas e Roberto disseram juntos. — Hoje tem mais? — Hoje tem mais – eu respondi. – Mas agora, café da manhã. Todo mundo pelado. Todo mundo na cozinha. Fomos. Pelados. O sol entrava pela janela. O cheiro de café fresco enchia a casa. Roberto preparou o café. Letícia cortou o pão. Lucas passou a manteiga. Eu sentei na mesa. Abri as pernas. A boceta ainda estava inchada, vermelha. Escorrendo. — Letícia, vem aqui. Ela veio. Ajoelhou. — Lambe. Ela lambeu. — Roberto, vem aqui. Ele veio. Ajoelhou ao lado dela. — Lambe o cu dela. Ele lambeu. — Lucas, vem aqui. Ele veio. Ajoelhou atrás de Roberto. — Enfia o dedo no cu dele. Ele enfiou. Os quatro gemeram. O café esfriou. Ninguém se importou. — Esse é o melhor café da manhã da minha vida – eu disse. — Da minha também – Letícia respondeu, com a boca cheia. — Da minha – Lucas disse, com o dedo enfiado. — Da minha – Roberto disse, com a língua no cu de Letícia. Nós rimos. Nós gozamos. Nós comemos pão com manteiga. E no final da tarde, antes de irem embora, Letícia me perguntou: — Professora, quando é a próxima aula? — Na quarta-feira. Aqui. Mesmo horário. — O que a senhora vai ensinar? — Vou ensinar vocês a dividir. — Dividir o quê? — Dividir o prazer. Dividir a dor. Dividir a culpa. Dividir o amor. — A senhora acredita no amor? — Acredito. Só não acredito na monogamia. Ela sorriu. — Nem eu. Beijou minha boca. Depois beijou Roberto. Depois beijou Lucas. Foi embora. O corno manso foi atrás. Roberto fechou a porta. Me olhou. — Você está feliz? — Estou – respondi. – E você? — Estou. Acho que sim. — Não tem certeza? — Tenho. Só estou processando. — Processa rápido. Quarta tem mais. — Eu sei. — E quarta você vai dar o cu para o Lucas. — Vou. — E vai gostar. — Vou. Ele me abraçou. — Eu te amo – ele repetiu. — Eu também te amo – respondi. – Agora vamos tomar banho. A boceta está pedindo. Fomos. O box era pequeno. Coube nós dois. E mais ninguém. Mas na quarta ia caber todo mundo. A terça-feira foi um ensaio. Roberto passou o dia todo me olhando de um jeito diferente – não só com desejo, mas com uma espécie de admiração nova. Como se eu tivesse subido de nível na cabeça dele. Ele me ajudou a arrumar a casa, lavou a louça, passou as cortinas. Não fez nenhuma piada. Não tentou nada. Só me servia. — Você está quieto – eu disse, à tarde, enquanto ele dobrava as toalhas. — Estou pensando. — No quê? — Em amanhã. — O que tem amanhã? — Eu vou dar o cu para o Lucas. — Vai. — E eu nunca fiz isso. — Eu sei. — Você acha que vai doer? — Um pouco. No começo. Depois passa. — E depois? — Depois você vai querer mais. Ele parou de dobrar as toalhas. Olhou para mim. — Você já deu o cu? — Já. — Para quem? — Para você. Lembra? Na lua de mel. Você enfiou o dedo. — Só o dedo. — E o vibrador. — Isso não conta. — Conta sim. Você gemeu. — Eu estava bêbado. — Você estava sóbrio. E gozou. Ele corou. Guardei aquela imagem mental – Roberto corado, lembrando da primeira vez que experimentou prazer anal. Serviria para humilhá-lo mais tarde, se precisasse. Na quarta-feira, às 19h, minha casa estava pronta. Velas acesas. Vinho tinto aberto para respirar. Música ambiente – algo com piano, algo lento. Os lençóis da cama eram novos, pretos, de algodão egípcio. Na mesa de cabeceira, uma bandeja com lubrificante, camisinhas, um vibrador pequeno e um plug anal prateado – esse último para Roberto, se ele se comportasse. Às 19h45, tomei banho. Me depilei de novo – a boceta já estava lisa, mas passei a gilete por precaução. Óleo de coco na pele. Perfume no pescoço, nos pulsos, atrás dos joelhos, na virilha. Cabelo solto, maquiagem suave – queria parecer uma deusa, não uma puta. Pelo menos no começo. Roberto estava na sala, vestido com a calça de couro preta e uma camisa branca de botões, aberta no peito. Os mamilos apareciam. O pau já marcava a calça. — Você está bonito – eu disse. — Você está linda. — Eu sei. Senta no sofá. Espera. Ele sentou. Às 20h em ponto, a campainha tocou. Abri a porta. Letícia estava com um vestido curto, azul marinho, decote nas costas. Cabelo azul solto, maquiagem carregada. Atrás dela, Lucas – jeans preto, camiseta branca, jaqueta de couro. Os dois estavam tensos. Dava para ver nas mãos suadas, nas respirações ofegantes. — Entrem. Eles entraram. Letícia me beijou no rosto. Lucas apertou minha mão – suada, fria. — Onde está o Roberto? – Letícia perguntou. — Na sala. Esperando. Fomos para a sala. Roberto se levantou quando entramos. Os quatro se olharam. O silêncio foi denso, carregado de eletricidade. — Senta – eu disse, apontando para o sofá. Letícia sentou ao lado de Roberto. Lucas sentou ao lado de Letícia. Eu fiquei de pé, na frente deles, como uma professora diante da turma. — Hoje a aula é sobre divisão – eu comecei. – Dividir o prazer. Dividir a atenção. Dividir o corpo. E dividir a humilhação. — Quem vai ser humilhado? – Lucas perguntou, com a voz trêmula. — Você. Sempre você. Ele baixou os olhos. — Roberto – eu disse. – Levanta. Ele se levantou. — Tira a camisa. Ele tirou. O peito liso, os mamilos duros, a calça de couro preta marcando o pau. — Tira a calça. Ele tirou. Ficou só de cueca – uma cueca branca, apertada, encharcada de pré-gozo. O volume era grande. — Lucas, levanta. Ele se levantou. — Tira a jaqueta. Ele tirou. — Tira a camisa. Ele tirou. O corpo magro, os braços finos, o peito liso. Os mamilos pequenos, claros. Uma tatuagem pequena no ombro – uma âncora. — Tira a calça. Ele tirou. Ficou só de cueca – preta, apertada, também encharcada. O pau dele marcava menos. Era menor. Mais fino. — Ajoelha – eu ordenei para os dois. Os dois se ajoelharam. Lado a lado. Roberto, o marido de 45 anos, pau grande. Lucas, o namorado de 23 anos, pau pequeno. Os dois cornos mansos. Os dois prontos para obedecer. — Letícia, vem cá. Ela se levantou. Veio até mim. — Tira o vestido. Ela tirou. Ficou pelada. Os seios pequenos, os mamilos escuros e duros. A boceta lisa, rosada, já molhada. O piercing na língua brilhava. — Deita na mesa de centro. Ela deitou. A mesa de centro era baixa, de madeira escura, larga o suficiente para um corpo. Ela ficou de costas, os cabelos azuis espalhados, os olhos verdes brilhando. — Abre as pernas. Ela abriu. A boceta apareceu – os pequenos lábios abertos, o clitóris saltado, o líquido claro escorrendo pela fenda até o cu. — Lucas. Vem aqui. Ele se levantou, de joelhos, e foi até o pé da mesa de centro. — Deita debaixo dela. De costas. Ele se deitou debaixo de Letícia. O rosto dele ficou bem debaixo da boceta dela. — Quando eu mandar, você lambe. Até ela gozar. — Sim, senhora. — Roberto. Vem aqui. Ele veio. Ajoelhou ao lado da mesa. — Você vai chupar os peitos dela. Enquanto eu preparo o resto. — Sim, senhora. Roberto se inclinou. Começou a chupar os seios pequenos de Letícia. Os mamilos escuros desapareceram na boca dele. Ela gemeu baixo. — MAIS FORTE – ela pediu. Ele chupou com mais força. Mordeu. Ela arqueou as costas. — ISSO, CORNO VELHO! ASSIM! Vesti o cintaralho. O mesmo da última vez – preto, 20 centímetros, grosso, veiado. Ajustei as tiras na cintura. Passei lubrificante na ponta. — Letícia, hoje eu vou comer o seu cu de novo. Mas dessa vez, você vai pedir. — Professora, come o meu cu. — Não assim. Com mais vontade. — POR FAVOR, PROFESSORA, COME O MEU CU! ENFIA ESSE PAU DE BORRACHA NO MEU CU! ME FAZ GOZAR IGUAL DA ÚLTIMA VEZ! — Agora sim. Enfiei a ponta. Ela gritou. — ISSO, CARALHO! Enfiei mais. O pau preto entrou devagar. Roberto continuava chupando os seios dela. Lucas, debaixo, começou a lamber a boceta dela – mesmo sem eu mandar. — CORNO SAFADO! – eu gritei. – EU NÃO MANDEI LAMBER! — Desculpa – ele murmurou, com a boca cheia. — Continua. Mas se gozar sem permissão, você vai lamber o chão. Enfiei tudo. O pau preto sumiu no cu de Letícia. Ela arqueou as costas, os dedos apertando a madeira da mesa. — AGORA METE! Metti. Rápido. Forte. O pau preto entrava e saía, entrava e saía. Roberto chupava os seios de Letícia. Lucas lambia a boceta dela. Os três gemiam. Eu suava. O cintaralho batia na minha virilha. — VOU GOZAR! – Letícia gritou. — GOZA! Ela gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela, escorreu pelo rosto de Lucas. Ele lambeu, bebeu, pediu mais. Continuei metendo. Ela gozou de novo – dessa vez, só de cu. — PARA – ela pediu, ofegante. – NÃO AGUENTO MAIS. Tirei o cintaralho. O cu dela ficou aberto, piscando, vermelho. — Roberto, para de chupar. Ele parou. — Lucas, levanta. Ele se levantou. O rosto lambuzado, o pau duro dentro da cueca preta. — Tira a cueca. Ele tirou. O pau pulou para fora – 16 centímetros, fino. A cabecinha roxa, brilhando. Ele tremia. — Deita na cama. De bruços. Ele deitou na cama. Empinou a bunda. O cu pequeno, rosado, lisinho. — Roberto, vem aqui. Roberto veio. Ajoelhou na beirada da cama. — Você vai comer o cu dele. Devagar. E não pode gozar até eu mandar. — Sim, senhora. Roberto se ajoelhou atrás de Lucas. O pau dele – 18 centímetros, grosso – apontou para o cu de Lucas. — Enfia – eu ordenei. Roberto enfiou a ponta. Lucas gritou. — CALMA – eu disse. – RESPIRA. Lucas respirou fundo. Roberto enfiou mais. O pau grosso entrou devagar. Lucas gemia, os dedos apertando o lençol. — TÁ DENTRO – Lucas sussurrou. — METE – eu ordenei. Roberto meteu. Devagar no início, depois rápido. Lucas gemia, os olhos cheios de lágrimas. — ASSIM, CARALHO! ASSIM! — Letícia, vem aqui. Letícia se levantou da mesa de centro. A boceta ainda escorria. O cu ainda piscava. Ela veio até mim. — Senta na cara dele. Ela montou no rosto de Lucas. A boceta lisa cobriu o nariz e a boca dele. — LAMBE, SEU CORNO! Ele lambeu. Ela gemia. — MAIS FUNDO! Ele enfiou a língua. — VOU GOZAR! – Letícia gritou. — GOZA NA CARA DO CORNO! Ela gozou. O jorro claro escorreu pelo rosto de Lucas. Ele lambeu, bebeu. Roberto continuou metendo. O pau grosso entrava e saía, entrava e saía. Lucas gozou – o pau fino jorrou no lençol. — ROBERTO, VOU GOZAR! – Lucas gritou. — GOZA DENTRO DE MIM! – Roberto respondeu. Roberto gozou. Jatos grossos, quentes, dentro do cu de Lucas. O corpo dele tremeu. Os quatro ficaram exaustos. Caíram na cama, suados, ofegantes. — Pronto – eu disse. – Primeira parte. — Tem mais? – Letícia perguntou, ofegante. — Tem. Agora é a vez de Roberto dar o cu. Roberto olhou para mim. Os olhos dele estavam marejados. — Você prometeu – eu disse. — Eu sei. — Deita de bruços. Ele deitou. Empinou a bunda. O cu dele era grande, escuro, cercado por pelos grisalhos. Ele nunca tinha depilado. Nunca tinha dado o cu. Nunca tinha tido nada maior que um dedo ali. — Lucas, vem aqui. Lucas se levantou. O pau dele ainda estava duro – 16 centímetros, fino. — Você vai comer o cu do Roberto. Devagar. Com cuidado. Ele é virgem. — Sim, senhora. Lucas se ajoelhou atrás de Roberto. Passou lubrificante no pau. Passou no cu de Roberto. — Enfia. Lucas enfiou a ponta. Roberto gritou. — CALMA – eu disse. – RESPIRA. Roberto respirou fundo. Lucas enfiou mais. O pau fino entrou devagar. Roberto gemia, os dedos apertando o lençol. — TÁ DENTRO – Roberto sussurrou, a voz falhando. — METE – eu ordenei. Lucas meteu. Devagar no início, depois rápido. Roberto gemia, os olhos cheios de lágrimas. — ASSIM, CARALHO! ASSIM! — Letícia, vem aqui. Letícia veio. Ajoelhou na minha frente. — Lambe a minha boceta. Ela lambeu. O piercing na língua roçou no meu clitóris. Eu gemia. — MAIS RÁPIDO! Ela acelerou. — VOU GOZAR! — GOZA NA MINHA CARA, PROFESSORA! Gozei. O líquido claro jorrou na cara dela. Ela lambeu os lábios, bebeu. Roberto gozou – o pau grande dele jorrou no lençol. Lucas continuou metendo. Gozou dentro do cu de Roberto. Os quatro caíram na cama de novo. Exaustos. Suados. As bocetas e cus escorrendo. — Pronto – eu disse. – Agora vocês estão todos fodidos. Literalmente. — E a senhora? – Letícia perguntou. – A senhora está satisfeita? — Estou. Mas quero mais. — O quê? — Quero ver vocês dois – apontei para Lucas e Roberto – se beijando. Os dois se olharam. — Beijo grego – eu disse. – Lucas, enfia a língua no cu do Roberto. Roberto, enfia a língua no cu do Lucas. Ao mesmo tempo. Os dois se ajoelharam, frente a frente. Enfiram as caras nos cus um do outro. Lambeu. Enfiram as línguas. — ISSO, SEUS CORNOS! ASSIM QUE É BOM! Letícia se ajoelhou na minha frente. Enfiou a língua na minha boceta. Eu gemia. Os quatro gozaram juntos. Dormimos. Acordei no domingo de manhã com os três na minha cama. Letícia aninhada no meu peito. Lucas de conchinha com Roberto. Eu no meio, o corpo suado, a boceta dolorida de tanto uso. — Bom dia – eu disse. — Bom dia, professora – Letícia respondeu. — Bom dia – Lucas e Roberto disseram juntos. — Hoje é domingo. — Hoje é dia de descanso – Letícia disse. — Descanso é para os fracos – respondi. — O que a senhora quer fazer? — Quero tomar café da manhã. Depois quero transar de novo. Depois quero almoçar. Depois quero transar de novo. Depois quero jantar. Depois quero transar de novo. Depois quero dormir. — E na segunda? – Lucas perguntou. — Na segunda vocês vão embora. — E a gente volta quando? — Quando eu chamar. — E o Roberto? – Letícia perguntou. – Ele vai continuar sendo seu marido? — Ele nunca deixou de ser. Só aprendeu a ser mais. — Mais o quê? — Mais submisso. Mais aberto. Mais fodido. Roberto sorriu. Ele parecia feliz. Realmente feliz. Fomos para a cozinha. Pelados. O sol entrava pela janela. O cheiro de café fresco enchia a casa. Roberto preparou o café. Letícia cortou o pão. Lucas passou a manteiga. Eu sentei na mesa. Abri as pernas. A boceta ainda estava inchada, vermelha. Escorrendo. — Letícia, vem aqui. Ela veio. Ajoelhou. — Lambe. Ela lambeu. — Roberto, vem aqui. Ele veio. Ajoelhou ao lado dela. — Lambe o cu dela. Ele lambeu. — Lucas, vem aqui. Ele veio. Ajoelhou atrás de Roberto. — Enfia o dedo no cu dele. Ele enfiou. Os quatro gemeram. O café esfriou. Ninguém se importou. — Esse é o melhor café da manhã da minha vida – eu disse. — Da minha também – Letícia respondeu, com a boca cheia. — Da minha – Lucas disse, com o dedo enfiado. — Da minha – Roberto disse, com a língua no cu de Letícia. Nós rimos. Nós gozamos. Nós comemos pão com manteiga. E no final da tarde, antes de irem embora, Letícia me perguntou: — Professora, quando é a próxima aula? — Quando eu quiser. — E a senhora vai querer quando? — Logo. Muito logo. — Posso trazer uma amiga? — Ela é bonita? — Muito. — Ela é corna? — Ainda não. Mas pode ser. — Então traz. Letícia beijou minha boca. Depois beijou Roberto. Depois beijou Lucas. Foi embora. O corno manso foi atrás. Roberto fechou a porta. Me olhou. — Você está feliz? — Estou – respondi. – E você? — Estou. Aprendi a lição. — Que lição? — Que eu não preciso ser o único homem da sua vida. Eu só preciso ser o seu homem. — E você é. — Eu sei. Ele me abraçou. — Eu te amo. — Eu também te amo. Agora vamos tomar banho. A boceta está pedindo. Fomos. O box era pequeno. Coube nós dois. E na segunda-feira, quando ele foi trabalhar, eu fiquei em casa. Peguei o celular. Mandei mensagem para Letícia: "Sábado. 20h. Traz a amiga. E traz o namorado dela, se ela tiver. Se não tiver, a gente arruma um." Ela respondeu: "Ela tem. Ele é corno também. Só não sabe ainda." Respondi: "Vai saber sábado." Guardei o celular. Fui para o quarto. Tirei a roupa. Olhei no espelho. A boceta lisa, rosada, esperando. Sentei na cama. Abri as pernas. Comecei a me masturbar pensando em sábado. O cheiro de sexo ainda estava no ar. O cheiro de poder. O cheiro de quem finalmente encontrou o que procurava. E que não ia parar por aí.
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