O JOGO DAS CONFISSÕES

O sol começava a cair quando a cerveja gelada bateu pela terceira vez na mesa de madeira. O cheiro da carne assando se misturava com o capim do quintal, com o cloro da piscina que ninguém usou, com o perfume barato do repelente que a esposa do dono da casa tinha passado no braço.
Éramos seis.
Eu, quarenta e dois, escritor de contos eróticos às escondidas. Ninguém sabia. Nem minha esposa. Minha família inteira me via como o cara certinho que trabalha com números, usa camisa social, paga as contas em dia. Se soubessem que eu passo as noites escrevendo sobre corpos suados, bocetas menstruadas, línguas no cu e correntes de porra, cairiam duras.
Minha esposa – Cintia. Trinta e nove. Prima do dono da casa. Corpo de quem malhou a vida inteira, mas agora começava a ceder à gravidade de um jeito lindo. Peitos médios, mamilos claros, bunda larga. A boceta? Eu conhecia bem. Peluda por vontade minha – eu pedi pra ela parar de depilar anos atrás. Os pelos escuros e grossos cobriam os grandes lábios como uma mata, e o cheiro… Deus, o cheiro. Quando ela chegava do trabalho, antes do banho, eu enfiava a cara ali e inspirava fundo. Ácido. Forte. Selvagem.
O dono da casa – Beto. Quarenta. Marido da prima da Cintia. Segundo homem da vida dela – ela só conheceu um pinto antes dele, namorado de adolescência. Beto era o oposto de mim. Extrovertido, falava alto, ria de tudo. Barriga de chop puxada pra dentro, braços fortes de quem mexe com ferragens, mãos calejadas.
A esposa dele – Tati. Trinta e nove. Também prima da minha esposa – eram três primas, as filhas do mesmo avô. Tati era a mais velha das três. Peito grande, natural, caído mas firme. Cabelo preto, liso, até a cintura. Olhos de quem já viu de tudo. E uma boceta que eu só podia imaginar – mas imaginava sempre.
E os dois mais novos: os irmãos Lucas e Sofia. Ele, vinte e cinco, formado em educação física, corpo de atleta. Ela, vinte e três, cursando psicologia, magrinha, peito pequeno, bunda empinada. Sempre foram próximos dos primos mais velhos – eu mesmo via eles crescerem. A diferença de idade nunca foi barreira. A gente sempre se tratou como iguais.
O churrasco era nosso. Nossas férias. Nossas línguas soltas.
A cerveja desceu. O vinho tinto também – um chileno barato que o Beto comprou por engano.
Beto levantou o copo.
— Saúde.
— Saúde – todos responderam.
Sofia – a mais nova – já estava com a terceira taça. O rosto corado. Os olhos brilhando.
— Sabe o que eu tava pensando? – ela disse, a voz um pouco mais alta que o normal. – A gente nunca conversa sobre… sabe… aquilo.
— Aquilo o quê? – Lucas, o irmão mais velho, arregalou os olhos.
— Sexo, seu idiota.
Silêncio. Depois risada.
— A gente conversa – Tati disse, acendendo um cigarro. – Só não com vocês.
— Pois devia – Sofia continuou. – A gente é adulto. Eu tô cansada de fingir que penso só em trabalho e novela.
Cintia – minha esposa – me olhou. Ela sabia que eu tinha opiniões. Ela só não sabia o quanto.
Beto serviu mais vinho.
— Tá bom, então. Vamos falar de sexo. Primeiro todos contam como perdeu a virgindade. Regra: sem mentira. Vale tudo.
Lucas e Sofia trocaram olhares. Depois sorriram.
— Eu começo – disse Beto.
— Eu perdi com dezoito anos. Foi com uma mulher mais velha, vizinha do meu tio. Ela devia ter uns quarenta, quarenta e cinco. Gorda. Peito enorme. Ela me chamou pra tomar café, eu fui, e quando eu entrei na cozinha ela já estava pelada. Eu gelei. Ela riu. Mandou eu tirar a roupa. Meu pau tava duro, claro. Ela sentou em cima de mim na cadeira da cozinha, no chão. Foi rápido. Eu gozei em menos de um minuto. Ela não gozou. Mas me ensinou o resto naquela noite.
— Foi com ela que aprendeu a chupar uma boceta? – perguntou Tati, com a ponta do cigarro no canto da boca.
— Foi. Ela sentou na minha cara. Eu quase morri sufocado. Foi lindo.
TATI:
— Eu perdi com o Beto. Foi casamento. Eu guardei até os vinte e cinco. Religião, sabe? Noiva até casar. Namorei dois anos sem dar. Na lua de mel, tirei a roupa, deitei, ele subiu em cima. Doeu. Mas doeu gostoso. Sangrou. Ele limpou com o lençol e guardou. Ia emoldurar – brincadeira. Eu nunca vi outro pinto. Só o dele.
— Nunca teve curiosidade? – Sofia perguntou.
— Muita. Mas não fiz nada.
LUCAS:
— Eu perdi com quinze. Foi na casa de um amigo. A gente tava assistindo pornô, ele me chupou, eu gozei. No final descobri que ele só queria saber como era. Nunca mais fiz com homem depois disso. Só com mulher. Mas a primeira vez foi com ele. Não foi penetração, mas foi sexo. Vale?
— Vale – eu disse. – Sexo não é só pau na boceta. Sexo é dois corpos se esfregando até gozar.
SOFIA:
— Eu perdi com dezessete. Foi na casa de uma amiga. A gente ficou se beijando e ela colocou a mão na minha calcinha. Ela me masturbou. Eu gozei. Depois eu masturbei ela. A gente nunca transou com homem junto. Ficou só nisso uns meses. Depois ela foi morar em outro estado e a gente perdeu contato.
— Você sente falta? – Cintia perguntou.
— Da amizade, sim. Do sexo também. Mas eu casei com homem depois. Gosto de pau também.
CINTIA (minha esposa):
— Eu perdi com o namorado antes do Beto. A gente tinha dezenove. Foi num drive-in. Sabe aqueles motéis antigos com garagem? A gente foi de carro, empurrou o banco pra trás, e ele me comeu. A janela embaçou todinha. Eu não sabia o que fazer. Me fingi de experiente, mas tava tremendo. Ele gozou fora, na minha barriga. Depois limpei com a camiseta. Guardei a camiseta suja na bolsa por uma semana. Não sei por quê.
— Ele era grande? – Tati perguntou.
— O pau dele era… era bonito. Grosso. Mais grosso que o do Beto. Não enorme, mas grosso. Eu tinha curiosidade de ver outro pinto depois de tantos anos. Só pra comparar. Mas nunca vi.
E EU.
Silêncio.
— Você não conta? – Beto perguntou, me servindo mais vinho.
— Conto. Foi com vinte e um. Uma colega da faculdade. A gente bebeu, foi pro meu apartamento. Ela tirou a roupa, eu tirei. Ela me fez chupar a boceta dela. Eu nunca tinha feito isso. Fiquei com medo de fazer errado. Ela falou: "só lambe, idiota". Lamber. Eu lambi. Ela gemeu. Isso me deixou duro igual pedra. Encaixei. Gozei rápido. Ela riu. Depois me ensinou a fazer direito.
— E você aprendeu? – Sofia perguntou, maliciosa.
— Aprendi. E gosto até hoje.
O vinho acabou. Beto abriu outro. A carne já tinha virado cinza na brasa, mas ninguém ligava.
— Sabe o que eu achei outro dia? – eu disse, tentando soar casual. – Navegando sem pretensão… achei uns contos eróticos. Num site. Fiquei curioso. Nunca tinha lido nada assim.
— Ah, esses sites são cheios de loucura – Beto disse, rindo. – A gente já entrou junto uma vez com a Tati. Só por curiosidade.
— Pois é. E eu fiquei encucado. Os caras escrevem sobre um monte de fetiche. Coisa que eu nunca pensei que alguém fizesse. Tem um tópico lá… "Confissões". A galera conta o que já fez. Verdade ou mentira, não sei. Mas é quente.
— Mostra – Tati pediu.
Peguei meu celular. Abri o site – meu site, onde eu posto pelo menos dois contos por semana com outro nome. Ninguém ali sabia. Mostrei a tela de relance, só os títulos.
— Olha os temas: cuckold, bi, trans, homossexual, incesto, grupal, fetiches, fantasias… até sobre virgem tem.
— Cuckold é o que mesmo? – Lucas perguntou.
— É quando o cara gosta de ver a mulher com outro – Sofia respondeu. – Tem um nome técnico: corno manso.
Todo mundo riu.
— Você sabe muito – Beto disse, olhando pra ela.
— Leio também. Escondido.
— Então – eu continuei, sentindo o pau endurecer dentro da bermuda – eu pensei numa brincadeira. Cada um escolhe um tema desses e conta uma história. Pode ser verdade ou pode ser fantasia. Os outros têm que adivinhar qual é qual. Se acertarem, quem contou tira uma peça de roupa. Se errarem, quem acertou tira.
— E quem ficar pelado? – Tati perguntou, com o olho brilhando.
— Aí a gente inventa outra regra.
Ninguém recusou.
TEMA: PERDEU A VIRGINDADE TARDE
— Eu vou – a prima mais nova, Sofia, falou.
Ela se levantou. A taça de vinho na mão. O short jeans marcando a bunda.
— Eu perdi a virgindade com homem só com vinte e dois. Foi com meu marido. Mas antes disso, eu já tinha feito tudo com mulher. Me chuparam, chupei, gozei. Só não sabia o que era pau. Quando meu marido me comeu pela primeira vez, eu chorei. Não de dor – de medo. Não sabia se ia gostar. Gostei. Agora quero experimentar outros. Mas ele não deixa.
— Verdade ou fantasia? – perguntei, mesmo sabendo que era verdade.
— Verdade – Beto disse. – Conheço o marido dela. Ele é ciumento.
— Verdade – eu confirmei.
Sofia tirou a sandália. Uma peça.
TEMA: BATEU UMA PUNHETA E FOI CHUPADO POR UM AMIGO
— Minha vez – Lucas falou.
— A gente sabe que isso é verdade – eu disse, rindo. – Você já contou.
— Mas eu vou contar o resto. O que eu não contei. Depois que ele me chupou, a gente ficou se masturbando juntos. Eu bati punheta pra ele, ele bateu pra mim. Ele pediu pra eu enfiar o dedo no cu dele. Enfiei. Ele gemeu. Ele pediu pra eu comer ele. Eu… eu não consegui. Era a primeira vez que alguém pedia isso. Tive medo. Me arrependo até hoje. Queria saber como é.
— Verdade – Sofia disse, olhando pro irmão. – Ele me contou na época.
— Verdade – eu disse.
Lucas tirou a camisa. O peito musculoso, os pelos finos no centro, os mamilos escuros.
TEMA: MENSTRUAÇÃO
— Eu conto – falei.
Meu coração acelerou. Nunca falei disso com ninguém.
— Aconteceu um mês depois do casamento. A gente tava na lua de mel, num resort. Cintia tava menstruada. Muito. Fluxo forte. Ela disse que não ia rolar, mas eu… eu pedi. Ela estranhou. Eu disse que sempre tive vontade de ver sangue. Ela riu, achou que era brincadeira. Não era. Ela deixou. Colocou uma toalha preta embaixo. Eu chupei a boceta dela menstruada. O sangue escorreu na minha língua, no meu queixo. Ela gozou. Depois me montou. Me masturbou com a mão cheia do sangue dela. E eu gozei. Foi a primeira vez que gozei vendo sangue.
Silêncio.
— Verdade – Cintia falou, baixo. – Foi verdade. Eu nunca tinha feito isso. Nem sabia que existia. Mas ele pediu. E eu gostei.
— Verdade – Tati disse, com a voz um pouco rouca.
— Verdade – os outros confirmaram.
Tirei a sandália. Uma peça.
TEMA: LUTINHA QUE VIROU ESFREGA-ESFREGA ENTRE IRMÃOS
Foi Sofia quem pediu pra contar essa.
— A gente nunca falou disso – ela começou, olhando pro irmão. Lucas desviou o olhar, mas não negou.
— Aconteceu quando eu tinha quinze e ele dezessete. A gente tava sozinho em casa. Começou como uma brincadeira besta – ele me agarrou por trás, fingindo que ia me jogar no sofá. Eu fingi que ia lutar. A gente caiu no chão da sala. Eu por cima, ele por baixo. Aí a gente parou de lutar. Meu rosto tava perto do rosto dele. A gente se olhou. Eu senti o pau dele duro na minha coxa. Ele sentiu a minha boceta molhada na barriga dele. A gente não falou nada. Só começou a se esfregar. Devagar. Pela roupa. Eu gemendo baixo, ele ofegante. A gente gozou junto – eu molhei a calça, ele molhou a cueca. Depois a gente se levantou, se olhou, e nunca mais falou sobre isso.
— Verdade – Lucas disse, a voz falhando. – Foi verdade. A gente nunca fez de novo. Mas eu lembro de cada segundo.
— Verdade – Cintia disse, olhando pros dois com os olhos marejados.
— Verdade – todos confirmaram.
Sofia tirou o short. Ficou de calcinha.
TEMA: TESÃO NA ACADEMIA
— Eu conto essa – Lucas disse, já mais solto.
— Tinha uma personal trainer na academia que eu malhava. Ela era casada, uns quarenta anos, corpo de tanquinho, bunda empinada. Ela me passava os treinos, ficava perto, corrigia minha postura. A mão dela no meu ombro, na minha coxa. Um dia ela me chamou pra treinar num horário vazio, depois do fechamento. A gente ficou sozinho na academia. Ela me mandou fazer agachamento. Enquanto eu agachava, ela ficou atrás de mim, esfregando a boceta na minha bunda. Eu fiquei duro. Ela viu. Ela abaixou meu short, enfiou a mão. Me masturbou ali mesmo, em pé, no meio da academia, com as câmeras desligadas. Eu gozei na mão dela. Ela lambeu. Depois disse: "segunda-feira tem mais". Teve. Durante três meses.
— Verdade – Sofia disse. – Eu lembro dessa época. Ele chegava em casa suado e feliz.
— Verdade – eu confirmei.
Lucas tirou a bermuda. Ficou de cueca.
TEMA: CONSULTÓRIO MÉDICO E DENTISTA
— Eu conto duas em uma – Sofia disse, rindo.
— Primeiro: dentista. Eu tinha dezenove anos, fui fazer um tratamento de canal. O dentista era novo, bonito, mãos finas. Ele enfiou a mão na minha boca, obviamente. Mas a mão dele tremia. Eu vi o pau dele duro por baixo do jaleco. No final da consulta, ele me pediu desculpas. Eu disse: "não precisa se desculpar. Só me beija". Ele me beijou. A gente transou na cadeira do consultório, depois do expediente. Ele me comeu de ladinho, com os instrumentos pendurados na parede.
— Segundo: médico. Ginecologista. Eu já era casada. Fui fazer o preventivo. O médico era velho, sessentão, cabelo grisalho, pentelhos brancos aparecendo por baixo do jaleco quando ele se abaixava. Olhos de safado. Ele pediu pra eu tirar a calcinha, abrir as pernas, colocar os pés nos estribos. Eu tava sem calcinha por baixo do vestido – de propósito. Ele levantou meu vestido, viu que eu já tava depilada, molhada. Ele disse: "a senhora já veio preparada". Eu disse: "vim". Ele enfiou o dedo, depois o espéculo, depois o pau. Ele me comeu na maca ginecológica. Com a porta destrancada. Eu gozei duas vezes.
— As duas são verdade? – Beto perguntou.
— As duas – Sofia respondeu.
— Verdade – Lucas confirmou, rindo. – Ela me contou do dentista na época.
— Verdade – Cintia disse, com inveja na voz. – A gente nunca tem sorte assim.
Sofia tirou a calcinha. Ficou só de top.
TEMA: PROFESSORA COROA
— Eu conto essa – Lucas disse, com o pau já marcando na cueca.
— Eu tinha dezessete anos. Minha professora de literatura, quarenta e poucos, divorciada, cabelo grisalho, óculos de grau. Ela me chamou pra "recuperação" depois da aula. A gente ficou sozinho na sala. Ela fechou a porta, sentou na minha mesa, abriu as pernas. Não tinha calcinha. A boceta dela era peluda, grisalha, muitos pentelhos brancos já misturados com os escuros. Cheirosa. Ela disse: "sua média tá baixa. Mas a gente pode resolver isso". Eu chupei ela na mesa do professor. Ela gozou na minha boca. Depois me masturbou. Depois me ensinou a comer uma mulher de verdade. Passei de ano. E até hoje tenho tesão por coroa. Pelo branco. Boca de velha. Suor de mulher madura. Axila peluda. Tudo.
— Verdade – Sofia disse, rindo. – Eu lembro. Ele chegou em casa com o boletim e um sorriso de orelha a orelha.
— Verdade – eu disse.
Lucas tirou a cueca. Ficou nu. O pau já meia bomba, grosso, veiado.
TEMA: QUERO CHUPAR BOCETA GOZADA POR OUTRO
Agora foi Beto.
Ele pigarreou. Olhou pra Tati. Ela acenou com a cabeça – autorização.
— Não aconteceu. Mas eu quero. Muito. Desde que a gente casou, eu só gozei dentro da boceta dela. O resto escorreu ou eu gozei fora. Mas eu queria… queria que outro gozasse dentro dela. E eu chupar ela depois. Sentir o gosto da porra de outro homem misturado com a lubrificação dela. Talvez do leite dela, se ela tivesse. Ela não tem. E também tenho desejo pela minha sogra. Ela é coroa de sessenta, cabelo branco, boceta peluda com pentelho branco também. Já peguei calcinha usada dela no cesto de roupa. Cheirei. Aquele cheiro forte de mulher mais velha. Me deixou louco.
— Fantasia – Sofia disse, rindo. – Você nunca fez isso.
— Fantasia – eu disse, sabendo que era verdade – mas o desejo é real.
Beto tirou a camisa. Ficou de cueca.
TEMA: DUPLA PENETRAÇÃO COM TRANS
— Eu – Tati disse, sem titubear.
— Você? – Cintia arregalou os olhos.
— Eu nunca fiz. Mas sonho com isso desde os trinta. Uma mulher trans – com pau de verdade, mas corpo de mulher. Peitos, cabelo comprido, quadril largo. Ela me comeria de quatro enquanto eu chupo meu marido. Ou os dois ao mesmo tempo. Não sei. Quero. Também tenho desejo por um primo distante. Ele é uns dez anos mais novo, corpo de nadador. Uma vez ele dormiu na minha casa depois de uma festa. Eu peguei a cueca dele do banheiro. Cheirei. Tinha o cheiro do pau dele, do suor, do dia inteiro. Quase gozei ali mesmo.
— Fantasia – Lucas disse.
— Verdade? – Sofia perguntou.
— Fantasia – Tati confirmou. – Mas é verdade que é meu sonho de consumo.
Tati tirou o short. Ficou de calcinha.
TEMA: TESÃO POR GRÁVIDA
— Eu – falei de novo.
O pau já estava duro. Cruzei as pernas.
— Quando a Cintia tava grávida do primeiro, eu tive o melhor sexo da minha vida. O cheiro dela mudou. Os peitos cresceram. Vazava leite. Ela ficou com nojo do próprio corpo, eu achei que ela nunca esteve tão linda. Eu passava a língua na barriga, chupava o leite dos mamilos. A boceta dela… ficou mais inchada, mais sensível, mais molhada. Eu enfiava a cara ali e não tirava mais. O cheiro era mais ácido, mais forte. Eu gozava só de cheirar. E também já desejei minha prima. A mãe da Sofia. Tia coroa, sessenta e poucos, peito caído, pentelho branco na boceta. Ela uma vez deixou a calcinha no banheiro depois do banho. Eu peguei, cheirei. Era o cheiro mais forte que já senti. Quase gozei nas calças.
Cintia me olhou. Os olhos marejados.
— É verdade – ela disse. – Ele nunca tinha falado isso. Mas era verdade.
— Verdade – os outros disseram.
Tirei a bermuda. Fiquei de cueca.
TEMA: TESÃO POR XIXI
— Minha vez – Lucas disse.
— Conta.
— Eu já fiz. Com a Sofia.
— QUÊ? – Beto quase caiu da cadeira.
— A gente tava brincando de verdade ou desafio, num churrasco parecido com esse, mas só nós dois. Ela perdeu um desafio. O desafio era mijar na minha mão. Ela mijou. Na minha mão. Eu levei a mão ao nariz, cheirei. Depois lambi. Aí eu pedi pra ela mijar na minha boca. Ela mijou. Eu bebi. A gente nunca mais falou nisso.
— Verdade ou mentira? – Tati perguntou.
— Verdade – Sofia respondeu, sem graça. – Foi nojento. Mas ele pediu. E eu tava bêbada.
— Verdade – eu disse, porque eu também já tive vontade.
Lucas já estava nu. Não tinha mais o que tirar. Então ficou em pé, o pau duro, esperando a próxima regra.
TEMA: CHEIRAR CALCINHA E CUECA
Foi Sofia quem pediu pra contar essa, com um sorriso safado.
— Eu tenho um fetiche que nunca contei pra ninguém. Eu adoro cheirar calcinha usada. Não de qualquer uma – de mulher mais velha. Tia, prima mais velha, sogra. O cheiro forte, concentrado, de quem já viveu. Uma vez peguei a calcinha da minha tia – mãe do Beto – no banheiro depois que ela saiu do banho. Não era suor fresco. Era a calcinha que ela tinha usado o dia inteiro. Aquele cheiro ácido, de urina ressecada, de suor de virilha, de boceta de coroa. Eu enfiei a cara e respirei fundo. Meu pau ficou duro na hora. Me masturbei com a calcinha na cara, cheirando a cada punhetada. Gozei na calcinha dela. Depois tive que lavar escondida.
— Verdade – Lucas disse. – Eu peguei ela uma vez. Ela tava no quarto com a calcinha da tia no rosto. Achei que era brincadeira. Não era.
— Verdade – Tati confirmou. – Ela já me pediu uma calcinha usada minha. Eu dei. Ela cheirou na minha frente. Foi estranho. Mas excitante.
Sofia já estava só de top. Não tinha mais calcinha pra tirar. Então ficou em pé, os mamilos marcando o tecido fino, e esperou.
— Eu também tenho essa – Lucas disse, sem vergonha. – Eu cheiro cueca usada. A minha, a do meu primo quando eu morava com ele, a de amigo que dorme em casa. Uma vez peguei a cueca do Beto depois de um dia de obra. Tava suada, amarela na frente. O cheiro do pau dele, do suor, da urina que escapou. Eu levei pro banheiro, fechei a porta, e me masturbei com a cueca enrolada no meu pau. Gozei na cueca dele. Depois devolvi pro cesto.
— Verdade – Beto disse, rindo. – Eu achei estranho minha cueca estar molhada. Mas não falei nada.
— Verdade – Sofia confirmou.
TEMA: LAMBER E CHEIRAR AXILA
Foi Cintia quem pediu pra contar essa, a voz baixa, os olhos brilhando.
— Eu nunca fiz isso antes de casar. Mas uma vez, depois de um treino, o Beto – não o meu marido, o Beto da Tati – veio aqui em casa buscar uma ferramenta emprestada. Ele tava suado, sem camisa. Eu abri a porta e o cheiro subiu. Axila peluda, suor grosso, aquele cheiro forte de homem de verdade. Eu fiquei paralisada. Ele não percebeu. Quando ele foi embora, eu entrei no banheiro, fechei a porta, e fiquei me masturbando pensando na axila dele. No cheiro. Na vontade de lamber.
Silêncio.
— Verdade – Beto disse, surpreso. – Eu lembro desse dia. Eu tava sem camisa. Você ficou me olhando estranho.
— Verdade – meu marido (eu) disse, com o pau latejando. – Ela chegou no quarto ofegante. Gozou em trinta segundos.
— Verdade – Tati completou, rindo. – Ela já me confessou isso numa das nossas conversas de prima.
Cintia não tinha mais o que tirar – já estava de calcinha desde o início, e a calcinha continuava lá.
Nesse ponto do jogo, a situação era a seguinte:
Lucas – nu (pau duro)
Beto – de cueca (pau duro marcando)
Eu – de cueca (pau duro marcando)
Cintia – de calcinha (molhada, marcando a boceta peluda)
Tati – de calcinha (molhada, os pelos da boceta aparecendo)
Sofia – de top (os mamilos marcando o tecido fino)
Ninguém estava completamente nu além de Lucas. E foi ele quem quebrou o gelo.
— Agora a gente muda – eu disse, levantando. – Quem está mais nu tem que realizar um fetiche de quem está mais vestido.
— Como assim? – Lucas perguntou.
Olhei nos olhos de cada um.
— A gente já confessou tudo. Já se mostrou. Agora a gente vai parar de fingir que não quer.
Não houve mais conversa.
Lucas – o mais novo, o mais nu – foi o primeiro a agir.
Ele se ajoelhou na frente de Sofia, sua irmã. Ela não recuou. Ele abriu o top dela. Os peitos pequenos apareceram, os mamilos duros. Ele chupou. Ela gemeu.
— Era isso que você queria? – ele perguntou, repetindo a cena da lutinha anos atrás.
— A gente não é mais criança – ela respondeu, puxando o cabelo dele. – Agora a gente vai até o fim.
Ele abaixou a calcinha dela – mas ela já não tinha calcinha. Ela já estava só de top. Então ele simplesmente enfiou a cara na boceta dela. Lisa, rosada, molhada. Lambeu. Ela arqueou as costas.
— ISSO, IRMÃO! LAMBE A BOCETA DA SUA IRMÃ!
Enquanto isso, Sofia se ajoelhou na frente do irmão. Pegou no pau dele – grosso, veiado, a cabecinha roxa – e colocou na boca. Chupou. Babou. Engoliu fundo.
— Sua puta – ele disse.
— Sua irmã – ela respondeu, com a boca cheia.
Ela chupava com raiva, com vontade, como se quisesse extrair algo que estava guardado há anos. O irmão segurava o cabelo dela, puxava, empurrava o quadril. O pau dele sumia na garganta dela. Ela engasgava, os olhos marejados, mas não parava.
Beto se levantou. Foi até Cintia – minha esposa. Abriu a calcinha dela. A boceta peluda apareceu, os pelos escuros e grossos já molhados de tesão.
— Posso? – ele perguntou.
— Minha esposa – eu disse.
— Eu sei – ele respondeu.
Cintia me olhou. Eu acenei.
Beto enfiou a cara na boceta peluda da minha esposa. Lambeu. Os pelos escuros se molharam de cuspe e lubrificação. Ele cheirou fundo – o fetiche dele, o cheiro forte.
— QUE CHEIRO DELICIOSO – ele gemeu, a boca cheia.
Então Beto fez algo que ninguém esperava. Ele levantou o braço de Cintia e enfiou a cara na axila dela. Suada, peluda, com aquele cheiro ácido de mulher que não passou desodorante o dia inteiro.
— ISSO – Beto gemeu, lambendo a axila dela. – CHEIRO DE MULHER DE VERDADE.
Cintia gemeu alto. Nunca ninguém tinha lambido a axila dela – nem eu.
Enquanto Beto lambia a axila de Cintia, eu fui até Tati – a esposa do Beto. Ela estava de calcinha ainda, o tecido marcando a boceta. Eu abaixei a calcinha dela. A boceta apareceu – lisa, depilada, rosada, os grandes lábios inchados, o clitóris saltado.
— É diferente da sua esposa – ela sussurrou.
— É linda – respondi.
Enfiei a cara. Lambi. O gosto era doce, leve, sem acidez. Lambi o clitóris, os grandes lábios, a entrada da boceta.
Ela gemeu.
Lucas se aproximou de mim por trás. Passou a mão na minha cueca. Abriu. Meu pau pulou para fora.
— Você também está nu agora – ele disse.
— Estou.
Ele pegou no meu pau. Tocou. Apertou.
— Posso? – perguntou.
— Pode.
Ele ajoelhou atrás de mim. Abriu minhas nádegas. Eu senti a língua dele no meu cu. Fio terra. A primeira vez que alguém fazia isso em mim além da minha esposa.
— ISSO, CARALHO! LAMBE!
Ele lambeu. Enfiou a língua. Eu gemia com a boca na boceta de Tati.
Lucas tirou a língua do meu cu. Ouvi o barulho de cuspe — ele cuspiu na própria mão, passou no pau.
— Você quer? — perguntou.
— Quero o quê?
Você quer? — perguntou.
— Quero o quê?
— Meu pau no seu cu.
O ar gelou. Meu corpo inteiro travou por um segundo. Eu estava com a boca ainda na boceta de Tati, a língua molhada, o gosto dela na minha língua. E atrás de mim, o pau duro do irmão dela encostado na minha nádega.
— Nunca — comecei a dizer, mas a palavra não saiu completa.
Porque Tati interrompeu.
— Deixa ele, amor — ela disse, a voz macia mas firme. Ela tirou minha cabeça de entre as pernas dela e me olhou nos olhos. — Você já quis isso. Eu sei. Eu vi o jeito que você olhou pra ele na piscina. Quando ele tirou a sunga. Você não desviou o olhar.
— Eu...
— Não mente. A gente tá aqui pelada, os quatro, transando junto. Não tem mais espaço pra mentira.
Olhei para trás. Lucas estava com o pau na mão, grosso, veiado, a cabecinha roxa brilhando de pré-gozo. Ele não falou nada. Só esperou.
— Já fez isso antes? — perguntei.
— Com homem? — ele respondeu. — Sim. Com mulher? Sim. Com os dois ao mesmo tempo? Também. Eu sou de tudo, amigo. E você? Já pensou em dar o cu?
— Nunca pensei.
— Mentira — Tati disse de novo. — Naquela noite que a gente viu aquele filme pornô, você ficou olhando pra cena de sexo anal. Eu vi seu pau se mexendo dentro da cueca.
— Você estava dormindo.
— Estava fingindo.
Silêncio.
Lucas se aproximou mais. Encostou o pau no meu cu. A cabecinha tocou a entrada. Molhado de cuspe e lubrificante.
— Vai doer? — perguntei.
— No começo, sim. Depois você não vai querer outra coisa.
— Já ouvi essa frase antes.
— E funcionou?
Olhei para Tati. Ela sorriu.
— Funcionou comigo — ela disse. — Na primeira vez que ele me comeu.
— Você deu o cu pro seu irmão?
— Dei. E foi a melhor foda da minha vida até você chegar.
Respirei fundo.
— Então enfia.
Lucas cuspiu de novo no pau. Cuspiu no meu cu. Enfiou a ponta devagar.
A dor foi uma faca quente. Mordi o travesseiro. Minhas unhas arranharam o lençol. Meu pau, que estava duro, amoleceu na hora.
— PARA... SÓ UM SEGUNDO...
Ele parou. Deixou a cabeça do pau dentro de mim, sem mexer. A dor latejava, mas já estava diminuindo.
— Respira — Tati disse, passando a mão no meu cabelo. — Respira fundo. Me olha.
Olhei para ela. Ela segurou meu pau mole na mão e começou a masturbar devagar.
— Assim... foca em mim...
O pau foi endurecendo de novo. A dor no cu foi virando pressão. Pressão quente. Uma sensação estranha — como se algo estivesse preenchendo um vazio que eu nem sabia que existia.
— Continua — eu pedi.
Lucas enfiou mais. Centímetro por centímetro. Minha testa suada. Meus dentes cerrados.
— TÁ QUASE INTEIRO — ele disse.
— ENFIA TUDO.
Ele enfiou. O pau dele bateu no fundo do meu cu. Meu corpo inteiro tremeu. Senti uma onda de calor subir da barriga, espalhar pelo peito, pelos braços.
— MEXE — eu pedi.
Ele começou a meter. Devagar no início. O pau entrava e saía, entrava e saía. O barulho era molhado — cuspe, lubrificante, o som da pele batendo na pele.
— MAIS RÁPIDO.
Ele acelerou. Tati masturbava meu pau enquanto o irmão dela me comia. Os dois me tocando ao mesmo tempo. Eu não sabia onde olhar, onde gemer, onde colocar as mãos.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— TÁ GOSTANDO DE SER COMIDO? — Lucas perguntou, a voz ofegante.
— TÔ! NUNCA IMAGINEI QUE IA GOSTAR TANTO!
— AGORA VOCÊ SABE COMO É.
Ele metia sem parar. Meu pau já estava duro de novo, babando na mão de Tati. Ela apertava, massageava o clitóris dela na minha perna enquanto me masturbava.
— VOU GOZAR — avisei.
— AINDA NÃO — Lucas ordenou.
— NÃO DÁ PRA SEGURAR.
— SEGURA, CARALHO. EU NÃO GOZEI AINDA.
Ele acelerou mais. Metia com raiva agora, com força. O pau dele batia no fundo do meu cu a cada estocada. Meu pau pulsava na mão de Tati, pronto pra gozar, mas eu segurava.
— AGORA — Lucas disse. — AGORA PODE GOZAR.
Gozei. Jatos grossos, quentes, na mão de Tati, na minha barriga, no meu peito. Gozei tanto que sujou o lençol, sujou a mão dela, sujou minha cara.
— CARALHO — gritei. — GOZEI IGUAL UM CAVALO.
— EU TAMBÉM VOU GOZAR — Lucas disse.
Ele meteu mais três, quatro estocadas. Aí gemeu alto, o corpo tremendo, e gozou dentro do meu cu. Senti os jatos quentes — grossos, abundantes — preenchendo meu cu. Escorreu pela minha bunda, desceu pela minha coxa, molhou o lençol.
Ele ficou encaixado dentro de mim por um minuto, os dois ofegantes, suados, colados.
Depois tirou devagar.
O cu ficou aberto por um segundo, piscando, vazio. Senti o ar gelado do ar-condicionado entrando no meu cu pela primeira vez na vida.
Tati se ajoelhou atrás de mim, enfiou a cara no meu cu gozado, e lambeu.
Lambeu a porra do irmão dela saindo do meu cu.
— TÁ COM GOSTO DE HOMEM — ela disse.
— TÁ COM GOSTO DE VOCÊ — respondi.
Caimos na cama, os quatro, exaustos. Lucas de um lado, Tati do outro, Sofia no meio, eu na ponta.
— Nunca imaginei que ia dar o cu pro irmão da minha mulher — eu disse, olhando pro teto.
— Nunca imaginei que ia comer o cu do namorado da minha irmã — Lucas respondeu.
— E vocês dois? — perguntei, olhando pra Sofia e Tati. — Já fizeram alguma coisa?
Tati sorriu.
— Já. Muito. Antes de você chegar. Depois que você chegou. A gente só não te contou.
— Por quê?
— Porque a gente não sabia se você ia querer participar.
— E agora sabe?
— Agora tenho certeza.
Sofia se levantou, foi até a mesa, pegou o celular.
— Posso filmar? — perguntou.
— PODE — os três responderam juntos.
Ela começou a filmar. Lucas se ajoelhou atrás de Tati de novo, enfiou na boceta dela. Eu me ajoelhei na frente dela, enfiei meu pau na boca dela. Os dois paus entrando e saindo ao mesmo tempo — um na boceta, um na boca.
— OLHA PRA CÂMERA, TATI — Sofia ordenou.
Tati olhou. A boca cheia do meu pau, os olhos marejados, o cabelo suado colado no rosto.
— FALA O QUE VOCÊ É — Sofia disse.
— SOU PUTA — Tati falou, com a boca cheia.
— PUTA DE QUEM?
— PUTA DE VOCÊS TRÊS.
Lucas meteu mais forte. Tati gemia no meu pau. Sofia filmava tudo, a mão direita enfiada dentro da própria boceta, se masturbando enquanto gravava.
— VOU GOZAR DE NOVO — Tati avisou.
— GOZA — eu disse.
Ela gozou. A boceta apertou o pau de Lucas. A boca apertou o meu pau. Os dois gozamos junto com ela.
Sofia filmou até o fim. Depois desligou o celular.
— Esse vídeo é meu tesouro — ela disse.
— Não mostra pra ninguém — pedi.
— Só vou mostrar pra mim mesma. Todas as noites. Antes de dormir.
O sol nasceu e a gente ainda estava ali.
Os quatro pelados, suados, deitados na cama destruída. Lençóis no chão. Travesseiros molhados de suor, lubrificante, porra.
Tati estava no meio, a cabeça no meu peito, a mão no pau de Lucas. Sofia estava aninhada nas costas do irmão, os dedos passeando pelos pelos do peito dele.
— A gente precisa fazer isso mais vezes — Tati disse.
— Toda semana? — perguntei.
— Toda semana não. Toda semana a gente morre. Quinze em quinze dias.
— Combinado.
Lucas levantou, foi até a janela, abriu. O ar da manhã entrou frio, cheirando a mato, a terra molhada, a orvalho.
— O que será que as pessoas pensariam se vissem a gente agora? — ele perguntou.
— Que a gente é feliz — Sofia respondeu.
— Que a gente é doente — eu disse.
— As duas coisas — Tati completou. — Feliz e doente. É a melhor combinação.
A gente riu.
Levantou. Tomou banho junto — os quatro no box pequeno, se ensaboando, se limpando, se beijando sem pressa.
Na saída do motel, o sol já estava alto.
Tati me beijou na boca. Depois beijou Lucas. Depois beijou Sofia.
— Até daqui quinze dias — ela disse.
— Onde? — perguntei.
— Na minha casa. Vou chamar mais gente.
— Mais gente?
— Sim. Tenho amigas. Tenho primas. Tenho uma vizinha que eu sei que curte.
— Vai caber todo mundo?
— Minha cama é king. E se não couber, a gente inventa.
Entramos nos carros. Fui para casa com o cheiro de sexo na pele. Tomei outro banho. Deitei na cama sozinho.
O celular vibrou. Mensagem de Tati no grupo:
"Obrigado, meus amores. Vocês me foderam igual deuses. Daqui quinze dias, na minha casa. 20h. Vou mandar a lista do que trazer."
Lucas respondeu: "Lista?"
Tati: "Cerveja, camisinha, lubrificante, e cueca extra porque a gente vai sujar tudo."
Sofia: "Posso levar uma amiga?"
Tati: "Pode. Ela é bonita?"
Sofia: "É linda."
Tati: "Então traz."
Eu respondi: "Vou levar vinho."
Tati: "Vinho é clitóris. Eu quero pica."
Eu: "Vai ter pica. E cu. E boceta. Tudo."
Tati: "Então daqui quinze dias. 20h. Localização a seguir."
Desliguei o celular.
Fechei os olhos.
A última imagem antes de dormir foi o cu de Lucas escancarado, a porra escorrendo, o sorriso de Tati enquanto lambia.
E eu sorri.
Na noite seguinte ao primeiro encontro, o grupo já estava maior.
Tati tinha mandado mensagem para todo mundo que conhecia e confiava. O WhatsApp pegou fogo. Em menos de duas horas, a lista de convidados saltou de quatro para doze.
A casa era grande – sítio herdado do avô, com três quartos, varanda enorme, piscina coberta, e um salão de festas que dava para uns trinta convidados. Tati abriu tudo. As cortinas correram. As luzes se acenderam. O som ligou baixo – ninguém veio para dançar.
Chegaram primeiro os conhecidos: eu, minha esposa Cintia, Beto, Lucas, Sofia. Depois vieram os que a gente só tinha visto em fotos ou ouvido falar.
Ela se chamava Janete. Quarenta e poucos anos, uns cento e vinte quilos, peito enorme – caído mas firme, sustentado pela própria natureza. A barriga redonda, as coxas grossas, a bunda larga como um travesseiro. Cabelo preto, liso, até a cintura. Olhos verdes, maquiagem carregada, batom vermelho. Vestido preto curto – curto demais para o corpo gordo – que subia toda vez que ela sentava, mostrava a calcinha de renda, os pelos da boceta escapando pela lateral.
— Essa é a Janete – Tati apresentou. – Amiga da faculdade. Ela é... como dizer... experiente.
— Sou puta, pode falar – Janete disse, rindo. – Adoro homem. Adoro mulher. Adoro todo mundo. Principalmente homem suado. Suor de academia, suor de obra, suor de jogo de futebol. O cheiro do saco depois de um dia inteiro sem banho? Meu perfume favorito.
Ele se chamava Marcão. Trinta e poucos anos, negro, alto – um metro e noventa. O corpo era uma escultura de músculos malhados em academia, mas não a academia de rico – a academia de bairro, com ferro enferrujado, onde os caras puxam peso até o suor escorrer pelo chão. Braços grossos como coxas. Peito largo, tatuado. A barba fechada, preta, bem cuidada.
E o pau.
Todo mundo olhou quando ele sentou.
A bermuda de tactel não escondia nada. O volume era absurdo – um rolo de borracha grosso que descia pela perna esquerda da bermuda, marcando o tecido. O saco pendia pesado entre as pernas, balançando quando ele andava.
— Esse é o Marcão – Lucas apresentou. – Amigo da academia. Ele é... como dizer...
— Grande – Janete completou. – Muito grande.
— E hetero – Marcão disse, rindo. – Mas não ligo de quem chupa. Só não quero dar o cu. De resto...
— De resto? – Sofia perguntou, com os olhos brilhando.
— De resto, podem me usar.
Os dois últimos a chegar foram um grupo de cinco homens. Todos vestiam uniforme de futebol – camisa azul, calção preto, meiões. Estavam suados. Tinham acabado de sair do jogo semanal, aquele futebol de quarta à noite no campo society do bairro.
— Esses são os meus parceiros de pelada – Beto explicou. – Jogamos juntos há dez anos. São como irmãos. E eu já contei para eles o que a gente fez semana passada.
— Eles querem participar – Tati completou, com um sorriso.
— Todos? – perguntei.
— Todos.
Eram cinco: Paulo (trinta e poucos, magro, tatuado), Rogério (quarenta, barriguinha de chop, peito cabeludo), Juninho (vinte e oito, corpo de atleta, cabelo de moderno), Cadu (trinta e cinco, alto, forte, mãos enormes) e Naldo (trinta, moreno, olhos claros, sorriso fácil).
Estavam todos suados. O uniforme grudava no corpo. O cheiro subia – suor de jogo, suor de corrida, suor de disputa de bola. Alguns já tinham os calções molhados na altura da virilha.
— A gente tomou banho antes de vir – Paulo disse, rindo. – Mentira. A gente não tomou. Tava com pressa.
— Melhor assim – Janete respondeu, levantando da cadeira. Ela foi até os cinco, parou na frente de cada um, cheirou. Inspirou fundo na axila de Paulo. Depois no peito de Rogério. Depois no pescoço de Juninho. Depois na virilha de Cadu – ela enfiou o nariz no calção dele e respirou fundo.
— QUE CHEIRO – ela gemeu. – SUOR DE HOMEM DE VERDADE.
— A senhora é doida – Cadu disse, rindo.
— Só um pouco.
A gente se reuniu no salão. Bebida na mão. Janete pediu para começar.
— Eu tenho uma fantasia – ela disse, sentando no braço do sofá, as pernas abertas, a calcinha de renda aparecendo. – Eu quero dar para um time de futebol inteiro. Os onze. Mas não qualquer time. O time que joga pelada no campo de terra do meu bairro. Os caras são tudo pedreiro, pintor, servente, motorista. Chegam do trabalho sem tomar banho. O suor já secou, a sujeira grudou, o cheiro está forte – aquele cheiro de saco sujo, de pinto que passou o dia dentro da calça jeans, de cu que ninguém lavou direito. Eu quero ser comida por cada um deles. Em campo. Depois do jogo. Na grama molhada de suor e cerveja. Quero sentir o pau sujo deles entrando na minha boceta, no meu cu, na minha boca. Quero engolir a porra deles misturada com o suor do dia inteiro. Quero lamber os sacos sujos de terra, de mijo ressecado, de cecê. Quero que eles gozem na minha cara e chamem as outras mulheres do bairro para ver.
Silêncio.
— Isso é fantasia ou já aconteceu? – Beto perguntou.
— Fantasia – Janete respondeu. – Ainda. Mas eu trabalho para realizar.
— Verdade – Marcão disse. – Ela já me contou isso. Ela quer mesmo.
— Mas eu tenho uma confissão verdadeira também – Janete continuou. – Aconteceu mês passado. Tinha um homem casado, vizinho meu, uns cinquenta anos, barrigudo, calvo, péssimo hálito. Ele me viu na janela de camisola. Me chamou para tomar café. Fui. Na casa dele, a esposa tinha viajado. Ele não enrolou – abaixou minha calcinha, enfiou o pau. Era médio, mas grosso. Meteu em mim no sofá. Gozou em menos de um minuto. Depois me pediu desculpas. Eu disse: "não precisa. É o melhor café que já tomei". Voltei para casa com o cheiro dele na boceta. Não tomei banho por dois dias.
— Verdade – Tati confirmou. – Ela me contou no dia seguinte.
— Verdade – eu disse.
Janete tirou o vestido. Ficou só de calcinha. Os peitos enormes balançaram.
— Agora eu quero os jogadores – ela disse, olhando para os cinco homens de uniforme. – Todos.
Os cinco jogadores se olharam. Paulo foi o primeiro a tirar a camisa. Magro, peito liso, pelos finos no meio. O suor escorria pelo abdômen.
— Eu tô suado – ele disse.
— Melhor – Janete respondeu.
Os outros quatro seguiram. Camisas no chão. Calções no chão. Cuecas no chão.
Os paus apareceram.
Paulo: médio, fino, veiado, cabeça rosa.
Rogério: grosso, curto, muitos pelos na base, o saco pendurado, cheio – sujo, com pelos grisalhos, o suor escorrendo pelas bolas.
Juninho: pau de atleta – médio, reto, bonito, depilado.
Cadu: pau enorme – não tanto quanto o do Marcão, mas impressionante – comprido, fino, a cabeça em formato de cogumelo.
Naldo: pau médio, grosso, curvo para a esquerda, a cabeça roxa, o suor escorrendo pela veia grossa.
Todos estavam sujos. Os paus brilhavam de suor secular – o suor de horas de jogo, o suor que se misturou com a sujeira do campo, com a terra, com o mijo que escapou durante a partida, com o cecê da virilha. O cheiro subiu. Forte. Ácido. Selvagem.
Janete ajoelhou.
— Me deem – ela disse, a boca aberta. – Me deem todos.
Ela colocou na boca primeiro o pau de Paulo – o mais fino. Chupou rápido, babou, engoliu fundo. Depois passou para o de Rogério. Lambeu os pelos sujos da base, os sacos pendurados, cheirou fundo.
— QUE CHEIRO DE HOMEM – ela gemeu.
Depois chupou Juninho, depois Naldo, depois Cadu. Os paus se revezavam na boca dela. Ela não limpava a boca entre um e outro – passava direto, misturando o gosto de um com o gosto do outro.
— VAI – ela disse, levantando. – VAI TODO MUNDO.
Ela deitou de costas no colchão que alguém jogou no chão. Abriu as pernas. A calcinha de renda já tinha sumido – rasgada, jogada no canto.
A boceta de Janete era grande, os grandes lábios grossos e escuros, os pequenos lábios pendurados, o clitóris saltado como uma uva. Pelos – muitos pelos – escuros, grossos, molhados de tesão.
— QUEM VAI PRIMEIRO? – ela perguntou.
Paulo foi. Enfiou o pau fino na boceta dela. Ela gemeu alto.
— ISSO! MAIS!
Rogério foi atrás. Enfiou o pau grosso no cu dela. Ela gritou.
— DOIS! OS DOIS AO MESMO TEMPO!
Os dois metiam juntos. Paulo na boceta, Rogério no cu. Janete gemia como uma cachorra no cio.
— MAIS! QUERO MAIS!
Juninho se ajoelhou na frente dela, enfiou o pau na boca dela. Três ao mesmo tempo.
— ISSO! ISSO! TRÊS!
Cadu e Naldo ficaram se masturbando em volta. Marcão assistia, o pau enorme já duro, babando, batendo na própria barriga.
— SUA VEZ, NEGÃO – Janete disse, tirando o pau de Juninho da boca. – QUERO O SEU.
Marcão se ajoelhou entre as pernas dela. Paulo e Rogério ainda estavam metendo.
— Onde você quer? – Marcão perguntou.
— NA MINHA BOCETA. AO LADO DO PAULO.
Paulo tirou o pau um segundo. Marcão enfiou o pau enorme na boceta de Janete. A boceta se abriu como nunca – os grandes lábios se separaram para receber aquela grossura.
— CARALHO – Janete gritou. – QUE PAU! QUE PAU, NEGÃO!
Paulo enfiou de novo – agora o pau fino dele ao lado do pau enorme do Marcão. As duas picas dentro da mesma boceta. Janete urrou.
— DOIS NA MESMA BOCETA! ISSO! ESSA PUTA AQUI AGUENTA!
Rogério continuava no cu. Naldo se ajoelhou na frente dela e enfiou na boca. Juninho enfiou o pau na mão dela. Cadu enfiou o pau entre os peitos dela.
Ela estava sendo comida por seis homens ao mesmo tempo.
— VOU GOZAR! VOU GOZAR IGUAL UMA VACA!
Gozou. O líquido claro jorrou da boceta, escorreu pelos paus de Marcão e Paulo, molhou o chão. O corpo dela inteiro tremeu.
— NÃO PARA! NINGUÉM PARA!
Os homens continuaram. Ela gozou mais duas vezes.
Marcão gozou primeiro. Os jatos grossos, quentes, abundantes – jorrou dentro da boceta dela com tanta força que escorreu pelos dedos dela.
— TÁ QUENTE – ela gemeu. – TÁ QUENTE DENTRO DE MIM.
Paulo gozou depois. Depois Rogério, dentro do cu dela. Depois Juninho, na boca dela – ela engoliu. Depois Naldo, no peito dela. Depois Cadu, na cara dela.
Janete ficou coberta de porra. O rosto lambuzado, os peitos escorrendo, a boceta transbordando, o cu pingando.
Ela se levantou, cambaleando, e foi até os cinco jogadores.
— Agora eu vou sentir o cheiro de cada saco de vocês. Um por um.
Ela ajoelhou na frente de Paulo, levantou as bolas dele, enfiou o nariz. Inspirou fundo. Lambeu.
— SUJO, HOMEM. CHEIRO DE SUOR DE DIAS. PERFEITO.
Foi para Rogério. Cheirou o saco peludo. Lambeu os pelos sujos.
— Você tem o cheiro mais forte. Você não toma banho depois do jogo?
— Não – Rogério respondeu. – Só no outro dia de manhã.
— É por isso. Continua assim.
Foi para Juninho. Depois Naldo. Depois Cadu. Cheirou todos. Lambeu todos. Os olhos revirados, a língua passeando pelos sacos sujos.
— EU QUERO MAIS – ela disse. – TODO MÊS. QUERO TODO MÊS.
— Combinado – Beto respondeu.
Depois que Janete se limpou – ou melhor, depois que ela deixou os outros limparem ela com a língua – foi a vez de Marcão.
Ele ficou em pé no centro do salão. O pau enorme já estava mole de novo – mas ainda enorme.
— Eu tenho uma fantasia – ele disse. – Eu quero ser chupado por vários homens ao mesmo tempo. E quero chupar vários homens ao mesmo tempo. E quero ser fodido por uma mulher de cintaralho. Mas não uma mulher qualquer. A mulher precisa ser gorda. Peito grande, bunda grande, boceta grande. Porque mulher gorda aperta mais. Aperta melhor. E o cheiro... mulher gorda sua mais, tem cheiro mais forte. Adoro cheiro de mulher gorda.
— Verdade ou fantasia? – Sofia perguntou.
— Fantasia – Marcão respondeu. – Ainda não realizei.
— Adoraria realizar – Janete disse, já ajoelhando atrás dele. – Posso?
— Pode.
Janete passou a mão no pau enorme dele. Molhou de cuspe. Começou a masturbar.
— Mais homens – Janete pediu. – Cheguem mais homens.
Lucas, Beto e eu nos aproximamos. Ajoelhamos em volta de Marcão.
Janete continuou masturbando o pau dele com a mão direita. Eu enfiei a mão no saco dele – enorme, pesado, as bolas cheias. Lucas lambeu o mamilo esquerdo dele. Beto lambeu o direito.
Marcão gemeu.
— ISSO... ISSO... MAIS...
Sofia apareceu atrás de mim com um cintaralho preto preso na cintura.
— Vez de você – ela disse. – Você vai comer o rabo do Marcão enquanto ele é chupado.
— O que? – eu disse, assustado.
— Você já deu o cu semana passada. Agora você vai comer um cu. O do negão.
O pau do Marcão estava na mão de Janete, babando, enorme, latejando. Ele olhou para trás, viu o cintaralho na Sofia, e sorriu.
— Pode enfiar – ele disse. – Eu nunca fiz. Quero ver como é.
— Vai doer – eu disse.
— Dor é prazer. Enfia.
Passei lubrificante no pau de borracha. Passei no cu do Marcão. O cu dele era pequeno, apertado, cercado de pelos grossos. Enfiei a ponta devagar.
Ele gemeu – não de dor, de surpresa.
— CARALHO... QUE SENSACÃO ESTRANHA...
Continuei enfiando. O pau de borracha sumiu dentro do cu do negão. Ele arqueou as costas.
— TÁ DENTRO. INTEIRO.
Comecei a meter. Devagar no início. Depois rápido. O barulho do lubrificante. Os gemidos do Marcão.
Enquanto isso, Janete chupava o pau enorme dele. Lucas e Beto lambiam os mamilos dele. Sofia assistia tudo, se masturbando.
— VOU GOZAR – Marcão avisou.
— GOZA NA MINHA CARA – Janete pediu.
Ele gozou. Jatos grossos, quentes, abundantes – jorrou na cara de Janete, no peito dela, na mão dela. Ela abriu a boca, recebeu o resto, engoliu.
— LEITE DE NEGÃO – ela disse, limpando a cara. – MELHOR LEITE DO MUNDO.
Marcão caiu no chão, ofegante. O cu aberto, a porra escorrendo pelo pau mole.
— Realizei duas fantasias hoje – ele disse, rindo. – A de ser chupado por vários e a de ser comido.
— E a de chupar vários? – Janete perguntou.
— Ainda não.
— Então vamo.
Ela puxou ele pelo braço, levou até o canto onde estavam os cinco jogadores de futebol. Eles já estavam se recuperando, os paus meia bomba.
— Lambe eles – Janete ordenou.
Marcão ajoelhou. Lambeu o pau de Paulo. Depois o de Rogério. Depois Juninho. Depois Naldo. Depois Cadu.
Lambeu os sacos sujos. Lambeu as virilhas suadas. Lambeu os cus.
Os cinco gozaram de novo – em menos de cinco minutos. Marcão engoliu tudo. Leu até a última gota.
— Agora sim – ele disse, se levantando. – Agora eu realizei todas.
O sol nasceu e a gente ainda estava ali.
Os doze pelados, suados, deitados no salão. Lençóis no chão. Travesseiros molhados de suor, lubrificante, porra.
Janete estava no meio, a cabeça no peito do Marcão, a mão no pau de Paulo. Os cinco jogadores estavam espalhados pelo chão – Cadu dormia no sofá, Naldo no tapete, Juninho abraçado no peito do Beto.
Sofia estava aninhada nas costas do irmão Lucas. Tati e Cintia – as duas primas – estavam abraçadas num canto, os dedos ainda dentro das bocetas uma da outra.
Eu estava sozinho numa espreguiçadeira – mas não sozinho. Janete tinha colocado a cabeça no meu colo antes de se levantar. O cheiro dela – suor, porra, boceta – ainda estava no meu pau.
— A gente precisa fazer isso mais vezes – Janete disse, bocejando.
— Combinado – Tati respondeu.
— Todo mês? – Marcão perguntou.
— Todo mês não. Toda semana a gente morre. Quinze em quinze dias.
— E a gente aumenta – eu disse. – Mais homens. Mais mulheres. Mais gordas. Mais negões. Mais jogadores de futebol.
— Mais sacos sujos – Janete completou, rindo.
— Mais cheiro de suor – eu disse.
— Mais porra na cara – ela concluiu.
A gente riu.
O sol entrou pela janela. Alguém ligou a churrasqueira. O café passou. Os jogadores de futebol tomaram banho – juntos, se ensaboando, se limpando, se beijando sem pressa.
Na saída, Janete foi a última a ir embora. Ela me beijou na boca.
— Você é escritor de contos eróticos – ela disse.
— Como você sabe?
— Tati me contou. Ela descobriu. Seu nome no site é outro, mas ela reconheceu o estilo.
— E você vai contar para alguém?
— Só vou contar para a minha boceta. Todas as noites. Antes de dormir.
Ela entrou no carro. Acenou. Foi embora.
Fechei os olhos.
O cheiro do salão ainda estava no meu cabelo – suor de jogo, suor de sexo, suor de doze corpos misturados.
O cheiro daquela noite.
O cheiro de quem finalmente se encontrou.
FIM
Foto 1 do Conto erotico: O JOGO DAS CONFISSÕES

Foto 2 do Conto erotico: O JOGO DAS CONFISSÕES

Foto 3 do Conto erotico: O JOGO DAS CONFISSÕES

Foto 4 do Conto erotico: O JOGO DAS CONFISSÕES

Foto 5 do Conto erotico: O JOGO DAS CONFISSÕES


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Ficha do conto

Foto Perfil casalbisexpa
casalbisexpa

Nome do conto:
O JOGO DAS CONFISSÕES

Codigo do conto:
261892

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
13/05/2026

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