Meu nome é Ricardo, 38 anos, gerente de uma grande loja de departamentos. Casado há 10 anos com Carla, morena de 34, corpo de violão, seios fartos, bunda redonda e uma língua que corta qualquer um. Meu amigo de infância é Juno, 36 anos, homem trans há 5 anos. Baixinho, 1,60m, corpo magro com barriguinha saliente, cabelo curtinho sempre colorido, piercings, tatuagens, óculos de grau e um sorriso travesso. O típico boyceta – homem com buceta – que se veste como skatista. Juno e eu crescemos juntos. Ele era Gabriela quando criança, e eu sempre fui seu protetor. Quando ele se assumiu trans, fui o primeiro a apoiar. Agora, ele tem uma namorada linda chamada Bia, que também é minha amiga. Lembro de tudo. Da Gabriela de 16 anos, cabelo liso e comprido, olhos castanhos que brilhavam quando me via. Magrinha, peitinhos pequenos, bunda começando a se formar. Minha melhor amiga, minha confidente. Lembro da primeira vez que a beijei. Festa de 15 anos, atrás da escola. Ela tremia. Segurei seu rosto, encostei meus lábios nos dela. Beijo leve, doce, segundos que ficaram marcados. — Ricardo... — ela murmurou, corada. — Foi bom? — Foi. Eu tinha 18. Era apaixonado. Mas nunca tive coragem de ir além. Lembro da primeira vez que ela me deu a buceta. Sábado à tarde, na casa dos pais dela, viajando. Subimos pro quarto. Ela com medo, mas querendo. — Você vai ser o primeiro, Ricardo — voz trêmula. — Não precisa ter medo. Vou ser delicado. Ela se deitou na cama, vestido azul. Levantei a saia, vi a calcinha branca, molhada. Tirei devagar. A buceta dela era linda – pequena, rosada, pelinhos loiros e finos. — Gabriela... você é linda. — Me come, Ricardo. Me come por inteira. Enfiei o pau com cuidado. Ela gemeu, apertou meus ombros. Foi rápido, gostoso, inesquecível. Ela gozou com meu pau dentro dela, e eu gozei também. Depois daquele dia, transamos muitas outras vezes. Escondidos, com medo de sermos descobertos. Mas quando ela se assumiu trans, nos afastamos sexualmente, mas continuamos sendo amigos, sem tocar mais em nosso passado íntimo. Eu me casei, ela começou a namorar Bia. Sempre estamos frequentando a casa de outro casal. Enfim Gabriela virou Juno. Testosterona engrossou a voz, mudou o corpo. Os peitos sumiram com a mastectomia. Cabelo curto. Roupas masculinas. Acompanhei cada passo. Fui ao hospital quando ele fez a mastectomia. Segurei sua mão antes da cirurgia. — Você tá fazendo a coisa certa, Juno. — Você acha mesmo, Ricardo? — olhos cheios de lágrimas. — Acho. Você sempre foi um homem, só tava no corpo errado. Ele sorriu. Foi a última vez que vi a Gabriela. Depois daquela cirurgia, nasceu o Juno. Mas algo mudou dentro dele. A testosterona trouxe voz grossa, pelos, aparência masculina. Mas a buceta continuou lá. E a buceta, Juno descobriu, não ligava pra identidade. A buceta queria ser comida. Juno e Bia estavam juntos há 3 anos. Transavam todo dia, com consolo duplo, vibradores, brinquedos. Juno amava Bia, amava o sexo com ela. Mas algo estava diferente. Aquele formigamento na buceta voltou. O mesmo que sentia quando era Gabriela. A buceta queria ser preenchida. Queria ser arrombada. Queria sentir um pau de verdade. Juno pensou em Ricardo. Na primeira vez. Em como era gostoso sentir aquela rola entrando na buceta. Como Ricardo metia devagar, com cuidado, mas com vontade. Numa sexta à noite, Juno e Bia estavam na cama, depois de transar com o consolo duplo. Juno deitado de bruços, bunda empinada, buceta ainda molhada. — Bia, preciso te contar uma coisa — ele disse. — Fala, amor. — Você sabe que sou trans, né? Que tenho buceta. — Sei, amor. E adoro sua buceta. — Mas tô com um problema. — Qual? — Minha buceta... tá com um formigamento. Ela quer ser comida de verdade. — E o que você quer dizer com "comida de verdade"? — Ela quer sentir um pau de verdade. Não consolo. Não vibrador. Pau de verdade. Bia ficou em silêncio. Depois, sorriu. — Eu sei o que você quer dizer, Juno. Você quer dar sua buceta pra um homem. — Sim. Mas não pra qualquer um. Quero dar pro Ricardo. — O Ricardo? Seu amigo de infância? — Ele foi o primeiro, Bia. Tirou minha virgindade. Era meu melhor amigo, meu protetor. E a buceta não esquece a primeira rola que entrou nela. — Você quer repetir? — Quero. E quero que você deixe. Bia pensou por um momento. Seus olhos brilharam com uma malícia que Juno conhecia bem. — Você quer dar sua buceta pro Ricardo, Juno? — Quero. — E você quer que eu participe? — Quero. Quero que você veja. Que assista. Que sinta o que eu sinto. Bia se virou na cama, montou em cima de Juno, segurando seu rosto. — Então tem uma condição, seu boyceta delicioso. — Qual? — A primeira vez é só vocês dois. Vocês têm história. Quero ver vocês dois se curtindo. Depois, na segunda, eu participo. — Você fala sério? — Falo. Você quer ser comido pelo Ricardo. Quer sentir aquela rola que te arrombou pela primeira vez. E eu quero ver. Quero ver você ser dominado. Quero ver você ser lembrado que tem uma buceta. — E você, Bia? — Na segunda vez, eu quero ser comida por ele também. Quero sentir o pau dele na minha buceta. E quero ver você sendo comido enquanto eu também sou. — Você topa? Bia inclinou o corpo, esfregando sua buceta molhada na cara de Juno. — Topo, seu viadinho. Mas você vai fazer exatamente o que eu mandar. Entendeu? — Entendi — Juno gemeu, sentindo o gosto de Bia em seus lábios. — E quando eu estiver lá, você vai se lembrar que é meu. Que sua buceta é minha. E que eu só estou emprestando ela pro Ricardo. — Sua... sua buceta é sua, Bia. — Isso mesmo. Agora me chupa. Na semana seguinte, Juno me chamou pra tomar café. Quando cheguei, ele tava nervoso, mexendo na xícara. — Ricardo, preciso te falar uma coisa. — Fala. — Você lembra da primeira vez? — Lembro. — Eu também. Lembro do seu pau na minha buceta. Lembro de como foi gostoso. Lembro de como você foi delicado. Fiquei em silêncio. — Eu quero repetir, Ricardo. Quero que você me coma de novo. Quero sentir seu pau na minha buceta. — Juno, você é trans. Você não gosta de ser lembrado que tem buceta. Ele riu, um riso amargo. — Eu não gosto. Mas a buceta não liga pro que eu gosto. Ela quer ser comida. Quer ser preenchida. Quer ser arrombada. E a única pessoa que fez isso direito foi você. — E Bia? Ele baixou a cabeça, envergonhado. — Bia deixou. Ela quer que eu seja comido. Ela quer ver. Mas a primeira vez é só nós dois. Depois, ela participa. — Você tá falando sério? Ele levantou os olhos, marejados. — Tô. Por favor, Ricardo. Me come. Me come como você me comeu há 20 anos. Me lembra que eu sou um boyceta. Me lembra que a buceta ainda tá aqui. Me humilha. Eu engoli em seco. O pau já endurecendo na calça. — Você sabe o que tá pedindo, Juno? — Sei. E quero. Quero ser sua putinha. Quero ser lembrado que sou uma buceta com nome de homem. No sábado seguinte, fui à casa de Juno. Bia tinha saído "pra fazer compras", mas eu sabia que era pra nos deixar a sós. Juno tava na sala, calça jeans, camisa aberta mostrando o peito liso. Tava nervoso, os olhos brilhando. — Ricardo... — a voz trêmula. — Juno... — Você é a única pessoa em quem confio pra isso. Você foi o primeiro. Tirou minha virgindade. E quero que você seja o único que me faça sentir assim. Ele me puxou pro quarto. A cama arrumada, lençóis novos. Me empurrou na cama e sentou no meu colo. — Você lembra, Ricardo? Lembra da minha buceta? — Lembro. — Ela tá do mesmo jeito. Só que mais peluda. — E mais molhada? — Muito mais molhada. Ele tirou a camisa. O peito liso, sem seios, as cicatrizes da mastectomia ainda visíveis. Passei a mão, sentindo a pele macia. — Você é lindo, Juno. — E você é o único que acha isso. Ele se levantou, tirou a calça e a cueca. Ficou nu. A bunda redonda, as pernas finas, e entre elas, a buceta peluda, grelo enorme, lábios rosados. — Olha, Ricardo. Olha a buceta do seu amigo. Ela tá pedindo por você. — Juno... — Me come, Ricardo. Me come como você me comeu na primeira vez. Mas dessa vez, não tem delicadeza. Me arromba. Me lembra que eu só tenho uma buceta. Ele se deitou de bruços, bunda empinada. A buceta aberta, molhada, pulsando. Me ajoelhei atrás dele. Passei a mão na bunda, abri os lábios da buceta. Tava quente, úmida. — Juno... você tá molhado. — Por você, Ricardo. Só por você. Enfiei o pau na buceta de Juno, fundo, sem dó. Ele arqueou as costas, enterrando o rosto no travesseiro. — É ISSO, RICARDO! — gritou. — ME ARROMBA! ME FAZ LEMBRAR QUE EU SÓ TENHO UMA BUCETA PRA ISSO! Puxei o cabelo curto dele, forçando sua cabeça pra trás. — Olha, Juno. Olha no espelho. O que você vê? Ele olhou, os olhos marejados. — Vejo... um viadinho com uma buceta sendo comida. — Isso mesmo. Você é meu boyceta agora. Minha putinha. Meti mais forte. — E essa bucetinha peluda... ela é minha. Fala, filho da puta. De quem é essa buceta? — SUA! — ele berrou. — A BUCETA DO SEU AMIGO É SUA, RICARDO! — Você gosta de ser comido, Juno? — AMO! — ele gritou. — AMO TER MINHA BUCETA ARROMBADA! — E o que você é? — SOU MULHER! SOU PUTA! SOU CADELA! SOU A BUCETA DO RICARDO! Eu metia rápido, fundo. A buceta de Juno apertava meu pau, quente, molhada. — VOU GOZAR, RICARDO! — ele gritou. — GOZA! — gritei. — GOZA NA MINHA ROLA, SEU BOYCETA! Juno gozou, a buceta contraindo. Eu gozei dentro dele, fundo, sentindo ele se tremer todo. Depois, ele se virou e me beijou, ofegante. — Obrigado, Ricardo. Você não tem ideia do que isso significa. — Significa que você ainda é Gabriela por dentro? Ele riu, a voz ainda grossa. — Significa que sou Juno por fora, Gabriela na buceta. E você é a única pessoa que faz as duas coisas se encontrarem. — E Bia? — Bia vai saber. Ela vai ver. E ela vai querer participar. Uma semana depois, Juno, Bia e eu nos encontramos no sítio. Carla, minha esposa, tava viajando. Era nossa chance. Bia tava linda, vestido curto e transparente. Juno de calça jeans e camisa aberta. — Juno, você tá pronto pra ser comido por nós dois? — Bia perguntou. — Tô — ele respondeu, voz trêmula. — E você, Ricardo? Pronto pra comer os dois? — Tô. Bia virou Juno de bruços na cama. Baixou a calça e a cueca dele. A bunda apareceu, redonda, macia, a tatuagem na nádega esquerda. Entre as pernas, a buceta peluda, molhada. — Olha isso, Ricardo — Bia disse, abrindo os lábios da buceta de Juno com os dedos. — Olha a buceta do seu amigo. Linda, né? — Linda. — E ela é minha. Eu só tô emprestando pra você. Entendeu? — Entendi. — Agora você vai comer ela. E eu vou assistir. Enfiei o pau na buceta de Juno. Fundo, rápido. Ele gemeu alto. — ISSO, RICARDO! — Bia gritou, excitada. — METE! ARROMBA A BUCETA DO MEU NAMORADO! Bia se ajoelhou na frente de Juno, esfregando a buceta na boca dele. — CHUPA, SEU VIADO! — ela ordenou. — CHUPA A BUCETA DA NAMORADA DO BOYCETA! Juno chupava Bia com vontade, enquanto eu metia na buceta dele. — Olha, Ricardo — Bia disse, puxando o cabelo de Juno. — Olha como ele é puta. Olha como a buceta dele aperta seu pau. Ele ama ser lembrado que é uma buceta. — É mesmo — eu disse, metendo mais fundo. — Fala, Juno — Bia ordenou. — O que você é? — SOU A BUCETA DE VOCÊS! — ele gemeu, gozando na hora. — SOU A PUTA DE VOCÊS! Gozei dentro dele, sentindo ele se contrair. Depois que gozei em Juno, Bia me empurrou na cama. — Agora é minha vez, Ricardo. Mas antes, quero mostrar uma coisa pro nosso boyceta. Bia pegou o consolo duplo na gaveta. Era um vibrador grande, com duas pontas. Ela se deitou de frente pra Juno, abriu as pernas e enfiou uma ponta na buceta dela. — Juno, vem aqui. Me come com isso. Juno se posicionou, enfiando a outra ponta na buceta dele. Os dois começaram a se mover juntos, o consolo entrando e saindo das duas bucetas ao mesmo tempo. — É ISSO, JUNO! — Bia gemeu. — METE COMIGO! METE NA MINHA BUCETA ENQUANTO EU METO NA SUA! Eu fiquei ali, vendo. Os dois se comendo com aquele consolo, as bucetas molhadas, os gemidos ecoando. O pau endureceu de novo na hora. — Ricardo... — Bia gemeu, me olhando. — Chega aqui. Me aproximei. Ela segurou minha cabeça e me puxou pra perto das duas bucetas, com o consolo entrando e saindo. — Olha, Ricardo. Olha como a gente se come. Olha a buceta do seu amigo e a minha. — Tão lindas — eu disse, ofegante. Bia segurou minha nuca e me forçou a lamber o consolo onde ele entrava e saía das duas bucetas. — LAMBE, SEU VIADO! — ela gritou. — LAMBE O CONSOLO QUE TÁ COMENDO A GENTE! LAMBE A BUCETA DO BOYCETA E A MINHA! Eu lambi. O gosto das duas bucetas, o cheiro, o consolo escorregando. Juno gemia, Bia gemia. — CONTINUA! — Juno gritou. — LAMBE A NOSSA BUCETA ENQUANTO A GENTE SE COME! Bia segurou minha cabeça mais forte, esfregando minha cara no consolo e nas bucetas molhadas. — GOZA, JUNO! — ela ordenou. — GOZA NA MINHA BUCETA! Os dois gozaram juntos, se tremendo, o consolo ainda dentro dos dois. Eu lambi tudo, o consolo, as bucetas, a mistura. Depois que os dois gozaram, Juno tirou a ponta do consolo de dentro de Bia e se virou pra mim. — Agora é minha vez, Ricardo. — Como assim? — Acho justo eu te comer. Você tirou minha virgindade, nada mais justo que eu tirar a virgindade do seu cuzinho. Eu congelei. — Juno... — Relaxa, Ricardo. Você me comeu. Agora você vai ser comido. Vai ser gostoso, prometo. Bia se aproximou, com um sorriso malicioso. — Deixa eu ajudar, amor. Ela me virou de bruços na cama. Juno pegou um consolo grande, passou lubrificante. — Abre as pernas, Ricardo. Eu obedeci, sem saber o que fazer. Bia se ajoelhou atrás de mim e começou a lamber meu cu. — ISSO, BIA! — Juno gemeu. — Prepara o cuzinho do meu amigo. A língua de Bia era quente, macia. Eu senti um prazer estranho, diferente. — Relaxa, Ricardo — ela disse, lambendo mais fundo. — Vai ser gostoso. Enquanto isso, Juno se aproximou do meu ouvido e começou a lamber minha orelha, sussurrando. — Você vai ser meu agora, Ricardo. Igual você foi meu antes. Ele me virou de frango assado – de costas, pernas abertas. Bia segurou minhas pernas, abrindo mais. Juno colocou a ponta do consolo no meu cu. — Vai devagar, Juno — pedi. — Vou, amigo. Vou devagar. Ele enfiou a ponta. Eu senti, apertou, mas não doeu. — Isso, Ricardo — ele disse. — Relaxa. Abre o cuzinho pro seu amigo. Ele foi entrando devagar, e Bia me chupava enquanto isso. — Tudo bem, Ricardo — Bia disse, entre uma lambida e outra. — Deixa ele te comer. Você merece. Juno enfiou tudo. Eu senti o consolo inteiro dentro de mim. — É ISSO, RICARDO! — Juno gritou. — AGORA VOCÊ É MEU! AGORA VOCÊ SABE O QUE É SER COMIDO! Ele metia devagar, fundo. Bia subiu, sentou na minha cara. — CHUPA, RICARDO! — ela ordenou. — CHUPA MINHA BUCETA ENQUANTO MEU NAMORADO COME SEU CU! Eu chupei Bia com vontade, sentindo o consolo de Juno dentro de mim. — VOU GOZAR, RICARDO! — Juno gritou. — VOU GOZAR NO SEU CU! — GOZA! — eu gritei, sentindo o prazer tomar conta. — GOZA NO MEU CU, SEU BOYCETA! Juno gozou, o consolo pulsando dentro de mim. Eu gozei também, na hora, sem nem tocar no pau. Bia desceu e lambeu o consolo saindo do meu cu. — Delícia — ela disse. — Delícia de cuzinho gozado. Depois de horas, todos caíram na cama, exaustos. — Você é meu agora, Juno — Bia disse, abraçando ele. — Sou todo seu — ele respondeu, beijando ela. — E você, Ricardo? — Bia perguntou. — Sou todo seu também — eu disse. Bia sorriu. — Então tá decidido. A partir de hoje, todo mundo vai comer todo mundo. Daquele dia em diante, minha vida com Carla mudou. Juno descobriu que amava ser dominado, que amava ser lembrado que tinha buceta. Bia descobriu que adorava ver seu namorado sendo humilhado. E eu descobri que o maior tesão da minha vida era ser comido pelo meu amigo boyceta enquanto chupava a buceta da namorada dele.
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