A DESPEDIDA DE SOLTEIRA DA MINHA IRMÃ



Meu nome é Lucas, tenho 27 anos, sou arquiteto, e minha irmã mais nova, a Letícia, ia se casar no sábado. Ela tinha 24 anos, era linda — loira, olhos verdes, corpo de violão, uma bunda que fazia qualquer homem virar o pescoço. Eu sempre tive um carinho especial por ela, mas nos últimos meses, algo tinha mudado. Não era só carinho. Era tesão. E eu sabia que ela sentia o mesmo.
Tudo começou numa noite de sexta-feira, duas semanas antes do casamento. Letícia tinha ido para a casa dos meus pais, onde eu ainda morava, para "fugir do estresse do casamento". Bebemos vinho, rimos, dançamos na sala. Ela estava com um vestido curto, sem calcinha — eu vi quando ela se inclinou para pegar o controle da TV. Ela viu que eu vi. E sorriu.
Naquela noite, ela veio para o meu quarto. Disse que não conseguia dormir. Sentou na beirada da cama, os olhos brilhando.
— Lucas, eu tenho medo.
— Medo de quê?
— De casar. De nunca mais sentir o que eu sinto agora.
— O que você sente agora?
Ela se inclinou. Me beijou. A língua dela entrou na minha boca com uma fome que eu nunca tinha sentido.
— Sinto tesão em você — ela disse, ofegante. — Sinto tesão em saber que você é meu irmão. E que isso é proibido.
Ela parou, respirou fundo.
— Mas não é só isso. Eu preciso te contar uma coisa.
— O quê?
— Eu sempre vi você tomar banho. Desde a adolescência. Eu espiava pela fresta da porta. Via seu corpo molhado, seu pau... e eu me masturbava.
— Você me espiava?
— Toda vez que podia. E não era só isso. Eu cheirava sua cueca usada. Tirava do cesto de roupa suja, levava para o meu quarto, cheirava fundo. O cheiro do seu suor, do seu pau... me deixava louca.
Meu pau endureceu na hora.
— E você nunca me disse nada?
— Eu tinha vergonha. Mas também tinha tesão. E agora, com o casamento chegando... eu não quero morrer sem ter te sentido dentro de mim.
Ela respirou fundo e continuou.
— Tem mais uma coisa.
— Fala.
— Eu já traí o meu noivo. Quatro vezes.
— Quatro vezes?
— A primeira foi com o personal trainer da academia. Ele me pegou no vestiário, me apoiou na parede e me comeu por trás. Gozou dentro de mim.
— E você gostou?
— Adorei. Foi a primeira vez que eu senti um pau diferente do do meu noivo. Era maior, mais grosso. Me encheu toda.
— E a segunda?
— A segunda foi com o meu chefe. Depois do expediente, a gente ficou sozinho no escritório. Ele me comeu na mesa. Gozou na minha boca. Eu engoli tudo.
— E a terceira?
Ela sorriu.
— A terceira foi com o meu ginecologista.
— O ginecologista?
— Sim. Na consulta de rotina. Eu estava na cadeira, as pernas abertas, ele olhando para a minha boceta. Aí ele tirou a luva, baixou a calça e enfiou o pau em mim. Gozou dentro de mim. Era maior que o do meu noivo. E mais grosso. Me encheu toda.
— E a quarta?
Ela sorriu de novo.
— A quarta foi com o seu melhor amigo, o Ricardo.
— O Ricardo? Meu amigo de infância?
— Sim. E você sabe como ele é, não sabe? Ele tem fama de ser comedor. De ter um pau avantajado, grosso. Ele se exibe mostrando o pau em vídeos, comendo várias mulheres, fazendo elas gemerem de verdade. E fica tirando sarro de todo mundo, dizendo que ninguém do nosso grupo consegue dar o prazer que ele proporciona. Que depois que ele passa, nenhum de nós vai conseguir dar prazer para a mulher. Que ela não vai sentir mais o nosso pau por causa do buraco que ele deixou.
— E você aguentou o pinto dele dentro de você?
— Aguentei e gostei. Ele me comeu no carro, depois de uma festa. Gozou dentro de mim. E eu adorei saber que ele ia te ver no dia seguinte, sabendo que tinha comido a sua irmã.
Fiquei em silêncio. O coração acelerou. Em vez de sentir ciúmes, senti tesão.
— E por que você está me contando isso?
— Porque eu quero que você saiba. Quero que você entenda que eu sou uma puta. E que você vai ser meu cúmplice.
— Seu cúmplice?
— Você vai me comer hoje. Vai ser a minha despedida de solteira. Mas antes, eu quero que você me diga o que você sentiu quando soube que eu traí o meu noivo.
— Tesão — eu admiti. — Muito tesão.
— Você quer fazer ele de corno?
— Quero.
— Você quer ser meu novo comedor?
— Quero.
Ela me beijou.
Ela se deitou na cama. Abriu as pernas. A boceta apareceu — lisa, rosada, já molhada.
— Lambe — ela ordenou.
Enfiei a cara na boceta dela. O cheiro era forte, o gosto era intenso. Ela gemia, os dedos no meu cabelo.
— ISSO, LUCAS! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE LAMBER A BUCETA DA SUA IRMÃ?
— AMO!
Ela segurou minha cabeça, esfregando a boceta na minha cara.
— VOU GOZAR! — ela gritou.
— GOZA!
Ela gozou. O líquido claro jorrou na minha boca. Engoli tudo.
— Agora me come — ela disse.
Subi em cima dela. Enfiei o pau na boceta dela. Entrou com facilidade — não era tão apertada quanto eu esperava. Senti o "rastro" dos outros homens. O personal trainer. O chefe. O ginecologista. O Ricardo. Todos eles tinham passado por ali. Em vez de ciúmes, senti tesão. Ela era minha irmã, mas também era uma puta. E eu estava adorando.
— ISSO, LUCAS! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE COMER A SUA IRMÃ?
— AMO!
Metia rápido, fundo. Ela gemia, pedia mais.
— Lembra do que eu te contei? — ela perguntou, ofegante. — Sobre o personal trainer?
— Lembro.
— Ele me comeu por trás. Gozou dentro de mim. E eu pensei em você.
— Em mim?
— Pensei em você me comendo. Pensei em você gozando dentro de mim.
Ela gozou de novo.
— E o meu chefe? — ela continuou. — Ele gozou na minha boca. E eu imaginei que era o seu pau.
— O seu pau na minha boca.
— E o ginecologista? Ele enfiou o pau em mim na cadeira do consultório. Gozou dentro de mim. E eu imaginei que era você.
— E o Ricardo?
— Ele me comeu no carro. E eu imaginei que era você.
— Agora é você. Você está me comendo. E eu estou adorando.
— VOU GOZAR! — eu gritei.
— GOZA! GOZA DENTRO DE MIM!
Gozei dentro dela. Enchi a boceta da minha irmã de esperma.
— Agora me come por trás — ela disse.
Ela se virou. Empinou a bunda. Enfiei o pau no cu dela. Entrou sem dificuldade. O cu dela estava largo, molhado, fácil de penetrar. Não era a primeira vez que ela dava o cu.
— TÁ DENTRO! — ela gritou.
— EU SEI! EU SINTO!
— METE MAIS!
Meti rápido, fundo. O pau entrava e saía do cu da minha irmã com facilidade.
— ISSO, LUCAS! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDA PELO SEU IRMÃO?
— AMO!
— VOCÊ É MINHA PUTA?
— SOU!
— ENTÃO TOMA!
Meti mais forte. Ela gozou. Eu gozei dentro do cu dela.
Na manhã seguinte, ela veio me fazer um pedido inusitado.
Estava sentada na beirada da cama, ainda com a camiseta do meu time, as pernas cruzadas, os olhos brilhando.
— Lucas, preciso te contar uma coisa.
— Fala.
— Minhas duas melhores amigas vão fazer uma despedida de solteira para mim na sexta-feira, véspera do casamento. Uma festa em uma chácara alugada, com bebida, música e "surpresas". Eu não sei exatamente o que elas planejaram, mas sei que vai ser algo selvagem.
— E o que eu tenho a ver com isso?
Ela sorriu.
— Eu quero que você vá.
— Como? A despedida é só para mulheres.
— Depois da nossa transa, eu contei tudo para elas.
— Tudo?
— Tudo. Ficaram muito excitadas. Queriam ver nós dois transando. Elas sempre souberam do meu tesão por você. Sempre contei para elas.
— Sempre?
— Sempre. Desde a adolescência, quando eu te via tomar banho e cheirava sua cueca usada. Elas sabiam de cada detalhe.
— E o que elas disseram?
— Elas querem te ver. E querem transar com você também.
— Transar comigo?
— Sim. Além de uma surpresa que eu nem sei o que elas estão aprontando.
— Mas eu mal conheço elas.
— Conhece sim. A Júlia e a Fernanda.
— A Júlia? Aquela magrinha bem branquinha, parece japonesa?
— Essa mesma. Quietinha, tímida, mas por baixo dos panos... ela é uma safada. Tem um corpo de menina, mas uma boca que derrete qualquer homem. E adora ser dominada.
— E a Fernanda?
— A loira, né? Você nunca gostou muito dela, eu sei. Ela tem fama de safada, transa com todo mundo. E foi ela quem me incentivou a transar com o Ricardo.
— Ela te incentivou?
— Sim. Ela e o Ricardo tinham um lance de "pau amigo". Ele comia ela com frequência. Depois que eu fiquei com o Ricardo, ela ficou com ciúmes. Disse que queria experimentar um irmão também. Que queria ver você.
— Ela quer me comer?
— Ela quer ser comida por você. E ela tem um grelo avantajado, Lucas. Quando a gente se tocava, ela gemia mais alto que qualquer uma. Dizia que o grelo dela era tão sensível que qualquer toque já fazia ela gozar.
Meu pau endureceu na hora.
— E o seu noivo?
— Ele não vai saber.
Ela se aproximou. Me beijou.
— Você vai ser o nosso comedor por uma noite. Vai lamber a minha axila. Vai lamber a minha buceta gozada. Vai comer a Júlia, a Fernanda e todas as outras que aparecerem. E vai gozar dentro de todas nós.
— E você?
— Eu vou ser sua puta. Sua irmã puta. E vou gozar na sua cara.
Ela me beijou de novo, mais fundo.
— Topa?
— Topo.
Na sexta-feira, cheguei na chácara às 20h. A casa era enorme, com piscina, churrasqueira e uma sala ampla com luzes baixas e velas perfumadas. O som ambiente tocava uma playlist sensual. A música já estava no clima.
Quando entrei, fui recebido por um coro de gritinhos e palmas. As amigas de Letícia estavam lá — apenas elas três: Letícia, Júlia e Fernanda — como combinado. Apenas as três, mas completamente produzidas.
Letícia estava no centro, com um vestido branco curto, transparente, que mal cobria a bunda. O cabelo loiro solto, os olhos verdes brilhando. Ela era a noiva, mas parecia uma deusa pronta para ser adorada.
Júlia, a japinha magrinha, usava um vestido preto de renda, justo no corpo. Seu corpo era delicado, quase frágil, mas os olhos puxados brilhavam com uma malícia que contrastava com a aparência inocente. O vestido tinha um decote profundo, mostrando os seios pequenos e firmes.
Fernanda, a loira de grelo avantajado, estava de vermelho. Vestido curto, colado, sem alças. O corpo sarado, a cintura fina, os quadris largos. Ela era a mais ousada, a mais provocante.
Quando me viram, Fernanda se adiantou.
— Finalmente! O stripper chegou!
— Stripper? — perguntei, confuso.
— Você é o stripper da Letícia. A gente contratou você para animar a despedida.
— Mas eu não sou...
— É sim — Letícia interrompeu, com um sorriso safado. — Você vai dançar para a gente. E vai fazer tudo o que a gente mandar.
— Tudo?
— Tudo.
Júlia se aproximou. Passou a mão no meu peito.
— Você é tão gato — ela sussurrou. — A Letícia falou tanto de você. De como você é gostoso. De como você transa. De como você cheira.
Fernanda ligou o som. Uma música sensual começou a tocar. Ela me puxou para o centro da sala.
— Dança — ela ordenou.
Comecei a dançar, sem jeito no início. Mas as mulheres me incentivavam, gritavam, batiam palmas. Fernanda se aproximou, passou a mão no meu peito, deslizando os dedos pela minha pele. Ela se esfregava em mim, o corpo quente colado ao meu, os quadris rebolando em sincronia com a música. A mão dela descia, apertava minha bunda, subia, passava pelo meu peito, descia de novo. Ela era uma cobra, uma dançarina, uma predadora.
Júlia veio por trás. Colou o corpo no meu. As mãos pequenas percorriam minhas costas, deslizavam até minha cintura, apertavam meus ombros. Ela mordia meu ombro de leve, a respiração quente no meu pescoço.
Letícia se aproximou pela frente. Os olhos verdes fixos nos meus. Ela passou a mão no meu rosto, deslizou pelo meu peito, desceu até minha barriga.
— Tira a camisa — Letícia ordenou.
Tirei. Elas assobiaram. Fernanda passou a mão no meu corpo, os dedos deslizando pelos meus músculos. Júlia mordeu meu ombro de novo, mais forte.
— Agora a calça — Fernanda disse.
Tirei a calça. Fiquei só de cueca. Elas assobiaram.
— Tira a cueca — Júlia pediu, a voz doce.
Tirei a cueca. Meu pau pulou para fora, duro, babando.
— Nossa — Júlia disse, os olhos puxados se arregalando. — Que pau lindo.
Fernanda se ajoelhou na minha frente. Passou a mão na cueca que eu tinha tirado.
— Cheira — ela disse, colocando a cueca na minha mão.
Levei a cueca ao nariz. Cheirei fundo. O cheiro era intenso — suor, tesão, masculino. Meu pau endureceu ainda mais.
— Agora a minha vez — Júlia disse.
Ela tirou a calcinha por baixo do vestido preto. A calcinha era minúscula, de renda, ainda quente. Ela colocou na minha mão.
— Cheira.
Levei a calcinha ao nariz. Cheirei fundo. O cheiro era doce, feminino, com um fundo ácido de tesão. Meu pau pulsou.
— Lambe.
Passei a língua no tecido. O gosto era forte, salgado, delicioso.
Fernanda, como sempre a mais atrevida, sem avisar, enfiou um dedo no meu cu.
— GOSTOU?
— Não sabia nem o que responder. Era a primeira vez que alguém fazia isso comigo.
Ela enfiou o segundo dedo. Eu gemi.
— Sei que está gostando — ela disse.
— VOU GOZAR! — eu gritei.
— GOZA!
Gozei — sem ninguém tocar no meu pau. Só com os dedos dela no meu cu.
— Pronto — ela disse, tirando os dedos. — Agora você está pronto para a gente.
Elas me deitaram no tapete.
— A gente vai se revezar — Fernanda disse. — Você vai comer todas nós.
Júlia, a japinha magrinha, foi a primeira. Ela se ajoelhou na minha frente, abriu a boca e enfiou meu pau na garganta. Chupou com vontade, com habilidade, me fazendo gemer. Ela colocava tudo na boca, a cabeça do pau batendo no fundo da garganta, os olhos puxados brilhando de tesão. A saliva escorria pelo meu pau, molhando minhas bolas.
— ISSO, JÚLIA! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE CHUPAR O PAU DO STRIPPER?
— AMO!
Ela chupou até eu quase gozar. Depois, se virou. Empinou a bunda. O vestido preto subiu, revelando a bunda pequena, redonda, sem calcinha. A boceta apareceu — lisa, rosada, já molhada.
— Me come.
Enfiei o pau na boceta dela. Ela era apertada, molhada, gostosa. A boceta dela me apertava, me sugava, me puxava para dentro.
— ISSO, LUCAS! ASSIM!
Metia rápido, fundo. Ela gemia, pedia mais. O vestido preto subia e descia com cada estocada.
— VOU GOZAR! — ela disse.
— GOZA!
As outras mandaram eu não gozar pois ainda queriam ser comidas. Deixei a japinha gozar e parti para Fernanda.
Ela sentou no meu pau. Cavalgou em mim. O vestido vermelho subiu, revelando a bunda grande, firme, sem calcinha. A boceta apareceu — lisa, rosada, com o grelo avantajado saltando para fora.
— ISSO, FERNANDA! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE CAVALGAR?
— AMO!
Ela rebolava, subia e descia, o grelo roçando na minha barriga. O vestido vermelho balançava com cada movimento.
— VOU GOZAR! — ela gritou.
— GOZA!
Ela gozou.
Letícia foi a última. Minha irmã.
Ela se deitou no tapete. Abriu as pernas. O vestido branco subiu, revelando a boceta lisa, rosada, já molhada.
— Agora é a minha vez.
Enfiei o pau na boceta dela.
— ISSO, LUCAS! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE COMER A SUA IRMÃ?
— AMO!
Metia rápido, fundo. Ela gemia, pedia mais.
Enquanto eu comia a boceta da minha irmã, Júlia se ajoelhou atrás de mim. Abriu minha bunda. Enfiou a língua no meu cu.
— ISSO, JÚLIA! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE TER O CU CHUPADO?
— Nunca tive, é algo diferente, acho que estou amando.
Ela enfiou a língua fundo, enquanto eu metia na boceta de Letícia.
Fernanda se ajoelhou ao lado. Enfiou a cara na boceta de Júlia, chupando com vontade.
Era um nó de braços, pernas, paus, bocetas, cus.
— VOU GOZAR! — Letícia gritou.
— GOZA!
Ela gozou. Eu gozei dentro dela. Júlia gozou só de chupar o meu cu. Fernanda gozou na boca de Júlia.
As três caíram no tapete, exaustas, sujas de lubrificante, suor, porra.
Fernanda foi a primeira a falar.
— Nota 9.
— Por quê? — perguntei, ofegante. — O que faltou para o 10?
Ela sorriu.
— Ainda não acabou.
Ela se levantou. Foi até uma mala no canto da sala. Tirou uma calcinha fio dental preta, minúscula, de renda.
— Veste.
— Mas...
— Veste. Você é nosso stripper. Faz parte do contrato. Não pode recusar.
Vesti. O tecido minúsculo mal cobria meu pau. As bolas ficavam à mostra, o fio dental entrava entre as minhas nádegas.
— Linda — Letícia disse. — Você fica tão sexy de calcinha.
— Agora desfila — Fernanda ordenou.
Andei. A calcinha roçava no meu pau, no meu cu. O tecido fino, quase transparente, deixava tudo à mostra.
— Vira.
Virei. Mostrei a bunda. O fio dental sumia entre as minhas nádegas, deixando o meu cu completamente exposto.
— Perfeito — Fernanda disse. — Agora a cereja do bolo.
Ela se virou. Foi até a porta. Saiu da chácara.
Ficamos em silêncio, esperando. Alguns minutos depois, ela voltou.
E não estava sozinha.
Ao lado dela, vinha Ricardo. Meu melhor amigo. Ele estava nu. E o pau dele — 24 centímetros, grosso, veiado — estava duro como pedra.
— Ricardo? — perguntei, o coração acelerado.
— E aí, irmão — ele disse, com um sorriso safado. — As amigas de sua irmã me chamaram. E eu não podia recusar.
— Outra coisa — ele continuou, me olhando de cima a baixo. — Você ficou lindo de calcinha.
Morri de vergonha, mas meu pau já estava ficando duro.
Fernanda se aproximou de mim.
— Você vai ver como é um pau de verdade entrando na buceta e no cu de sua irmã.
Ricardo se aproximou. Passou a mão na minha bunda, ainda de calcinha.
— Um dia ainda vou comer você também — ele disse, com um sorriso safado.
Depois, ele se virou para Letícia. Minha irmã.
— Sua vez, noiva.
Letícia se virou. Empinou a bunda. Ricardo passou lubrificante no cu dela. E enfiou.
— ISSO, RICARDO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDA PELO AMIGO DO SEU IRMÃO?
— AMO!
Ele metia devagar no início, depois rápido. O pau de 24 centímetros entrava e saía do cu dela.
As mulheres assistiam, se masturbando.
— OLHA, AMIGAS — Fernanda disse. — OLHA COMO ELA ESTÁ GOSTANDO.
— ESTAMOS VENDO!
— ELA É MINHA PUTA AGORA!
Ricardo meteu mais forte. Ela gemia, os dedos arrancando o tapete.
— VOU GOZAR! — ela gritou.
— GOZA!
Ricardo gozou dentro do cu dela. Ela gozou junto.
Depois que ele gozou, fui ver o estrago de perto. Passei o dedo no cu da minha irmã, que estava aberto, escorrendo porra.
— Nossa — eu disse. — Está tão aberto.
— É o pau do Ricardo — Letícia disse, ofegante. — Ele me arrebentou.
Ricardo riu.
— Agora é a vez de vocês, putinhas.
Ele se virou para Júlia.
— Sua vez, japinha.
Júlia se ajoelhou. Chupou o pau de Ricardo, ainda molhado do cu de Letícia. Depois, se virou. Empinou a bunda.
— Me come.
Ricardo enfiou o pau no cu dela.
— ISSO, RICARDO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDA PELO PAU DO AMIGO DO SEU IRMÃO?
— AMO!
Ele metia rápido, fundo. Eu me ajoelhei na frente de Júlia.
— Enquanto ele te come, você vai chupar o meu pau.
Júlia enfiou meu pau na boca, chupando com vontade, enquanto Ricardo metia no cu dela.
— VOU GOZAR! — Júlia gritou.
— GOZA!
Ela gozou. Ricardo gozou dentro do cu dela. Eu gozei na boca dela.
Fernanda foi a próxima. Ela se deitou de costas. Abriu as pernas.
— Me come — ela disse para Ricardo.
Ricardo enfiou o pau na boceta dela.
— ISSO, RICARDO! ASSIM!
Ele metia rápido, fundo. Eu me ajoelhei ao lado.
— Enquanto ele te come, você vai chupar o meu pau.
Fernanda enfiou meu pau na boca, chupando com vontade.
— VOU GOZAR! — ela gritou.
— GOZA!
Ela gozou. Ricardo gozou dentro dela. Eu gozei na boca dela.
Por fim, Ricardo se virou para mim.
— Sua vez, irmão.
— Minha vez de quê?
— Você vai ser comido. Por mim. E vai gostar.
Ele me virou de bruços. Empinou minha bunda. Passou lubrificante no meu cu.
— Vai doer um pouco — ele avisou.
— Pode doer.
Ele enfiou a ponta. Eu gritei — não de dor, de prazer.
— ISSO, RICARDO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO?
— AMO!
Ele metia devagar no início, depois rápido. O pau de 24 centímetros entrava e saía do meu cu.
As mulheres assistiam, se masturbando.
— OLHA, AMIGAS — Fernanda disse. — OLHA COMO ELE ESTÁ GOSTANDO.
— ESTAMOS VENDO!
— ELE É MINHA PUTA AGORA!
— ELE É!
— ENTÃO TOMA!
Ricardo meteu mais forte. Eu gemia, os dedos arrancando o tapete.
— VOU GOZAR! — eu gritei.
— GOZA!
Gozei — o esperma jorrou no tapete. Só com o pau de Ricardo no meu cu.
Ele continuou metendo. Gozou dentro de mim.
Os quatro caíram no tapete, exaustos, sujos de lubrificante, suor, porra.
No dia seguinte, Letícia estava radiante no altar. O vestido branco, o véu, o sorriso. Ela era a noiva perfeita.
O noivo, Rodrigo, estava feliz. Ninguém sabia o que tinha acontecido na despedida de solteira.
Durante a festa, Ricardo se aproximou de mim.
— Sua irmã foi uma puta de verdade ontem.
— Eu sei.
— E você também foi.
— Eu sei.
Fernanda se aproximou.
— A melhor despedida de solteira da história.
— A melhor — Letícia concordou, passando por nós com o vestido de noiva.
Ela se inclinou, como se fosse me dar um beijo no rosto, e sussurrou no meu ouvido:
— Até a próxima.
E foi embora, deixando o rastro do perfume dela.
Vinte dias depois do casamento, minha irmã Letícia apareceu na minha porta. Estava diferente — mais solta, mais confiante, com um sorriso safado que eu conhecia bem.
— Precisamos conversar — ela disse, entrando sem convite.
— Sobre o quê?
— Sobre tudo. Sobre o que aconteceu na despedida. E sobre o que eu escondi de você.
Sentei no sofá, o coração acelerado.
— O que você escondeu?
Ela sentou ao meu lado, os olhos brilhando.
— O Rodrigo sempre soube de tudo.
— O Rodrigo? Seu marido?
— Sim. Ele sempre soube de todas as minhas traições. Na verdade, ele as incentivou.
— Como assim?
Ela respirou fundo.
— Ele sempre teve um pau pequeno. Nunca me satisfez de verdade. Ele sabia disso. Em vez de sentir ciúmes, ele sentia tesão. Ele é viciado em pornografia, adora contos eróticos. Leu tantos que começou a fantasiar com a própria esposa sendo comida por outros homens.
— Ele incentivou você a trair?
— Sim. Ele que me incentivou a seduzir o personal trainer. Amava me lamber quando eu chegava em casa suada e gozada por ele.
— E o chefe?
— Ele apoiou. Disse que quando pintasse uma oportunidade, eu não deveria desperdiçar. Que ele queria sentir o gosto de outro homem na minha boceta.
— E o ginecologista?
Ela sorriu.
— Ele ajudou. Mandou eu dizer que não sentia prazer, que meu namorado tinha pau pequeno, que eu precisava de alguém que me fizesse sentir mulher. O médico caiu na armadilha. A transa virou constante em todas as consultas. O Rodrigo sempre lambia minha boceta depois.
— Ele adora cheiros — ela continuou, os olhos brilhando. — O cheiro da minha axila suada. O cheiro da minha boceta depois de um dia inteiro sem banho. Quando eu estou menstruada, ele fica louco. Pede para eu sentar na cara dele, para ele lamber meu sangue.
— E você deixa?
— Deixo. E adoro. Uma vez, ele pediu para eu fazer xixi na boca dele. Eu fiz. Ele gozou só de sentir o gosto.
— E você gostou?
— Adorei. Foi a primeira vez que eu entendi o que é ser completamente dominada.
Fiquei em silêncio, processando.
— E o Ricardo? Ele também incentivou?
— Ele viu um vídeo do Ricardo comendo a Fernanda. A loirinha de grelo avantajado. Ficou louco. Perguntou se um dia eu teria coragem de dar para um pau daquele tamanho. Até que eu aceitei o desafio. E adorei.
— E quando eu te comi? Ele sabia?
— Ele sabia. E adorou. Ele adora contos de incesto. Leu tantos que me incentivou a dar para você. Me mostrou contos onde irmãos transavam com irmãs. Eu criei coragem. Falei do cheiro da sua cueca, das minhas espionadas. Ele ficou louco.
— E a despedida? Ele viu?
Ela sorriu de novo.
— Ele viu tudo. Eu gravei com uma câmera escondida.
— Você gravou?
— Tudo. A calcinha. O desfile. A axila. As amigas. O Ricardo. Você. Durante a lua de mel, a gente transava vendo o vídeo. Ele adorou quando você usou a calcinha. Adorou quando a Júlia lambeu o seu cu.
— E você?
— Eu também adorei. Fiz o mesmo com ele.
— O mesmo?
— Enfiei os dedos no cu dele. Lambi. Ele gozou sem tocar no pau. Depois, a gente comprou um consolo. Um preto, de 18 centímetros.
— E usaram?
— Usamos. Ele foi comido por mim. Eu fui comida por ele. Um comendo o outro. E ele usou a minha calcinha enquanto era comido.
Meu pau endureceu na hora.
— E o que você quer agora?
Ela se aproximou. Passou a mão no meu rosto.
— Eu quero que a gente repita. Mas dessa vez, com o Rodrigo.
— Com o Rodrigo?
— Sim. Ele quer participar. Quer ver você me comendo. Quer ser comido por você. Quer que todos comam todos.
— E você?
— Eu quero ver vocês dois juntos. Quero ver meu irmão e meu marido se comendo. Quero ser comida pelos dois.
Ela me beijou.
— Topa?
— Topo.
Na noite seguinte, fui para a casa deles. Rodrigo abriu a porta. Estava nervoso, mas com um sorriso safado.
— Entra, cunhado — ele disse. — A Letícia já está no quarto.
Entrei. A casa estava iluminada por velas. Música ambiente. O clima era de sedução.
Letícia estava no quarto, deitada na cama, vestindo um conjunto de lingerie preta. Ao lado dela, na mesa de cabeceira, um consolo preto de 18 centímetros e um vidro de lubrificante.
— Senta — ela disse, apontando para a poltrona.
Sentei. Rodrigo sentou ao lado dela.
— Hoje a gente vai fazer direito — Letícia disse. — Todo mundo vai comer todo mundo.
Rodrigo se ajoelhou na minha frente.
— Você usou a calcinha na despedida — ele disse. — Eu vi no vídeo. Ficou lindo.
— Obrigado.
— Hoje, você vai usar de novo.
Ele pegou uma calcinha fio dental preta, minúscula, de renda. A mesma do vídeo.
— Veste.
Vesti. O tecido minúsculo mal cobria meu pau. As bolas ficavam à mostra, o fio dental entrava entre as minhas nádegas.
— Linda — Letícia disse.
— Agora ajoelha — Rodrigo ordenou.
Ajoelhei na cama, de quatro. Ele se ajoelhou atrás de mim. Afastou a calcinha para o lado.
— Você vai ser comido — ele disse. — Pela primeira vez por um homem.
— Pode ser.
Ele enfiou a língua no meu cu.
— ISSO, RODRIGO! — eu gritei.
— VOCÊ GOSTA DE TER O CU CHUPADO?
— AMO!
Ele lambeu, chupou, enfiou a língua fundo. Depois, enfiou um dedo, depois dois.
— VOU GOZAR! — eu gritei.
— GOZA!
Gozei — sem ninguém tocar no meu pau. Só com os dedos dele no meu cu.
— Pronto — ele disse, tirando os dedos. — Agora você está pronto para mim.
Ele passou lubrificante no meu cu e no pau dele — 15 centímetros, médio, mas duro.
— Enfia — eu disse.
Ele enfiou a ponta. Eu gritei — não de dor, de prazer.
— ISSO, RODRIGO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO?
— AMO!
Ele metia devagar no início, depois rápido. O pau entrava e saía do meu cu.
Letícia se ajoelhou na minha frente.
— Enquanto ele te come, você vai chupar a minha boceta.
Enfiei a cara na boceta de Letícia, chupando com vontade, enquanto Rodrigo metia no meu cu.
— VOU GOZAR! — Rodrigo gritou.
— GOZA!
Ele gozou dentro do meu cu.
Letícia gozou na minha boca.
Os três caíram na cama.
Depois de descansar, Letícia se levantou. Pegou o consolo.
— Minha vez — ela disse. — Vou comer vocês dois.
Ela enfiou o consolo no cu de Rodrigo. Ele gemeu.
— ISSO, LETÍCIA! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO?
— AMO!
Ela metia rápido, fundo. Eu me ajoelhei na frente de Rodrigo.
— Enquanto ela te come, você vai chupar o meu pau.
Rodrigo enfiou meu pau na boca, chupando com vontade.
— VOU GOZAR! — Rodrigo gritou.
— GOZA!
Ele gozou. Letícia gozou no cu dele.
Depois, foi a minha vez. Ela enfiou o consolo no meu cu.
— ISSO, LETÍCIA! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO?
— AMO!
Ela metia rápido, fundo. Rodrigo se ajoelhou na minha frente.
— Enquanto ela te come, você vai chupar o meu pau.
Enfiei o pau de Rodrigo na boca, chupando com vontade.
— VOU GOZAR! — eu gritei.
— GOZA!
Gozei. Letícia gozou no meu cu.
Os três caíram na cama.
No dia seguinte, acordamos juntos. Letícia estava entre mim e Rodrigo.
— E agora? — perguntei.
— Agora a gente repete — ela disse. — Todo mês.
— Todo mês? — Rodrigo perguntou.
— Todo mês. E na próxima, a gente chama o Ricardo.
— O Ricardo?
— Sim. Ele vai comer todo mundo.
— Todo mundo?
— Todo mundo.
FIM
Foto 1 do Conto erotico: A DESPEDIDA DE SOLTEIRA DA MINHA IRMÃ

Foto 2 do Conto erotico: A DESPEDIDA DE SOLTEIRA DA MINHA IRMÃ

Foto 3 do Conto erotico: A DESPEDIDA DE SOLTEIRA DA MINHA IRMÃ

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Ficha do conto

Foto Perfil casalbisexpa
casalbisexpa

Nome do conto:
A DESPEDIDA DE SOLTEIRA DA MINHA IRMÃ

Codigo do conto:
265013

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
21/06/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
5