O DESFILE DAS CALCINHAS



Meu nome é Marcos, tenho 20 anos, sou alto e tenho o corpo bem definido por causa da natação. Meu pau tem 19 centímetros e é bem grosso. Mas o que realmente me define é uma coisa que poucos sabem: sou completamente louco por calcinha. De todos os tipos, cores e tamanhos. O tecido, o corte, o cheiro... tudo em uma calcinha me excita de um jeito que não consigo explicar.
A história que vou contar aconteceu quando eu tinha 20 anos e namorava a Lilian, uma garota de 19 anos, pequena e gostosa, com cinturinha de vespa, quadril largo e coxas grossas. Ela sabia da minha loucura por calcinhas e vivia me agradando, usando vários tipos diferentes só para me deixar excitado.
Lilian adorava usar calças jeans bem apertadas. Quando ela se agachava para pegar alguma coisa, a calcinha aparecia atrás – aquilo me deixava louco. Outras vezes, a gente saía e ela abria um pouco o zíper, deixando eu ver a cor ou o estilo da calcinha. Eu ficava doido e a gente acabava transando nos lugares mais inesperados.
Ela também sabia que eu era viciado no cheiro da axila dela. Toda vez que a gente se via, ela levantava o braço e deixava eu cheirar fundo aquele cheiro salgado, ácido, selvagem que me deixava louco de tesão. Quando ela estava menstruada, ela enfiava o dedo na própria boceta e colocava no meu nariz para eu sentir o cheiro metálico do sangue – e eu enlouquecia. Foi assim que tudo começou.
Uma noite, depois de uma festa, a Lilian me levou para o quarto dela. Estávamos os dois sozinhos – a Patrícia, irmã dela de 18 anos, tinha ido dormir na casa de uma amiga. Ela disse que sabia que eu adorava calcinha e que tinha uma surpresa para mim. Abriu a gaveta do guarda-roupa e tirou duas calcinhas. Uma era dela, a outra da Patrícia. Meu coração disparou quando ela colocou as duas na minha mão. A da Lilian era de renda preta, fio dental, minúscula – comprada especialmente numa sex shop para essas ocasiões. A da Patrícia era rosa, pequena, com um laço na frente – a calcinha que ela usava no dia a dia. Levei a calcinha da Patrícia ao nariz e cheirei fundo. O cheiro era doce, feminino, com um fundo ácido de tesão. Meu pau endureceu na hora. Depois cheirei a calcinha da Lilian, que era mais forte, mais intenso. Ela riu e disse para eu usar as duas. Ela me deitou na cama, colocou a calcinha da Patrícia no meu rosto, cobrindo meu nariz e minha boca, e sentou em cima de mim, começando a cavalgar. Perguntou se eu estava gozando cheirando a calcinha da irmã dela e se estava pensando nela. Eu gritei o nome da Patrícia enquanto gozava, e Lilian sorriu, dizendo que a gente ia fazer mais vezes.
Tínhamos saído eu, a Lilian e Patrícia para comer uma pizza e beber um pouco de vinho. O namorado da Patrícia, o Carlos, era um nerd – preferiu ficar em casa jogando videogame a não sair com a gente. Patrícia foi sozinha. Ela estava linda, usava uma saia curta, e em alguns momentos, quando sentava ou se inclinava, a calcinha aparecia – uma calcinha rosa bem pequena. Bebemos um pouco além da conta e, quando voltamos para a casa delas, a Patrícia foi logo tomar um banho. Eu e a Lilian ficamos nos beijando no sofá. Lilian me perguntou se eu tinha gostado da calcinha da Patrícia. Eu não sabia o que dizer, porque sim, eu tinha olhado para aquela bundinha de adolescente com uma calcinha rosinha bem pequena. Lilian tinha percebido e perguntou se eu queria continuar olhando. Fiquei sem reação. Ela sabia do meu fetiche por calcinha e, aparentemente, não se importava que eu olhasse para a irmã dela. Pelo contrário, parecia excitada com a ideia.
Naquela mesma noite, Lilian teve uma ideia. Disse que eu ia ficar escondido dentro do guarda-roupa, com a porta um pouco aberta, e ela ia chamar Patrícia para provar umas calcinhas novas que tinha comprado. Meu coração disparou. Combinei tudo com ela. Me escondi no guarda-roupa, com a porta entreaberta, o coração batendo forte. Quando Lilian chamou Patrícia, ela já estava de calcinha e sutiã – um conjunto amarelinho que usava para dormir. A bundinha dela era pequena, redonda, e a calcinha mal cobria as nádegas. Lilian perguntou onde estava o Marcos e disse que ele tinha ido embora. Elas começaram a conversar e Lilian ofereceu vinho. Enquanto bebiam, Lilian começou a se trocar, mostrando várias calcinhas novas que tinha comprado – todas de renda, fio dental, compradas especialmente numa sex shop. Patrícia, a princípio, disse que o namorado não gostava de preliminares, que transava por obrigação, mas acabou cedendo e começou a experimentar as calcinhas. Do esconderijo, vi Patrícia experimentar calcinha por calcinha, cada uma menor que a outra, desfilando na frente da irmã. Foi quando Lilian percebeu que Patrícia tinha um grelo avantajado, que se destacava entre os lábios da boceta. Lilian se aproximou e passou os dedos por cima da calcinha, quase sem querer, roçando o grelo da irmã. Patrícia tremeu, e Lilian perguntou se aquilo a excitava. Foi quando Lilian olhou para o guarda-roupa e piscou – era o sinal. Ela abriu a porta e me puxou para fora. Patrícia ficou vermelha, mas Lilian a segurou, dizendo que ela tinha adorado se exibir e que a gente ia fazer mais do que isso.
Lilian puxou Patrícia para a cama, deitou a irmã de costas e começou a beijar sua barriga, subindo devagar até os seios. Ela me mandou tirar a calça, e meu pau pulou para fora, babando. Lilian colocou Patrícia de quatro e puxou a calcinha para o lado, revelando a boceta lisa, rosada, já molhada, com o grelo avantajado saltando para fora. Ela mandou eu lamber, e eu me ajoelhei e enfiei a cara na boceta de Patrícia, encontrando o grelo com a língua. Lilian se ajoelhou ao meu lado e também enfiou a cara na boceta da irmã. Nossas línguas se encontraram no grelo de Patrícia – eu lambia de um lado, Lilian chupava do outro. Patrícia gozou pela primeira vez sendo chupada, e o líquido claro jorrou nas nossas bocas. Lilian não se conteve e subiu em cima da irmã, esfregando a boceta na boceta de Patrícia. Os grelos se encontraram, elas se esfregaram, se beijaram, gemeram juntas até gozarem de novo. Eu assistia, me masturbando.
Depois que as duas gozaram, Lilian se virou para mim. Ela disse que tinha um consolo escondido e que sempre brincava sozinha quando eu não estava. Ela adorava contos eróticos, principalmente de incesto, inversão, bissexual e corno. Perguntei se ela queria fazer isso, e ela disse que queria, que já tinha conseguido o incesto, mas amaria um dia fazer todos eles. Perguntei se ela queria ser corna, e Lilian sorriu. Ela disse que sim, que queria ser corna e me fazer de corno também. Queria que eu fosse seu corno manso e viado, assim como ela seria minha cona e putinha mansa. Disse que eu ia lamber a porra que ela trouxesse na minha boceta e ia ser seu viadinho submisso. Olhei para Patrícia, que estava com os olhos brilhando, e ela disse que topava tudo, que queria ver eu sendo comido e perdendo as pregas. Lilian foi até o guarda-roupa e voltou com um consolo preto de 18 centímetros. Ela disse que íamos começar devagar, que já tinha conseguido chupar a irmã e agora ia enfiar o brinquedo nela, fazer ela gozar na frente e atrás. Ela perguntou a Patrícia se ela era virgem da bunda, e Patrícia disse que sim, que nunca tinha feito anal. Lilian sorriu e disse que nada melhor do que ser a irmã para tirar todas as pregas com muito amor e carinho. Pediu para Patrícia deitar de costas, e ela obedeceu.
Patrícia deitou de costas e abriu as pernas. A boceta apareceu lisa, rosada, já molhada, com o grelo avantajado saltando para fora. Lilian ajoelhou entre as pernas da irmã e enfiou o consolo na boceta de Patrícia devagar. Patrícia gemeu, dizendo que era a primeira vez que algo entrava nela. Lilian metia devagar, com cuidado, com amor, dizendo que Patrícia estava tão apertada, tão molhada, tão gostosa. Patrícia pediu mais rápido, e Lilian acelerou. O consolo entrava e saía da boceta da irmã, e o grelo avantajado pulsava, latejava. Patrícia gritou que ia gozar, e Lilian mandou gozar na cara dela. Patrícia gozou, e o líquido claro jorrou na boca da irmã. Lilian lambeu tudo e disse que era a primeira vez. Depois, Lilian tirou o consolo da boceta da irmã e olhou para mim. Ela disse que ia dar de presente as pregas do cu de Patrícia para mim, que aquele cabaço anal seria meu presente pelos futuros chifres que um dia eu ia ganhar. Patrícia ficou de quatro, a bunda empinada. Passei lubrificante no meu pau e no cu dela. Enfiei a ponta, e ela gritou. Lilian mandou ela relaxar, e Patrícia respirou fundo. Enfiei mais, a cabeça entrou, e Patrícia disse que estava dentro. Enfiei tudo, e ela gemia, os dedos arrancando o lençol. Comecei a meter devagar, e ela foi acostumando. A dor passou, o prazer chegou. Ela pediu mais forte, e acelerei. O pau entrava e saía do cu virgem dela. Lilian perguntou se ela estava perdendo as pregas, e Patrícia gritou que estava perdendo tudo e que era a melhor coisa da vida. Lilian se ajoelhou na frente da irmã e mandou ela chupar a boceta enquanto eu metia no cu dela. Patrícia obedeceu, enfiando a cara na boceta da irmã, chupando com vontade enquanto eu metia no cu dela. Patrícia gozou primeiro, e eu gozei dentro do cu dela, enchendo de esperma. Lilian gozou na boca da irmã. Os três caíram na cama, exaustos. Lilian abraçou a irmã e disse que ela tinha perdido todas as pregas e que foi com ela, com a sua irmã. Patrícia respondeu que foi a melhor coisa da vida, e Lilian disse que agora a gente ia fazer mais, muito mais.
Daquele dia em diante, Patrícia começou a me procurar sempre que Lilian não estava. Ela queria ser comida de novo, queria sentir meu pau no cu. Perguntei sobre Lilian, e ela disse que Lilian amava ser corna, que queria ver, que queria que a gente fizesse. Eu não resisti, comi o cu dela, gozei dentro, e ela gozou também. Depois, ela me beijou e disse que queria levar a minha porra para o namorado. Ela tinha lido muitos contos eróticos indicados pela irmã e viu que muitas mulheres levam a buceta suja para seus parceiros se excitarem. Ela queria ensinar o Carlos a comer como eu fazia. Contou que na semana passada, depois que transamos os três, ela teve que sair às pressas e não conseguiu tomar banho. Carlos foi buscar ela e sentiu um cheiro diferente no corpo dela. Ele a cheirou muito, e eles se excitaram pela primeira vez, tiveram a melhor preliminar. Ele lambeu muito a boceta dela e finalmente gozou na boca dela – mas era o gozo dela e o meu esperma na boca dele. Carlos não percebeu, só sentiu o cheiro e o gosto, e ficou louco. Depois ele comeu ela com muita vontade. Ela comentou com Lilian, que passou a ser sua tutora sexual e mostrou vários contos eróticos de homens que curtem lamber a buceta gozada da parceira. Patrícia disse que Carlos adora lamber a boceta gozada, que ele acha que é ele que está deixando ela molhada, mas sou eu. Fiquei chocado ao saber que ele não sabe e que não pode saber, que ele é corno sem saber, e que Patrícia adora quando ele lambe a minha porra. Fiquei excitado, comi a buceta dela, gozei dentro, e ela foi embora. Naquela noite, Patrícia transou com Carlos, e ele lambeu a boceta dela cheia do meu esperma, sem saber que tinha sido eu.
Fiquei encucado com as informações de Patrícia. Precisava saber mais. Uma noite, depois de transarmos, virei para Lilian e perguntei se ela já tinha dado para alguém e trazido a buceta para eu limpar sem eu saber. Ela ficou em silêncio por um segundo, depois sorriu e disse que no mínimo umas cinco vezes. Meu pau endureceu na hora. Perguntei quem foi, como foi, quando. Ela se ajoelhou na minha frente, pegou meu pau e começou a lamber devagar. Ela contou que a primeira vez foi depois da academia, com o personal trainer, que a pegou no vestiário, apoiou na parede e comeu por trás. Gozou dentro dela, e ela viu que eu lambi tudo, dizendo que o gosto estava diferente. Ela disse que era o suor da academia. A segunda vez foi com o ginecologista, na consulta de rotina, que em vez de examinar enfiou o pau na boceta e gozou dentro. A terceira vez foi com o dentista, na cadeira do consultório, que a comeu ali mesmo. A quarta vez foi com Carlos, depois que transamos os três. A quinta ela não lembrava, foram tantos. Eu estava louco de tesão. Ela lambeu meu pau, minhas bolas, desceu até o meu cu, enfiou a língua e mandou eu imaginar todos eles me comendo, enfiando o pau no meu cuzinho, arrombando minhas pregas. Ela enfiou um dedo, depois dois, no meu cu. Depois foi até o guarda-roupa e voltou com o consolo preto de 18 centímetros. Ela enfiou o consolo no meu cu, e eu gritei de prazer, dizendo que amava ser comido, que era seu corno, seu viado. Ela metia o consolo rápido, fundo, mandando eu imaginar todos eles me comendo. Gozei sem ninguém tocar no meu pau, só com o consolo no meu cu. Ela disse que agora eu sabia o que era ser corno de verdade, e eu disse que amei.
Uma semana depois, Patrícia me contou como tinha sido a primeira vez que levou a buceta suja para Carlos. Ele amou, passou a língua na boceta por horas, lambeu cada gota, gozou só de sentir o cheiro. Ele não percebeu que não era ele, achou que era o gosto dele. Patrícia adorou ver ele lambendo o que eu deixei dentro dela. A partir daquele dia, virou um ritual. Eu comia Patrícia, gozava dentro, ela ia para casa, transava com Carlos, ele lambia a boceta cheia do meu esperma e gozava. Ela voltava para mim, contava tudo, e eu gozava de novo. Uma noite, Patrícia chegou em casa com a boceta ainda escorrendo – Carlos tinha acabado de gozar dentro dela. Ela sabia que eu estava na sala, se ajoelhou na minha frente e abriu as pernas. A boceta estava molhada, cheia. Ela mandou eu lamber. Perguntei se era do Carlos, e ela disse que era, que chifre trocado não dói, que eu comia ela sempre e que o Carlos, com a autorização dela, também já tinha comido ela. Ela disse que eu ia lamber a porra do Carlos e que eu já tinha lambeu sem saber, que eu era um corno manso e viadinho, lamberdor de esperma de duas irmãs putas. Enfiei a cara na boceta dela, lambi a porra de Carlos, o gosto salgado, forte, diferente do meu, e gozei sem ninguém tocar no meu pau. Patrícia disse que eu era corno assumido, e ela era minha puta, e ele era meu corno manso. Todo mundo era corno e puta. Ela me beijou e disse que a gente ia chamar Carlos para a melhor suruba da vida.
Marcos tinha saído para resolver um compromisso. As duas irmãs estavam sozinhas em casa, tomando vinho na sala. Foi quando Lilian resolveu abrir o jogo de vez. Ela disse que precisava contar uma coisa que nunca tinha contado para ninguém. Patrícia perguntou o que era, e Lilian respirou fundo. Ela disse que adorava ser corna, que adorava saber que Marcos lambia a boceta depois que outro homem gozava dentro, e que já tinha feito isso várias vezes. Patrícia disse que já sabia, que Lilian tinha contado tudo sobre o personal trainer, o ginecologista, o dentista, o Carlos. Lilian disse que sim, mas que tinha uma coisa que nunca contou. Ela hesitou, depois sorriu, e disse que também tinha comido o cu do Marcos. Patrícia arregalou os olhos e perguntou como assim. Lilian contou que uma noite, depois que transaram, quando ela confessou que ele era corno lambedor de buceta gozada, ele ficou deitado de bruços, a bunda empinada. Ela pegou o consolo e enfiou nele. Ele gemeu, não de dor, de prazer. Ela meteu devagar, com cuidado, e ele gozou sem ninguém tocar no pau. Patrícia perguntou se ela gostou, e Lilian disse que adorou, que foi a coisa mais excitante que já fez, e que imaginou todos os amantes enquanto comia o cu de Marcos – o personal trainer, o ginecologista, o dentista, o Carlos, e a própria Patrícia. Patrícia ficou em silêncio, mas não de choque, de excitação. A boceta esquentou. Lilian disse que desde então ficou viciada em inversão, em comer o cu dos homens. E contou que também já tinha comido o cu do personal trainer, depois de uma transa, quando ele ficou deitado no colchonete. Patrícia sorriu e disse que Lilian era uma puta mesmo. Lilian perguntou se Patrícia queria comer o cu de Marcos, e Patrícia disse que queria muito. Lilian disse então que íamos fazer.
Lilian teve uma ideia. Ela disse que iam fazer um novo desfile, mas dessa vez Marcos ia escolher as calcinhas para elas. Marcos se empolgou. Ele foi até o guarda-roupa e escolheu duas calcinhas – uma preta, fio dental, minúscula, de renda para Lilian, e uma vermelha, também fio dental, com um laço na frente para Patrícia. As duas começaram a desfilar para ele, vestindo as calcinhas devagar, rebolando, mostrando a bunda, a calcinha sumindo entre as nádegas. Marcos estava louco de tesão, o pau duro, babando. Foi quando Patrícia parou, olhou para a irmã, e elas trocaram um olhar safado. Lilian disse que já tinha desfilado, e agora era a vez dele. As duas tiraram as calcinhas e jogaram em cima da cama. Elas disseram que agora ele era a menina, que ia ser a putinha delas, ia vestir calcinha e desfilar para elas. Marcos hesitou, mas o tesão era maior. Ele vestiu a calcinha preta, e o tecido minúsculo mal cobria o pau, as bolas ficavam à mostra, o fio dental entrava entre as nádegas, subindo até o cu. Elas mandaram ele andar, e ele andou, a calcinha roçando no pau, no cu. Elas mandaram ele virar, e ele virou, mostrando a bunda, o fio dental sumindo entre as nádegas, deixando o cu completamente exposto. Ele vestiu a vermelha, ainda menor, mal cobria a cabeça do pau. Elas mandaram ele ajoelhar, e ele ajoelhou na cama, de quatro. Elas disseram que ele era a putinha delas agora e que iam ensinar o que era bom. Patrícia se ajoelhou atrás dele, afastou a calcinha para o lado e enfiou a língua no cu dele. Ele gritou de prazer, dizendo que amava ter o cu chupado, que nunca tinha imaginado. Ela lambeu, chupou, enfiou a língua fundo, depois enfiou um dedo, depois dois. Lilian se ajoelhou na frente dele e mandou ele chupar a boceta enquanto Patrícia o dedava. Marcos obedeceu, enfiando a cara na boceta de Lilian, chupando com vontade. Ele gozou só com os dedos de Patrícia no cu. Patrícia foi até o guarda-roupa e voltou com o consolo preto de 18 centímetros. Ela enfiou no cu de Marcos, e ele gritou de prazer, dizendo que amava ser comido. Patrícia metia rápido, fundo, enquanto Lilian chupava o pau de Marcos. Ele gozou de novo, e o esperma jorrou na boca de Lilian, que engoliu. Lilian disse que agora era a vez dele de comer a gente. Marcos montou em Lilian e enfiou o pau na boceta dela, enquanto Patrícia se ajoelhou atrás dele e chupava o cu. Ele metia em Lilian, Patrícia chupava o cu dele, Lilian chupava os peitos de Patrícia. Lilian gozou, Marcos gozou dentro dela, Patrícia gozou só de chupar o cu de Marcos. Os três caíram na cama, exaustos. Lilian disse que ele era corno manso e viadinho assumido, e elas eram as putas dele. Elas se beijaram e disseram que iam fazer mais, muito mais.
Depois que Marcos gozou, as duas irmãs deitaram na cama, uma de cada lado dele. Lilian disse que era a vez dele de comer a gente. Marcos montou em Lilian e enfiou o pau na boceta dela, enquanto Patrícia se ajoelhou atrás dele e chupava o cu. Ele metia em Lilian, Patrícia chupava o cu dele, Lilian chupava os peitos de Patrícia. Lilian gozou, Marcos gozou dentro dela, Patrícia gozou só de chupar o cu de Marcos. Os três caíram na cama, exaustos. Patrícia se levantou, pegou o consolo de 18 centímetros, ainda molhado do cu de Marcos, e disse que ia levar para Carlos. Ela queria comer o cu dele também, depois que viu eles, ficou com vontade. Patrícia foi para a casa de Carlos, que estava no sofá jogando videogame. Ela disse que queria ver ele, se aproximou, beijou o pescoço, passou a mão na perna. Ele perguntou se ela estava com tesão, e ela disse que sim, mas não do jeito que ele pensava. Ela tirou o consolo da bolsa, e Carlos arregalou os olhos. Ela disse que ia usar nele, que ele nunca tinha dado o cu e que hoje ia perder as pregas. Carlos hesitou, mas Patrícia disse que queria dar prazer, que queria mostrar o que era bom, e pediu para ele confiar nela. Ele obedeceu e deitou de bruços no sofá, a bunda empinada. Patrícia passou a mão na bunda, abriu as nádegas, o cu apareceu pequeno, rosado, piscando. Ela passou lubrificante e enfiou a ponta do consolo. Carlos gritou, mas ela pediu para ele relaxar e confiar. A cabeça entrou, e Carlos gemeu de prazer. Ela enfiou mais, o consolo entrou devagar, centímetro por centímetro. Carlos disse que amava, que nunca tinha imaginado. Patrícia metia devagar no início, depois rápido, o consolo entrava e saía. Ela mandou ele imaginar alguém comendo ele, e Carlos imaginou um artista famoso. Patrícia disse para ele imaginar alguém real, alguém que ele conhece. Carlos ficou em silêncio, depois falou baixinho sobre o primo Alexandre, com quem se masturbou na adolescência. Ele tinha um pau grande, grosso. Carlos sempre quis, mas ele mora longe agora. Patrícia sorriu e mandou ele imaginar o primo, imaginar ele enfiando o pau no cu. Carlos gozou, o esperma jorrou no sofá sem ninguém tocar no pau dele. Patrícia tirou o consolo devagar, beijou as costas dele e disse que ele tinha perdido as pregas. Carlos disse que nunca imaginou que fosse tão bom. Patrícia disse que ele era o corno manso dela, da Lilian, do Marcos, que todo mundo ia comer ele, e ele ia adorar. Ele sorriu e disse que ia mesmo. Patrícia disse que poderiam chamar o Alexandre um dia, e Carlos arregalou os olhos, perguntando se ela faria isso. Ela disse que faria, se ele quisesse. Ele disse que queria.
No dia seguinte, Patrícia voltou para casa com os olhos brilhando. Lilian perguntou como foi, e Patrícia disse que foi maravilhoso, que ele gemeu, gozou, e que ela imaginou os dois comendo o cu dele enquanto metia. Lilian perguntou se ela gostou, e Patrícia disse que adorou, que agora também era viciada em inversão. Lilian perguntou sobre ele, e Patrícia disse que ele adorou, que nunca tinha sentido nada igual, e que imaginou o primo Alexandre, com quem se masturbou na adolescência. Lilian disse que era um tesão, e Patrícia disse que ele queria repetir e queria que chamassem o Alexandre. Lilian disse que iam fazer mais, muito mais. Elas se beijaram, e Patrícia disse que iam chamar ele para o jogo de verdade ou consequência, onde todo mundo ia comer todo mundo.
Uma semana depois, as duas irmãs combinaram outra noite, sem jogos, sem cartas. Apenas vinho, velas e a verdade. Carlos foi chamado, Marcos também. Lilian disse que iam conversar sem vergonha, sem mentiras, sobre tudo o que aconteceu nesses seis meses, o que aprenderam, o que fizeram e o que iam fazer. Todos se sentaram no tapete da sala, as taças de vinho na mão. Lilian começou contando que fazia seis meses que estava na academia, depois do treino, suada e com tesão. O personal trainer a pegou no vestiário, apoiou na parede e comeu por trás, gozou dentro. Ela foi para casa e pediu para Marcos chupar, e ele lambeu tudo. Foi a primeira vez que ela trouxe a buceta suja para ele lamber sem ele saber. Marcos disse que percebeu que o gosto estava diferente, mas ela disse que era o suor da academia. Ele disse que adorou, que foi a primeira vez que lambeu a porra de outro homem sem saber. Lilian contou que a segunda vez foi com o dentista, na cadeira do consultório, que a comeu ali mesmo, gozou dentro, e Marcos lambeu tudo sem saber. A terceira vez foi com o ginecologista, na consulta de rotina, que em vez de examinar enfiou o pau na boceta e gozou dentro, e Marcos lambeu tudo sem saber. Marcos disse que nunca imaginou e que agora queria mais. Patrícia contou que tudo começou com Lilian, que ela mostrou os contos eróticos, ensinou a perder as pregas, ensinou a ser puta, e ela amou. Depois, começou a transar com Marcos, com Lilian e com Carlos. Depois que transaram os três, ela ficou com vontade de mais e começou a dar para um amigo do trabalho, que a comeu na mesa, gozou dentro, e ela levou a buceta suja para o cunhado lamber sem saber. Depois, ele a comeu de novo, e ela estava com a buceta suja da primeira gozada. Ele gozou dentro de novo, e ela levou a porra dos dois para Carlos lamber, sem ele saber. Carlos disse que lambeu a porra de dois homens, e Patrícia disse que sim, e que ele gozou. Lilian contou sobre a primeira inversão com Marcos, depois que confessou que ele era corno lambedor de buceta gozada. Ele ficou deitado de bruços, a bunda empinada, e ela pegou o consolo e enfiou nele. Ele gozou sem ninguém tocar no pau. Patrícia contou sobre a primeira inversão com Carlos, depois que viu os outros, ficou com vontade, pegou o consolo e enfiou nele. Ele gozou sem ninguém tocar no pau. Carlos contou sobre o primo Alexandre, com quem se masturbou na adolescência, e disse que gostaria de repetir. Patrícia disse que iam chamar ele. Marcos contou como aprendeu a amar cheiros – axila suada, boceta menstruada, calcinha usada – e como foi a primeira vez que lambeu uma boceta menstruada com Patrícia. Lilian contou sobre o desfile das calcinhas, como fizeram Marcos escolher as calcinhas para elas, depois mandaram ele vestir, ele desfilou para elas de calcinha, e depois elas lamberam o cu dele, comeram ele, ele comeu elas, e elas se comeram. Foi a melhor noite da vida dela.
Lilian disse que agora iam fazer direito, que todo mundo ia comer todo mundo. Patrícia pegou o consolo – 18 centímetros, preto, grosso – e disse que as regras eram claras: sem ciúmes, sem frescura. Antes de começar, Lilian pediu para ver Marcos de calcinha. Ele vestiu a calcinha preta, fio dental, o tecido minúsculo mal cobrindo o pau, as bolas à mostra, o fio dental entrando entre as nádegas, subindo até o cu. Elas mandaram ele virar, e ele virou, mostrando a bunda, o fio dental sumindo entre as nádegas, deixando o cu completamente exposto. Elas disseram que ele estava lindo. Marcos ajoelhou na cama, de quatro, e Lilian se ajoelhou atrás dele, afastou a calcinha para o lado e enfiou a língua no cu dele. Ele gritou de prazer, dizendo que amava ter o cu chupado. Ela lambeu, chupou, enfiou a língua fundo, depois enfiou um dedo, depois dois. Enquanto Lilian dedava Marcos, Patrícia se ajoelhou na frente dele, e Marcos enfiou a cara na boceta de Patrícia, chupando com vontade. Patrícia se virou, e Lilian enfiou a cara na boceta de Patrícia. As duas línguas se encontraram na boceta de Patrícia – Lilian chupava de um lado, Marcos lambia do outro. Patrícia gozou, e o líquido claro jorrou nas duas bocas. Patrícia pegou o consolo, passou lubrificante e enfiou no cu de Marcos. Ele gritou de prazer, dizendo que amava ser comido. Ela metia rápido, fundo, enquanto Lilian chupava o pau de Marcos. Ele gozou, e o esperma jorrou na boca de Lilian, que engoliu. Marcos montou em Lilian e enfiou o pau na boceta dela, enquanto Patrícia se ajoelhou atrás dele e chupava o cu. Ele metia em Lilian, Patrícia chupava o cu dele, Lilian chupava os peitos de Patrícia. Lilian gozou, e Marcos gozou dentro dela. Patrícia se virou para Carlos e disse que era a vez dele. Carlos deitou de bruços, Patrícia passou lubrificante no consolo e enfiou no cu dele. Ele gemeu de prazer, dizendo que amava ser comido. Ela metia rápido, fundo, e Carlos gozou sem ninguém tocar no pau. Lilian pegou o consolo, passou lubrificante e enfiou no cu de Carlos. Ele gozou de novo. Carlos montou em Lilian e enfiou o pau na boceta dela, enquanto Patrícia se ajoelhou atrás dele e chupava o cu. Lilian gozou, e Carlos gozou dentro dela. Os quatro se posicionaram na cama para a orgia final. Marcos deitou de bruços, Patrícia enfiou o consolo no cu dele, Lilian enfiou o consolo no cu de Patrícia, Carlos enfiou o pau no cu de Lilian. Era um nó de braços, pernas, paus, consolos, bocetas, cus. Marcos gozou primeiro, depois Patrícia, depois Lilian, depois Carlos. Depois da suruba, Lilian e Patrícia se deitaram uma em cima da outra. O grelo avantajado de Patrícia encontrou o grelo de Lilian. O calor dos corpos se misturou, o suor escorrendo. Patrícia esfregou devagar, sentindo a textura, o cheiro. Lilian gemeu e disse que Patrícia estava molhada, e Patrícia disse que estava molhada e sua. Elas se esfregaram mais rápido, os grelos pulsando, as bocas se encontrando. O cheiro de sexo, de suor, de tesão enchia o ar. Gozaram juntas, os corpos tremendo, os grelos ainda se tocando.
Os quatro caíram na cama, exaustos, sujos de lubrificante, suor, porra. Patrícia disse que nunca imaginou que ia gostar tanto de ser puta. Marcos disse que nunca imaginou que ia gostar tanto de ser corno. Carlos disse que nunca imaginou que ia gostar tanto de ser comido. Lilian disse que nunca imaginou que ia gostar tanto de comer todo mundo. Eles riram. Patrícia perguntou se iam repetir amanhã, e Lilian disse que iam repetir todo dia. Dali em diante, a família nunca mais foi a mesma. Os quatro viraram amantes, cúmplices, amigos. E o corno descobriu que ser corno não era fraqueza. Era o maior tesão da vida dele.
Foto 1 do Conto erotico: O DESFILE DAS CALCINHAS

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Ficha do conto

Foto Perfil casalbisexpa
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Nome do conto:
O DESFILE DAS CALCINHAS

Codigo do conto:
264760

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
18/06/2026

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