O PACTO DAS AXILAS



Meu nome é Ricardo, tenho 34 anos, sou casado com a Renata há 11. Temos dois filhos, uma vida estável, uma casa confortável. Mas dentro do quarto, a gente sempre teve uma imaginação que ia além do "normal".

Renata sempre foi uma mulher de poucos fetiches – ou pelo menos era o que eu pensava. Ela era doce, carinhosa, mas na cama sempre foi mais reservada. As luzes apagadas, as posições tradicionais, os gemidos abafados. Eu achava que era assim que ela gostava.

Até que um dia, tudo mudou.

Tudo começou com uma brincadeira boba. Estávamos na sala, assistindo TV, quando ela se esticou no sofá e colocou os pés no meu colo. "Amor, você pode massagear meus pés?" Comecei a massagear. Ela gemia baixinho, os olhos fechados. De repente, ela se inclinou para frente e colocou o braço atrás da minha cabeça. "Você gosta do meu cheiro?" Eu não entendi. Ela levantou o braço. A axila apareceu – lisa, suada, com um cheiro forte que eu nunca tinha notado antes. "Cheira." Eu hesitei, mas algo na voz dela me fez obedecer. Enfiei o rosto na axila dela. O cheiro era intenso. Salgado. Ácido. Selvagem. Meu pau endureceu instantaneamente. "Gostou?" Ela perguntou. Eu disse que sim. "O que você sentiu?" Tesão. Ela sorriu. "Então lambe." Passei a língua na axila dela. O gosto era forte, delicioso, proibido. Ela gemeu baixinho. Nunca tinha visto ela tão excitada. Ela me puxou para o quarto e transamos como nunca tínhamos transado antes. Ela foi mais ousada, mais solta, mais selvagem. Depois de gozar, ela me olhou nos olhos e disse que gostou de me ver tão entregue. Eu também gostei. Ela perguntou se eu faria de novo. Eu disse que sim. Ela sorriu e disse que a gente ia fazer mais vezes.

Na semana seguinte, Renata chegou do trabalho com uma sacola. Dentro, havia uma calcinha fio dental preta, minúscula, de renda. Ela disse que era para mim. Eu fiquei sem jeito, mas ela me convenceu a vestir. Fui para o banheiro e vesti. O tecido minúsculo mal cobria meu pau. As bolas ficavam completamente à mostra, o fio dental entrava entre as nádegas, subindo até o meu cu. Me senti ridículo, mas ao mesmo tempo, excitado. Voltei para o quarto. Renata estava deitada na cama, com um sorriso safado. Ela mandou eu andar. A calcinha roçava no meu pau, no meu cu. O tecido fino, quase transparente, deixava tudo à mostra. Ela mandou eu virar. O fio dental sumia entre as minhas nádegas, deixando o meu cu completamente exposto. "Linda," ela disse. "Você fica tão sexy de calcinha." Ela disse que eu ia usar isso sempre que ela mandasse. Eu perguntei se era sempre. Ela disse que sim, que era o nosso segredo. Ela levantou o braço e mostrou a axila suada. Eu cheirei fundo. O cheiro era forte, salgado, selvagem. Meu pau endureceu dentro da calcinha. Ela mandou eu lamber. Lambiei. O gosto era intenso. Depois ela mandou eu ajoelhar. Ajoelhei na frente dela. Ela abriu a calcinha, mostrando a boceta já molhada. Mandou eu lamber. Enfiei a cara na boceta dela. O cheiro era diferente – mais forte, mais ácido. Ela gemia, os dedos no meu cabelo. Ela gozou na minha boca. O líquido claro jorrou na minha língua. Engoli tudo. "Pronto," ela disse. "Agora você é meu." Eu disse que era. "E vai fazer tudo o que eu mandar." Eu disse que ia.

Os dias se passaram. Renata continuava me provocando. Usava calcinhas cada vez menores, mais ousadas. E eu, cada vez mais viciado. Uma noite, ela chegou em casa depois do trabalho. Estava suada, com tesão. Me puxou para o quarto. Mandou eu tirar a roupa. Obedeci. Fiquei nu. Ela jogou uma calcinha em mim. Não era uma calcinha nova. Era a calcinha que ela tinha usado o dia inteiro. O tecido ainda estava úmido, com o cheiro forte dela. Ela mandou eu cheirar. Levei a calcinha ao nariz. Cheirei fundo. O cheiro era intenso – suor, buceta, tesão. Era mais forte do que eu imaginava, mais ácido, mais selvagem. Meu pau endureceu na hora. Ela mandou eu lamber. Passei a língua no tecido. O gosto era forte, salgado, delicioso. Ela mandou eu vestir. Vesti a calcinha usada. O tecido ainda quente do corpo dela. Ela mandou eu andar. Andei. A calcinha roçava no meu pau, no meu cu. Ela mandou eu virar. Virei. Mostrei a bunda. Ela mandou eu ajoelhar. Ajoelhei na frente dela. Ela mandou eu cheirar a axila dela de novo. Enfiei o rosto na axila dela. O cheiro era ainda mais forte – o suor do dia inteiro, o tesão acumulado. Ela mandou eu lamber. Lambiei. O gosto era intenso. Depois ela se ajoelhou na minha frente. Abriu a calcinha. Meu pau pulou para fora. Ela enfiou na boca. Ela mamava com vontade, com tesão. Eu gemia, os dedos no cabelo dela. Gozei na boca dela. Ela engoliu tudo. "Pronto," ela disse, levantando. "Agora você é meu corno manso." Eu disse que era. "E vai usar calcinha sempre que eu mandar." Eu disse que ia.

Uma noite, Renata estava especialmente excitada. Ela me mandou deitar de costas na cama. Disse que ia sentar na minha cara. Que eu ia lamber a buceta e o cu dela ao mesmo tempo. Ela subiu em cima de mim. A boceta estava na altura da minha boca. O cu estava um pouco atrás. Ela mandou eu lamber a boceta primeiro. Enfiei a cara na boceta dela. O cheiro era forte, o gosto era intenso. Ela gemia, rebolando na minha cara. Depois ela mandou eu lamber o cu. Deslizei a língua para baixo. Encontrei o cu dela – pequeno, rosado, piscando. Enfiei a língua. Ela rebolava, esfregando o cu na minha língua. Eu lambia, chupava, enfiava a língua fundo. Ela gozou. O líquido claro jorrou na minha cara, na minha boca. Lambi tudo. "Pronto," ela disse, descendo de cima de mim. "Agora você é meu viadinho." Eu disse que era. "E vai lamber o meu cu sempre que eu mandar." Eu disse que ia.

Uma noite, Renata estava deitada na cama, os braços levantados, as axilas expostas. Ela me chamou. Aproximei. Ela segurou meu pau e começou a masturbar. Disse que queria que eu gozasse na axila dela. Ela acelerou o ritmo. Eu gemia, os olhos fixos na axila dela, no cheiro forte que emanava. Gozei. O esperma jorrou na axila dela, escorrendo pelos pelos, pingando no lençol. Ela levantou a axila e mandou eu lamber. Enfiei a cara na axila dela. Lambi o esperma, o suor, o cheiro intenso. "Você é meu viadinho," ela disse. Eu disse que era.

Na semana seguinte, Renata chegou com uma sacola nova. Dentro, havia um consolo preto de 18 centímetros, grosso, veiado, com uma base de sucção. Ela disse que queria me comer. Ela me mandou deitar de bruços. Passou lubrificante no meu cu. Enfiou um dedo. Eu gemi. Ela enfiou o segundo dedo. Depois o terceiro. Depois ela enfiou o consolo no meu cu. Eu gritei – não de dor, de prazer. Ela metia devagar no início, depois rápido. O consolo entrava e saía do meu cu. Ela mandou eu imaginar que era um homem. Eu imaginei. Gozei – o esperma jorrou no lençol. Só com o consolo no meu cu. Ela tirou o consolo devagar. Beijou as minhas costas. "Pronto," ela disse. "Agora você perdeu as pregas." Eu perguntei se tinha perdido mesmo. Ela disse que sim, que foi maravilhoso. Ela se deitou ao meu lado. Perguntou se eu tinha gostado. Eu disse que amei. Ela perguntou se eu imaginava que era um homem. Eu disse que sim. Ela perguntou se eu gostaria que fosse um homem de verdade. Fiquei em silêncio. Disse que não sabia. Ela disse que eu tinha pensado nisso. Eu disse que sim. Ela sorriu e disse que a gente ia pensar mais.

Na semana seguinte, Renata me mandou usar a calcinha preta. Depois, me mandou deitar de bruços. Disse que ia me comer de novo, mas dessa vez com a calcinha. Ela queria ver o tecido roçando no meu cu enquanto o consolo entrava. Ela enfiou o consolo no meu cu. A calcinha ainda estava em mim. O tecido roçava no consolo, criando uma fricção deliciosa. Ela metia rápido, fundo. O consolo entrava e saía, a calcinha se movendo com ele. Ela mandou eu imaginar que era um homem. Gozei – o esperma jorrou no lençol. Só com o consolo no meu cu. "Pronto," ela disse. "Agora você é uma putinha de calcinha." Eu disse que era.

Passaram-se semanas. O ritual se repetia. Calcinha, axila, consolo. Calcinha usada, axila suada, consolo. Sentar na cara, lamber cu, gozar na axila. Eu estava viciado. Não conseguia mais gozar sem o cheiro dela, sem o gosto dela, sem a humilhação de estar de calcinha. Uma noite, depois de uma sessão especialmente intensa, estávamos deitados na cama. Eu ainda estava de calcinha, o consolo ainda estava no criado-mudo. Ela me perguntou se eu gostaria que fosse um homem de verdade. Fiquei em silêncio. O coração acelerou. Parte de mim queria dizer não, queria voltar a ser o homem "normal" que eu sempre fui. Mas outra parte, uma parte mais forte, mais escura, queria dizer sim. Queria experimentar. Queria ser dominado. Queria ser puta. "Quero," eu disse, a voz rouca. Ela sorriu. Perguntou se eu queria ser corno. Eu disse que sim. Perguntou se eu queria ser o corno manso dela. Eu disse que sim. Perguntou se eu queria ser o viadinho dela. Eu disse que sim. Ela me beijou. "Então a gente vai fazer um pacto."

Na manhã seguinte, Renata sentou na minha frente, na sala. Colocou uma sacola preta no colo. Disse que precisava conversar sobre o que a gente vinha fazendo e o que a gente queria fazer. Ela abriu a sacola. Dentro, havia a calcinha preta, o consolo e um bilhete. "Eu quero fazer um pacto com você," ela disse. Ela leu o bilhete em voz alta: "Eu, Ricardo, a partir de hoje, me comprometo a: usar calcinha sempre que Renata mandar; deixar Renata me comer com o consolo sempre que ela quiser; lamber a axila de Renata sempre que ela pedir; cheirar e lamber a calcinha usada de Renata; ser comido por outro homem se Renata assim desejar; gozar sem tocar no próprio pau quando Renata mandar; lamber a buceta gozada de Renata; lamber o cu de Renata sempre que ela mandar." Ela me olhou nos olhos. "Você aceita?" Eu disse que sim. "Então beija o bilhete." Beijei. Ela sorriu. "Agora o pacto está selado."

No dia seguinte, Renata saiu para "resolver umas coisas". Quando voltou, estava com os olhos brilhando e um sorriso safado. Ela abriu as pernas. A boceta estava vermelha, inchada, escorrendo esperma. Ela mandou eu cheirar. Enfiei o rosto. Cheirei fundo. O cheiro era diferente – mais forte, mais ácido, mais masculino. Eu perguntei se era de outro homem. Ela disse que sim, e que eu ia lamber. Enfiei a cara na boceta dela. Lambi o esperma. O gosto era salgado, forte, diferente do meu. Ela segurou minha cabeça, esfregando a boceta na minha cara. "LAMBE TUDO! LAMBE CADA GOTA!" Lambi tudo. O esperma escorria pela minha boca, pelo meu queixo. Ela pegou o consolo, enfiou na própria boceta, tirando o resto do esperma, e colocou na minha boca. Chupei. O gosto era intenso – esperma, buceta, tesão. "Pronto," ela disse. "Agora você é meu corno assumido." Eu disse que era.

Enquanto eu lambia, ela começou a contar: foi o Carlos. Ela conheceu ele há meses, no supermercado. Ele sempre a olhava, sempre dava um jeito de passar perto dela. Um dia, ele disse que ela era a mulher mais linda que ele já viu. Ela sorriu, mas não deu bola. Mas ele continuou. Toda semana, ele aparecia. Sempre com um elogio diferente. Ela fingia que não ligava, mas ele estava a conquistando. Até que um dia, ele deu o número dele. Disse que se um dia ela quisesse saber o que é ser comida de verdade, era para ligar. Ela ligou. Ele a levou para um motel. Beijou, chupou, comeu de todas as formas. Gozou dentro dela. E ela pensou em mim. Pensou em como eu ia adorar lamber a porra dele. Ele a fez sentir mais mulher, mais puta, mais viva. E quando ele gozou, ela gozou junto. E eu adorei lamber a porra dele. Ela sorriu. "Então você vai adorar conhecer ele."

Na noite seguinte, Renata me mandou deitar de bruços. Ela pegou o consolo. Disse que ia me comer e contar como foi. Ela enfiou o consolo no meu cu. Eu gemi. Ela começou a contar como o Carlos a pegou no quarto, virou de costas, enfiou o pau na boceta dela. Ela metia o consolo no meu cu, devagar, fundo. "Ele era grande. Grosso. Me encheu toda." Depois ele a virou de quatro. Comeu por trás. Gozou dentro dela. Ela acelerou o ritmo. "E você lambeu. Lambeu a porra dele. Lambeu tudo." Eu gozei – só com o consolo no meu cu. "Pronto," ela disse. "Agora você é corno de verdade."

Na semana seguinte, Renata chamou Carlos. Ele chegou com uma garrafa de vinho e um sorriso safado. Era alto, forte, com mãos grandes e um jeito dominador, exatamente como ela tinha descrito. "E aí, corno," ele disse. "E aí," respondi. "Cadê a calcinha?" Renata me olhou. Levantei. Mostrei a calcinha preta, o tecido minúsculo mal cobrindo meu pau. "Nossa," Carlos disse. "Você fica tão sexy de calcinha." "Fica mesmo," Renata completou. Ele mandou eu andar. Andei. A calcinha roçava no meu pau, no meu cu. Ele mandou eu virar. Virei. Mostrei a bunda. Ele mandou eu ajoelhar. Ajoelhei na frente dele. Ele tirou a calça. O pau dele pulou para fora – 20 centímetros, grosso, veiado. Ele mandou eu cheirar. Enfiei o rosto no pau dele. Cheirei fundo. O cheiro era o mesmo que eu tinha sentido na boceta de Renata. Forte, salgado, masculino. Ele mandou eu lamber. Passei a língua na cabeça do pau dele. Ele mandou eu chupar. Chupei. Renata se ajoelhou ao meu lado e enfiou a língua no meu cu. Carlos gozou na minha boca. Engoli tudo. Ele me virou de bruços, afastou a calcinha para o lado, passou lubrificante e enfiou o pau no meu cu. "ISSO, CARLOS! ASSIM!" "VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO?" "AMO!" Renata se ajoelhou na minha frente. "Enquanto ele te come, você vai lamber a minha boceta." Enfiei a cara na boceta de Renata, chupando com vontade, enquanto Carlos metia no meu cu. Gozei – o esperma jorrou no tapete. Só com o pau de Carlos no meu cu. "Agora quero que você coma os dois," eu disse. Carlos virou Renata de quatro. Enfiou o pau na boceta dela. Ela gritou de prazer. Ele metia rápido, fundo. Eu assistia, a mão no meu pau. "OLHA, CORNO," Carlos disse. "OLHA COMO ELA ESTÁ GOSTANDO." "ESTAMOS VENDO!" "ELA É MINHA PUTA AGORA!" "ELA É!" Ele meteu mais forte. Renata gozou. Carlos gozou dentro dela. Os três caíram no tapete, exaustos.

Ficamos deitados, ofegantes. Carlos se levantou, foi ao banheiro, voltou com uma toalha. "Vocês são meus agora," ele disse. "Quero repetir semana que vem." "Combinado," Renata respondeu. Ele se aproximou de mim. Levantou o braço. Mostrou a axila suada. "Cheira." Cheirei. Fundo. O cheiro era forte – salgado, ácido, selvagem. "Lambe." Lambiei. A língua percorreu a axila de Carlos. Gozei de novo – sem ninguém tocar no meu pau. "Pronto," ele disse. "Agora você é corno assumido, perdeu as pregas, lambe axila e chupa pau. Não tem mais volta." "Não quero volta," eu disse. Renata me abraçou. "Eu amo você." "Eu também amo você." "Mesmo depois de tudo?" "Por causa de tudo." Carlos vestiu a roupa e foi embora. Dali em diante, ele voltou todo mês. Eu usava calcinha sempre que eles mandavam. Eu lambia a axila de Renata e de Carlos. Eu era comido por Carlos e por Renata. E eu descobri que ser corno não era fraqueza. Era o maior tesão da minha vida. Na semana seguinte, Carlos voltou. E não veio sozinho. Trouxe um amigo. Eu não sabia, mas o pacto estava só começando.

Foto 1 do Conto erotico: O PACTO DAS AXILAS

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Comentários


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maisaibida Comentou em 21/06/2026

O texto com o tema ficou diferenciado e ficou show show show... votadssmo




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O PACTO DAS AXILAS

Codigo do conto:
265014

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
21/06/2026

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