A DESCOBERTA DA FAMÍLIA LIBERAL

Meu nome é Rodrigo, tenho 34 anos, sou engenheiro, casado com a Letícia há doze. Temos dois filhos, uma vida estável, uma casa confortável. Mas nos últimos anos, algo mudou dentro de mim. Ou melhor, dentro de nós.
Tudo começou numa noite qualquer, dessas em que a rotina já tinha matado o tesão. Letícia estava na sala, de pijama, lendo um livro. Eu estava no quarto, mexendo no celular. Nada de mais.
Até que entrei num site de contos eróticos.
Comecei a ler por curiosidade. Depois, por tesão. Depois, por vício. Li contos de todo tipo – gay, bissexual, corno, lésbica, interracial, trans. Cada história mexia comigo de um jeito diferente. Cada palavra me fazia imaginar cenas que nunca tinha ousado imaginar antes.
Meu pau ficava duro toda noite. Bati punhetas pensando nas histórias. Mas nunca contei para Letícia. Tinha vergonha.
Até que uma noite, ela me pegou no flagra.
— O que você está lendo? – ela perguntou, entrando no quarto sem avisar. Eu estava com o celular na mão, o pau duro dentro da cueca, a tela acesa num conto de dois homens se beijando.
— Nada – respondi rápido demais.
— Rodrigo... – ela sentou na cama, pegou meu celular da minha mão. Leu um parágrafo. Leu outro. Os olhos dela se arregalaram. – Você está lendo conto erótico?
— É... é bobagem.
— Deixa eu ver. – Ela rolou a tela. Leu mais. Os olhos dela mudaram. Não era espanto. Era curiosidade. Era tesão. – Isso é sobre dois homens?
— É.
— E você gosta?
— Não sei. Acho que sim.
Ela ficou em silêncio por um segundo. Depois devolveu o celular.
— Me mostra mais.
Naquela noite, ficamos acordados até tarde lendo contos juntos. Eu lia em voz alta. Ela escutava, a mão na minha coxa, os dedos brincando com a borda da minha cueca. Li conto de corno – ela imaginou cenas com outro homem. Li conto gay – ela imaginou cenas com dois homens. Li conto lésbico – ela imaginou cenas com outra mulher. Li conto interracial – ela imaginou cenas com homens negros. Li conto de trans – ela imaginou cenas com uma mulher de pau.
— Você imagina a gente nesses contos? – perguntei, depois de terminar um conto particularmente quente.
— Imagino.
— Em quais?
— Em todos. Cada conto me dá uma ideia diferente. Cada conto me faz querer experimentar uma coisa nova.
— E você tem medo?
— Não. Tenho tesão.
Depois daquela noite, criamos um ritual. Todo dia, depois que os filhos dormiam, nos trancávamos no quarto e líamos um conto de um tópico diferente. Segunda era dia de corno. Terça de gay. Quarta de lésbica. Quinta de interracial. Sexta de trans. Sábado e domingo repetíamos os melhores.
E, enquanto líamos, conversávamos. Imaginávamos. Nos tocávamos. A gente transava como não transava há anos. O sexo ficou mais quente, mais intenso, mais selvagem.
Foi numa dessas noites, depois de ler um conto lésbico particularmente quente, que Letícia confessou:
— Eu imagino a Beatriz.
— A Beatriz? A nossa filha?
— Sim. Ela já tem 19 anos e eu imagino ela com outra mulher. Eu imagino ela sendo descoberta. Eu imagino eu ensinando ela.
— Letícia...
— Deixa eu terminar. Eu sei que parece estranho. Mas depois de ler tantos contos, eu comecei a reparar nela. Do jeito que ela olha para as outras meninas. Do jeito que ela toca no próprio corpo quando acha que ninguém está vendo.
— Você está falando sério?
— Estou. Eu já peguei ela se masturbando, Rodrigo. Várias vezes. Ela tem um grelo avantajado. Grande. Saltado. Quando eu vi, não consegui tirar os olhos. Fiquei imaginando como seria chupar aquele grelo.
— E você chupou?
— Não. Ainda não. Mas eu quero.
Fiquei em silêncio. Meu pau pulsava dentro da cueca. A ideia da minha esposa chupando o grelo da minha filha me enlouquecia de tesão.
— E você quer que eu participe? – perguntei.
— Não ainda. Primeiro eu quero descobrir se ela sente o mesmo. Depois a gente vê.
E assim começou a sedução de Beatriz.
Na semana seguinte, Letícia começou a se aproximar mais da filha. Conversas mais longas. Toques mais demorados. Ela começou a usar roupas mais curtas em casa, andava sem sutiã, deixava os mamilos marcando a blusa. Ela começou a deixar portas abertas quando tomava banho, saía do banheiro só de toalha, sentava no sofá com as pernas abertas.
Eu observava de longe, o pau duro, a mão na calça.
Até que um dia, Letícia me contou:
— Eu mostrei os contos para ela.
— O quê?
— Mostrei. Ela leu. Ela adorou.
— Beatriz leu contos eróticos?
— Leu. Leu contos lésbicos. Leu contos de mãe e filha. Leu contos de iniciação.
— E o que ela disse?
— Ela disse que sempre quis experimentar. Com uma mulher. E que queria que fosse eu.
Meu coração disparou.
— E você?
— Eu vou realizar o sonho dela. E o meu.
Foi numa sexta-feira. Os filhos mais novos dormiam. Eu estava no quarto, a porta entreaberta, assistindo. Letícia chamou Beatriz para o nosso quarto.
— Senta aqui – Letícia disse, apontando para a cama.
Beatriz sentou. Estava de pijama – camiseta larga, short curto. Os cabelos castanhos soltos. Ela tremia.
— Você sabe por que está aqui? – Letícia perguntou.
— Sei. A senhora vai me ensinar.
— Vou ensinar. Mas primeiro, você precisa me contar.
— Contar o quê?
— O que você sente quando lê aqueles contos. O que você imagina.
Beatriz corou. Olhou para o chão. Depois levantou os olhos.
— Eu imagino a senhora. Eu imagino a senhora me tocando. Eu imagino a senhora me beijando. Eu imagino a senhora... me chupando.
— Você quer que eu te chupe?
— Quero.
— Então tira a roupa.
Beatriz tirou a camiseta. Os seios apareceram – pequenos, perfeitos, os mamilos claros já duros. Depois o short. A calcinha apareceu – uma calcinha de algodão branca, pequena, manchada de umidade. Pelos castanhos escapavam.
— Tira a calcinha.
Beatriz tirou. A boceta apareceu. Pelos castanhos, finos, bem aparados. Os grandes lábios rosados, fechados. E o clitóris... o clitóris de Beatriz era avantajado. Grande. Saltado. Parecia um pequeno dedo vermelho, pulsando, já inchado de tesão.
— Caralho – eu sussurrei do quarto.
Letícia se ajoelhou na frente da filha. Olhou para o grelo. Tocou.
— É lindo – ela disse. – Eu nunca vi um grelo tão grande.
— A senhora não acha feio?
— Acho lindo. Perfeito. Quero chupar.
— Então chupa.
Letícia enfiou a cara na boceta da filha. Lambeu. A língua percorreu os pelos, os grandes lábios, o períneo. E se concentrou no grelo. Chupou. A boca dela envolveu o clitóris grande de Beatriz. Sugou. Mordeu.
— ISSO, MÃE! ASSIM!
Beatriz gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela, escorreu pela boca de Letícia, escorreu pelo queixo dela. Letícia bebeu tudo. Lambeu os lábios.
— A sua vez – Letícia disse, levantando.
— A minha vez de quê?
— Você vai me chupar. Vai aprender como se chupa uma mulher.
Beatriz ajoelhou na frente da mãe. Letícia abriu as pernas. A boceta dela apareceu – lisa, rosada, completamente depilada, já escorrendo.
— Cheira – Letícia disse.
Beatriz cheirou. Fundo. O nariz enterrado nos grandes lábios.
— Que cheiro bom – ela disse.
— Lambe.
Beatriz lambeu. A língua dela percorreu os grandes lábios, o clitóris pequenininho, o períneo. Letícia gemeu alto.
— ENFIA A LÍNGUA!
Beatriz enfiou a língua. Letícia gritou.
— VOU GOZAR!
— GOZA NA MINHA BOCA!
Letícia gozou. O líquido claro jorrou, escorreu pela língua de Beatriz, escorreu pelo queixo dela. Beatriz bebeu tudo.
As duas se beijaram. Língua na língua. Mãos nos cabelos.
— Eu te amo, filha – Letícia disse.
— Eu também te amo, mãe.
Naquela noite, elas transaram por horas. Eu assisti da porta, me masturbando, gozando três vezes.
Depois, Letícia me contou tudo. Cada detalhe. O gosto do grelo da filha. O cheiro da boceta da filha. A sensação de ter a língua da filha dentro dela.
— Ela quer você, Rodrigo – Letícia disse.
— Ela quer o quê?
— Ela quer perder a virgindade com o pai. Ela tem 19 anos, Rodrigo. Ela é maior. Ela sabe o que quer. E ela quer você.
— E você? Você quer?
— Quero. Quero ver a minha filha sendo comida pelo meu marido. Quero lamber a boceta dela depois que você gozar dentro. Quero sentir o gosto da nossa família.
Fiquei em silêncio. Meu pau já estava duro de novo.
— Chama ela – eu disse.
Letícia foi até o quarto da Beatriz. Voltou com ela pela mão.
Beatriz estava de baby-doll preto, curto, transparente. Os seios pequenos marcavam o tecido. A boceta aparecia por baixo – lisa, rosada, já molhada. O grelo avantajado pulsava.
— Pai – ela disse, a voz trêmula. – A mamãe me contou.
— Ela contou.
— Você está bravo?
— Não. Estou com tesão.
Ela sorriu.
Deitou na cama. Abriu as pernas. A boceta apareceu – os pelos castanhos, os grandes lábios rosados, o grelo avantajado pulsando, e o buraco. O pequeno buraco. A entrada da virgindade.
— Vai doer – avisei.
— Eu sei. Mas eu quero. Eu quero perder a virgindade com o meu pai. Eu quero sentir o seu pau dentro de mim.
— A dor passa.
— Eu sei. A mamãe falou.
Letícia deitou ao lado de Beatriz. Segurou a mão dela.
— Olha para mim – Letícia disse. – Respira comigo.
As duas respiraram juntas. Fundo. Devagar.
Enquanto elas respiravam, eu passei lubrificante no meu pau. Passei na boceta dela.
— Enfia – Beatriz disse.
Enfiei a ponta.
Ela gritou. A mão dela apertou a mão da mãe.
— CALMA – Letícia disse. – RESPIRA.
Respirou fundo. Enfiei mais. A virgindade dela se rompeu. O sangue escorreu pela minha haste, escorreu pela coxa dela, manchou o lençol branco.
— TÁ DENTRO – ela sussurrou, os olhos cheios de lágrimas.
— Todo? – perguntei.
— Não. Só metade. É muito grande.
— Quer parar?
— NÃO! CONTINUA! QUERO TUDO! QUERO SENTIR VOCÊ ATÉ O FUNDO!
Enfiei tudo. Meu pau sumiu na boceta virgem de Beatriz. A base encostou nos grandes lábios dela. As bolas encostaram no períneo.
Ela chorou – lágrimas de dor, lágrimas de prazer, lágrimas de libertação.
— METE – ela pediu, a voz falhando.
Metti. Devagar. Sangue lubrificava. A boceta dela apertava meu pau como uma luva de couro quente.
— MAIS RÁPIDO – ela pediu depois de um minuto.
Acelerei. Ela gemia, os seios pequenos balançando.
— VOU GOZAR! – ela gritou.
— GOZA JUNTO COMIGO!
Gozei dentro de Beatriz. Jatos grossos, quentes, dentro da boceta virgem da minha filha. Ela gozou junto – o líquido claro jorrou, misturado com sangue, escorreu pelo meu pau, molhou minhas bolas.
Letícia se ajoelhou. Lambeu a boceta da filha – o sangue, a porra, a lubrificação. Lambeu o meu pau gozado. Lambeu tudo.
— DELÍCIA – ela disse. – SANGUE DE FAMÍLIA.
Uma semana depois, Beatriz veio até mim com os olhos marejados.
— Pai... desceu.
— Desceu o quê, filha?
— A menstruação. Veio hoje. Eu estava tão animada para a gente transar de novo, mas agora... o senhor não vai querer.
— Por que não?
— Por causa do sangue. É nojento.
— Não é nojento. É natural. É vida. É mulher.
— O senhor não tem nojo?
— Não. Nunca tive. Sangue de mulher é tesão. Sangue de menstruação é o sangue da vida.
Ela me olhou desconfiado.
— O senhor está falando sério?
— Estou. Vem cá.
Ela veio. Deitei ela na cama. Tirei a calcinha dela – a calcinha de algodão branca estava manchada de sangue fresco, vermelho vivo. O cheiro subiu – ferro, sangue, mulher.
— Cheira – eu disse, levando a calcinha ao nariz dela.
Ela cheirou. Fez careta no início. Depois inspirou fundo.
— É... é diferente.
— É o seu cheiro. O cheiro da sua menstruação. O cheiro da sua mulheridade.
— O senhor quer lamber?
— Quero. Posso?
— Pode.
Ajoelhei na frente dela. Abri as pernas dela. A boceta apareceu – os pelos castanhos molhados de sangue, os grandes lábios inchados, e o grelo avantajado, vermelho, pulsando, coberto por uma fina camada de sangue.
Cheirei fundo. O cheiro era forte, ácido, metálico, inconfundível. Lambi.
O gosto era de ferro, de sangue, de mulher. Lambi os grandes lábios, os pequenos lábios, o períneo. O sangue escorria pela minha língua, escorria pelo meu queixo, escorria pelo meu pescoço.
— ISSO, PAI! ASSIM!
Lambi o grelo dela. O grelo avantajado pulsava debaixo da minha língua, coberto de sangue. Chupei. Suguei. Mordi com cuidado.
— VOU GOZAR! – ela gritou.
— GOZA!
Ela gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela – mas misturado com sangue, com a menstruação, com o tesão. Jorrou muito. E junto com o gozo, veio um jato quente – xixi. Involuntário.
Ela mijou na minha boca.
— PAI! MEU DEUS! ME DESCULPA! EU NÃO CONSEGUI SEGURAR!
— CALMA – eu disse, com a boca cheia de sangue e xixi. – CALMA, FILHA. É NORMAL.
— NORMAL? O SENHOR NÃO ESTÁ COM NOJO?
Engoli. O gosto era forte, salgado, único. Sangue, xixi, lubrificação, gozo – tudo misturado.
— Não estou com nojo. Estou com tesão. Você não tem ideia do tesão que deu em mim agora.
— O senhor gostou?
— Amei. Foi a melhor coisa que já aconteceu na nossa cama.
— Verdade?
— Verdade. Agora deita. Eu vou te comer menstruada. Eu vou sentir o seu sangue no meu pau.
Deitei ela de novo. Enfiei o pau na boceta dela – escorregadia, quente, molhada de sangue. Metti. O sangue escorria, escorria pela minha haste, escorria pelas minhas bolas, manchava o lençol.
— ISSO, PAI! ME COME MENSTRUADA!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDA ASSIM?
— AMO! AMO O CHEIRO! AMO O GOSTO! AMO O SANGUE ESCORRENDO!
— VOU GOZAR!
— GOZA DENTRO DE MIM!
Gozei. Jatos grossos, quentes, dentro da boceta menstruada da minha filha. O sangue e a porra se misturaram, escorreram, formaram uma poça vermelha e branca no lençol.
Letícia entrou no quarto. Viu a cena – eu pelado, Beatriz pelada, o sangue no lençol, o cheiro de menstruação no ar.
— O que aconteceu aqui? – ela perguntou.
— A Beatriz menstruou – eu disse. – Eu comi ela menstruada. E ela mijou na minha boca.
Letícia arregalou os olhos. Depois sorriu.
— Que delícia – ela disse. – Eu quero lamber.
Ela se ajoelhou. Lambeu a boceta da filha. Lambeu o meu pau gozado. Lambeu o sangue, o xixi, a porra.
— DELÍCIA – ela disse. – SANGUE DE FAMÍLIA.
Depois daquela noite, a gente não parou mais. Beatriz passou a dormir na nossa cama. As três – eu, Letícia e Beatriz – transávamos todas as noites. Mãe e filha se chupavam. Eu comia as duas. Elas me chupavam juntas. E quando Beatriz menstruava, a gente fazia questão de transar – o sangue deixava tudo mais selvagem, mais intenso, mais inesquecível.
Mas a gente queria mais.
Foi numa noite de leitura de contos gays que Letícia teve a ideia.
— Você já pensou em dar o cu? – ela perguntou.
— O quê?
— Dar o cu. Para mim. Para a Beatriz. Para a gente. Não precisa ser um homem de verdade. A gente pode começar com um consolo.
— Você quer me comer?
— Quero. Eu quero sentir o que é estar do outro lado. Eu quero sentir o que você sente quando me come.
— E a Beatriz?
— A Beatriz também quer. Nós duas queremos te comer. Queremos te penetrar. Queremos ver o seu cu aberto.
— Com o quê?
— Com um consolo duplo.
— Consolo duplo?
— Sim. Um pau de plástico que entra nas duas ao mesmo tempo. Eu e a Beatriz vamos te comer juntas.
Fiquei em silêncio. Meu cu já estava pulsando de tesão.
— Compra – eu disse.
No dia seguinte, Letícia voltou da sex shop com uma caixa preta. Dentro havia um consolo duplo rosa – 30 centímetros, com duas pontas. E um vibrador pequeno.
— Hoje a noite é sua vez de ser comida – ela disse, com um sorriso safado.
Beatriz e Letícia se ajoelharam na cama. Eu deitei de bruços, empinei a bunda. Meu cu apareceu – liso, rosado, piscando.
— Tira a roupa – Letícia disse para Beatriz.
Beatriz tirou. O grelo avantajado pulsava.
— Passa lubrificante – Letícia disse.
Beatriz passou lubrificante no meu cu. Depois passou nas duas pontas do consolo duplo.
— Eu vou enfiar primeiro – Letícia disse.
Ela enfiou uma ponta do consolo na minha boceta. Eu gemeu.
— ISSO... DEVAGAR...
Ela enfiou a outra ponta na própria boceta. Gemeu.
— AS DUAS! – ela gritou. – AS DUAS ESTAMOS COM O MESMO PAU!
Começamos a nos mexer. O consolo deslizava para dentro de mim, para dentro dela. Beatriz assistia, se masturbando.
— SUA VEZ, BEATRIZ – Letícia disse.
Beatriz se ajoelhou atrás de mim. Pegou a ponta do consolo que estava na boceta de Letícia. Enfiou no próprio cu.
— ISSO, FILHA! ENFIA TUDO!
Beatriz enfiou. O consolo sumiu no cu dela.
— MEXE! – ela pediu.
Letícia começou a mexer. O consolo deslizava nas três – na boceta de Letícia, na minha boceta, no cu de Beatriz. As três gemiam juntas.
— VOU GOZAR! – Letícia gritou.
— GOZA!
Ela gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela, escorreu pelo consolo, escorreu pela minha perna.
Beatriz gozou em seguida. O cu dela apertou o consolo.
— VOCÊ – Letícia disse, apontando para mim. – SUA VEZ.
Elas tiraram o consolo de mim. Me colocaram de quatro.
— Agora eu vou te comer com o vibrador – Letícia disse.
— E eu vou te comer com o consolo – Beatriz disse.
Letícia enfiou o vibrador no meu cu. Beatriz enfiou o consolo no meu cu – ao lado do vibrador.
— DOIS! – eu gritei. – DOIS AO MESMO TEMPO!
Elas começaram a mexer. Os dois objetos entravam e saíam, entravam e saíam. Eu gemia, os dedos arrancando o lençol.
— VOU GOZAR! – eu gritei.
— GOZA!
Gozei. O líquido claro jorrou do meu pau – sem ninguém tocar. Só com os objetos no meu cu.
— CARALHO! GOZEI SÓ COM O CU!
— Foi bom? – Letícia perguntou.
— Foi a melhor coisa da minha vida.
— E você quer mais?
— Quero. Quero um pau de verdade.
— Um pau de verdade?
— Quero ser comido por um homem de verdade. Quero sentir a carne, o calor, a pele. Quero sentir um pau de verdade no meu cu.
Letícia sorriu.
— Eu conheço alguém – ela disse.
— Tem o Carlos – Letícia disse. – Meu amigo do trabalho. Ele é gay. Ele tem 38 anos, é moreno, corpo malhado. E ele já me disse que tem tesão em você.
— Ele vai querer?
— Ele vai adorar.
Carlos foi convidado para um jantar na nossa casa. Ele chegou às 20h, com uma garrafa de vinho e um sorriso safado. Moreno, 1,80m, corpo malhado, barba fechada.
— Boa noite – ele disse.
— Boa noite – respondi.
O jantar foi bom. Conversamos. Bebemos. O clima estava elétrico.
Depois do jantar, Letícia foi para o quarto. Voltou de baby-doll preto, transparente.
— Carlos – ela disse. – Eu quero que você me coma. Na frente do meu marido.
— Combinado.
Ele comeu ela. No sofá. Na minha frente. Eu me masturbei assistindo. Letícia gozou duas vezes.
— Agora é a sua vez – ela disse, olhando para mim.
— Minha vez de quê?
— Você vai dar o cu para o Carlos. Eu quero ver. Depois de treinar com o consolo, você está pronto para um pau de verdade.
— Letícia...
— Vai, amor. Eu quero ver. Eu quero ver você sendo comido de verdade. Eu quero ver o seu cu aberto por um pau de carne.
Carlos se ajoelhou atrás de mim. Passei lubrificante no meu cu.
— Vai doer – ele avisou.
— Pode doer. Eu treinei. Eu estou pronto.
Ele enfiou a ponta. Gritei – não de dor, de prazer.
— CALMA – ele disse. – RESPIRA.
Respirei fundo. Ele enfiou mais. O pau grosso entrou devagar, centímetro por centímetro.
— TÁ DENTRO – ele disse.
— ENFIA TUDO! – eu pedi.
Ele enfiou tudo. Meu pau sumiu no meu cu.
— METE! – eu pedi.
Ele meteu. Devagar no início. Depois rápido.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO? – ele perguntou.
— AMEI! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO! É MUITO MELHOR DO QUE O CONSOLO!
— VOCÊ É VIADO?
— SOU! SOU VIADO! SOU CORNO! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
— ENTÃO TOMA!
Ele meteu mais forte. Eu gemia, os dedos arranhando o tapete. Letícia assistia, se masturbando, os olhos vidrados.
— VOU GOZAR! – eu gritei.
— GOZA!
Gozei. O líquido claro jorrou do meu pau – sem ninguém tocar. Só com o pau de Carlos no meu cu.
— CARALHO, CARLOS! GOZEI SÓ COM O CU! NUNCA IMAGINEI QUE UM PAU DE VERDADE FOSSE TÃO BOM!
Ele continuou metendo. Gozou dentro de mim.
Letícia veio. Lambeu o meu cu gozado.
— DELÍCIA – ela disse. – AGORA É A MINHA VEZ DE SENTIR ESSE PAU.
Na noite seguinte, Carlos voltou. Dessa vez, Beatriz estava conosco.
Ela tirou a roupa. O grelo avantajado pulsava. Carlos olhou, arregalou os olhos.
— Caralho – ele disse. – Que grelo é esse?
— É da minha filha – Letícia disse. – Ela tem 19 anos. E ela quer você.
— Ela quer o quê?
— Ela quer te chupar. Ela quer sentir o seu pau. Ela quer perder o cabaço do cu.
Beatriz se ajoelhou na frente de Carlos. Abriu o zíper da calça dele. O pau pulou para fora – 18 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa.
— Posso? – ela perguntou.
— Pode.
Ela colocou na boca. Chupou. Babou. Engoliu. Engasgou. Tirou. Tossiu. Riu.
— É muito grande – ela disse.
— Você vai acostumar.
— Quero sentir ele no meu cu.
Carlos a colocou de quatro na cama. Empinou a bunda. O cu apareceu – pequeno, rosado, lisinho.
— Vai doer – ele avisou.
— Pode doer. Eu quero sentir.
Ele passou lubrificante. Enfiou a ponta.
Ela gritou.
— CALMA – Letícia disse, segurando a mão da filha.
Ele enfiou mais. O pau grosso entrou devagar.
— TÁ DENTRO – Beatriz sussurrou.
— METE! – ela pediu.
Ele meteu. Devagar no início. Depois rápido.
— ISSO, CARALHO! ASSIM!
Enquanto Carlos comia o cu de Beatriz, eu vim por baixo. Enfiei o meu pau na boceta dela – a boceta que eu já conhecia, já tinha sentido, já tinha gozado dentro.
— DOIS! – Beatriz gritou. – OS DOIS AO MESMO TEMPO!
Carlos metia no cu dela. Eu metia na boceta dela. Os dois paus entravam e saíam, entravam e saíam.
Letícia assistia, se masturbando. Depois veio por cima. Sentou na cara de Beatriz.
— CHUPA A SUA MÃE ENQUANTO OS DOIS TE COMEM!
Beatriz chupou. A língua dela percorreu a boceta da mãe.
— ISSO, FILHA! ASSIM!
— VOU GOZAR! – Beatriz gritou.
— GOZA JUNTO COMIGO! – eu gritei.
Gozei dentro da boceta dela. Carlos gozou dentro do cu dela. Letícia gozou na boca dela. Beatriz gozou – o líquido claro jorrou, escorreu pelo meu pau, escorreu pelo pau de Carlos, escorreu pelo rosto da mãe.
Os quatro caíram na cama. Exaustos. Felizes.
O sol nasceu. O cheiro de sangue (da menstruação de Beatriz, que tinha descido de novo naquela noite), porra, suor e sexo impregnava o lençol.
O cheiro de família.
O cheiro de quem finalmente encontrou o que procurava.
FIM.
Foto 1 do Conto erotico: A DESCOBERTA DA FAMÍLIA LIBERAL

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Ficha do conto

Foto Perfil casalbisexpa
casalbisexpa

Nome do conto:
A DESCOBERTA DA FAMÍLIA LIBERAL

Codigo do conto:
262876

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/05/2026

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