Meu nome é Lucas, tenho 23 anos, sou estudante de arquitetura. Moro com minha mãe, a Vera, de 44 anos, uma mulher que ainda hoje faz qualquer homem virar a cabeça. Cabelos pretos e longos, corpo de violão, uma bunda que parece desafiar a gravidade. Eu sempre soube que ela era gostosa, mas nunca tinha visto nada além das roupas que ela usava. Meu pai morreu há mais de um ano. Foi um acidente de carro, rápido, sem aviso. Desde então, a casa ficou mais silenciosa, mais vazia. Eu nunca vi minha mãe com outro homem. Ela sempre foi discreta, reservada, dedicada à memória do meu pai. Eu achava que ela estava bem, que tinha superado. Mas eu estava errado. Até aquela tarde de sábado. Eu tinha chegado mais cedo do treino de futebol. A casa estava silenciosa. Pensei que ela tivesse saído. Subi as escadas devagar, com a intenção de tomar um banho, quando ouvi um som baixo vindo do quarto dela. Um gemido. Abafado, mas inconfundível. Meu coração acelerou. Eu sabia que não devia, mas a curiosidade falou mais alto. Aproximei-me da porta, que estava entreaberta. Espiei. Ela estava deitada na cama, de pernas abertas, a calcinha jogada no chão. O computador estava aberto ao lado dela, e na tela, um site de contos eróticos. Descobri depois, pois fiquei curioso da leitura que a excitava. O conto descrevia um negro enorme, com um pau que devia ter uns 25 centímetros, fodendo uma mulher branca com uma violência que fazia ela gritar. O pau entrava e saía da buceta e do cu dela, alternando, enquanto a personagem gemia como se fosse a última vez. Os dedos da minha mãe deslizavam entre os lábios da boceta, que brilhava de tão molhada. O grelo estava inchado, pulsando. Ela gemia baixinho, os olhos fechados, a outra mão apertando os seios. — Isso... assim... que pau enorme... me destrói... — ela sussurrava, imitando a personagem do conto erótico. O cheiro subia até mim. Forte, ácido, selvagem. O cheiro de buceta excitada. Meu pau endureceu na hora. Ela enfiou dois dedos fundo, arqueou as costas, e gozou. O corpo tremeu, o líquido claro escorreu pelos dedos, molhando o lençol. Eu estava paralisado, o coração batendo tão forte que achei que ela fosse ouvir. Foi quando ela abriu os olhos e me viu. — Lucas? — a voz dela era um sussurro rouco, cheio de vergonha. Ela tentou se cobrir, puxar o lençol, mas os dedos ainda estavam molhados, a boceta ainda pulsando. — Meu Deus... você viu tudo... eu... eu não sabia que você estava em casa... desculpa, filho... Ela estava toda errada, as bochechas vermelhas, os olhos marejados de vergonha. Tentava se explicar, mas as palavras saíam atropeladas. — Faz mais de um mês que eu não gozo... Desde que seu pai morreu, eu nunca mais tive um homem... Foram dez anos de casamento, e depois... nada. Eu só tenho a masturbação, os contos... Eu não sabia que você ia chegar... Enquanto ela falava, eu não conseguia desviar os olhos. O corpo dela ainda estava exposto, a boceta ainda molhada, os peitos ainda ofegantes. Meu pau latejava dentro da calça, duro como nunca tinha estado. Ela percebeu. — Você está... com tesão? — ela perguntou, a voz mudando de tom. — Mãe... — Não precisa dizer nada. Eu vejo. Você está duro. Ela se levantou, ainda nua, e veio até mim. Passou a mão por cima do meu short, sentindo o volume. — Você está tão duro... — ela sussurrou. — Tão quente. Ela abaixou o short e a cueca de uma só vez. Meu pau pulou para fora, babando. — Nossa, filho... — ela disse, os olhos arregalados. — Que pau lindo... maior que o do seu pai... Ela se ajoelhou na minha frente, passou a mão na cabeça, sentiu o calor, o peso. Levou o pau ao nariz, cheirou fundo. — Você está suado... cheirando a futebol... a homem... — ela disse, a voz rouca. — Que cheiro gostoso. Ela lambeu a cabeça do meu pau, lenta, provocante. O gosto salgado do meu suor se misturou com a saliva dela. Eu gemi. — ISSO, MÃE! — eu gritei. — Você quer ser chupado pela sua mãe? — MUITO! Ela abriu a boca e engoliu meu pau inteiro. A boca era quente, molhada, e ela chupava com uma fome acumulada por anos. A língua dançava na cabeça, os lábios apertavam, a mão masturbava a base. Eu gemia, os dedos no cabelo dela. — VOU GOZAR! — eu gritei. — GOZA! GOZA NA BOCA DA SUA MÃE! Gozei. Jatos grossos, quentes, encheram a boca dela. Ela engoliu tudo, sem hesitar. Quando terminou, limpou os lábios com a mão e sorriu. — Você goza igual seu pai. Muita porra. Ela se levantou, me empurrou na cama, e subiu em cima de mim. A boceta molhada roçou no meu pau, ainda duro. — Agora é minha vez — ela disse. — Você vai me comer como eu nunca fui comida. — Mãe... — Cala a boca e me fode. Ela enfiou meu pau na boceta dela de uma só vez. — ISSO, FILHO! — ela gritou. — VOCÊ GOSTA DE COMER A SUA MÃE? — AMO! Ela cavalgava em mim, os seios balançando, o suor escorrendo. Eu segurava os quadris dela, ajudando no movimento. O som era molhado, obsceno. — Você está tão fundo... tão grosso... — ela gemia. — Faz mais de um ano que eu não sentia um pau dentro de mim... você tá me enchendo toda... — MÃE, VOCÊ É TÃO APERTADA! — É porque eu tô molhada pra caralho, filho! Tô molhada por você! Ela gozou primeiro. O corpo tremeu, a boceta apertou meu pau, o líquido claro escorreu. — GOZEI! GOZEI NO PAU DO MEU FILHO! Ela parou por um segundo, ofegante, e me olhou com os olhos brilhando. — Cheira a minha axila suada! Ela levantou o braço. A axila apareceu – lisa, suada, com aquele cheiro forte que eu comecei a amar. Enfiei o rosto. Cheirei fundo. O cheiro era salgado, ácido, selvagem. — Lambe! Lambiei. A língua percorreu a axila dela. O gosto era intenso, delicioso, proibido. Meu pau endureceu ainda mais dentro dela. — Humm... está muito bom! — ela disse, arqueando as costas. Eu continuei metendo. Ela se virou, ficou de quatro, empinou a bunda. — Agora me come por trás! Enfia tudo no cu da sua mãe! — Mas... mãe... eu nunca... — Você vai aprender! Ela passou lubrificante no meu pau e no cu dela. Enfiei a ponta. Ela gritou. — CALMA, FILHO! TÁ ENTRANDO! — TÁ DOENDO? — DÓI! MAS É GOSTOSO! CONTINUA! Enfiei tudo. O cu dela era apertado, quente, e apertava meu pau como um punho. — ISSO, FILHO! ME COME! — MÃE, VOCÊ É TÃO APERTADA! — É SEU APERTADA, FILHO! É SEU CÚ! Meti rápido, fundo. O cu dela fazia barulho molhado, ploc ploc ploc. Ela gemia, os dedos arrancando o lençol. — VOU GOZAR! — ela gritou. — GOZA! GOZA NO PAU DO SEU FILHO! — GOZEI! GOZEI NO CÚ! TÔ GOZANDO NO CÚ! Eu gozei dentro do cu dela. Jatos grossos, quentes, encheram as entranhas dela. Ela caiu na cama, ofegante, o cu ainda pulsando. Eu caí ao lado dela. Os dois ofegantes, suados, o cheiro de sexo impregnando o quarto. Ela virou para mim, passou a mão no meu rosto. — Você foi melhor do que o seu pai. — Mãe... — Não se preocupe. Isso fica entre nós. Ela me beijou. — Mas a gente vai repetir. — Muito mais. Depois daquela noite, a curiosidade falou mais alto. Perguntei sobre o que ela lia, e ela me mostrou o site de contos eróticos. Vi os que ela tinha favoritado. A maioria era sobre negros com paus desproporcionais, dupla penetração, cenas onde a mulher era dominada e preenchida por completo. — Mãe, você já experimentou algo assim? — Nunca — ela respondeu, a voz baixa. — O seu pai foi o único homem que eu tive. E o seu pau foi o segundo que entrou em mim. Nunca fiz nada além disso. — E você teria coragem? Ela recuou. O olhar desviou, os dedos brincando com a ponta do lençol. — Não sei... é uma fantasia... nunca imaginei que pudesse ser real... Fiz a sugestão. — E se a gente comprasse um consolo? Na sex shop. Um negro, bem grande, igual aos dos contos. Ela me olhou, os olhos brilhando. — Você faria isso comigo? — Eu faria. Eu quero ver você sendo preenchida por aquilo que você sempre desejou. Ela sorriu. — Então vamos. Na sex shop, ela ficou fascinada. Passou a mão nos consolos, sentiu o peso, o tamanho. Escolheu um preto, de 22 centímetros, grosso, veiado, com uma base de sucção. — Esse — ela disse, a voz rouca. — Quero sentir isso dentro de mim. — Então vamos para casa. Naquela noite, ela se deitou na cama, de pernas abertas. O consolo estava preso no chão, apontando para cima. — Senta — eu disse. Ela se posicionou sobre ele, a boceta molhada roçando na cabeça de plástico. Enfiou devagar. — ISSO... CARALHO... — ela gemeu. — É MAIOR QUE O SEU... TÁ ME ENCHENDO TODA... — Senta mais fundo! Ela desceu até o fim. O consolo sumiu dentro dela. O corpo tremeu, os olhos reviraram. — TÁ DENTRO! TÁ TUDO DENTRO DE MIM! — Agora cavalga! Ela começou a subir e descer, o consolo entrando e saindo. Os seios balançavam, o suor escorria. Eu assistia, de pau duro. — OLHA, FILHO! OLHA COMO EU TÔ SENDO COMIDA POR ESSE NEGÃO DE PLÁSTICO! — ESTOU VENDO! — É MAIOR QUE O SEU! MAIS GROSSO! TÔ SENDO ARROMBADA! Ela gozou. O corpo tremeu, a boceta apertou o consolo, o líquido claro escorreu. — GOZEI! GOZEI NO CONSOLO! Ela tirou o consolo, ofegante, e me olhou. Agradeceu pela experiência maravilhosa que havia lhe proporcionado. — Obrigada, filho. Eu nunca imaginei que pudesse sentir algo tão intenso. — Ainda não acabou, mãe. Ainda vamos brincar com muitos fetiches. Vamos começar a ler o site dos contos e descobrir novos prazeres. A partir daquele dia, começamos a frequentar o site de contos juntos. Ela lia em voz alta, e eu assistia, de pau duro, enquanto ela se masturbava. Eu aprendi a amar o cheiro da axila dela – sempre que a gente transava, ela levantava o braço e mandava eu cheirar, lamber. O cheiro salgado, ácido, selvagem, me deixava louco de tesão. Uma noite, depois de lermos um conto particularmente intenso, ela se virou para mim. — Quero que você prove o meu xixi. — Mãe... — Você confia em mim? — Confio. Ela me deitou de costas. Abriu as pernas sobre o meu rosto. A boceta apareceu – lisa, rosada, já molhada. Ela começou a mijar. O jato quente acertou minha boca primeiro. O gosto era salgado, levemente ácido, quente. O líquido escorreu pelo meu queixo, pelo meu pescoço, molhando o lençol. Eu abri a boca mais, engoli o máximo que podia. O som do xixi batendo na minha cara era molhado, contínuo, obsceno. O cheiro subia – forte, úrico, selvagem. Ela gemia baixinho enquanto mijava, os dedos no meu cabelo. — Engole tudo, filho. Quero ver você beber tudo. Engoli. Cada gota. O gosto era intenso, inesquecível. Quando ela terminou, ainda pingou algumas gotas na minha boca. Lambi os lábios. — Gostou? — Amei. — Você é meu pervertido. — Sou seu pervertido. Ela desceu, me beijou. A língua dela provou o próprio xixi na minha boca. — Você é tão safado... Ela se ajoelhou, pegou meu pau e começou a chupar. Eu gozei em segundos. Quando ela estava menstruada, a gente continuava. O cheiro metálico do sangue, o gosto forte, a textura – tudo me excitava ainda mais. Ela se deitava na cama, abria as pernas, e eu me ajoelhava entre elas. A boceta estava suja de sangue – os grandes lábios avermelhados, o clitóris inchado, o fluxo escorrendo devagar. — Cheira — ela ordenava. Eu enfiava o rosto. Cheirava fundo. O cheiro era metálico, forte, selvagem. Meu pau endurecia na hora. — Lambe. Eu passava a língua nos grandes lábios. O sangue escorria na minha boca. O gosto era metálico, salgado, intenso. Chupava o clitóris, enfiava a língua na entrada da boceta, sentindo o sangue quente escorrer pela minha garganta. Ela gemia alto, as mãos no meu cabelo. — ISSO, FILHO! ASSIM! — VOCÊ ESTÁ GOSTANDO? — AMO! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO! Eu lambia cada gota. Não parava até ela gozar. O sangue misturado com o lubrificante escorria pela minha boca, pelo meu queixo. — ENGOLA — ela ordenava. Engolia. O gosto forte, metálico, delicioso. Gozava sem ninguém tocar no meu pau. Ela me puxava para cima, me beijava com a boca suja de sangue. — Você é meu, filho. — Sou todo seu. Com o tempo, os contos foram ficando mais ousados. Ela lia sobre inversão, sobre homens sendo comidos, sobre fio terra. — Você já pensou em ser comido de verdade? — ela perguntou, uma noite. — Por você? — Por mim. Eu quero lamber o seu cu. Quero enfiar meus dedos. Quero te fazer gozar pelo cu. — Mãe... — Você confia em mim? — Confio. Ela me virou de bruços. Empinou minha bunda. Passou a mão na minha pele. — Relaxa, filho. Vai ser gostoso. Ela enfiou a língua no meu cu. — ISSO, MÃE! — eu gritei. — VOCÊ GOSTA DE TER O CU CHUPADO? — AMO! NUNCA IMAGINEI! Ela lambeu, chupou, enfiou a língua fundo. Depois, enfiou um dedo. — TÁ DENTRO! — GOSTOU? — SIM! Ela enfiou o segundo dedo. Mexeu devagar, entrando e saindo. — VOU GOZAR! — eu gritei. — GOZA! Gozei – o esperma jorrou no lençol. Só com os dedos dela no meu cu. Ela tirou os dedos devagar, me virou de costas, e me beijou. — Pronto. Agora você é meu completamente. — Sou todo seu. — E amanhã a gente vai fazer mais. — Muito mais. As semanas se passaram. Líamos contos todas as noites. Ela lia em voz alta, e eu assistia, de pau duro, enquanto ela se masturbava. Aos poucos, os contos foram ficando mais ousados. Trans, inversão, dupla penetração – nada mais era tabu. Foi numa noite de sexta-feira que minha mãe chegou com os olhos brilhando. — Filho, eu encontrei alguém. — Alguém? — Uma trans. Negra, linda, com um pau de 25 centímetros. Eu vi o anúncio dela no site. Ela é ativa e passiva. Ela come e é comida. — Mãe... — Você confia em mim? — Confio. — Então amanhã ela vem para casa. No dia seguinte, a campainha tocou às 20h. Minha mãe abriu a porta. Uma mulher alta, negra, de cabelos curtos, corpo escultural, vestido curto, salto alto, entrou. — Prazer, sou a Simone — ela disse, com uma voz doce, mas firme. — Prazer, sou a Vera — minha mãe respondeu. — E este é meu filho, Lucas. Simone me olhou de cima a baixo. — Seu filho é bonito. E você é linda. — Obrigada. — Vamos começar? Simone tirou o vestido. Ficou nua. O corpo era uma obra de arte – seios firmes, cintura fina, bunda grande e redonda. E o pau – 25 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa – já estava duro, babando. Minha mãe arregalou os olhos. "Meu Deus... é maior do que eu imaginava." Eu também fiquei sem palavras. Nunca tinha visto um pau tão grande ao vivo. O coração acelerou, e o tesão falou mais alto que o medo. — Quem quer ser o primeiro? — ela perguntou. — Eu — minha mãe disse. Ela se ajoelhou na frente de Simone. Enfiou o pau na boca. — ISSO, VERA! — Simone gritou. — VOCÊ GOSTA DE CHUPAR PAU? — AMO! Minha mãe chupava com vontade, com tesão. Eu assistia, de pau duro. Simone segurou a cabeça da minha mãe, socou fundo na garganta dela. — VOU GOZAR! — ela gritou. — GOZA! — minha mãe ordenou. Simone gozou na boca da minha mãe. Engoliu tudo. — Agora é a sua vez — Simone disse, me olhando. Ela me fez ajoelhar. Enfiou o pau na minha boca. — ISSO, LUCAS! ASSIM! — VOCÊ GOSTA DE CHUPAR PAU? — AMO! Ela gozou na minha boca. Engoli tudo. — Agora é minha vez de comer vocês — ela disse. Ela virou minha mãe de bruços. Empinou a bunda. Passou lubrificante no cu dela. — Vai doer um pouco — ela avisou. — Pode doer. Ela enfiou a ponta. Minha mãe gritou – não de dor, de prazer. — ISSO, SIMONE! ASSIM! — VOCÊ GOSTA DE SER COMIDA? — AMO! Ela metia devagar no início, depois rápido. O pau de 25 centímetros entrava e saía do cu da minha mãe. — OLHA, FILHO! — minha mãe gritou. — OLHA COMO EU TÔ SENDO COMIDA! — ESTOU VENDO! — ELA É MINHA PUTA AGORA! — ELA É! Simone meteu mais forte. Minha mãe gozou. Simone gozou dentro do cu dela. Depois, foi a minha vez. Ela me virou de bruços. Empinou minha bunda. Passou lubrificante. — Sua vez, filho. Simone enfiou a ponta no meu cu. Eu gritei – não de dor, de prazer. — ISSO, SIMONE! ASSIM! — VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO? — AMO! Ela metia rápido, fundo. O pau de 25 centímetros entrava e saía do meu cu. — IMAGINA QUE É UM HOMEM DE VERDADE! IMAGINA ELE TE COMENDO! — ESTOU! ESTOU IMAGINANDO! — VOU GOZAR! — eu gritei. — GOZA! Gozei – só com o pau de Simone no meu cu. Ela gozou dentro de mim. Depois, os três caíram na cama. Simone se levantou, olhou para nós dois. — Agora é a vez de vocês me comerem. — Como assim? — minha mãe perguntou. — Eu sou passiva também. Quero sentir o pau de vocês dentro de mim. Minha mãe me olhou. — Você quer? — Quero. Minha mãe deitou Simone de costas. Abriu as pernas dela. O cu apareceu – pequeno, rosado, piscando. — Enfia — minha mãe disse. Enfiei meu pau no cu de Simone. — ISSO, LUCAS! ASSIM! — VOCÊ GOSTA DE COMER? — AMO! Meti rápido, fundo. Minha mãe se ajoelhou na frente de Simone. — Enquanto ele te come, você vai chupar a minha boceta. Simone enfiou a cara na boceta da minha mãe, chupando com vontade. — VOU GOZAR! — Simone gritou. — GOZA! Simone gozou. Eu gozei dentro do cu dela. Os três caíram na cama, exaustos. Simone se levantou, vestiu a roupa. — Vocês são meus agora — ela disse. — Quero repetir semana que vem. — Combinado — minha mãe respondeu. Simone se aproximou de mim. Levantou o braço. Mostrou a axila suada. — Cheira. Cheirei. Fundo. O cheiro era forte – salgado, ácido, selvagem. — Lambe. Lambiei. A língua percorreu a axila de Simone. Gozei de novo – sem ninguém tocar no meu pau. — Pronto — ela disse. — Agora vocês são meus completamente. — Somos todos seus — minha mãe disse. Ela me beijou. — E amanhã a gente vai fazer mais. — Muito mais. Eu deitei na cama, olhando para o teto. Tudo tinha começado com uma siririca. Com um flagra. Com um cheiro. E agora eu estava ali, nu, entre minha mãe e uma trans, tendo experimentado prazeres que nunca imaginei. A siririca não tinha mudado só a minha mãe. Tinha mudado tudo. FIM
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