O Legado da Família Silva

Laura (44 anos): Tia, esposa de Marcos. Professora. Tem seios grandes e caídos, com um grelo (clitóris) avantajado, sua principal zona de prazer. É bissexual, adora ser dominada e dominar, tem fetiche por cheiros fortes, xixi, menstruação e fluidos corporais.
Marcos (46 anos): Tio, marido de Laura. Engenheiro Civil. Bissexual ativo/passivo, ama tanto comer quanto ser comido. É viciado em lamber a buceta gozada da esposa e em todos os fluidos que ela produz. Adora axilas suadas, calcinhas usadas e o cheiro "selvagem" do corpo.
Alice (18 anos): Sobrinha, estudante de Medicina. É extremamente magra, quase sem seios, com uma bucetinha pequena e imaculada. Por ser nerd e desligada da própria aparência, raramente se depila, deixando pelos naturais nas axilas, pernas e virilha. É virgem.
Pedro (20 anos): Sobrinho, irmão mais velho de Alice. Estudante de Educação Física, estagiário em uma academia. Tem um pênis de apenas 10 cm, o que sempre lhe causou enorme vergonha e o manteve virgem até então. É tímido, mas curioso e confia plenamente nos tios.
O quarto estava mergulhado em uma penumbra quente, iluminado apenas pela luz azulada do laptop sobre a mesa de cabeceira. A tela exibia o site de contos eróticos, e Laura, deitada de bruços, lia em voz alta, sua voz um sussurro rouco que cortava o silêncio da noite.
"— 'Ela sentiu a mão do tio deslizar por sua coxa virgem, os dedos encontrando a calcinha de algodão, já úmida de desejo. Ele sussurrou: "Você não faz ideia do que eu quero fazer com você, sobrinha..."'"
Laura interrompeu a leitura, virando a cabeça para olhar por cima do ombro. Marcos estava deitado ao lado dela, completamente nu, seu corpo moreno esticado sobre os lençóis. Sua mão já estava ocupada, deslizando lentamente pelas costas nuas de Laura, traçando a curva de sua espinha até as nádegas.
— Continua — ele murmurou, sua voz grave e rouca. — Adoro quando você lê essas histórias. Sua voz fica... diferente.
Laura sorriu, um sorriso lento e cheio de malícia. Ela se virou completamente, deitando-se de lado para encará-lo. Seus seios grandes e naturalmente caídos descansavam sobre o travesseiro, os mamilos já endurecidos.
— Você não quer saber o que acontece depois? — ela provocou, passando a ponta do dedo pelo peito peludo dele. — A tia chega em casa e descobre o marido e a sobrinha na cama. O que você acha que ela faz?
— Ela se junta a eles — Marcos respondeu sem hesitar, sua mão deslizando pela barriga de Laura, sentindo o calor de sua pele. — Ela sempre se junta.
Laura riu, um som baixo e melodioso. Ela se inclinou para beijá-lo, um beijo lento e profundo. Quando se afastou, seus olhos estavam brilhantes.
— Você está pensando neles, não está? — ela perguntou, sua voz um sussurro cúmplice. — Nos nossos sobrinhos.
Marcos não negou. Seus olhos se encontraram com os dela, e ele assentiu lentamente.
— Alice — ele disse, o nome saindo de seus lábios como uma confissão. — Tão magra, tão desajeitada. Você a viu hoje no almoço de família? Ela estava usando aquela blusa larga, mas quando se inclinou para pegar o sal, eu vi...
— Eu vi também — Laura interrompeu, sua voz um fio de desejo. — As axilas peludas. Ela não se depila, Marcos. É tão natural. Tão... pura.
Marcos fechou os olhos por um momento, como se estivesse saboreando a imagem.
— E Pedro — ele continuou, sua mão apertando a coxa de Laura. — Tão tímido, tão encolhido. Você viu como ele desviava o olhar quando eu falava com ele?
— Eu vi — Laura confirmou, sua mão deslizando para baixo, encontrando a ereção de Marcos. — Você está tão excitado só de pensar neles.
— E você? — Marcos perguntou, sua mão encontrando a intimidade de Laura. Ela estava molhada, escorregadia.
Laura gemeu, arqueando as costas.
— Vamos ler mais — ela sugeriu, ofegante. — Quero ouvir a história enquanto você me toca.
Ela se virou novamente, de bruços, e começou a ler em voz alta. Marcos se moveu para trás dela, sua mão encontrou o grelo de Laura — grande, proeminente, pulsando com desejo.
"— 'O tio segurou a sobrinha pelos cabelos, puxando sua cabeça para trás enquanto a penetrava por trás...'"
Laura interrompeu a leitura com um gemido quando Marcos deslizou dois dedos para dentro dela.
— Imagine que é Alice — ele sussurrou. — Peluda e virgem, e você está tirando a virgindade dela.
Laura gemeu, seu rosto se enterrando no travesseiro.
— E Pedro — ela conseguiu dizer, ofegante. — Imagine que é o Pedro, com aquele pau... — ela hesitou — ...e você está colocando ele dentro de mim enquanto eu...
— Enquanto você lambe a axila peluda da Alice — Marcos completou.
A mão de Marcos trabalhou mais rápido. Laura estava ofegante.
— E você — ela gemeu — vai comer o cu do Pedro enquanto eu como a buceta da Alice.
— E depois eu vou lamber você — Marcos acrescentou, sua voz rouca. — Vou lamber a buceta gozada da minha esposa, com o gosto da minha sobrinha.
Laura gritou, seu corpo se arqueando em um orgasmo violento.
— E o xixi — ela disse, ainda trêmula. — Quero que você faça xixi em mim enquanto eu toco nela.
Marcos sorriu e se levantou, posicionando-se sobre Laura. Lentamente, ele urinou sobre suas costas, sobre suas nádegas, vendo o líquido dourado escorrer pela pele dela.
Laura gemia, sentindo o calor do xixi escorrer por seu corpo. Ela levou a mão às costas, molhando os dedos, e os levou à boca.
— Você tem um gosto tão bom — ela murmurou. — Tão quente, tão vivo.
Marcos se deitou ao lado dela, puxando-a para perto. Seus corpos estavam colados, o xixi ainda escorrendo entre eles.
— Nós deveríamos convidá-los — ele disse.
Laura virou a cabeça para olhá-lo.
— Para a casa de praia — ela concordou. — Os pais deles vão viajar no próximo fim de semana.
— Ela com certeza é virgem — Marcos disse. — Ele, com 20 anos, não deve mais ser... mas mal sabemos do verdadeiro tamanho do pau dele.
Laura assentiu, um sorriso lento se formando em seus lábios.
— Nós vamos ensiná-los — ela disse. — Vamos mostrar a eles o que o corpo pode fazer.
— E vamos celebrar todos os fluidos — Marcos acrescentou.
Laura se inclinou para beijá-lo.
— Vamos chamá-los amanhã.
O telefone tocou três vezes antes que a voz sonolenta de Alice atendesse.
— Alô?
— Alice, querida! — a voz de Laura era alegre. — Seus pais vão viajar no próximo fim de semana, não vão? Por que vocês não vêm passar o fim de semana conosco na casa de praia?
Houve um silêncio. Laura ouviu murmúrios ao fundo.
— Tudo bem, tia — Alice finalmente disse. — Nós vamos.
Mais tarde naquela mesma manhã, o telefone tocou novamente. Era a irmã de Laura.
— Laura, querida, você não tem ideia do quanto eu estou aliviada — a voz da irmã era apressada. — Estou tão ocupada com os preparativos da viagem que não teria tempo de levar a Alice para fazer a depilação antes da praia.
Laura franziu a testa.
— Depilação?
— Sim! Você sabe como ela é. Com 18 anos e ainda não se depila direito. Axilas, pernas, virilha... tudo natural. Você poderia levá-la? Por favor?
Laura sentiu um calor subir por seu corpo. Seus dedos apertaram o telefone.
— Claro — ela conseguiu dizer. — Será um prazer.
A sessão de depilação foi marcada para a tarde seguinte. Laura chegou ao salão primeiro, seu coração batendo acelerado. Quando Alice entrou, vestindo uma blusa larga e shorts, Laura já estava sentada na sala de espera.
— Tia Laura — Alice disse, um sorriso tímido nos lábios. — Obrigada por vir comigo. A mamãe disse que você insistiu.
— Claro, meu amor — Laura respondeu, levantando-se para abraçar a sobrinha. — É um prazer passar tempo com você.
Quando Alice entrou na sala de depilação, Laura pediu para acompanhá-la. "Ela é muito tímida", explicou à esteticista. "Vou ficar aqui para dar apoio."
A esteticista, uma mulher de meia-idade com mãos firmes, pediu que Alice se deitasse na maca e removesse a blusa e o short.
Laura prendeu a respiração. O corpo de Alice era como ela imaginara: extremamente magro, com costelas sutilmente marcadas, e seios tão pequenos que pareciam botões de rosa. Suas axilas tinham uma vegetação escura e natural — pelos finos que Alice nunca se dera ao trabalho de remover.
A esteticista começou pelo rosto, mas logo desceu para o pescoço, ombros e finalmente as axilas. Cada movimento era meticuloso, e Laura observava cada centímetro da pele da sobrinha sendo revelado. Quando Alice ergueu os braços para permitir que a esteticista trabalhasse em suas axilas, Laura sentiu um arrepio percorrer seu corpo. Os pelos escuros e macios eram exatamente como ela imaginara. Laura podia quase sentir o cheiro deles, o odor natural que emanava da pele da sobrinha.
— Agora as pernas — a esteticista anunciou.
Alice deitou-se de costas, e a esteticista começou a aplicar a cera quente em suas pernas. Os pelos escuros e finos se enrolavam sob a espátula, e Laura observava, hipnotizada.
Quando a esteticista chegou à virilha, Laura sentiu sua boca secar. Alice abriu as pernas, revelando sua intimidade. A bucetinha da sobrinha era pequena, com lábios delicados e uma camada de pelos escuros e macios que nunca haviam sido tocados por uma lâmina.
— Você quer que eu deixe alguma coisa? — a esteticista perguntou a Alice.
— Não — Laura respondeu, sua voz um fio. — Tira tudo, por favor.
— Mas nunca tirei tudo, tia — Alice murmurou, olhando para Laura.
— Tudo tem a primeira vez — Laura respondeu, sua voz macia. — E você vai amar ver como ela fica lisinha.
Laura observou, fascinada, enquanto a esteticista aplicava a cera quente na virilha de Alice. Cada tira arrancada revelava mais da pele macia e imaculada da sobrinha. Laura podia ver os lábios da buceta de Alice, rosados e ainda fechados, como uma flor que nunca havia sido tocada.
Quando a sessão terminou, Alice estava completamente depilada. Sua pele estava macia e lisa, e Laura podia ver o rubor em seu rosto.
— Pronta? — Laura perguntou, sua voz um pouco mais rouca do que o normal.
— Sim, tia — Alice respondeu, vestindo-se rapidamente.
No caminho de volta para casa, Laura mal conseguia se concentrar no trânsito. Sua mente estava cheia de imagens da sobrinha, da pele macia e lisa, da bucetinha rosada e imaculada.
Aquela noite, Laura mal esperou Marcos chegar do trabalho. Ela o agarrou assim que ele entrou pela porta, puxando-o para o quarto.
— Você não vai acreditar no que aconteceu — ela disse, ofegante, enquanto desabotoava a camisa dele.
— O quê? — Marcos perguntou, confuso mas claramente excitado com o entusiasmo da esposa.
— Levei a Alice para depilar — Laura disse, seus dedos já trabalhando no cinto dele. — Ela é completamente virgem, Marcos. Eu vi tudo.
Marcos arregalou os olhos.
— Você viu?
— Vi — Laura confirmou, puxando-o para a cama. — Ela é perfeita. Pele macia, lisa. A bucetinha rosada e imaculada. E o cheiro... — ela fechou os olhos, lembrando. — Eu podia sentir o cheiro dela, Marcos. Natural. Selvagem.
Ela o beijou com fome, suas mãos encontrando sua ereção.
— Eu quero ela — Laura sussurrou, ofegante. — Quero sentir ela. Quero lamber cada centímetro daquela pele lisinha.
Marcos a puxou para perto, seus corpos se encontrando.
— Nós vamos tê-la — ele prometeu, sua voz rouca. — E vamos ter o Pedro também.
Laura se ajoelhou sobre ele, sua buceta molhada deslizando sobre sua ereção.
— Mas primeiro — ela disse, sua voz um gemido — eu quero que você me fale do Pedro.
Marcos sorriu, suas mãos encontrando os quadris de Laura.
— Pedro... — ele começou, sua voz baixa. — Tão tímido. Tão encolhido. Eu imagino ele nu, com aquele corpo magro e pálido...
— E o pau pequeno — Laura interrompeu, ofegante. — Nós sabemos que é pequeno, não sabemos? Eu vi o volume na calça dele.
— Pequeno — Marcos concordou, sua voz um grunhido. — Mas eu vou fazer ele se sentir grande. Vou fazer ele se sentir um homem.
Laura gemeu, sentindo o prazer começar a se acumular.
— E você vai comer o cu dele — ela disse, sua voz um comando. — Enquanto eu como a buceta da Alice. Vamos iniciar os dois juntos.
— Juntos — Marcos repetiu, seu corpo se movendo sob o dela.
Laura gritou quando o orgasmo a atingiu, seu corpo tremendo sobre o de Marcos. Ele a seguiu logo depois, derramando seu sêmen dentro dela.
Quando finalmente se separaram, ofegantes, Laura se virou para ele, seus olhos brilhando.
— Eles chegam amanhã — ela disse. — Você está pronto?
Marcos sorriu, puxando-a para perto.
— Estou mais do que pronto.
A casa de praia era uma construção imponente de madeira e vidro, com grandes janelas que se abriam para o mar. O som das ondas era uma sinfonia constante, e o ar salgado misturava-se ao perfume das flores que Laura cultivava no jardim.
Os tios viajaram pela manhã. Alice e Pedro chegaram no final da tarde de sexta-feira. Laura os recebeu na porta, vestindo um vestido leve de linho que mal cobria seus ombros. Seus seios grandes balançavam livremente sob o tecido, e seus mamilos se marcavam contra o linho.
— Queridos! — ela exclamou, abraçando Alice primeiro.
Laura sentiu o corpo magro da sobrinha contra o seu. A pele de Alice estava macia e lisa — a depilação tinha sido um sucesso. Laura inspirou profundamente, sentindo o cheiro da sobrinha, uma mistura de sabonete e o odor natural de sua pele.
— Estamos bem, tia — Alice respondeu, um pouco sem graça com o contato físico tão próximo.
Laura se virou para Pedro, que carregava as malas. Ela notou como ele evitava o contato visual, como seu corpo parecia encolhido.
— Pedro, meu amor — ela disse, aproximando-se. — Deixa eu te ajudar com isso.
Ela se aproximou, sentindo o odor que emanava do sobrinho — uma mistura de suor do carro e o cheiro natural de sua pele. Laura inspirou profundamente, seus olhos se fechando por um momento.
A noite caiu rapidamente, e a casa foi iluminada apenas por velas. A mesa de jantar estava posta com louças finas e talheres de prata. Marcos serviu o vinho tinto, um encorpado Cabernet Sauvignon, enquanto Laura trazia o roast beef suculento com alecrim.
O jantar foi animado. Três garrafas de vinho se esvaziaram rapidamente, e os quatro estavam alegres e soltos.
— Então, Pedro — Marcos disse, inclinando-se sobre a mesa. — Educação Física, hein? Estagiando em uma academia?
— Sim, tio — Pedro respondeu, um pouco mais à vontade com o vinho. — Estou gostando muito.
— E você, Alice — Laura disse, virando-se para a sobrinha. — Medicina. Já pensou em qual especialidade?
Alice corou.
— Ainda não, tia. Estou no começo do curso.
Marcos riu, seus olhos brilhando.
— Se eu fosse médico, seria ginecologista — ele disse, com um sorriso malicioso. — Iria amar ver buceta o dia todo e ainda ser pago para isso.
Todos riram, incluindo Alice, que cobriu o rosto com as mãos.
— E você, Laura? — Pedro perguntou, animado. — Se fosse médica?
Laura inclinou a cabeça, um sorriso lento se formando em seus lábios.
— Proctologista — ela disse, com um olhar cúmplice para Marcos. — Passaria o dia enfiando o dedo no cu dos outros.
Todos caíram na gargalhada. Pedro quase engasgou com o vinho.
— Tia Laura! — Alice exclamou, rindo. — Isso é tão...
— Verdadeiro? — Laura completou, rindo também. — Talvez. Mas falando sério... vocês já pararam para pensar como as profissões podem ser... eróticas?
Marcos levantou uma sobrancelha, entendendo onde Laura queria chegar.
— Como assim, tia? — Pedro perguntou, confuso.
— Pensa comigo — Laura disse, seus olhos brilhando. — Você, Pedro, é estagiário em uma academia. Você já imaginou situações... interessantes? Uma aluna fazendo exercícios, se curvando, suando...
Pedro corou, mas não desviou o olhar.
— Ou você, Alice — Laura continuou. — Uma médica fazendo um exame. Mandando o paciente tirar a roupa. Tocando em lugares íntimos.
Alice prendeu a respiração.
— Que tal um jogo? — Marcos sugeriu, sua voz um pouco mais grave. — Nós vamos criar situações eróticas envolvendo nossas profissões. Cada um cria três. Quem não conseguir, bebe.
Os olhos de Laura brilharam.
— Adorei a ideia — ela disse. — Eu começo. Professora.
Ela se inclinou para a frente, seus seios se pressionando contra a mesa.
— Situação número um: Uma professora está dando aula. Ela usa uma blusa com um decote generoso e uma saia curta. Quando ela se vira para escrever no quadro, a saia sobe, revelando que ela não está usando calcinha. Os alunos, hipnotizados, não conseguem se concentrar. Ela sente os olhares, o desejo no ar. Sua buceta começa a ficar molhada...
— Situação número dois — Laura continuou. — Uma professora está corrigindo a redação de um aluno. Ele está sentado ao lado dela, muito perto. Ela sente o calor do corpo dele, o cheiro do seu perfume. Ela diz que ele errou uma vírgula, e ele pergunta: "Onde, professora?" Ela segura a mão dele, guiando seu dedo até o papel. Mas sua mão desliza para cima, tocando o braço dele, o ombro... Ela sussurra: "Você precisa de uma aula particular..."
— Situação número três — Laura disse, seus olhos encontrando os de Alice. — Uma professora está aplicando uma prova. Ela vê uma aluna nervosa, suada. Ela se aproxima, coloca a mão no ombro da aluna, sente seu calor. Ela sussurra: "Relaxe. Não precisa ficar tensa." Sua mão desliza para as costas da aluna, traçando círculos lentos. A aluna relaxa, se inclina para trás, e a professora sente a excitação crescendo em seu próprio corpo.
Alice estava ruborizada, sua respiração acelerada.
— Minha vez — Marcos disse, sua voz grave. — Engenheiro Civil.
Ele se inclinou para a frente.
— Situação número um: Um engenheiro está inspecionando uma obra. Uma operária está curvada, trabalhando. Ela está suada, com a blusa molhada. O engenheiro se aproxima, diz que precisa verificar uma medida. Suas mãos deslizam pela fita métrica, tocando a cintura dela por acidente. Ela se vira, seus olhos se encontram, e ele sente o desejo.
— Situação número dois — Marcos continuou. — Um engenheiro está fazendo uma vistoria em um apartamento vazio. A proprietária, uma mulher jovem e bonita, está mostrando o imóvel. Ela se curva para pegar algo, e ele vê sua calcinha. Ele se aproxima, diz que precisa verificar a estrutura da parede. Suas mãos tocam a parede ao lado da cabeça dela, encurralando-a. Ele sussurra: "A estrutura aqui está muito firme. Quer sentir?"
— Situação número três — ele disse, seus olhos encontrando os de Pedro. — Um engenheiro está supervisionando uma reforma. Um jovem estagiário está carregando pesos. O engenheiro o observa, vê seus músculos se contraindo sob a camisa suada. Ele se aproxima, coloca a mão no ombro do estagiário, sente seu calor. Ele diz: "Você está trabalhando duro. Precisa de uma pausa." E leva o estagiário para a sala dos fundos.
Pedro engoliu em seco.
— Minha vez — Alice disse, sua voz trêmula. — Médica.
Ela respirou fundo.
— Situação número um: Uma médica está fazendo um exame de rotina em um paciente jovem. Ela pede para ele tirar a camisa. Ele está nervoso, suado. Ela coloca o estetoscópio em seu peito, sente seu coração acelerado. Ela diz: "Relaxe. Não precisa ficar tenso." Sua mão desliza pelo peito dele, sentindo seus músculos. Ela se inclina, seu cabelo roçando a pele dele.
— Situação número dois — Alice continuou. — Uma médica está fazendo um exame ginecológico em uma paciente jovem. Ela pede para a paciente se deitar e abrir as pernas. A paciente está nervosa, tremendo. A médica coloca a mão em sua coxa, dizendo: "Vai ser rápido. Confie em mim." Ela vê a intimidade da paciente, tão exposta, tão vulnerável. Ela sente o calor, o cheiro...
— Situação número três — Alice disse, corando profundamente. — Uma médica está fazendo um exame de próstata em um paciente. Ele está deitado de lado, nervoso. Ela coloca a luva, lubrifica o dedo. Ela diz: "Vai ser um pouco desconfortável, mas relaxe." Seu dedo encontra a entrada, penetra lentamente. Ela sente o paciente se contrair, ouve seu gemido. Ela sussurra: "Está quase pronto..."
O silêncio era denso.
— Minha vez — Pedro disse, sua voz rouca. — Professor de Educação Física.
Ele respirou fundo.
— Situação número um: Um professor está dando aula de alongamento. Uma aluna está curvada para a frente, tentando tocar os pés. Ele se aproxima, coloca as mãos em suas costas, pressiona suavemente. Ele sente o calor do corpo dela, o cheiro do suor. Ela está ofegante, e ele sussurra: "Mais fundo. Você consegue."
— Situação número dois — Pedro continuou. — Um professor está ensinando uma aluna a usar um aparelho de musculação. Ela está sentada, as pernas abertas, o aparelho pressionando sua virilha. Ele se ajoelha ao lado dela, ajusta o equipamento, suas mãos roçando a parte interna de suas coxas. Ele diz: "Você precisa apertar mais forte." Ela geme, e ele sente o desejo.
— Situação número três — Pedro disse, sua voz quase um sussurro. — Um professor está dando aula de natação. Uma aluna está na borda da piscina, molhada, a roupa colada ao corpo. Ele se aproxima, coloca a mão em sua cintura, diz: "Você precisa melhorar sua técnica." Ele a guia para a água, seus corpos se tocando. Ela está ofegante, e ele sente seu corpo contra o dele.
O silêncio era carregado de desejo. Laura e Marcos trocaram um olhar.
— Vocês são muito criativos — Laura disse, sua voz um sussurro. — Sabem... meu marido e eu temos um segredo.
Marcos assentiu.
— Nós somos bissexuais — ele disse, simplesmente. — E somos liberais.
Alice e Pedro prenderam a respiração.
— O que isso significa? — Alice perguntou, sua voz um fio.
— Significa — Laura disse, seus olhos encontrando os dos sobrinhos — que nós amamos compartilhar prazer. Que não temos limites quando se trata de explorar o corpo e o desejo.
— E — Marcos acrescentou, sua voz grave — que nós queremos ensinar vocês.
Pedro engoliu em seco.
— Ensinar? — ele repetiu.
— Sim — Laura disse, levantando-se. — Nós vimos como vocês olharam para nós durante o jogo. Vimos como vocês ficaram excitados.
Ela se aproximou de Alice.
— Você está molhada, não está, Alice? — ela sussurrou. — Eu posso sentir.
Alice não conseguiu negar.
— E você, Pedro — Marcos disse, levantando-se também. — Eu vi o volume na sua calça.
— Vamos para a sala — Laura sugeriu, sua voz um convite. — Vamos mostrar a vocês o que realmente significa estar em família.
A sala era ampla, iluminada apenas por velas perfumadas que projetavam sombras dançantes nas paredes. O sofá de veludo vermelho convidava ao toque, e Laura fez questão de sentar-se no centro, entre os dois sobrinhos. Marcos posicionou-se em uma poltrona próxima, observando com olhos de quem apreciava cada detalhe da cena que se desenrolava.
Laura virou-se para Alice primeiro. Seus dedos encontraram o queixo da sobrinha, erguendo seu rosto para encontrar seus olhos.
— Você confia em mim? — perguntou, sua voz um sussurro.
— Sim, tia — respondeu Alice, sua voz trêmula.
— E você, Pedro? — Laura perguntou, virando-se para o sobrinho. — Confia em nós?
— Com toda minha vida — respondeu ele, mais firme do que esperava.
Laura sorriu, um sorriso lento e promissor. Ela se aproximou de Alice primeiro, seus lábios encontrando os da sobrinha em um beijo suave, quase casto. Foi um beijo de experimentação, de descoberta. O beijo de uma tia ensinando à sobrinha o sabor da transgressão.
Alice correspondeu ao beijo, inicialmente hesitante, depois mais confiante. Seus lábios se abriram, permitindo que a língua de Laura explorasse sua boca. Era doce, mas havia algo mais. Um sabor de promessa, de tudo que estava por vir.
Enquanto beijava Alice, a mão direita de Laura encontrou a mão de Pedro. Seus dedos se entrelaçaram, e ela sentiu o aperto dele, a necessidade de contato. Marcos se levantou silenciosamente e se posicionou atrás de Pedro, suas mãos pousando sobre seus ombros.
— Sinta, meu querido — Marcos sussurrou para Pedro. — Sinta como é compartilhar esse momento.
Os dedos de Marcos trabalharam os músculos tensos dos ombros de Pedro, enquanto a outra mão deslizava pelo peito do jovem. Ele sentiu o coração acelerado do sobrinho, a excitação que vibrava através de sua pele.
Laura rompeu o beijo com Alice, deixando-a ofegante. Em seguida, virou-se para Pedro. Seus lábios encontraram os dele com mais urgência, mais paixão. Ela podia sentir a novidade do beijo para ele, o sabor da descoberta que se misturava ao vinho que haviam bebido.
Quando Laura se afastou, a respiração de Pedro estava irregular. Seus olhos estavam vidrados, como se ele tivesse visto um novo mundo se abrir diante dele.
— E agora? — perguntou Alice, sua voz um fio de desejo.
— Agora — disse Laura, levantando-se —, nós mostramos a vocês o que realmente significa estar em família.
Laura estendeu a mão para Marcos, que a ajudou a desabotoar lentamente a blusa, revelando a pele morena e macia por baixo. Seus seios — grandes, cheios e naturalmente caídos — se ergueram para o ar fresco, os mamilos já endurecidos de excitação. Alice e Pedro observavam, fascinados, como os seios da tia balançavam pesadamente com cada movimento.
Marcos despiu a calça de Laura, revelando sua intimidade. E então Alice e Pedro viram. O grelo de Laura era avantajado, grosso como um dedo mindinho, projetando-se para fora de seus lábios inchados e úmidos. Era uma visão impressionante, um órgão de prazer que parecia ter vida própria.
— É lindo, não é? — Laura perguntou, vendo o olhar arregalado dos sobrinhos. — Foi a primeira coisa que seu tio se apaixonou em mim.
Marcos, em seguida, despiu-se completamente. Seu corpo era forte e peludo, e sua ereção — consideravelmente maior que a de Pedro — pulsava com antecipação.
— Você nunca será o mesmo depois desta noite — Marcos sussurrou para Pedro.
Ele se voltou para Pedro, começando a desabotoar a camisa do sobrinho com movimentos lentos e deliberados. Pedro era magro, com pouco pelo no peito, e parecia encolher sob o olhar do tio.
— Não tenha vergonha — Marcos disse suavemente, seus dedos traçando os contornos do peito magro do sobrinho. — Seu corpo é perfeito do jeito que é.
Enquanto isso, Laura se aproximou novamente de Alice. Seus dedos encontraram a barra da blusa da sobrinha, puxando-a para cima lentamente. Alice ergueu os braços, permitindo que a tia a despisse.
Laura conteve a respiração. O corpo de Alice era extremamente magro, com costelas sutilmente marcadas, e seios tão pequenos que pareciam botões de rosa. Sua pele estava lisa e macia — completamente depilada, exatamente como Laura havia visto no salão.
— Você está tão lisa — Laura murmurou, seus dedos deslizando pela barriga de Alice. — Tão macia. Eu vi você sendo depilada, lembra?
Alice corou, mas não se afastou.
— Eu estava lá — Laura continuou, sua voz um sussurro. — Vi cada centímetro da sua pele sendo revelado. E fiquei tão excitada.
Seus dedos deslizaram para baixo, encontrando a calcinha de Alice. Ela estava molhada, úmida de desejo.
— Você está molhada, Alice — Laura disse. — Seu corpo está pronto.
Ela puxou a calcinha de Alice, revelando sua intimidade. A bucetinha de Alice era pequena, com lábios delicados e completamente lisa — a depilação tinha sido perfeita.
— É tão bonita — Laura murmurou, seus dedos traçando levemente a fenda. — Tão pura.
Enquanto isso, Pedro também estava nu. Seu corpo magro e pálido tremia ligeiramente. Quando Marcos puxou sua cueca, Pedro tentou instintivamente cobrir o pênis com as mãos.
— Não — Marcos disse, afastando suavemente as mãos do sobrinho. — Mostre-se para nós.
O pênis de Pedro era de fato pequeno — cerca de 10 centímetros — e fino. Estava ereto, mas era uma ereção tímida, como se até ele tivesse vergonha de si mesmo.
— Olhe para mim, Pedro — Marcos disse, segurando o rosto do sobrinho para que ele o encarasse. — Tamanho não importa. O que importa é o que você faz com o que tem. E o que você está disposto a aprender.
Pedro engoliu em seco e assentiu, ainda com os olhos marejados.
— Você já fez sexo antes? — Marcos perguntou, embora já soubesse a resposta.
— Nunca — Pedro respondeu, a voz rouca.
— E você, Alice? — Laura perguntou, virando-se para a sobrinha.
— Também não — Alice respondeu, um rubor subindo por seu rosto.
Laura e Marcos trocaram um olhar cheio de significado. Eles teriam a honra de iniciar os dois sobrinhos na vida sexual. Era um presente raro e precioso.
— Então esta será uma noite de muitas primeiras vezes — Marcos disse, seus dedos começando a massagear as costas de Pedro.
Laura se virou para Pedro, seus olhos brilhando com um desejo intenso. Ela sabia que ele precisava de confiança, de cuidado, de uma guia paciente para sua primeira vez.
— Venha, meu querido — ela disse, estendendo a mão para ele. — Deixa eu te mostrar o que é ser amado de verdade.
Pedro hesitou por um momento, mas a confiança que ele sentia pelos tios falou mais alto. Ele se aproximou, seu corpo magro e pálido tremendo ligeiramente.
Laura o guiou para deitar-se no sofá, seu corpo nu se esticando sob ela. Ela se ajoelhou ao lado dele, seus dedos traçando os contornos de seu peito magro, sentindo cada costela sob a pele.
— Você é tão lindo — ela murmurou. — Tão puro. Tão virgem.
Ela se inclinou e beijou seus lábios, um beijo macio e explorador. Pedro respondeu, seus lábios se abrindo para ela, permitindo que a língua de Laura encontrasse a sua. O beijo era doce, inexperiente, mas cheio de desejo.
A mão de Laura deslizou para baixo, encontrando seu pênis pequeno e ereto. Ele pulsava sob seus dedos, tão vulnerável, tão sensível. Ela sentiu como ele tremia ao toque dela.
— Não tenha vergonha do seu tamanho — ela sussurrou, sua voz um consolo. — O que importa é o que você faz com ele. E como você ama.
Ela se moveu para baixo, seus lábios encontrando a ponta do pênis de Pedro. Ele prendeu a respiração quando a língua de Laura tocou sua glande. O sabor era novo, puro.
— Relaxe — ela disse, seus olhos encontrando os dele. — Deixe eu te levar.
Laura deslizou sua boca sobre o pênis de Pedro, sentindo-o preencher sua boca. Era pequeno, mas perfeito. Ela moveu a cabeça lentamente, sua língua trabalhando em círculos ao redor da cabeça. Pedro arqueou as costas, seus dedos se enterrando nos cabelos dela.
— Tia... — ele gemeu, sua voz rouca. — Isso é... incrível.
Laura o chupou com paciência, sentindo cada pulsação, cada gemido. Ela queria que ele lembrasse disso para sempre.
Quando sentiu que ele estava perto, ela se afastou lentamente, seu sorriso cheio de promessas.
— Isso é apenas o começo — ela disse. — Agora, deita de costas.
Pedro obedeceu, seu coração batendo acelerado. Laura posicionou-se sobre ele, sua buceta molhada roçando seu pênis. Ela estava quente, úmida, pronta.
— Você quer isso? — ela perguntou, seus olhos encontrando os dele. — Quer que sua tia seja a primeira?
— Sim — Pedro respondeu, sua voz rouca. — Por favor.
Laura deslizou lentamente para baixo, sentindo o pênis de Pedro penetrá-la. Ela estava tão molhada que ele entrou com facilidade. Era pequeno, mas a sensação era intensa — a novidade, o tabu, a entrega total.
— Isso mesmo — ela sussurrou. — Sinta como é estar dentro de uma mulher.
Ela começou a se mover, seus quadris descrevendo círculos lentos. Pedro estava ofegante, seus olhos fixos no rosto de Laura. Ela via a excitação em seus olhos, o prazer puro.
— Você está dentro de mim, Pedro — ela disse. — Sua tia está te amando.
Laura começou um ritmo mais rápido, sentindo Pedro se contorcer sob ela. Ele estava perto, muito perto. Seu corpo começou a tremer.
— Goze, meu querido — ela sussurrou. — Goze dentro da sua tia.
Pedro gritou quando o orgasmo o atingiu, seu sêmen jorrando dentro de Laura. Ela sentiu cada pulsação, cada gota quente. Seu corpo tremeu sob o dela.
— Isso mesmo — ela disse, ainda se movendo lentamente. — Foi lindo.
Ela se inclinou para beijá-lo, seu corpo ainda conectado ao dele.
— Sua primeira vez — ela murmurou. — E foi perfeita.
Pedro estava ofegante, seus olhos marejados de emoção.
— Obrigado, tia — ele sussurrou. — Foi mais do que eu poderia imaginar.
Enquanto Laura ainda estava sobre Pedro, Marcos se aproximou de Alice. A jovem observava a cena, seus olhos arregalados, sua respiração acelerada. Ela tinha visto o irmão ser iniciado, e agora era sua vez.
— Sua vez, Alice — Marcos disse, sua voz grave e macia. — Você confia em mim?
— Sim, tio — Alice respondeu, sua voz um fio.
Marcos a guiou para deitar-se no sofá, ao lado de Pedro. Seu corpo magro tremia de antecipação. Ele se ajoelhou ao lado dela, seus dedos traçando as curvas de seu corpo.
— Você é tão linda — ele murmurou. — Tão pura.
Ele se inclinou e beijou seus lábios, sua língua encontrando a dela. A mão de Marcos deslizou para baixo, encontrando a bucetinha lisa de Alice. Ela estava molhada, quente.
— Você está tão molhada — ele disse. — Seu corpo está pronto.
Alice arqueou as costas quando os dedos de Marcos encontraram seu clitóris. Ele massageou lentamente, sentindo-a relaxar sob seu toque.
— Deixa eu te preparar — ele sussurrou.
Seus dedos deslizaram para a entrada de Alice, penetrando-a suavemente. Ela prendeu a respiração, a sensação de algo dentro dela pela primeira vez. Era estranho, mas não desagradável.
— Relaxe — Marcos disse. — Confie em mim.
Ele moveu o dedo lentamente, sentindo Alice se abrir para ele. Ela estava apertada, virgem, e ele foi cuidadoso, paciente.
— Você está pronta? — ele perguntou.
— Sim — Alice respondeu, sua voz determinada.
Marcos posicionou-se sobre ela, seu pênis grande e ereto roçando sua entrada. Ele era tão maior que o de Pedro, e Alice sentiu um frio na barriga.
— Vai doer um pouco no começo — ele disse. — Mas depois vai ficar bom. Eu prometo.
Ele penetrou-a lentamente, sentindo o hímen de Alice se romper sob sua pressão. Ela ofegou, seus dedos se enterrando em seus ombros. Uma lágrima escorreu de seu olho.
— Isso mesmo — ele disse, parando para que ela se acostumasse. — Você está indo muito bem.
Ele ficou imóvel por um momento, sentindo Alice se ajustar a ele. Sua respiração estava irregular, mas seu corpo começou a relaxar.
— Você pode se mover — ela sussurrou. — Eu estou bem.
Marcos moveu-se lentamente, sentindo Alice se abrir mais para ele. Seus olhos estavam fixos nos dela, vendo cada expressão de prazer e surpresa.
— Olhe para mim, Alice — ele disse. — Quero ver seus olhos quando você sentir prazer.
Ela abriu os olhos, e ele começou um ritmo mais rápido. Seu corpo se movia sobre o dela, sentindo-a se entregar completamente.
— Você está dentro de mim, tio — ela murmurou. — É tão... intenso.
— Isso mesmo — ele disse. — Sinta. Sinta o prazer que seu corpo pode dar.
Alice gemeu quando Marcos encontrou seu ponto G. Uma onda de prazer a dominou, algo que ela nunca tinha experimentado antes.
— Vai acontecer — ela ofegou. — Eu vou...
— Vá — Marcos disse. — Vá, Alice. Goze para mim.
Alice gritou quando o orgasmo a atingiu, seu corpo se contorcendo sob Marcos. Ele seguiu logo depois, derramando seu sêmen dentro dela.
Quando ele se afastou, Alice estava ofegante, seus olhos marejados.
— Foi lindo — ele disse, beijando sua testa. — Você foi perfeita.
Enquanto Laura e Marcos se recuperavam dos orgasmos, Pedro sentou-se no canto do sofá, seus olhos fixos em Alice. Ela estava deitada, ofegante, sua bucetinha ainda vermelha e inchada do sexo com Marcos.
Pedro sentiu um nó na garganta. Ele sempre desejara a irmã. Desde os 15 anos, quando a viu saindo do banho, seu corpo magro e molhado, ele sentiu algo que sabia ser errado. Mas não conseguia evitar. Ele chegou a pegar suas calcinhas usadas do cesto de roupa suja, levando-as ao rosto, inalando o cheiro dela enquanto se masturbava. Quando ela menstruava, ele também pegava seus absorventes usados, cheirando o sangue, lambendo-os, imaginando que estava provando o corpo dela.
Mas nunca teve coragem. O tamanho do seu pênis — apenas 10 centímetros — o enchia de vergonha. Ele se sentia inadequado, incapaz de satisfazer uma mulher. E Alice era sua irmã. O tabu era enorme.
Mas agora, tudo havia mudado.
— Alice — ele chamou, sua voz rouca.
Ela virou a cabeça, seus olhos encontrando os dele.
— O que foi, Pedro?
Ele engoliu em seco, seus dedos tremendo.
— Eu... eu sempre quis você — ele confessou, sua voz um fio. — Desde que éramos adolescentes. Eu pegava suas calcinhas usadas... cheirava... me masturbava pensando em você. Quando você menstruava, eu pegava seus absorventes usados também. Eu cheirava o sangue, lambia... imaginava que estava provando você.
Alice arregalou os olhos, mas não pareceu chocada. Em vez disso, um sorriso lento se formou em seus lábios.
— Eu sabia — ela disse, sua voz um sussurro. — Eu sentia falta das minhas calcinhas. E dos meus absorventes também. E uma vez, eu te vi... você estava no meu quarto, com minha calcinha na mão.
Pedro corou profundamente.
— Você viu?
— Vi — Alice confirmou, sentando-se. — E fiquei excitada. Mas nunca tive coragem de falar.
Laura observava, seus olhos brilhando com excitação. Ela sempre soube que Pedro tinha esse fetiche, e ver Alice aceitando isso a excitava profundamente.
— Isso é lindo — ela disse, sua voz um sussurro. — Vocês dois se desejam há tanto tempo.
Marcos se aproximou, sentando-se ao lado de Laura.
— E agora? — ele perguntou, seus olhos encontrando os de Pedro.
Pedro olhou para Alice, seus olhos cheios de desejo e vergonha.
— Eu quero você — ele disse. — Mas... meu pênis é tão pequeno. Eu tenho vergonha.
Alice se levantou e se aproximou do irmão. Seus dedos encontraram seu rosto, erguendo seu queixo.
— Eu não ligo para o tamanho — ela disse. — Eu ligo para você. Para quem você é. Eu lembro de você cheirando minhas coisas, e isso me excitava.
— Mas eu não posso te penetrar — Pedro disse, sua voz trêmula. — Você está tão machucada depois do tio...
Alice sorriu, um sorriso malicioso.
— Você não precisa penetrar minha buceta — ela sussurrou. — Você pode penetrar meu cu.
Pedro arregalou os olhos.
— O quê?
— Meu cu — Alice repetiu. — Está virgem. E eu quero que você seja o primeiro.
Laura se levantou, seus olhos brilhando.
— Isso é perfeito — ela disse. — Vamos preparar você, Alice.
Ela pegou o óleo de coco e se aproximou da sobrinha.
— Deita de bruços, meu amor — Laura instruiu. — Deixa eu te preparar para seu irmão.
Alice obedeceu, deitando-se de bruços no sofá, seus quadris levemente elevados. Laura ajoelhou-se atrás dela, aplicando o óleo em seus dedos e na entrada do ânus da sobrinha.
— Relaxe — Laura disse, seus dedos massageando a área. — Deixe seu corpo se abrir.
Seu dedo penetrou lentamente, sentindo a resistência de Alice. A jovem ofegou, mas não se afastou.
— Isso mesmo — Laura encorajou. — Respire fundo.
Ela moveu o dedo com paciência, preparando Alice. Marcos se aproximou de Pedro, colocando a mão em seu ombro.
— Você está pronto? — Marcos perguntou.
— Sim — Pedro respondeu, sua voz determinada. — Nunca estive tão pronto.
Laura adicionou um segundo dedo, sentindo Alice relaxar.
— Ela está pronta — Laura disse, seus olhos encontrando os de Pedro. — Vem, meu querido. É sua vez.
Pedro se aproximou, seu pênis pequeno e ereto. Ele se posicionou atrás da irmã, sua mão tremendo ao tocar sua pele.
— Você tem certeza? — ele perguntou.
— Tenho — Alice respondeu, virando a cabeça para olhá-lo. — Sempre quis você, Pedro. Sempre.
Pedro alinhou a ponta do pênis com o ânus de Alice. Ele estava tão pequeno que parecia quase delicado contra a entrada dela.
— Vai devagar — Laura instruiu. — Sinta cada centímetro.
Pedro pressionou suavemente, sentindo a entrada de Alice se abrir para ele. Era apertado, quente, perfeito.
— Isso mesmo — Marcos disse, sua mão nas costas de Pedro. — Você está entrando.
Pedro avançou mais, sentindo o corpo da irmã envolvê-lo completamente. Era uma sensação que ele nunca havia experimentado — o calor, o aperto, a intimidade.
— Você está dentro de mim, Pedro — Alice murmurou, sua voz um gemido. — Meu irmão está dentro de mim.
— Sim — Pedro respondeu, sua voz rouca. — Estou dentro de você, Alice. Sempre quis isso.
Ele começou a se mover, um ritmo lento e constante. Seu pênis pequeno deslizava dentro do ânus da irmã, cada movimento uma celebração do desejo proibido.
— Você está gostando? — Pedro perguntou.
— Sim — Alice respondeu, seus dedos se enterrando no sofá. — É tão bom. Você é tão perfeito.
Laura observava, seus olhos brilhando com excitação.
— Olhem para eles — ela sussurrou para Marcos. — Os irmãos se amando.
Marcos assentiu, sua mão apertando a de Laura.
— É lindo — ele disse.
Pedro acelerou o ritmo, sentindo o prazer crescer. O cheiro do corpo de Alice, o som de seus gemidos, a visão de seu corpo se movendo sob ele — tudo era perfeito.
— Estou perto — ele disse, ofegante.
— Vá — Alice disse. — Goze dentro de mim, Pedro.
Pedro gritou quando o orgasmo o atingiu, seu sêmen jorrando dentro do ânus da irmã. Ele sentiu cada pulsação, cada gota quente.
Quando ele finalmente parou, ofegante, Alice se virou para ele, seus olhos brilhando.
— Foi lindo — ela disse. — Você foi lindo.
Pedro se inclinou e a beijou, um beijo longo e profundo.
— Eu sempre vou te amar — ele sussurrou.
— Eu também — ela respondeu.
Laura se afastou de Pedro e Alice, seus olhos encontrando os de Marcos. Um sorriso malicioso se formou em seus lábios. Lembra que disse que seria proctologista? Agora vou cumprir o que falei, só que com algo a mais que dedo.
— Vocês viram como é bom dominar? — ela perguntou aos sobrinhos, seus olhos brilhando. — Agora é minha vez de mostrar como se faz com um homem de verdade. Lembram que disse seria uma proctologista, só que agora vou usar algo a mais que dedo.
Ela se levantou e foi até a gaveta na estante, de onde tirou o cintaralho de couro preto com um dildo de tamanho médio. Alice e Pedro observavam, curiosos e excitados.
— Agora vocês vão ver como eu domino seu tio — Laura disse, ajustando o cintaralho em seus quadris. O dildo de látex se erguia diante dela, um símbolo de poder.
Marcos se deitou de costas no sofá, seus olhos encontrando os de Laura. Havia uma entrega total em seu olhar, uma confiança absoluta. Ele abriu as pernas, oferecendo-se completamente.
— Você está pronto, meu amor? — Laura perguntou, sua voz um sussurro cheio de promessas.
— Sempre — Marcos respondeu, sua voz rouca. — Estou sempre pronto para você.
Laura posicionou-se sobre ele, o dildo de látex roçando a entrada de seu ânus. Ela aplicou uma quantidade generosa de lubrificante, massageando a área com movimentos circulares, sentindo Marcos se contrair sob seus dedos.
— Relaxe — ela disse, seus olhos encontrando os dele. — Deixe eu te levar. Entregue-se a mim.
Ela pressionou suavemente, a cabeça do dildo penetrando a entrada de Marcos. Ele ofegou, seus dedos se enterrando no sofá, mas seu olhar permaneceu fixo no dela.
— Isso mesmo — Laura disse. — Sinta. Sinta o poder que eu tenho sobre você.
Ela avançou mais, sentindo o corpo de Marcos se abrir para ela. Seus quadris se moveram lentamente, cada centímetro uma celebração de confiança e entrega. Alice e Pedro observavam, fascinados.
— Você está dentro de mim, Laura — Marcos murmurou, sua voz um gemido. — É tão bom. Você é tão perfeita.
Laura começou um ritmo lento, seus movimentos hipnóticos. Seus seios grandes balançavam com cada movimento, seus mamilos roçando o peito de Marcos.
— Olhem — Laura disse, seus olhos encontrando os dos sobrinhos. — Vejam como seu tio confia em mim. Isso é amor verdadeiro. É entrega total.
Marcos gemia, seu corpo se movendo em sincronia com o de Laura. O prazer crescia a cada movimento, cada penetração.
— Você está gostando? — Laura perguntou, sua voz um comando suave.
— Sim — Marcos respondeu, sua voz rouca. — É perfeito. Não pare.
Laura acelerou o ritmo, seus quadris batendo contra o corpo de Marcos. O som do dildo penetrando-o preenchia a sala, misturado aos gemidos dos dois.
— Goze para mim, Marcos — ela disse. — Goze enquanto eu te como. Mostre para os nossos sobrinhos como você confia em mim.
Marcos gritou quando o orgasmo o atingiu, seu sêmen jorrando sobre sua barriga. Laura continuou se movendo, prolongando o prazer dele, sentindo cada pulsação.
— Isso mesmo — ela murmurou. — Você é meu. Completamente meu. Para sempre.
Quando ela finalmente parou, Marcos estava ofegante, seus olhos marejados de prazer. Laura se inclinou e o beijou, um beijo longo e profundo.
— Eu te amo — ele sussurrou.
— Eu também te amo — Laura respondeu, acariciando seu rosto. — E você é perfeito para mim.
Pedro ainda estava ofegante, seu corpo relaxado após o orgasmo. Mas havia algo mais em seus olhos, um desejo que ele havia escondido por anos.
— Alice — ele disse, sua voz um sussurro. — Eu dei meu cuzinho para você. Agora você tem que dar o seu para mim.
Alice arregalou os olhos para cima do Pedro.
— O que você quer dizer?
— Você quer me comer? — Pedro disse, sua voz hesitante.
— Quero, vou sentir como você é por dentro. Dei para você o meu cuzinho... nada mais justo do que você dar o seu para mim.
Alice olhou para Laura, seus olhos buscando orientação.
— É justo — Laura disse, seus olhos brilhando. — Ele deu o cuzinho para você. Nada mais justo do que você dar o seu para ele.
Marcos se aproximou, segurando o cintaralho que Laura havia usado.
— Alice — ele disse, sua voz macia. — Você quer aprender a usar isso?
Alice engoliu em seco, mas assentiu.
— Sim — ela disse. — Quero.
Laura se aproximou, ajustando o cintaralho em Alice. O dildo de látex pendia entre suas pernas, e Alice olhou para ele, uma mistura de excitação e nervosismo.
— Vamos devagar — Laura disse. — Eu vou te ensinar. Você vai ver como é bom dominar alguém.
Marcos guiou Pedro para a posição de quatro no sofá. Pedro estava ofegante, seu corpo tremendo de antecipação. Ele olhou para trás, seus olhos encontrando os de Alice.
— Você confia em mim? — Alice perguntou, sua voz trêmula.
— Com toda minha vida — Pedro respondeu.
Laura aplicou lubrificante no dildo e na entrada do ânus de Pedro.
— Relaxe — Laura disse a Pedro. — Deixe sua irmã te amar. Ela vai ser cuidadosa.
Alice se posicionou atrás de Pedro, o dildo roçando sua entrada. Ela sentia o peso dele, a novidade da situação. Suas mãos tremiam enquanto segurava os quadris do irmão.
— Vai devagar — Laura instruiu, sua mão guiando os quadris de Alice. — Sinta cada centímetro. Deixe ele se acostumar.
Alice pressionou suavemente, a cabeça do dildo penetrando a entrada de Pedro. Ele ofegou, seus dedos se enterrando no sofá.
— Isso mesmo — Marcos disse, sua mão nas costas de Alice. — Você está indo muito bem. Continue assim, devagar.
Alice avançou mais, sentindo o corpo do irmão se abrir para ela. Era uma sensação poderosa, dominadora. Ela nunca imaginou que seria tão bom ter o controle.
— Você está dentro de mim, Alice — Pedro murmurou, sua voz um gemido. — Minha irmã está dentro de mim.
— Sim — Alice respondeu, sua voz rouca. — Estou dentro de você, Pedro. Sempre quis te dominar.
Ela começou a se mover, um ritmo lento e constante. Seus quadris batiam contra o corpo de Pedro, cada movimento uma declaração de poder.
— Você está gostando? — Alice perguntou.
— Sim — Pedro respondeu, sua voz um gemido. — É incrível. Continue, por favor.
Laura e Marcos observavam, seus corpos se pressionando um contra o outro, excitados com a cena dos sobrinhos.
— Eles são perfeitos — Laura sussurrou.
— Perfeitos — Marcos concordou. — Olha como ela está dominando ele. É lindo.
Alice acelerou o ritmo, sentindo o prazer crescer. Ela nunca imaginou que seria tão bom dominar alguém, especialmente seu irmão.
— Você é meu, Pedro — ela disse, sua voz um comando. — Meu para sempre.
— Sim — Pedro respondeu, ofegante. — Sou seu. Sempre fui seu.
— Goze para mim, Pedro — ela disse. — Goze enquanto sua irmã te come.
Pedro gritou quando o orgasmo o atingiu, seu sêmen jorrando sobre o sofá. Alice continuou se movendo, prolongando o prazer dele.
— Isso mesmo — ela murmurou. — Você é meu. Completamente meu.
Quando ela finalmente parou, Pedro estava ofegante, seus olhos marejados de prazer.
— Eu te amo — ele sussurrou.
— Eu também te amo — Alice respondeu, inclinando-se para beijá-lo.
Depois que os dois gozaram, Laura se virou para Pedro, que ainda estava deitado no sofá, observando a cena com olhos arregalados, seu ânus ainda pulsando. Seu corpo ainda tremia dos orgasmos recentes, mas havia um desejo renovado em seus olhos.
— Sua vez, meu querido — Laura disse, sua voz um sussurro. — Você viu como sua tia dominou seu tio. Você se entregou para sua irmã com um pinto de plástico, mas agora você vai sentir um pinto de verdade dentro de você. Quer provar o pinto do seu tio?
Pedro engoliu em seco, mas assentiu.
— Eu confio em vocês — ele disse, sua voz determinada.
Marcos se levantou, seu corpo ainda tremendo do orgasmo recente. Ele se aproximou de Pedro, seus olhos encontrando os do sobrinho.
— Você viu como eu confiei em sua tia — Marcos disse. — Agora é sua vez de confiar em mim. De se entregar completamente.
Ele guiou Pedro para uma posição de quatro no sofá. Pegou o lubrificante e aplicou generosamente em seus dedos e na entrada do ânus de Pedro.
— Relaxe — Marcos disse, sua voz calma. — Deixe seu corpo se abrir para mim. Eu vou ser cuidadoso.
Seu dedo penetrou lentamente, sentindo a resistência de Pedro. O sobrinho ofegou, mas não se afastou. Marcos moveu o dedo com paciência, sentindo Pedro relaxar gradualmente.
— Você está fazendo muito bem — Marcos encorajou. — Respire fundo. Sinta.
Pedro respirou, sentindo a tensão se dissipar. Marcos adicionou um segundo dedo, e Pedro gemeu, uma mistura de dor e prazer.
— Isso mesmo — Marcos disse. — Você está se abrindo para mim. Está confiando em mim.
Quando sentiu que Pedro estava pronto, Marcos posicionou-se atrás dele. Seu pênis, consideravelmente maior que o de Pedro, roçou a entrada do sobrinho.
— Você quer isso? — Marcos perguntou, dando a Pedro a chance de recuar. — Você quer sentir seu tio dentro de você?
— Sim — Pedro respondeu, sua voz determinada. — Quero. Quero sentir você dentro de mim.
Marcos penetrou-o lentamente, sentindo o corpo de Pedro se abrir para recebê-lo. Pedro prendeu a respiração, mas não se moveu. Aos poucos, Marcos avançou mais, até estar completamente dentro dele.
— Você está dentro de mim, tio — Pedro murmurou, maravilhado. — É tão... intenso.
— Estou, meu querido — Marcos respondeu, sua voz macia. — E você está perfeito. Tão apertado, tão quente.
Ele começou a se mover, um ritmo lento e constante. Pedro gemeu, seu corpo se ajustando à nova sensação. Sua própria ereção, que havia diminuído após o orgasmo com Laura, começou a crescer novamente.
— Você está gostando? — Marcos perguntou.
— Sim — Pedro respondeu, sua voz rouca. — É... incrível. Continue, por favor.
Laura observava, seus olhos brilhando com excitação. Ela se aproximou de Alice, que ainda estava deitada no sofá, ofegante.
— Olhe, Alice — Laura sussurrou, guiando o rosto da sobrinha. — Veja como seu irmão está amando isso. Ele se entregou completamente.
Alice observou, fascinada, enquanto Marcos penetrava Pedro com um ritmo crescente.
— É lindo — ela murmurou. — Ele parece tão... feliz.
Laura se inclinou e beijou Alice, sua mão encontrando a buceta ainda molhada da sobrinha. Os dedos de Laura deslizaram pela fenda úmida, sentindo o calor que emanava do corpo de Alice.
— Vamos dar a eles um show — Laura disse, sua voz um sussurro cheio de promessas. — Vamos mostrar como duas mulheres podem se amar enquanto eles se amam.
Ela posicionou Alice deitada sobre ela, suas bocetas se encontrando. Laura começou a esfregar-se contra a sobrinha, seus clitóris se roçando em um ritmo lento e sensual. O grelo avantajado de Laura pressionava o clitóris pequeno e sensível de Alice, criando ondas de prazer que percorriam os corpos das duas.
— Sinta — Laura sussurrou. — Sinta como é estar com uma mulher. Como é ser amada por uma mulher.
Alice gemeu, seus corpos se movendo juntos em um ritmo hipnótico. Laura sentiu a excitação crescer, o cheiro da sobrinha enchendo seus pulmões. O odor natural de Alice, misturado ao suor do sexo, era intoxicante.
— Você está tão molhada — Laura murmurou, seus lábios roçando a orelha de Alice. — Eu posso sentir você escorrendo em mim.
Marcos estava perto do orgasmo. Ele se moveu mais rápido dentro de Pedro, sentindo o sobrinho se contrair ao seu redor. Cada movimento era mais profundo, mais intenso.
— Goze, tio — Pedro disse, sua voz um gemido. — Goze dentro de mim. Quero sentir você.
Marcos gritou quando o orgasmo o atingiu, derramando seu sêmen dentro do sobrinho. Pedro sentiu cada pulsação quente, seu próprio corpo tremendo de prazer. Ele se apertou ao redor do pênis do tio, prolongando a sensação.
Laura e Alice também estavam perto. Laura guiou os quadris de Alice, seus corpos se movendo em uníssono. O som dos corpos se esfregando preenchia a sala, misturado aos gemidos das duas.
— Vamos, Alice — Laura sussurrou. — Goze comigo. Goze enquanto seu irmão goza.
Elas gozaram juntas, seus corpos se contorcendo em um abraço apertado. Laura sentiu o orgasmo de Alice pulsar contra seu grelo, e isso a levou a um segundo clímax.
Quando todas as ondas de prazer finalmente diminuíram, Laura se levantou, seus olhos brilhando. Seu corpo estava coberto de suor e prazer, mas ela sabia que ainda havia mais. A celebração completa ainda não havia terminado.
— Está na hora da celebração completa — ela disse, sua voz um sussurro cheio de significado. — Nós prometemos celebrar todos os fluidos. Tudo o que o corpo produz é sagrado.
Ela se aproximou de Alice, que ainda estava ofegante, deitada no sofá. Seu corpo magro tremia levemente, seus olhos vidrados de prazer.
— Você confia em mim? — Laura perguntou.
— Sim, tia — Alice respondeu, sua voz um sussurro.
Laura pressionou a mão suavemente na barriga de Alice, sentindo o calor de seu corpo. A pele da sobrinha estava quente, úmida de suor e prazer.
— Relaxe — Laura disse. — Deixe seu corpo se abrir. Não segure nada.
Alice sentiu a pressão e, lentamente, um fio de xixi começou a escorrer. O líquido quente deslizou por sua barriga, sobre sua pele macia e lisa. Laura inclinou-se, seus lábios encontrando o fluxo, bebendo o líquido quente. O gosto era salgado, puro, humano. Ela sentiu cada gota escorrer por sua garganta, um símbolo de entrega total.
— Isso mesmo — Laura murmurou, seus olhos encontrando os de Alice. — Você está se entregando completamente. Não há segredos entre nós. Não há barreiras.
Marcos observava, seus olhos brilhando com desejo renovado. Ele se aproximou de Laura, beijando-a, compartilhando o sabor de Alice. O beijo era sujo, primitivo, uma celebração de todos os fluidos que haviam compartilhado.
— Sua vez, Marcos — Laura disse, sua voz um comando suave. — Quero sentir você também.
Marcos sorriu e se posicionou sobre Laura, seus olhos fixos nos dela. Lentamente, ele urinou sobre o corpo dela, sobre seus seios grandes e caídos, sobre sua barriga, sobre sua buceta. O líquido quente escorreu pela pele de Laura, aquecendo-a.
— Isso é tão bom — ela murmurou. — Você é tão perfeito. Cada gota sua é uma bênção.
Marcos se inclinou e lambeu o xixi do corpo de Laura, compartilhando com ela em um beijo. O sabor era uma mistura de ambos, uma celebração da intimidade que compartilhavam.
— Agora vocês — Laura disse, olhando para os sobrinhos. — Vocês querem tentar? Querem se entregar completamente?
Alice e Pedro trocaram um olhar. Lentamente, eles se aproximaram. Pedro se posicionou sobre sua irmã, e com a orientação de Marcos, ele urinou sobre seu corpo. Alice sentiu o líquido quente escorrer por sua pele, uma sensação estranha mas excitante.
— É tão quente — ela murmurou, seus olhos fechados.
— É uma forma de intimidade — Laura explicou, sua voz macia. — Uma forma de entrega total. Quando você compartilha algo tão íntimo, você está dizendo: "Eu confio em você. Eu me entrego a você. Não há barreiras entre nós."
Laura se ajoelhou e lambeu o xixi do corpo de Alice, compartilhando com Marcos em um beijo. O sabor era uma mistura de todos eles, uma celebração da família que estavam criando.
— Nós somos uma família — Laura disse, seus olhos encontrando os de todos. — Uma família que celebra todos os fluidos. Todos os cheiros. Todos os prazeres. Não há vergonha entre nós. Não há limites.
Marcos se ajoelhou e lambeu o xixi do corpo de Laura, compartilhando com ela em um beijo.
Alice observava, fascinada. Ela se aproximou de Pedro, e juntos, eles se ajoelharam sobre Laura, ambos urinando sobre seu corpo. Laura gemia, sentindo-se coberta pelos fluidos de seus sobrinhos, completamente entregue ao prazer.
— Isso é perfeito — ela murmurou. — Vocês são perfeitos.
Quando terminaram, Laura se levantou, seu corpo brilhando com os fluidos. Ela abraçou Alice e Pedro, sentindo seus corpos se pressionarem contra o seu, quentes e úmidos.
— Vocês são meus — ela disse, sua voz um sussurro. — E eu sou de vocês. Somos uma família. Para sempre.
Marcos se aproximou, envolvendo todos em um abraço. Seus corpos estavam colados, os fluidos se misturando entre eles.
— Uma família que celebra o prazer — ele disse. — Que celebra o amor. Que celebra a vida. Sem limites, sem julgamentos.
Os quatro ficaram abraçados, seus corpos colados pelos fluidos que haviam compartilhado.
O ar na sala estava denso, carregado de odores de sexo, suor e prazer. Os corpos dos quatro ainda tremiam das ondas de orgasmos recentes, mas Laura sabia que a noite estava longe de terminar. Havia algo mais, algo que precisava ser dito, compartilhado, celebrado.
Ela se afastou lentamente, seu corpo ainda brilhando com os fluidos que escorriam por sua pele. Cada gota era uma lembrança do que haviam compartilhado. Cada cheiro era uma memória do que haviam vivido.
Ela estendeu a mão para Alice, depois para Pedro. Marcos se aproximou, envolvendo sua cintura.
— O que vocês aprenderam esta noite? — ela perguntou, sua voz um sussurro aveludado que cortou o silêncio.
Pedro pensou por um momento, seus olhos ainda marejados de prazer e emoção. Ele olhou para Alice, para Laura, para Marcos, e um sorriso lento se formou em seus lábios.
— Que prazer não tem nome — ele respondeu, sua voz rouca. — Que o corpo pode sentir coisas que a mente nem imagina. Que entregar o controle não é fraqueza, é confiança. É amor. É a maior prova de amor que alguém pode dar.
— E que família é mais do que sangue — Alice acrescentou, seus olhos brilhando com lágrimas de emoção. — É confiança. É entrega. É amor sem julgamento. É escolher estar junto. É escolher se entregar.
Laura sorriu, seus olhos se enchendo de orgulho. Ela olhou para Marcos, e ele apertou sua mão, um gesto de cumplicidade e amor.
— E que o corpo, em toda sua naturalidade, é algo para ser celebrado — ela completou. — Não importa o tamanho, a forma, a idade ou os pelos. Cada parte é perfeita. Cada cheiro é sagrado. Cada fluido é uma dádiva. Não há vergonha no que somos.
Ela se ajoelhou na frente de Alice e Pedro, seus olhos encontrando os deles. Seu corpo ainda brilhava com os fluidos, mas ela estava radiante.
— Vocês nos deram algo precioso esta noite — ela disse. — Sua confiança. Sua vulnerabilidade. Sua entrega. Nós nunca esqueceremos isso. Vocês nos mostraram que o amor não tem limites. Que a confiança é a maior forma de amor.
Marcos se ajoelhou ao lado dela.
— E nós prometemos — ele disse, sua voz grave e sincera — que sempre estaremos aqui para guiá-los. Para ensiná-los. Para amá-los. Sem limites, sem julgamentos. Para sempre.
Laura beijou a testa de Alice, depois a de Pedro.
— Esta foi apenas a primeira noite do resto de suas vidas — ela sussurrou. — O começo de uma jornada infinita de descoberta.
Marcos se inclinou e beijou Laura, um beijo lento e profundo que selava a promessa.
— Nós sempre soubemos que vocês eram especiais — ele disse, olhando para os sobrinhos. — Mas esta noite, vocês nos mostraram o quanto. Vocês nos mostraram que o legado da família Silva está em boas mãos.
Pedro sorriu, sua timidez dando lugar a uma confiança recém-descoberta. Ele parecia mais alto, mais seguro de si.
— Nós aprendemos com vocês — ele disse. — Vocês nos ensinaram o que é realmente importante. Que o amor não tem forma. Que o prazer não tem nome. Que a família é o que nós fazemos dela. Que a confiança é tudo.
Alice se levantou e abraçou Laura, seu corpo magro se encaixando contra o da tia. Ela sentiu o calor, o cheiro, o amor.
— Obrigada — ela sussurrou. — Por tudo. Por nos mostrar quem nós realmente podemos ser. Por nos libertar.
Enquanto as velas queimavam até o fim, os quatro se aninharam no sofá de veludo vermelho. O corpo de Laura estava entrelaçado com o de Alice, suas cabeças descansando juntas. Pedro estava deitado entre as pernas de Marcos, a cabeça apoiada em seu peito, ouvindo os batimentos do coração do tio.
— O que acontece agora? — Alice perguntou, sua voz sonolenta.
— Agora — Laura disse, acariciando o cabelo da sobrinha — nós descansamos. E amanhã, começamos de novo.
— Sempre haverá algo novo para descobrir? — Pedro perguntou, seus olhos já se fechando.
— Sempre — Marcos respondeu, sua mão acariciando o ombro do sobrinho. — O corpo humano é um universo infinito de prazeres. E nós temos a vida inteira para explorá-lo. Juntos.
Laura sorriu, sentindo o calor dos corpos ao seu redor. O cheiro do sexo ainda pairava no ar — suor, xixi, sêmen, fluidos — todos os odores que ela amava, todos os sinais da vida que haviam celebrado juntos.
— Esta noite foi apenas o começo — ela disse. — O legado da família Silva está apenas começando.
Ela fechou os olhos, sentindo a respiração dos sobrinhos se tornando mais lenta enquanto o sono os levava. Marcos apertou sua mão, um gesto de amor e cumplicidade.
A noite havia terminado, mas o que começou nela duraria para sempre. Uma nova era da família Silva havia começado — uma era onde todos os tabus seriam quebrados, todos os corpos celebrados, e todos os prazeres explorados. Uma era onde o amor não tinha limites, onde a família era redefinida a cada toque, a cada entrega, a cada suspiro.
Era o legado que Laura e Marcos sempre quiseram deixar.
Era o legado que Alice e Pedro estavam prontos para carregar adiante.
FIM
Foto 1 do Conto erotico: O Legado da Família Silva

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Legado da Família Silva

Codigo do conto:
268233

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/07/2026

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