Meu nome é Marcelo, tenho 45 anos, sou empresário do ramo de construção civil. Casado há 20 anos com Renata, dois filhos, uma vida estável – ou pelo menos tinha, até o dia em que meu sócio, Beto, me convidou para passar o fim de semana na casa de praia dele. — Vai ser só nós dois, Marcelo. Relaxar, beber umas cervejas, pescar. Minha mulher vai viajar com as crianças. Topei na hora. Cheguei na sexta à noite. Beto me recebeu na porta com um sorriso largo e uma cerveja gelada. — Entra, parceiro. A casa é sua. A casa era enorme – piscina, churrasqueira, varanda com vista para o mar. Só nós dois, como ele tinha dito. Só nós dois, e as duas gêmeas. Elas estavam na sala. Sentadas no sofá, uma de cada lado, como se estivessem me esperando. Eu juro que meu coração parou por um segundo. Eram idênticas. Cabelos pretos longos, pele morena, olhos verdes. Usavam vestidos iguais – um preto curto, decotado, mostrando as pernas. Deviam ter uns 25 anos. Corpos perfeitos – peitos médios e firmes, cintura fina, bunda empinada. — Marcelo, estas são as minhas sobrinhas. A Letícia e a Larissa. Elas se levantaram. Uma veio me dar um beijo no rosto. A outra também. O perfume era o mesmo – doce, floral, com um fundo almiscarado que subiu direto para a minha cabeça. — Prazer — eu disse, tentando disfarçar o nervosismo. — O prazer é nosso, tio Marcelo — uma delas respondeu. Eu não sabia qual era qual. Beto me puxou para o lado. — Elas vão passar o fim de semana aqui. Não se preocupa, elas são gente boa. E são solteiras. — Eu sou casado, Beto. — Eu sei. Mas olhar não tira pedaço. O jantar foi animado. Beto fez um churrasco, as meninas fizeram saladas. Bebemos vinho, rimos, conversamos. Aos poucos, fui relaxando. Elas eram diferentes – isso dava para perceber. Uma era mais extrovertida, risonha, mexia no cabelo enquanto falava. A outra era mais quieta, observadora, mas quando ria, mostrava os dentes brancos e os olhos brilhando. — Qual de vocês é a Letícia? — perguntei. — Eu — a mais quieta respondeu. — E você é a Larissa? — Isso mesmo, tio — a mais risonha disse. — Mas a gente adora confundir as pessoas. Ninguém acerta de primeira. — Eu não vou acertar nunca. Elas riram. Depois do jantar, Beto foi dormir. Disse que estava cansado, que no dia seguinte a gente pescava cedo. Me deixou sozinho com as duas na varanda, olhando o mar, o vinho ainda na mesa. Foi quando uma delas se levantou e veio para perto de mim. — Tio Marcelo, você é muito quieto. — Sou observador. — O que você está observando agora? O vestido dela subiu um pouco quando ela se sentou no braço da minha cadeira. A perna ficou exposta. A coxa grossa, a pele lisa. — O mar — menti. Ela riu. — Mentiroso. Não sei como aconteceu. O vinho, o cansaço, a lua sobre o mar. Só sei que, em algum momento, estávamos nos beijando. Eu e uma delas. A língua dela entrou na minha boca com uma segurança que me deixou tonto. A outra assistia. Não participava – apenas assistia, com os olhos brilhando, a mão na própria coxa. — Vamos para o quarto? — ela sussurrou no meu ouvido. — Sua irmã... — Ela não vai contar. A gente divide tudo. Subimos. O quarto de hóspedes era grande, com uma cama de casal. Ela me empurrou na cama e tirou o vestido. Ficou só de calcinha – uma fio dental preto que sumia entre as nádegas. Os seios dela eram perfeitos – médios, redondos, os mamilos duros. A outra entrou atrás. Fechou a porta. — Qual de vocês é qual? — perguntei, já perdido. — Adivinha — as duas disseram juntas, rindo. Elas se revezaram em mim a noite inteira. Uma cavalgava, a outra chupava meus dedos. Uma me beijava, a outra lambia meu pescoço. Eu não sabia mais quem era quem – e no fundo, não importava. No final, as duas deitaram do meu lado, suadas, ofegantes. — Tio Marcelo — uma delas disse —, a gente tem um pedido. — Fala. — A gente ama sexo anal. Olhei para as duas. Elas estavam sérias. — Vocês curtem dar o cu? — perguntei. — Amamos. A gente quer que você nos arrombe hoje. Meu pau endureceu na hora. Uma foi primeiro. Deitei ela de bruços na cama. Empinei a bunda. O cu dela era pequeno, rosado, piscando. Passei lubrificante. Enfiei a ponta. Ela gritou. Enfiei tudo. 15 centímetros no cu dela. Comecei a meter devagar, mas nem precisei, pois parecia que já fazia aquilo há muito tempo. — METE MAIS FORTE! — ela gritou. Acelerei. O pau entrava e saía do cu apertado dela. A outra assistia, se masturbando ao lado. — VOU GOZAR! — ela gritou. — GOZA! Gozou. O cu dela apertou meu pau. Eu gozei dentro – enchi o cu dela de porra. A outra se deitou. Empinou a bunda. O cu dela era igual ao da irmã – pequeno, rosado, piscando. Enfiei. Ela também aceitou de boa. Nem chorou. Também gozou. As duas gozaram com a sensação de serem preenchidas. Depois daquele fim de semana, nunca mais fui o mesmo. Minha esposa desconfiava. Mas não falava nada. Duas semanas depois, recebi uma mensagem de Beto no WhatsApp. Não era uma foto das gêmeas. Era um texto. "Marcelo, preciso te falar uma coisa. Sobre o fim de semana. Sobre as meninas. Você topa um jantar aqui em casa? Só nós dois." Fui. Não conseguia recusar. Quando cheguei, Beto estava na sala, com uma garrafa de uísque e dois copos. Ele serviu, bebeu um gole, e começou a falar. — Marcelo, você sabe que eu banco as meninas. Faculdade, roupas, cabelo, apartamento. Tudo. Elas são minhas sobrinhas, mas eu sou o padrinho rico que paga as contas. — Eu sei. Você sempre falou disso. — Pois é. Mas tem uma coisa que você não sabe. Eu tenho um fetiche. Eu gosto de ver elas transando com outro homem. Gosto de ver elas sendo comidas. Gosto de ver elas gozando com um pau que não é o meu. Fiquei em silêncio. — E você quer que eu pague por isso? — Sim. Mas não com dinheiro. Você já pagou. Agora você vai pagar de novo. — Como assim? Beto se levantou. Foi até a janela, olhou para o mar, e continuou. — Eu tenho outro fetiche, Marcelo. Um que ninguém sabe. Eu gosto de dar o cu. Gosto de ser comido. E quero que você me coma. Fiquei paralisado. — Você está falando sério? — Estou. E não é só isso. Quero que as meninas vejam. Quero que elas assistam. Quero que elas participem. Todo mundo vai comer todo mundo. — Mas eu nunca... — Você nunca comeu um homem. Eu sei. Mas você vai aprender. E vai gostar. Beto se aproximou. Passou a mão no meu rosto. — Você transou com as minhas sobrinhas. Você comeu o cu delas. Agora você vai comer o meu cu. E depois, todo mundo vai comer todo mundo. Meu pau endureceu na hora. — Mas sou virgem do meu cuzinho, nunca pensei em dar, sempre fui hétero. — Sempre tem a primeira vez. Como entrou na brincadeira com as minhas sobrinhas, vai ter que ir até o final. — E se eu não quiser? — Infelizmente sua esposa vai ver isso… era a filmagem do sítio onde você comia as gêmeas. — Pelo visto não tenho escolha. — Não tem mesmo… — E as meninas? — Elas topam. Elas querem ver. Temos esse trato: banco financeiramente elas, elas dão para alguém, mas depois eu tenho que participar. Entretanto, elas curtem demais inversão, fazem comigo e vão fazer com você. Beto tirou a calça. Virou de costas. Empinou a bunda. O cu dele apareceu – pequeno, rosado, piscando. — Pode começar. — Mas... — Sem mas. Você deve isso. E vai adorar. Passei lubrificante. Enfiei a ponta no cu de Beto. Ele gemeu. Não de dor, de prazer. — ISSO, MARCELO! — ele gritou. Enfiei tudo. 15 centímetros no cu do meu sócio. Comecei a meter devagar, depois rápido. Ele gemia, os dedos arrancando o sofá. As gêmeas entraram na sala. Viram tudo. Elas se ajoelharam, se masturbando, assistindo. — OLHA, MENINAS — Beto gritou. — OLHA COMO ELE ESTÁ ME COMENDO! — ESTAMOS VENDO! — NÃO É SÓ VOCÊS QUE TIVERAM O PRAZER DE TER O PINTO DELE DENTRO DO CUZINHO! Gozei dentro do cu de Beto. Ele gozou no sofá. Só com o meu pau no cu dele. — Pronto — ele disse, ofegante. — Agora você pagou. Mas ainda não acabou. — Como assim? — Agora você vai ser comido. Pelas meninas. E por mim. No dia seguinte, Beto marcou um motel. Um quarto enorme, com hidromassagem, cama redonda, espelhos no teto. As gêmeas chegaram com uma mala. — Trouxemos brinquedos — Letícia disse, abrindo a mala. Lá estavam dois consolos – um preto de 18 centímetros, grosso, veiado, e outro de 20 centímetros, com uma base de sucção. E uma cinta de borracha, para prender os consolos. — A gente vai usar tudo hoje — Larissa completou. — E todos vão comer todos. Beto me virou de bruços na cama. Empinou minha bunda. Passou lubrificante no meu cu. — Vai doer um pouco — ele avisou. — Pode doer. Ele enfiou a ponta. Eu gritei – não de dor, de prazer. — ISSO, BETO! — eu gritei. — VOCÊ ESTÁ GOSTANDO DE SER COMIDO? — AINDA NÃO SEI, É ESTRANHO, MAS ESTOU SENTINDO UM PRAZER DIFERENTE… BEM GOSTOSO! Ele metia devagar, depois rápido. O pau de 18 centímetros entrava e saía do meu cu. As gêmeas se ajoelharam na minha frente. Letícia enfiou a boceta na minha boca. Larissa esfregou o grelo no meu rosto. — ISSO, MANA! — Letícia gritou. — ESFREGA O GRELO NA CARA DELE! — ELE ADORA! — Larissa respondeu. Eu chupava a boceta de Letícia com vontade, sentindo o gosto salgado e doce, enquanto o grelo de Larissa roçava no meu rosto, pulsando contra minha pele. Beto metia no meu cu sem parar, cada estocada mais funda que a anterior. — VOU GOZAR! — Beto gritou. — GOZA! — todos responderam. Beto gozou dentro do meu cu. Eu gozei na boca de Letícia. Larissa gozou no meu rosto. Depois que Beto tirou, Letícia se levantou. Ela levantou o braço, mostrando a axila suada. — Cheira, Marcelo. Cheira a minha axila. Eu enfiei o rosto na axila dela. Cheirei fundo. O cheiro era forte, salgado, selvagem – o suor do dia inteiro, do tesão acumulado. Meu pau endureceu de novo. — Lambe. Passei a língua na axila dela. O gosto era intenso, salgado, delicioso. Ela gemeu. — ISSO, MARCELO! — ela gritou. — VOCÊ AMA O CHEIRO DA MINHA AXILA? — AMO! Ela segurou minha cabeça, esfregando a axila no meu rosto. Depois, Larissa se aproximou. — Agora a minha vez. Ela também levantou o braço. Enfiei o rosto na axila dela. O cheiro era parecido, mas diferente – mais doce, mais ácido. Lambi com vontade. — Você é um pervertido, Marcelo. — Sou seu pervertido. Letícia pegou o consolo preto de 18 centímetros e prendeu na cinta. — AGORA É A MINHA VEZ! — ela gritou. Ela virou Beto de bruços. Empinou a bunda dele. Passou lubrificante no cu dele. — Você vai ser comido pela sua sobrinha. — Pode ser. — Faz o seguinte: cada uma come um — Larissa disse, enquanto prendeu o consolo de 20 centímetros na cinta. Letícia enfiou o consolo no cu de Beto. Ele gemeu. Enquanto sua irmã fez o mesmo comigo. — SUA VEZ, VIADINHO! — Larissa disse. Ela me virou de bruços. Empinou minha bunda. Passou lubrificante no meu cu. Enfiou o consolo de 20 centímetros. — ISSO, LARISSA! — gritei. Ao mesmo tempo que Larissa me comia, eu estava cavalgando com vontade, enquanto Beto gemia para Letícia. — Dois viadinhos que gostam de ser comidos — disse Larissa, enquanto entrava e saía do meu cu. — Mas quem vai comer nossas bucetas? Letícia e Larissa se ajoelharam na nossa frente. Enquanto os consolos entravam e saíam dos nossos cus, elas enfiavam as bocetas nas nossas bocas. — CHUPEM! — Letícia ordenou. — CHUPEM AS NOSSAS BOCETAS ENQUANTO A GENTE COME O CU DE VOCÊS! Eu enfiei a cara na boceta de Letícia, chupando com vontade, sentindo o gosto salgado e doce, enquanto o consolo de Larissa entrava e saía do meu cu. Beto fazia o mesmo com Larissa, enquanto Letícia metia o consolo no cu dele. Era um nó de braços, pernas, paus, consolos, bocetas, grelos, cus. — VOU GOZAR! — eu gritei. — GOZA! — todos responderam. Gozei no lençol. Só com o consolo no meu cu. Letícia gozou na minha boca. Larissa gozou na minha bunda. Beto gozou também, só com o consolo de Letícia no cu dele e a boceta de Larissa na boca. Depois que todos gozaram, Letícia e Larissa tiraram os consolos dos nossos cus. Beto se aproximou de mim. — Agora é minha vez — ele disse. Ele me virou de bruços de novo. Passou lubrificante no meu cu. Enfiou o pau no meu cu – o pau de verdade, não o consolo. — ISSO, BETO! — eu gritei. — VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO POR MIM? — AMO! Ele metia rápido, fundo. As gêmeas se ajoelharam na minha frente. Letícia enfiou a boceta na minha boca. Larissa esfregou o grelo no meu rosto. — VOU GOZAR! — eu gritei. — GOZA! — todos responderam. Gozei no lençol. Só com o pau de Beto no meu cu. Beto gozou dentro de mim. Letícia gozou na minha boca. Larissa gozou no meu rosto. Depois que todos gozaram, Letícia se levantou. Ela foi até o banheiro e voltou com um copo de água. Bebeu um gole, depois passou para Larissa. — Queremos fazer uma coisa — Letícia disse, olhando para mim e para Beto. — O quê? — Xixi. Queremos fazer xixi em vocês. Meu pau endureceu na hora. — Você está falando sério? — Estou. Letícia se posicionou sobre o meu rosto. Abriu as pernas. O jato quente de xixi acertou minha boca, meu nariz, meu queixo. Engoli tudo. O gosto era salgado, intenso, inesquecível. Larissa fez o mesmo com Beto. Ela sentou no rosto dele, abriu as pernas, e mijou. Ele engoliu, os olhos fechados, gozando de novo – sem ninguém tocar no pau dele. Os quatro caíram na cama, exaustos, sujos de lubrificante, suor, porra, xixi. Beto se virou para mim. — Agora você é meu viadinho. — Sou todo seu. — E amanhã a gente vai fazer mais. — Muito mais. Daquele dia em diante, a casa de praia nunca mais foi a mesma. Os quatro viraram amantes, cúmplices, amigos. E Beto descobriu que ser corno não era fraqueza. Era o maior tesão da vida dele. O que não sabia era que minha esposa Renata, cada vez mais, começava a desconfiar das minhas pescarias. No domingo à noite, eu chegava com cheiro de perfume feminino e os olhos cansados de quem não dormiu. Renata não disse nada. Mas ela me observava. Ela sempre me observou. Na semana seguinte, ela me seguiu. Eu tinha dito que ia para o sítio com Beto, "vamos pescar". Ela pegou o carro e foi atrás. Estacionou longe, escondida atrás das árvores, e viu tudo. Viu Beto me beijar. Viu as gêmeas tirarem a roupa. Viu eu comer o cu de Beto. Viu as gêmeas me comerem com os consolos. Viu eu ser penetrado por Beto. Viu tudo. Ela filmou tudo com o celular. Enquanto filmava, se masturbava. Gozou três vezes, sentada no carro, vendo o marido ser fodido por outro homem e por duas mulheres, além de comer os três. Quando cheguei em casa, ela estava na sala, com um vestido preto curto, os cabelos soltos, um sorriso safado nos lábios. — Como foi a pescaria? — ela perguntou. — Boa. Pegamos uns peixes grandes. — Imagino. Ela me puxou para o quarto. Transamos como não transávamos há anos. Ela foi mais ousada, mais solta, mais selvagem. Pela primeira vez, ela enfiou a língua no meu cu. Fez um fio terra em mim, enquanto me masturbava. — ISSO, RENATA! — eu gritei. — VOCÊ GOSTA? — AMO! Ela parou, olhou para mim, e passou o dedo no meu cu. — Você está tão aberto, amor. Tão molhado. Parece que alguém já esteve aqui antes. Eu gelei. Mas ela não disse mais nada. Só sorriu. Durante a semana, fiquei confuso. Renata estava diferente. Mais carinhosa, mas também mais distante. Ela olhava para mim com um brilho nos olhos que eu não conseguia decifrar. No trabalho, ela estava igualmente estranha. O colega de trabalho, o André, percebeu. — Renata, o que está acontecendo? Você está diferente. — Nada. Estou só cansada. — Não é só cansaço. Você está com um brilho diferente. Como se tivesse um segredo. Ela tentou desconversar. Durante três dias, ele insistiu. Até que, no final do expediente de sexta-feira, ela quebrou. — André, eu preciso te contar uma coisa. — Fala. Ela contou tudo. O sítio. As gêmeas. Beto. O vídeo. O marido sendo comido. André ouviu em silêncio. Depois, sorriu. — E você gostou? — Gostei. Muito. — O que você quer fazer? — Eu quero me vingar. Quero que ele sinta o que eu senti. Quero que ele seja humilhado. André se aproximou. Passou a mão no rosto dela. — E o que você quer agora? — Eu quero você. Ela ligou para mim. — Amor, vou fazer hora extra hoje. Não me espera para o jantar. — Tudo bem, amor. Ela desligou e foi para o motel com André. André a empurrou contra a parede do quarto. O beijo veio com fome, com vontade. A língua dele invadiu a boca dela com uma segurança que eu nunca tive. As mãos dele subiram pelo vestido dela, apertando os seios, descendo até a calcinha. — Você está molhada. — Molhada por você. André se sentou na cama. Tirou a calça. O pau dele pulou para fora – 20 centímetros, grosso, veiado, a cabecinha roxa. Maior que o meu. Muito maior. — Chupa. Renata se ajoelhou. Enfiou o pau na boca. Chupou com vontade, com tesão. A língua dançava na cabeça, os lábios apertavam, a mão masturbava a base. — ISSO, RENATA! — ele gritou. — VOCÊ GOSTA DE CHUPAR PAU? — AMO! André a deitou na cama. Abriu as pernas dela. Enfiou o pau na boceta. — ISSO, ANDRÉ! — ela gritou. Ele metia rápido, fundo. O pau de 20 centímetros entrava e saía da boceta dela. Os seios balançavam, o suor escorria. — MAIS! — ela pedia. — MAIS FUNDO! Ele meteu mais forte. Ela gozou. Ele continuou metendo. Gozou dentro dela. André virou ela de bruços. Empinou a bunda. Enfiou o pau no cu dela. — ISSO, ANDRÉ! — ela gritou. Ele metia rápido, fundo. Ela gozou de novo. André deitou de costas. Renata montou nele. Cavalgou com vontade, subindo e descendo, o pau de 20 centímetros entrando e saindo. — OLHA, ANDRÉ! — ela gritou. — OLHA COMO EU ESTOU TE COMENDO! — ESTOU VENDO! — VOCÊ É MEU AGORA! — SOU SEU! Ela gozou. Ele gozou dentro dela. Depois de cinco rodadas, Renata estava exausta, mas feliz. Ela se virou para André. — Agora eu quero que você coma o meu marido. — O quê? — Ele precisa ser humilhado. Precisa saber o que é ser usado. E você vai fazer isso. — E você? — Eu vou assistir. E vou participar. — E ele vai deixar? — Ele vai deixar. Não tem escolha: vou mostrar o vídeo do sítio e colocar nosso casamento em jogo. — E eu, o que ganho em comer ele? — perguntou André. Minha esposa disse: – Vou dar a minha buceta e o meu cu para você sempre. Assim, não tem como resistir ao seu pedido. Renata chegou em casa com os olhos brilhando. Eu estava na sala, esperando. Chegou com a buceta suja de porra de André de forma proposital. Chamou o marido para o quarto e sentou na boca dele – eu lambia enquanto a porra escorria pelas entranhas dela. Lambi tudo até os dois gozarem novamente. Então ele indagou ela: — De quem é essa porra? Quem comeu você? Você está me traindo? Ela respondeu: — Engraçado você falar isso. Deixa eu te falar uma coisa: eu sei de tudo. Do sítio. Das gêmeas. Do Beto. Eu vi tudo. Meu coração parou. — Renata... — Não precisa se explicar. Eu gostei. Gostei de ver você sendo comido. Gostei de ver você humilhado. — Você gostou? — Gostei. E quero mais. — Mais o quê? — Eu quero que você seja comido de novo. Por mim. E por André. — André? — Meu colega de trabalho. Ele tem um pau de 20 centímetros. E ele quer te comer. Fiquei em silêncio. — E se eu não quiser? — Se você não quiser, eu mostro o vídeo para todo mundo. Para os seus filhos. Para a sua mãe. Para os seus clientes. — Você não faria isso. — Eu faria. — Por quê? — Porque você merece. Você me traiu. Você me humilhou. Agora você vai ser humilhado. — E se eu aceitar? — Se você aceitar, vou deixar você continuar em suas pescarias, mas também vou te dar a minha buceta e o meu cu para André e quem mais eu quiser. Eles vão poder me comer quando quiserem. Mas também quero que você seja meu viadinho. Eu hesitei. Depois, falei baixinho: — Eu aceito. Uma semana depois, Renata chegou em casa com uma sacola. Dentro, um babydoll branco, transparente, e um consolo preto de 18 centímetros. — Veste. — O quê? — Veste o babydoll. E o consolo você vai usar no seu cu. — Renata... — Você quer a minha buceta para sempre? — Quero. — Então veste. Eu vesti. O babydoll mal cobria meu pau. A calcinha era minúscula, de renda, o fio dental entrava entre as nádegas, subindo até o meu cu. Me senti ridículo. E excitado. — Agora ajoelha. Ajoelhei. Ela me virou de bruços. Passou lubrificante no meu cu. Enfiou o consolo. — ISSO, RENATA! — eu gritei. — VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO? — AMO! Ela metia rápido, fundo. O consolo entrava e saía do meu cu. — OLHA, MARIDO — ela disse. — OLHA COMO VOCÊ ESTÁ GOSTANDO. — ESTOU GOSTANDO! — VOCÊ É MEU VIADINHO? — SOU! — ENTÃO TOMA! Ela meteu mais forte. Eu gozei – o esperma jorrou no tapete. Só com o consolo no meu cu. Ela tirou o consolo. — Agora a surpresa. Ela foi até o guarda-roupa. Abriu a porta. André saiu. Nu. O pau duro. 20 centímetros. — André? — eu perguntei. — E aí, corno — ele disse. — Sua esposa me chamou. E eu não podia recusar. — Mas... — Sem mas. Você vai ser comido. Por mim. E ela vai assistir. Renata se aproximou. — Você vai ficar de joelhos. E vai chupar o pau dele. Enquanto eu vejo. André se posicionou na minha frente. Eu abri a boca. Enfiei o pau dele na boca. Chupei com vontade, com medo, com tesão. — ISSO, CORNO! — André gritou. — VOCÊ GOSTA DE CHUPAR PAU? — AMO! Renata assistia, a mão na própria boceta. André segurou minha cabeça, socou fundo na minha garganta. — VOU GOZAR! — ele gritou. — GOZA! — Renata ordenou. André gozou na minha boca. Engoli tudo. — Agora é minha vez de te comer — ele disse. Ele me virou de bruços. Empinou minha bunda. Passou lubrificante no meu cu e no pau dele. Ele enfiou a ponta. Eu gritei – não de dor, de prazer. — ISSO, ANDRÉ! — eu gritei. Ele metia devagar no início, depois rápido. O pau de 20 centímetros entrava e saía do meu cu. Renata assistia, a mão na boceta. — OLHA, CORNO — Renata disse. — OLHA COMO ELE ESTÁ GOSTANDO. — ESTOU VENDO! — ELE É MINHA PUTA AGORA! — ELE É! — ENTÃO TOMA! André meteu mais forte. Eu gemia, os dedos arrancando o tapete. — VOU GOZAR! — eu gritei. — GOZA! Gozei – o esperma jorrou no tapete. Só com o pau de André no meu cu. Ele continuou metendo. Gozou dentro de mim. Renata, insaciável, quis mais. Ela mandou eu ligar para meu sócio e as gêmeas, pois gostaria de um novo encontro no sítio – agora com André como convidado especial. — Quero ver todos comendo todos — ela disse. — E quero que André seja o comedor oficial. Ele vai comer as duas putas ninfetinhas e os dois viadinhos e lógico vai me comer também. Mas eu também vou comer vocês. As gêmeas chegaram com os consolos. Beto chegou com o cu já lubrificado. André chegou com o pau de 20 centímetros pulsando. Renata tomou a frente. Ela olhou para Letícia e Larissa com um ódio que era puro tesão. — Vocês duas achavam que iam me humilhar, não é? Achavam que iam dar e comer meu marido e eu ficaria de joelhos chorando? Eu vi o vídeo. Eu vi vocês duas montando nele, vi ele enfiando o pau no cu de vocês, vi vocês chamando ele de tio. Mas agora a brincadeira mudou. Ela as virou de bruços, uma ao lado da outra, e enfiou com força bruta um consolo de 18 centímetros na boceta de Letícia e outro no cu de Larissa, sem aviso, sem dó. As duas gemeram alto, mas Renata não parou. — ISSO, RENATA! — Letícia gritou, surpresa com a força. — VOCÊ GOSTA DE SER COMIDA POR UMA MULHER? — Renata perguntou, metendo com violência. — AMO! — Letícia respondeu. — E VOCÊ, LARISSA? — Renata perguntou, alternando as estocadas. — AMO TAMBÉM! — Larissa gemeu, arranhando o lençol. Renata metia sem piedade, com uma fúria que vinha de meses de desconfiança e da humilhação que sentiu. Ela segurava os cabelos das duas, puxando suas cabeças para trás enquanto as penetrava. — Vocês deram a buceta para o meu marido, suas putas. Comeram ele, achando que iam me fazer de corna. Mas quem é a corna agora? Quem está sendo comida por mim e vai ser comida por André? — A SENHORA! — Larissa provocou, mesmo gemendo. — O QUÊ? — Renata parou, deu um tapa na bunda de Larissa, e enfiou o consolo mais fundo. — EU DISSE QUE A SENHORA É CORNA! — Larissa repetiu, com um sorriso safado. — A GENTE COMEU SEU MARIDO, ELE GOZOU DENTRO DA GENTE! VOCÊ É OTARIA POR TRAZER O AMANTE COM UM PAU DE 20 CM, PORQUE AINDA VAI LEVAR MAIS CHIFRE! OLHA PARA VOCÊ E PARA NÓS, QUEM ACHA QUE ELE VAI SENTIR MAIS TESÃO POR UMA VELHA OU POR DUAS NINFETAS GOSTOSAS? SEU MARIDO E SEU SOCIO GOSTAM MAIS DE DAR O CU DO QUE NOS COMEREM … MAS ESSE AMANTE DELICIOSO QUE VOCÊ TROUXE … ESSE SIM É HOMEM DE VERDADE. Renata riu, mas era um riso de ódio e prazer. — Então vocês vão pagar por isso agora. Eu vou comer vocês duas com mais força ainda, até vocês pedirem arrego. Vocês são minhas putas agora. Ela aumentou o ritmo, enfiando os dois consolos com violência, alternando entre a boceta de Letícia e o cu de Larissa, enquanto as duas gêmeas gemiam e gozavam, mas ainda provocavam. — CORNA! — Letícia gritou. — CORNA TRÊS VEZES! A GENTE DEU A BOCETA PARA ELE, E AINDA VAMOS DAR DE NOVO! Renata não respondeu. Ela apenas meteu mais forte, até as duas gêmeas gozarem, gritando seus nomes. — VOU GOZAR! — Letícia gritou. — GOZA! — Renata ordenou. — VOCÊ É UMA OTARIA! — Larissa gritou, ao gozar também. Renata tirou os consolos, ofegante, mas com um sorriso de vitória. Enquanto isso, André se posicionou atrás de Beto e de mim, que estávamos de quatro, lado a lado, com os cus expostos. — Vocês dois são meus viadinhos agora — André disse. — Eu vou comer os dois, um de cada vez, e vocês vão adorar. Ele enfiou primeiro no cu de Beto. Beto gemeu. — ISSO, ANDRÉ! Depois tirou e enfiou no meu cu. Eu gritei. — ISSO, ANDRÉ! ME COME! Renata, vendo a cena, se virou para as gêmeas, que ainda estavam ofegantes no chão. — Agora é a vez de vocês serem humilhadas de verdade. André, vem aqui. André se aproximou. Renata virou Letícia de bruços e André enfiou o pau enorme no cu dela, sem lubrificante, com força. Letícia gritou, mas era um grito de prazer. — CHUPA, PUTA! — Renata ordenou, sentando na boca de Letícia, esfregando a boceta molhada no rosto dela. — CHUPA A BOCETA DA ESPOSA DO HOMEM QUE VOCÊ COMEU! VOCÊ ME CHAMOU DE CORNA? ENTÃO AGORA VAI CHUPAR MINHA BOCETA ENQUANTO ANDRÉ TE COME! Letícia chupava com vontade, enquanto André metia sem parar no cu dela. Enquanto isso, Beto e eu nos posicionamos atrás de Larissa. Beto enfiou o pau no cu dela, e eu enfiei o meu na boceta dela. — OLHA, MANA! — Larissa gritou. — ELES ESTÃO NOS COMENDO! — VOCÊS SÃO NOSSAS PUTAS AGORA! — Beto respondeu. Renata, ainda sentada na boca de Letícia, olhou para todos e gritou: — AGORA É A MINHA VEZ DE SER VINGADA DE VERDADE! VOU COMER AS DUAS QUE COMERAM MEU MARIDO, E ELAS VÃO SABER O QUE É SER CORNA! Ela se levantou, deixou André continuar comendo Letícia, e foi para cima de Larissa. — Você, sua puta, vai ser comida por mim também — Renata disse, virando Larissa de bruços ao lado da irmã. Ela pegou um consolo de 18 centímetros e enfiou com força no cu de Larissa, enquanto Beto e eu continuávamos comendo sua boceta. — É ISSO! — Renata gritou. — COMAM AS DUAS! COMAM AS PUTAS QUE COMERAM MEU MARIDO! Ela metia o consolo em Larissa com uma fúria vingativa, enquanto André metia em Letícia, e todos os outros se revezavam. Letícia e Larissa, mesmo sendo dominadas, ainda provocavam. — VOCÊ É CHIFRUDA! — Letícia gritou, com a boca cheia da boceta de Renata. — E VOCÊ VAI LEVAR MAIS CHIFRE! — Larissa completou. — AINDA VAMOS DAR A BUCETA PARA SEU MARIDO, ELE É NOSSO VIADINHO! Renata deu um tapa forte na bunda de cada uma e meteu os consolos com mais violência. — Seu marido não é mais seu! — Letícia provocou. — Ele é nosso agora! Renata riu, com um sorriso perverso. — O marido é meu, e vocês duas são minhas putas agora. E olha só, vou fazer vocês duas se humilharem ainda mais. Ela ordenou que André se posicionasse. André deitou de costas, e Renata sentou no pau dele, cavalgando com vontade. Mas ao mesmo tempo, ela fez Letícia e Larissa se ajoelharem à sua frente. — Chupe meu cu enquanto eu cavalgo André — Renata ordenou. — E vocês vão lamber os meus peitos também. As duas gêmeas, humilhadas, obedeciam. Enquanto isso, Beto e eu estávamos de quatro, sendo comidos por André e pelas gêmeas em uma DP selvagem. André, sem fôlego, gritou: — VOU GOZAR! — GOZA! — todos responderam. Ele gozou dentro de Renata. Beto gozou dentro de Renata. Eu gozei na boca de Letícia. Letícia gozou no meu cu. Larissa gozou na minha boca. Renata gozou duas vezes – uma com o pau de André, outra com o pau de Beto. Mas Renata, mesmo exausta, queria mais. Ela queria ser humilhada também. Ela queria sentir na pele o que as gêmeas tinham feito com seu marido. — Agora é a minha vez de ser comida por vocês — Renata disse, deitando-se de bruços, empinando a bunda. — Quero que vocês duas me comam. Cada uma com um consolo. Uma no meu cu, outra na minha boceta. Letícia e Larissa trocaram olhares safados. Elas pegaram os dois maiores consolos – um preto de 18 centímetros e outro de 20 centímetros, ambos grossos e veiados. Prenderam na cinta. — Com todo prazer, sua corna — Letícia disse, posicionando-se atrás do cu de Renata. — Você vai ver o que é ser comida de verdade — Larissa completou, posicionando-se na boceta de Renata. As duas enfiaram os consolos ao mesmo tempo. Renata gritou – um grito misto de dor e prazer. — ISSO, MENINAS! — ela gritou. — ME COMAM! ME ENCHAM! Letícia metia no cu de Renata com força, enquanto Larissa metia na boceta. As duas se revezavam, alternando as estocadas, cada vez mais fundo. — OLHA, CORNO! — Letícia gritou para mim. — OLHA COMO SUA ESPOSA ESTÁ SENDO COMIDA! — ESTOU VENDO! — eu gritei, o pau duro. — ELA É NOSSA PUTA AGORA! — Larissa gritou. — ELA VAI PAGAR POR TODAS AS VEZES QUE TE CHAMOU DE CORNO! Enquanto as gêmeas comiam Renata com os consolos, Beto e eu nos posicionamos atrás delas. Beto enfiou o pau no cu de Letícia, e eu enfiei o meu na boceta de Larissa, enquanto elas continuavam metendo em Renata. — É ISSO! — Renata gritou. — ME COMAM! ME ENCHAM DE PORRA! André, que estava assistindo, se aproximou de Renata. Ele enfiou o pau de 20 centímetros na boca dela. — CHUPA, PUTA! — André ordenou. — CHUPA ENQUANTO ELAS TE COMEM! Renata chupava o pau de André com vontade, enquanto os consolos das gêmeas entravam e saíam do seu cu e da sua boceta, e Beto e eu comíamos as gêmeas. Era um nó de braços, pernas, paus, consolos, bocetas, cus e grelos. — VOU GOZAR! — Letícia gritou, enquanto Beto metia nela. — GOZA! — todos responderam. Letícia gozou, apertando o consolo dentro de Renata. Larissa gozou também, enquanto eu metia nela. Renata, com a boca cheia do pau de André, gozou duas vezes – uma com o consolo de Letícia no cu, outra com o consolo de Larissa na boceta. André gozou na boca de Renata. Ela engoliu tudo. Beto gozou dentro de Letícia. Eu gozei dentro de Larissa. Depois que todos gozaram, as gêmeas tiraram os consolos de Renata. Mas Renata ainda queria mais. — Agora é a sua vez, Marcelo — Renata disse, ofegante. — Você vai ficar com a minha boceta e o meu cu. Vai comer os dois buracos que as gêmeas acabaram de foder. Ela se ajoelhou na minha frente, de quatro, empinando a bunda e mostrando a boceta e o cu, ambos molhados e abertos. — Come, marido. Come a boceta da sua esposa que foi comida por duas putas. E come o meu cu que foi arrombado por elas. Eu me posicionei atrás dela. Enfiei primeiro na boceta. Estava quente, molhada, escorregadia. Meti com vontade, sentindo o gosto da porra das gêmeas e de André. — ISSO, MARCELO! — Renata gritou. — METE NA MINHA BOCETA! Depois de alguns minutos, tirei e enfiei no cu dela. Estava apertado, mas lubrificado. Meti fundo. — ISSO! — Renata gritou. — ME COME! ME COME POR INTEIRO! Eu metia rápido, fundo, enquanto Beto e André assistiam, se masturbando. As gêmeas se ajoelharam ao lado, esfregando os grelos no rosto de Renata. — OLHA, CORNA! — Letícia disse. — SEU MARIDO ESTÁ COMENDO O CU QUE A GENTE ARROMBOU! — ELE AMA! — Renata respondeu, gemendo. — ELE AMA SER MEU CORNO! — VOU GOZAR! — eu gritei. — GOZA! — todos responderam. Gozei dentro do cu de Renata, enchendo-a de porra. Depois que eu gozei, Renata se virou para André. — Agora é sua vez, André. Deita. André deitou de costas, o pau ainda duro. Renata montou nele, cavalgando com vontade. Mas as gêmeas não ficaram de fora. Letícia se posicionou sobre o rosto de André, esfregando seu grelo grande e pulsante na boca dele. — Lambe, André! — Letícia ordenou. — Lambe o meu grelo enquanto sua rainha cavalga em você! André lambeu com vontade, enquanto Renata subia e descia no pau dele. Larissa, por sua vez, se sentou no rosto de Renata, esfregando sua boceta na boca dela. — CHUPA, CORNA! — Larissa gritou. — CHUPA MINHA BOCETA ENQUANTO VOCÊ CAVALGA O SEU AMANTE! Renata chupava a boceta de Larissa enquanto cavalgava André. Eu e Beto nos posicionamos atrás das gêmeas. Beto enfiou no cu de Letícia, e eu enfiei na boceta de Larissa, enquanto elas continuavam a cavalgar e serem lambidas. — VOU GOZAR! — André gritou. — GOZA! — todos responderam. André gozou dentro de Renata. Renata gozou na boca de Larissa. Letícia gozou na boca de André. Larissa gozou no meu pau. Eu gozei dentro de Larissa. Beto gozou dentro de Letícia. Depois, todos caíram na cama, exaustos, sujos de lubrificante, suor, porra, xixi. Renata se virou para mim, com um sorriso cansado, mas feliz. — Agora você é meu viadinho. — Sou todo seu. — E você, Beto? — Sou todo seu também. — E você, André? — Sou todo seu, minha rainha. — E vocês, meninas? — Somos todas suas — as gêmeas responderam em uníssono, finalmente derrotadas. Renata sorriu. — Então está decidido. A partir de hoje, todo mundo vai comer todo mundo. Sempre. Daquele dia em diante, minha vida nunca mais foi a mesma. Renata me dominou completamente. André virou nosso amante fixo. As gêmeas viraram nossas parceiras de orgia. Beto virou nosso companheiro de putaria. Eu usava calcinha sempre que eles mandavam. Eu era comido por André, por Renata, pelas gêmeas, por Beto. E eu descobri que ser corno não era fraqueza. Era o maior tesão da minha vida. Mas, no fundo, eu sabia que a vingança de Renata estava completa. Ela tinha me humilhado do jeito que eu a humilhei. E eu tinha amado cada segundo. FIM.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.