PERDENDO AS PREGAS DO MEU CUZINHO PARA A TRANS DA MINHA ESPOSA

Meu nome é Carlos, tenho 42 anos, sou casado com a Renata há 18. Somos um casal normal – ela é professora, eu sou contador, temos dois filhos adolescentes. Na cama, sempre fomos criativos, mas nada muito fora do comum.
Foi numa tarde de sábado, voltando do supermercado. Eu dirigia, Renata ia no banco do passageiro, olhando pela janela. Passamos por uma rua no centro da cidade onde sempre tinha um ponto – um canto onde algumas travestis se reuniam à noite. Mas naquele horário, ainda eram quatro da tarde, e elas já estavam lá. Quatro. Linda, altas, pernas enormes, cabelos longos, vestidos curtos, salto alto.
Renata se virou para mim e soltou, do nada:
— Nossa, olha aquelas bonecas. Que pernas, hein?
Eu olhei rápido, sem querer dar muita trela.
— É... são bonitas.
— Você acha?
— Ué, eu tenho olhos.
Ela ficou em silêncio por um segundo, mordendo o lábio. Depois soltou:
— Sabe de uma coisa, Carlos? Eu deixaria você me trair.
— O quê? — quase bati o carro.
— Deixaria. Se fosse com uma boneca igual aquelas.
Eu ri, sem graça. Mudei de assunto. Mas a semente foi plantada.
Naquela noite, depois que as crianças dormiram, fomos para o quarto. Renata estava mais solta, mais safada. Me chupou com vontade, depois montou em mim e cavalgou até os dois gozarem.
Ficamos deitados, ofegantes, o suor escorrendo. Foi quando eu trouxe o assunto de volta.
— Renata... aquilo que você falou no carro... você falou sério?
— O quê? Sobre as bonecas?
— Sobre deixar eu te trair.
Ela ficou em silêncio. Depois suspirou.
— Não sei o que deu em mim. Mas desde que comecei a ler uns contos eróticos na internet, eu fiquei com uma vontade... uma vontade de ver você sendo comido.
— Como assim?
— Eu sempre dei o meu cu para você. Desde o começo do namoro. Apesar de você não ter sido nem o primeiro, muito menos o único a comer o meu cuzinho. E eu sempre gostei muito de sua penetração comigo. Então eu fiquei curiosa... queria saber como você se sentiria tendo sua bundinha penetrada. Queria ver você tomando no cu. Queria ver sua cara de prazer. Queria ver suas pregas sendo abertas pela primeira vez.
Meu pau endureceu na hora.
— Você está falando sério?
— Estou. E você? Nunca pensou nisso?
Pensei. Desde que li uns contos na internet, anos atrás. Sempre tive curiosidade. Mas nunca tive coragem.
— Não sei se topo — eu disse, mas mentindo a mim mesmo.
Ela sorriu.
— Queres saber como eu comecei a dar a bundinha?
— Senta aqui — ela disse, batendo na cama ao lado dela.
Sentei. Ela pegou no meu pau, já duro, e começou a masturbar devagar.
— Você quer saber como foi a minha primeira vez? Como o meu primeiro namorado comeu a minha buceta e o meu cu?
— Quero — eu disse, a voz rouca.
Ela começou a contar.
— Eu tinha 18 anos. Ele se chamava Ricardo. Era dois anos mais velho, fazia educação física. Moreno, olhos verdes, um sorriso que mexia comigo. A gente namorava há três meses. Eu era virgem. De tudo. Nunca tinha deixado ninguém me tocar lá embaixo.
Uma noite, fomos para o apartamento dele, os pais viajaram. A gente se beijou no sofá por horas. Ele passava a mão nas minhas pernas, subia devagar, mas eu segurava a mão dele. Até que eu não aguentei mais.
— Pode — eu sussurrei.
Ele enfiou a mão dentro da minha calcinha. A boceta já estava molhada. Ele passou o dedo, sentiu o quão encharcada eu estava, e gemeu baixo.
— Você está molhadinha, hein?
— É culpa sua.
Ele tirou minha calcinha. Abriu minhas pernas. Olhou para a minha boceta pela primeira vez.
— É linda — ele disse. — Cheirosa.
Ele enfiou o rosto. Lambeu. A língua percorreu os grandes lábios, o clitóris. Eu me arquei toda.
— ISSO, RICARDO! ASSIM!
Ele chupou até eu gozar. Depois, subiu em cima de mim. Tirou a calça. O pau dele era médio, um pouco maior que o seu, mas fino. Ele enfiou na minha boceta de uma só vez.
Eu gritei. Doeu. Mas foi gostoso.
Ele meteu devagar no início, depois rápido. Eu gemia, pedia para ele meter mais fundo. Ele gozou dentro de mim na primeira vez. Sem camisinha. Eu tomei pílula do dia seguinte no outro dia.
Depois de gozar, ele ficou deitado ao meu lado, mas o pau continuou duro.
— Você quer dar o cu? — ele perguntou.
— Nunca fiz.
— Quer experimentar?
Eu hesitei. Depois, disse sim.
Ele passou lubrificante. Colocou eu de quatro. Enfiou a ponta. Eu gritei de dor. Era uma sensação estranha, de estar sendo aberta por dentro.
— CALMA — ele disse.
— CONTINUA.
Ele enfiou tudo. Meu cu apertava o pau dele. Ele meteu devagar. Eu sentia cada centímetro entrando e saindo.
— GOSTOU?
— NÃO SEI. METE MAIS.
Ele acelerou. A dor foi passando. O prazer foi chegando. Eu gozei de novo – dessa vez, pelo cu.
Ele gozou dentro do meu cu. Senti o esperma quente escorrendo pelas minhas coxas.
— Pronto — ele disse. — Agora você não é mais virgem de cu.
— E de boceta também não.
Nós rimos. Transamos a noite toda.
Enquanto Renata contava a história, ela não parava de masturbar o meu pau. Eu estava louco de tesão. Pela primeira vez na vida, levei a mão até o meu próprio cu.
— O que você está fazendo? — ela perguntou.
— Quero sentir.
Passei o dedo na entrada do meu cu. Nunca tinha feito isso antes. A sensação era estranha, mas excitante.
— Lambe o dedo primeiro — ela ordenou.
Obedeci. Lambi meu próprio dedo, deixei ele bem molhado. Depois, enfiei devagar no meu cu.
Eu gemi. O dedo entrou com facilidade. Senti as pregas se abrindo pela primeira vez.
— ISSO... ASSIM...
— Enfia mais fundo.
Enfiei o dedo inteiro. Meu cu apertava. Eu me masturbava com a outra mão. O prazer era imenso.
— VOU GOZAR! — eu gritei.
— GOZA!
Gozei. O esperma jorrou na minha barriga, no peito, no lençol. Meu dedo continuava enfiado no meu cu, apertando, piscando.
Renata olhou para mim com os olhos brilhando.
— Você está pronto — ela disse.
— Pronto para o quê?
— Para perder as pregas.
Na semana seguinte, Renato – digo, Renata – teve uma ideia.
— Antes de chamar uma trans de verdade, eu vou ser a sua trans.
— Como assim?
— Vou me fantasiar. Cinta com consolo. Peruca. Maquiagem. Salto. Você vai ser comido pela sua esposa. Como ensaio.
Ela foi na sex shop e comprou uma cinta de borracha com um consolo preto de 18 centímetros. Grosso. Veiado. A cabecinha rosada. Parecia de verdade.
Na sexta-feira, as crianças foram dormir na casa da avó. Renata mandou eu esperar no quarto, de olhos vendados.
Ouvi seus passos. O cheiro do perfume dela – o mesmo de sempre – misturado com algo novo. Ela parou na minha frente.
— Pode tirar a venda.
Tirei.
Ela estava linda. Peruca loira longa, maquiagem pesada, batom vermelho. Vestido preto curto, salto alto. E na cintura, a cinta com o consolo de 18 centímetros duro, apontando para cima.
— Nossa — eu disse.
— Gostou?
— Amei.
— Então deita na cama. De bruços.
Obedeci. Empinei a bunda. Ela passou lubrificante no meu cu e no consolo.
— Vai doer um pouco.
— Pode doer.
Ela encostou a ponta do consolo na entrada do meu cu. Eu respirei fundo. Ela empurrou.
— ISSO... ASSIM...
Ela foi entrando devagar. O consolo era mais grosso que o meu dedo. Muito mais. Sentia o plástico frio abrindo caminho.
— TÁ DENTRO?
— TÁ. SÓ A CABEÇA.
— MAIS.
Ela empurrou mais. Entrou metade. Eu gemia, os dedos arrancando o lençol.
— ISSO, RENATA! ASSIM!
— AGORA EU SOU A RENATINHA. ME CHAMA DE RENATINHA.
— ISSO, RENATINHA! ME COME!
Ela meteu devagar. O consolo entrava e saía do meu cu. As pregas estavam sendo arrebentadas uma por uma.
— VOCÊ ESTÁ PERDENDO SUAS PREGAS, CORNO?
— ESTOU! ESTOU PERDENDO TUDO!
— GOSTOU?
— AMEI! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
Ela meteu por dez minutos. Eu gozei no lençol – só com o consolo no meu cu. Ela tirou o consolo devagar.
— Pronto — ela disse. — Agora você já sabe como é. Quer repetir com a trans de verdade?
— Quero. Muito.
Pesquisamos na internet. Renata queria uma trans linda, feminina, cheirosa, com pau grande – mas não monstruoso. "Pra não te matar na segunda vez", ela disse rindo.
Encontramos o perfil da Kamilla. 28 anos, 1,68m, cabelos pretos longos, corpo de violão, seios naturais, bunda empinada e um pau de 19 centímetros. As fotos eram de tirar o fôlego. Os comentários diziam: "Ela é muito cheirosa", "Faz o cara gozar só de sentir o pau entrando", "Perdi minhas pregas com ela e foi a melhor coisa da minha vida".
— É ela — Renata disse.
Ela mesma fez a ligação. Kamilla atendeu com uma voz doce, mas safada.
— Casal? Adoro. O que vocês querem?
— Meu marido nunca deu o cu de verdade. Só ensaiou comigo. Quero que você tire o resto das pregas dele. Enquanto eu assisto.
— Combinado. Amanhã, 20h, no meu flat.
Chegamos no flat de Kamilla com o cu na mão – literalmente. Eu estava nervoso, suando frio. Renata, ao contrário, estava tranquila, até animada.
Kamilla abriu a porta vestindo um roupão preto de seda, cabelos soltos, salto alto. O cheiro do perfume dela invadiu o corredor – doce, floral, com um fundo almiscarado que subiu direto para a minha cabeça e desceu para o meu pau.
— Nossa, que casal lindo — ela disse, nos beijando no rosto um por um. — Entrem.
O flat era pequeno, mas arrumado. Uma cama de casal no centro, lençóis pretos, velas aromáticas. No criado-mudo, lubrificante, camisinhas e um consolo preto de 18 centímetros.
— Gostaram dos meus brinquedos? — ela perguntou, sorrindo.
— Gostamos — Renata respondeu, sentando na poltrona. — Hoje quem vai usar os brinquedos é ele.
Kamilla olhou para mim.
— Você nunca deu o cu de verdade, né?
— Só ensaiei com minha esposa. Com consolo.
— Vai doer. Mas vai ser gostoso. E você vai perder as pregas de vez.
— Você, corno — Renata disse, apontando para mim. — Tira a roupa. Tudo.
Obedeci. Fiquei nu, o pau mole de nervoso, o cu exposto.
— Agora deita de bruços na cama.
Deitei. Enterrei o rosto no travesseiro.
— Você, Kamilla — Renata continuou. — Vai mostrar pra ele o que ele vai levar.
Kamilla tirou o roupão. Ficou nua. O corpo dela era uma obra de arte – seios redondos, cintura fina, bunda grande e redonda. E o pau – 19 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa – já estava duro, babando.
— Cheira — ela disse, aproximando o pau do meu rosto.
Enfiei o rosto no pau dela. Cheirei fundo. O cheiro era forte – sabonete, suor, tesão. Nunca tinha cheirado um pau que não fosse o meu.
— Lambe.
Passei a língua na cabeça do pau dela. O gosto era salgado, intenso, selvagem. Meu pau finalmente começou a endurecer.
— Isso, corno — Renata disse, da poltrona. — Vai aprendendo.
Kamilla me virou de bruços de novo. Empinou minha bunda. Passou lubrificante no meu cu.
— Quantos dedos você já colocou aí?
— Um. Só um.
— Vamos aumentar.
Ela enfiou dois dedos. Eu gritei.
— CALMA! — ela disse. — Relaxa o cu.
Respirei fundo. Ela mexeu os dedos devagar, entrando e saindo.
— Gostou?
— É... gostoso.
— Vai ficar melhor.
Ela enfiou três dedos. Doeu mais. Mas o tesão falou mais alto. Meu pau ficou duro de verdade.
— Agora o quarto.
— QUATRO? — eu gritei.
— QUATRO.
Ela enfiou quatro dedos. Eu gemi – não de dor, de prazer. Meu cu nunca tinha estado tão aberto.
— Pronto. Seu cu já está quase pronto para mim.
Kamilla tirou os dedos. Passou mais lubrificante no pau dela. Posicionou a cabeça na entrada do meu cu.
— Vai devagar — Renata pediu, da poltrona. Ela já estava com a mão na calcinha, se masturbando.
— Vou.
Ela empurrou. A cabeça entrou.
Eu gritei. Não foi um gemido. Foi um grito de dor. Sentia o pau dela me rasgando, abrindo caminho onde nunca ninguém tinha passado – nem o consolo da Renata tinha ido tão fundo.
— RELAXA O CU, CARALHO! — ela ordenou.
Tentei relaxar. Ela empurrou mais. Entrou meio pau. As pregas do meu cu estavam sendo arrebentadas uma por uma.
— ISSO... ASSIM... TIRA MINHAS PREGAS TODAS!
— VOU TIRAR!
Ela empurrou tudo. 19 centímetros enterrados no meu cu. Senti o saco dela batendo na minha bunda.
— TÁ DENTRO! — ela gritou.
— EU SEI! EU SINTO!
Ela começou a meter. Devagar no início, depois rápido. A dor foi passando. O prazer foi chegando.
— VOCÊ ESTÁ PERDENDO SUAS PREGAS, CORNO!
— ESTOU! ESTOU PERDENDO TUDO!
— GOSTOU?
— AMEI! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
Renata assistia da poltrona, a calcinha jogada no chão, a mão enfiada na boceta, se masturbando igual a uma louca.
— FODE ELE, KAMILLA! FODE O CU DO MEU MARIDO! TIRA TODAS AS PREGAS DELE!
Kamilla acelerou. Metia com força, sem dó.
— VOCÊ É MINHA PUTA?
— SOU! SOU SUA PUTA!
— VOCÊ É CORNO?
— SOU! SOU CORNO! SOU VIADO! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
Ela meteu por mais dez minutos. Eu gozei no lençol – só com o pau dela no meu cu. Minhas pregas tinham ido embora. Meu cu nunca mais seria o mesmo.
— VOU GOZAR! — ela gritou.
— GOZA DENTRO! ENCHE MEU CU DE PORRA!
Ela gozou. Jatos grossos, quentes, encheram meu cu pela primeira vez na vida com esperma de verdade. Senti o leite escorrendo, pingando no lençol.
— Pronto. Agora você perdeu as pregas. Para sempre.
Kamilla tirou o pau do meu cu. A porra escorria. Renata se levantou da poltrona, pelada, a boceta escorrendo.
— Minha vez.
Ela se ajoelhou na cama. Abriu as pernas. A boceta estava inchada, molhada, o cheiro subindo forte.
— Cheira.
Kamilla enfiou o rosto. Cheirou fundo.
— Você está menstruada?
— Terceiro dia.
— Adoro.
Kamilla lambeu a boceta menstruada de Renata. O sangue escorria na boca dela.
— ISSO, KAMILLA! ASSIM!
Renata gozou na boca dela. Depois, virou Kamilla de bruços.
— Agora vou comer o seu cu.
— Sem lubrificante — Kamilla pediu.
— Sem lubrificante.
Renata pegou o consolo de 18 centímetros que estava no criado-mudo. Enfiou no cu de Kamilla.
— ISSO, CARALHO!
Renata metia rápido, fundo. Kamilla gemia.
— VOCÊ ESTÁ PERDENDO AS PREGAS DO SEU CU AGORA?
— JÁ PERDI FAZ TEMPO! MAS ESTOU AMANDO MESMO ASSIM!
Renata tirou o consolo. Olhou para mim.
— Sua vez, corno. Vem cá.
Me ajoelhei na cama. Meu pau ainda estava duro.
— Você vai comer o cu dela. Enquanto ela come o meu cu com o consolo.
Os três se posicionaram. Eu de quatro, comendo o cu de Kamilla. Renata atrás de mim, enfiando o consolo no meu cu. Kamilla na minha frente, chupando meu pau enquanto eu comia o cu dela.
Era um nó de braços, pernas, paus, bocetas, cus. Eu gemia com o consolo no cu e o pau na boca de Kamilla. Kamilla gemia com o meu pau no cu dela. Renata gemia com o consolo enfiado no meu cu.
— VOU GOZAR! — eu gritei.
— GOZA! — todas responderam.
Gozei na boca de Kamilla. Ela engoliu. Renata gozou – o líquido claro escorreu pelo consolo. Kamilla gozou no meu pau.
Os três caíram na cama, exaustos, sujos de sangue, esperma, lubrificante, suor.
Ficamos deitados, ofegantes. Kamilla se levantou, foi ao banheiro, voltou com uma toalha.
— Vocês são meus agora — ela disse. — Quero repetir semana que vem.
— Combinado — Renata respondeu.
Kamilla se aproximou de mim. Levantou o braço. Mostrou a axila suada.
— Cheira.
Cheirei. Fundo. O cheiro era forte – salgado, ácido, selvagem.
— Lambe.
Lambiei. A língua percorreu a axila de Kamilla. Gozei de novo – sem ninguém tocar no meu pau.
— Pronto. Agora você é corno assumido, perdeu as pregas e ainda lambe axila. Não tem mais volta.
— Não quero volta — eu disse.
Renata me abraçou.
— Eu amo você.
— Eu também amo você.
— Mesmo depois de tudo?
— Por causa de tudo.
Dali em diante, chamamos Kamilla todo mês. Meu cu perdeu todas as pregas. E eu descobri que ser corno não era fraqueza.
Era o maior tesão da minha vida.
FIM
Foto 1 do Conto erotico: PERDENDO AS PREGAS DO MEU CUZINHO PARA A TRANS DA MINHA ESPOSA

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Ficha do conto

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Nome do conto:
PERDENDO AS PREGAS DO MEU CUZINHO PARA A TRANS DA MINHA ESPOSA

Codigo do conto:
264182

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
10/06/2026

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