O DOMÍNIO DO SOGRO



Depois de dois anos de casado, eu ainda não sabia direito o que pensar do meu sogro. Um homem grande, braços grossos, mãos calejadas de tanto mexer com ferro e motor. Cabelo grisalho, olhos claros que pareciam enxergar dentro da gente. Sempre foi gente boa comigo, desses que puxam papo, que oferecem cerveja, que dão tapinha nas costas. Mas tinha alguma coisa nele… um brilho no olhar quando olhava pra filha, um jeito de tocar nela que eu nunca consegui nomear.
Naquela noite, tava eu e ele num boteco perto da oficina. Ele pagou a rodada, como sempre, e a gente foi jogando conversa fora sobre futebol, sobre o serviço, sobre a vida. A cerveja gelada escorrendo garganta abaixo, o som do ventilador de teto rodando lento, o cheiro de fumaça e carne assada.
— Genro, você é um bom homem — ele disse, depois de um longo gole, os olhos fixos em mim. — Mas tem uma coisa que eu preciso te falar.
— Fala, sogrão.
Ele inclinou o corpo pra frente, os cotovelos apoiados na mesa de madeira gasta, as veias das mãos saltando. O suor escorria da testa dele, e ele limpou com o dorso da mão.
— Minha filha… ela é minha vida. E eu não vou deixar ninguém, nem você, fazer ela infeliz.
— Mas eu não faço, sogrão. Eu amo ela.
— Eu sei que ama. Mas amor não é só palavra, genro. Amor é ação. E tem certas coisas… que você ainda não aprendeu.
Eu não entendi direito, mas o jeito que ele falou mexeu comigo. A voz grave, o olhar penetrante, o cheiro de suor e cerveja que emanava dele.
Aí veio a mijada. Levantei, a bexiga apertando, e fui pro banheiro. O lugar era simples, com aquela luz amarelada, azulejo quebrado, cheiro de mijo e desinfetante. Abri o zíper, aliviei o peso, fechei os olhos… quando ouvi a porta ranger.
Entrou ele.
— Só um instante, genro — ele disse, a voz ecoando no banheiro pequeno, as botas fazendo barulho no chão molhado.
Ele parou do meu lado, tão perto que eu senti o calor do corpo dele. Puxou o short e tirou aquela pinto pra fora. Mole, já era o dobro da minha piroquinha. Ele sacudiu, uma mão grossa segurando a base, e começou a mijar. Mas o que me hipnotizou foi o tamanho. A cabeça arregaçada, roxa, as veias saltando mesmo mole. O prepúcio meio recolhido, deixando a glande exposta, brilhando com uma gota de urina. Os pentelhos escuros, grossos, subindo pelo ventre.
Eu não conseguia desviar o olhar. Meu pau deu uma leve endurecida, e eu tentei disfarçar, mas ele percebeu. Eu vi o sorriso no canto da boca dele enquanto ele terminava.
Minha sogra deve chorar noites com essa pika cabeçuda e grossa…
Ele deu aquela sacudida clássica, duas ou três vezes, e guardou o bicho devagar, como quem não tem pressa, ajeitando as bolas dentro da cueca. Depois virou pra mim, um sorriso safado no canto da boca.
— Gostou do que viu, genro?
Engoli seco, minha garganta seca.
— Que isso, sogrão… tô só reparando. É que a sogra deve gemer fino com esse trambolho, né? — dei uma risada sem graça, tentando disfarçar o tremor na voz.
Ele riu, uma risada grave que ecoou no banheiro, e deu um passo mais perto. Senti o cheiro dele, suor, cerveja, tabaco.
— Pois é, genro. Mas o problema é outro — ele falou, ajeitando o short, os olhos não desviando dos meus. — Se você não tratar bem minha filha, vou ter que te ajudar. Porque com esse pintinho aí, ela deve passar é vontade…
— Como assim, sogrão? A buceta dela é normal, ué… a gente transa, ela goza…
Ele checou o ambiente, deu mais um passo, agora encostando o peito no meu. Senti o calor do corpo dele, os pelos do peito roçando na minha camisa.
— Normal? A buceta da minha filha é bem larga, genro. Ela foi feita pra ser preenchida. Esse pinto fino que você tem, esse pinto de menino, não preenche ela direito. Você acha que ela goza com você? Acorda, rapaz. Ela finge. Ela sempre fingiu. Porque ela é educada, porque ela não quer te magoar.
Fiquei em silêncio. O ar do banheiro parecia mais pesado, o cheiro de mijo e desinfetante se misturando com o suor dele. Como ele sabia disso? Como ele sabia o tamanho da buceta da própria filha?
A dúvida ficou martelando na minha cabeça como um prego sendo batido.
Ele deu um tapinha no meu ombro, forte, quase me desequilibrando.
— Pensa nisso, genro. Pensa bem.
E saiu, deixando a porta do banheiro aberta, o som do ventilador ecoando.
Sábado de manhã. O sol mal tinha nascido, e ele já tava batendo na minha janela.
— Vem, genro! Vai me ajudar na oficina. Tenho umas coisas pra arrumar.
Eu tava de moleton e cueca, coçando o olho, o cabelo bagunçado. Ele já tava de bermuda jeans, camisa aberta no peito, os pelos grisalhos brilhando com o suor da manhã. Os braços grossos, as mãos calejadas, o cheiro de café e sabonete.
— Agora, sogrão? É cedo…
— Cedo nada. Levanta, homem. Vamos. A tarde esquenta e eu não vou ficar derretendo lá.
No carro, ele dirigia com uma mão só, a outra descansando na coxa peluda. De bermuda folgada, dava pra ver o volume descansando entre as pernas. O ar-condicionado quebrado, então a gente ia com os vidros abertos, o vento quente batendo no rosto. O cheiro dele — suor, perfume barato, óleo de motor, café — tomava conta do carro.
— Sabe, genro — ele começou, sem tirar os olhos da estrada, a mão na coxa. — Eu sempre quis ter um filho homem. Mas veio ela. Não que eu reclame, porque ela é a minha menina, minha vida. Mas eu sempre imaginei que um dia teria um genro pra me ajudar, pra aprender comigo, pra ser meu braço direito.
— E eu tô aqui, sogrão.
— Tá. Mas você ainda é muito mole. Muito passivo. Muito… com medo. Preciso te ensinar a ser homem. A ser macho. A tomar o que é seu.
Eu não entendi direito, mas aquela frase ficou ecoando na minha cabeça. O que ele queria dizer com "tomar o que é seu"?
Chegamos na oficina. Um galpão grande, telhado de zinco, as paredes de tijolo à vista. Cheio de peças penduradas, pneus empilhados, o chão manchado de óleo e graxa. O cheiro de ferro quente, borracha queimada, e o suor dele que agora tava mais forte.
Ele me colocou pra segurar uma peça — um eixo de carro, pesado — enquanto ele apertava uns parafusos. Cada movimento, o corpo dele roçava no meu. A bermuda jeans áspera esfregava na minha bunda "sem querer". A mão dele passava nas minhas costas, descendo até a minha cintura, os dedos grossos quase tocando minha pele.
— Segura firme, genro — ele falava, a voz grossa, perto do meu ouvido. A respiração quente no meu pescoço.
Eu sentia o calor do corpo dele, o peito peludo e suado encostando nas minhas costas. O suor escorrendo da testa dele pingava no meu pescoço, escorrendo pela minha coluna. Cada vez que ele se esticava pra pegar uma ferramenta, a virilha dele pressionava minha bunda. Eu sentia o volume, duro, quente, crescendo por cima da roupa.
— Tá difícil de chegar nesse parafuso — ele murmurou, a voz rouca. — Me ajuda aqui.
Ele passou na minha frente, e eu senti a mão dele deslizando pela minha cintura, puxando meu corpo contra o dele. A bermuda dele roçou na minha bunda, e eu senti claramente o contorno daquela pirocona, dura, latejando. O calor do pau dele através do tecido, a grossura, o comprimento.
Meu coração disparou. Meu pau endureceu na hora. Eu devia ter saído dali, devia ter dito alguma coisa. Mas meu corpo não obedecia. Minha boca não formava palavras.
— Pega a chave quinze ali no chão — ele pediu, dando um tapinha nas minhas costas, os dedos demorando um pouco mais que o necessário.
Eu me abaixei, os joelhos na graxa, a mão tremendo. Quando fui levantar, ele passou atrás de mim e pressionou a bunda dele contra a minha, firme. Senti o pau dele duro, grosso, contra meu cu, por cima da calça. Ele ficou ali, alguns segundos, respirando pesado no meu ouvido, a mão na minha cintura, os dedos cravados na minha carne.
— Você cheira bem, genro — ele sussurrou, a boca quase tocando minha orelha. — Cheira a homem.
Eu não consegui responder. Minhas pernas tremiam. Quando virei, ele estava encostado na bancada, a bermuda aberta, a mão envolta naquela pirocona dura, latejando. Uns 23cm, grossa, veiuda, com a cabeça roxa de tão dura, uma gota de pré-gozo brilhando na ponta.
O suor escorria pelo peito dele, descendo pelos pelos grisalhos, molhando a cueca, escorrendo pela barriga. O cheiro de macho, de tesão, de suor, tomou conta do ambiente.
— Chega aqui — ele falou, a voz rouca, quase um sussurro, os olhos fixos nos meus. — Chega aqui, genro. Não tenha medo.
Meus pés se moveram sozinhos. Parecia que eu tava fora do corpo, vendo tudo de cima, como num filme. Cada passo em direção a ele era um passo pro abismo. O chão de cimento frio, a luz amarelada da lâmpada pendurada no teto, o zumbido das moscas.
— Ajoelha — ele mandou.
Eu hesitei. Olhei nos olhos dele, vi o brilho de autoridade. Aí ele me deu um tapa na cara. Não foi forte o bastante pra doer, mas foi o bastante pra me colocar no lugar. A mão dele, grossa, pesada, estalou na minha bochecha.
— Eu disse: ajoelha.
Caí de joelhos no chão frio da oficina. A brita e a graxa machucavam os joelhos, mas eu nem sentia. Só conseguia olhar pra aquela pika na minha frente, latejando, a cabeça roxa, as veias saltando.
Ele segurou meu queixo com uma mão grossa, ergueu minha cabeça.
— Abre a boca.
Tentei falar, mas a jeba já tava entrando. A cabeça enorme, quente, escorregando pela minha língua. Eu senti o gosto salgado do suor, do prepúcio, da pele dele, do pré-gozo. Minha garganta fechou, ele entrou mais fundo. Eu engasguei, os olhos lacrimejando.
— Relaxa, viadinho. Respira pelo nariz.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos, começou a meter na minha boca, lento, profundo. Eu sentia a ponta da pika batendo no fundo da minha garganta, arranhando, entalando. O ar faltava. As lágrimas escorriam pelo meu rosto, misturadas com saliva e suor.
— Minha filha foi reclamar com a mãe que você não dá conta. Que você não preenche ela direito — ele falava, enquanto me comia a boca, a voz calma, quase didática. — Ela disse que você mete rápido, que não sabe fazer direito. Que não tem pegada. Eu sei do que você gosta, viadinho. Eu vi o jeito que você olhou pro meu pau no banheiro. Eu vi o olhar de desejo.
Ele aliviou a pressão por um instante, deixando eu respirar, a pika ainda na minha boca.
— Chupa. E sem morder. Se morder, eu te arrebento.
Eu chupei. Chupei como nunca chupei nada na vida. Passei a língua na cabeça, nos veios, na base, no saco. Chupei com vontade, com medo, com tesão. Ele gemia baixo, aprovação.
— Sabe por que eu sei que ela é larga? — ele falou, com a pika ainda na minha boca, puxando meu cabelo pra trás. — Porque fui eu que tirei a virgindade dela. Desde os 18 anos, ela é minha. Ela é minha filha, mas ela é minha mulher também. Você só casou com ela porque eu permiti. Porque eu escolhi você. Olhei você, analisei, vi que você tinha potencial.
Aquelas palavras me destruíram. Mas ao mesmo tempo, meu pau tava duro que nem pedra, latejando na cueca, molhando de pré-gozo.
Ele puxou a pika da minha boca, cuspiu na minha cara, a saliva quente escorrendo pela minha testa.
— Vira. Debruça na mesa.
Fiz sem pensar. Virei, debrucei na bancada de ferro, a superfície fria contra meu peito, o metal gelado arranhando minha pele.
Ele abaixou meu moleton, minha calça, minha cueca. O ar gelado tocou minha bunda exposta. Ele passou a mão na minha pele, os dedos grossos, ásperos.
— Bonita bunda — ele murmurou. — Macia. Branca.
Ele deu palmadas, fortes, uma de cada lado. A pele ardeu, o som estalou no galpão.
— Vai ter o que merece, viadinho.
Senti a língua quente, grossa, no meu buraco. Quente, molhada, se movendo devagar, abrindo caminho entre minhas nádegas. A língua dele, áspera, firme, lambendo meu cu com calma, com gosto. Não segurei os gemidos. Me abri todo, minha bunda se oferecendo.
— Tá gostando, né? — ele perguntou, a voz cheia de deboche.
— Sim… — eu gemi, a voz saindo em um gemido rouco.
Depois vieram os dedos. Um, entrando devagar, massageando as bordas. Dois, deslizando com saliva, me alargando. Eu senti cada centímetro, cada junta, cada movimento. O ardor gostoso, o preenchimento.
— Aaai, sogro… calma… tá machucando…
— Cala a boca, viadinho. Sei que tá gostando. Olha como você se abre. Olha como você quer.
Ele enfiou o terceiro dedo. Eu senti um ardor mais forte, um alongamento, um preenchimento que nunca senti. Minha respiração ofegante, os gemidos escapando sem controle.
Quando ele tirou os dedos, relaxei. Respirei fundo. Mas veio a cabeçorra, pressionando, entrando.
— Aaaaai! — gritei, alto, o som ecoando no galpão.
— Calma, genrinho safado… depois coloco mais.
E ele foi entrando devagar, cada centímetro daquela pika massacrante. A cabeça passou, o anel fechou atrás, e ele continuou. Eu senti cada veia, cada centímetro daquela pirocona entrando em mim, me rasgando, me preenchendo.
Quando ele encaixou tudo, o saco dele colou na minha bunda, os pentelhos grossos roçando na minha pele. Ele segurou minha cintura com força, os dedos cravados na minha carne, e ficou parado, sentindo meu corpo se adaptando.
— Agora você é meu, genro.
E começou a meter. Forte, fundo, ritmado. O som molhado do pau entrando e saindo, o barulho do saco batendo na minha bunda, o gemido rouco dele. Eu gemia sem parar, gemidos que eu nunca ouvi antes.
Não tive como não me entregar. Eu fui. Literalmente estuprado, mas amei. Cada segundo, cada estocada, cada palavra.
Naquela noite, eu não consegui dormir. O corpo doía, o cu ardia, mas a mente doía mais. Fiquei deitado, olhando pro teto, ouvindo a respiração dela ao meu lado, o som suave, o peito subindo e descendo.
Virei pra ela, acendi o abajur. A luz amarelada iluminou o rosto dela, os olhos ainda sonolentos, a alça do vestido caindo do ombro.
— Amor… posso te perguntar uma coisa?
Ela bocejou, esfregou os olhos, virou pra mim.
— Fala, tô ouvindo.
— Sua primeira vez… foi com seu pai?
Silêncio. Ela abriu os olhos devagar, me encarou, os olhos azuis brilhando. Depois um sorriso malicioso surgiu nos lábios dela.
— Quem te contou?
— Ele mesmo. Na oficina.
Ela riu baixinho, uma risada molhada, e passou a mão no meu peito, os dedos brincando com os meus pelos.
— Então você já sabe… Sim, foi ele. Eu tinha 18 anos. Recém-feita.
Ela se ajeitou, apoiou o rosto na mão, se virando pra mim.
— Foi no meu aniversário. Ele me levou pra um chalé na serra, disse que queria me dar um presente especial. Eu não desconfiei de nada. A gente sempre foi muito próximo, sabe? Ele sempre foi carinhoso, cheio de abraços, beijos na testa. Mas naquela noite…
Ela fez uma pausa, os olhos brilhando com a lembrança, a mão ainda no meu peito.
— A gente tava na lareira, eu de vestido branco, ele de calça social. Ele me deu um vinho, a gente bebeu. O fogo crepitando, a luz laranja, o cheiro de madeira queimada. Aí ele começou a passar a mão nas minhas pernas, devagar, os dedos subindo. Me beijou, um beijo de língua, profundo. No começo eu fiquei assustada, mas ele foi tão gentil, tão paciente… me deitou na cama, beijou meu pescoço, desabotoou meu vestido.
Eu senti o pau endurecendo enquanto ela contava.
— Ele tirou minha calcinha, bem devagar. Eu tremia. Ele beijou minhas pernas, subiu beijando minha barriga, meus peitos, até chegar na minha boca. Enquanto me beijava, ele passou a mão na minha boceta. Eu tava molhada, muito molhada. Ele sentiu, sorriu, e disse: "Minha filha já tá pronta pro papai".
Ela riu, uma risada gostosa.
— Ele enfiou um dedo, depois dois. Eu gemi, arquei as costas, senti aquele preenchimento. Aí ele se ajeitou entre minhas pernas, a pika dele roçando na minha entrada. Era enorme, genro. Maior que a sua, desculpa falar. Ele foi entrando devagar, devagarinho, centímetro por centímetro. Doía, mas ele ia parando, beijando minha testa, dizendo que ia passar. Quando entrou tudo, eu senti um preenchimento que nunca mais esqueci. Ele começou a meter, primeiro lento, depois mais forte, o ritmo aumentando. Eu gozei três vezes naquela noite.
Eu tava duro, a cueca molhada de pré-gozo, a respiração ofegante.
— E você gozou com ele dentro de você? — perguntei, a voz falhando.
— Sim. E ele gozou dentro também. Disse que era pra marcar território. Que a partir daquele dia, eu era dele. E eu aceitei.
Ela deslizou a mão pro meu pau, começou a acariciar lento, passando a unha na cabeça, o movimento circular.
— Agora me diz uma coisa… como foi a sensação de ser comido pelo meu pai?
Antes que eu respondesse, ela já tava com a boca no meu pau. A boca quente, molhada, sugando com força, a língua deslizando. Enquanto me chupava, senti os dedos dela, dois de uma vez, enfiando no meu cu, bem devagar, sem avisar.
— Aaai! — eu gemi, arquei as costas, os dedos apertando o lençol.
Ela riu com a boca cheia, continuou chupando, os dedos entrando e saindo, o movimento ritmado.
— Relaxa, viadinho. Se meu pai te comeu, eu também posso te comer.
Ela tirou os dedos, saiu da cama. Eu ouvi a geladeira abrir, o barulho dos legumes. Ela voltou com uma cenoura grande, descascada, laranja, lisa, fria.
— Minha vez agora.
Ela me virou de bruços, a mão firme nas minhas costas, a outra segurando a cenoura. Passou a cenoura gelada na minha bunda, a ponta roçando no meu cu, o frio fazendo minha pele arrepiar. Depois enfiou devagar, centímetro por centímetro.
A cenoura era grossa, mais grossa que os dedos, e foi entrando com uma pressão firme. Eu gemia, os dedos apertando o lençol. Ela ria baixinho.
— Tá vendo? Agora você sabe como é ser preenchido. Meu pai te ensinou bem.
Ela enfiou a cenoura inteira, o legume desaparecendo dentro de mim. Depois começou a mexer, rodar, puxar e empurrar, o movimento lento e torturante. Eu gemia feito cachorro, a voz saindo em gemidos roucos.
— E aí? Gostou da primeira vez do meu pai?
— Sim… sim… — eu só conseguia gemer, o corpo todo tremendo.
Depois que ela tirou a cenoura, eu caí na cama, ofegante, suado, o corpo todo molhado. O coração batendo forte.
— Mas sua mãe sabe? — perguntei, ainda ofegante, a voz fraca.
Ela riu alto, um riso gostoso que ecoou no quarto.
— Sabe? Claro que sabe! Ela participa!
— O quê?!
Ela se ajeitou, pegou o celular na mesa de cabeceira. A tela iluminou o rosto dela, os olhos brilhando.
— Olha.
Era uma foto. Ela, o pai e a mãe, todos nus, abraçados numa praia linda. O corpo dela moreno, o pai forte, os músculos definidos, a mãe com os seios grandes, caídos, um sorriso largo. O sol dourado, a areia branca, o mar azul.
— Praia de nudismo no sul. Fomos os três. No primeiro dia, meu pai me comeu na areia, de quatro, as mãos dele na minha cintura, enquanto minha mãe olhava, se masturbando na toalha. Depois ela veio, sentou na minha cara, a boceta quente na minha boca, e mandou eu chupar ela enquanto meu pai me comia. Foi a primeira vez que fizemos os três juntos. Eu tinha 19.
Ela passou pra outra foto. Quarto de motel, espelho no teto refletindo tudo. Eles três na cama, ela de quatro, o pai atrás, a mãe por baixo, chupando a boceta da filha enquanto o pai metia.
— Essa foi na segunda vez. Meu pai me comeu, minha mãe sentou na minha cara, e depois ela chupou ele enquanto ele me comia. Ela adorava ver ele gozar em mim. Dizia que era lindo ver a filha sendo preenchida pelo pai, que era natural, que era amor de verdade.
Ela riu, mostrou a terceira foto. Os três numa banheira de hidromassagem, as bolhas brancas cobrindo os corpos. Ela sentada no pai, a pika dele enterrada nela, a mãe sentada no rosto dela, a boceta da mãe na boca da filha. Todos molhados, os rostos vermelhos de tesão.
— E essa foi a última vez, antes do nosso casamento. Minha mãe me ensinou a chupar ele direito, disse que eu tinha que aprender pra poder agradar meu marido. Mas na verdade, ela queria me ver sendo comida por ele mais uma vez. Ela gosta de ver, gosta de participar, gosta de sentir que a família é unida.
Ela guardou o celular, se ajeitou ao meu lado, a mão no meu peito.
— Então agora você sabe. A história toda. E você faz parte dela, porque meu pai te escolheu. Ele te observou, te analisou, viu que você tinha potencial. E ele estava certo.
Fiquei em silêncio. Minha cabeça girava, as imagens se misturando.
— E você… gosta disso? — perguntei, a voz baixa, quase um sussurro.
Ela me olhou, os olhos profundos, a mão acariciando meu rosto.
— Eu amo. E você também vai aprender a amar. Porque agora, você é nosso. Meu pai, minha mãe, e eu. Você pertence a essa família. Você foi escolhido, genro.
Ela deitou a cabeça no meu ombro, a mão ainda no meu peito, a respiração suave.
— Descansa. Amanhã a gente continua.
No sábado seguinte, ela me acordou cedo.
— Levanta, amor. A gente vai jantar na casa dos meus pais hoje.
Meu estômago embrulhou. Eu sabia que não era um jantar comum. Mas não tive coragem de recusar.
Chegamos lá no fim da tarde. A casa era grande, de madeira, com um quintal cheio de árvores. A sogra já tava na cozinha, o avental amarrado na cintura, o cabelo preso. Ela me deu um beijo no rosto, demorado, os lábios macios.
— Que bom que você veio, genro — ela disse, a voz doce, os olhos brilhando. — Vai sentar na sala, o pai já chega.
Eu sentei no sofá, as mãos suando. A esposa foi ajudar a mãe na cozinha. Eu ouvia os risos delas, as panelas batendo.
O sogro entrou pela porta dos fundos, a camisa aberta no peito, o suor brilhando. Ele olhou pra mim, sorriu.
— Genro. Que bom que veio. Senta ali, vou pegar uma cerveja.
Ele voltou com duas garrafas, sentou ao meu lado, tão perto que as coxas se encostaram.
— Tá nervoso? — ele perguntou, a voz baixa.
— Não, sogrão. Só… tranquilo.
— Relaxa. Hoje é uma noite especial.
O jantar foi servido. A mesa grande, a toalha de linho, os pratos de porcelana. A sogra sentou à minha frente, a esposa ao meu lado, o sogro na cabeceira.
Durante o jantar, o clima era estranho. A sogra me olhava de um jeito diferente, um brilho nos olhos. Ela passava a mão no cabelo, mordia os lábios. O sogro contava piadas, a esposa ria.
Eu senti a mão da sogra na minha perna, por baixo da mesa. Os dedos subindo, devagar, apertando minha coxa.
— Tá gostando da comida, genro? — ela perguntou, a voz doce, enquanto os dedos subiam.
— Tá… tá uma delícia, sogra — respondi, a voz trêmula.
O sogro riu.
— Ela cozinha bem, né? Mas não é só na cozinha que ela é boa.
A mão da sogra chegou no meu pau, apertou por cima da calça. Eu senti o calor, o aperto.
— Deixa eu ver esse negócio — ela sussurrou.
— Sogra, aqui não…
— Aqui sim.
Ela abriu meu zíper, enfiou a mão, pegou no meu pau. Começou a acariciar, devagar, enquanto o sogro e a esposa continuavam a conversar como se nada estivesse acontecendo.
O sogro olhou pra mim, sorriu.
— Ela gosta de você, genro. Ela quer você também.
— O quê?
— Minha mulher quer te experimentar. E você vai dar pra ela. Porque agora, você é nosso.
Depois do jantar, a sogra me levou pro quarto. Ela me deitou na cama, tirou minha roupa, beijou meu pescoço, desceu beijando meu peito, minha barriga.
— Tá nervoso, genro? — ela perguntou, a voz quente.
— Um pouco…
— Relaxa. A mamãe vai cuidar de você.
Ela chupou meu pau com uma habilidade que eu nunca vi. A boca quente, a língua deslizando, os dedos apertando minhas bolas. Eu gemia, arqueava as costas.
O sogro e a esposa entraram no quarto, sentaram na poltrona, assistindo. A esposa se masturbava, os dedos na boceta. O sogro tinha o pau na mão, se masturbando devagar.
A sogra montou em mim, sentou no meu pau, a boceta quente e molhada deslizando. Ela cavalgava em mim, os seios balançando, os gemidos altos.
— Isso, genro… me come… me enche…
O sogro se levantou, veio atrás da esposa, enfiou o pau na boca dela. Ela chupava ele enquanto assistia a mãe me montar.
— Olha a mamãe, filha — ele dizia. — Olha como ela goza no seu marido.
E a sogra gozou, gritando, se contraindo em mim.
Depois, ela se virou, ficou de quatro, e pediu:
— Agora me come atrás, genro. Me come gostoso.
Eu fui, enfiei nela, comi ela com força. O sogro veio atrás de mim, enfiou dois dedos no meu cu, me alargando.
— Agora você é da família, genro. Completamente.
No dia seguinte, a sogra me chamou pra conversar na sala, sozinhos.
— Senta aqui, genro.
Sentei, nervoso.
— Você precisa saber a verdade — ela começou, os olhos sérios. — Eu não fui sempre a esposa do seu sogro. Eu fui a filha dele. Primeiro.
— O quê?!
— Ele é meu pai. E me comeu desde os 17 anos. Ele me ensinou tudo. Depois, quando eu fiz 18, ele conheceu minha mãe — a sua sogra, a mãe da sua esposa. Ela era irmã dele.
Minha cabeça girou.
— Então… a sua mãe…
— É irmã dele. Sim. A família é… unida. Sempre foi. Seu sogro começou comigo, depois com a minha mãe, depois com a nossa filha. E agora com você. É um ciclo. E você faz parte dele.
Ela passou a mão no meu rosto.
— Você não vai contar pra ninguém, genro. Porque se contar, ninguém vai acreditar. E você vai perder tudo. Sua esposa, sua casa, sua vida.
Ela se ajoelhou na minha frente, abriu minha calça.
— Agora, me chupa. E me chama de mamãe.
Eu chupei. Chupei com medo, com tesão, com nojo e desejo misturados. E quando ela gozou na minha boca, eu sabia que não tinha mais volta.
Duas semanas depois, a esposa me chamou no banheiro.
— Amor, preciso te contar uma coisa.
— Fala.
Ela segurou o teste de gravidez.
— Tô grávida.
Meu coração parou.
— É meu?
Ela balançou a cabeça, os olhos sérios.
— É do pai.
Eu caí sentado na privada. Minha cabeça rodava.
— Você vai criar como seu — ela disse, a voz firme. — É o que a família quer.
— Mas como vou explicar?
— Não precisa explicar. Você vai dizer que é seu. E pronto.
Eu olhei pra ela, os olhos cheios de lágrimas.
— E se eu não quiser?
Ela se ajoelhou na minha frente, passou a mão no meu rosto.
— Você quer. Você gosta. Você ama isso. Eu sei que ama.
Ela tirou minha calça, chupou meu pau, e quando eu gozei na boca dela, eu sabia que ela tinha razão.
A sogra me chamou pra casa dela, sozinhos.
— Hoje é só eu e você, genro.
Ela me levou pro quarto, me deitou, amarrou minhas mãos na cabeceira.
— Você vai aprender a ser submisso a mim também.
Ela passou a mão no meu corpo, beijou meu pescoço, mordeu meu ombro.
— Você vai gemer meu nome. Vai pedir. Vai implorar.
Ela enfiou um vibrador no meu cu, ligou na potência máxima. Eu gritei, arqueei as costas.
— Isso, genro. Grita. Mostra que você é meu.
Ela montou no meu rosto, a boceta quente na minha boca.
— Chupa. Chupa a boceta da sua sogra. Me faz gozar.
Eu chupei, chupei com vontade, chupei até ela gozar, gritando, se contraindo.
Depois ela me liberou, me deitou de bruços, e enfiou um cintaralho em mim.
— Agora você vai ser minha putinha.
Ela metia em mim, forte, fundo, enquanto me xingava, me chamava de viadinho, de puta.
Eu gozei sem nem tocar no pau. Só com o vibrador e o cintaralho.
Ela riu.
— Agora você é meu também.
Os quatro viajaram pra uma praia de nudismo no sul.
O sogro dirigia, a esposa e a sogra no banco de trás, eu no passageiro.
O vento batendo, o sol quente, o cheiro de mar.
Chegamos, montamos a barraca na areia. Tudo nu. Peles expostas, corpos à mostra.
O sogro me puxou pro mar, a água batendo na cintura.
— Você vai fazer um show hoje, genro.
— Como assim?
Ele me beijou na frente de todo mundo, a mão no meu pau.
— Você vai me chupar aqui. E todo mundo vai ver.
Foi o que eu fiz. Ajoelhei na areia, chupei ele na frente de dezenas de pessoas. Elas assistiam, algumas se masturbando, outras rindo, outras gemendo.
A esposa e a sogra se beijavam na toalha, os dedos uma na outra.
Quando o sogro gozou na minha boca, todo mundo aplaudiu.
Eu me senti sujo, humilhado, e nunca tão vivo.
Na volta, eu tentei me rebelar.
— Chega — falei no carro. — Não quero mais isso.
O sogro parou o carro no acostamento.
— O que você disse, genro?
— Disse que chega.
Ele me olhou, sério.
— Você acha que tem escolha? Você acha que pode sair?
Ele pegou o celular, mostrou um vídeo. Era eu, de quatro, gemendo, sendo comido por ele.
— Isso tá no meu celular, na nuvem, em três computadores. Se você sair, eu mostro pra todo mundo. Sua família, seus amigos, seu trabalho. Sua vida acaba.
Ele ligou o carro de novo.
— Agora, cala a boca. E agradece que eu te escolhi.
Eu fiquei em silêncio. Olhei pela janela, as árvores passando.
E no fundo, eu sabia que ele tava certo.
Eu não tinha saída. E pior: eu não queria mais sair.
Na noite seguinte, eles fizeram um ritual.
O sogro acendeu velas no quarto, colocou música ambiente.
A sogra me amarrou numa cadeira, a esposa me vendou.
— Hoje você vai se entregar completamente — o sogro disse.
Eles se revezaram em mim. A sogra sentou no meu colo, a esposa chupou meu pau, o sogro me comeu.
Três horas de sexo, sem parar, sem descanso.
Quando terminaram, eles me desamarraram.
O sogro se ajoelhou na minha frente, segurou minha mão.
— Agora você é oficialmente da família. Nunca mais vai ser só genro. Você vai ser filho também. Meu filho. E minha puta. E meu tudo.
Eu chorei.
Chorei de medo, de tesão, de alívio.
E no fundo, eu agradeci.
Seis meses depois, a filha dele deu à luz.
Era uma menina.
Eu segurei ela no colo, os olhos azuis, o cabelo claro.
Ela parece com o avô.
O sogro chegou perto, passou a mão no cabelo da bebê.
— Ela é linda — ele disse.
— Linda — eu respondi.
Ele me olhou, sorriu.
— Você vai ajudar a criar ela, genro. Mas lembra: ela vai ser minha também. Quando ela crescer, ela vai ser minha. Igual a mãe, igual a avó.
Eu olhei pra ele, os olhos fixos.
— Sim, sogrão.
E no fundo, eu sabia que o ciclo nunca ia acabar.
E eu estava pronto.
Foto 1 do Conto erotico: O DOMÍNIO DO SOGRO

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Ficha do conto

Foto Perfil casalbisexpa
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Nome do conto:
O DOMÍNIO DO SOGRO

Codigo do conto:
271108

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/08/2026

Quant.de Votos:
1

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