Sempre tive fetiches. Calcinha usada – o tecido ainda quente, o cheiro que subia do cesto de roupa suja e me fazia parar o que estava fazendo para enfiar o rosto ali. Cheiro de buceta suada – aquele cheiro forte, ácido, que ficava na pele dela depois de um dia inteiro de trabalho, que me fazia querer lamber cada centímetro do corpo dela. Pés – os dedos dela, a planta macia, o arco perfeito que eu adorava massajar e beijar. Mas o que mais mexe comigo é ver mulher mijando. Não é qualquer jeito – tem que ser aquela situação de desespero, de vontade acumulada, aquele momento em que a mulher perde a pose e só quer alívio. O som do jato batendo na água. O suspiro de alívio. A expressão de quem finalmente se entregou. O calor do líquido escorrendo pela pele. A textura da urina, mais grossa que a água, mais quente.
Cláudia sabe disso. Demorou anos para aceitar, mas hoje ela topa quase tudo. Ela descobriu quando me pegou cheirando a calcinha dela depois do banho – eu pensei que estava sozinho, mas ela entrou no quarto e me viu com o rosto enterrado no tecido. Fiquei vermelho, mas ela só sorriu. "Você é um pervertido," ela disse. "E você gosta disso," eu respondi. A partir daí, ela começou a me provocar. Usava calcinhas menores, deixava o cesto de roupa suja no meu caminho. Ela sabia o que estava fazendo.
Tudo começou sem querer, uns cinco anos atrás. Estávamos numa festa na casa de uns amigos. Bebemos muito. Cláudia estava com a bexiga apertada há um tempão, mas o banheiro estava ocupado. Ela ficava se mexendo na cadeira, apertando as coxas, mordendo os lábios. O vestido que ela usava subia um pouco cada vez que ela cruzava as pernas. "Amor, não vou aguentar," ela sussurrou no meu ouvido, a respiração ofegante. "Vamos embora?" "Já estou no limite," ela disse, a voz trêmula. Fomos para o carro. No caminho, ela andava rápido, pernas fechadas, mãos na cintura. Eu estava vidrado – cada passo dela era uma tortura, a saia balançando, a calcinha aparecendo por baixo. Quando entramos no carro, fechei a porta e disse: "Faz aqui." "O quê?" "Faz xixi aqui. No banco. Eu limpo depois." Ela olhou para mim como se eu fosse louco. Depois, riu. "Você é um pervertido." "E você está apertada." Ela não conseguiu resistir. Baixou a calcinha devagar – uma calcinha fio dental preta, minúscula, já úmida de suor e tesão. Levantou o quadril e deixou o jato quente escorrer no banco de couro. O som era molhado, contínuo, delicioso. O cheiro subiu – forte, ácido, selvagem. Eu estava com o pau duro feito pedra. Quando ela terminou, soltou um suspiro longo. "Aliviou?" "Muito. Mas seu banco vai feder." "Não ligo." Fomos para casa. Naquela noite, transei com ela como nunca. Chupei a buceta dela com gosto de xixi – o salgado, o ácido, o calor. Meti no cu dela enquanto ela gemia. Gozei na cara dela, o esperma escorrendo pelo queixo.
Daquele dia em diante, o fetiche ficou escancarado.
Com o tempo, criamos rituais. Toda vez que Cláudia chega da rua apertada, ela me avisa: "Amor, tô quase mijando nas calças." Eu largo o que estou fazendo e vou assistir. Ela vai para o banheiro, mas não fecha a porta. Fica de costas para mim, abre as pernas, abaixa a calcinha devagar – só para me provocar – e senta no vaso. O barulho começa. Primeiro um fio fino, depois um jato grosso. Ela gemia baixo enquanto mijava. "Está gostoso?" ela perguntava. "Estou vendo." Ela terminava, se limpava, levantava. Eu entrava no banheiro e cheirava o ar. "Forte hoje." "Bebi muita água." Outras vezes, eu pedia para ela mijar em mim. No chão do box, a água quente do chuveiro se misturando com o xixi quente do corpo dela, o cheiro subindo no vapor. Na cama – com lençol impermeável que compramos de propósito, ela deitada de pernas abertas, o jato quente escorrendo pela minha barriga, pingando nos meus pelos. Na minha boca – ela em pé, eu deitado de costas, a boca aberta, o jato quente entrando na minha garganta, o gosto salgado, forte, inesquecível. Ela foi se acostumando. "Você é nojento," ela dizia, rindo. "E você é minha nojenta favorita."
Um sábado, fomos a um bar com uns amigos. Ela usava um vestido curto, salto alto, cabelos soltos. Bebeu cerveja sem parar. Duas horas depois, veio o desespero. "Ricardo, preciso ir ao banheiro." O banheiro do bar tinha fila. Ela foi, ficou uns minutos, voltou reclamando que a mulher na frente demorava. "Ela deve estar passando o rodo no banheiro," ela resmungou, sentando-se ao meu lado, mexendo as pernas. O desespero estava estampado no rosto dela. O olhar suplicante. Os lábios mordidos. Eu sabia que ela não ia aguentar muito mais. "Não aguento mais," ela disse, os olhos vidrados em mim. Eu olhei no relógio. A fila não ia diminuir. "Vamos para o carro," eu disse. "De novo?" "De novo." Ela riu. Levantou, apertando as coxas, andando rápido. Eu fui atrás, observando cada movimento. A saia subindo um pouco, a calcinha aparecendo – uma calcinha de renda preta, minúscula, que mal cobria o essencial. Ela entrou no carro, no banco de trás. Eu entrei também. "Fecha a porta," ela pediu. Fechei. Ela levantou a saia, puxou a calcinha para o lado e começou a mijar no banco. O jato era forte, abundante. O som ecoou dentro do carro – um som molhado, contínuo, inconfundível. O cheiro subiu, forte e quente. Eu me aproximei, enfiei a mão entre as pernas dela, senti o xixi quente escorrendo nos meus dedos. "Ricardo, para," ela disse, rindo. "Não vou parar." Levei a mão à boca. Lambi os dedos. O gosto era salgado, ácido, delicioso. A textura era mais espessa que a água, mais quente. "Você é maluco." "Sou seu maluco." Quando ela terminou, ainda havia um fio fino escorrendo pela coxa. Ela se limpou com a mão e passou os dedos molhados no meu rosto. Senti o xixi quente escorrendo pela minha bochecha. Terminamos em casa. Chupei ela mijada – a buceta ainda molhada, o gosto forte. Comi seu cu – primeiro com a língua, depois com o pau. Gozei dentro da sua buceta, sentindo o esperma se misturar com o xixi que ainda restava. No dia seguinte, ela me mandou mensagem: "O banco do carro ainda está molhado. Vou ter que mandar lavar." Respondi: "Deixa assim. É lembrança." Ela respondeu com uma foto da calcinha que usou no bar – ainda manchada, ainda úmida, com um círculo amarelado no centro. "Guarda para você." Eu guardei. Guardei na gaveta, junto com outras peças – a calcinha do primeiro episódio no carro, a calcinha do bar, um short que ela usou na academia e ficou molhado por dentro. Eu pegava todas as noites, cheirava, lembrava.
O auge aconteceu no nosso aniversário de 10 anos. Ela disse que ia me dar um presente especial. "O quê?" "Você vai ver." Chegou em casa com uma sacola. Dentro, uma capa de chuva transparente, uma toalha impermeável e uma fralda geriátrica. "Vai usar fralda?" perguntei, rindo. "Não. Quem vai usar fralda é você." "Como assim?" "Você vai vestir a fralda. Vai beber muita água. E vai mijar nela. Enquanto eu assisto." Meu pau endureceu na hora. "E depois?" "Depois eu vou cortar a fralda com uma tesoura. E vou chupar seu pau mijado." Nunca obedeci tão rápido. Bebi dois litros de água em uma hora. Coloquei a fralda – o plástico frio contra a pele, o tecido absorvente macio. Deitei na toalha impermeável, no chão da sala. Ela ficou em pé, me olhando. "Pode mijar." Tentei relaxar. No começo, não saía. A bexiga doía. Eu forcei, forcei, até que o jato começou. A fralda esquentou, estufou, pesou. O som era abafado – um chiado contínuo, diferente do vaso, mas igualmente delicioso. O calor se espalhou, envolvendo meu pau, minhas bolas, minha virilha. Ela ajoelhou ao meu lado. Passou a mão na fralda cheia. "Está quentinho," ela disse, com um sorriso safado. "E está pesado. Você bebeu água mesmo." Ela apertou a fralda, sentindo o líquido se mover dentro do tecido. O som do xixi se mexendo dentro do plástico. "Eu bebi muito," eu disse, ofegante. "Tô vendo," ela respondeu, a voz baixa e rouca. "Vou cortar." Pegou a tesoura. Cortou a fralda pela lateral. Meu pau pulou para fora, sujo de xixi, os pelos da virilha molhados. Ela olhou, lambeu os lábios, passou a mão no pau molhado, sentindo o calor. Depois, abaixou a cabeça e chupou. A boca quente envolveu meu pau mijado – o gosto salgado, o calor, a textura. Ela chupou com vontade, com tesão. A língua dançou na cabeça, na glande, no corpo do meu pau. Eu gozei em segundos. O esperma jorrou na boca dela, misturado com xixi. Ela engoliu tudo. Levantou a cabeça, limpou a boca, sorriu. "Feliz aniversário, seu pervertido." "Melhor presente da vida." Ela se ajoelhou, passou a mão na minha cara, ainda molhada de xixi e esperma, e me beijou.
Hoje, temos uma regra em casa: quando a vontade aperta, ela avisa. "Amor, vou mijar. Quer assistir?" Quase sempre eu quero. E ela já está planejando o próximo presente. Não sei o que é. Mas sei que vou adorar. Ela já mencionou uma fralda com furos, para o xixi escorrer enquanto eu a uso. Já mencionou um banheiro público, para eu mijar nela enquanto os outros não veem. Já mencionou um balde, para ela mijar enquanto eu bebo do balde. Não sei o que ela vai aprontar. Mas estou pronto para tudo.
Não é só fetiche. É intimidade. É confiança. É saber que a pessoa ao seu lado topa as suas loucuras porque te ama – mesmo que ache nojento. Cláudia ainda me chama de maluco. Mas toda vez que ela sai do banheiro de porta aberta, com aquele sorriso safado no rosto, eu sei: ela gosta tanto quanto eu. O xixi, aquele barulhinho, aquele cheiro, aquele calor, aquele gosto – continua sendo a minha maior perversão.
Que nunca acabe.




