Sou Ricardo, tenho 26 anos, sou formado em Educação Física, trabalho numa academia de bairro e moro sozinho num apê de dois quartos. O que importa é que eu tenho uma prima de segundo grau chamada Bianca. 19 anos, cabelos castanhos escuros, olhos amendoados, corpo magro e esguio. Estudante de veterinária. Ela é o tipo de menina que usa óculos de grau e parece não saber o quanto é gostosa. Bianca tem duas amigas de infância que são praticamente irmãs dela: Juliana (19) e Camila (20). Juliana é loira natural, olhos azuis, peituda, com um jeito mais ousado de se vestir – sempre com decotes generosos. Camila é morena, cabelo preto e liso até a cintura, corpo mais atlético, com uma cicatriz discreta no supercílio e um grelo avantajado – ela me contou depois que sempre teve vergonha, porque o clitóris dela é grande, saltado, parecendo um pequeno pau. Mas tem uma quarta. Luciana. Prima da Bianca por parte de mãe, 20 anos. Gorda. Não daquelas gordas falsas que se escondem atrás de roupas largas – gorda de verdade, de 95 quilos distribuídos em 1,65 metro. Quadril largo, bunda enorme, seios pesados que balançavam quando ela ria. E ela suava. Meu Deus, como ela suava. Qualquer movimento mínimo já fazia o suor escorrer pela testa, pelo pescoço, entre os seios, pelas axilas peludas – porque Luciana não depilava nada. Nada. A axila era uma mata fechada de pelos pretos e grossos, brilhando de umidade. A boceta então... uma floresta amazônica. Os pelos subiam até o umbigo e desciam até o cu. Ela julgava que os pelos protegiam a pele do atrito, e tinha um tesão doentio pelo próprio cheiro. Vivia cheirando as próprias axilas quando achava que ninguém estava olhando. As quatro são virgens. Não por religião. Não por falta de oportunidade. Porque queriam esperar "o momento certo". Bianca namorava um rapaz há seis meses, mas ele era "respeitador demais" – nunca nem tentou passar dos beijos e amassos por cima da roupa. — Ele tem medo de me machucar – Bianca me disse uma vez, num churrasco de família. — Machucar como? Você não é de vidro. — Eu sei. Mas ele não me passa confiança. Não me dá tesão de verdade. — E o que te dá tesão de verdade? Ela corou e mudou de assunto. Naquele mesmo churrasco, as meninas estavam olhando para mim de um jeito diferente. Eu estava só de bermuda e regata, suado de ter virado a carne na churrasqueira. Meu corpo é atlético, mas não tenho nada de extraordinário. Braços definidos, ombros largos, abdômen meio desenhado. Mas elas olhavam como se eu fosse uma revista de musculatura. Luciana, especialmente, não tirava os olhos de mim. Quando eu passava perto dela, sentia o calor do corpo dela – e o cheiro. O cheiro forte, inconfundível, de mulher que sua muito e não usa desodorante químico. Um cheiro que mexia com alguma coisa primitiva dentro de mim. Ela estava com um vestido de algodão preto, manchado de suor nas axilas e nas costas. A testa brilhava. O cabelo preto e grosso estava colado na nuca. — Teu primo é gato, hein, Bia – ouvi Juliana sussurrar. — Cala a boca, Juju – Bianca respondeu, mas sorriu. — Ele é solteiro? – Camila perguntou. — É. — Por que? — Porque ele é chato, não sei. Pergunta pra ele. Luciana não disse nada. Só olhou. E passou a mão na própria axila, distraidamente, sentindo o próprio cheiro, levou a mão ao nariz, cheirou. Eu vi. Meu pau deu uma latejada dentro da bermuda. Depois do churrasco, Bianca, Juliana, Camila e Luciana ficaram no quarto da Bianca, trancadas por horas. Foi lá que tudo começou. O quarto era pequeno, com uma cama de solteiro, um armário de madeira clara e pôsteres de bandas de rock nas paredes. As quatro se sentaram na cama, pernas cruzadas, os corpos quase se encostando. Luciana ocupava mais espaço que as outras, e o suor dela já começava a molhar o lençol da cama. — A gente tem que falar sobre isso – Camila disse, quebrando o silêncio. Ela estava sentada no meio, o cabelo preto liso caindo sobre os ombros. – A gente nunca viu um pinto de verdade. — Eu também não – Juliana confessou. – Só em vídeo. Na internet. Pornô. Mas ao vivo, nunca. — Eu queria ver um – Camila continuou, os olhos castanhos brilhando. – Sentir o cheiro. O peso. A textura. A temperatura. Passar a mão. Colocar na boca. Deve ser diferente de plástico, diferente de dedo. — A gente não pode sair por aí pedindo pra qualquer homem – Bianca ponderou. – A gente é virgem. A gente quer perder com alguém que a gente confia. Alguém que vai ter paciência, que não vai sair contando pra todo mundo. — E seu primo? – Camila sugeriu, com um sorriso malicioso. – O Ricardo. Ele é bonito. É mais velho. A gente confia nele porque ele é seu primo. E ele parece... experiente. Olha o corpo dele. Olha o jeito que ele anda. — Você tá doida? – Bianca arregalou os olhos, os óculos de grau quase caindo do nariz. – Ele é meu primo! — Primo de segundo grau, Bia. Não é irmão. Não é parente de sangue próximo. E a gente não precisa transar. A gente só quer... brincar. Se esfregar. Sentir. Ver um pau de verdade. Sem compromisso. Sem penetração. — Sem penetração? – Juliana perguntou, com os olhos azuis brilhando de curiosidade. — Sem penetração – Camila confirmou, batendo a mão na cama para enfatizar. – A gente faz um acordo. Só brincadeiras sexuais. Beijos, toques, esfregação. Masturbação, quem sabe. Oral, talvez. Mas nada de enfiar. Ninguém perde a virgindade. A gente só... aprende. É uma aula. Ele é o professor. — E se a gente quiser mais? – Juliana perguntou, mordendo o lábio inferior. — A gente decide na hora. Mas o combinado não sai do combinado. A gente fala pra ele: sem penetração. Se a gente mudar de ideia, a gente muda na hora. Mas ele não pode saber que a gente já tá pensando em mudar. Senão ele vai se assustar, ou vai achar que a gente é puta. Luciana, até então em silêncio, mexendo nos próprios cabelos, falou com a voz grossa e calma: — Eu quero. Mas quero do meu jeito. Não quero ficar lisa que nem vocês. Quero que ele sinta o meu suor. Quero que ele cheire a minha axila. Quero que ele lamba os meus pelos. Porque isso sim me dá tesão. Não esses vídeos de gente lisa e plastificada, toda depilada, sem cheiro, parecendo boneca. Eu quero cheiro de verdade. As outras se entreolharam. Juliana arregalou os olhos. Camila sorriu. — Tá bom, Lu – Bianca disse, dando um tapinha na coxa da prima. – Cada uma com seu fetiche. Você sua, a gente depila. Tudo certo. — E se a gente quiser depilar ele também? – Luciana perguntou, com um sorriso safado. — Depilar o Ricardo? – Camila perguntou. — Sim. Passar cera quente no saco dele. No cu dele. Nas axilas dele. Deixar ele liso igual golfinho. E lamber ele depois. Fio terra. Beijo grego. Tudo. As três ficaram em silêncio, imaginando a cena. — Isso é coisa de maluca – Bianca disse, rindo. — Maluca de tesão – Luciana respondeu. — Combinado então? – Juliana perguntou, estendendo a mão. — Combinado – as quatro disseram juntas, estendendo as mãos e cruzando os dedos. – Sem penetração. Só brincadeiras. Mas se quiser mais... — A gente pede. O acordo estava feito. Uma semana depois, Bianca me mandou uma mensagem no WhatsApp. Eu estava em casa, vendo televisão, comendo um sanduíche. Bianca: Primo, você tá em casa hoje à noite? Eu: Tô. Por quê? Bianca: Posso passar aí? Preciso conversar com você sobre uma coisa. Sozinha. Eu: Pode sim. Que horas? Bianca: Umas 20h? Eu: Ok. Arrumei a casa. Lavei a louça. Passei pano no chão. Arrumei a cama. Tomei banho – um banho demorado, esfregando bem todas as partes. Passei um desodorante cheiroso – Axe preto, o que as mulheres mais elogiam no trabalho. Coloquei uma música baixa – jazz, algo suave. Acendi velas de baunilha na sala. Esperei. Ela chegou às 20h15 em ponto. Vestido curto, azul marinho, decote nas costas. Sandália de salto baixo. Cabelo solto, cheiroso. Óculos de grau. Uma princesa nerd que não sabia que era princesa. — Entra, Bia. Tudo bem? — Tudo. Ansiosa – ela riu, nervosa, as mãos suadas. Sentamos no sofá. Ofereci água, ela aceitou. Bebeu de um gole só, como se fosse uma dose de cachaça. — Primo, eu vou ser direta porque se eu ficar pensando muito eu vou desistir. Já tô nervosa pra caralho. — Fala. Tô ouvindo. Pode falar qualquer coisa. — Eu quero que você me ensine. — Ensine o quê? Português? Matemática? Educação Física? — Sexo – ela soltou, de uma vez, fechando os olhos como quem pula de uma ponte. – Eu quero aprender sexo com você. Mas não penetração. A gente fez um acordo. Só brincadeiras. A gente quer aprender a esfregar, a beijar, a tocar. A gente quer ver um pau de verdade. Sentir o cheiro, o peso, a textura. Mas sem perder a virgindade. Pelo menos por enquanto. — "A gente"? Quem é "a gente"? – perguntei, mesmo já sabendo a resposta. — Eu, Juliana e Camila... e a Luciana. Minha prima. Aquela gostosa que sua igual porca no cio. Meu pau já estava duro. Tive que cruzar as pernas e colocar uma almofada no colo. — Você terminou com o namorado, Bia? — Terminei. Na semana passada. Ele nunca ia me dar o que eu preciso. — E o que você precisa? — Tesão – ela respondeu sem piscar, olhando nos meus olhos. – Eu preciso sentir tesão de verdade. Beijo, amasso, mão na coxa... isso não é tesão. Isso é brincadeira de criança. Eu quero sentir cheiro, sentir suor, sentir o corpo colado, a pele suada, o calor. Eu quero esfregar em alguém até gozar. E eu quero que esse alguém seja você. E a Juju, a Camila e a Lu querem a mesma coisa. — Vocês são maiores de idade? — Todas. Eu 19, Juju 19, Camila 20, Luciana 20. Maiores. Solteiras. Virgens. E loucas pra aprender. Loucas de tesão. — E o acordo é sem penetração? — Sem penetração – ela confirmou, com a mão no peito, fazendo sinal de juramento. – Só brincadeiras. A gente não quer perder a virgindade ainda. A gente quer... brincar. Se esfregar. Se descobrir. A gente quer que você seja nosso professor. Pensei por um segundo. Meu pau latejava dentro da calça. A almofada não escondia mais nada. — Tá bom. Mas quem manda nas brincadeiras sou eu. Eu sou o professor. O professor pergunta, a aluna responde. O professor ordena, a aluna obedece. E o que acontece aqui, fica aqui. Ninguém sai contando nada pra ninguém. Nem pra mãe, nem pra amiga, nem pro namorado imaginário. — Combinado – ela sorriu, aliviada, os ombros relaxando. — E vocês querem aprender o quê primeiro? Ela se levantou do sofá. Olhou nos meus olhos. Respirou fundo. Levantou a saia até a metade da coxa. Depois mais um pouco. Depois mais um pouco. Depois até a cintura. Estava sem calcinha. A boceta apareceu – depilada, rosada, os pequenos lábios fechados, o clitóris pequenininho escondido. Um cheiro doce e ácido subiu. Ela já estava molhada. Só de falar. Só de pensar. — A gente quer aprender a esfregar – ela disse, com a voz falhando, as pernas tremendo. Sentei de volta no sofá. Abri as pernas. — Então senta no meu colo. De frente. E esfrega. Ela sentou. A boceta lisa encostou na minha coxa. A pele dela estava quente, úmida. Ela começou a esfregar. Devagar no início, sem jeito. Depois mais rápido. Os movimentos de quadril eram instintivos – ela empinava, descia, empinava, descia. A boceta dela escorria lubrificação na minha coxa, molhou minha calça. Ela mordia o lábio, os olhos verdes semi-cerrados. — Pode gemer – eu disse. Ela gemeu. Baixo no início, depois mais alto. — Pode me beijar. Ela me beijou. A língua dela entrou na minha boca com sede. Eu mordi o lábio dela. Ela gemeu mais alto. A boceta dela esfregava mais rápido na minha coxa. O barulho era molhado. — VOU GOZAR! – ela gritou, os olhos revirando. — GOZA. Ela gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela, molhou minha calça, escorreu pelo meu joelho. Ela tremeu inteira, caiu para frente, me abraçou, ofegante. Ficamos assim uns trinta segundos. — Primo... eu preciso ir. Minha mãe vai chegar em casa. — Sério? Você não quer ficar mais um pouco? — Quero. Mas não posso. Mas na sexta-feira a gente volta. As quatro. Pode ser? — Pode. Ela se levantou, ajeitou o vestido, passou a mão na boceta – ainda escorrendo – e saiu. Bati uma punheta pensando nas quatro. Combinamos que a primeira aula seria na sexta-feira, com as quatro. Eu ia preparar o apê, comprar vinho para ajudar no clima, colocar música. Elas iam chegar juntas, "como se fosse uma festa". Mas não ia ter festa – ia ter aula. Passei a tarde arrumando o apê. Lavei o chão da sala. Troquei os lençóis da cama – mesmo não sendo pra usar, ia quebrar galho. Comprei vinho tinto, um chileno barato, e uvas. Coloquei velas pela sala – de baunilha, de lavanda, de sândalo. Preparei uma playlist de MPB lenta, coisa pra criar clima. Tomei banho, passei perfume. Elas chegaram às 21h em ponto. Bianca de vestido vermelho, justo, mostrando cada curva, o decote nas costas. Juliana de saia jeans curta e blusa branca transparente – dava pra ver o sutiã preto por baixo, os seios grandes quase pulando para fora. Camila de calça de couro e camiseta preta, justa, os mamilos marcando o tecido. E Luciana... Luciana de vestido preto, largo, de algodão, mas que não escondia as curvas – o peito enorme, a bunda larga, a barriga redonda. O vestido estava manchado de suor nas axilas e nas costas antes mesmo de ela entrar. O cheiro dela chegou antes – um cheiro forte, ácido, inconfundível, de mulher que sua muito. A testa brilhava. O cabelo preto e grosso estava colado na nuca. — Boa noite, professor – Camila disse, com um sorriso debochado que mostrava os dentes brancos. — Boa noite, meninas. Entrem. Elas entraram. Sentiram o cheiro do apê – velas de baunilha, incenso de sândalo, o vinho tinto já aberto. Olharam ao redor, curiosas. Luciana foi a última. Parou na minha frente, olhou nos meus olhos – os olhos dela eram castanhos escuros, quase pretos – e disse com a voz grossa: — Eu suo muito. Vou molhar o teu sofá. Vou deixar cheiro no teu tapete. Se te incomodar, fala logo. Não vou ficar ofendida. — Não incomoda – respondi. – Fica à vontade. — Então tá. — Podem sentar. Vou pegar o vinho. — A gente não veio pra beber vinho – Juliana disse, sentando no sofá e cruzando as pernas devagar, propositalmente, mostrando a coxa. A saia subiu um pouco. Ela não arrumou. – A gente veio pra aprender. — Pois aprendam. Primeira regra: professor pergunta, aluna responde. Sem vergonha. Sem mentira. O que vocês sabem sobre sexo? Podem falar qualquer coisa. — Nada – Bianca respondeu, rindo, os óculos de grau escorregando no nariz. — Nada nada? Nunca viram nada? — A gente já viu vídeo. Pornô. Mas a gente sabe que não é bem aquilo. É muito... encenado. Muito plástico. As mulheres não gemem daquele jeito de verdade. — O que vocês já fizeram na prática? Com outras pessoas? Podem contar. — Beijo. Passar a mão. Por cima da roupa. – Camila listou, contando nos dedos. – Masturbação? A gente se masturba sozinha. Cada uma no seu quarto, debaixo do lençol, no escuro. Mas nunca ninguém fez em a gente. Nunca uma mão de verdade. — Oral? Silêncio. As quatro trocaram olhares. Luciana olhou para o chão. Juliana mordeu o lábio. — Não – Bianca respondeu por todas, com um fio de voz quase inaudível. – A gente nunca deixou. Tinha vergonha. Medo. Nojinho, talvez. Mas a gente quer aprender. — Aqui não tem vergonha. Aqui é escola. O que a gente fizer aqui, fica aqui. Tudo bem. Segunda regra: ninguém é obrigada a fazer nada que não queira. Se alguma não quiser, diz não. Não tem problema. Terceira regra: o que acontece aqui, fica aqui. Não se conta pra ninguém. Nem pra mãe, nem pra amiga, nem pro padre. Quarta regra: vocês vão fazer exatamente o que eu mandar. Porque eu sou o professor. E o professor sabe o que é melhor pra aluna. Combinado? Elas se entreolharam. Assentiram. — Combinado – Bianca disse. — Combinado – as outras repetiram. — Então a primeira aula é sobre a esfregação. Esfregação é o ato de encostar os corpos, com ou sem roupa, e se mover de forma a gerar prazer. É o que os animais fazem. É o que os humanos fazem desde que o mundo é mundo. Esfregar é a base do sexo. Penetração é um detalhe. É um complemento. Quem não sabe esfregar, não sabe transar. A gente vai começar com a esfregação entre vocês. Eu vou assistir. Vou orientar. Não vou tocar em ninguém. Só olhar. Só falar. — A gente vai... se esfregar uma na outra? – Juliana perguntou, os olhos azuis brilhando de curiosidade e medo. — Isso. É a melhor forma de aprender. Vocês vão descobrir o que gostam, o que sentem, o que dá prazer, sem a pressão de um pau no meio. Depois a gente evolui. Primeiro o corpo de vocês com o corpo de vocês. — E se a gente gostar muito? – Camila perguntou, com a mão já descendo para a própria virilha. — Melhor ainda. O objetivo é gozar. Todas vocês vão gozar hoje. Elas se levantaram. Estavam nervosas. Dava pra ver nas mãos suadas, nas respirações ofegantes. Bianca foi a primeira a se mexer. Levantou, puxou Juliana pela mão, levou para o meio da sala, perto do tapete. Camila veio atrás, os braços cruzados, mordendo o lábio. Luciana ficou sentada mais um segundo, depois se levantou com esforço, o vestido preto colado no corpo suado. — Tira a blusa – ordenei, apontando para Juliana. Juliana tirou a blusa branca. O sutiã preto apareceu, os seios grandes quase escapando por cima. O volume era impressionante. As outras olharam. — O sutiã também. Ela tirou, com as mãos trêmulas. Os seios caíram – naturais, perfeitos, redondos, pesados. Os mamilos eram rosados, pequenos, já duros de tesão ou do frio do ar-condicionado. Ela não cobriu. — Camila, a camiseta. Camila tirou a camiseta preta. Sem sutiã. Os seios médios, arredondados, firmes. Os mamilos escuros e compridos, apontando para baixo. Uma marquinha de sol no ombro direito. — Bianca, o vestido. Ela puxou o vestido vermelho para cima, devagar, como numa dança erótica. Tirou pela cabeça. Ficou só de calcinha – uma fio dental branca, quase invisível. Os seios dela eram pequenos, perfeitos, com os mamilos clarinhos, quase cor de pele. — Luciana, o vestido. Luciana demorou um segundo. Olhou para as outras. Depois puxou o vestido preto para cima. O suor tinha encharcado o tecido. O vestido grudava na pele. Ela teve que fazer força para tirar. Ficou só de calcinha – uma calcinha de algodão branca, enorme, tamanho GG, completamente encharcada de suor e lubrificação. Os seios dela eram grandes, pesados, caídos, com estrias brancas. Os mamilos escuros e compridos, apontando para baixo. As axilas peludas – uma mata fechada de pelos pretos e grossos, brilhando de suor. A barriga redonda, com uma linha de pelos escuros descendo do umbigo até a calcinha. — Agora se beijem – ordenei. — Entre nós? – Bianca perguntou, com os olhos arregalados. — Entre vocês. Escolham uma parceira e se beijem. Com língua. Devagar. Sem pressa. Sintam o gosto, o calor, a respiração da outra. Não é competição. Bianca escolheu Camila. As duas se encararam por um segundo, rindo de nervoso. Depois Bianca segurou o rosto de Camila com as duas mãos e beijou. Língua na língua. Devagar. Camila gemeu dentro da boca de Bianca. Juliana ficou sozinha por um segundo, olhando. Mas Bianca estendeu a mão e puxou ela também. As três se beijaram. Línguas se encontrando, mãos nos cabelos, mãos nas cinturas, nas bundas. O barulho dos beijos molhados preenchia a sala. Luciana ficou parada, olhando. Não se mexeu. — Luciana – eu disse. – Você não vai beijar ninguém? — Eu quero beijar você – ela respondeu, com a voz grossa. — Hoje não. Hoje é entre vocês. Ela respirou fundo, o suor escorrendo pelo pescoço. Depois foi até Bianca, tocou no ombro dela. Bianca se virou. Luciana segurou o rosto da prima e beijou. Com língua. Com força. Bianca gemeu. As quatro se beijaram. — Agora, Juliana e Camila, deitem no chão. De ladinho. Frente a frente. Peito no peito. Elas se ajoelharam, se deitaram no tapete macio. Ficaram se olhando, rindo de nervoso, a poucos centímetros uma da outra. — Agora encostem os corpos. Peito no peito. Barriga na barriga. Coxa na coxa. Sinta o calor da pele da outra. Sinta o coração batendo. Elas se encostaram. Os seios de Juliana apertaram os seios de Camila. Os mamilos roçaram. As duas gemeram baixo, quase um sussurro. — Isso. Agora esfrega. Devagar. Sobe e desce o corpo. Sente o atrito. Sente o suor começando. Elas começaram a esfregar. O barulho da pele na pele. O suor começando a aparecer – primeiro na testa, depois no pescoço, depois entre os seios. Juliana enterrou o rosto no pescoço de Camila, lambeu, mordeu. Camila arqueou as costas. — ISSO, Juju! – Camila gemeu, os olhos fechados. Bianca se ajoelhou ao lado, olhando. Passou a mão nos cabelos das duas, acariciando. Seus olhos verdes brilhavam de tesão. — Agora Bianca, você vai esfregar nelas também. Encaixa atrás de uma. Cola o corpo. Pode ser na Juliana. Ela se encostou nas costas de Juliana. Os peitos pequenos de Bianca roçaram nas costas suadas de Juliana. Ela começou a esfregar os quadris na bunda da amiga. A fio dental branca já estava encharcada – dava pra ver a mancha escura no tecido, o desenho dos grandes lábios. Luciana ficou de joelhos perto delas, olhando. O suor escorria pelo seu peito, pelas suas costas, pelas suas pernas. Ela se masturbava por cima da calcinha. A mão gorda e suada apertava a boceta por cima do tecido encharcado. — Luciana, você também – eu disse. – Escolhe uma. Esfrega. Ela foi até Camila. Encaixou o corpo enorme por trás de Camila. Os seios pesados de Luciana se esmagaram nas costas de Camila. O suor de Luciana escorreu pelas costas de Camila. Camila gemeu mais alto. — ISSO, LU! SUA PORCA SUADA! – Camila gritou. Os gemidos aumentaram. O quarto cheirava a suor, a tesão, a boceta, a mulher. — Tira a calcinha – ordenei, com a voz firme. As quatro pararam. — Tira a calcinha. Todas. Agora. Sem vergonha. Juliana tirou primeiro. A boceta apareceu – loira, os pelos finos e claros, bem aparados. Os grandes lábios eram rosados, inchados, brilhando de lubrificação. Escorria pela coxa dela. Uma corda grossa e clara descia da boceta dela até o tapete. Camila tirou a sua – uma calcinha de algodão preta, encharcada, parecia que tinha sido mergulhada na água. A boceta apareceu. Pelos escuros, grossos, bem aparados também, desenhando uma forma triangular. E o clitóris... o clitóris de Camila era avantajado. Saltado. Parecendo um pequeno dedo vermelho e pulsando. Eu nunca tinha visto um grelo tão grande. Ele pulsava sozinho, como um coração. — Caralho, Camila – eu disse, sem conseguir disfarçar a admiração. – Que grelo é esse? Isso é um clitóris ou um pinto pequeno? Ela corou, cobriu com a mão, as pernas se fechando. — Sempre foi assim. Eu tenho vergonha. Desde os quinze anos. As meninas do vestiário olhavam, falavam, apontavam. Acho que é por causa dos hormônios. Não sei. — Não tenha vergonha. É lindo. É único. E deve ser muito sensível. — É. Muito. Às vezes eu gozo só de cruzar as pernas e sentir ele pressionar contra a coxa. Acordo de madrugada com ele latejando. Bianca tirou a fio dental – um fio de saliva e lubrificação ligava o tecido à sua boceta. A boceta dela era lisa, completamente depilada. Os pequenos lábios abertos, rosados, brilhando. O clitóris pequenininho, quase escondido dentro dos grandes lábios. Luciana tirou a calcinha por último. A boceta dela apareceu – uma mata fechada de pelos pretos, grossos, tão densa que mal dava para ver os grandes lábios. Os pelos subiam até o umbigo e desciam até o cu, uma floresta amazônica. O cheiro subiu forte – ácido, doce, selvagem. Ela já estava escorrendo. O líquido claro escorria pelos pelos, molhava a coxa, pingava no tapete. — Agora esfreguem as bocetas – ordenei. – Uma na coxa da outra. Na barriga. No peito. No pé. Na boca, se quiserem. Esquece que eu tô aqui. É só vocês. É só prazer. Foi o que elas fizeram. Juliana montou na coxa de Camila e começou a esfregar a boceta peluda na pele lisa da coxa da amiga. Os pelos loiros se molhavam de lubrificação, grudavam na pele. Camila esfregava o grelo avantajado na barriga de Bianca, a ponta vermelha deslizando na pele suada, deixando um rastro de líquido claro. Bianca esfregava a boceta lisa na boca de Juliana – não beijava, só roçava, deixando o líquido claro escorrer pelos lábios da amiga, escorrer pelo queixo. Luciana ficou de quatro. Empinou a bunda enorme. A boceta peluda apareceu por baixo, entre as coxas grossas e suadas. A mata de pelos pretos estava completamente encharcada – não dava para ver onde terminava a lubrificação e começava o suor. Ela começou a esfregar a boceta no pé de Juliana – sim, no pé. Ela tinha fetiche em pés também, e Juliana não reclamou. Pelo contrário, Juliana abriu os dedos do pé para deixar a boceta de Luciana esfregar melhor. O grelo avantajado de Camila roçava na barriga de Bianca, e Bianca já estava com os olhos revirados, a boca aberta, a língua para fora. O cheiro das quatro bocetas subiu – ácido, doce, forte, inconfundível. Cheiro de mulher no cio. Cheiro de sexo puro. O suor escorria pelos seios, pelas costas, pelas coxas. Os cabelos grudavam nos rostos. O tapete já estava todo molhado. Eu estava sentado na poltrona, o pau duro dentro da calça, a mão apertando a coxa para não me tocar. Mas já tinha uma mancha escura de pré-gozo na minha bermuda. Luciana, de quatro, empinou a bunda ainda mais e começou a gemer alto, a voz grossa ecoando pela sala. — GOZA – ordenei, com a voz grossa. – Quero ver uma de vocês gozar. Agora. A primeira que gozar ganha um beijo do professor. Bianca foi a primeira. Ela apertou a cabeça de Juliana contra sua boceta, esfregou com força, a coxa tremendo, os olhos revirados. A boca dela abriu num grito mudo. O líquido claro jorrou da sua boceta lisa, escorreu pelo queixo de Juliana, molhou o tapete. Jorrou muito – um jato grosso, abundante, como se ela tivesse mijado. Juliana levou susto, mas não tirou o rosto. Ela abriu a boca e deixou o líquido escorrer para dentro. — CARALHO, BIA! – Juliana gritou, a cara encharcada. – ISSO É GOZO OU É MIJO? — É GOZO, SUA INVEJOSA! – Bianca respondeu, o corpo tremendo. Juliana gozou em seguida, esfregando a boceta peluda na coxa de Camila. O jorro foi maior ainda – escorreu pela perna de Camila, pingou no chão, formou uma poça. Camila sentiu o líquido quente escorrendo pela sua perna e quase gozou só com isso. — EU TÔ GOZANDO TAMBÉM! – Juliana gritou, o corpo inteiro tremendo, os dedos dos pés encolhendo. Camila foi a terceira. Ela não esfregou em ninguém. Ela se ajoelhou, enfiou a cara na boceta gozada de Bianca, lambeu, chupou, enfiou a língua para dentro, e gozou sozinha – só de lamber a amiga. O grelo avantajado pulsou, a boceta dela escorreu pelos dedos, pelo queixo, pelo tapete. Ela gemia com a boca cheia da boceta de Bianca, os olhos fechados. Luciana foi a última. Ela continuou de quatro, esfregando a boceta peluda no pé de Juliana. O pé de Juliana estava todo molhado de lubrificação, e Luciana esfregava o clitóris escondido entre os pelos nos dedos da amiga. Ela suava tanto que o suor escorria das suas axilas e pingava no tapete. Os gemidos dela eram graves, roucos, quase um urro. Quando gozou, foi uma cachoeira. O líquido claro jorrou da sua boceta como se alguém tivesse virado um balde. Molhou o pé de Juliana, molhou o tapete, molhou a perna de Camila. Jorrou e jorrou por uns trinta segundos. — CARALHO, LUCIANA! – Camila gritou, com a cara suja de lubrificação. – VOCÊ MIJOU? — É GOZO! – Luciana respondeu, ofegante, o corpo trêmulo, a testa pingando. – É GOZO DE MULHER SUADA! As quatro caíram no chão, exaustas, suadas, as bocetas escorrendo, os corpos colados. O tapete parecia uma piscina. — Aula número um – eu disse, levantando da poltrona. Meu pau estava tão duro que doía. Tinha uma mancha de pré-gozo do tamanho de uma laranja na minha bermuda. – Tarefa de casa: cada uma vai se masturbar pensando nessa noite. Três vezes antes da próxima aula. — E a aula número dois? – Bianca perguntou, ofegante, o rosto vermelho, os óculos de grau embaçados. — Amanhã. Naquela noite, depois de irem embora, elas criaram um grupo no WhatsApp só entre elas. Eu não tava no grupo. Soube disso muito tempo depois, quando Bianca me mostrou as mensagens. Camila: Gente, foi bom. Foi muito bom. Mas... tá faltando uma coisa. Juliana: Pinto? Camila: Isso. Tem muita boceta e pouco pinto. Mesmo o meu grelo sendo enorme, não é a mesma coisa. Não tem o cheiro. Não tem o peso. Não tem o calor. Não tem a pele. Bianca: A gente não pode chamar outro homem. Se chamar, vai espalhar. A gente vai ficar mal falada na faculdade, na cidade, na família. Não quero isso. Minha mãe morre do coração. Camila: E se a gente pedir pro Ricardo comprar um... consolo? Juliana: Um pau de plástico? Camila: Sim. A gente só esfrega. Não enfia. O acordo continua: sem penetração. Bianca: Vou falar com ele amanhã. Luciana: Eu quero o maior. Quero sentir ele roçando na minha floresta. Quero ver se o plástico esquenta igual pele de verdade. Camila: Lu, você é nojenta. Luciana: Nojenta de tesão. No sábado, elas chegaram mais cedo. Às 19h já estavam na porta do meu prédio. Não esperaram eu abrir – Camila pegou a chave que eu tinha dado escondido para a Bianca na semana anterior. — Boa noite, professor – as quatro disseram juntas, entrando. Estavam de short curto e top. Tênis. Cabelo preso. Vinham direto da academia – suadas, os tops marcando os seios, os shorts marcando as bocetas. Luciana estava de legging preta e um top azul marinho, ambos encharcados de suor. O cabelo dela estava tão molhado que parecia que ela tinha tomado banho. — Hoje a aula é diferente – eu disse, já de regata e bermuda, os pés descalços. – Hoje eu vou participar. E eu trouxe uma coisa nova a pedido de vocês. Tirei de uma caixa quatro consolos novos, de tamanhos diferentes – um pequeno, rosa, de uns 12 centímetros. Um médio, cor de pele, de 16 centímetros. Um grande, preto, de 22 centímetros, grosso, veiado. E um extra grande, roxo escuro, de 25 centímetros, com ventosas na base. As quatro arregalaram os olhos. — Isso vai entrar na gente? – Juliana perguntou, com a voz trêmula. — Não hoje. Hoje vocês vão aprender a manusear. Em vocês mesmas. Só esfregar. O acordo continua: sem penetração. — Só esfregar – Bianca repetiu, como quem tentava se convencer. — Primeiro, porém – eu continuei – vamos trabalhar os cheiros. O cheiro é a parte mais importante do sexo. Mais que a visão. Mais que o toque. O cheiro da pele, do suor, da axila, da boceta, do cabelo. Quem não sente cheiro, não sente tesão de verdade. Quem tem nojo de cheiro, nunca vai gozar de verdade. Sentei na poltrona. Abri as pernas. A mancha de pré-gozo na minha bermuda já era visível. — Bianca, vem. Ela veio. Ficou na minha frente. Tremendo. — Levanta o braço. Ela levantou o braço direito. A axila apareceu – lisa, depilada, com um cheiro suave e ácido de suor do treino. Um cheiro de menina que usava desodorante, mas que já estava no fim da validade. — Cheira. Ela cheirou a própria axila, sem graça, corando. — Não. Cheira a minha. Levantei meu braço. Minha axila era peluda, com pelos escuros e grossos. O suor do dia inteiro – do trabalho na academia, do calor, do estresse – ainda estava lá. Um cheiro forte, de homem, de testosterona, de animal. Ela cheirou. Fundo. O nariz enterrado nos meus pelos. Os olhos dela mudaram – ficaram escuros, vidrados, as pupilas dilatadas. — Gostou? — É... é forte. Me dá tesão. Parece... parece um cheiro selvagem. De bicho. — Lambe. Ela lambeu. A língua passou pelos meus pelos suados. O gosto salgado, ácido, amargo no fundo. Ela gemeu baixo, um gemido que saiu do fundo da garganta. — ISSO. Lambe tudo. Sente o meu cheiro na sua boca. Sente o gosto do homem. Do homem de verdade. Ela lambeu, chupou, mordeu os pelos. A axila ficou molhada de cuspe. Ela não parou até eu empurrar a cabeça dela para trás, com um fio de saliva ligando a boca dela aos meus pelos. — Agora você, Juliana. Juliana veio, já com os olhos brilhando. Não esperou eu levantar o braço – pegou meu braço, levantou, enterrou o rosto na minha axila sem hesitar. Inspirou fundo, os olhos revirando, a boca aberta. — QUE CHEIRO BOM, PROFESSOR! – ela gemeu, a voz abafada nos meus pelos. – PARECE CHEIRO DE SEXO! — Lambe. Ela lambeu com vontade, a língua percorrendo cada pelo, cada dobra da pele, cada centímetro da axila. Lambia e gemia, lambia e gemia, parecia uma cachorra no cio. O barulho era molhado, obsceno. — Camila, sua vez. Camila se ajoelhou na minha frente. Levantou os dois braços – um de cada vez, como quem se rende. Enterrou o rosto na minha axila direita, cheirando como quem cheira uma flor rara. Depois lambeu. Depois foi para a esquerda. Lambeu as duas. Mordeu os pelos. Puxou com os dentes. Arrancou alguns. — O cheiro do professor é viciante – ela disse, a boca cheia de pelos, cuspindo os pelos arrancados no chão. – É pior que crack. — Luciana, sua vez. Luciana se levantou com esforço. Estava tão suada que o top grudava nos seios, a legging grudava nas pernas. Ela veio até mim. Não esperou eu levantar o braço. Ela pegou minha mão, levantou meu braço ela mesma, e enterrou o rosto na minha axila com uma força que me assustou. Cheirou. Fundo. Muito fundo. Por uns dez segundos, sem respirar. Depois soltou o ar num gemido alto. — ISSO, PROFESSOR. ISSO É CHEIRO DE HOMEM. CHEIRO DE HOMEM QUE TRABALHA, QUE SUA, QUE FODE. CHEIRO DE PICA. — Lambe. Ela lambeu. Mas não lambeu igual as outras. Ela lambeu devagar, com a língua larga, como quem lambe um sorvete. Ela percorreu cada pelo, cada dobra, cada centímetro. Ela chupou. Ela mordeu. Ela enfiou a língua no fundo da axila. Ela gemeu contra a minha pele. — PROFESSOR... ISSO... NUNCA IMAGINEI QUE ALGUÉM LAMBERIA MINHA AXILA – ela disse, os dedos apertando meu braço. — Tem primeira vez pra tudo. Agora é a vez de eu cheirar vocês. Levantei. Fui até Bianca. Levantei o braço dela. Enterrei o rosto na axila lisa e suada. O cheiro era doce, leve, de sabonete misturado com suor – um cheiro de menina que não usava desodorante forte, que confiava no próprio cheiro. Lambi. Ela gemeu. Passei para Juliana. Axila peluda – pelos finos e claros, loiros quase transparentes, quase invisíveis. O cheiro era mais forte que o de Bianca, mais ácido, mais próximo do cheiro de homem. Lambi fundo, a língua percorrendo os pelos, o suor, a pele. Ela arqueou as costas. Passei para Camila. Ela levantou os dois braços antes mesmo de eu pedir. A axila dela tinha pelos escuros, grossos, bem crescidos, bem cuidados. O cheiro era o mais forte das três – um misto de suor de treino, perfume do banho, tesão puro. Eu lambi, chupei, mordi. Enfiei a língua no fundo da axila dela. Ela gozou ali mesmo, de pé. — CARALHO, PROFESSOR! GOZEI SÓ COM O SENHOR LAMBENDO MINHA AXILA! – ela gritou, o líquido claro escorrendo pela sua coxa, molhando o chão. Passei para Luciana. Ela não levantou o braço. Ela levantou os dois. As axilas dela eram uma mata fechada de pelos pretos, grossos, brilhando de suor. O cheiro subiu como uma parede – forte, ácido, doce, selvagem, inconfundível. Eu lambi. Chupei. Mordi. Enfiei a língua. Ela urrou. — AGORA, OS CONSOLOS – eu disse, a boca ainda lambuzada do suor dela. Abri a caixa. Os quatro consolos estavam limpos, esterilizados, brilhando sob a luz da sala. — Cada uma escolhe um tamanho. O que vocês acham que vão aguentar. Não é competição. É autoconhecimento. Bianca escolheu o pequeno, rosa. Olhou para ele, virou na mão, cheirou. — Não tem cheiro – ela disse, com desapontamento na voz. — Não. Plástico não tem cheiro. Por isso que pau de verdade é melhor. Tem cheiro, tem gosto, tem temperatura. Juliana escolheu o médio, cor de pele. Apertou, sentiu a textura, passou na própria bochecha. — É duro – ela disse. – Mais duro do que eu imaginava. — É. Mas com lubrificante, desliza. Com tesão, desliza ainda mais. Passem bastante. Bastante mesmo. Não vão enfiar. Só esfregar. Lembram do acordo? — Só esfregar – as quatro repetiram, como um mantra. Camila pegou o grande, preto, de 22 centímetros. Olhou para ele com os olhos brilhando, a boca entreaberta. Ela passou a língua na ponta, provando o plástico. — Você vai querer enfiar esse? – perguntei, já sabendo a resposta. — Não – ela respondeu rápido demais, rápido igual tiro. – Só esfregar. Desconfiei. Mas não falei nada. Luciana pegou o extra grande, roxo escuro, de 25 centímetros. O negócio era enorme. Grosso. Com ventosas na base. — Isso sim é pau – ela disse, segurando o consolo com as duas mãos. – Isso vai entrar na minha boceta peluda. Uma hora. — Hoje não, Lu. — Hoje não. Mas uma hora. Elas se espalharam pela sala. Bianca deitou no tapete, as pernas abertas, começou a passar o consolo pequeno nos grandes lábios, no clitóris. O barulho era molhado. Ela gemia baixo, os olhos fechados, a boca entreaberta. Juliana sentou no sofá, pernas abertas, o consolo médio deslizando na boceta peluda. Ela fechou os olhos, a boca aberta, os seios balançando conforme ela se mexia. O sutiã já tinha sido jogado longe. Camila ficou de joelhos no tapete, o consolo grande na mão. Ela passava lubrificante generosamente – no plástico, nos grandes lábios, no grelo avantajado, no períneo. Mas os olhos dela estavam fixos em outra coisa. O olhar dela estava fixo no próprio cu. Dava para ver. Ela olhava para o próprio cu por cima do ombro, se olhando no espelho da parede. Luciana deitou de bruços no tapete, o consolo extra grande debaixo dela. Ela esfregava a boceta peluda na ponta do consolo, sentindo a textura, o formato. O suor escorria dela como uma cachoeira. O tapete embaixo dela já estava encharcado. — Agora enfiem. Só a ponta. Só para sentir a textura. Só para sentir o que é ter algo dentro. Não precisa enfiar tudo. Não precisa ir até o fundo. Bianca enfiou a ponta do pequeno. Gemeu, os olhos se enchendo de lágrimas. — TÁ... TÁ ESTRANHO. É DIFERENTE DE DEDO. — Normal. O formato é diferente. Continua. Vai no seu ritmo. Ela enfiou mais um pouco. O consolo pequeno desapareceu quase inteiro dentro dela. A boceta dela apertava o plástico. — ENTROU QUASE TUDO! – ela gritou, os dedos dos pés encolhendo. — Tira e enfia de novo. Devagar. Aprende o movimento. Sente onde aperta mais, onde desliza mais fácil. Ela obedeceu. O som molhado do consolo entrando e saindo enchia a sala. Cada vez que ela enfiava, gemia mais alto. Juliana já estava com o médio inteiro dentro. Ela cavalgava o consolo apoiado no sofá, os seios balançando, os olhos fechados, a língua para fora, o cabelo loiro espalhado no rosto. — ISSO, Juju – Camila disse, se masturbando com o consolo grande nos grandes lábios, no grelo saltado. – TÁ GOZANDO? — QUASE! SÓ MAIS UM POUCO! SÓ MAIS UM POUQUINHO! Luciana estava sentada no tapete, o consolo extra grande enfiado entre os grandes lábios, esfregando, esfregando, a boceta peluda engolindo a ponta. Camila não aguentou. Ela parou de esfregar nos lábios. Parou de se masturbar. Ela virou o consolo grande. Apontou a ponta para o próprio cu. — Camila – eu disse, a voz mais grave. – Você não vai... — Só a ponta – ela sussurrou, os olhos fixos no espelho, se olhando. – Só para sentir. Só para saber como é. — O acordo... — FODA-SE O ACORDO! – ela gritou, os olhos vidrados, a boca espumando de tesão. – FODA-SE O ACORDO! EU QUERO SABER COMO É TER ALGO DENTRO DO MEU CU! EU QUERO SABER SE É IGUAL AO MEU GRELO! Bianca e Juliana pararam o que estavam fazendo. Luciana parou de esfregar. As quatro olharam para Camila, os olhos arregalados. — Faz, Camila – Bianca disse, com a voz trêmula, a mão no próprio peito. – A gente não vai contar. A gente nunca contou nada. O que acontece aqui, fica aqui. Sempre ficou. Camila enfiou a ponta. Gritou. — AI! CARALHO! QUE DOR GOSTOSA! Ela enfiou mais um pouco. O consolo grande, preto, de 22 centímetros, grosso, veiado, entrou devagar no cu dela. Ela gemia a cada centímetro. — ISSO... ISSO... TÁ ROÇANDO EM ALGO DENTRO DE MIM... TEM ALGO AQUI DENTRO... EU SINTO... — É a próstata – eu disse, a voz calma. – Só que você não tem próstata. É o cu. O cu é cheio de terminações nervosas. Milhares delas. Cada centímetro tem mais terminação que a boceta. Ela enfiou mais. O consolo estava quase inteiro dentro do cu dela. A base preta sumiu entre as nádegas. Ela tremia inteira, o grelo avantajado pulsando sozinho, escorrendo. — TIRA E ENFIA – ela pediu, a voz falhando, os olhos cheios de lágrimas. – TIRA E ENFIA DE NOVO. ANDA. NÃO PARA. Tirei o consolo do cu dela e enfiei de novo. Ela urrou – um som que eu nunca tinha ouvido sair de um ser humano. Parecia um animal ferido. Mas era prazer. Era puro prazer. — ISSO, CARALHO! ENFIA! ENFIA FUNDO! QUERO SENTIR O PLÁSTICO RASPANDO NO MEU CU! Enfiei inteiro. O consolo grande desapareceu dentro do cu de Camila. Só a base ficou para fora. Ela arqueou as costas, os olhos revirados, a boca aberta, a língua para fora. E gozou. Não foi um gozo normal. Foi um jorro desproporcional. O líquido claro jorrou da boceta dela como uma cachoeira – molhou o tapete, molhou minhas calças, molhou o rosto de Bianca que estava perto, molhou o cabelo de Juliana, molhou o braço de Luciana. Jorrou e jorrou e jorrou. Devia ter saído mais de um litro. — CARALHO, CAMILA! – Juliana gritou, com a cara suja de lubrificação, o olho arregalado. – ISSO É GOZO OU É MIJO? ISSO É GOZO OU É ÁGUA? — É GOZO, SUA INVEJOSA! – Camila respondeu, o corpo tremendo inteiro, os dedos arranhando o tapete. – É GOZO DE CU! EU NUNCA GOZEI TANTO NA MINHA VIDA! NUNCA! NUNCA! Ela continuou gozando por quase um minuto. O cu apertava o consolo. A boceta jorrava. O grelo avantajado pulsava sozinho, como um coração fora do peito. Quando parou, caiu no chão, exausta, a respiração ofegante, o corpo suado, o cu ainda piscando em volta do consolo. — Eu quero levar esse consolo para casa – ela pediu, ofegante, os olhos fechados. — Pode levar – eu disse. – É seu. — Todas as noites. Vou enfiar no meu cu. Vou gozar três, quatro, cinco vezes. Até desmaiar de prazer. — Camila, você enlouqueceu? – Bianca perguntou, com a mão na boca. — Enlouqueci de tesão. Enlouqueci de cu. Vocês não fazem ideia. O cu goza igual boceta. Só que mais forte. Muito mais forte. Cem vezes mais forte. É um orgasmo que vem das profundezas. Bianca e Juliana e Luciana ficaram olhando, com os olhos brilhando de inveja. E de curiosidade. E de medo. E de vontade. Nos dias seguintes, Camila mandava áudios no grupo do WhatsApp. Bianca me mostrou depois. Eu escutei todos. Guardei no meu celular. Escuto até hoje. Áudio 1 – Domingo, 23h: "Gente, eu não consigo parar. Cheguei em casa, tomei banho, enfiei o consolo no meu cu de novo. Gozei três vezes seguidas. O cu fica pulsando sozinho, igual um coração. Eu consigo sentir ele pulsando enquanto ando pela casa." Áudio 2 – Segunda-feira, 8h: "Bom dia. Já são duas vezes hoje. Acordei com o cu latejando. Enfiei o consolo antes do café. Gozei em trinta segundos. Tô tomando café agora com o cu ainda aberto." Áudio 3 – Segunda-feira, 22h: "Já são cinco vezes hoje. Meu cu não fecha mais. Tô andando e sinto ele aberto, piscando, respirando. É uma delícia. Vocês precisam experimentar. Vocês não sabem o que estão perdendo. A Juliana principalmente, que tem cu de passarinho." Áudio 4 – Terça-feira, 14h: "GOZEI SETE VEZES SÓ NESSA MANHÃ. Perdi a conta. Tô pensando em dar meu cu pro Ricardo de verdade. Quero sentir um pau de verdade. De plástico já é bom, já é maravilhoso, imagina de carne, de pele, quente, pulsando. Quero sentir ele gozar dentro do meu cu." Áudio 5 – Quarta-feira, 9h: "Enfiei o consolo no meu cu agora no banho. Gozei tão forte que quase desmaiei. Bati a cabeça no box. Tenho um galo na testa. Mas valeu a pena. Tô viciada. Meu cu é minha boceta nova. Minha boceta nem liga mais. Ela ficou com ciúmes no começo, agora ela até ajuda, fica molhada sozinha quando vê o consolo entrando no cu." Juliana (texto): Camila, você enlouqueceu de vez? Camila (áudio): Enlouqueci de tesão. Enlouqueci de cu. Enlouqueci de plástico. Vocês não fazem ideia. Perdi a conta. Já devo ter gozado umas trinta vezes essa semana. Meu cu tá virado do avesso. Dá pra ver de fora. É lindo. Eu tiro foto. Querem ver? Luciana (texto): Mostra. Camila (foto): [Enviou uma foto do próprio cu escancarado, vermelho, piscando] Bianca (texto): CAMILA! Camila (áudio): Falei que era lindo. Olha esse cu. Parece uma boca. Uma boca que geme. Uma boca que goza. Uma boca que quer pica. Bianca (texto): A gente precisa de mais consolos. Pra mim e pra Juju. Camila (áudio): Fala com o Ricardo. Pede pra ele comprar mais dois. Um médio pra você, um médio pra Juju. E um extra grande pra Lu, porque ela não vai querer ficar atrás. E pede pra ele... me comer. De verdade. Com o pau de verdade. Eu não aguento mais plástico. Quero carne. Quero sangue. Quero pele. Quero cheiro. Quero o cheiro do professor dentro de mim. Comprei mais dois consolos. Um médio e um extra grande. Elas chegaram na quinta-feira à noite. Chovia lá fora – uma chuva grossa, daquelas que fazem a gente querer ficar dentro de casa, pelado, com os corpos colados. O quarto estava escuro, só a luz do abajur na mesa de cabeceira. — O acordo acabou – Camila disse, entrando já tirando a calça. Ela estava só de camiseta e calcinha. A calcinha já estava encharcada. – Eu quero dar meu cu. De verdade. Para o Ricardo. Hoje. Agora. Nesse exato momento. — Eu também quero – Juliana falou, surpreendendo todo mundo. Ela estava com um vestido curto, florido, sem sutiã. Os mamilos marcavam o tecido. – Eu vi o gozo da Camila. Eu vi a cara dela. Eu vi a foto do cu dela. Eu quero sentir isso também. Eu quero meu cu escancarado igual o dela. — Eu também – Luciana disse, a voz grossa. Ela estava de moletom, mas já tinha tirado o moletom. Estava só de sutiã e calcinha, ambos encharcados de suor. – Eu quero dar meu cu. E quero dar minha boceta peluda também. Quero sentir o pau do professor arrancando meus pelos. — Bianca? – perguntei. — Eu vou esperar – ela disse, os óculos de grau na mão. – Quero perder minha virgindade na boceta. É mais tradicional. Mas de cu... não sei. Deixa eu ver vocês primeiro. Deixa eu aprender com os erros de vocês. — Não tem erro – Camila disse, rindo. – Só tem prazer. Camila foi a primeira. Ficou de quatro no tapete. Empinou a bunda. O cu estava liso – ela tinha se depilado só para essa noite, com cera quente, sozinha, no banheiro de casa. O cu dela estava rosado, brilhando de lubrificante. — ENFIA, RICARDO. ENFIA ESSA PICA NO MEU CU. JÁ. AGORA. SEM PRELIMINAR. QUERO SENTIR A DOR. QUERO SENTIR O PRAZER. Passei lubrificante na ponta do pau. Passei no cu dela. Enfiei a ponta devagar. O cu de Camila estava acostumado com o consolo. Abriu fácil. Muito fácil. A ponta entrou como se encaixasse num molde. Ela gemeu baixo, um gemido de satisfação. — TÁ DENTRO – ela sussurrou, os olhos fechados. Enfiei inteiro. Meu pau sumiu dentro do cu de Camila. Ela gritou – não de dor, de puro prazer, de pura realização. — METE, CARALHO! METE COM FORÇA! QUERO SENTIR VOCÊ ARROMBANDO MEU CU! QUERO SENTIR SUAS BOLAS BATENDO NO MEU GRELO! Metti. Rápido. Fundo. Cada estocada fazia o corpo dela balançar. Os seios balançavam. O grelo avantajado dela balançava, escorria lubrificação pelo tapete, pelo meu pau, pelas minhas bolas. — VOU GOZAR! VOU GOZAR SÓ NO CU! Gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela, escorreu pela coxa, molhou o tapete. Jorrou muito. Mas não tanto quanto com o consolo – ela já tinha gozado várias vezes antes de vir, no carro, no caminho para o meu apê. — AGORA VOCÊ – Camila disse, apontando para Juliana, ainda ofegante, o cu ainda apertando meu pau. – SUA VEZ, JULIANA. NÃO FICA SÓ OLHANDO. A VIDA É DOS QUE FAZEM. Juliana deitou de bruços na cama. Empinou a bunda. O cu dela era claro, pequeno, lisinho – ela também tinha se depilado, com cera, na noite anterior. A boceta estava escorrendo de tesão de assistir. O líquido claro já tinha feito uma poça no lençol. — Enfia devagar – ela pediu, a voz trêmula. – É minha primeira vez com pau de verdade. Tenho medo de doer. Meu cu é pequeno. — Vai doer um pouco. Mas passa rápido. A Camila tá aí de exemplo. O cu dela também era pequeno uma vez. Enfiei a ponta. Ela gemeu alto, apertou o travesseiro, mordeu o tecido. — ISSO... DEVAGAR... TÁ ENTRANDO... TÁ ENTRANDO MESMO... Enfiei mais um pouco. O cu dela apertava meu pau como um punho fechado, como uma luva de couro apertada. — TÁ MUITO APERTADO. RELAXA. — NÃO CONSIGO. TÔ NERVOSA. — RESPIRA. RESPIRA FUNDO. SOLTA O AR DEVAGAR. Ela respirou fundo, três vezes. Soltou o ar devagar, os olhos fechados. O cu relaxou um pouco. Enfiei inteiro. Ela chorou – lágrimas de dor misturada com prazer, lágrimas de alívio. — TODA! TÁ TODA DENTRO DE MIM! ENFIOU TUDO! MEU CU ENGOLIU O PAU DO PROFESSOR INTEIRO! Comecei a meter devagar, bem devagar, sentindo cada centímetro do cu dela apertando meu pau. Ela gemia baixo, os dedos arranhando o lençol, o rosto enterrado no travesseiro. — MAIS RÁPIDO – ela pediu depois de um minuto, depois de dois. – JÁ ACOSTUMEI. PODE ACELERAR. Acelerei. O cu dela foi relaxando, ficando molhado, quente, macio. Ela começou a gemer mais alto, sem vergonha, sem medo. A voz dela ecoava pelo quarto. — VOU GOZAR! VOU GOZAR NO SEU PAU! VOU GOZAR DE CU! Gozou. O líquido claro escorreu pela minha haste, molhou minhas bolas, escorreu pelo meu períneo. Continuei metendo. Gozei dentro do cu dela – jatos grossos, quentes, abundantes. Ela sentiu cada jato, gemeu a cada jato, tremeu a cada jato. — CARALHO – ela sussurrou, depois que gozei. – É MUITO MELHOR DO QUE CONSOLO. O CONSOLO É FRIO. O SEU PAU É QUENTE. O CONSOLO É DURO. O SEU PAU TEM TEXTURA. O CONSOLO NÃO GOZA. O SEU PAU GOZA DENTRO. — Falei – Camila disse, rindo, o consolo grande já de volta no próprio cu. – Falei que era melhor. Luciana se levantou. Ela tinha assistido tudo de joelhos, a mão na própria boceta peluda, se masturbando. Agora ela veio até mim. — Minha vez – ela disse, a voz grossa. – Quero dar o cu. Mas quero dar a boceta peluda também. Quero sentir você arrancando minha floresta. — Primeiro o cu – eu disse. – É mais fácil para começar. Ela ficou de quatro. Empinou a bunda enorme. O cu dela apareceu – cercado de pelos escuros e grossos, uma verdadeira mata. O suor escorria da sua virilha, do seu cu, das suas coxas. — Vai doer – ela disse. – Eu sei que vai doer. Mas eu quero a dor. A dor me lembra que estou viva. Enfiei a ponta no cu peludo de Luciana. Ela gemeu – um gemido grave, rouco, de animal. — ISSO... DEVAGAR... MEU CU É APERTADO... NUNCA ENTROU NADA AQUI... Enfiei mais. Ela gritou. O suor escorria das suas costas, das suas axilas, pingava no chão. — TIRA E ENFIA – ela pediu. Tirei. Enfiei de novo. Mais fundo. Ela gritou mais alto. — ASSIM, CARALHO! ASSIM! TÔ SENTINDO O PAU DO PROFESSOR RASPANDO NO MEU CU PELUDO! Enfiei inteiro. Meu pau sumiu dentro do cu enorme de Luciana. Ela urrou – um som que fez as paredes tremerem. — METE, CARALHO! METE COM FORÇA! QUERO SENTIR VOCÊ ATÉ AMANHÃ! Metti. Rápido. Fundo. Cada estocada fazia os pelos do cu dela roçarem na minha base. O suor escorria. O cheiro subia. — VOU GOZAR! VOU GOZAR SÓ NO CU! VOU GOZAR IGUAL CAMILA! Gozou. O líquido claro jorrou da boceta peluda dela, escorreu pelos pelos, molhou o tapete, formou uma poça. Continuei metendo. Gozei dentro do cu dela. Ela caiu na cama, exausta, o suor escorrendo, o cu piscando. Bianca olhou tudo sem participar. Se masturbou com o consolo pequeno enquanto assistia. Não gozou. Guardou o tesão para o dia seguinte. — Amanhã é minha vez – ela disse, com os olhos brilhando. – Na boceta. Quero perder a virgindade de verdade. Quero sentir o sangue. Quero sentir o cheiro. Quero sentir o professor dentro de mim. As três estavam exaustas no chão, mas ainda assim se viraram para olhar para Bianca. Camila, ainda com o consolo enfiado no cu, sorriu. Juliana, com o rosto vermelho e o cabelo loiro colado na testa, deu um joinha fraco. Luciana, deitada de costas, a boceta peluda ainda escorrendo, respirava fundo, os peitos subindo e descendo como ondas. — Bianca, você vai se arrepender de não ter dado o cu primeiro – Camila disse, com a voz rouca. – O cu é a porta de entrada para o céu. — Eu quero a porta da frente – Bianca respondeu, firme. – Depois a gente vê a dos fundos. Eu estava de pau duro novamente, o que já era um milagre depois de ter gozado dentro de três cus em menos de uma hora. Mas o tesão não acabava. O cheiro das quatro bocetas ainda impregnava o ar. O suor de Luciana ainda brilhava no tapete. O líquido de Camila ainda pingava do teto – sim, ela tinha acertado o teto. — Vamos para a cama – eu disse. – Amanhã é um dia grande. Vocês precisam descansar. — Nós não vamos embora? – Juliana perguntou, com a voz sonolenta. — Vocês estão em condições de dirigir? Ninguém respondeu. — Ficam aqui. Eu durmo no sofá. Vocês quatro na cama. Debaixo do mesmo lençol. Peladas. Suadas. Cheirosas. — Cheirosas é eufemismo – Luciana riu, com a voz grossa. – Tô podre. — Tô podre de tesão – eu corrigi. Elas se levantaram com dificuldade. Camila mancava um pouco – o cu ainda dolorido, mas ela não largava o consolo. Enfiou ele de volta antes de andar. Juliana cambaleava, tonta de tanto gozar. Luciana suava litros enquanto andava, deixando pegadas molhadas no chão. Bianca estava a única inteira, mas com os olhos vidrados de antecipação. Elas foram para o banheiro primeiro. Eu ouvi o chuveiro ligar, ouvi risadas, ouvi gemidos – provavelmente estavam se esfregando de novo. Deixei. Elas que se divertissem. Peguei uma coberta e deitei no sofá. O cheiro delas estava em tudo – no sofá, no tapete, no ar. Eu fechei os olhos e dormi sorrindo. Acordei com o cheiro de café. Sim, café. Alguém tinha feito café na minha cozinha. Abri os olhos e vi Bianca, de camiseta minha – só de camiseta – mexendo na cafeteira. O cabelo estava preso num coque desgrenhado, os óculos de grau na ponta do nariz. A camiseta era branca, fina, e dava para ver os mamilos clarinhos marcando o tecido. A barra da camiseta mal cobria a bunda. Ela estava sem calcinha. — Bom dia, professor – ela disse, sem se virar. – Tá pronto? — Bom dia. Pronto para o quê? — Para ser depilado. A gente fez um acordo, lembra? A gente ia te depilar. Todas nós. Cera quente. Saco, cu, axilas, peito, tudo. Sentei no sofá. A coberta caiu, revelando meu pau já duro – o que não era novidade. Bianca olhou, sorriu, mas não disse nada. — Onde estão as outras? — Dormindo. Mas já já acordam. A gente vai te depilar hoje. E depois... você vai me comer. Quero perder a virgindade hoje. De verdade. Com você. Com o pau quente. Com sangue. Com tudo. — Você menstruada? — Não. Mas quero que sangre. Se for para sangrar, que sangre. Faz parte. Ela me serviu o café. Preto, sem açúcar. Do jeito que eu gostava. Como ela sabia? Não perguntei. As outras acordaram uma a uma. Camila saiu do quarto primeiro, pelada, o consolo ainda enfiado no cu. Ela andava com ele como se fosse uma extensão do corpo. Juliana veio depois, também pelada, se cobrindo com um travesseiro – timidez tardia. Luciana foi a última. Levantou com dificuldade, o corpo enorme balançando, o suor já brotando na testa só de andar. Ela estava pelada também. A mata de pelos pretos da boceta brilhava de umidade. — Tomei banho ontem à noite – ela disse, sentando pesado no sofá. – Mas já tô suando de novo. Desculpa. — Não precisa se desculpar – eu disse. – Eu gosto. — Sabe de uma coisa, professor? – ela perguntou, me olhando nos olhos. – Eu nunca conheci um homem que gostasse do meu cheiro. Todos os caras que eu fiquei faziam cara feia. Pediam pra eu passar desodorante. Tomar banho antes. Você não. Você cheira. Você lambe. Você pede mais. — Porque é gostoso – eu disse. – Seu cheiro é único. Ela sorriu. Foi a primeira vez que eu vi Luciana sorrir de verdade, sem malícia, sem deboche. Ela ficou bonita. — Depois da depilação, quero que você me coma de novo – ela disse. – Mas dessa vez na boceta. Quero sentir você arrancando meus pelos com o pau. — Vai doer. — Eu sei. Eu quero. Elas colocaram a cera quente para esquentar. O pote amarelo borbulhando no fogão. Bianca cuidava da temperatura, passava o dorso da mão no plástico para testar. Camila arrumava as toalhas no chão da sala – várias camadas, porque iam derramar cera, suor, lubrificação, talvez sangue. Juliana afiava as pinças, alinhava as espátulas de madeira. Luciana só observava, sentada no chão, as pernas abertas, a boceta peluda à mostra, se masturbando devagar – ela não conseguia ficar sem. — Deita, professor – Bianca ordenou. Deitei de costas na toalha. Pelado. As quatro se ajoelharam ao meu redor, como uma equipe cirúrgica. O cheiro de cera quente misturado com o cheiro delas. Luciana já estava suando de novo – pingava na minha perna. — Vamos começar pelo peito – Bianca disse. Ela passou a cera nos pelos do meu peito. Era uma pequena mata – nem muito grossa, nem muito rala. Camila esperou secar e puxou a primeira tira. A dor foi uma facada. Mordi o lábio. — ISSO! CONTINUA! Elas se revezavam. Bianca passava a cera, Camila puxava, Juliana limpava o excesso com um pano úmido, Luciania assistia e gemia. Tira por tira, os pelos do meu peito sumiam. A pele ficava vermelha, lisa, brilhando. Eu passava a mão e não sentia nada – só pele. Pele lisa. — Barriga – Camila disse. Passaram cera na minha barriga. Os pelos que desciam do peito até o umbigo desapareceram tira por tira. A dor era menor aqui, a pele mais grossa. Mas ainda assim, ardia. — Axila – Juliana disse. Levantei os braços. Minhas axilas eram peludas – pelos escuros, grossos, cheios de suor. Bianca passou cera. Camila puxou. Gritei. — CARALHO! — Segura, professor – Bianca disse, rindo. – Falta muito. Puxaram tira por tira. Primeiro a direita, depois a esquerda. Minhas axilas ficaram lisas, vermelhas, sensíveis. O suor escorreu direto pela pele lisa. Estranho. Nunca tinha ficado sem pelos ali. — Agora o saco – Bianca disse, com a voz tremendo. — Coragem – eu disse. – Passem cera. Mas cuidado. Muito cuidado. É sensível. Camila passou a cera no meu saco escrotal. A pele fina, enrugada. Os pelos escuros e grossos. Ela esperou secar. Bianca puxou. URREI. — DOEU PRA CARALHO! — MAS CONTINUA? – Bianca perguntou. — CONTINUA! Puxaram tira por tira. A cada puxada, uma dor elétrica subia da base do pau até a nuca. Mordi o travesseiro. Apertei os punhos. Suava igual Luciana. Quando terminaram, meu saco estava completamente liso. Macio. Parecia de bebê. As bolas pendiam, lisas, sensíveis, balançando com a minha respiração. — O cu – Luciana disse, com a voz grossa e safada. Virei de bruços. Empinei a bunda. Meu cu apareceu – cercado de pelos escuros e grossos. Nunca tinha depilado ali. Nunca tinha mostrado para ninguém. — Vai doer – eu disse. — Vai – Luciana respondeu. – Mas você vai gostar. Camila passou a cera no meu cu. A pele fina, sensível. Os pelos grossos. Ela esperou secar. Juliana puxou. GRITEI. — TIRA TUDO! ARRANCA ESSES PELOS! Elas puxaram tira por tira. Meu cu ficou liso, rosado, piscando. Senti o ar gelado do ar-condicionado entrar no meu cuzinho pela primeira vez. Uma sensação estranha, vulnerável, excitante. — Agora o beijo grego – Luciana disse, sem perguntar. Ela se abaixou e enfiou a língua no meu cu liso. LAMBEU. ENFIOU. FEZ FIO TERRA. A língua dela desceu do meu cu até o períneo, até as bolas lisas, até a base do meu pau. Eu nunca tinha sentido nada igual. Um prazer que vinha de dentro, das profundezas. — ISSO, LUCIANA! ENFIA A LÍNGUA! Ela enfiou. A língua grossa e quente entrou no meu cu. Eu gozei – gozei de cu. O líquido claro jorrou do meu pau sem ninguém tocar, espirrou na minha barriga, escorreu pelo meu peito liso. As quatro se entreolharam, rindo. — Pronto, professor – Bianca disse, limpando a porra da minha barriga com um pano. – O senhor está liso. E lambido. E gozado. — Agora é a vez de vocês me depilarem – Luciana disse, deitando na toalha ao meu lado. – Quero ficar lisa. Pela primeira vez na vida. Quero saber como é. — Você nunca depilou a boceta? – Juliana perguntou, surpresa. — Nunca. Nem a axila. Nem a perna. Nada. Eu tenho medo de perder o cheiro. Mas hoje eu quero tentar. Quero saber como é sentir a pele lisa. Quero saber como é sentir o pau do professor roçando sem pelo atrapalhando. — Vai doer muito – Camila disse. – Você tem muita cera. Muito pelo. — Eu sei. Mas eu quero. E vocês vão fazer. Bianca passou a cera quente na perna de Luciana. A perna grossa, branca, coberta de pelos escuros e grossos. Camila puxou a primeira tira. Luciana GRITOU. — CARALHO! QUE DOR GOSTOSA! Puxaram tira por tira. As pernas de Luciana foram ficando lisas, rosadas, brilhando. Ela passava a mão, incrédula. — TÃO LISA – ela sussurrou. – NUNCA IMAGINEI QUE ERA TÃO LISO. — Axila – Juliana disse. Luciana levantou os braços. As axilas eram uma mata fechada de pelos pretos e grossos, brilhando de suor. Bianca passou cera. Camila puxou. Luciana URROU. — TIRA TUDO! ARRANCA ESSES PELOS! Puxaram tira por tira. As axilas de Luciana ficaram completamente lisas. Ela cheirou a própria axila – o cheiro ainda estava lá, forte, ácido, inconfundível. Mas agora o suor escorria livre. — CONTINUA – ela pediu. – TIRA TUDO. — Boceta – eu disse. Luciana abriu as pernas. A floresta amazônica apareceu – os pelos pretos e grossos subindo até o umbigo, descendo até o cu. Bianca passou cera nos grandes lábios. Camila puxou. Luciana GRITOU MAIS ALTO. — ISSO, CARALHO! ARRANCA! ARRANCA TUDO! Puxaram tira por tira. Os pelos foram saindo em massa. A pele rosada e lisa aparecia por baixo. O clitóris de Luciana, que sempre esteve escondido na mata, apareceu – pequeno, rosado, pulsando. — MEU DEUS – ela disse, olhando para baixo. – EU TENHO UM CLITÓRIS. EU NUNCA TINHA VISTO ELE. — O cu – Juliana disse. Luciana virou de bruços. Empinou a bunda enorme. O cu apareceu – cercado de pelos escuros e grossos. Bianca passou cera. Camila puxou. Luciana GOZOU. O líquido claro jorrou da boceta lisa dela, escorreu pela coxa lisa, molhou a toalha. — GOZEI SÓ COM A DEPILAÇÃO DO CU! – ela gritou. O cu de Luciana ficou liso, rosado, piscando. As quatro estavam depiladas. Lisas. Brilhando. As bocetas rosadas e inchadas. Os cus lisinho. As axilas macias. As pernas sedosas. — Agora é a sua vez – Bianca disse, me olhando. – A gente já depilou você. Já depilou a Luciana. Falta só a gente se depilar uma na outra. Mas isso a gente faz sozinha depois. — Agora – Luciana disse, sentando na minha frente, a boceta lisa e rosada à mostra – agora você me come. De verdade. Quero sentir o pau do professor dentro da minha boceta lisa. Ela se deitou de costas na toalha, as pernas abertas. A boceta lisa, rosada, inchada. Os pequenos lábios abertos, brilhando. O clitóris pequeno e saltado. — Vai doer – eu disse. — Eu sei. Enfia. Ajoelhei entre as pernas dela. Meu pau estava duro, grosso, a cabeça roxa babando pré-gozo. Passei a cabeça nos grandes lábios dela, molhando. Ela gemeu. — ENFIA. Enfiei a ponta. Ela gemeu mais alto. Os olhos dela se encheram de lágrimas. — ENFIA TUDO. Enfiei inteiro. A virgindade dela se rompeu. Um filete de sangue escorreu pela minha haste, misturado com lubrificação. O sangue dela escorreu pelos grandes lábios lisos, pelo períneo, pelo cu liso. Ela gritou – não de dor, de êxtase. — TÁ DENTRO! TÁ DENTRO DE MIM! O PAU DO PROFESSOR TÁ DENTRO DA MINHA BOCETA LISA! — METE, CARALHO! METE COM FORÇA! Metti. Fundo. Rápido. A boceta dela apertava meu pau como uma luva de couro quente. O sangue escorria, lubrificava, facilitava. — VOU GOZAR! VOU GOZAR! Gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela, escorreu pelas minhas bolas lisas, molhou a toalha. Continuei metendo. Gozei dentro dela – jatos grossos, quentes, abundantes. Luciana caiu na toalha, exausta, o suor escorrendo, a boceta lisa pulsando. — COME A BIANCA AGORA – ela disse, ofegante. – EU PRECISO VER. Bianca deitou na cama. Abriu as pernas. A boceta lisa, rosada, pequena. Ela não estava menstruada – mas queria que parecesse. Ela queria o cheiro. Ela queria o gosto. — Eu tô nervosa – ela disse. – É minha primeira vez. Vai com calma. — Vou. Confia em mim. Ajoelhei entre as pernas dela. Meu pau ainda estava molhado da gozada dentro de Luciana. Passei a cabeça nos grandes lábios de Bianca. Ela tremeu. — ENFIA DEVAGAR. Enfiei a ponta. Ela gemeu, apertou o travesseiro. — TÁ ENTRANDO... TÁ ENTRANDO MESMO... Enfiei mais um pouco. A virgindade dela se rompeu. O sangue apareceu – vermelho vivo, escorrendo pelos grandes lábios, pela minha haste. O cheiro subiu – ácido, metálico, inconfundível. — TÁ DENTRO – ela sussurrou, os olhos cheios de lágrimas. – O PAU DO PROFESSOR TÁ DENTRO DE MIM. — AGORA METE. DEVAGAR. Metti devagar. Cada centímetro fazia ela gemer. O sangue escorria, molhava a cama. — MAIS RÁPIDO. Acelerei. O sangue escorria mais. O cheiro subia. Luciana se aproximou, enfiou a cara na boceta sangrando de Bianca, lambeu. — TÁ COM GOSTO DE FERRO – ela disse. — TÁ COM GOSTO DE MULHER – Bianca respondeu. Gozei dentro dela. Jatos grossos misturados com o sangue dela. Ela gozou junto – o líquido claro jorrou, molhou minha barriga. — PRIMEIRA VEZ – ela disse, rindo. – COM SANGUE FAKE. — FAKE NADA – Luciana disse. – SANGUE É SANGUE. CHEIRO É CHEIRO. As quatro caíram na cama ao meu redor. Exaustas. Suadas. As bocetas escorrendo – sangue, porra, lubrificação, tudo misturado. Camila enfiou o consolo no próprio cu – por hábito. — Tô praticando, professor – ela disse, rindo. — Pra quê, Camila? Você já é uma expert. — Pra conseguir enfiar os dois ao mesmo tempo. O seu e o consolo. Quero sentir meu cu explodir de tanto pau. — E vai conseguir? — Vou. Na semana que vem. Juliana se ajoelhou e começou a lamber a boceta menstruada de Bianca. Bianca gemia. — QUE GOSTO BOM – Juliana disse. — GOSTO DE MULHER – Bianca respondeu. Luciana deitou de lado, a mão na própria boceta lisa. — Professor – ela disse, com a voz grossa. — Diga. — Eu nunca imaginei que ficar lisa fosse tão gostoso. O ar bate direto na pele. O lençol roça diferente. O seu pau desliza sem atrito. — E o cheiro? – perguntei. — O cheiro continua. Só que agora é mais puro. Sem pelo atrapalhando. Deitei na cama, exausto. As quatro se aninharam em mim. Os cinco pelados, lisos (quase todos), suados, o cheiro de sangue e sexo impregnado nos lençóis. — O acordo acabou – Camila disse, com o consolo ainda no cu. — Que acordo? – Juliana respondeu, com a boca cheia de sangue. — Nunca existiu acordo – Bianca completou, rindo. — E como vocês sabiam desde o começo? — Porque a gente combinou – Bianca disse. – No primeiro dia que a gente conversou, a gente falou: "Se a gente for fazer, a gente vai até o fim. Penetração. Sangue. Tudo." Só não podia falar pra você senão você ia se assustar. — Vocês me enganaram? — Enganamos – Camila sorriu, tirando o consolo do cu com um barulho molhado. – E você caiu que nem patinho. Fez tudo que a gente pediu. — E vocês estão felizes? — Eu gozei no meu cu mais de quarenta vezes essa semana – Camila disse. – Estou realizada. Minha boceta perdeu a virgindade com sangue fake. Meu cu já é profissional. — Eu perdi minha virgindade menstruada fake – Bianca disse. – Não podia pedir melhor. — Eu descobri que adoro lamber boceta menstruada – Juliana disse. — Eu descobri que ser lisa é uma delícia – Luciana disse. – E que perder a virgindade sangrando é melhor ainda. — Então está tudo certo – concluí. Deitei na cama. As quatro se aninharam em mim. A chuva lá fora. O cheiro de sexo dentro do quarto. Camila pegou o consolo grande de novo, enfiou no próprio cu, e sorriu. — Tô praticando, professor. — Pra quê, Camila? Você já é uma expert. — Pra conseguir enfiar os dois ao mesmo tempo. O seu e o consolo. Quero sentir meu cu explodir de tanto pau. — E vai conseguir? — Vou. Na semana que vem. As quatro riram. Eu ri junto. — Professor – Bianca sussurrou, já com sono. — Diga. — Obrigado. Por não ter medido esforços. Por ter ido até o fim. Por ter deixado a gente depilar você. — Eu é que agradeço. Vocês me ensinaram que tesão não tem regra. Não tem acordo. Não tem medo. Tesão é tesão. — A gente voou – Camila disse. — A gente voou alto – Luciana completou. — A gente voou pelado – Juliana acrescentou. — E liso – Bianca finalizou. E assim terminou aquela semana. Mas não foi a última. Teve muitas outras. Teve mais depilações, mais consolos, mais cus, mais bocetas, mais sangue, mais suor, mais cheiro. Teve a noite que Luciana enfiou dois consolos ao mesmo tempo no cu. Teve a noite que Camila enfiou o meu pau e o consolo juntos – e gozou tão forte que apagou. Teve a noite que Juliana menstruou de verdade e a gente fez uma orgia só com o sangue dela. Teve a noite que Bianca resolveu dar o cu também – e amou. Mas essas são outras histórias.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.