A GRAVIDEZ E O PSICÓLOGO



Meu nome é Rodrigo, tenho 42 anos, sou casado com a Fernanda há 15. Temos uma vida estável – eu sou engenheiro, ela é advogada, uma casa confortável, dois filhos. Mas dentro do quarto, a gente sempre teve uma imaginação que ia além do "normal". Fernanda sempre foi uma mulher linda – morena, corpo de violão, uma bunda que fazia qualquer homem virar o pescoço. Durante anos, nossa vida sexual foi intensa, criativa, cheia de descobertas.

Até que ela engravidou do nosso terceiro filho.

A gravidez foi planejada, desejada. Mas algo mudou nela. No começo, foi o enjoo, o cansaço, os hormônios. Eu entendia, dava espaço, respeitava o corpo dela. Mas depois que a barriga começou a crescer, o distanciamento foi ficando maior. Ela não deixava mais eu tocar nela. Não queria beijos demorados, não queria abraços apertados, não queria sexo. Quando eu tentava me aproximar, ela se afastava, dizia que estava cansada, que a barriga incomodava, que não estava com vontade.

Eu tentei de tudo. Massagens nos pés, levar café na cama, fazer os trabalhos de casa. Nada funcionava. Ela me olhava com um misto de indiferença e até repulsa. Eu me sentia um estranho na minha própria casa, um intruso no corpo da minha esposa.

A gota d'água foi quando eu tentei beijar o pescoço dela, uma noite, e ela se encolheu como se eu fosse um desconhecido.

— Não encosta em mim — ela disse, a voz fria.

— Fernanda, eu sou seu marido.

— Eu sei quem você é. Mas não quero ser tocada.

Aquela noite, eu dormi no sofá.

Na semana seguinte, sugeri que ela procurasse ajuda. Não para a gravidez – para a nossa relação. Ela resistiu, mas acabou aceitando.

Foi assim que conhecemos o Dr. Sérgio. Psicólogo, 35 anos, solteiro, com uma clínica no centro da cidade. Fomos indicados por um amigo em comum. Na primeira consulta, ele nos recebeu em sua sala ampla, com estantes de livros e uma poltrona confortável.

— O que os traz aqui? — ele perguntou.

Fernanda ficou em silêncio. Eu falei. Disse que a gravidez tinha mudado nossa relação, que ela se afastou, que eu não sabia mais como chegar perto dela. Dr. Sérgio ouviu com atenção, fez anotações, fez perguntas. No final, sugeriu sessões individuais.

— Quero conversar com vocês separadamente, pelo menos no começo. Para entender melhor cada lado.

Fernanda topou.

Na primeira sessão individual, Fernanda chegou em casa mais calma, mas ainda distante. Ela disse que o Dr. Sérgio a ouviu com atenção, que fez perguntas sobre a gravidez, sobre os sentimentos, sobre o que ela esperava da maternidade. Ela disse que ele parecia entender, que era normal sentir rejeição ao toque durante a gravidez, que os hormônios mudam a percepção do corpo. Eu perguntei se ela se sentiu melhor. Ela disse que um pouco, mas que ainda não queria ser tocada. Eu respeitei. Mas algo me incomodava. Ela falava dele com um tom diferente, como se tivesse sido vista pela primeira vez em meses.

O que ela não me contou é que, durante aquela sessão, Dr. Sérgio a fez sentar numa poltrona diferente, mais perto da janela. A luz da tarde entrava, banhando o corpo dela. Ele ficou em silêncio por um longo momento, apenas a observando. Ele disse que ela estava linda. Ela se surpreendeu e perguntou se era parte do tratamento. Ele disse que era parte da verdade, que não podia ajudar se não a enxergasse como ela realmente era, que ela era uma mulher linda, grávida, radiante, mas que alguém a fez esquecer disso. Ela disse que o marido não... e ele a interrompeu, dizendo que o marido era um homem bom, mas que ela não precisava de um homem bom agora, precisava de um homem que a visse. Fernanda sentiu um arrepio na espinha. Algo se mexeu dentro dela.

Na segunda sessão individual, algo mudou. Ela passou a se arrumar mais para a consulta. Usou um vestido mais justo, mais decotado. Quando voltou, tinha um brilho nos olhos que eu não via há meses. Perguntei o que tinha acontecido, e ela disse que ele tinha feito um exercício, pedido para ela fechar os olhos e imaginar um lugar seguro. Ela imaginou. Ele mandou ela respirar fundo e disse que ia tocar na mão dela, que ela podia recuar se quisesse. Mas ela não recuou. Ele tocou. Só a mão. Mas foi diferente, não era um toque de médico, era um toque de homem. Ela sentiu um arrepio, uma coisa que não sentia há meses. Ela gostou e queria mais.

O que ela não me contou é que Dr. Sérgio não tocou só a mão. Ele a fez sentar no chão, no tapete, de frente para ele. Ela de olhos fechados. Ele segurou a mão dela com as duas mãos. Depois, passou os polegares pelas palmas das mãos dela, lentamente, circulando cada dedo. Depois, ele segurou o pulso dela. Sentiu o coração acelerado. Ele perguntou se ela estava com medo. Ela disse que não, que estava excitada. Ele disse que a excitação era o primeiro passo para a cura. Ele soltou a mão dela e afastou-se. O exercício acabou.

Antes da terceira sessão individual de Fernanda, Dr. Sérgio pediu para falar comigo sozinho. Entrei na sala dele, sentei na poltrona. Ele perguntou como era a relação de vocês antes da gravidez. Eu disse que era boa, intensa, que a gente transava muito. Ele perguntou o que eu gostava, como eu gostava de comer minha esposa. Eu disse que gostava de dominar, de ver ela gozar, de ouvir ela gritar meu nome. Ele perguntou como ela goza. Eu disse que ela goza quando é dominada, quando é comida com força, quando se sente desejada, que ela adora ser chamada de puta, de vagabunda, adora que eu puxe o cabelo dela, que dê tapas na bunda. Ele perguntou se eu tinha fantasias. Fiquei em silêncio. Depois, falei baixinho que sempre quis ver ela sendo comida por outro homem, sempre quis ser corno. Dr. Sérgio anotou algo no caderno. Ele perguntou se ela sabia disso. Eu disse que não, que nunca contei. Ele perguntou se eu gostaria que ela soubesse. Eu disse talvez. Ele perguntou se eu gostaria que ele fosse esse homem. Fiquei paralisado. Meu coração acelerou. Ele disse que ela precisava ser desejada, precisava se sentir mulher, e que eu precisava ver isso para me sentir completo, que era um exercício terapêutico e que só faria o que eu permitisse. Hesitei. Depois, falei baixinho que sim, que queria. Ele disse que ia usar tudo o que eu tinha dito, que ia dominar ela, chamar ela de puta, puxar o cabelo dela, dar tapas na bunda, e que eu ia assistir. Perguntei sobre ela. Ele disse que ela ia adorar.

Na terceira sessão individual, Fernanda chegou em casa com um sorriso diferente. Não era o sorriso de quem tinha feito uma boa terapia. Era o sorriso de quem tinha sido completamente seduzida. Ela se sentou na cama, ao meu lado, e começou a contar. Ela disse que ele pediu para ela fechar os olhos de novo, que ia fazer um exercício mais profundo, que ela confiasse nele. Ela relaxou. Ele começou a falar devagar, com uma voz baixa, quase um sussurro. Disse que ela era linda, que o corpo dela era uma obra de arte, que a gravidez só tinha deixado ela mais bonita. Ele disse que ela merecia ser tocada, merecia sentir prazer, que o marido não sabia o que estava perdendo. Ela ficou em silêncio, mas as pernas tremiam. Ele se aproximou. Passou a mão no rosto dela. Devagar, como se estivesse acariciando algo frágil. Ela não se afastou. Ele desceu a mão pelo pescoço dela, até os seios. Eles estavam sensíveis por causa da gravidez. Ele tocou devagar, com a ponta dos dedos. Primeiro um seio, depois o outro. Ele sentiu os mamilos endurecerem sob os dedos dele. Ele perguntou se ela estava molhada. Ela disse que sim. Ele abriu o vestido dela. Os seios apareceram, os mamilos duros. Ele os chupou devagar, um de cada vez. Ela gemia baixinho. Ele desceu mais. Abriu as pernas dela, a barriga de grávida saliente. Enfiou a língua na boceta dela. Ela se arqueou toda. Ele lambia devagar, circulando o clitóris, enfiando a língua fundo. Ela segurava a cabeça dele, puxando para mais perto. Ela gozou. O líquido claro jorrou na boca dele. Ele lambeu tudo. Depois ele se levantou. Tirou a calça. O pau dele pulou para fora – 18 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa. Maior que o meu. Muito maior. Ele perguntou se ela queria ser comida. Ela disse que sim. Ele abriu as pernas dela, com cuidado para não machucar a barriga. Enfiou o pau na boceta dela. Lentamente. Centímetro por centímetro. Foi maravilhoso. Melhor do que qualquer coisa que ela já tinha sentido. Ele metia devagar no início, depois rápido. E ele fazia exatamente o que eu gosto. Ele puxava o cabelo dela. Chamava ela de puta. Dava tapas na bunda. Dizia que ela era uma vagabunda gostosa. Exatamente como eu fazia. Mas com um pau maior. Muito maior.

Meu pau endureceu na hora. Em vez de sentir ciúmes, senti tesão. Perguntei se ela queria continuar me fazendo de corno. Ela disse que queria.

Naquela noite, depois que ela terminou de contar, eu estava com um tesão insaciável. Eu a deitei na cama, com cuidado para não machucar a barriga. Abri as pernas dela. A boceta ainda estava vermelha, inchada, cheia do esperma do psicólogo. Eu enfiei o pau na boceta dela – o meu pau, 15 centímetros, menor que o dele. Ela gemeu. Perguntei se ela gostava de ser comida. Ela disse que amava. Eu metia rápido, fundo. Ela gemia, pedia mais. Mas eu sabia que ela estava pensando nele. Ordenei que ela falasse o nome dele. Ela gritou Sérgio, pedindo para ele comer ela. Eu gozei dentro dela. Ela gozou junto.

Na semana seguinte, Fernanda marcou uma consulta individual no consultório do Dr. Sérgio, mas com um pedido especial: que eu pudesse observar, de um canto, em silêncio. O psicólogo hesitou, mas acabou aceitando.

Na sessão, eu fiquei sentado numa poltrona no canto da sala, com um livro aberto no colo, fingindo ler. Mas meus olhos estavam fixos neles.

Fernanda estava linda. Usava um vestido preto curto, decotado, que marcava a barriga de grávida. O cabelo solto, os lábios vermelhos. Dr. Sérgio estava sentado na poltrona em frente a ela, os olhos fixos nela.

Ele perguntou o que ela sentia quando o marido a tocava. Ela disse que não sabia, nojo, raiva. Ele perguntou o que ela sentia quando ele a tocava. Ela hesitou. Disse que era diferente, bom. Ele se levantou. Aproximou-se dela. Passou a mão no rosto dela. Ela fechou os olhos. Ele perguntou se ela queria ser tocada por ele. Ela disse que sim. Ele a beijou. A língua entrou devagar. Ela correspondeu, as mãos agarrando o braço dele. Ela sussurrou que era isso, que gostava. Ele desceu, beijando o pescoço dela, descendo até os seios. Chupou um mamilo, depois o outro. Ela gemia baixinho, perguntando se ele gostava de ser chupada. Ela disse que amava. Ele desceu mais. Abriu as pernas dela, enfiou a cara na boceta. Ela se arqueou, os dedos no cabelo dele. Ela gozou. O líquido claro jorrou na boca dele. Depois, ele se levantou. Tirou a calça. O pau dele pulou para fora – 18 centímetros, grosso, veiado, maior que o meu. Ele perguntou se ela queria ser comida. Ela disse que queria. Ele a deitou no sofá, com cuidado para não machucar a barriga. Abriu as pernas dela, enfiou o pau na boceta. Ela gritou, perguntando se ele gostava de comer ela. Ele disse que amava. Ele metia devagar no início, depois rápido. Puxava o cabelo dela. Dava tapas na bunda. Chamava ela de puta, de vagabunda. Exatamente como eu fazia. Mas com um pau maior. Fernanda gozou primeiro. Depois ele. Eu gozei na minha mão.

Daquele dia em diante, a rotina mudou. Fernanda continuou indo às sessões individuais, mas agora eu ficava na sala de espera, ou às vezes na poltrona no canto, assistindo. Eles transavam depois de cada consulta. Ela voltava para casa com o cheiro dele na pele, e eu gozava com isso.

Os cheiros se tornaram parte do nosso jogo. Ela chegava e eu lambia a axila suada, o gosto salgado e intenso me deixando louco de tesão. Quando ela fazia xixi, eu bebia com vontade. Dr. Sérgio também passou a explorar esses fetiches. Um dia, ele pediu para ela fazer xixi nele. Ela sentou no rosto dele, abriu as pernas, e mijou. O jato quente acertou a boca dele, o nariz, o queixo. Ele engoliu tudo. Ela disse que ele era um pervertido. Ele disse que era o pervertido dela. E ela disse que adorava isso.

O bebê nasceu saudável, uma menina linda. Fernanda foi uma mãe maravilhosa. Mas a libido não diminuiu. Ela continuou saindo com o psicólogo, com os amigos dele, com outros homens.

Nunca mais olhei para uma gravidez do mesmo jeito. Cada vez que vejo uma grávida, lembro daquela noite, do cheiro, do tesão, da noite que mudei a minha vida. De Fernanda sendo comida, de mim sendo comido, e de nós dois, finalmente livres para explorar todos os prazeres que a vida tem a oferecer.

Foto 1 do Conto erotico: A GRAVIDEZ E O PSICÓLOGO

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A GRAVIDEZ E O PSICÓLOGO

Codigo do conto:
265393

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
25/06/2026

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