A ACADEMIA DO PECADO



Meu nome é Rodrigo, tenho 38 anos, sou casado com a Cláudia há 12. Temos uma vida estável, dois filhos, uma casa confortável. Mas dentro do quarto, a gente sempre teve uma imaginação que ia além do "normal". Cláudia sempre foi uma mulher linda – morena, corpo de violão, uma bunda que fazia qualquer homem virar o pescoço. Quando ela começou a frequentar a academia, o corpo ficou ainda mais escultural. Eu sempre incentivei ela a se cuidar, a se sentir bem. Nunca imaginei que isso ia mudar tanto a nossa vida.

Ela frequentava uma academia do bairro, no horário da noite. Eu confiava nela, nunca fui ciumento. Mas algo começou a mudar. Ela chegava em casa com um brilho nos olhos diferente, um ar de quem tinha vivido algo além do treino. No começo, eu ignorei. Depois, comecei a reparar nos detalhes: ela demorava mais no banho, escondia o celular, ficava sonhadora. Até que uma noite, depois de uma transa especialmente intensa, ela se virou para mim e disse:

— Rodrigo, eu preciso te contar uma coisa.

— O quê?

— Eu nunca fui muito curiosa. Mas um dia comecei a ler uns contos eróticos na internet. Você sempre foi o único homem da minha vida, mas ultimamente tenho fantasiado com outras coisas.

— Que tipo de coisas?

Ela hesitou.

— Um dia, depois do treino, eu estava no vestiário. Tinha uma mulher chamada Patrícia, 26 anos. Alta, forte, com um sorriso fácil e um corpo que parecia esculpido. Ela tinha acabado de tomar banho, estava nua. E tinha um grelo... enorme. Eu nunca tinha visto algo assim. Fiquei paralisada.

— Você se masturbou por ela?

— Muitas vezes.

Meu pau endureceu na hora.

— Mas aconteceu algo a mais?

Ela sorriu.

— Espera. Deixa eu te contar como tudo começou.

Cláudia contou que, depois daquele dia no vestiário, ela não conseguia mais parar de pensar em Patrícia. No grelo avantajado que marcava a calça de ginástica. Na forma como ela se movia, como os exercícios faziam aquele volume se destacar. Ela começou a seguir Patrícia, sempre que ela ia ao banheiro, Cláudia ia também. Só para ver. Ficava na cabine ao lado, imaginando. E Patrícia sabia. Ela via Cláudia sorrir quando se encontravam. Patrícia começou a se exibir para ela.

Os treinos se tornaram uma coreografia de sedução. Patrícia fazia questão de ficar perto dela, de se posicionar de forma que o grelo ficasse em evidência. No leg press, ela abria as pernas bem lentamente, mostrando a calcinha molhada, o volume pulsando. No agachamento sumô, Cláudia empinava a bunda, rebolando devagar, sentindo o olhar de Patrícia queimando na sua pele. Na cadeira abdutora, elas se sentavam uma de frente para a outra, as pernas abertas, se olhando com desejo. No stiff, Cláudia se inclinava, a bunda empinada, enquanto Patrícia passava a mão "sem querer" na sua bunda.

Na esteira, elas corriam lado a lado, os peitos balançando, o suor escorrendo. Cláudia sentia o cheiro da axila suada de Patrícia, aquele aroma forte e selvagem que a deixava louca de tesão. No banco de supino, Patrícia deitava de pernas abertas, o grelo marcando a calça. No levantamento terra, Cláudia se curvava, mostrando a calcinha por trás. Na cadeira flexora, Patrícia se inclinava, a bunda empinada. No cross over, elas se encaravam, as mãos quase se tocando. Na prancha, Cláudia ficava de bruços, Patrícia por cima, o grelo roçando na bunda dela.

— Eu ficava molhada só de olhar — Cláudia disse. — Quando ela fazia agachamento, eu imaginava aquele grelo entrando em mim. Quando ela fazia alongamento, eu queria lamber a axila suada dela.

— E você fez?

— Ainda não.

Até que um dia, Cláudia tomou coragem. Ela chamou Patrícia para o banheiro.

— Patrícia, eu preciso te falar uma coisa.

— O quê?

— Eu não consigo parar de pensar em você. No seu grelo.

Patrícia sorriu. Ela sabia. Sempre soube.

— Eu sei. Eu vi você me seguindo. E gostei.

Elas se beijaram. A língua de Cláudia entrou na boca de Patrícia com uma fome que ela nunca tinha sentido. Patrícia respondeu com a mesma intensidade. As mãos de Cláudia desceram, encontraram o grelo de Patrícia por cima da calça. Ela apertou, sentiu a dureza, a excitação.

— Você quer ver? — Patrícia perguntou.

— Quero.

Patrícia baixou a calça. O grelo apareceu – grande, inchado, pulsando. Cláudia se ajoelhou, passou a língua. Patrícia gemeu. Cláudia enfiou o grelo na boca, chupou com vontade. Patrícia segurou a cabeça dela, guiando o movimento. Cláudia gozou primeiro, o líquido claro escorrendo pela calça. Patrícia gozou na boca dela.

Depois disso, elas não pararam mais. Toda vez que a academia estava vazia, no horário do almoço, elas se encontravam no banheiro. Se beijavam, se chupavam, se esfregavam. O que Cláudia mais amava era quando a sua boceta esfregava no grelo grande de Patrícia. A sensação daquele grelo pulsando contra o clitóris, o atrito quente, a umidade – era a coisa mais intensa que ela já tinha sentido. Quando ela esfregava a boceta no grelo de Patrícia, ela gozava em segundos. Era como se aquele grelo fosse feito para fazer ela gozar.

Até que um dia, o professor de educação física, o Carlos, começou a suspeitar. Elas sempre sumiam juntas, voltavam com os cabelos bagunçados e as bochechas coradas. Ele as seguiu até o banheiro. A porta estava entreaberta. Ele viu Cláudia de joelhos, a boca no grelo de Patrícia.

— O que vocês estão fazendo? — ele perguntou.

Elas congelaram. Carlos entrou, fechou a porta atrás de si.

— Eu vi tudo. E quero participar.

— Como assim? — Cláudia perguntou.

— Vocês duas vão me chupar. E depois vou comer as duas.

Elas se olharam. Depois, sorriram. Carlos tirou a calça. O pau dele pulou para fora – 18 centímetros, grosso, veiado. Cláudia se ajoelhou primeiro, enfiou o pau na boca. Patrícia se ajoelhou ao lado, lambendo as bolas. Elas se revezavam, chupando, babando, engasgando. Carlos gozou na boca de Cláudia. Ela engoliu. Patrícia lambeu o resto.

Carlos virou Cláudia de bruços. Empinou a bunda. Enfiou o pau na boceta dela. Ela gritou de prazer. Patrícia se ajoelhou na frente de Cláudia, e Cláudia enfiou a cara no grelo de Patrícia, chupando com vontade, enquanto Carlos a comia. Cláudia gozou. Carlos gozou dentro dela. Depois, foi a vez de Patrícia. Ele a virou de quatro. Enfiou o pau no cu dela. Cláudia se ajoelhou na frente de Patrícia, e Patrícia enfiou a cara na boceta de Cláudia, chupando com vontade. Patrícia gozou. Carlos gozou dentro do cu dela. Depois, Carlos se virou para Cláudia. Ele a virou de lado. Enfiou o pau no cu dela. Patrícia se ajoelhou na frente de Cláudia, e Cláudia enfiou a cara no grelo de Patrícia. Os três gozaram juntos.

Depois daquele dia, o trio se tornou rotina. Carlos comia as duas no banheiro da academia, sempre no horário do almoço. Elas se revezavam, se chupavam, se comiam. E eu assistia tudo, quando Cláudia gravava e trazia para casa.

Uma noite, Cláudia me chamou para participar. Patrícia e Carlos estavam lá. A casa estava iluminada por velas, o clima era de sedução. Cláudia estava linda – vestido preto curto, decotado, mostrando as pernas. Patrícia usava um top e uma saia jeans curta, o grelo marcando o tecido. Carlos estava de camisa aberta, mostrando o peito musculoso.

— Senta — Cláudia disse, apontando para a poltrona.

Sentei. Ela se aproximou de mim, passou a mão no meu rosto.

— Você vai ver tudo hoje. E vai participar também.

— Participar como?

— Você vai sentir o grelo da Patrícia.

Meu pau endureceu na hora.

Cláudia se ajoelhou na frente de Patrícia. Abriu as pernas dela. O grelo apareceu – grande, inchado, pulsando. Cláudia passou a língua, lenta e provocante. Patrícia gemeu. Cláudia chupava com vontade, com tesão. A saliva escorria pelo grelo de Patrícia. Ela enfiava a língua, lambia, sugava. Patrícia segurou a cabeça dela, guiando o movimento. Ela chamou Rodrigo para chupar também. Eu me ajoelhei ao lado de Cláudia. Enfiei a cara no grelo de Patrícia. As duas línguas se encontraram ali – eu lambia de um lado, Cláudia chupava do outro. Era uma sinfonia de línguas, saliva e tesão. Patrícia gozou, e o líquido claro jorrou nas nossas bocas. Lambemos tudo.

Depois que Patrícia gozou, Cláudia se levantou. Ela disse que era a minha vez, que eu ia comer a Patrícia. Patrícia se deitou no tapete. Abriu as pernas. O grelo estava duro, pulsando, brilhando de tanto ser chupado. Ela me chamou, a voz rouca, pedindo para eu comer ela. Eu subi em cima dela. Enfiei o pau na boceta dela – mas ao mesmo tempo, o grelo dela roçava na minha barriga. A sensação era estranha, deliciosa. Eu metia rápido, fundo. Ela gemia, pedia mais. O grelo dela pulsava contra a minha pele. Patrícia gritou para Cláudia olhar como eu estava comendo ela. Cláudia viu e disse que ele era dela agora. Patrícia concordou. Eu meti mais forte. Patrícia gozou. Eu gozei dentro dela.

Depois que eu gozei, Carlos se levantou. Ele disse que era a vez dele. Ele virou Cláudia de bruços. Empinou a bunda. Enfiou o pau na boceta dela. Cláudia gritou de prazer. Ele metia rápido, fundo. Eu assistia, a mão no meu pau. Patrícia se ajoelhou na frente de Cláudia, e Cláudia enfiou a cara no grelo de Patrícia, chupando com vontade, enquanto Carlos a comia. Cláudia gozou. Carlos gozou dentro dela.

Depois que Carlos gozou, Patrícia se levantou. Olhou para mim. Ela disse que era a minha vez, que eu ia sentir o que é ter um grelo na bunda. Ela se aproximou de mim. Me virou de bruços. Empinou minha bunda. Esfregou o grelo na minha bunda. A sensação era estranha, mas deliciosa. O grelo dela era duro, quente, pulsando. Ela esfregava devagar, em círculos, roçando na minha pele. Eu gritei de prazer, perguntando se ela gostava de ter um grelo na bunda. Ela disse que era estranho, mas que estava amando demais. Eu rebolava, gemendo, me esfregando nela como se fosse uma menina. Imaginei que aquele grelo era um pau. Gozei – o esperma jorrou no tapete. Só com o grelo dela na minha bunda. Ela disse que agora eu sabia o que era bom. E eu concordei.

Carlos se aproximou. Ele disse que, já que eu gostou de ter algo esfregando na minha bunda parecido com um pinto, então ia ter de verdade. Ele me virou de bruços. Empinou minha bunda. Passou lubrificante no meu cu. Avisou que ia doer um pouco. Eu disse que podia doer. Ele enfiou a ponta. Eu gritei – não de dor, de prazer. Perguntei se ele gostava de ser comido. Ele disse que amava. Ele metia devagar no início, depois rápido. O pau de 18 centímetros entrava e saía do meu cu. Cláudia e Patrícia assistiam, se masturbando. Elas comentavam como eu estava gostando. Elas disseram que eu era puta delas agora. Carlos meteu mais forte. Eu gemia, os dedos arrancando o tapete. Gozei – o esperma jorrou no tapete. Só com o pau de Carlos no meu cu. Ele continuou metendo. Gozou dentro de mim.

Depois que Carlos gozou, Cláudia e Patrícia se deitaram no tapete. Uma de frente para a outra. Abriram as pernas. As bocetas se encontraram. Elas se esfregaram – os grelos se tocando, as bocetas se roçando. Era uma tesourinha deliciosa. Elas se esfregavam, se beijavam, gemiam juntas. Cláudia gozou. Patrícia gozou junto. Os corpos tremeram, os grelos ainda se tocando.

Depois que as duas gozaram, eu me levantei. Meu pau ainda estava duro. Eu disse que era minha vez. Virei Cláudia de bruços. Empinei a bunda. Enfiei o pau na boceta dela. Cláudia gritou de prazer. Eu metia rápido, fundo. Patrícia se ajoelhou na frente de Cláudia, e Cláudia enfiou a cara no grelo de Patrícia, chupando com vontade, enquanto eu a comia. Carlos se ajoelhou atrás de mim. Enfiou o pau no meu cu. Era um nó de braços, pernas, paus, grelos, bocetas, cus. Eu gemia com o pau de Carlos no meu cu e o pau na boceta de Cláudia. Cláudia gemia com o meu pau na boceta e o grelo de Patrícia na boca. Patrícia gemia com o grelo na boca de Cláudia e a mão na própria boceta. Carlos gemia com o pau no meu cu.

Eu gozei dentro de Cláudia. Carlos gozou dentro do meu cu. Cláudia gozou na boca de Patrícia. Patrícia gozou na própria mão. Os quatro caíram no tapete, exaustos, sujos de lubrificante, suor, porra.

Fiquei deitado, ofegante, olhando para o teto. Foi a primeira vez que vi um pau de verdade entrando na minha esposa. O pau de Carlos – 18 centímetros, grosso, veiado – entrando e saindo da boceta de Cláudia. O som molhado, o jeito que ela se abria para ele, os gemidos dela, diferentes dos que ela fazia comigo. Eu senti um misto de ciúmes e tesão que nunca tinha experimentado. Foi como se algo tivesse se rompido dentro de mim. Eu não era mais o único homem da vida dela. E aquilo me excitava mais do que qualquer coisa.

Eu me aproximei dela, ainda ofegante. Abri as pernas de Cláudia. A boceta estava vermelha, inchada, ainda escorrendo a porra de Carlos. O cheiro subia forte – sexo, esperma, suor. Eu enfiei o rosto ali, lambi a boceta gozada. O gosto era salgado, forte, diferente do meu. Senti o esperma de Carlos escorrendo pela minha língua. Gozei de novo – sem ninguém tocar no meu pau. Só de lamber a boceta da minha esposa com a porra de outro homem dentro.

Cláudia gemeu.

— Você gostou?

— Amei.

— Você é mesmo um pervertido.

— Sou seu pervertido.

Nunca mais olhei para uma academia do mesmo jeito. Cada vez que vejo uma, lembro daquela noite, do cheiro, do tesão, da noite que mudei a minha vida. De Cláudia sendo comida, de mim sendo comido, e de nós dois, finalmente livres para explorar todos os prazeres que a vida tem a oferecer.

Foto 1 do Conto erotico: A ACADEMIA DO PECADO

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A ACADEMIA DO PECADO

Codigo do conto:
265402

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
26/06/2026

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