Eu tinha chegado mais cedo do trabalho. Rodrigo tinha saído para uma reunião. O notebook dele estava aberto na mesa da sala. Eu ia desligar, mas a tela piscou. Uma aba do navegador estava aberta. Era um site de contos eróticos. Li o título: "O Segredo das Irmãs". Li o primeiro parágrafo. Depois outro. O conto descrevia um homem que transava com as duas irmãs, escondido da esposa. Meu coração acelerou. Rolei a tela. Vi o histórico de busca: "incesto entre irmãos", "sexo com irmã", "como comer a própria irmã sem ninguém saber", "tirar a virgindade da irmã mais nova". Não era só uma fantasia. Era um desejo.
Naquela noite, depois que as crianças dormiram, eu sentei na frente dele. Disse que precisava conversar. Ele perguntou o quê. Eu disse que tinha visto o que ele lia no notebook. Ele empalideceu, tentou se explicar. Eu perguntei se ele queria transar com as irmãs. Ele ficou em silêncio por um longo minuto. Depois, baixou a cabeça e disse que não queria, porque já transava. Arregalei os olhos, sem entender. Ele explicou que tinha perdido a virgindade com a Paula – na verdade, os dois perderam juntos naquela noite – e depois tirou a virgindade da Renata também. Até hoje eles transavam, sempre que se encontravam. Era o segredo deles. Eu não sabia o que dizer. Senti um misto de raiva, ciúmes e tesão. Pedi para ele contar tudo, desde o começo. Ele respirou fundo e começou.
Ele disse que era o mais novo, que Renata tinha 20, Paula 19 e ele 18 quando tudo começou. Mas a brincadeira já acontecia desde muito novos. Desde que se entendia por gente, ele se esfregava nelas. Ele fazia jiu-jitsu e simulava golpes, só para esfregar o pau nas bundas delas. Elas achavam que era brincadeira, mas ele sabia o que estava fazendo. Elas deixavam, gostavam, nunca reclamavam. Ele cheirava as calcinhas usadas delas e os absorventes sujos. Tirava do cesto de roupa suja, levava para o quarto, cheirava fundo. O cheiro da buceta delas, do sangue, o deixava louco. A Paula descobriu uma vez, viu ele com a calcinha dela no rosto, mas não falou nada, só sorriu. A Renata ele via pela fresta da porta quando tomava banho, e ela sabia, deixava a porta entreaberta de propósito. Ela jogava vôlei, e quando voltava suada para casa, ele fazia de tudo para ficar perto, sentir o cheiro do suor dela, lambia a camisa e o sutiã sujos. Ele era obcecado por elas, e elas sabiam.
A primeira vez que algo realmente aconteceu foi com a Renata. Ela tinha 20 anos, ele 18. Foi numa festa na casa de uns amigos. Ele viu ela na área externa, batendo uma punheta para um desconhecido. Ela estava com a mão no pau do cara, masturbando ele, e ele gozou na mão dela. Ela limpou no vestido. Ele ficou com ciúmes e com tesão. Naquela noite, depois que a festa acabou, ele foi até o quarto dela. Disse que viu, que ia contar para os pais. Não ia contar de verdade, mas usou isso para conseguir o que queria. Queria que ela fizesse o mesmo nele. Ela fez. Naquela noite, ela se ajoelhou na frente dele, pegou no pau dele, começou a masturbar devagar, depois rápido. Ele gozou na mão dela, assim como o desconhecido tinha gozado na mão dela. Depois ele pediu mais, pediu para ela chupar. Ela hesitou, mas ele disse que se não fizesse, contaria para os pais. Ela chupou. A boca dela era quente, macia, colocou o pau inteiro na boca, engoliu tudo. Ele gozou na boca dela.
Mas ele não queria parar, queria mais. Queria sentir ela de verdade, provar o gosto dela, ver ela nua. Pediu para ela deitar na cama. Ela hesitou, disse que era errado, que eram irmãos. Mas ele insistiu, disse que se ela não fizesse, contaria para os pais sobre a festa. Sabia que era chantagem, mas o tesão era maior. Ela deitou devagar, trêmula. Ele tirou a blusa dela. Os seios eram grandes, firmes, os mamilos escuros e duros. Ele chupou um, depois o outro. Ela gemia baixinho, os dedos no cabelo dele. Desceu beijando a barriga até chegar na calcinha, de renda preta, minúscula. O cheiro subia forte. Ele enfiou o rosto ali, cheirou fundo, ela gemeu. O cheiro da buceta da irmã, molhada, quente. Puxou a calcinha para o lado. A boceta apareceu, lisa, rosada, os lábios inchados, brilhando. Ele enfiou a língua, lambendo os grandes lábios, o clitóris, o períneo. Ela se arqueou, gritou o nome dele, perguntando se ele gostava de lamber a buceta da irmã. Ele disse que amava. Lambia, chupava, enfiava a língua fundo. Ela gozou em segundos, o líquido claro jorrou na boca dele. Engoliu tudo. Subiu em cima dela, o pau duro, babando. Ela perguntou se ia doer. Ele disse que um pouco, mas seria gostoso. Abriu as pernas, posicionou a cabeça do pau na entrada, empurrei devagar. Ela gemeu, pediu calma. Ele entrou devagar, centímetro por centímetro. O hímen rompeu, um filete de sangue escorreu. Ela chorou, não de dor, de emoção. Ele disse que estava dentro, tudo dentro. Começou a meter devagar. Ela gemia, os dedos arrancando o lençol. A boceta apertada, quente, molhada. Ela pediu mais, ele acelerou. O pau entrava e saía, as bolas batiam no clitóris. Ela gozou de novo, e ele gozou dentro dela, enchendo a boceta da irmã de esperma. Depois disso, transaram a noite toda. Ela aprendeu a chupar o pau dele, ele aprendeu a lamber o cu dela. E nunca mais pararam.
A Paula descobriu mais de um mês depois. Ela tinha ido dormir na casa de uma amiga, mas voltou mais cedo do que o esperado. Nossos pais tinham ido para o interior, então ele e Renata aproveitaram para transar e dormir de conchinha, pelados, abraçados. Ela entrou no quarto no dia seguinte, de manhã, e viu os dois. Sabia o que tinha acontecido. Mas não ficou com ciúmes, quis participar. Sentou na beirada da cama e perguntou por que não tinham chamado ela. Renata respondeu por ele, disse que foi maravilhoso. Paula disse que também queria. E ordenou que ele fosse ao quarto dela naquele momento, porque a buceta estava pegando fogo com a descoberta. Ela tinha 19 anos, era virgem.
Quando ele entrou no quarto dela, ela estava de camisola branca, transparente. Ele de cueca. Ela sentou na beirada da cama e disse que queria que ele tirasse a virgindade dela, queria sentir o que Renata sentiu. Ele não conseguiu dizer não. Ela tirou a camisola, ficou nua. O corpo perfeito – seios médios e firmes, bunda redonda, uma mata de pelos loiros bem aparada. Ele beijou ela primeiro, a língua doce, macia. Depois desceu beijando o pescoço, os seios, a barriga, até chegar na boceta. Ela estava escorrendo. Ele enfiou a língua, ela gozou em dez segundos. Subiu em cima dela, enfiou o pau devagar. Ela gritou, o hímen rompeu, o sangue escorreu. Ela chorou, pedindo calma, mas depois respirou fundo, pediu para ele meter logo. Ele meteu rápido, fundo. Ela gozou em um minuto, e ele gozou dentro dela. Transaram o dia todo. À noite, Renata entrou no quarto, disse que eles já tinham transado bastante sozinhos e queria participar, porque não aguentava mais se masturbar escutando os gemidos. Foi a primeira vez que ele transou com as duas ao mesmo tempo.
Paula e Renata deitaram na cama, nuas, uma de cada lado. Ele ficou no meio. Paula pediu para ele beijar ela. Ele beijou, enquanto Renata beijava o pescoço dele, as mãos descendo até o pau. Depois Renata pediu para ele chupar ela. Ele desceu, enfiou a cara na boceta de Renata, enquanto Paula sentava no rosto de Renata, colocando a boceta na boca da irmã. Era um nó de corpos, línguas, bocetas. Paula gozou na boca de Renata, Renata gozou na boca dele. Depois ele deitou de costas, Renata sentou no pau dele, enquanto Paula sentava na cara dele. Ele chupava a boceta de Paula enquanto Renata cavalgava. Gozou dentro de Renata, Paula gozou na boca dele. Transaram a noite toda. Elas aprenderam a chupar o pau dele, e ele aprendeu a lamber o cu delas.
Com o tempo, as irmãs foram ficando mais ousadas. Não precisavam mais dele para se excitar. Elas se pegavam sozinhas, faziam 69, esfregavam a buceta uma na outra, uma sentava na cara da outra, lambiam a bunda, gozavam uma na boca da outra. Para celebrar o relacionamento, ele deu de presente para elas um consolo duplo, uma peça com duas extremidades, para as duas se comerem ao mesmo tempo. Elas se deitavam de conchinha, uma enfiava uma ponta no cu da outra, a outra ponta na boceta. Se moviam juntas, gozavam juntas. Ele assistia e gozava.
Mas uma noite elas mudaram o jogo. Queriam comer ele. Queriam lamber o cu dele, enfiar os dedos, fazer ele gozar pelo cu. Ele deixou. Foi a primeira vez que foi dominado. Elas viraram ele de bruços, empinaram a bunda. Paula enfiou a língua primeiro, Renata abriu as nádegas, e Paula lambeu. A língua quente, macia. Ele gritou, perguntando se ela gostava de ter o cu chupado. Ele disse que amava, nunca tinha imaginado. Renata se ajoelhou ao lado e enfiou a língua também. As duas línguas se revezavam no cu dele. Depois elas enfiaram os dedos. Uma enfiou um, depois dois. A outra enfiou a língua enquanto a primeira dedava. Ele gozou, o esperma jorrou no lençol, só com os dedos e a língua delas no cu. Depois elas viraram ele de costas e beijaram. Paula disse que agora ele era delas também.
A Renata gosta de chuva dourada. Adora fazer xixi nele, e ele adora beber. A Paula não gosta, acha nojento. Mas a Renata adora. Ela se senta no rosto dele, abre as pernas, e mija. O jato quente acerta a boca, o nariz, o queixo. Ele engole tudo. O gosto salgado, intenso. Ele goza sem ninguém tocar no pau. Já a menstruação, as duas gostam. Ele sempre cheirou os absorventes delas sujos, principalmente nos primeiros dias, quando estão bem cheios. Ama esfregar no rosto, na língua, no pinto, até gozar. As duas gostam de transar menstruadas porque ele pode gozar dentro sem se preocupar com gravidez. Elas adoram que ele lamba a buceta menstruada. Elas se deitam, abrem as pernas, e ele enfia o rosto. O cheiro metálico, forte. O sangue escorre na boca dele. Elas gozam com a língua, e ele goza também, sem ninguém tocar no pau.
Depois que ele terminou de contar, fiquei em silêncio. O corpo tremia. A boceta estava molhada. Ele perguntou se eu estava com tesão. Eu disse que sim. Ele perguntou se eu queria participar, ver, sentir, ser comida por elas também. Hesitei, depois falei baixinho que queria.
Ele me deitou na cama, abriu minhas pernas. A boceta molhada, pulsando, os lábios inchados de tanto tesão acumulado. Perguntou se eu queria ser comida. Eu disse que sim, que me comesse como comia as irmãs. Ele enfiou o pau de uma só vez. Eu gritei de prazer, perguntei se ele gostava de me comer. Ele disse que amava. Metia rápido, fundo, as bolas batendo no clitóris. Eu gemia, pedia mais. Ele ordenou que eu falasse o que queria. Eu gritei que queria ser comida pelas irmãs dele, que elas me lambessem, enfiassem os dedos no meu cu, que eu queria ser puta de todos eles. Ele meteu mais forte. Gozei primeiro, a boceta apertando o pau dele. Ele continuou metendo, gozei de novo. Ele gozou dentro de mim, enchendo minha boceta de esperma. Ficamos ofegantes, suados. Ele ainda estava dentro de mim. Eu disse que agora era minha vez. Ele perguntou como assim. Eu disse que ele seria comido por mim, pela primeira vez.
Virei ele de bruços, empinei a bunda. Passei a mão na pele macia das nádegas. Perguntei se ele já tinha sido comido pelas irmãs. Ele disse que sim. Perguntei se já tinha sido por mim. Ele disse que nunca. Eu disse que hoje seria. Peguei o cabo da escova de cabelo que estava no criado-mudo, porque não tinha consolo. Passei lubrificante. Pressionei a ponta contra o cu dele. Enfiei. Ele gritou de prazer. Perguntei se ele gostava de ser comido. Ele disse que amava. Metia devagar no início, depois rápido. O cabo entrava e saía do cu dele. Eu segurava os quadris dele, puxando para trás a cada estocada. Mandava ele imaginar que era um homem de verdade, enfiando o pau no cu. Ele dizia que estava imaginando. Eu gozei, o líquido claro escorreu pelas minhas coxas, só de ver ele dando o cu. Ele também gozou, o esperma jorrou no lençol, só com o cabo da escova no cu dele. Tirei devagar, beijei as costas dele. Disse que agora ele era meu também. Ele disse que era todo meu. Disse que amanhã chamaríamos as irmãs. Ele disse que elas iam me comer. Eu disse que iriam, e que eu adoraria.
No dia seguinte, Rodrigo ligou para as irmãs. Disse que precisava falar com elas. Paula perguntou o quê. Ele disse que Lara tinha descoberto tudo, sobre eles, sobre o segredo. Silêncio do outro lado. Renata perguntou o que ela fez. Ele disse que ela queria participar. Paula perguntou como. Ele disse que ela queria transar com elas, ser comida, e comer elas também. Renata perguntou sobre ele. Ele disse que assistiria e participaria também. Silêncio. Depois, Paula disse que iam. Jantar na casa dele, amanhã. Combinado.
Na noite seguinte, Rodrigo chamou as irmãs. Paula chegou com um vestido preto curto, decotado, mostrando as pernas. Renata veio de azul, mais discreto, mas com um decote que mostrava os seios generosos. Eu sabia o que ia acontecer. Durante o jantar, o clima estava leve, bebemos vinho, rimos, conversamos. Depois do jantar, ele ligou a TV e colocou um vídeo porno de uma orgia. Disse que queria que nós três transássemos juntas e depois o comêssemos. Todos comeriam todos. Paula sorriu, chamou ele de pervertido. Ele disse que era, e que elas iam adorar. Renata olhou para mim, perguntou se eu topava. Eu disse que sim. Paula perguntou se Renata topava. Renata sorriu e disse que sim.
As três foram para o quarto. Ele ficou na poltrona, assistindo. Pedi para elas tirarem a roupa. Paula ficou nua primeiro – corpo perfeito, seios médios e firmes, bunda redonda, boceta lisa e rosada. Renata tirou devagar – seios grandes, bunda empinada, uma mata de pelos bem aparada. Elas se olharam. Paula se aproximou de Renata, disse que ela era linda. Renata disse o mesmo. Elas se beijaram, a língua entrou devagar. Paula desceu, beijando o pescoço de Renata, descendo até os seios, chupando os mamilos. Renata gemia. Paula desceu mais, abriu as pernas de Renata e enfiou a cara na boceta. Eu me ajoelhei ao lado, enfiei a cara na boceta de Paula enquanto ela lambia a de Renata. Era um nó de línguas, bocetas, cus. Renata gozou, Paula gozou na minha boca, eu gozei só de assistir. Depois Paula se virou para mim, me deitou na cama, abriu minhas pernas e enfiou a língua na minha boceta. Renata se ajoelhou na minha frente, mandou eu chupar a boceta dela enquanto Paula me lambia. Eu gozei, Renata gozou na minha boca. As três caíram na cama.
Paula se levantou, foi até a mala e tirou o consolo duplo que Rodrigo tinha dado para elas. Disse que era a vez delas. Elas se deitaram de conchinha, Paula enfiou uma ponta no cu de Renata, Renata enfiou a outra ponta na boceta de Paula. Elas se moviam juntas, o consolo entrando e saindo das duas. Eu assistia, a mão na boceta. Rodrigo assistia, a mão no pau. Renata gozou, Paula gozou junto. As duas caíram na cama.
Rodrigo se levantou, foi até o guarda-roupa e voltou com dois consolos. Um era o consolo duplo que ele tinha comprado para as irmãs. O outro era novo, um consolo preto de 18 centímetros, grosso, veiado, com uma base de sucção. Ele colocou os dois na cama.
— Agora a brincadeira vai ficar mais interessante — ele disse. — Nós temos dois consolos. Um duplo para vocês duas, e um novo para a Lara.
Ele me olhou.
— Você vai ser comida por ele. E eu vou ser comido por ele também. Todos vão usar todos os brinquedos.
Paula e Renata sorriram.
— Adoramos a ideia — Paula disse.
Rodrigo se ajoelhou na frente das três. Mandou as três chuparem ele ao mesmo tempo. Paula enfiou o pau na boca primeiro, depois Renata, depois eu. Nos revezávamos, lambendo, chupando, babando. Ele gozou na nossa boca, o esperma escorreu. Depois ele pegou o consolo novo e prendeu na base de sucção no chão. Sentou em cima, enfiando no próprio cu.
— Minha vez — ele disse, gemendo. — Vocês vão me comer com esse consolo enquanto eu como a Paula.
Eu me posicionei atrás dele, segurei o consolo e comecei a meter no cu dele, enquanto ele enfiava o pau na boceta de Paula. Renata se ajoelhou na frente de Paula, mandando ela chupar a boceta enquanto Rodrigo a comia. Era um nó de corpos, paus, consolos, bocetas, cus. Todos se moviam juntos, gozando juntos.
Depois, foi a minha vez. Paula pegou o consolo duplo, enfiou uma ponta no meu cu e a outra no cu de Renata. As duas se moviam juntas, o consolo entrando e saindo das duas. Rodrigo se ajoelhou na minha frente, mandou eu chupar o pau dele enquanto Paula me comia com o consolo. Eu chupava com vontade, enquanto sentia o consolo entrando e saindo do meu cu. Renata gozou, eu gozei, Rodrigo gozou na minha boca. Paula gozou junto.
Depois, Renata pegou o consolo novo e enfiou no cu de Paula, enquanto Rodrigo enfiava o pau na boceta de Paula. Eu me ajoelhei na frente de Paula, mandando ela chupar minha boceta enquanto os dois a comiam. Paula chupava com vontade, enquanto sentia o pau de Rodrigo na boceta e o consolo de Renata no cu. Paula gozou, Rodrigo gozou dentro dela, Renata gozou com o consolo no cu de Paula. Eu gozei na boca de Paula.
Por fim, todos caíram na cama. Os quatro suados, exaustos, os consolos jogados ao lado, os corpos entrelaçados.
Rodrigo se virou para mim.
— Gostou do seu presente?
— Amei.
— E vocês, manas?
— Amei — Paula e Renata disseram juntas.
— Então a gente repete semana que vem.
— Combinado.
Daquele dia em diante, as irmãs do meu marido viraram minhas amantes e cúmplices. A gente se encontrava sempre que possível. Elas me ensinaram a ser puta. E eu ensinei elas a serem corna. Rodrigo adorava assistir e também adorava ser comido por nós três. E os consolos viraram parte da nossa brincadeira. O duplo para as irmãs, o novo para mim e para ele. Todos usavam todos os brinquedos. Todos comiam todos.
Eu nunca mais olhei para as irmãs do meu marido do mesmo jeito. Cada vez que vejo elas, lembro daquele jantar, do cheiro, do tesão, da noite que mudei a minha vida. E de mim, perdendo as pregas para as duas irmãs. E de Rodrigo, sendo comido por todas nós. E de Paula e Renata, se descobrindo irmãs amantes.




