A Noite do Cosplay Erótico – Quando os Personagens Transaram de Verdade
Éramos oito amigos transformados em doze. A festa tinha crescido. O que começou como uma brincadeira entre íntimos virou um evento – ainda privado, ainda secreto, mas agora com mais gente, mais fantasias, mais tesão. Amigos que já tinham se visto nus, que já tinham trocado casais, que já tinham se comido em todas as posições possíveis. Mas essa noite ia ser diferente. Era a festa a fantasia. E não era uma fantasia qualquer – era cosplay erótico. Cada um escolheu um personagem. E a regra era clara: você teria que transar como aquele personagem. Falar como ele, gemer como ele, gozar como ele. A festa foi na casa da Carol, uma casa grande com piscina, sala ampla, som ambiente, luzes coloridas, uma pista de dança improvisada e, no centro, uma cama redonda – porque todo mundo sabia que não ia só dançar. Carol (29 anos) se fantasiou de Mulher Invisível. Sim, a da Marvel. Mas com um toque especial: ela usava uma capa transparente e, por baixo, um body de silicone transparente que deixava os seios, a buceta e o cu completamente à mostra. Quando ela ficava imóvel, parecia invisível. Quando se movia, os contornos do corpo apareciam – os mamilos duros, os grandes lábios, a fenda da bunda. Tatiana (31 anos) se fantasiou de Mulher Aranha. O macacão vermelho e azul, mas com os seios de fora e a buceta cortada no meio. A máscara cobria o rosto, mas os olhos dela brilhavam. As teias de aranha não eram de plástico – eram de látex, amarradas nos pulsos, nos tornozelos, no pescoço. Letícia (28 anos) se fantasiou de Dafne do Scooby-Doo. O vestido roxo, a gravata laranja, o cabelo ruivo preso em rabo de cavalo. Mas o vestido era tão curto que mal cobria a bunda. E não tinha calcinha. Cada movimento deixava a buceta à mostra. Juliana (30 anos) se fantasiou de Branca de Neve. O vestido azul e vermelho, a gola amarela, o laço no cabelo. Mas o vestido era aberto na frente, preso apenas por fitas de cetim. Bastava puxar uma fita, e o vestido caía. Ela tinha uma cesta de maçãs – mas as maçãs eram brinquedos sexuais: um vibrador, um plug, um consolo pequeno. Tatiana B. (27 anos) se fantasiou de Wandinha. O vestido preto, a saia plissada, a gola branca, as meias até o joelho, os sapatos brancos. Mas por baixo do vestido, ela usava apenas um cinto de couro com um consolo acoplado. O rosto sério, a expressão de poucos amigos, os olhos mortos. Amanda (29 anos) se fantasiou de Sininho. O vestido verde, as asas de cetim nas costas, os sapatos de fada. O vestido era tão curto que a bunda aparecia quando ela voava – e ela vivia "voando" pela sala, pulando, dançando, levantando o vestido de propósito. Marcos (32 anos) se fantasiou de Flash. O macacão vermelho justo, o raio na frente. Mas o macacão era aberto nas costas, deixando o cu e a bunda à mostra. O capuz cobria o rosto, mas a boca ficava livre – para chupar. Gustavo (30 anos) se fantasiou de Batman. A capa preta, a máscara com as orelhas pontudas. Mas o uniforme era uma sunga de couro preto, deixando o pau – médio, mas grosso – marcando. E o cinto de utilidades do Batman não tinha spray de gás ou granadas: tinha lubrificante, camisinha e um plug anal. Camila (26 anos) se fantasiou de Supergirl. O macacão azul justo, a saia vermelha, a capa, o escudo dourado no peito. Mas o macacão era tão justo que marcava cada curva – os seios, a bunda, a buceta. O decote era profundo, os mamilos apareciam por baixo do tecido. A saia era tão curta que qualquer movimento levantava, mostrando a calcinha de renda azul. Larissa (30 anos) se fantasiou da Mulher Gato do Batman. A máscara de couro, as orelhas de gato, o chicote na mão. O corpo vestido de couro preto, justíssimo, do pescoço aos pés. Mas o couro era aberto na buceta e no cu, deixando tudo à mostra. O rabo de gato que pendia da bunda não era de enfeite – era um plug anal. Felipe (28 anos) se fantasiou de Peter Pan. O chapéu verde com a pluma vermelha, a túnica verde curta, as meias listradas, os sapatos com fivela. Mas a túnica era tão curta que o pau aparecia quando ele se agachava. Ele tinha um pote de "pó de fada" – na verdade, glitter comestível – para jogar nas pessoas antes de beijá-las. A regra do Peter Pan era clara: ele só podia transar com quem acreditasse em fadas – e depois de jogar o pó. A festa começou com os primeiros chegando. Eu era o Marcos, o Flash. Entrei correndo (literalmente) pela porta, fazendo pose. "Cheguei!", gritei, com o capuz cobrindo o rosto. Carol, a Mulher Invisível, estava parada no canto, imóvel. Só dava para ver os contornos do corpo. Quando eu cheguei perto, ela se moveu, e a luz bateu nos seios, na buceta, no cu. "Você chegou correndo?", ela disse. "Eu nem vi." "Porque você estava invisível." "E você estava rápido demais." Ela riu, me beijou. A língua dela entrou na minha boca. As mãos desceram para o meu pau por cima do macacão. "Já está duro?" "Já." "Até que enfim. Vocês todos demoraram." Tatiana, a Mulher Aranha, entrou pela janela. Escalou o pé direito, subiu, se pendurou no lustre com uma das teias de látex. Desceu de cabeça para baixo, a buceta apontando para o teto, os seios balançando. "Alguém me prendeu?", ela perguntou, com a voz de Aranha. Batman respondeu: "Eu prendo." Gustavo entrou pela porta com a capa preta arrastando no chão, a máscara cobrindo metade do rosto, o pau já duro marcando a sunga de couro. "Batman de pau duro?", Letícia, a Dafne, disse, entrando atrás. "Scooby não vai gostar." "Scooby é um cachorro. Eu sou o Batman." "E eu sou a Dafne. Resolvendo mistérios. E o mistério hoje é: quantas pessoas vão gozar?" Ela sentou no sofá, abriu as pernas. O vestido roxo curto subiu. A buceta apareceu – lisa, rosada, molhada. Branca de Neve desceu as escadas como se fosse uma princesa, o vestido azul e vermelho balançando, as fitas de cetim dançando, a cesta de maçãs na mão. "Quer uma maçã?", ela perguntou para mim, o Flash. "É vibrador?" "É. E está ligado." Ela tirou o vibrador da cesta, passou na minha boca primeiro – a ponta vibrando nos meus lábios – e depois desceu para o meu pau. "Isso é veneno?" "É o veneno do amor." Ela tirou o vibrador da minha boca e enfiou na própria buceta. O vestido abriu, as fitas se soltaram, o corpo dela apareceu – seios médios, buceta peluda, os pentelhos pretos. "Branca de Neve peluda?", a Mulher Aranha disse, descendo do lustre. "Os anões vão adorar." "Os anões não foram convidados. Só os putos." Wandinha entrou sem fazer barulho – o vestido preto justo, a gola branca, as meias até o joelho, o rosto sério, os olhos mortos, o cinto de couro com o consolo aparecendo por baixo da saia. "Vocês estão fazendo muito barulho", ela disse. "Isso vai acordar os mortos." "Os mortos estão no cemitério", a Mulher Invisível respondeu, aparecendo do nada. "Aqui só tem vivos. E pelados." "Ainda não. Mas vamos." Sininho entrou voando, as asas de cetim nas costas, o vestido verde tão curto que a bunda aparecia a cada passo. Ela deu uma pirueta e parou no centro da sala. "Eu quero pó de fada", ela disse. "Pó de fada é tesão. Todo mundo sabe." "Então vamos fazer tesão." Foi quando a porta se abriu de novo e Camila entrou. Supergirl. O macacão azul justo brilhava sob as luzes coloridas. A saia vermelha levantou com o vento do ventilador. A capa vermelha arrastava no chão. O escudo dourado no peito dividia os seios. "Ouvi dizer que tem festa", ela disse, com a mão na cintura, os óculos de armação preta (porque a identidade secreta da Supergirl é uma óculos). "E eu ouvi que tem putaria." "Tem os dois", eu respondi. "Então estou no lugar certo." Ela tirou a capa, jogou no sofá. O macacão justo deixava pouca coisa para a imaginação – mas ela tirou ele também. Ficou só de calcinha azul de renda. Os seios grandes, os mamilos duros. A buceta marcando o tecido. Larissa, a Mulher Gato, entrou como uma felina. De quatro. Arrastando o chicote. O rabo de gato balançava atrás – o plug dentro do cu. A máscara de couro cobria os olhos. Ela miou. "Alguém quer brincar com a gata?" O chicote estalou no ar. Por fim, Felipe, o Peter Pan, entrou pela janela do quarto (sim, ele subiu pela árvore). O chapéu verde torto na cabeça, a pluma vermelha balançando, a túnica curta, as meias listradas, os sapatos com fivela. O pau escapava pela lateral da túnica – já duro. Ele tinha um pote de glitter na mão. "Acredite em fadas", ele disse, jogando glitter no ar. "E eu vou te levar para a Terra do Nunca." "A Terra do Nunca é onde?", eu perguntei. "Onde todo mundo goza." Carol, a Mulher Invisível, apagou as luzes. A sala ficou escura. Apenas a luz negra iluminava os contornos dos corpos. Os vestidos brilhavam – o roxo da Dafne, o verde da Sininho, o preto da Wandinha, o azul da Supergirl. "Quem consegue me encontrar?", ela disse, invisível na escuridão. As mãos apalpavam o ar. A Mulher Aranha encontrou primeiro. Agarrou os seios de Carol pelos lados. "Achei." "O que você vai fazer comigo?" "Vou te comer. Com a minha teia." Ela amarrou os pulsos de Carol com uma das teias de látex, puxou para o centro da sala, deitou ela no tapete. "Agora você está visível. E vai gemer para todo mundo ouvir." Tatiana enfiou a língua na buceta de Carol. Carol gemeu. O corpo dela apareceu – a capa transparente brilhou sob a luz negra, os seios, a buceta, o cu, tudo visível. "Isso, Aranha – Carol gemia. – Chupa a minha buceta invisível." "Não está mais invisível. Está molhada." "Molhada de tesão por você." Tatiana lambeu até Carol gozar. Enquanto isso, Branca de Neve oferecia as maçãs para os outros. "Quer uma?", ela perguntou para Batman. Gustavo pegou o vibrador, passou na própria boca, desceu para o pau. "Quer provar?" Branca de Neve ajoelhou, chupou o pau de Batman. A máscara do homem-morcego balançava. "Isso, Branca – ele gemia. – Chupa o pau do Batman." "O Batman não tem pau", ela disse, com a boca cheia. "Tem sim. É o meu." "Então você não é o Batman. Você é o Gustavo." "Hoje eu sou os dois." Wandinha observava tudo de canto. As meias até o joelho, os sapatos brancos, o rosto sério. Ela não ria, não gemia, só assistia. Até que Sininho voou perto dela. "Você é Wandinha?" "Sou." "A Wandinha que mata gente?" "A Wandinha que mata gente com tesão." Ela puxou Sininho pelo braço, abriu o vestido preto. O cinto de couro apareceu – o consolo preto, duro, apontando para cima. "Você vai me matar?" "Vou. Com esse." Ela enfiou o consolo na buceta de Sininho. Sininho gritou – era grosso, muito grosso. "Isso, Wandinha – Sininho gemia. – Me mata. Me fode. Me mata de prazer." Wandinha não falou. Só meteu. O consolo entrava e saía, o som molhado. "Goza", Wandinha disse, a primeira palavra. Sininho gozou. O corpo tremeu, as asas de cetim balançaram. Dafne estava no sofá, de pernas abertas, se masturbando com os dedos. Ela me chamou, o Flash, com o dedo. "Vem cá, veloz." "Estou aqui", eu disse, aparecendo ao lado dela. "Você é rápido mesmo." "É o meu poder." "O meu poder é resolver mistérios. E o mistério hoje é: o seu pau cabe inteiro na minha boca?" "Vamos descobrir." Ela abriu a boca. Eu enfiei. Cabia. Ela chupou fundo, engasgou, lambeu as bolas. "Resolvido", ela disse, depois de tirar. "Qual era o mistério?" "O mistério era que eu queria chupar o seu pau. E chupei." "E agora?" "Agora eu quero você me comendo." Ela virou de quatro no sofá. O vestido roxo subiu. A buceta lisa, molhada, o cu piscando. Enfiei. Meti devagar, depois rápido. Ela gemia. "Isso, Flash – ela gritava. – Me come com a velocidade da luz." "A velocidade da luz é rápida demais. Você não ia sentir nada." "Então me come devagar. Para eu sentir cada centímetro." Meti devagar. Ela gozou. Enquanto eu e Dafne gozávamos, Supergirl entrou em ação. Camila, a Supergirl, voou baixo – na verdade, correu com os braços abertos, a capa vermelha (que ela tinha recuperado) voando atrás. Ela parou na frente de Peter Pan. "Você é o Peter Pan?" "Sou. E você é a Supergirl." "A Supergirl que salva o mundo." "Salva o mundo do quê?" "Do tédio." Ela o beijou. A língua dela entrou na boca dele. As mãos dele desceram para a bunda dela – a calcinha azul de renda molhada. "Acredita em fadas?", ele perguntou. "Acredito." Ele jogou o glitter nela. O pó de fada brilhou nos seios dela, na barriga, na buceta. "Agora você está na Terra do Nunca." "E o que eu faço na Terra do Nunca?" "Você goza." Ele se ajoelhou, abriu as pernas dela, enfiou a língua na buceta da Supergirl. Ela gemeu – gemeu alto, gemido de heroína. "Isso, Peter – ela gemia. – Lambe a buceta da Supergirl." "A Supergirl salva o mundo. Eu salvo a buceta." Ele lambeu até ela gozar. A Mulher Gato não ficou para trás. Larissa rastejou até Batman – Gustavo. O chicote estalou. O rabo de gato balançou. "Olha o que a gata trouxe", ela disse, mostrando o cinto de utilidades do Batman (que estava largado no chão). Ela abriu o cinto, tirou o plug. "Você vai usar isso em mim?" "Vou. Mas antes, você vai usar em você." Ela enfiou o plug no próprio cu – o rabo de gato balançou mais forte. Batman meteu o pau na buceta dela enquanto o plug vibrava no cu dela. "Isso, Batman – ela gemia, com a voz de gata no cio. – Me come. Me arranha. Me faz de gata." Ele gozou dentro dela. Ela gozou no plug. A Mulher Aranha prendeu o Batman com as teias de látex. Amarrou ele de costas para a cama, o pau duro apontando para cima. "Agora você é meu", ela disse. Subiu na cama, sentou no pau dele. Cavalgou. "Isso, Aranha – Batman gemia. – Você está me matando." "É a ideia." "Você é viúva negra?" "Sou a aranha que mata o homem-morcego." Ela gozou. Ele gozou. Depois da primeira rodada, todos haviam gozado pelo menos uma vez. As fantasias estavam bagunçadas. A capa do Batman no chão, as teias da Aranha enroladas no pescoço da Branca de Neve, o vestido da Dafne levantado, a saia da Supergirl jogada na piscina, o chapéu do Peter Pan na cabeça da Wandinha. "Eu quero trocar de fantasia", Carol disse. "Trocar como?", a Mulher Aranha perguntou. "Quero ser a Branca de Neve. E quero que a Branca de Neve seja a Mulher Invisível. E a Mulher Invisível vai ser a Wandinha. E a Wandinha vai ser a Sininho. E a Sininho vai ser a Supergirl. E a Supergirl vai ser a Mulher Gato. E a Mulher Gato vai ser a Mulher Aranha. E a Mulher Aranha vai ser a Dafne. E a Dafne vai ser o Flash. E o Flash vai ser o Batman. E o Batman vai ser o Peter Pan. E o Peter Pan vai ser a Mulher Invisível de novo." Todo mundo se olhou. "Isso não faz sentido", alguém disse. "Não precisa fazer sentido. Precisa ser gostoso." E assim fizeram. Carol vestiu o vestido azul e vermelho da Branca de Neve. Juliana, a Branca de Neve original, vestiu a capa transparente da Mulher Invisível e sumiu. Tatiana B., a Wandinha original, vestiu o vestido verde da Sininho com as asas de cetim e deu uma pirueta. Amanda, a Sininho original, vestiu o macacão azul justo da Supergirl, a capa vermelha, e tentou voar (não conseguiu, mas ficou gostosa). Camila, a Supergirl original, vestiu o couro preto da Mulher Gato – o rabo de gato no cu, o chicote na mão. Larissa, a Mulher Gato original, vestiu o macacão da Mulher Aranha, com os seios de fora, as teias de látex nos pulsos. Tatiana, a Mulher Aranha original, vestiu o vestido roxo da Dafne, a gravata laranja, o cabelo ruivo (peruca). Letícia, a Dafne original, vestiu o macacão vermelho do Flash, com o raio na frente. Eu, o Flash original, vesti a sunga de couro do Batman, a capa preta, a máscara com as orelhas. Gustavo, o Batman original, vestiu a túnica verde do Peter Pan, o chapéu com a pluma, as meias listradas, e pegou o pote de glitter. Felipe, o Peter Pan original, vestiu o vestido preto da Wandinha, a gola branca, as meias até o joelho. — Agora a gente transa de novo – eu disse, agora vestido de Batman. – Mas agora com as fantasias trocadas. E com as personalidades trocadas. A Sininho (que antes era a Wandinha) é uma fada malvada. A Branca de Neve (que antes era a Mulher Invisível) é uma princesa que não espera o príncipe. A Mulher Invisível (que antes era a Branca de Neve) sumiu. A Wandinha (que antes era o Peter Pan) é uma Wandinha que chupa pau. A Supergirl (que antes era a Sininho) é uma heroína que gosta de ser dominada. A Mulher Gato (que antes era a Supergirl) é uma gata que morde. A Mulher Aranha (que antes era a Mulher Gato) é uma aranha que prende. A Dafne (que antes era a Mulher Aranha) é uma detetive que resolve mistérios com a buceta. O Flash (que antes era a Dafne) é um homem rápido – rápido para gozar. O Batman (que antes era o Flash) é um Batman de sunga de couro e pau duro. O Peter Pan (que antes era o Batman) é um Peter Pan que não cresce – mas o pau cresce. Todo mundo riu. Depois todo mundo transou. Carol, agora Branca de Neve, não esperou ninguém. Foi direto em mim, que agora era Batman. "Batman, eu sou a Branca de Neve que dá para o Batman." "O Batman não pega a Branca de Neve. A Branca de Neve é do príncipe." "O príncipe sou eu", Felipe, agora Wandinha, disse. Ele estava de vestido preto, meias até o joelho, o consolo no cinto. "Você é Wandinha, não príncipe." "Hoje eu sou os dois." Felipe (Wandinha) enfiou o consolo na buceta de Carol (Branca de Neve) enquanto eu (Batman) enfiava o pau no cu dela. Dupla penetração. Carol gritava. "Isso, seus heróis – ela gritava. – Me fodem. Me salvam do tédio." Ela gozou. Nós gozamos. Enquanto isso, Tatiana (agora Sininho malvada) voava pela sala – as asas de cetim batendo – e pousou no colo de Amanda (agora Supergirl de consolo – porque Amanda tinha pegado o consolo da Wandinha). "Você é a fada malvada?", Amanda perguntou. "Sou. E você é a Supergirl?" "Sou. A Supergirl que gosta de ser dominada." "Então chupa o meu pau." Tatiana abriu o vestido verde. A buceta apareceu. Amanda ajoelhou, chupou a buceta de Tatiana. "Isso, Supergirl – Tatiana gemia. – Chupa a buceta da fada malvada." "A fada malvada tem gosto de mel." "Mel de buceta." Amanda chupou até Tatiana gozar. Depois Tatiana montou no consolo de Amanda. "Agora você me come, Supergirl." "Eu sou Supergirl. Eu salvo o mundo. Não como ninguém." "Me salva, então. Me salva do tédio." Amanda enfiou o consolo. Tatiana gritou. "Isso, sua Supergirl – Tatiana gemia. – Me salva." Tatiana gozou. Amanda (sem pau) gozou de ver. Juliana, a Mulher Invisível (que tinha sido Branca de Neve), apareceu do nada. Estava em cima da cama redonda, de quatro, a bunda empinada. Ninguém viu ela entrar. Dafne (Letícia, que agora era o Flash) perguntou: "Quem está aí?" "Sou eu. A invisível." "Você está invisível. Não dá para te ver." "Mas dá para sentir." Dafne (Flash de saia) enfiou a mão no ar, encontrou a bunda de Juliana, enfiou o dedo no cu. "Achei." "O que você vai fazer comigo?" "Vou te comer. Mesmo invisível." Dafne enfiou o vibrador na buceta de Juliana. Juliana gemeu – o corpo apareceu por um segundo, a buceta se abrindo, os seios balançando. "Você fica visível quando goza?" "Fico. Por isso que eu vou gozar." Dafne meteu mais rápido. Juliana gozou. O corpo apareceu – nua, suada, a buceta vermelha. "Te peguei." "Me pegou." Larissa, a Mulher Gato (que tinha sido Supergirl), rastejou até Gustavo (agora Peter Pan). O chicote estalou. "Peter Pan, acredita em gatas?", ela disse. "Acredito em fadas." "Gata é melhor." Ela pulou no colo dele, a buceta peluda (ela não depilava) esfregou no pau duro dele. Ele enfiou. "Isso, Peter – ela gemia. – Me come igual gata." "Você mia?" "Mio." Ela gemeu – um gemido que parecia miado. Gustavo gozou dentro dela. Larissa gozou no pau dele. Depois de todas as trocas, já não havia mais fantasias originais. Estávamos todos nus – as roupas espalhadas pela sala, pelo lustre, pela piscina. O vestido da Dafne rasgado. O macacão da Mulher Aranha manchado de vinho e de outras coisas. A capa do Batman boiando na piscina. O chapéu do Peter Pan na cabeça da Wandinha. O rabo de gato de Larissa estava no pescoço da Supergirl. "Última rodada", eu disse, agora nu, sem fantasia. "Todos com todos. Mas cada um tem que transar com as características do seu personagem original – o primeiro, o de verdade." A Mulher Invisível (Carol) tinha que transar sem ser vista. Ela se ajoelhou no meio da sala, invisível. Ninguém viu, mas todos sentiram a boca dela – no pau do Batman, no pau do Flash, no pau do Peter Pan, na buceta da Supergirl, na buceta da Mulher Gato, no cu da Wandinha. Ela chupou todos, invisível. Ninguém viu, mas todo mundo gozou. A Mulher Aranha (Tatiana) tinha que transar pendurada. Ela prendeu as teias de látex no lustre, subiu, ficou de cabeça para baixo, a buceta aberta, os seios balançando. "Quem vai me comer?" "Eu", Batman disse. Ele subiu na escada, enfiou o pau na buceta dela de cabeça para baixo. "Isso, Aranha – ele gemia. – Você fica gostosa de ponta cabeça." "Você fica gostoso de pau duro." Ele gozou na buceta dela. Ela gozou no pau dele. A Dafne (Letícia) tinha que resolver um mistério enquanto transava. Ela sentou no pau do Flash, que metia nela enquanto ela fazia pose de detetive. "O mistério é: quem vai gozar primeiro?" "Você. Sempre você." "Resolvido." Ela gozou. Ele gozou. A Branca de Neve (Juliana) tinha que oferecer a maçã antes de gozar. Ela pegou o vibrador, ofereceu para Sininho. "Quer uma maçã?" "Quero." Sininho chupou o vibrador. Enquanto isso, Branca de Neve enfiou o consolo na própria buceta. "Agora você – Sininho disse." "Agora eu." Branca de Neve gozou. Sininho gozou vendo. A Wandinha (Tatiana B.) tinha que transar com cara de poucos amigos o tempo todo. Ela enfiou o consolo no cu do Batman. O rosto sério, os olhos mortos. "Você não está gostando?", Batman perguntou. "Estou. Mas não posso demonstrar." "Por quê?" "Porque a Wandinha não demonstra emoção. Ela mata." "Me mata, então." Ela meteu mais forte. Batman gozou. Wandinha continuou séria. A Sininho (Amanda) tinha que voar enquanto transa. Ela abriu os braços, as asas de cetim bateram. Deu um pulo e o Batman e o Flash seguraram ela pelos braços – ela ficou suspensa no ar. "Estou voando", ela disse. "E transando", eu disse. Enfiei o pau na buceta dela enquanto ela estava no ar. "Isso, Flash – ela gritava. – Me come no ar." "É o seu poder." "É o meu prazer." Ela gozou. Eu gozei. A Supergirl (Camila) tinha que salvar alguém enquanto transa. Ela viu a Mulher Gato (Larissa) sendo comida por Peter Pan (Gustavo). "Precisa de ajuda?" "Preciso. Me salva do tédio." Supergirl ajoelhou, lambeu a buceta da Mulher Gato enquanto Peter Pan comia ela. "Isso, Supergirl – Larissa gemia. – Me salva. Me salva com a língua." Larissa gozou. Supergirl gozou. A Mulher Gato (Larissa) tinha que arranhar enquanto transa. Ela montou no Flash (eu). As unhas – postiças, longas – cravaram nas minhas costas enquanto ela cavalgava. "Isso, gata – eu gemia. – Me arranha." "Mia para mim." "Miau." "Gostoso." Ela gozou. Eu gozei. O Batman (Gustavo) tinha que usar os apetrechos do cinto. Ele abriu o cinto de utilidades (o verdadeiro, que estava no chão), pegou o lubrificante, passou no pau, colocou a camisinha, enfiou o plug no próprio cu. "Pronto." "Pronto para o quê?" "Para comer todo mundo." Ele comeu a Mulher Invisível, a Mulher Aranha, a Dafne, a Branca de Neve, a Wandinha, a Sininho, a Supergirl, a Mulher Gato, e o Peter Pan (só o cu). Todos gozaram. O Flash (Marcos) tinha que transar rápido. Eu comi todas as mulheres em menos de um minuto. Gozei em cada uma. Não sei como. Mas foi rápido. O meu poder. Peter Pan (Felipe) tinha que fazer alguém acreditar em fadas antes de transar. Ele jogou glitter em todo mundo – no pau do Batman, na buceta da Supergirl, no cu da Wandinha. "Acreditem", ele disse. "Você acredita em fadas?" "Acredito." Ele enfiou o pau na buceta da Mulher Invisível (que já estava visível porque tinha gozado). "Isso, Peter – ela gemia. – Me leva para a Terra do Nunca." "Já está." Ela gozou. Ele gozou. No final da noite, as fantasias estavam todas destruídas. O vestido da Dafne rasgado, o macacão da Mulher Aranha manchado, as teias de látex espalhadas, o cinto do Batman vazio, a cesta da Branca de Neve sem maçãs, o glitter do Peter Pan em todo mundo – no cabelo, nos seios, na buceta, no pau. O cheiro de sexo preenchia a sala. Os doze estavam nus, suados, fedidos, felizes. — Eu nunca mais vou ver a Branca de Neve do mesmo jeito – Letícia disse. — Eu nunca mais vou ver a Mulher Invisível do mesmo jeito – eu disse. — Eu nunca mais vou ver o Batman do mesmo jeito – Carol disse. — Eu nunca mais vou ver a Supergirl do mesmo jeito – Tatiana Aranha disse. — Eu nunca mais vou ver a Mulher Gato do mesmo jeito – Camila disse. — Eu nunca mais vou ver o Peter Pan do mesmo jeito – Felipe disse. Caímos na cama redonda. Os doze nus. Dormimos abraçados. Acordamos no dia seguinte com os corpos colados, o glitter ainda brilhando na pele, o cheiro de sexo ainda no ar. — Cadê a Mulher Invisível? – alguém perguntou. — Ela está aqui. Só não está se mexendo. — Então ela está invisível. — Não. Ela está dormindo. Carol abriu os olhos. — Estou aqui – ela disse. – E estou visível. — E está pelada. — E está feliz. — E está fedida. — E está com fome. Rimos. Pedimos pizza. A pizzaria entregou às 10h da manhã. O entregador nos viu pelados pela janela – todos ainda nus, o glitter brilhando, os corpos marcados de beijos e mordidas. Ele não falou nada. Mas sorriu. E pediu o número do Batman. Fim.
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