Confissão de uma Esposa: Como Transformei Meu Marido no Meu Corno Viadinho
Carla (38 anos): Esposa, arquiteta. Morena, corpo curvilíneo, seios fartos, bunda grande. Sempre foi dominante na relação, mas escondia seus desejos mais profundos. Descobriu que seu maior tesão era transformar o marido em seu corno manso e submisso. Ricardo (36 anos): Marido, engenheiro civil. Magro, 1,78m, 70kg. Sempre foi tímido, reservado, do tipo que agradava a esposa em tudo. Tinha fantasias escondidas que nunca teve coragem de confessar. Tudo começou com um acaso. Eu, Carla, sempre fui a mais ativa na relação. Ricardo era um bom marido — carinhoso, atencioso, fazia de tudo por mim. Mas na cama... sempre faltava alguma coisa. Ele tinha um pau médio, nada de outro mundo. E era tão... certinho. Sempre me perguntava se estava bom, se eu estava gostando. No começo, eu achava fofo. Depois de 10 anos de casamento, comecei a achar entediante. Foi numa noite de sexta-feira, depois de um jantar regado a vinho, que eu descobri o segredo dele. Fui ao computador para imprimir uns documentos e vi o histórico do navegador aberto. Contos eróticos. Muitos contos eróticos. E todos sobre um tema específico: cuckold. Eu fiquei paralisada. Li alguns títulos que me chamaram a atenção: "Marido corno assistindo a esposa ser arrombada por um pau muito maior" — essa descrição me fez sentir um calor na buceta. Eu imaginava Ricardo sentado numa cadeira, de pau duro, olhando outro homem me comer. "A esposa e o amante: como ela goza mais com ele do que com o marido" — essa me fez pensar em quantas vezes eu já tinha fingido orgasmo com Ricardo. E como seria bom não precisar fingir. "Como ser um corno feliz e realizado" — essa me fez rir. Feliz e realizado? Será que isso era possível? "Ela gozou no pau do amante e ele lambeu a buceta gozada" — essa me fez fechar as pernas. O clitóris pulsou. Meu coração acelerou. Eu nunca imaginei que Ricardo tivesse esse tipo de fantasia. Naquela noite, fui para a cama com um plano. — Ricardo — chamei, deitando ao lado dele. — Eu vi seu histórico. Ele ficou pálido. — Carla, eu... — Não precisa se explicar — eu disse, passando a mão no peito dele. — Eu quero saber mais. O que você sente quando lê esses contos? Ele hesitou por um longo momento. Depois, desabou. — Eu sinto... tesão — ele admitiu, a voz trêmula. — Tesão em imaginar você com outro homem. Em imaginar eu assistindo. Em imaginar você sendo dominada por um homem de verdade. Eu senti meu corpo responder. Meu clitóris pulsou. — Você quer me ver com outro homem? — perguntei, minha voz um sussurro. — Sim — ele respondeu, os olhos brilhando. — Mas não só isso. Eu quero... eu quero que você me domine. Que você me faça de corno. Que você me mostre quem manda. — Podemos começar fantasiando — eu disse, minha mão deslizando pelo peito dele. — Para melhorar a nossa relação na cama. Ele assentiu, ofegante. — Sim. Por favor. Nos dias seguintes, começamos a explorar as fantasias juntos. Ricardo começou a me enviar contos eróticos por WhatsApp durante o expediente. Eu estava no trabalho, sentada na minha mesa, quando meu celular vibrou. Era Ricardo. "Li esse conto hoje. Pensei em você." Era a história de uma esposa que era comida pelo personal trainer enquanto o marido assistia. Eu senti minha buceta molhar só de ler. Respondi: "Gostei. O que você mais gostou na história?" Ele respondeu: "O momento em que ela gozou no pau do personal e o marido lambeu depois." Eu mordi o lábio. "Você faria isso?" "Faria. E lamberia cada gota." Eu não aguentei. Levantei da mesa, fui ao banheiro, tranquei a porta e me masturbei pensando naquela cena. Ricardo lá, de joelhos, lambendo a buceta gozada da esposa depois de outro homem ter me comido. Quando cheguei em casa, Ricardo já estava lá, ansioso. — Você leu o conto? — ele perguntou. — Li — eu respondi, me aproximando dele. — E me masturbei no banheiro do trabalho pensando nele. Ele gemeu, seu pau já endurecendo. — Você se masturbou? — Sim — eu disse, sentando no colo dele. — Quer cheirar? Ele inspirou fundo, seu nariz roçando meu pescoço. — Você cheira a sexo — ele murmurou. — É só meu gozo? — eu perguntei, provocante. — Ou você acha que tem gozo de outro homem aqui também? Ele gemeu, sua mão apertando minha coxa. — Não sei. Mas quero lamber para descobrir. Eu o fiz ajoelhar na minha frente. — Então lambe. Lambe a buceta que se masturbou pensando em você como corno. Ele lambeu, com vontade, sua língua deslizando entre meus lábios. Ele lambeu meu clitóris, minha buceta, cada centímetro. E gozou só de lamber. Comecei a usar calcinhas mais ousadas, fio dental que mal cobria minha buceta. Quando ele perguntava onde eu ia, eu dizia: "Sair com as amigas". Mas eu sabia que ele imaginava outra coisa. — Eu vi você olhando para o nosso vizinho — disse, certa noite, enquanto ele me chupava. — Ele é bem mais forte que você, não é? Ricardo engoliu em seco, sua língua paralisada contra meu clitóris. — Sim... — Você imagina ele me comendo? — Sim — ele admitiu, a voz falhando. Eu o fiz ajoelhar na minha frente, sua língua voltando a trabalhar. — Então me chupa. Me chupa enquanto imagina que é ele. Descreve como você quer que ele me coma. Ricardo gemeu, sua língua deslizando entre meus lábios. — Eu quero que ele te pegue com força — ele murmurou, ofegante. — Quero que ele te vire de bruços no sofá, que levante seu vestido, que arranque sua calcinha. Quero que ele enfie aquele pau enorme na sua buceta sem pedir licença. Quero que você grite de prazer, que goze com ele, que esqueça que eu existo. Eu gemia, sentindo o clitóris pulsar sob a língua dele. — E depois? — Depois — ele continuou, a voz cada vez mais rouca — eu quero lamber você gozada. Quero sentir o gosto dele na sua buceta. Quero lamber a porra dele que escorrer de você. — E você vai lamber? — Vou lamber tudo. Vou lamber você, a porra dele, a sua buceta. Tudo. Eu gozei mais forte do que jamais tinha gozado com ele, meu corpo se contorcendo sob sua língua. Ricardo continuava me enviando contos. Todos os dias, durante o expediente, meu celular vibrava com uma nova história. "Li esse hoje. Imaginei você com o Marcelo." "Esse me fez gozar pensando em você sendo comida por dois." "Esse é sobre uma esposa que faz o marido lamber o consolo que ela usou." Eu lia todos no banheiro do trabalho, sentada no vaso, os dedos deslizando pelo clitóris. Cada conto me excitava mais que o anterior. Um dia, ele enviou um conto sobre uma esposa que chegava em casa com a calcinha encharcada de porra de outro homem e fazia o marido lamber. Eu li três vezes, gozando em cada uma. Naquela noite, cheguei em casa com a calcinha encharcada — mas era só meu gozo, não de outro homem. — Cheira — eu disse, tirando a calcinha e colocando no rosto dele. — O que você sente? Ele inspirou fundo, seus olhos fechados. — Cheiro de buceta — ele murmurou. — Cheiro de sexo. — É gozo de outro homem? — perguntei, provocante. Ele abriu os olhos, ofegante. — Não sei. Mas quero lamber para descobrir. — Então lambe — eu disse, abrindo as pernas. — Lambe a buceta. Lambe a calcinha. Descobre se tem outro homem aqui. Ele lambeu a calcinha primeiro, sua língua deslizando pelo tecido encharcado. Depois, ele lambeu minha buceta, cada centímetro, como se estivesse procurando o gosto de outro homem. — Só tem você — ele disse, ofegante. — Mas eu quero sentir outro. Quero sentir o gosto de outro homem em você. Eu sorri. — Vamos realizar essa fantasia. Antes de trazermos alguém de verdade, nós imaginamos juntos. Eu escolhi um amigo do trabalho — Marcelo, 40 anos, divorciado, com fama de comedor e de ter um pau avantajado. Já tinha comido duas amigas do trabalho e as duas falaram muito bem do seu desempenho. Ele era alto, forte, com aquele ar de confiança de quem sabe exatamente o que fazer com uma mulher. Eu mostrava fotos dele para Ricardo. — Olha para ele — eu dizia, passando o dedo na tela do celular. — Olha para o tamanho das mãos dele. Você imagina o que ele pode fazer comigo? Ricardo gemia, seu pau já duro. — Sim — ele respondia. — Eu imagino. — Descreve — eu ordenava. — Descreve o que você quer ver. — Eu quero ver ele te pegando pela cintura — Ricardo dizia, a voz rouca. — Quero ver ele te levantando e te colocando contra a parede. Quero ver ele enfiando aquele pau enorme na sua buceta enquanto você geme. — E você vai estar onde? — Vou estar assistindo. Vou estar de joelhos, vendo tudo, sofrendo e gozando. — E depois? — Depois eu vou lamber você. Vou lamber tudo que ele deixou em você. Essas conversas nos excitavam mais do que qualquer coisa que tínhamos feito antes. Quando finalmente marcamos o encontro com Marcelo, eu preparei Ricardo. — Você vai ficar assistindo e participando quando eu mandar — eu disse, minha voz um comando. — Mas não pode se tocar. Não pode gozar. Só depois que ele for embora. Entendeu? — Entendi — ele respondeu, a voz trêmula, os olhos brilhando de excitação e medo. — Se eu ouvir você se tocando ou gozando, vou te punir. Você vai ficar uma semana sem me tocar. — Eu vou obedecer — ele prometeu. Marcelo chegou às 21h. Era mais alto do que eu lembrava, com ombros largos e um sorriso confiante. Ele usava uma camisa social, mas já desabotoou os dois primeiros botões quando entrou. — Carla, você está linda — ele disse, seus olhos percorrendo meu corpo. — Você é o Ricardo? Ela não para de falar de você no trabalho. — Ele fala bem de mim? — Ricardo perguntou, sua voz um pouco trêmula. — Ela fala com um brilho nos olhos. Principalmente quando fala de seus fetiches. Marcelo puxou Carla para perto, sua mão encontrando a cintura dela. Ricardo sentiu o corpo responder, seu pau endurecendo enquanto assistia. — Você sabe o que vai acontecer aqui? — Carla perguntou, provocante. — Sei — ele respondeu. — E estou louco para isso. Ele a beijou com fome, sua língua entrando na boca dela. Sua mão deslizou para baixo, apertando sua bunda com força. — Onde está o Ricardo? — ele perguntou, ofegante. — Aqui, assistindo — Carla respondeu, apontando para o canto da sala, onde Ricardo estava sentado. — Perfeito. Marcelo a virou de bruços no sofá, levantou seu vestido e arrancou sua calcinha. Ricardo ouviu o som do zíper da calça dele, o barulho do seu pau pulando para fora. — Olha o tamanho disso — ele disse, passando o pau na buceta de Carla. — Você acha que vai caber? — Vai caber — ela respondeu, ofegante. — Enfia. Ele enfiou com força, sem aviso. Carla gritou de prazer, sentindo o pau enorme preenchendo sua buceta. Ele começou a meter forte, rápido, suas bolas batendo no clitóris dela a cada estocada. — ISSO, CARLA! — ele gritou. — GRITA! DEIXA O SEU MARIDO OUVIR! Carla gemia, gritava, urrava de prazer. Ricardo estava ao lado, paralisado, vendo a buceta da esposa engolir aquele pinto delicioso. Cada gemido, cada som, cada palavra que Marcelo sussurrava no ouvido dela. — Seu marido é um corno, não é? — Marcelo perguntou, metendo mais forte. — Um corno manso que adora ver a esposa sendo comida por outro. — Sim! — ela gritou. — Ele é um corno manso! — E você ama isso, não é? — Amo! — ela gritou. — Amo ser comida por você! Marcelo a virou de frente, levantou suas pernas e enfiou de novo. Carla olhou nos olhos dele enquanto ele a fodia. Ela sentiu cada centímetro daquele pau entrando e saindo, a cabeça roçando seu ponto G. — Olha para mim — Marcelo ordenou, metendo mais forte. — Quero ver seus olhos quando você gozar. Carla não conseguia desviar o olhar. Ela sentia o orgasmo se aproximar, uma onda de prazer que crescia a cada estocada. — VOU GOZAR! — ela gritou. — GOZA! — Marcelo ordenou. — GOZA NO MEU PAU! Ela gozou, seu corpo se contorcendo de prazer, a buceta apertando o pau dele. — Ricardo, vem aqui — Carla chamou, ofegante. — Vem ver de perto. Ricardo se aproximou, seus olhos fixos no pau de Marcelo dentro da buceta da esposa. Ele estava paralisado, o corpo tremendo de tesão. — Ajeita o pau dele na minha buceta — ela ordenou. — Coloca ele de volta. Ricardo obedeceu, suas mãos trêmulas segurando o pau de Marcelo e guiando-o de volta para a buceta de Carla. Ele sentiu o calor, a umidade, a porra do outro homem escorrendo. — Agora lambe — Carla ordenou. — Lambe a buceta com o pau dele dentro. Ricardo se ajoelhou e lambeu, sua língua deslizando entre a buceta da esposa e o pau do amante. O gosto era forte — buceta, porra, suor, tesão. Ele lambeu tudo, cada centímetro, enquanto Marcelo continuava metendo devagar. Marcelo gozou novamente dentro de Carla, e Ricardo sentiu o jorro quente na sua língua. Ele lambeu tudo, cada gota. Depois que Marcelo foi embora, com um sorriso e um beijo na testa, Carla entrou no quarto. Ricardo estava deitado na cama, o pau duro, os olhos marejados. Ele não tinha se tocado, como ela tinha mandado. — Você viu e ouviu tudo? — ela perguntou. — Sim — ele respondeu, a voz rouca. — E você gostou? — Sim — ele admitiu. — Mais do que eu imaginava. Carla se deitou ao lado dele e abriu as pernas. A buceta estava vermelha, inchada, ainda escorrendo a porra de Marcelo. Seu corpo estava coberto de suor, o cheiro de sexo impregnado em sua pele. — Então faz a faxina — ela disse. — Lambe a buceta que o Marcelo acabou de comer. Ricardo se ajoelhou e lambeu, com vontade. Ele lambeu a porra do outro homem, o gosto salgado, a buceta encharcada. Sua língua deslizou entre os lábios, procurando cada gota, cada vestígio do amante. Ele lambeu o clitóris, os lábios, a entrada da buceta, tudo. — Você está gostando? — Carla perguntou, ofegante. — Sim — ele respondeu, sua voz abafada pela buceta dela. — É tão... intenso. O gosto, o cheiro, a porra do Marcelo. — Você gostou de chupar o pau do Marcelo? — Sim — ele gemeu, sua língua ainda deslizando nela. — Foi delicioso. O gosto, o calor, a porra. Eu nunca imaginei que seria tão bom. — Você quer mais? — Sim — ele respondeu. — Quero mais. Carla sorriu, seus olhos brilhando com um desejo perverso. — Então cheira. Cheira o meu suor, Ricardo. Cheira o suor que o Marcelo arrancou de mim. Ela levantou o braço, mostrando a axila suada, o cheiro forte de sexo e tesão. Ricardo enterrou o rosto ali, inspirando fundo, saboreando cada molécula do cheiro da esposa depois de ser comida por outro homem. — Isso é tão excitante — ele murmurou. — Eu sei — Carla respondeu. — Agora lambe. Lambe a minha axila. Sente o gosto do meu suor. Ele lambeu, sua língua deslizando pela pele salgada, sentindo o gosto do corpo dela. Carla se sentou na cama, seus olhos fixos nos dele. Ela abriu as pernas, a buceta ainda escorrendo a porra de Marcelo. — Agora, Ricardo — ela disse, sua voz um comando. — Você vai sentir o meu xixi. Você vai provar o que sobrou da noite. Ricardo arregalou os olhos. — O que você quer dizer? — Quero dizer que você vai sentir o meu xixi na sua boca — Carla disse, se ajoelhando sobre o peito dele. — Você vai beber o que saiu de mim depois que o Marcelo me comeu. — Sim — ele respondeu, ofegante. — Quero provar tudo. Carla fez xixi, o líquido quente escorrendo na boca de Ricardo. Ele bebeu, sentindo o gosto quente e salgado, a mistura do seu corpo com o do amante. — Isso é tão errado — ele murmurou. — É errado? — Carla perguntou. — Você não está gostando? — Sim — ele respondeu. — Estou adorando. Carla sorriu. — Isso foi só o começo. Você quer ser meu corno, Ricardo? Você quer ser meu corno manso e viadinho? — Sim — ele respondeu. — Por favor, Carla. Me faz de corno. Me humilha. Ele gozou sem se tocar, só de lamber a buceta gozada da esposa. Nas semanas seguintes, Carla transformou Ricardo no seu corno perfeito. — Você vai usar calcinha para mim — ela disse, jogando um fio dental preto na cama. Ele obedeceu. Quando ele vestiu a calcinha pela primeira vez, ela o fez ficar de quatro na sua frente. — Olha só você — ela disse, passando a mão na bunda dele. — Meu marido viadinho de calcinha. Isso é o que você é, Ricardo? — Sim — ele respondeu, a voz trêmula. — Sou seu viadinho. — Você vai se depilar para mim. Ele obedeceu. Ela o fez raspar todos os pelos do corpo — do peito, das pernas, da virilha. Ficou satisfeita. — Você vai me chupar depois que outro homem me comer. Vai lamber a buceta gozada e tomar o leite que sobrar. Ele obedeceu. Todas as vezes. Carla decidiu que era hora de levar a transformação adiante. Ela comprou um cintaralho com um consolo preto de 20 centímetros, cheio de veias, que ela batizou de "Marcelo Jr.". — Hoje, Ricardo — ela disse, ajustando o cintaralho em seus quadris — você vai sentir o que é ser dominado por mim. Você vai sentir o Marcelo Jr. no seu cu. Ricardo engoliu em seco. — Carla, eu nunca... — Eu sei — ela disse. — Por isso mesmo vou fazer. Você quer ser meu corno manso e viadinho? Então vai ter que provar. Ela aplicou lubrificante no consolo e na entrada do ânus de Ricardo. — Deita de bruços — ela ordenou. — Arrebita a bunda. Ele obedeceu, seu corpo tremendo de antecipação. Carla passou os dedos lubrificados no cu de Ricardo, massageando a entrada. — Relaxa — ela disse, sua voz macia. — Deixe seu corpo se abrir. Ela enfiou um dedo lentamente. Ricardo ofegou, mas não se afastou. — Isso mesmo — ela disse. — Você está indo muito bem. Ela moveu o dedo lentamente, sentindo-o se acostumar. Depois, adicionou um segundo dedo. — Você está tão apertado — ela sussurrou. — Tão quente. Quando sentiu que ele estava pronto, Carla posicionou o consolo na entrada do cu de Ricardo. — Você quer isso? — ela perguntou. — Sim — ele respondeu, ofegante. — Você quer ser meu viadinho? — Sim. Quero. Ela penetrou-o lentamente, sentindo o corpo de Ricardo se abrir para ela. Ele prendeu a respiração, mas não se moveu. — Isso mesmo — ela disse. — Relaxe. Ela avançou mais, até estar completamente dentro dele. — Você está dentro de mim — Ricardo murmurou. — Estou — Carla respondeu. — E você está perfeito. Ela começou a se mover, um ritmo lento e constante. Ricardo gemeu, seus dedos se enterrando nos lençóis. Carla acelerou o ritmo, seus quadris batendo contra a bunda de Ricardo. — Você está gostando? — ela perguntou. — Sim — ele respondeu, ofegante. — É incrível. — Você é meu viadinho, Ricardo? — Sim — ele gemeu. — Sou seu viadinho. — E você vai dar o cu para outros homens? — Sim — ele respondeu. — Vou dar. Carla continuou metendo, sentindo o corpo de Ricardo se contrair ao redor do consolo. — VOU GOZAR! — Ricardo gritou. — GOZA! — Carla ordenou. — GOZA ENQUANTO EU TE COMO! Ricardo gozou, seu sêmen jorrando sobre os lençóis. Carla continuou se movendo, prolongando o prazer dele. Quando finalmente parou, ela se deitou ao lado dele. — Isso foi lindo — ela disse. — Você foi lindo. — Eu sou seu viadinho? — ele perguntou, a voz ainda trêmula. — Sim — ela respondeu. — Você é meu viadinho. A humilhação final veio na festa de aniversário do Marcelo. Carla organizou tudo. A festa era apenas os três — Carla, Ricardo e Marcelo. A essa altura, Marcelo tinha se tornado o comedor fixo de Carla. Ela avisou Ricardo que ele seria a atração principal. Antes da festa, Carla se preparou. Ela usava um vestido curto, preto, que mal cobria sua bunda. Ela se sentou no colo de Marcelo, seus olhos fixos nos dele. — Você sabe o que vai acontecer hoje? — ela perguntou. — Sei — ele respondeu, sua mão deslizando pela coxa dela. — Você vai me dar o cu. — Isso mesmo — ela disse. — E você vai comer o cu do Ricardo também. — Com prazer. Carla se levantou e se ajoelhou no sofá, de quatro. Ela arrebentou a bunda, mostrando o cu para Marcelo. — Vem — ela disse. — Me come. Mas antes, ela chamou Ricardo. — Ricardo, vem aqui — ela ordenou. — Você vai preparar o cu da sua esposa para o Marcelo. Ricardo se aproximou, trêmulo. — Lambe o cu dela — Marcelo ordenou. — Deixa ele bem molhado para mim. Ricardo se ajoelhou e lambeu o cu de Carla, sua língua deslizando pela entrada. — Isso mesmo — Carla gemeu. — Lambe bem. Prepara o cu da sua esposa para o comedor. Depois, Ricardo passou o lubrificante no cu de Carla, seus dedos trêmulos massageando a entrada. — Agora ajeita o pau do Marcelo no meu cu — Carla ordenou. Ricardo segurou o pau de Marcelo, sentindo o calor e a dureza, e guiou a cabeça até a entrada do cu de Carla. — Isso mesmo — Marcelo disse. — Coloca ele bem na entrada. Ricardo ajeitou o pau de Marcelo, sentindo a cabeça pressionar o cu da esposa. — Agora lambe — Carla ordenou. — Lambe o pau dele enquanto ele entra no meu cu. Ricardo se inclinou e lambeu o pau de Marcelo enquanto ele penetrava Carla lentamente. Ele lambeu o pau do amante, sentindo o gosto do lubrificante e do cu da esposa. — ISSO, RICARDO! — Carla gritou. — LAMBE O PAU DO MEU COMEDOR ENQUANTO ELE ME COME! Ricardo lambeu o pau de Marcelo, a base, as bolas, enquanto Marcelo metia no cu de Carla. — Lambe meu saco — Marcelo ordenou. — Lambe enquanto eu como sua esposa. Ricardo obedeceu, sua língua deslizando pelo saco de Marcelo enquanto o pau dele entrava e saía do cu de Carla. — Agora lambe a buceta dela — Marcelo disse. — Lambe a buceta da sua esposa enquanto eu como o cu dela. Ricardo se moveu e lambeu a buceta de Carla enquanto Marcelo metia no cu dela. O gosto era intenso — buceta, porra, suor, tesão. — ISSO! — Carla gritou. — ISSO, RICARDO! LAMBE TUDO ENQUANTO ELE ME COME! Marcelo metia forte, rápido, suas bolas batendo na buceta de Carla. — VOU GOZAR! — Marcelo gritou. — GOZA! — Carla ordenou. — GOZA NO MEU CU! Marcelo gozou dentro do cu de Carla, com vontade. Carla se virou para Ricardo, que estava assistindo, o pau duro. — Sua vez, Ricardo — ela disse. — Você vai dar o cu para o Marcelo. Ricardo hesitou. Mas obedeceu. — Deita de bruços — Carla ordenou. — Arrebita a bunda. Ricardo obedeceu. Carla aplicou lubrificante no cu dele, preparando-o para Marcelo. — Agora, Marcelo — ela disse. — Vem comer o cu do meu marido. Marcelo se aproximou, seu pau já duro novamente. Carla segurou o pau de Marcelo e ajeitou na entrada do cu de Ricardo. — Isso mesmo — ela disse. — Enfia devagar. Marcelo penetrou Ricardo lentamente. — ISSO, RICARDO! — Carla gritou. — DÁ O CU! MOSTRA QUE VOCÊ É MEU CORNO VIADINHO! Marcelo metia forte, rápido. Ricardo gemia, completamente dominado. — VOU GOZAR! — Marcelo gritou. — GOZA! — Carla ordenou. — GOZA NO CU DO MEU MARIDO! Marcelo gozou dentro de Ricardo, com vontade. Carla se aproximou de Marcelo, seus olhos brilhando com um desejo perverso. — Agora, Marcelo — ela disse. — Vamos fazer um trenzinho. — Como assim? — Eu vou sentar no seu pau — ela explicou. — E o Ricardo vai sentar no meu. Marcelo sorriu. — Perfeito. Marcelo se sentou no sofá, seu pau duro. Carla sentou-se em cima dele, seu cu ainda escorrendo a porra dele. Ricardo se aproximou e sentou-se no pau de Carla, que estava usando o cintaralho com o Marcelo Jr. Os três se moveram juntos, um trenzinho de prazer. — ISSO! — Carla gritou. — OS TRÊS! OS TRÊS JUNTOS! Marcelo metia no cu de Carla enquanto Carla metia no cu de Ricardo. Os gemidos preenchiam a sala. — VOU GOZAR! — Marcelo gritou. — GOZA! — Carla ordenou. Marcelo gozou dentro de Carla, que gozou ao mesmo tempo, seu corpo se contorcendo de prazer. Ricardo gozou logo depois, sem se tocar. Carla se virou para Ricardo, que estava ofegante no chão. — Agora, Ricardo — ela disse. — Lambe a buceta que o Marcelo acabou de comer. Ela abriu as pernas, mostrando a buceta ainda escorrendo a porra de Marcelo. Ricardo se ajoelhou e lambeu, com vontade, sentindo o gosto do amante mais uma vez. Naquela noite, Ricardo gozou mais forte do que jamais tinha gozado. E Carla também. Daquele dia em diante, a vida de Ricardo mudou. Ele se tornou o corno permanente, o submisso, a propriedade. Carla aprendeu a amá-lo dessa forma — não como marido, mas como brinquedo. Ele aprendeu a amar ser humilhado. Aprendeu a amar ser dominado. Aprendeu a amar ser o corno manso e viadinho. E ela aprendeu que o poder é o maior afrodisíaco de todos.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.