Daniel (34 anos): Marido, engenheiro civil. Corpo magro, 1,78m, 72kg. Sempre foi tímido e reservado. Casado com Patrícia há 8 anos. Nunca explorou sua sexualidade além do convencional. É ciumento e possessivo, mas está aprendendo a lidar com seus sentimentos. Patrícia (32 anos): Esposa, arquiteta. Corpo curvilíneo, seios médios, bunda grande. Tem um clitóris muito sensível, sua principal zona de prazer. É mais extrovertida que o marido, mas também nunca explorou seus limites. Determinada e decidida. Carlos (38 anos): Professor de Jiu-Jitsu, faixa preta. Corpo atlético, 1,85m, 85kg. Barba por fazer, olhos penetrantes. É casado, mas tem fama de ser "muito próximo" dos alunos. Aline (26 anos): Aluna avançada, faixa azul. Corpo esguio, cabelos curtos, tatuagens. É bissexual assumida e adora provocar. Pedro (29 anos): Aluno avançado, faixa roxa. Corpulento, peludo, 1,80m, 90kg. É hetero, mas adora o contato físico do esporte. Daniel e Patrícia frequentavam a academia de musculação há dois anos. Todas as noites, depois do trabalho, eles se encontravam na sala de musculação, cada um em seu canto, fazendo seus exercícios. Mas havia algo que sempre chamava a atenção de Daniel: os atletas de Jiu-Jitsu. Eles passavam pelos corredores com seus kimonos, seus corpos suados e muitas vezes machucados, mas com um ar de confiança que Daniel admirava. Ele sempre quis fazer Jiu-Jitsu, mas nunca teve coragem de se inscrever. Patrícia também observava os atletas. Mas seu olhar era diferente. Ela via os corpos se movendo, os músculos se contraindo, a pele suada brilhando sob a luz. E sentia um calor que não tinha nada a ver com o esforço físico. — Você viu aquele grupo? — Patrícia perguntou um dia, apontando para os atletas que saíam do tatame. — Eles parecem tão... intensos. Daniel seguiu seu olhar. — É o Jiu-Jitsu. Sempre quis fazer, mas... — Mas o quê? Daniel hesitou. — Não sei. Sempre achei que seria... estranho. Patrícia riu. — Estranho como? — Ficar agarrado com outros homens... — Daniel admitiu, corando. Patrícia levantou uma sobrancelha. — E você acha que eu não ia gostar de ficar agarrada com outros homens? Daniel ficou em silêncio. Ele nunca tinha pensado nisso. E a ideia o incomodava profundamente. — Você não vai fazer Jiu-Jitsu — ele disse, sua voz mais firme do que pretendia. Patrícia o encarou. — Por que não? — Porque... porque é perigoso. Você pode se machucar. — Isso é desculpa — Patrícia disse, seus olhos brilhando. — Você está com ciúmes. — Não estou! — Daniel protestou, mas sua voz traiu suas palavras. Patrícia se aproximou, sua mão tocando o braço dele. — Daniel, eu sei que você tem ciúmes. Mas isso não é saudável. Eu preciso fazer coisas que me façam bem. E se eu quiser fazer Jiu-Jitsu, vou fazer. Daniel abriu a boca para argumentar, mas Patrícia o interrompeu. — Vamos fazer um trato. Vamos assistir a uma aula juntos. Se você achar que é realmente perigoso, eu desisto. Mas se você achar que é só ciúme... então você vai ter que lidar com isso. Daniel suspirou. — Tudo bem. Uma aula. Eles chegaram à academia no horário do treino noturno. O tatame estava cheio de alunos se aquecendo. O ar cheirava a suor, borracha e esforço. Carlos, o professor, os recebeu com um aperto de mão firme. — Qual o nome de vocês? — Daniel e Patrícia — disse o marido. — Sejam bem-vindos. Fiquem à vontade para assistir. — ele disse, seus olhos percorrendo os dois. Eles se sentaram na borda do tatame. O treino começou. Daniel observou com atenção. Os alunos se moviam com fluidez, seus corpos se entrelaçando em posições que pareciam impossíveis. Havia homens e mulheres treinando juntos, seus corpos se tocando sem cerimônia. O suor escorria pela pele deles, brilhando sob a luz. Patrícia, por outro lado, não conseguia desviar o olhar de um aluno específico: Pedro. O homem era grande e peludo, com pelos escuros no peito que se estendiam até sua barriga. Quando ele montou em cima de uma aluna, seu corpo pressionou o dela, e Patrícia viu como ele se movia com uma força controlada. Ela imaginou como seria estar no lugar daquela mulher. Sentir o peso do corpo de Pedro contra o seu, o cheiro do seu suor — um odor masculino e intenso — o calor da sua pele. Como seria ter seu corpo grande pressionando o dela, seus pelos roçando sua pele, sua respiração quente perto do seu ouvido. Patrícia sentiu um arrepio percorrer seu corpo. Sua buceta começou a molhar. Ela cruzou as pernas, tentando disfarçar, mas o desejo era inegável. Ela imaginou Pedro montado em cima dela, seu pau duro pressionando sua bunda, seus dedos escorregando pelo seu corpo suado. Como seria sentir aquele homem peludo e forte sobre ela, dominando-a? Ela imaginou seus seios sendo pressionados contra o tatame, sua bunda sendo levantada, seu cu sendo exposto. Patrícia mordeu o lábio, sentindo o calor se espalhar por seu corpo. Ela nunca tinha se sentido assim antes. Tão excitada, tão vulnerável. Daniel também estava tendo seus próprios pensamentos. Ele viu uma aluna — Aline — montar em cima de um aluno. Seu corpo esguio e tatuado pressionava o dele, e Daniel imaginou como seria estar no lugar daquele homem. Mas então ele viu Patrícia. Seus olhos estavam fixos em Pedro. Daniel sentiu uma pontada de ciúmes. Mas havia algo mais. Uma excitação estranha que crescia em seu peito. Ele olhou para Pedro novamente. O homem era grande, peludo, claramente dominante. Daniel imaginou Pedro montado em Patrícia. Seu corpo grande cobrindo o dela, suas mãos fortes segurando seus quadris. Daniel imaginou os seios de Patrícia sendo pressionados contra o tatame. Ele imaginou a bunda de Patrícia sendo levantada, exposta. Ele imaginou Pedro se esfregando contra a buceta de Patrícia, contra seu cu. Daniel sentiu seu pau endurecer. Ele nunca tinha imaginado outro homem tocando sua esposa. A ideia sempre o enchia de ciúmes e raiva. Mas agora, algo havia mudado. A ideia o excitava. — O que você está achando? — Patrícia sussurrou, seus olhos ainda fixos no tatame. — É... intenso — Daniel respondeu, sua voz um pouco mais rouca do que o normal. — Eu quero fazer isso — Patrícia disse, sua voz cheia de determinação. — Vou me inscrever. Com ou sem você. Daniel sabia que ela estava falando sério. Ele suspirou. — Tudo bem. Vamos fazer juntos. Em casa, depois do banho, Daniel foi o primeiro a entrar no chuveiro. A água quente escorria por seu corpo, mas ele não conseguia parar de pensar no que tinha visto. Ele fechou os olhos, e as imagens voltaram. Pedro montado em Patrícia. Seu corpo grande cobrindo o dela. Suas mãos fortes segurando seus quadris. Daniel imaginou os seios de Patrícia sendo pressionados contra o tatame. Ele imaginou a bunda de Patrícia sendo levantada, exposta. Ele imaginou Pedro se esfregando contra a buceta de sua esposa, contra seu cu. Ele imaginou Patrícia gemendo sob o peso de Pedro. Ele imaginou seus olhos se revirando de prazer. Ele imaginou a buceta de Patrícia encharcada, escorrendo, pronta para ser penetrada. Daniel sentiu seu pau endurecer. Ele pegou o sabonete e começou a se masturbar lentamente, as imagens se misturando em sua mente. Ele imaginou Pedro penetrando Patrícia. Seu pau grande entrando na buceta de sua esposa. Ele imaginou Patrícia gritando de prazer. Ele imaginou Pedro gozando dentro dela. Daniel acelerou o movimento, sua respiração ofegante. Ele nunca tinha se sentido assim antes. Tão excitado, tão confuso, tão cheio de desejo. Ele imaginou Pedro montado em Patrícia, seu pau entrando e saindo da buceta dela. Ele imaginou o sêmen de Pedro escorrendo pela perna de Patrícia. Ele imaginou limpar o sêmen de Pedro com a língua. Daniel gozou com um gemido abafado, seu sêmen escorrendo pelo ralo. Ele ficou parado, ofegante, tentando processar o que tinha acabado de acontecer. Ele tinha se masturbado imaginando outro homem comendo sua esposa. Pela primeira vez em sua vida, ele tinha sentido prazer com a ideia de ser corno. Daniel saiu do chuveiro, ainda atordoado. Patrícia estava na cama, lendo um livro. Ela olhou para ele, seus olhos brilhando. — Demorou, hein? — ela disse, um sorriso nos lábios. — Eu... estava pensando — Daniel respondeu, sentando-se ao lado dela. — Pensando no quê? Daniel hesitou. — Na aula. No que a gente viu. Patrícia fechou o livro, seus olhos fixos nos dele. — Eu também. Não consigo parar de pensar. — Em quê? — Daniel perguntou, sua voz um sussurro. Patrícia se aproximou, sua mão tocando seu rosto. — Melhor não falar — disse Patrícia com receio. — Me conta. Somos um casal, temos que confiar um no outro — disse Daniel, já com medo da resposta e ao mesmo tempo excitado. — Em Pedro. Em como ele montou naquela aluna. Em como eu queria estar no lugar dela. Como seria a sua reação, pois você sempre foi muito ciumento e possessivo. Daniel sentiu o ciúme apertar seu peito. Mas também sentiu a excitação crescer. — Você queria? — ele perguntou. — Sim — Patrícia admitiu. — E você? Queria estar no lugar daquele aluno que a Aline montou? Daniel ficou em silêncio. — Eu também — ele confessou. — Mas também pensei em você. Em Pedro montado em você. Patrícia arregalou os olhos. — Você pensou nisso? — Sim — Daniel disse. — E eu... eu gostei. Patrícia deslizou a mão para baixo, encontrando a ereção de Daniel. Ele estava duro, pulsando sob seus dedos. — Você está tão duro — ela sussurrou. — Só de pensar em Pedro montado em mim? — Sim — Daniel gemeu. Patrícia o beijou com fome, sua mão deslizando sobre seu pau. — Me fala — ela sussurrou contra seus lábios. — Me fala o que você imaginou. Daniel gemeu, fechando os olhos. — Eu imaginei ele montado em você. O corpo grande dele cobrindo o seu. As mãos dele segurando seus quadris. — E o que mais? — Patrícia perguntou, sua mão acelerando o movimento. — Eu imaginei os seios dele pressionando suas costas. Imaginei o pau dele contra sua bunda. Imaginei ele entrando em você. Patrícia gemeu, sentindo o próprio corpo responder. — Me chama de Pedro — ela sussurrou. — Me chama de Pedro enquanto você me come. Daniel a virou de costas, penetrando-a com força. — Pedro — ele gemeu, movendo-se dentro dela. — Você está tão gostosa, Pedro. — Sim — Patrícia respondeu, ofegante. — Me come, Pedro. Me come como você sempre quis. Daniel acelerou o ritmo, perdendo-se na fantasia. — E você — Patrícia disse, virando-se para olhá-lo. — Você é a Aline. Você é a Aline montando em mim. Daniel gemeu, sentindo o prazer crescer. — Sim — ele respondeu. — Sou a Aline. Estou montando em você. — Me beija, Aline — Patrícia sussurrou. — Me beija como você sempre quis. Daniel se inclinou e a beijou, suas línguas se encontrando em um beijo selvagem. — Você gosta disso? — Patrícia perguntou, ofegante. — Gosta de ser a Aline? — Sim — Daniel respondeu. — Eu adoro. — Então goza, Aline — Patrícia disse. — Goza dentro de mim. Daniel gritou quando o orgasmo o atingiu, seu corpo tremendo sobre o dela. Patrícia seguiu logo depois, seu corpo se contorcendo de prazer. Quando finalmente se separaram, ofegantes, Daniel a puxou para perto. — Eu nunca imaginei que seria tão bom — ele disse. — Eu também não — Patrícia respondeu. — Mas foi. Daniel sorriu. — E amanhã? — Amanhã — Patrícia disse, beijando-o — a gente descobre o que mais a vida tem pra oferecer. A semana de treinos começou. Daniel e Patrícia se dedicaram, aprendendo as posições básicas, os movimentos, as técnicas. A cada dia, os toques se tornavam mais intensos. Carlos os colocava em posições cada vez mais íntimas. A guarda, a montada, o frango assado. Patrícia adorava cada minuto. Ela sentia o corpo dos outros alunos contra o seu, o suor escorrendo, os músculos se contraindo. E cada noite, ela contava para Daniel o que tinha sentido. — Hoje, a Aline montou em mim — ela disse após o terceiro dia. — Eu senti a buceta dela na minha bunda. Daniel gemeu. — E você gostou? — Gostei — Patrícia admitiu. — E você? O que você sentiu? Daniel hesitou. — Quando o Pedro montou em mim... eu senti o pau dele na minha bunda. Patrícia arregalou os olhos. — E você gostou? Daniel não respondeu. Mas seu corpo disse tudo. Naquela noite, deitados na cama, Patrícia não conseguia parar de pensar na confissão de Daniel. Ela se virou para ele, seus olhos brilhando na penumbra. — Daniel — ela chamou, sua voz um sussurro. — Eu preciso te perguntar uma coisa. Daniel sentiu o coração acelerar. — O quê? — Hoje quando o Pedro montou em você... foi a primeira vez que você sentiu um pau na sua bunda? Daniel ficou em silêncio, sua respiração presa. Ele sentiu o rosto queimar. — Daniel? — Patrícia insistiu, sua mão tocando seu peito. — Me conta. — Eu... — Daniel gaguejou. — Não foi a primeira vez. Patrícia sentiu o próprio corpo responder, uma onda de excitação percorrendo-a. — O que você quer dizer? Daniel respirou fundo. — Quando eu era mais jovem... eu brincava com meu primo. A gente brincava de pira-esconde, e a gente sempre se escondia junto. Ele... ele sempre ficava se esfregando na minha bunda. Por cima da roupa. Eu nunca falei nada, mas eu... eu gostava. Patrícia sentiu o coração acelerar. — E depois? — Depois, quando comecei a trabalhar, eu pegava ônibus lotado. No horário de pico. Às vezes, no meio da multidão, eu sentia alguém se esfregando em mim. Uma vez, um cara... ele ficou muito tempo atrás de mim, e eu senti o pau dele na minha bunda. Daniel engoliu em seco. — Mas eu nunca me achei gay. Eu só... gostava da situação. Enquanto ele falava, a mão de Patrícia deslizou para baixo, encontrando seu pau. Ele estava duro, pulsando sob seus dedos. — Você está tão excitado contando isso — ela sussurrou. — Sim — Daniel admitiu, ofegante. — Eu... eu não sei por quê. Patrícia começou a masturbar seu pau lentamente, seus dedos deslizando sobre a pele quente. — Você gostou de sentir o pau do seu primo na sua bunda? — Sim — Daniel gemeu. — Você gostou de sentir o pau daquele homem no ônibus? — Sim — Daniel respondeu, sua voz rouca. Patrícia o puxou para perto, virando-o de bruços. Ela montou sobre ele, seu corpo pressionando o dele. Sua buceta molhada roçou a bunda de Daniel, e ela começou a se esfregar contra ele. — Você vai sentir minha buceta agora — ela sussurrou. — Vai sentir meu grelo na sua bunda. Não vou tocar no seu pau. Você vai gozar só com a sensação da minha buceta na sua bunda. Daniel gemeu, sentindo o calor da buceta de Patrícia contra sua pele. Ela começou a se mover, seu corpo deslizando sobre o dele. — Sente — ela sussurrou. — Sente como é ser tocado assim. Patrícia acelerou o movimento, seu grelo pressionando a bunda de Daniel. Ela sentia o corpo dele tremer sob o dela. — Você está gostando? — ela perguntou. — Sim — Daniel gemeu, sua voz abafada pelo travesseiro. — Sim, Patrícia. Eu estou adorando. Patrícia sentiu o corpo de Daniel começar a tremer. Ela sabia que ele estava perto. — Goza, Daniel — ela sussurrou. — Goza só com a sensação da minha buceta na sua bunda. Daniel gritou quando o orgasmo o atingiu, seu sêmen jorrando sobre os lençóis. Patrícia continuou se movendo, prolongando o prazer dele. Quando ele finalmente parou de tremer, Patrícia se deitou ao lado dele, puxando-o para perto. — Foi lindo — ela disse. — Você foi lindo. Daniel estava ofegante, seus olhos marejados. — Eu nunca imaginei que seria assim — ele disse. — Como? — Tão... intenso. Patrícia sorriu. — Isso é só o começo. No quinto dia, depois do treino, Daniel e Patrícia foram ao banheiro se trocar. Quando Daniel saiu, viu Patrícia conversando com Carlos. O professor estava perto demais. Sua mão tocava o braço de Patrícia. Daniel sentiu uma pontada de ciúmes. Mas então Patrícia se virou e o viu. Ela sorriu, e Daniel soube, naquele momento, que algo havia mudado. No carro, a caminho de casa, Patrícia estava radiante. — O Carlos disse que eu tenho perfil de lutadora — ela disse, seus olhos brilhando. — Disse que eu só preciso de algumas dicas particulares para melhorar minha luta. Daniel sentiu o ciúmes apertar seu peito. — Dicas particulares? — ele repetiu. — Sim — Patrícia disse. — Ele disse que poderia fazer isso para mim a custo zero. Mas não sabia onde fazer, porque a academia é muito lotada. O tatame sempre está ocupado. Daniel franziu a testa. — E onde vocês vão fazer? — Pensei no prédio — Patrícia disse. — Tem uma academia lá, e um espaço onde fazem dança e pilates. Os moradores podem usar. Vai ser pela manhã, enquanto você está no trabalho. Daniel ficou em silêncio, processando a informação. — Você está com ciúmes? — Patrícia perguntou, um sorriso nos lábios. — Estou — Daniel admitiu. — Mas... — Mas o quê? — Mas também estou excitado — Daniel confessou. Patrícia sorriu. — Eu também. Na manhã seguinte, Patrícia acordou cedo. Vestiu roupas de academia — um top preto e uma legging colada que marcava cada curva do seu corpo. Daniel a observou enquanto se arrumava para ir ao trabalho, seu corpo já respondendo ao desejo. — Você está tão gostosa — ele murmurou. Patrícia se aproximou e o beijou. — Vou pensar em você — ela sussurrou. — Enquanto ele me toca, vou pensar em você. Ele saiu para trabalhar, deixando ela esperando o professor, mas com seus pensamentos no que poderia ocorrer. Daniel tentou trabalhar, mas não conseguia se concentrar. Ele ficou o dia inteiro de pau duro, imaginando o que estava acontecendo no prédio. Carlos estava tocando sua esposa? Estava fazendo mais do que tocar? Ele se levantou da mesa, foi ao banheiro e se masturbou. Mas não foi suficiente. Ele precisava saber. No final do dia, Daniel chegou em casa antes do horário habitual. Ele estava radiante de tesão, mal podia esperar para ver Patrícia. Ela ainda com as roupas de academia. Seu corpo estava suado, seu rosto corado, e um sorriso misterioso brilhava em seus lábios. — Como foi? — Daniel perguntou, sua voz mais calma do que se sentia. Patrícia se sentou ao lado dele, seus olhos brilhando. — Foi... intenso — ela disse. — Carlos é um ótimo professor. — Como foi? — Daniel repetiu, sua voz um sussurro. — Me conta tudo. Patrícia se aproximou, sua mão tocando o rosto dele. — A gente começou com alongamentos — ela disse. — Ele me ajudou a alongar as pernas, os braços, o pescoço. As mãos dele estavam tão quentes... Daniel gemeu. — E depois? — Depois, a gente fez exercícios para melhorar meus músculos para o Jiu-Jitsu. Ele ficou atrás de mim, me guiando. As mãos dele estavam nos meus quadris, na minha cintura. Patrícia se levantou e começou a demonstrar. — Ele me colocou na posição de quatro. E ficou atrás de mim, me corrigindo. Ela se ajoelhou no sofá, sua bunda apontada para Daniel. A legging colada marcava cada curva. — Ele colocou a mão na minha bunda. Disse que eu precisava manter a posição. E enquanto ele falava, ele se esfregou em mim. Daniel sentiu o pau endurecer. — Ele encostou o pau dele na sua bunda? — Sim — Patrícia disse. — Eu senti. Ele estava duro. Daniel gemeu. — E o que mais? Patrícia se virou, sentando-se no colo dele. — Ele me ensinou a posição de guarda. E para isso, ele teve que ficar entre minhas pernas. O corpo dele pressionou o meu. Ela colocou as mãos nos ombros de Daniel, seus olhos brilhando. — Eu senti o pau dele na minha buceta. Por cima da roupa. Mas eu senti. Daniel gemeu, suas mãos encontrando a cintura dela. — E você gostou? — Gostei — Patrícia confessou. — Gostei muito. Ela deslizou para baixo, ajoelhando-se na frente dele. Ela desabotoou a calça de Daniel e tirou seu pau para fora. Estava duro, pulsando. — Mas não foi só isso — ela disse, começando a lamber a ponta do pau dele. — Depois do treino, ele me levou para a academia do prédio. Daniel ofegou. — Academia? — Sim — Patrícia disse, sua língua deslizando sobre o pau dele. — Ele disse que eu precisava fortalecer alguns músculos específicos para o Jiu-Jitsu. Que ia ser um personal trainer de graça. Daniel gemeu. — E o que ele fez? Patrícia tirou o pau da boca e se levantou. Ela começou a demonstrar os exercícios. — Ele me colocou no aparelho de agachamento — ela disse, agachando-se lentamente. — Ficou atrás de mim, me corrigindo. Daniel observou, hipnotizado, enquanto Patrícia se movia. — As mãos dele estavam nos meus quadris — ela disse. — E quando eu descia, ele descia comigo. Ela se levantou lentamente, seus olhos encontrando os dele. — Ele me colocou no banco de supino. Deitada. Ele ficou em cima de mim, me ajudando a levantar o peso. Patrícia se deitou no sofá, imitando a posição. — O corpo dele pressionou o meu. E eu senti o pau dele na minha buceta. Daniel se levantou, incapaz de conter seu desejo. — E você gostou? — ele perguntou, sua voz rouca. — Sim — Patrícia disse. — Eu adorei. Daniel se ajoelhou na frente dela, seus olhos fixos em sua buceta molhada. — Me conta mais — ele disse. — Ele me colocou no aparelho de abdução — Patrícia disse, abrindo as pernas. — Eu tive que abrir e fechar as pernas. E ele ficou na minha frente, me observando. Daniel se inclinou e começou a lamber a buceta de Patrícia. Ela era doce, molhada, quente. — Ele me disse que eu tinha uma bunda perfeita — Patrícia gemeu. — Que ele adorava me ver naquela posição. Daniel acelerou o movimento, sua língua encontrando o clitóris de Patrícia. — E então ele me colocou no colchonete — ela disse, ofegante. — Me ensinou alguns alongamentos. Eu tive que abrir as pernas bem abertas. E ele se ajoelhou na minha frente. Daniel sentiu o corpo de Patrícia começar a tremer. — E eu vi o volume na calça dele — ela disse. — Ele estava com tanto tesão. Daniel ergueu a cabeça. — E você? Patrícia o puxou para cima. — Eu também — ela sussurrou. — Fiquei com tanto tesão que achei que fosse gozar ali mesmo. Daniel a beijou com fome, suas línguas se encontrando. — E você quer fazer de novo? — ele perguntou. — Sim — Patrícia disse. — Quero. Daniel a virou de costas e penetrou-a com força. — Então vai fazer — ele disse. — Vai treinar com ele de novo. — Sim — Patrícia respondeu. — Vou. Daniel gritou quando o orgasmo o atingiu, seu corpo tremendo sobre o dela. Patrícia seguiu logo depois. Quando finalmente se separaram, ofegantes, Daniel a puxou para perto. — Eu nunca imaginei que seria tão bom — ele disse. — Eu também não — Patrícia respondeu. — Mas foi. Daniel sorriu. — E amanhã? — Amanhã — Patrícia disse, beijando-o — a gente descobre o que mais a vida tem pra oferecer. Na sexta-feira, Daniel estava no trabalho, ainda excitado com as aventuras da semana. Ele pegou o celular e abriu o WhatsApp. Um novo grupo havia sido criado: "Jiu-Jitsu Academia - Turma da Noite". Ele entrou no grupo. Havia mensagens de Carlos, Pedro, Aline e outros alunos. Daniel começou a ler as conversas, rindo das piadas e dos comentários sobre os treinos. Patrícia também estava no grupo. Ela havia enviado uma mensagem agradecendo a todos pela recepção. Carlos respondeu com um emoji de fogo. Pedro mandou um "bem-vinda". Aline mandou um beijo. Daniel sentiu uma pontada de ciúmes. Mas também sentiu a excitação crescer. Ele saiu do WhatsApp e entrou no Instagram. Procurou por Pedro. Encontrou seu perfil. Fotos de treinos, competições, viagens. Daniel passou o dedo pelas fotos, admirando o corpo do atleta. Nos comentários, várias mulheres elogiavam suas fotos, chamando-o de gostoso. Daniel sentiu seu pau endurecer. Ele imaginou Patrícia nos braços de Pedro. Imaginou o corpo peludo do atleta pressionando o da sua esposa. Ele então procurou por Aline. Encontrou seu perfil. Fotos de academia, tatuagens, viagens. E então, ele viu: uma foto de Aline com uma mulher linda, de cabelos longos e olhos puxados — uma japinha perfeita. A legenda dizia: "Minha vida." Daniel arregalou os olhos. Aline tinha uma namorada. E ela era linda. Ele voltou para o WhatsApp, procurou o contato de Aline. Clicou na foto de perfil dela. Era uma foto onde Aline aparecia com a namorada, se beijando. Ambas eram lindas, com corpos perfeitos. Daniel sentiu a excitação crescer. Ele imaginou Aline e sua namorada juntas. Imaginou como elas se amavam, como se tocavam, como se comiam. Ele foi para o Instagram da namorada de Aline. O perfil era de uma moça chamada Yumi. Ela tinha fotos de viagens, de academia, de praia. Daniel viu uma foto em que Yumi aparecia de biquíni. Ela tinha um corpo perfeito — seios pequenos, cintura fina, bunda empinada. Daniel sentiu o pau pulsar. Ele imaginou Aline e Yumi juntas. Quem era a ativa? Quem dominava? Como elas se comiam? Ele voltou para o WhatsApp e começou a olhar as fotos de perfil de Aline e Yumi. Deu zoom. Apertou a imagem. Queria ver cada detalhe. — Meu Deus — ele murmurou. — Que mulheres. Ele imaginou Aline montada em Yumi. Seu corpo esguio pressionando o da namorada. Suas mãos segurando seus quadris. Sua boca beijando seus seios. Ele imaginou Yumi de quatro, Aline atrás dela, penetrando-a com um vibrador. Os gemidos, os suspiros, o suor. Daniel estava ofegante. Ele pegou o celular e foi ao banheiro. Fechou a porta. Sentou-se no vaso. Abriu as fotos novamente. Ele começou a se masturbar, olhando as fotos de Aline e Yumi. Imaginou as duas juntas, se amando, se comendo. Imaginou Patrícia no meio delas. Ele imaginou Patrícia deitada com Yumi. As duas se beijando, se tocando. Imaginou Aline assistindo, se masturbando, excitada com a cena. Ele imaginou Yumi montada em Patrícia, sua buceta roçando a de Patrícia. Imaginou Aline se aproximando, beijando as duas. Daniel gozou com um gemido abafado, seu sêmen escorrendo pelos dedos. Ele ficou parado, ofegante, tentando processar o que tinha acabado de fazer. Ele tinha se masturbado imaginando Aline e Yumi juntas. E também imaginando Patrícia com elas. Daniel saiu do banheiro, ainda atordoado. Ele voltou para sua mesa, mas não conseguia se concentrar. Só conseguia pensar nas fotos, nos corpos, no desejo. Naquela noite, Daniel e Patrícia estavam deitados na cama. Daniel ainda estava excitado, pensando nas fotos que tinha visto. — Patrícia — ele chamou, sua voz um sussurro. — Hum? — ela respondeu, sonolenta. — Eu descobri uma coisa hoje. Patrícia se virou para ele, seus olhos se abrindo. — O quê? — Eu entrei no grupo do WhatsApp da academia — Daniel disse. — E procurei o perfil do Pedro e da Aline. Patrícia sentou-se, seus olhos brilhando. — E o que você descobriu? — A Aline tem uma namorada — Daniel disse. — Uma japinha linda. O nome dela é Yumi. Patrícia arregalou os olhos. — Uma japinha? — Sim — Daniel disse. — Ela é linda. Tem um corpo perfeito. Patrícia sentiu a excitação crescer. — E você... gostou do que viu? — Sim — Daniel admitiu. — Eu... eu me masturbei olhando as fotos delas. Patrícia sentiu o próprio corpo responder. — Você se masturbou? — Sim — Daniel disse. — Imaginando as duas juntas. E imaginando você com elas. Patrícia se aproximou, sua mão encontrando o pau de Daniel. Ele estava duro, pulsando. — Me conta — ela sussurrou. — Me conta o que você imaginou. Daniel gemeu, fechando os olhos. — Eu imaginei Aline e Yumi juntas. Imaginei elas se beijando, se tocando. Imaginei Yumi de quatro, Aline atrás dela. Patrícia começou a masturbar seu pau lentamente. — E o que mais? — Imaginei você no meio delas — Daniel disse, ofegante. — Imaginei você deitada com Yumi. As duas se beijando. Imaginei Aline assistindo. Patrícia gemeu. — Eu quero isso — ela sussurrou. — Quero estar com elas. Daniel a puxou para perto. — Vamos fazer isso — ele disse. — Vamos descobrir o que elas querem. Patrícia sorriu. — Como? — Vamos começar devagar — Daniel disse. — Vamos puxar assunto no grupo. Descobrir o que elas gostam. Patrícia se inclinou e o beijou. — Eu te amo — ela disse. — Eu também te amo — Daniel respondeu. Na semana seguinte, Daniel e Patrícia ainda estavam excitados com as descobertas que haviam feito. O grupo do WhatsApp estava mais ativo do que nunca, com fotos dos treinos, piadas e comentários sobre as lutas. Foi Aline quem quebrou o gelo. — "Gente, que tal a gente fazer um churrasco de fim de ano? Podia ser na minha casa. Tenho piscina, churrasqueira... vai ser divertido!" Os emojis de fogo e palmas se espalharam pelo grupo. Carlos respondeu: — "Adorei a ideia! Posso levar a carne e a cerveja." Pedro mandou: — "Vou levar os refrigerantes." A esposa de Carlos, uma mulher morena e simpática chamada Fernanda, também respondeu: — "Vou levar saladas e sobremesas!" Patrícia olhou para Daniel, seus olhos brilhando. Ela estava radiante. — "Vamos?" — ela perguntou, sua voz um sussurro. Daniel sentiu o coração acelerar. Ele sabia que algo grande estava prestes a acontecer. — "Vamos." Patrícia respondeu no grupo: — "Nós vamos! O que a gente pode levar?" Aline respondeu rapidamente: — "Tragam só vocês ??" O coração de Daniel disparou. Aline estava flertando abertamente com Patrícia. — "Ela está dando em cima de você" — Daniel disse. — "Eu sei" — Patrícia respondeu, um sorriso nos lábios. — "E eu gostei." Naquela noite, deitados na cama, Daniel e Patrícia não conseguiam dormir. A excitação era palpável no ar. — "O que você acha que vai acontecer?" — Daniel perguntou. — "Não sei" — Patrícia disse. — "Mas espero que aconteça tudo." Daniel a puxou para perto, sua mão deslizando pelo corpo dela. — "Eu quero ver você com ela" — ele sussurrou. — "Quero ver você com a Aline. E com a Yumi. Quero ver você sendo dominada por elas." Patrícia gemeu, sentindo o corpo responder. — "E eu quero ver você com o Pedro" — ela respondeu. — "Quero ver você sendo dominado por ele. Quero ver você de quatro para ele." Daniel sentiu o pau endurecer. — "Nós estamos ficando loucos?" — "Talvez" — Patrícia disse, beijando-o. — "Mas é uma loucura gostosa." Ela deslizou a mão para baixo, encontrando sua ereção. — "Me fala mais" — ela sussurrou. — "Me fala o que você quer fazer com Pedro." Daniel gemeu, fechando os olhos. — "Eu quero sentir ele atrás de mim. Quero sentir o pau dele na minha bunda. Quero que ele me penetre enquanto você assiste." Patrícia começou a masturbar seu pau lentamente. — "E eu quero que você me veja com Aline e Yumi. Quero que você veja eu sendo comida por elas." Daniel ofegou. — "Sim. Eu quero ver isso." Patrícia se sentou sobre ele, sua buceta molhada roçando seu pau. — "Então vamos fazer isso" — ela disse. — "Vamos nos entregar." Ela deslizou sobre ele, e os dois se perderam no prazer. O dia do churrasco chegou. Daniel e Patrícia estavam nervosos e excitados. Patrícia vestiu um vestido curto, vermelho, que marcava cada curva do seu corpo. O decote era generoso, mostrando a curva dos seus seios. A saia era tão curta que quase mostrava a calcinha. Daniel colocou uma camisa de linho branca, aberta no peito, e uma bermuda bege. Ele queria parecer descontraído, mas seu coração batia acelerado. — "Você está perfeita" — Daniel disse, admirando a esposa. — "Você também" — Patrícia respondeu, ajustando o vestido. — "Vamos?" — "Vamos." Chegaram à casa de Aline. Era uma casa moderna, de dois andares, com piscina e área gourmet. As luzes de Natal piscavam nas árvores do jardim, e músicas animadas tocavam em um som ambiente. Carlos já estava lá, com sua esposa Fernanda. Eles estavam na área da churrasqueira, tomando uma cerveja. Pedro estava na churrasqueira, virando a carne, suado, com uma regata que mostrava seus braços fortes e peludos. Aline e Yumi estavam na piscina, tomando uma cerveja. Aline usava um biquíni preto que realçava seu corpo esguio e tatuado. Yumi usava um biquíni branco, que contrastava com sua pele morena. Seu corpo era perfeito — seios pequenos e firmes, cintura fina, bunda empinada. — "Bem-vindos!" — Aline exclamou, saindo da piscina. A água escorria por seu corpo, brilhando sob a luz do sol. Ela abraçou Patrícia, um pouco mais demorado do que o necessário. Patrícia sentiu o corpo de Aline contra o seu, a pele ainda molhada, o calor do seu corpo. — "Que bom que vocês vieram" — Aline sussurrou no ouvido de Patrícia. — "Estava com saudades." Patrícia sentiu um arrepio percorrer seu corpo. — "Eu também" — ela respondeu, sua voz um sussurro. Daniel observava, seu corpo respondendo ao desejo. Ele sentiu uma mão no seu ombro. Era Pedro. — "E aí, cara" — Pedro disse. — "Vem ajudar aqui na churrasqueira." Daniel foi, aliviado por ter algo para fazer. Enquanto virava a carne, ele sentia o olhar de Pedro sobre ele. O homem era grande, peludo, com um cheiro masculino e intenso. — "Você está bem?" — Pedro perguntou, sua mão tocando o ombro de Daniel. — "Sim" — Daniel respondeu. — "Só... nervoso." — "Não precisa ficar" — Pedro disse, sua voz grave. — "Aqui todo mundo é amigo." O toque de Pedro era quente, firme. Daniel sentiu um arrepio percorrer seu corpo. Yumi se aproximou de Patrícia, que estava na beira da piscina. — "Você é tão linda" — Yumi disse, sua voz macia. — "Aline não parou de falar de você." Patrícia sentiu o calor subir por seu rosto. — "Ela é muito gentil." — "Não é gentileza" — Yumi disse, seus olhos percorrendo o corpo de Patrícia. — "Ela realmente gostou de você." Patrícia sentiu a excitação crescer. Yumi estava flertando com ela. — "E você?" — Patrícia perguntou, sua voz um sussurro. — "Você gostou de mim?" Yumi sorriu, um sorriso lento e cheio de promessas. — "Estou gostando." O ar ficou tenso. Patrícia sentiu o corpo responder ao olhar de Yumi. O churrasco estava uma delícia. As pessoas riam, conversavam, bebiam. O álcool começou a soltar os ânimos. Carlos serviu mais cerveja. Fernanda trazia saladas. Pedro virava a carne, seu corpo suado brilhando. Aline e Yumi se divertiam na piscina. Foi Aline quem sugeriu o jogo. — "Vamos jogar verdade ou desafio?" — ela perguntou, seus olhos percorrendo o grupo. Todos concordaram. As perguntas começaram leves, divertidas. — "Carlos, verdade ou desafio?" — Aline perguntou. — "Verdade." — "Qual foi a coisa mais ousada que você fez no tatame?" Carlos riu. — "Não posso contar aqui." — "Ah, pode sim!" — Fernanda disse, rindo. — "Conta!" Carlos corou. — "Uma vez... eu e uma aluna... a gente acabou se pegando depois do treino." Todos riram. — "Então o professor também apronta!" — Pedro disse. O jogo continuou. As perguntas ficaram mais quentes. — "Patrícia" — Aline disse. — "Verdade ou desafio?" Patrícia sentiu o coração acelerar. — "Desafio." — "Beija a Yumi" — Aline disse, seus olhos brilhando. Patrícia olhou para Daniel. Ele assentiu, seu coração disparando. Ela se aproximou de Yumi e a beijou. Foi um beijo demorado, doce, cheio de promessas. Yumi correspondeu, suas mãos encontrando o cabelo de Patrícia. Daniel sentiu o pau endurecer. Ele observou as duas se beijando, suas línguas se encontrando, seus corpos se pressionando. — "Isso é lindo" — Aline disse, seus olhos fixos nas duas. Quando o beijo terminou, Patrícia estava ofegante. Yumi sorria, seus olhos brilhando. — "Sua vez, Daniel" — Pedro disse. — "Verdade ou desafio?" Daniel engoliu em seco. — "Desafio." — "Beija a Patrícia" — Pedro disse. — "Mas enquanto você a beija, eu vou te tocar." O ar ficou tenso. Daniel olhou para Patrícia. Ela assentiu. Daniel se aproximou de Patrícia e a beijou. Foi um beijo profundo, cheio de desejo. Enquanto beijava, ele sentiu a mão de Pedro em suas costas, descendo lentamente até sua bunda. Daniel gemeu contra os lábios de Patrícia. Pedro apertou sua bunda com força, seus dedos se enterrando na carne. — "Isso mesmo" — Pedro sussurrou. — "Deixe-se levar." A mão de Pedro deslizou para a frente, encontrando o pau duro de Daniel por cima da bermuda. — "Você está tão duro" — Pedro sussurrou. — "Gosta disso?" Daniel gemeu, incapaz de responder. Aline se aproximou de Patrícia, suas mãos encontrando seus quadris. — "Você quer mais?" — Aline perguntou. — "Sim" — Patrícia respondeu, ofegante. Aline a puxou para a beira da piscina, onde Yumi as esperava. — "Vamos nos divertir" — Aline disse. A noite caiu. As luzes de Natal piscavam no jardim. A música continuava tocando, mas todos estavam concentrados no jogo. Aline olhou para o grupo, um sorriso malicioso nos lábios. — "Quem quer levar isso para o próximo nível?" — ela perguntou. Todos ficaram em silêncio. O ar estava carregado de desejo. Daniel olhou para Patrícia. Ela assentiu. — "Nós queremos" — Daniel disse, sua voz firme. Aline sorriu. — "Então vamos." Ela se levantou e tirou o biquíni. Seus seios pequenos e firmes se ergueram para o ar. Seu corpo tatuado brilhava sob a luz das estrelas. Yumi fez o mesmo, revelando seu corpo perfeito. Seus seios pequenos, seus quadris largos, sua bunda empinada. Patrícia tirou o vestido, revelando seu corpo curvilíneo. Seus seios médios, sua cintura fina, sua bunda grande. Daniel tirou a camisa e a bermuda, ficando apenas de cueca. Seu corpo magro tremia de excitação. Carlos e Fernanda também se despiam. Fernanda era morena, com seios grandes e um corpo voluptuoso. Carlos era atlético, com músculos definidos. Pedro foi o último, tirando a regata e a bermuda. Seu corpo peludo era impressionante — pelos escuros no peito, na barriga, descendo até sua virilha. Aline guiou Patrícia para a beira da piscina, onde uma espreguiçadeira os esperava. Yumi as seguia, seus olhos brilhando com desejo. — Deita — Aline disse, sua voz um comando suave. Patrícia obedeceu, deitando-se na espreguiçadeira. Seu corpo estava nu, sua pele brilhando sob a luz das estrelas. Seus seios médios se erguiam, os mamilos endurecidos. Aline se ajoelhou ao lado dela, seus dedos traçando o contorno do corpo de Patrícia. Ela deslizou a mão pela barriga, pelos quadris, até a buceta molhada. — Você está tão molhada — Aline sussurrou. — Tão pronta. Ela se inclinou e beijou Patrícia, suas línguas se encontrando. Enquanto beijava, seus dedos encontraram o clitóris de Patrícia, massageando-o lentamente. Patrícia gemeu, seus quadris se movendo contra a mão de Aline. — Você gosta disso? — Aline perguntou. — Sim — Patrícia respondeu, ofegante. Yumi se aproximou, ajoelhando-se do outro lado. Ela beijou o pescoço de Patrícia, descendo até seus seios. Sua língua encontrou o mamilo de Patrícia, chupando-o lentamente. Patrícia gritou, sentindo as duas mulheres a tocarem ao mesmo tempo. — Você é tão sensível — Yumi sussurrou. Aline deslizou para baixo, sua boca encontrando a buceta de Patrícia. Sua língua deslizou sobre o clitóris, em movimentos circulares. Patrícia arqueou as costas, seus dedos se enterrando nos cabelos de Aline. — Isso... é incrível — ela gemeu. Yumi continuava a chupar seus seios, sua mão encontrando a mão de Patrícia. Elas entrelaçaram os dedos, e Yumi sussurrou: — Goza, Patrícia. Goza para nós. Patrícia gritou quando o orgasmo a atingiu, seu corpo se contorcendo sob as duas mulheres. Aline ergueu a cabeça, seus lábios brilhando com os fluidos de Patrícia. Ela se inclinou e beijou Yumi, compartilhando o sabor. — Você é deliciosa — Aline disse, olhando para Patrícia. Yumi se posicionou entre as pernas de Patrícia, sua boca encontrando a buceta ainda pulsante. Ela lambeu lentamente, saboreando cada gota. — Sua vez — Aline disse, puxando Yumi para perto. — Deita. Yumi obedeceu, deitando-se ao lado de Patrícia. Aline se posicionou sobre ela, suas bocetas se encontrando. Elas começaram a se esfregar lentamente, seus clitóris se roçando. Patrícia observava, hipnotizada, enquanto as duas se amavam. Ela viu Aline dominar Yumi, seus quadris se movendo em um ritmo hipnótico. — Isso é lindo — Patrícia murmurou. — Venha — Aline disse, estendendo a mão para Patrícia. — Junte-se a nós. Patrícia se aproximou, e as três se entrelaçaram. Corpos se movendo juntos, mãos explorando, bocas beijando. Enquanto as mulheres se entregavam ao prazer, Pedro guiou Daniel para um canto mais isolado do jardim. Uma espreguiçadeira estava ali, e Pedro a puxou para perto. — Deita — Pedro disse, sua voz grave. Daniel obedeceu, deitando-se de bruços na espreguiçadeira. Seu corpo magro tremia de antecipação. Pedro se ajoelhou atrás dele, suas mãos encontrando a bunda de Daniel. Ele a apertou com força, seus dedos se enterrando na carne. — Você é tão macio — Pedro sussurrou. — Tão perfeito. Ele se inclinou e beijou a bunda de Daniel, sua língua deslizando pela pele. Daniel gemeu, sentindo o calor da boca de Pedro. — Você quer isso? — Pedro perguntou. — Sim — Daniel respondeu, sua voz rouca. — Quero. Pedro aplicou lubrificante em seus dedos e na entrada do ânus de Daniel. Seu dedo penetrou lentamente, sentindo a resistência. — Relaxe — Pedro disse. — Deixe seu corpo se abrir. Daniel respirou fundo, sentindo o dedo de Pedro se mover dentro dele. Era uma sensação estranha, mas agradável. — Isso mesmo — Pedro disse. — Você está indo muito bem. Ele adicionou um segundo dedo, e Daniel ofegou. — Você está tão apertado — Pedro sussurrou. — Tão quente. Quando sentiu que Daniel estava pronto, Pedro posicionou-se atrás dele. Seu pau grande e duro roçou a entrada de Daniel. — Você quer sentir isso? — Pedro perguntou. — Sim — Daniel respondeu. — Quero sentir você dentro de mim. Pedro penetrou-o lentamente, sentindo o corpo de Daniel se abrir para ele. Daniel prendeu a respiração, mas não se afastou. — Você está dentro de mim — Daniel murmurou, maravilhado. — Estou — Pedro respondeu. — E você está perfeito. Ele começou a se mover, um ritmo lento e constante. Daniel sentiu Pedro se mover dentro dele, e pela primeira vez, ele não sentiu vergonha. Ele sentiu prazer. — Isso mesmo — Pedro disse. — Sinta. Daniel gemeu, seus dedos se enterrando na espreguiçadeira. Pedro acelerou o ritmo, seus quadris batendo contra a bunda de Daniel. — Você está gostando? — Pedro perguntou. — Sim — Daniel respondeu, ofegante. — É incrível. Pedro se moveu mais rápido, seus gemidos preenchendo o ar. — Goza, Daniel — Pedro disse. — Goza para mim. Daniel gritou quando o orgasmo o atingiu, seu sêmen jorrando sobre a espreguiçadeira. Pedro seguiu logo depois, derramando seu sêmen dentro de Daniel. Quando Pedro se afastou, Daniel estava ofegante, seus olhos marejados. — Foi lindo — Pedro disse, beijando suas costas. — Você foi perfeito. Enquanto Daniel se recuperava, Carlos se aproximou. Seu corpo atlético brilhava sob a luz das estrelas. — Sua vez — Carlos disse, sua voz um comando suave. — Você quer sentir como é ser dominado por um professor? Daniel engoliu em seco, mas assentiu. — Sim — ele disse. — Quero. Carlos o virou de costas, suas mãos fortes segurando seus quadris. — Você vai sentir cada centímetro de mim — Carlos disse. Ele penetrou Daniel lentamente, sentindo o corpo de Daniel se abrir para ele. Daniel ofegou, mas não se afastou. — Isso mesmo — Carlos disse. — Você está indo muito bem. Carlos começou a se mover, seu ritmo mais rápido que o de Pedro. Daniel sentiu cada movimento, cada pulsação. — Você está dentro de mim — Daniel murmurou. — Estou — Carlos respondeu. — E você é meu. Ele acelerou o ritmo, seus quadris batendo contra a bunda de Daniel. — Goza, Daniel — Carlos disse. — Goza para mim. Daniel gritou quando o orgasmo o atingiu. Carlos se afastou de Daniel e se aproximou de Patrícia. Ela ainda estava na espreguiçadeira, ofegante depois de seu tempo com Aline e Yumi. — Sua vez — Carlos disse. — Você quer sentir como é ser comida por um professor? Patrícia sentiu o corpo responder. — Sim — ela disse. — Quero. Carlos a virou de bruços, suas mãos fortes segurando seus quadris. Ele a penetrou lentamente, sentindo seu corpo quente e molhado. — Você é tão gostosa — Carlos sussurrou. — Tão perfeita. Ele começou a se mover, seu ritmo rápido e intenso. Patrícia gemeu, seus dedos se enterrando na espreguiçadeira. — Você está gostando? — Carlos perguntou. — Sim — Patrícia respondeu, ofegante. — É incrível. Carlos acelerou o ritmo, seus gemidos preenchendo o ar. — Goza, Patrícia — Carlos disse. — Goza para mim. Patrícia gritou quando o orgasmo a atingiu. Enquanto Patrícia se recuperava, Aline e Yumi se aproximaram de Daniel. — Sua vez — Aline disse, seus olhos brilhando. — Você quer sentir o que é estar entre duas mulheres? Daniel sentiu o corpo responder. — Sim — ele disse. — Quero. Aline se ajoelhou na frente dele, sua boca encontrando seu pau. Ela o chupou lentamente, sua língua deslizando sobre a pele. Yumi se posicionou atrás dele, seus dedos encontrando sua bunda. Ela o penetrou lentamente, seus dedos se movendo dentro dele. Daniel gemeu, sentindo as duas mulheres o tocarem ao mesmo tempo. — Você está tão duro — Aline sussurrou. — Tão gostoso. Yumi acelerou o movimento, seus dedos encontrando seu ponto G. — Isso mesmo — Yumi sussurrou. — Sinta. Daniel gritou quando o orgasmo o atingiu. Patrícia se aproximou de Pedro, que ainda estava ofegante depois de sua vez com Daniel. — Sua vez — ela disse, seus olhos brilhando. — Você quer sentir como é estar com uma mulher? Pedro sorriu. — Quero. Patrícia o puxou para a espreguiçadeira, deitando-se sobre ele. Sua buceta molhada roçou seu pau. — Você está tão duro — ela sussurrou. — Você está tão molhada — ele respondeu. Patrícia deslizou sobre ele, sentindo seu pau penetrá-la lentamente. — Isso mesmo — ela gemeu. — Sinta. Ela começou a se mover, seus quadris descrevendo círculos. Pedro gemeu, suas mãos encontrando seus quadris. — Você é tão gostosa — ele disse. — Você também — ela respondeu. Patrícia acelerou o ritmo, seus gemidos preenchendo o ar. — Goza, Patrícia — Pedro disse. — Goza para mim. Patrícia gritou quando o orgasmo a atingiu. Quando todos se separaram, eles se reuniram no centro do jardim. Carlos, Pedro, Aline, Yumi, Daniel e Patrícia — todos nus, todos ofegantes. — Vamos fazer algo especial — Aline disse. — Vamos nos entregar completamente. Ela guiou Patrícia para o centro, e os outros se posicionaram ao redor. — Vocês são lindos — Aline disse. — Todos vocês. Ela beijou Patrícia, e Pedro beijou Daniel. Carlos beijou Yumi, e Fernanda se juntou ao grupo. Os corpos se entrelaçaram, mãos explorando, bocas beijando. Foi uma dança de prazer, uma celebração do desejo. Daniel sentiu Pedro atrás dele, enquanto Patrícia estava na frente dele. Aline estava ao lado, sua mão encontrando seu pau. Yumi estava atrás de Patrícia, seus dedos encontrando sua buceta. Carlos estava no centro, sua mão encontrando o pau de Daniel enquanto sua outra mão encontrava a buceta de Patrícia. — Todos juntos — Carlos disse. — Todos se entregando. O grupo se moveu em uníssono, uma sinfonia de gemidos e suspiros. Daniel sentiu Pedro dentro dele enquanto ele penetrava Patrícia. Aline chupava seu pau enquanto Yumi chupava Patrícia. Foi uma experiência transcendental, uma entrega total. Daniel gozou dentro de Patrícia enquanto Pedro gozava dentro dele. Aline e Yumi gozaram juntas, seus corpos se contorcendo. Carlos gozou em suas mãos, lambendo o próprio sêmen. Quando finalmente se separaram, estavam exaustos, mas felizes. O dia seguinte chegou. Daniel e Patrícia estavam deitados na cama, ainda nus, ainda ofegantes. O sol entrava pela janela, iluminando seus corpos. Eles estavam exaustos, mas felizes. — Nós fizemos isso — Daniel disse, maravilhado. — Nós fizemos — Patrícia confirmou. — Você gostou? — Sim — Patrícia disse. — E você? — Sim — Daniel disse. — Mais do que eu imaginava. Patrícia se virou para ele, seus olhos brilhando. — Eu vi você com Pedro. Vi você sendo penetrado por ele. Daniel corou. — E você gostou? — Gostei — Patrícia disse. — Foi lindo ver você se entregar. Daniel a puxou para perto. — E eu vi você com Aline e Yumi. Vi você gozando com elas. Vi você sendo dominada por elas. Patrícia sorriu. — Foi incrível. Elas são tão... intensas. — E você com Carlos? — Daniel perguntou. — Eu vi você sendo comida por ele. Patrícia sentiu o corpo responder. — Foi maravilhoso — ela disse. — Ele é tão grande, tão dominante. Daniel beijou seu pescoço. — E eu vi você com Fernanda também. — Sim — Patrícia disse. — Ela é tão macia, tão quente. Daniel a beijou, suas línguas se encontrando. — E amanhã? — Amanhã — Patrícia disse, beijando-o de volta — a gente descobre o que mais a vida tem pra oferecer. Daniel a virou de costas, penetrando-a lentamente. — Eu te amo — ele disse. — Eu também te amo — Patrícia respondeu. Eles se moveram juntos, seus corpos se encontrando em um ritmo familiar. — Você está dentro de mim — Patrícia murmurou. — Estou — Daniel respondeu. — E você está perfeita. Eles gozaram juntos, seus corpos se contorcendo em prazer. Quando finalmente se separaram, ofegantes, Daniel a puxou para perto. — Eu nunca imaginei que uma semana de Jiu-Jitsu mudaria tanto a nossa vida — Patrícia disse. — Eu também não — Daniel concordou. — Você se arrepende? — Não — Daniel disse. — E você? — Não — Patrícia disse. — Acho que isso nos aproximou. Daniel a puxou para mais perto. — Acho que sim — ele disse. — Aprendemos algo importante. — O quê? — Que o desejo não tem limites — Daniel disse. — E que a confiança é tudo. Patrícia sorriu. — Então vamos continuar confiando um no outro. — Vamos — Daniel disse, beijando-a. Eles se aninharam juntos, os corpos ainda colados. O cheiro do sexo ainda pairava no ar, uma lembrança do que haviam vivido. — O que você mais gostou? — Daniel perguntou. — De tudo — Patrícia disse. — De sentir Aline e Yumi me tocando. De sentir Carlos dentro de mim. De ver você com Pedro. — E eu — Daniel disse. — De sentir Pedro dentro de mim. De ver você com Aline e Yumi. De sentir Carlos me dominar. Patrícia o beijou. — E nós? — E nós — Daniel disse. — Isso foi o melhor de tudo. Eles se aninharam juntos, assistindo ao sol nascer. A semana havia terminado, mas o que começou nela duraria para sempre. Eles haviam descoberto que o desejo não tem limites, que a confiança é tudo, e que o amor pode se expandir para incluir todos os prazeres. FIM
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