O SEGREDO DA NOSSA CASA



Meu nome é Pedro, tenho 34 anos, trabalho como engenheiro civil. Sou casado há 8 anos com Paula, uma loira de 32, corpo de academia, seios fartos e uma bunda que é um pecado. Mas essa história não é sobre ela.
Essa história é sobre minha irmã.
Marina, 31 anos, morena, cabelos negros e compridos, olhos verdes que sempre tiveram um brilho malicioso. Baixinha, 1,58m, corpo magro com curvas na medida certa, uma bunda redonda e dura, peitos médios que empinam sem sutiã. Ela é uma artista plástica, cheia de tatuagens, piercings e um sorriso que sempre me deixou desconcertado.
Crescemos juntos. Ela era minha sombra, minha caçula, minha protegida. E eu sempre soube que, desde pequena, ela tinha um jeito diferente de me olhar. Um olhar que ia além da admiração de irmã mais nova.
Tudo começou quando Marina fez 15 anos. Eu tinha 18.
Lembro da festa de aniversário dela. Ela usava um vestido azul, curto, que mostrava as pernas. Quando dancei com ela, senti seu corpo contra o meu, seus peitinhos começando a se formar.
— Pedro, você tá me olhando diferente — ela disse, com aquele sorriso malicioso.
— Tô não.
— Tá sim. E eu gosto.
Naquela noite, eu não consegui dormir. Fiquei pensando nela, na forma como seu corpo se movia, no cheiro do seu cabelo.
Nos anos seguintes, as coisas mudaram. Marina cresceu, ficou mais bonita, mais ousada. As roupas ficaram mais curtas, as saias subiam quando ela se inclinava, as blusas ficavam transparentes.
Ela começou a me provocar.
— Pedro, vem ver meu quarto novo — ela dizia, me puxando pela mão.
Lá, ela se deitava na cama, de barriga pra cima, a saia subindo, mostrando as coxas.
— O que você acha, irmão? Tô bonita?
— Tá — eu respondia, a voz falhando.
— Você gosta de me ver assim?
— Gosto.
— Então olha. Olha bem.
Ela abria as pernas, só um pouco, só o suficiente pra eu ver a calcinha. Minha respiração acelerava.
Foi nessa época que comecei a desenvolver um fetiche que me envergonhava, mas que me deixava louco de tesão.
Eu comecei a cheirar as calcinhas e os absorventes de Marina.
Tudo começou quando fui ao banheiro e vi a calcinha dela no cesto de roupas sujas. Era uma calcinha branca, de algodão, com uma mancha amarelada no centro. Sem pensar, levei ao nariz.
O cheiro era forte, doce, ácido. O cheiro da buceta da minha irmã.
Meu pau endureceu na hora. Levei a calcinha pro meu quarto, fechei a porta. Sentei na cama, cheirei fundo, sentindo o aroma da buceta de Marina. Comecei a me masturbar, imaginando ela nua, imaginando enfiar meu pau naquela buceta.
Gozei em dois minutos, na calcinha dela.
Depois daquele dia, não consegui parar. Toda vez que Marina deixava uma calcinha no banheiro, eu pegava. Cheirava, me masturbava, gozava.
Certa vez, encontrei um absorvente usado no lixo do banheiro. Estava manchado de sangue e de um líquido claro, viscoso. O cheiro era mais forte, mais intenso. Levei ao nariz, cheirei fundo, sentindo o gosto metálico do sangue misturado com o cheiro da buceta.
Gozei naquela noite três vezes, só de cheirar o absorvente da minha irmã.
Mas não era só as calcinhas. Eu amava ver Marina de camisinha e calcinha. Principalmente se fosse branca. O tecido fino, transparente, deixando ver os mamilos, o grelo, os pelos.
E as axilas dela... meu Deus.
Marina tinha pelos nas axilas. Finos, escuros, começando a crescer. Ela não depilava sempre, e eu amava quando os pelinhos começavam a aparecer. Lembro de uma vez, na cozinha, ela levantou o braço pra pegar um copo no armário. A blusa subiu, mostrando a axila peluda. O cheiro do suor, do perfume, misturado.
Meu pau pulou na calça.
Eu fazia de tudo pra sentir o cheiro dela. Pegava suas toalhas, seus lençóis, suas roupas. Tudo que tivesse o aroma de Marina, eu cheirava, me masturbava, gozava.
Ela sabia. Eu sei que ela sabia. Certa vez, encontrei um bilhete dela no meu quarto, perto da calcinha que eu tinha pegado:
"Se você gosta tanto do meu cheiro, irmão, imagina o gosto."
Quando Marina fez 17 anos, aconteceu a primeira vez que senti ciúmes de verdade.
Fomos a uma festa de um amigo em comum. Marina usava um vestido preto, curto, decotado. Os peitos empinados, as pernas à mostra. Ela dançava com um garoto chamado Lucas.
E eu vi tudo.
Vi Lucas colocar a mão na cintura dela. Vi Marina sorrir, se aproximar. Vi a mão de Lucas descer, passar pela bunda dela, apertar.
Vi Lucas beijar o pescoço de Marina. Vi a mão dele subir por cima do vestido, apertar o peito dela.
Minha visão ficou turva. O sangue ferveu. Senti um ciúme que me consumia por dentro, misturado com um tesão absurdo.
Marina olhou pra mim, no meio da festa. Olhou nos meus olhos. E sorriu.
Aquele sorriso dizia: "Olha o que você tá perdendo, irmão. Olha o que poderia ser seu."
Eu não aguentei. Fui pro banheiro, fechei a porta, me masturbei pensando nela. Pensando em Lucas tocando minha irmã. Pensando em como eu queria ser ele.
Gozei na pia, ofegante.
Quando saí, Marina estava me esperando.
— Gostou do que viu, irmão? — ela perguntou, com aquele sorriso malicioso.
— Marina...
— Você tá com ciúmes. Eu sei. E eu gosto.
Ela se aproximou, passou a mão no meu peito.
— Você quer ser você, não quer? Quer ser o cara que me beija, que me aperta, que me come.
— Marina...
— Então toma uma atitude, irmão. Porque eu não vou esperar pra sempre.
Ela foi embora, deixando eu ali, tremendo de tesão e ciúmes.
Algumas semanas depois, cheguei em casa em um horário diferente. Meus pais estavam viajando. Marina tinha dito que ia ficar em casa.
Quando entrei, ouvi barulhos no quarto dela.
A porta estava entreaberta.
Eu vi.
Vi Marina deitada na cama, com um garoto chamado Caio. Ele era mais novo, uns 16 anos. Vi os peitos dela, nus, os mamilos rosa, duros. Vi Caio chupando os peitinhos dela, mordendo, lambendo.
E vi Marina.
Ela estava com a mão na nuca de Caio, puxando ele pra perto. E estava olhando pra porta. Olhando pra mim.
Ela sabia que eu estava ali.
Vi Caio descer, abrir a calça. O pau dele era pequeno, fino. Vi Marina pegar o pau dele, levar à boca.
Vi ela chupar o menino. A boca dela envolvendo o pau, a língua lambendo, os olhos fechados.
Vi Caio gozar. Vi o pau dele pulsar, o líquido branco escorrer pela boca de Marina. Vi ela engolir.
Vi Caio se vestir e sair. Vi Marina, nua da cintura para cima, se limpando com um lenço. Vi ela olhar pra mim, novamente, e sorrir.
Ela sabia que eu tinha visto tudo.
Naquela noite, não consegui dormir. Me masturbei três vezes, pensando na boca de Marina chupando aquele pau. Pensando em como eu queria que fosse o meu.
Quando Marina fez 18 anos, ela me chamou pra conversar. Estávamos na casa dos nossos pais, num sábado à tarde.
— Pedro, preciso te contar uma coisa.
— Fala.
— Eu não sou mais virgem.
Fiquei em silêncio, sentindo um ciúme estranho.
— Perdi com três caras diferentes — ela disse, baixando a cabeça. — E nenhum deles foi bom. Nenhum deles me fez gozar de verdade. Eu queria que tivesse sido você, Pedro. Sempre quis.
— Me conta — eu disse, a voz grossa. — Me conta como foi.
Ela olhou nos meus olhos, envergonhada, mas excitada.
— O primeiro foi o João, um menino da escola. A gente tava na casa dele, os pais viajaram. Foi rápido, sem graça. Ele nem me beijou direito, só enfiou e gozou em dois minutos. Minha buceta ardeu, mas não senti prazer nenhum.
— Como foi exatamente?
Marina suspirou, os olhos perdidos.
— A gente tava no quarto dele. Ele me deitou na cama, tirou minha calça, nem tirou minha blusa. Abriu as minhas pernas, olhou pra minha buceta e disse 'nossa, que linda'. Daí ele enfiou o pau. Era fino, não preenchia nada. Ele meteu uns trinta segundos, gozou e saiu. Não me beijou, não me abraçou. Foi horrível.
Eu apertei os punhos.
— E o que você sentiu?
— Senti dor. Senti vergonha. E senti que eu tinha desperdiçado a minha primeira vez com alguém que não merecia.
— O segundo foi o Marcelo, o irmão da minha amiga. Ele era mais velho, 22 anos. Achei que ia ser bom. Fomos no carro dele, num estacionamento. Ele me chupou, foi gostoso até, mas quando enfiou o pau, era muito fino. Não preenchia nada. Eu fingi que gozei pra ele parar logo.
Ela riu, sem graça.
— Me conta os detalhes, Marina.
— A gente tava no banco de trás. Ele me beijou, passou a mão em mim. Tirou minha blusa, chupou meus peitos. Depois desceu, abriu minha calça, colocou a cara na minha buceta. Ele lambia, e era bom. Eu senti um formigamento. Mas daí ele enfiou o pau. Era fino, comprido, mas não preenchia. Ele metia, eu fingia que tava gostando, mas não sentia nada. Quando ele gozou, eu até respirei aliviada.
— E o que você sentiu?
— Senti frustração. Senti que eu merecia mais. Senti que o único que ia me fazer gozar de verdade era você, irmão.
— O terceiro foi o pior. O André, um cara que conheci numa festa. Ele me prometeu que ia me fazer gozar. Me levou pro quarto, me colocou de quatro. Meteu forte, rápido, mas era tão egoísta que nem percebeu que eu tava sentindo dor. Gozou fora, na minha bunda, e foi embora.
Marina tremia ao contar.
— Ele me pegou pela cintura, me virou de quatro. Não me beijou, não me tocou com carinho. Enfiou o pau de uma vez, sem lubrificante, sem nada. Doeu. Doeu muito. Mas ele não parou. Meteu forte, rápido, como se eu fosse um buraco. Eu fiquei com o rosto no travesseiro, chorando, e ele nem percebeu. Quando gozou, gozou na minha bunda e saiu. Não falou nada. Não me abraçou. Só foi embora.
Ela levantou os olhos, marejados.
— Eu quero que você seja o quarto, Pedro. Você, que sempre me protegeu. Você, que sempre me olhou com carinho. Quero que você me coma direito. Quero que você seja o primeiro de verdade.
Eu engoli em seco.
— Marina, você sabe que é errado.
— Eu sei. Mas eu quero. Sempre quis. Desde que me entendo por gente, eu quero você. Por favor, Pedro. Me come. Me come como você sempre quis. Me faz esquecer os outros.
Foi na casa dos nossos pais, um sábado à tarde. Meus pais tinham viajado. Marina me chamou pro quarto dela.
— Vem, irmão. Vem aqui.
Ela sentou na cama, de vestido azul, igual ao da festa de 15 anos. As pernas cruzadas, o cabelo solto.
— Você tá nervoso? — ela perguntou.
— Tô.
— Eu também. Mas quero.
Ela se levantou, veio até mim, segurou meu rosto.
— Me beija, Pedro. Me beija como você sempre quis.
Eu a beijei. Um beijo profundo, molhado, que durou minutos. Nossas línguas se encontraram, os corpos se apertaram.
Ela desabotoou minha camisa, passou a mão no meu peito.
— Você é lindo, irmão.
— Você é mais.
Ela me empurrou na cama, subiu em cima de mim. Esfregou a buceta na minha calça, já molhada.
— Sente isso, Pedro? Sente o que você faz comigo? Eu tô molhada por você.
— Marina...
— Me come. Me come agora. Arranca minha roupa.
Eu rasguei o vestido dela. Ficou nua, os peitos durinhos, os mamilos rosa, a buceta lisa, depilada, os lábios inchados, o grelo pulsando.
— Olha, Pedro — ela disse, abrindo as pernas. — Olha a buceta da sua irmã. Ela é sua.
Eu me ajoelhei, cheirei sua buceta. O cheiro doce, molhado, quente.
— Delícia — eu disse.
— Lambe, irmão. Lambe a buceta da sua irmã.
Eu lambi. Primeiro devagar, depois com fome. Ela gemia, puxava meu cabelo.
— ISSO, PEDRO! LAMBE! LAMBE A BUCETA DA SUA IRMÃ!
Eu lambi o grelo, chupei os lábios, enfiei a língua fundo.
— VOU GOZAR, PEDRO! — ela gritou. — VOU GOZAR NA SUA LÍNGUA!
Ela gozou, se contraindo, esfregando a buceta na minha cara.
Depois, ela me virou na cama.
— Agora, irmão, me come de verdade.
Eu enfiei o pau na buceta dela. Devagar, com cuidado. Ela era apertada.
— ISSO, PEDRO! — ela gritou. — METE! METE NA BUCETA DA SUA IRMÃ!
— Tá doendo?
— Tá, mas não para. Não para, por favor.
Eu metia rápido, fundo. A buceta apertava meu pau.
— GOZA, MARINA! — gritei.
— VOU GOZAR, IRMÃO! — ela gritou. — GOZA COMIGO!
Gozamos juntos, se tremendo, se apertando.
Depois, ela se aninhou no meu peito.
— Você é meu agora, Pedro.
— Sou todo seu.
— E eu sou sua. Sua putinha. Sua irmã. Sua amante.
Durante anos, nos pegamos escondidos. Em cada oportunidade, em cada viagem dos nossos pais, em cada visita surpresa.
Ela se tornou minha amante secreta, minha cúmplice, minha putinha.
— Vem, irmão — ela dizia, puxando minha mão. — Me come no banheiro. Rápido.
Eu a pegava de pé, contra a parede, a buceta molhada.
— METE, PEDRO! — ela gemia. — METE NA BUCETA DA SUA IRMÃ!
— Você é minha putinha, Marina?
— SOU! SOU SUA PUTINHA!
Ela gozava, se contraía, eu gozava dentro dela.
Outras vezes, era mais calmo. Na cama, devagar, com carinho.
— Me beija, Pedro — ela pedia. — Me beija como se eu fosse sua esposa.
Eu a beijava, com amor, com paixão.
— Você é a mulher da minha vida, Marina.
— E você é o homem da minha. Mas a gente não pode. Não pode.
Ela chorava, eu a abraçava.
— Eu sei. Mas enquanto a gente pode, a gente vai.
Quando resolvi me casar com Paula, Marina ficou triste, mas compreendeu.
— Você precisa ser feliz, irmão.
— Eu vou. Mas nada vai mudar o que a gente tem.
— Eu sei. E por isso, vou te dar um presente.
— Que presente?
— Vou fazer sua despedida de solteiro. Vou chamar duas amigas. Vamos fazer uma noite inesquecível.
— Marina...
— Você não vai se arrepender.
Na noite da despedida, fomos pra um motel de luxo. Marina chegou com duas amigas: Carol, uma loira alta, peituda, e Fernanda, uma ruiva baixinha, com uma bunda enorme.
As três estavam vestidas como putas: saias curtas, decotes profundos, salto alto.
— Pedro — Marina disse, me beijando. — Essa noite é sua. Nós somos suas.
— Mas eu quero você, Marina.
— E vai me ter. Mas vai ter elas também.
Começamos com uma garrafa de champanhe. As três me beijavam, passavam as mãos em mim.
Fernanda tirou minha camisa, Carol desabotoou minha calça.
— Deixa com a gente, Marina — Carol disse. — Deixa a gente cuidar do seu irmão.
— Cuidem bem — Marina respondeu.
Fernanda e Carol começaram a me chupar. Uma lambia meu pau, a outra lambia minhas bolas. Eu gemia, segurando os cabelos delas.
Marina assistia, se masturbando.
— ISSO, MENINAS! — ela gritou. — CHUPA O PAU DO MEU IRMÃO! DEIXA ELE DURO PRA MIM!
Depois, Marina se aproximou.
— Agora é minha vez.
Ela montou em mim, enfiou meu pau na buceta.
— ISSO, PEDRO! — ela gritou. — METE NA BUCETA DA SUA IRMã! METE NA SUA PUTINHA!
Carol e Fernanda se posicionaram atrás e na frente de Marina.
Carol sentou na cara de Marina, esfregando a buceta na boca dela. Fernanda enfiou um vibrador no cu de Marina.
Marina era o centro daquela suruba. Eu metia na buceta dela, Carol esfregava a buceta na cara dela, Fernanda vibrava o cu dela.
— CHUPA, MARINA! — Carol gritou. — CHUPA A BUCETA DA SUA AMIGA!
— ISSO, SEU BOYCETA! — Fernanda gritou. — GOSTA DE SER COMIDA EM TODO LUGAR?
— AMO! — Marina gritou. — AMO SER A PUTINHA DO MEU IRMÃO!
Nós transamos por horas. Eu comi as três. Carol de quatro, Fernanda de bruços, Marina de todas as formas.
Eu gozei na boca de Carol, na buceta de Fernanda e dentro de Marina.
No final, as três estavam exaustas, gozadas, satisfeitas.
— Essa foi a melhor despedida de solteiro da história — eu disse.
— Foi só o começo — Marina respondeu, me beijando. — Ainda tem a noite de núpcias.
No dia do meu casamento, Marina foi minha madrinha. Ela usava um vestido vermelho, curto, provocante.
Durante a festa, ela me puxou pro canto.
— Vem, irmão. Vem comigo.
Fomos pro banheiro do salão.
— Marina, não agora. Paula tá aqui.
— Eu sei. E é por isso que é mais gostoso.
Ela se ajoelhou, abriu minha calça, chupou meu pau.
— Isso, Marina — eu gemia. — Chupa. Chupa o pau do seu irmão.
— Você vai gozar na minha boca, Pedro. E depois, vai voltar pra sua esposa com o gosto da sua irmã na sua boca.
— Marina...
— Goza. Goza na minha boca, irmão.
Eu gozei, fundo, na garganta dela. Ela engoliu tudo.
Depois, me beijou.
— Agora volta, irmão. Volta e beija sua esposa. Mas lembra que você é meu.
Três anos se passaram sem nos tocarmos. Marina começou a namorar, eu me casei. Nos afastamos.
Até que, na ceia de Natal, tudo mudou.
Marina chegou com um vestido curto, decotado, mostrando suas tatuagens. Ela me abraçou, demorou o abraço, senti seus peitos contra meu peito.
— Pedro... — ela sussurrou no meu ouvido. — Quanto tempo.
— Marina... — respondi, sentindo o pau endurecer.
Paula estava na cozinha. Marina aproveitou.
— Você lembra, Pedro? — ela sussurrou. — Lembra da nossa primeira vez? Você me ensinou tudo. E agora... eu quero te ensinar uma coisa.
— O quê?
— Que eu aprendi muito. Que eu sei te dominar. Quero muito fazer isso em você.
Eu engoli em seco.
Depois do jantar, todos foram dormir. Paula caiu no sono rápido, o vinho fez efeito. Eu fiquei na sala. Marina apareceu, silenciosa.
— Vem — ela disse, puxando minha mão. — Vem comigo.
Ela me levou pro quarto dos fundos, o quarto de hóspedes. Trancou a porta.
— Marina... — comecei.
— Cala a boca, irmão — ela disse, com um sorriso perverso. — Você me ensinou a ser puta. Agora eu vou te ensinar a ser meu.
Ela me empurrou na cama. Tirou o vestido, ficou nua. A buceta lisa, depilada, o grelo já pulsando. Os peitos durinhos, os mamilos rosa.
— Olha, Pedro — ela disse, abrindo as pernas. — Olha a buceta da sua irmã. Ela quer você.
— Marina...
— Você me comeu, irmão. Me arrombou. Me ensinou tudo. Agora eu quero que você me coma de novo. Mas dessa vez, é diferente.
— Como assim?
Ela montou em mim, segurou meu rosto.
— Você vai ser meu. Minha puta. Meu brinquedo. Você vai me dar a bunda, Pedro. Vai ser comido pela sua irmã. E vai gostar.
Meu pau endureceu na hora.
Marina tirou minha calça, minha cueca. Meu pau saltou, duro, molhado.
— Olha isso — ela disse, segurando meu pau. — Lembra da primeira vez que você enfiou isso na minha buceta?
— Lembro.
— Foi gostoso, né?
— Foi.
— Vai ser mais gostoso agora.
Ela se ajoelhou, chupou meu pau. Lambia, sugava, olhava nos meus olhos.
— Você gosta de ser chupado pela sua irmã, Pedro?
— Gosto.
— Fala. Fala o que você é.
— Sou... seu irmão.
— E o que mais?
— Sou seu...
— Meu o quê?
— Seu puto.
— Isso mesmo. Você é meu puto. Minha putinha.
Ela montou em mim, enfiou meu pau na buceta. Tava quente, molhada, apertada.
— ISSO, PEDRO! — ela gritou, rebolando. — METE NA BUCETA DA SUA IRMÃ! METE NA PUTA QUE VOCÊ CRIOU!
— Marina...
— FALA! — ela ordenou. — FALA O QUE VOCÊ É!
— SOU SEU IRMÃO! — gritei. — SOU SEU PUTINHA!
Ela rebolava rápido, forte. A buceta apertava meu pau.
— VOU GOZAR, MARINA! — gritei.
— GOZA! — ela ordenou. — GOZA NA BUCETA DA SUA IRMÃ!
Gozei, fundo, sentindo ela se contrair.
Marina tirou meu pau de dentro dela, se levantou. Foi até a mala, pegou um consolo grande de borracha, preto, com cinta.
— Agora é minha vez, irmão.
— Marina...
— Você me ensinou a ser puta. Agora eu vou te ensinar a ser passivo.
Ela colocou a cinta, o consolo duro, enorme, apontando pra mim.
— Abre as pernas, Pedro.
— Eu nunca...
— Sempre tem a primeira vez. Abre.
Eu obedeci. Ela lambeu o consolo, passou lubrificante.
— Você vai ser meu agora, irmão. Vai ser comido pela sua irmã. E vai gostar.
Ela enfiou a ponta no meu cu. Eu senti, apertou.
— Relaxa, Pedro — ela disse. — Relaxa o cuzinho pro seu irmão.
— Marina...
— Cala a boca. Relaxa.
Ela foi entrando devagar. Eu senti o consolo penetrando, uma dor gostosa.
— É ISSO, PEDRO! — ela gritou. — AGORA VOCÊ É MEU! AGORA VOCÊ SABE O QUE É SER COMIDO!
Ela metia devagar, fundo. Eu sentia cada centímetro.
— VOCÊ GOSTA, IRMÃO? — ela perguntou.
— Gosto... — respondi, ofegante.
— FALA! FALA O QUE VOCÊ É!
— SOU SEU PUTINHA! — gritei. — SOU A BUNDA DO MEU IRMÃO!
Ela metia mais forte.
— VOCÊ É MINHA PUTINHA, PEDRO! VOCÊ É A CADELA DA SUA IRMÃ!
— SOU! — gritei. — SOU A CADELA DO MEU IRMÃO!
Ela metia, fundo, rápido. Eu sentia o consolo pulsando.
— VOU GOZAR, PEDRO! — ela gritou.
— GOZA! — gritei. — GOZA NO MEU CU, SUA PUTA!
Ela gozou, o consolo pulsando dentro de mim. Eu gozei também, sem tocar no pau.
Marina tirou o consolo lentamente, lambeu ele.
— Delícia — ela disse. — Delícia de cuzinho de irmão gozado.
Marina se deitou na cama, de pernas abertas.
— Agora, irmão, você vai me comer de novo. Mas dessa vez, enquanto eu te como com o consolo.
— Como assim?
— Você vai meter na minha buceta, enquanto eu meto no seu cu. Vai ser gostoso.
Eu me posicionei entre as pernas dela. Enfiei meu pau na buceta molhada. Ela colocou o consolo no meu cu.
— ISSO, PEDRO! — ela gritou. — METE NA BUCETA DA SUA IRMÃ ENQUANTO ELA METE NO SEU CU!
Eu metia, ela metia. Os dois se comendo.
— VOCÊ É MINHA PUTINHA, PEDRO!
— SOU! — gritei. — SOU SUA PUTINHA!
— E O QUE MAIS?
— SOU SEU IRMÃO! SOU SEU BOY CETA! SOU A BUNDA DA MINHA IRMÃ!
Ela gozou, eu gozei, os dois juntos, se tremendo.
Depois de horas, Marina caiu na cama, ofegante.
— Você é meu agora, irmão — ela disse.
— Sou todo seu — respondi, beijando ela.
— E a Paula?
— Não importa. A partir de hoje, você é minha dona.
Ela sorriu, perversa.
— Então tá decidido. Você vai ser meu. Minha putinha. Meu brinquedo. E toda vez que eu quiser, você vai dar a bunda pra mim.
— Sim, Marina.
— E se você não der...
— O quê?
— Eu conto tudo. Pro papai, pra mamãe, pra Paula.
— Você faria isso?
— Faria. Mas você sabe que não precisa. Você gosta de ser meu, não gosta?
— Gosto.
Ela beijou minha testa, como quem acaricia um cachorro.
— Então tá certo. Agora vai. Volta pra sua esposa. E amanhã, a gente continua.
No dia seguinte, Marina foi embora. Paula não desconfiou de nada.
Mas no sábado, recebi uma mensagem.
"Vem aqui. Agora. Se não, conto tudo."
Fui. Ela estava na casa dela, uma cobertura no centro. Linda, nua, com a cinta no quadril.
— Ajoelha, Pedro.
Ajoelhei.
— Chupa.
Chupei o consolo.
— Agora abre a bunda.
Abri.
Ela enfiou, sem lubrificante, sem cuidado.
— É ISSO, PEDRO! — ela gritou. — AGORA VOCÊ É MEU! VOCÊ É A PUTINHA DA SUA IRMÃ!
E eu, meu irmão, gozei na hora.
Daquele dia em diante, minha vida mudou. Toda semana, eu ia à casa de Marina. E toda semana, ela me comia.
Paula nunca soube. Meus pais nunca souberam. Mas eu sabia. E Marina sabia.
O segredo da nossa casa era que o irmão mais velho, o engenheiro, o marido exemplar, era na verdade a putinha da irmã mais nova.
E que eu amava cada segundo.
Foto 1 do Conto erotico: O SEGREDO DA NOSSA CASA

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Ficha do conto

Foto Perfil casalbisexpa
casalbisexpa

Nome do conto:
O SEGREDO DA NOSSA CASA

Codigo do conto:
265921

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
02/07/2026

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