O CHEIRO DA FAMÍLIA

Tenho 18 anos, recém-entrado na faculdade de Engenharia, moro com minha mãe viúva e minha irmã mais nova no andar de baixo de uma casa geminada. No andar de cima mora minha irmã mais velha, a Patrícia, 32 anos, casada há oito com o Ricardo, um engenheiro que viaja muito a trabalho. A casa foi construída pelo meu pai antes de morrer – uma escada externa separa as duas entradas. Não nos misturamos muito, mas a chave de baixo serve na porta de cima. Minha mãe nunca trocou as fechaduras.
Minha irmã mais nova, a mais perto de mim, é a Letícia. 22 anos, formanda em Medicina, nerd de carteirinha, óculos de grau fundo de garrafa, cabelo castanho sempre preso num coque desleixado. Gorda. Não daquelas gordas falsas que se escondem atrás de roupas largas – gorda de verdade. 85 quilos distribuídos em 1,60 metro. Seios enormes, pesados, bunda larga, barriga redonda. Ela não se importa. Nunca usou maquiagem, nunca pintou o cabelo, nunca depilou nada. Nada. Ela vive para os livros, para as provas, para a residência médica. Não tem vaidade. Não tem namorado. Não tem amigas. Tem virgindade. E tem uma floresta entre as pernas – eu sei porque já vi suas calcinhas no cesto de roupa suja.
Minha mãe, a Fátima, 54 anos, viúva desde os 40. Cabelos grisalhos presos num rabo de cavalo, corpo de mulher que trabalhou a vida inteira – pernas grossas, bunda caída, seios murchos, barriga de quem criou três filhos sozinha. Ela não liga mais para aparência. Usa calcinhas grandes, de algodão, brancas ou beges, compradas em pacote com três. E suas calcinhas têm pentelhos. Brancos e pretos misturados. Eu via. Eu cheirava. Eu me masturbava.
Começou aos 14 anos. A puberdade chegou, o tesão também, e um dia, no banheiro, vi a calcinha da minha mãe no cesto. Peguei. Cheirei. O cheiro era forte, ácido, inconfundível – cheiro de boceta madura. Meu pau ficou duro. Gozei em trinta segundos. Nunca mais parei.
Com o tempo, passei a cheirar as calcinhas da Letícia também. As dela tinham um cheiro mais doce, mais ácido, mais jovem. E os pentelhos eram pretos, finos, longos – fios escuros que escapavam do tecido. A calcinha dela sempre vinha com pelos. Ela não depila. Nunca depilou. Eu agradeço a deus todos os dias por isso.
E as calcinhas da Patrícia? Ela não morava com a gente, mas às vezes passava o fim de semana na casa da mãe. E deixava calcinhas usadas no cesto. As da Patrícia eram as melhores. Ela se depilava? Não. Pelos pretos, grossos, aparados – não raspados, apenas aparados. E o cheiro... o cheiro da Patrícia era selvagem. Forte. Ácido. Suor, xixi, tesão – tudo misturado. Eu gozava pensando nela. Na boceta dela. Nos pelos dela. No cheiro dela.
Até que um dia fui pego.
Era uma terça-feira, umas 18h. Minha mãe tinha saído para o supermercado. Letícia estava trancada no quarto, estudando para uma prova de fisiologia. O cheiro de café passado ainda estava na cozinha. A casa estava silenciosa.
Eu estava no banheiro do fundo, o menor, o que ninguém usava. A calcinha da Patrícia estava no cesto – ela tinha passado o domingo aqui, tinha ido embora na segunda de manhã. A calcinha estava no fundo do cesto, amassada, seca, mas com uma mancha escura na altura da virilha. Os pelos pretos e grossos escapavam pelo tecido. Eu peguei. Cheirei. Fumei. O cheiro subiu – ácido, forte, com um fundo de xixi ressecado.
Meu pau já estava duro. Abri o zíper. Tirei o pau para fora. Ele é grande – 18 centímetros, grosso, veiado. Comecei a me masturbar com a calcinha da Patrícia enfiada no rosto. Cheirava. Inspirava fundo. Passava a calcinha nos lábios, na língua. O gosto salgado, amargo, delicioso.
— Porra, Patrícia – eu sussurrava. – Sua boceta é um veneno.
Eu estava tão concentrado no meu prazer que não ouvi a porta da rua abrir. Não ouvi os passos no corredor. Não ouvi a porta do banheiro se abrindo.
— E aí, punheteiro?
Era Patrícia.
Ela estava parada na porta do banheiro, os braços cruzados, a cara de espanto misturado com um sorriso safado. Vestia um top preto de ginástica, encharcado de suor, e uma legging cinza, colada no corpo, marcando cada centímetro da sua boceta. O cabelo preto estava preso num coque alto. A testa brilhava de suor. O cheiro dela chegou até mim – suor, academia, mulher.
Minhas calças estavam abertas. Meu pau duro estava para fora. A calcinha dela estava no meu rosto.
Congelei.
— Pa... Patrícia...
— Eu fui pegar umas folhas com a mãe. A chave de baixo serve na porta de cima, lembra? Ela nunca trocou a fechadura.
Ela entrou no banheiro. Fechou a porta atrás de si. Se apoiou na pia, olhando para mim. O meu pau começou a murchar. Vergonha. Medo.
— O que você tá fazendo com a minha calcinha, hein, moleque?
— Não... não é nada...
— Não é nada? Você tá com o pau na mão, com a minha calcinha no seu nariz, e não é nada?
Ela se aproximou. Pegou a calcinha da minha mão. Cheirou ela mesma. Olhou para mim.
— Tá cheirando forte. Eu usei essa calcinha no domingo. Fiquei o dia inteiro sem trocar. Sujei ela todinha. Sentei no sofá da mãe com ela. Fui ao mercado. Fiz almoço. Suor, xixi, corrimento. Você gosta disso, não é?
Eu não respondi. Meu pau já estava mole, encolhido, escondido na cueca.
— Olha pra mim – ela ordenou.
Levantei os olhos. Os olhos dela eram verdes, claros, com pintas douradas.
— Isso é errado, você sabe. Cheirar calcinha da irmã. Se masturbar pensando na família. Você tem noção do que a mãe ia pensar se soubesse?
— Por favor... não conta... – eu implorei, a voz falhando.
— Não vou contar – ela disse, sentando na borda da banheira, cruzando as pernas. A legging esticou, marcando a virilha. – Mas quero saber. Quando começou?
— Aos 14.
— Caralho, quatro anos. E você já cheirou a minha calcinha outras vezes?
Olhei para o chão.
— Já.
— Quantas?
— Não sei. Muitas.
— Umas dez? Vinte? Cem?
— Mais de cem.
Ela assobiou.
— E da Letícia? Já cheirou a calcinha da sua irmã gorda?
— Já.
— E da mãe?
— Já.
Ela ficou em silêncio por um segundo, os dedos batendo na pia.
— E você já imaginou? Na sua cabeça? Já imaginou comendo a gente?
— Patrícia...
— Responde.
Levantei os olhos. Olhei nos olhos verdes dela.
— Sim.
— Quantas vezes?
— Todas as vezes.
Ela levou a mão à própria virilha. Apertou a legging. A boceta dela marcava o tecido – os grandes lábios, a fenda, o volume.
— Como você imagina? Me conta. Eu quero saber.
Ela se recostou na banheira, os braços abertos, as pernas abertas, a boceta marcando a legging.
— Senta ali – ela disse, apontando para o vaso sanitário.
Sentei. Minhas calças ainda estavam abertas, o pau mole pendurado para fora. Não fiz questão de guardar.
— Me conta. Como você imagina comendo a Letícia?
Engoli em seco.
— Eu imagino ela no quarto dela, estudando... eu chego devagar, tiro os óculos dela... ela não entende nada, fica nervosa... mas eu seguro o rosto dela e beijo. Ela nunca foi beijada. Ela treme. Ela não sabe o que fazer. Aí eu vou abaixando o short dela. Ela não depila nada, Patrícia. Nada. É uma floresta. Eu enterro a cara na boceta peluda dela e cheiro. Ela geme. Eu lamberia. Enfiaria a língua. Ela gozaria. E depois eu enfiaria o meu pau na boceta virgem dela, devagar, enquanto ela chora de prazer. Sente o pau arrebentando o cabaço dela, o sangue escorrendo, a boceta apertando.
Patrícia mordeu o lábio.
— E a mãe?
— A mãe... é diferente. A mãe é mais velha. Eu imagino ela saindo do banho, de toalha, os peitos caídos, os pelos brancos da boceta aparecendo por baixo da toalha. Eu chego por trás, seguro a cintura dela, tiro a toalha. Ela não resiste. Ela ficou viúva nova, não transa há anos. Eu sei que ela quer. Eu enfio o pau na boceta peluda e grisalha dela, com força. Ela chama meu nome, chama "meu filho", chama "meu amor". Eu gozo dentro dela, sinto a boceta velha e quente apertando meu pau.
— Porra, Ricardo – ela sussurrou, a mão agora dentro da própria legging. – E eu?
— Você... Patrícia, você é a pior. A mais gostosa. A mais puta.
— Me conta.
— Eu imagino você chegando da academia, igual agora, suada, a legging marcando a sua boceta. Você me encontra no sofá. Senta no meu colo. Começa a rebolar. A legging é fina, eu sinto o calor da sua boceta. Você tira o top, os seios caem para fora. Eu chupo seus mamilos. Você geme. Você abre o meu zíper, tira o meu pau para fora, enfia ele dentro da sua legging. Só esfrega, não entra. Esfrega na sua boceta por cima do tecido. A legging fica molhada. Você pede para eu enfiar. Eu enfio. Rasgo a legging com o pau. Enfio até o talo. Você grita. Você goza. Eu gozo dentro de você. E o seu marido nunca sabe.
Patrícia tirou a mão da legging. Os dedos estavam molhados, brilhando.
— Sabe de uma coisa?
— O quê?
— Eu também imagino. Você é igual a mim. A gente é doente igual. A diferença é que eu tenho coragem.
Ela se levantou. Foi até a pia, molhou o rosto, se secou. Depois voltou para a minha frente.
— O que você mais gosta? No cheiro das calcinhas? Fala.
— Quando estão bem sujas. Com cheiro forte, selvagem. Ou com cheiro de xixi. Ou quando tem corrimento. Eu também... eu também cheirei seus absorventes usados.
Ela arregalou os olhos.
— Meus absorventes?
— Sim. Uma vez você esqueceu um no cesto do banheiro. Com sangue. Eu cheirei. Quase gozei.
Ela ficou em silêncio por um longo segundo, os olhos verdes me perfurando.
— Você é nojento.
— Eu sei.
— E eu também. Porque isso... isso está me dando mais tesão do que qualquer coisa que meu marido já fez.
Ela tocou na própria boceta por cima da legging.
— Olha o que você fez. Eu tô ensopada.
A mancha escura na legging dela tinha triplicado de tamanho. A boceta dela marcava o tecido como uma fruta madura.
— Você sabia que eu vim da academia, não sabia? Suada. Suando há duas horas. Correndo, pulando, agachando. Minha boceta tá suada igual bicho.
— Eu sei.
— E você que gosta de cheiro forte. De cheiro selvagem. De cheiro de suor e de xixi.
— Sei.
Ela tirou a legging.
Tirou devagar, puxando o elástico, descendo o tecido pelas pernas grossas e malhadas. A calcinha apareceu – uma calcinha de algodão preta, pequena, encharcada. A mancha escura na altura da virilha era do tamanho da minha mão. Pelos pretos e grossos escapavam pelas laterais.
— Cheira – ela disse, jogando a legging no chão.
Ela abriu as pernas. A calcinha preta estava colada na boceta dela, modelando cada curva, cada pelo, cada lábio.
— Cheira a minha boceta.
Eu me ajoelhei na frente dela. Ajoelhei no chão frio do banheiro. Minhas calças caíram. Meu pau já estava duro de novo. Enterrei o rosto na boceta da minha irmã.
Cheirei.
Fundo. Muito fundo.
O cheiro era tudo o que eu sempre imaginei – suor, xixi, tesão, academia, mulher, putaria. Meu pau pulsou.
— Lambe – ela pediu. – Lambe por cima da calcinha.
Lambia. A língua percorreu o tecido molhado, o formato dos grandes lábios, o volume do clitóris. O gosto era ácido, salgado, doce no fundo.
— Tira a calcinha.
Ela abaixou a calcinha preta até os joelhos.
A boceta da Patrícia apareceu.
Pelos pretos, grossos, aparados – não raspados, apenas aparados, numa forma triangular. Os grandes lábios eram escuros, inchados, brilhando de lubrificação. Os pequenos lábios estavam entreabertos, deixando escorrer um fio grosso e claro. O clitóris já estava saltado, vermelho, pulsando.
— É a primeira vez que você vê uma boceta de perto?
— É.
— Gostou?
— Amei.
— Então lambe. Lambe tudo. Lambe como você sempre sonhou.
Eu lambi.
A língua percorreu os grandes lábios, os pelos, os pequenos lábios, o clitóris. Ela gemeu alto, os dedos enterrados no meu cabelo.
— ISSO, CARALHO! ENFIA A LÍNGUA!
Enfiei a língua. Ela arqueou as costas. A perna dela tremeu.
— O DEDO! ENFIA O DEDO!
Enfiei o dedo indicador. Depois o médio. Depois o anelar. A boceta dela apertava meus dedos.
— TIRA E ENFIA! ANDA!
Tirei e enfiei. Tirei e enfiei. Ela cavalgava os meus dedos.
— VOU GOZAR! VOU GOZAR NA SUA CARA!
Ela gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela, escorreu pelos meus dedos, escorreu pelo meu queixo, escorreu pelo meu pescoço. Ela se ajoelhou na minha frente, me beijou – a língua dela lambia o próprio gozo no meu rosto.
— Pronto – ela disse, ofegante. – Agora você tem um presente. Não conte para ninguém. Esse é o nosso segredo.
Ela se levantou, vestiu a calcinha encharcada, vestiu a legging molhada. Pegou as folhas que tinha vindo buscar. Foi embora.
Eu fiquei no chão do banheiro, o pau duro, o rosto molhado de gozo da minha irmã.
No dia seguinte, Patrícia acordou cedo. O marido, Ricardo, ainda estava na cama, dormindo. Ela olhou para ele. O pau dele estava mole. O pau do irmão era maior. Mais grosso.
Ela o acordou com um boquete.
— Acorda, amor – ela disse, a boca cheia.
Ele abriu os olhos, sorriu.
— Bom dia, putinha.
— Quero você dentro de mim.
Ela montou nele. Enfiou o pau dele na boceta – a mesma boceta que o irmão tinha lambido na noite anterior. Ela cavalgou. Ele gozou rápido, como sempre. Dentro dela. Jatos grossos, quentes.
— Pronto – ele disse, virando de lado. – Agora vou tomar café.
Patrícia não se limpou. A porra do marido escorria pela sua coxa. Ela vestiu uma saia curta, uma blusa solta. Foi para a casa da mãe.
O irmão estava sozinho em casa e na cozinha, comendo pão com manteiga, tomando café.
— Bom dia – ela disse, sentando na cadeira ao lado dele.
— Bom dia – ele respondeu, sem olhar nos olhos.
Ela abriu as pernas. A saia subiu. Não estava de calcinha. A boceta apareceu – peluda, inchada, e escorrendo. Escorrendo a porra do marido.
— Cheira – ela sussurrou. – Cheira o que eu trouxe pra você.
Ele se ajoelhou no chão da cozinha, enfiou o rosto na boceta da irmã. Cheirou. O cheiro era de porra, de sexo, de marido, de putaria. Lambeu. O gosto era salgado, amargo, quente.
— É a porra do meu marido – ela disse. – Ele gozou dentro de mim agora de manhã. Eu não me limpei. Eu vim direto pra você. Quis te dar um presente.
— Patrícia...
— Me come. Aqui. Agora. Enfia esse seu pau enorme na minha boceta gozada.
Ele enfiou.
Ela gemeu. A cadeira rangeu. A xícara de café caiu no chão, quebrou. Ninguém se importou. Ele metia com força, com raiva, com desejo de anos. A boceta dela apertava, escorria, chamava.
— ASSIM, CARALHO! ASSIM QUE É BOM! SEU PAU É MUITO MELHOR QUE O DO MEU MARIDO!
— NÃO FALA ISSO! ELE É SEU MARIDO!
— É A VERDADE! SEU PAU É MAIOR, É MAIS GROSSO, É MAIS QUENTE!
Ele metia. Ela cavalgava. Os dois gemiam. A porra do marido escorria, misturada com a lubrificação dela, escorria pela coxa dele, pingava no chão da cozinha.
— VOU GOZAR! – ele gritou.
— GOZA DENTRO! QUERO SENTIR O SEU LEITE JUNTO COM O DO MEU MARIDO!
Ele gozou. Jatos grossos, quentes, dentro da boceta da irmã. Ela sentiu, gemeu, gozou junto.
Ficaram abraçados, ofegantes.
— Pronto – ela disse. – Agora você é meu amante.
— E o seu marido?
— Ele nunca vai saber. E se souber, foda-se. A vida é muito curta para transar mal.
Três dias depois, Patrícia voltou. Dessa vez, o marido tinha viajado a trabalho. Ficaria fora uma semana. A casa de cima estava vazia.
Ela desceu a escada externa, bateu na porta. O irmão abriu. Ela estava de vestido vermelho, curto, decotado. Cabelo solto. Salto alto.
— O Ricardo viajou – ela disse. – A semana é nossa.
Entrou. Fechou a porta. Beijou o irmão na boca – com língua, com vontade.
— Hoje eu quero você de quatro. Quero que você me coma até eu não conseguir andar.
— A Letícia tá no quarto. A mãe foi trabalhar.
— Melhor. Vamos na sala. Se ela ouvir, problema dela.
Ele a colocou de quatro no tapete da sala. Ela empinou a bunda. O vestido vermelho subiu, mostrando a calcinha preta – pequena, cavada, encharcada.
— Tira – ela ordenou.
Ele tirou a calcinha com os dentes. A boceta apareceu – peluda, inchada, brilhando.
— Enfia. Sem camisinha. Quero sentir você.
Ele enfiou. Ela gemeu.
— ASSIM, CARALHO! ASSIM QUE É BOM!
Ele metia com força. Ela cavalgava de volta, rebolando, empinando. Os seios dela balançavam dentro do vestido.
— BATE NA MINHA BUNDA!
Ele bateu. A mão marcou a pele branca e macia da bunda dela.
— MAIS FORTE!
Bateu mais forte. Ela gritou de prazer.
— TIRA O VESTIDO! QUERO VOCÊ PELADA!
Ele tirou o vestido. Ela ficou de quatro, pelada. Os seios médios, os mamilos escuros e duros. A barriga lisa, malhada. A bunda redonda, perfeita.
— AGORA ME COME DE LADINHO!
Ele deitou de lado atrás dela, levantou a perna dela, enfiou o pau de novo. A boceta dela estava quente, molhada, apertada.
— ISSO... DEVAGAR... QUERO SENTIR CADA CENTÍMETRO...
Ele metia devagar, bem devagar, sentindo o pau deslizar na boceta da irmã.
— MAIS RÁPIDO!
Acelerou. Ela gemia, os dedos arranhando o tapete.
— VOU GOZAR! VOU GOZAR DE NOVO!
Gozou. O líquido claro jorrou, molhou o tapete.
— AGORA VOCÊ VAI GOZAR NA MINHA CARA! QUERO VER O LEITE DO MEU IRMÃO NA MINHA CARA!
Ele tirou o pau da boceta dela, ajoelhou na frente dela. Ela abriu a boca. Ele se masturbou rápido, forte.
— VOU GOZAR!
Gozou. O primeiro jato acertou a bochecha dela. O segundo a boca. O terceiro o olho. O quarto o cabelo.
Ela passou o dedo no rosto, limpou o leite, chupou o dedo.
— Delícia. Você goza igual cavalo.
— Patrícia...
— Quero mais. Três vezes hoje. Quatro. Cinco. Quero ficar destruída.
No sábado, Patrícia pediu para o irmão subir para o apartamento dela. O marido só voltaria no domingo. A casa estava vazia.
— Quero você na minha cama – ela disse. – No mesmo lugar onde eu durmo com o meu marido. Quero que você apague o cheiro dele com o seu cheiro.
Ele entrou no quarto. A cama de casal, lençóis brancos, almofadas, uma foto do casal na mesa de cabeceira. Patrícia tirou a foto, guardou na gaveta.
— Agora é só nós.
Ela o empurrou na cama. Desabotoou a camisa dele. Tirou. Passou a mão no peito liso e musculoso.
— Você é tão mais gostoso que ele.
— Para com isso...
— É verdade. Ele é franzino. Você é forte. Você tem ombros largos. Você tem pau grande. Ele tem pau normal. Você me fode como eu sempre quis ser fodida.
Ela desceu, tirou a calça dele, a cueca. O pau dele já estava duro, apontando para o teto.
— Olha isso – ela disse, pegando o pau com as duas mãos. – Isso é um pau de verdade.
Ela chupou. Babou tudo. Enfiou na garganta. Engasgou. Tirou. Lambeu as bolas. Lambeu o períneo. Lambeu o cu dele.
— ISSO... PATRÍCIA... ENFIA A LÍNGUA!
Ela enfiou a língua no cu dele. Fio terra. Ele nunca tinha sentido nada igual.
— VOU GOZAR!
— AINDA NÃO. AGUENTA.
Ela montou nele de frente. Enfiou o pau na boceta. Cavalgou devagar, os olhos nos olhos dele.
— Quero ver a sua cara enquanto você me come. Quero ver o prazer nos seus olhos. Quero ver o seu irmão gozando dentro de mim.
Ele metia para cima, ela cavalgava para baixo. Os corpos se encontravam, se separavam, se encontravam de novo.
— EU TE AMO – ela disse, sem pensar.
Ele parou de meter.
— O quê?
— Nada. Esquece. Continua.
— Patrícia...
— CONTINUA, CARALHO! NÃO PARA AGORA!
Ele continuou. Meter, meter, meter. Ela gozou. Ele gozou. Ficaram abraçados, suados, ofegantes.
— Não se apaixona por mim – ela disse, depois. – Eu sou casada. Você é meu irmão. Isso é só sexo.
— Só sexo.
— Só sexo muito bom.
— Muito bom.
Ela se levantou, foi até a janela, abriu. O vento entrou, balançou as cortinas.
— Quero que você coma a Letícia.
— O quê?
— Você ouviu. Ela é virgem. Ela é gorda. Ela não se cuida. Ela nunca vai arrumar um homem. Você vai dar prazer pra ela. Você vai tirar a virgindade dela.
— Ela é minha irmã também.
— Eu também sou sua irmã. E você está me comendo há uma semana. Tira a virgindade da sua irmã gorda. Ela merece. Ela precisa. Ela vai te agradecer.
— E se a mãe descobrir?
— A gente inventa uma história, é só fazer com cuidado que ninguem será descoberto..
Letícia estava no quarto, estudando como sempre. Óculos no nariz, cabelo no coque, pijama de flanela – calça e blusa, cinza, larga. Ela estava sentada na escrivaninha, rodeada de livros, anotações, post-its coloridos.
Bati na porta.
— Letícia? Pode entrar?
— Pode – ela respondeu, sem tirar os olhos do livro.
Entrei. Fechei a porta.
— O que foi? Tô estudando fisiologia renal. É muito conteúdo.
— Eu sei. Mas preciso falar com você.
— Fala rápido.
Sentei na cama dela. A cama de solteiro, o lençol cinza, o travesseiro amassado.
— É sobre a gente.
Ela tirou os olhos do livro pela primeira vez. Me olhou por cima dos óculos.
— A gente? O que tem a gente?
— A gente... eu tenho pensado em você.
— Pensado o quê?
— Pensado em te beijar.
Ela fechou o livro. Arregalou os olhos.
— Você tá maluco? Eu sou sua irmã!
— Eu sei. Mas não consigo parar de pensar.
— Isso é errado. Isso é doentio.
— Eu sei. Mas a Patrícia...
— A Patrícia o quê?
— A Patrícia e eu... a gente já...
Ela ficou pálida.
— Vocês estão transando?
— Sim.
— Meu deus.
Ela levou a mão à boca.
— E ela mandou você vir aqui?
— Ela disse que você merecia. Que você é virgem. Que você nunca vai arrumar um homem. Que você precisa sentir prazer antes de morrer.
— Ela disse que eu sou gorda?
— Ela disse que você é gorda.
Letícia olhou para o próprio corpo. Os seios enormes sob o pijama. A barriga redonda. As pernas grossas.
— Ela tem razão. Sou gorda. Nunca ninguém me quis. Ninguém nunca nem olhou pra mim.
— Eu olho.
— Você é meu irmão.
— Eu sei.
Ela tirou os óculos. Guardou na mesa.
— O que você quer fazer comigo?
— Quero te beijar. Quero te tocar. Quero sentir o seu corpo. Quero tirar a sua virgindade, se você deixar.
— E se eu não deixar?
— Eu vou embora. Nunca mais toco no assunto.
Ela ficou em silêncio por um longo segundo. O ventilador do teto girava, fazendo barulho.
— Eu nunca beijei ninguém – ela confessou, a voz falhando. – Nunca. Ninguém nunca me beijou.
— Posso ser o primeiro?
— Pode.
Eu me levantei da cama. Fui até ela. Tirei o livro da mesa. Coloquei ela de pé. Segurei o rosto dela com as duas mãos.
Ela fechou os olhos. Tremia.
Eu beijei.
O beijo foi devagar, macio, sem pressa. Ela não sabia como abrir a boca. Eu ensinei, passando a língua nos lábios dela. Ela abriu. A língua dela encontrou a minha.
Ela gemeu. Primeiro gemido da vida dela.
— Gostou? – perguntei.
— Amei.
Beijei de novo. Com mais vontade. Minhas mãos desceram pelo corpo dela. A blusa de flanela, os seios enormes por baixo. Apertei. Ela gemeu mais alto.
— Tira a blusa – pedi.
Ela tirou. Os seios apareceram – enormes, caídos, os mamilos escuros e compridos, o sutiã branco simples, de algodão.
— Tira o sutiã.
Ela tirou. Os seios caíram. Pesados. Perfeitos.
— Você é linda – eu disse.
— Não sou.
— É sim. Deixa eu provar.
Abaixei a cabeça. Chupei o mamilo direito. Ela arqueou as costas.
— ISSO... QUE ISSO... QUE BOM...
Chupei o esquerdo. Mordi. Ela gritou.
— TIRA A CALÇA – ela pediu, a voz descontrolada.
Tirei a calça de pijama dela. A calcinha apareceu – uma calcinha branca, grande, de algodão, manchada de umidade. Pelos pretos e grossos escapavam pelas laterais.
— Você nunca depilou? – perguntei.
— Nunca. Tenho vergonha do meu corpo. Não quero nem olhar.
— Eu quero. Deixa eu ver.
Ela abaixou a calcinha.
A boceta da Letícia apareceu.
Uma mata fechada. Pelos pretos, grossos, longos, subindo até o umbigo, descendo até o cu. Os grandes lábios estavam escondidos pela floresta. O cheiro subiu – doce, ácido, forte. Cheiro de virgem. Cheiro de mulher.
— Cheira – ela pediu, sem saber por quê. – Eu sei que você gosta de cheirar.
— Como você sabe?
— A Patrícia me contou.
— Ela contou tudo?
— Tudo. Ela me contou tudo no sábado. Disse que você gosta de cheirar calcinha, cheirar absorvente, cheirar boceta suada. Disse que você ia querer cheirar a minha.
— Ela acertou.
Ajoelhei na frente de Letícia. Enterrei o rosto na boceta peluda dela. Cheirei. Fundo. O cheiro era virgem, era puro, era intenso.
— Lambe – ela pediu.
Lambia. A língua percorreu os pelos, os grandes lábios escondidos, o clitóris pequeno e escondido também. Ela gemeu.
— ENFIA A LÍNGUA!
Enfiei. Ela gritou. A boceta dela apertou minha língua.
— O DEDO!
Enfiei o dedo. A virgindade dela ainda estava lá. O dedo encontrou uma parede de carne.
— TIRA O DEDO! QUERO O PAU! QUERO PERDER A VIRGINDADE AGORA!
Deitei ela na cama de solteiro. Abri as pernas dela. A floresta se abriu, revelando os grandes lábios rosados, o clitóris pequeno, o buraco apertado.
— Vai doer – avisei.
— Eu sei. Me beija enquanto enfia.
Beijei. Enquanto a beijava, enfiei a ponta do pau.
Ela gritou dentro da minha boca.
— TÁ DENTRO?
— Só a ponta.
— ENFIA TUDO!
Enfiei tudo. A virgindade dela se rompeu. O sangue escorreu, escorreu pela minha haste, escorreu pelas coxas dela, molhou o lençol cinza.
— CHORA – eu disse. – PODE CHORAR.
Ela chorou. Lágrimas de dor, lágrimas de prazer, lágrimas de libertação.
— METE – ela pediu.
Metti. Devagar. O sangue lubrificava. A boceta dela apertava.
— MAIS RÁPIDO!
Acelerei. Ela gemia, os seios balançando, os olhos fechados, a boca aberta.
— VOU GOZAR! VOU GOZAR PELA PRIMEIRA VEZ NA MINHA VIDA!
Gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela, misturado com sangue, escorreu pelo meu pau, molhou minhas bolas.
— CONTINUA – ela pediu.
Continuei metendo. Gozei dentro dela. Senti o pau pulsando, o jato quente preenchendo o útero virgem dela.
Ela chorou de novo. Dessa vez, de felicidade.
— Pronto – ela sussurrou. – Agora eu não sou mais virgem.
— Não é mais.
— Me abraça.
Abracei.
Ficamos abraçados, o pau ainda dentro dela, a boceta peluda e sangrenta apertando.
— A Patrícia vai ficar com ciúmes – ela disse.
— Vai.
— Boa.
Uma semana depois, minha mãe chegou do trabalho mais cedo. Eu não sabia. Letícia não sabia. Patrícia estava na minha cama, pelada, montada em mim.
A porta do quarto estava aberta – o calor do fim de tarde impedia de ficar fechado. O som dos gemidos ecoava pelo corredor.
Minha mãe ouviu. Achou que era televisão. Foi ver.
Parou na porta do quarto.
Eu estava deitado de costas na cama. Patrícia estava montada em mim, cavalgando, os seios balançando, a boceta peluda engolindo meu pau. Os gemidos dela eram altos, descontrolados.
— ISSO, CARALHO! ENFIA! ME COME!
— PATRÍCIA! TÔ GOZANDO!
— GOZA DENTRO! GOZA DENTRO DA SUA IRMÃ!
Minha mãe ficou parada na porta, os olhos arregalados, a mão na boca.
Patrícia viu ela primeiro.
— MÃE!
Tentou pular da cama, mas eu segurei ela.
— Já era – eu disse. – Ela viu tudo.
Minha mãe entrou no quarto. Fechou a porta.
— Vocês estão transando?
— Mãe... – Patrícia começou.
— Cala a boca. Eu perguntei se vocês estão transando.
— Estamos – respondi.
— Há quanto tempo?
— Duas semanas.
Ela olhou para mim, depois para Patrícia, depois para o meu pau – ainda duro, ainda brilhando de lubrificação.
— E a Letícia? A Letícia sabe?
— A Letícia sabe – eu disse. – Eu também transei com ela.
Minha mãe sentou na cama. Passou a mão no rosto.
— Meu Deus do céu. Meus filhos. Transando entre si. O que eu fiz de errado?
— Mãe...
— Eu criei vocês sozinha. Trabalhei igual uma burra. Lavei roupa, passei, fiz comida, paguei escola, faculdade. E vocês me pagam assim?
— Mãe, não é assim...
— Como é, então? Me explica.
Patrícia falou:
— A senhora também quer. A senhora também precisa. A senhora não transa há 14 anos. Desde que o pai morreu. A senhora nunca mais teve um homem. A senhora dorme sozinha. A senhora acorda sozinha. A senhora se masturba sozinha. Eu sei. Eu já vi a senhora.
Minha mãe corou.
— Eu...
— A senhora é bonita. A senhora é mulher. A senhora tem desejo. E ele pode satisfazer a senhora. Ele é homem. Ele tem pau grande. Ele tem tesão.
— Patrícia, isso é loucura.
— É loucura. Mas é gostoso. A senhora merece ser feliz. A senhora merece gozar.
Minha mãe ficou em silêncio. Olhou para mim.
— Você quer? Você quer transar com a sua mãe?
Levantei da cama. Fui até ela. Ajoelhei na frente dela.
— Quero.
— É pecado.
— Deus vai entender.
Minha mãe tirou a blusa.
Os seios dela apareceram – grandes, caídos, os mamilos escuros e compridos. O sutiã branco simples. Ela tirou o sutiã.
— Tira a calça – eu pedi.
Ela tirou a calça. A calcinha apareceu – uma calcinha bege, grande, de algodão, manchada. Pelos brancos e pretos misturados escapavam.
— Tira a calcinha.
Ela tirou.
A boceta da minha mãe apareceu.
Uma mata grisalha. Pelos brancos, grisalhos, pretos – tudo misturado. Os grandes lábios flácidos, escuros. O clitóris pequeno e escondido. O cheiro subiu – forte, ácido, maduro. Cheiro de mulher de 54 anos. Cheiro de boceta que não é usada há 14 anos.
— Cheira – ela pediu.
Cheirei.
— Lambe – ela pediu.
Lambi.
— ENFIA A LÍNGUA – ela pediu.
Enfiei.
Ela gemeu – o primeiro gemido da minha mãe em 14 anos.
— ME COME – ela pediu. – ME COME IGUAL VOCÊ COMEU SUAS IRMÃS.
Deitei ela na cama. Abri as pernas grisalhas dela. Enfiei o pau na boceta peluda da minha mãe.
Ela gritou.
— ASSIM, MEU FILHO! ASSIM! NÃO PARA!
Metti. Forte. Rápido. A boceta dela era quente, apertada, molhada.
— VOU GOZAR! – ela gritou. – VOU GOZAR PELA PRIMEIRA VEZ EM 14 ANOS!
Gozou. O líquido claro jorrou da boceta grisalha dela, escorreu pela minha haste, molhou minha barriga.
Continuei metendo. Gozei dentro dela.
— O LEITE DO MEU FILHO DENTRO DE MIM – ela sussurrou, os olhos fechados, as lágrimas escorrendo.
Naquela noite, as três mulheres se reuniram na sala. Minha mãe, Fátima. Minhas irmãs, Patrícia e Letícia. E eu.
— Não vai ter mais segredos – minha mãe disse. – O que aconteceu aqui, aconteceu. Não vamos fingir que não aconteceu. Vamos dividir. Vamos revezar.
— Revezar o quê? – perguntou Letícia.
— O homem.
— Mãe...
— É isso ou nada. Não vou ficar de fora. Também tenho direito.
Patrícia riu.
— A senhora é a mais velha, mãe. A senhora devia ser a primeira.
— Eu sou a mãe. Eu mando. O Ricardo vai dormir no meu quarto hoje. Amanhã no seu. Depois no da Letícia.
— E a senhora com ele? – Letícia perguntou.
— Sim. Vou transar com ele. Igual vocês. Vou fazer tudo que vocês fazem. E vocês vão fazer tudo que eu faço.
— Tudo? – perguntei.
— Tudo.
No sábado, minha mãe chamou as duas filhas para o quarto dela.
— Hoje nós três vamos dar pra ele. Ao mesmo tempo.
— Mãe! – Letícia exclamou.
— Cala a boca. Você já deu pra ele. Eu já dei. A Patrícia já deu. Agora a gente vai dar junto. É mais econômico.
Elas tiraram a roupa.
Minha mãe ficou pelada. Os peitos caídos, a barriga flácida, a boceta grisalha e peluda.
Patrícia ficou pelada. O corpo malhado, os seios médios, a boceta aparada.
Letícia ficou pelada. O corpo gordo, os seios enormes, a boceta coberta pela floresta.
As três bocetas. Três gerações. Três cheiros.
— Deita na cama – minha mãe ordenou.
Deitei.
— Patrícia, senta na cara dele.
Patrícia sentou. A boceta aparada encostou na minha boca. Lambi.
— Letícia, senta no pau dele.
Letícia sentou. A boceta peluda engoliu meu pau. A floresta roçava na minha base. Ela cavalgava, gemia.
— Eu vou montar no meu filho também – minha mãe disse.
Ela montou no meu rosto. A boceta grisalha cobriu a boca de Patrícia. As duas bocetas na minha cara – uma aparada, uma grisalha. Eu lambia as duas. Patrícia gemia. Minha mãe gemia.
— TROCA! – minha mãe ordenou.
Letícia saiu do meu pau. Minha mãe sentou. A boceta grisalha engoliu meu pau – quente, apertada, molhada.
— ASSIM, MEU FILHO! ASSIM QUE É BOM!
Patrícia sentou na minha cara de novo. Letícia sentou na cara de Patrícia. As quatro bocetas se encontravam.
— TODAS VÃO GOZAR! – minha mãe gritou.
Gozamos. Primeiro Patrícia, gozando na minha cara. Depois Letícia, gozando na cara de Patrícia. Depois minha mãe, gozando no meu pau. Depois eu, gozando dentro da minha mãe.
As três caíram na cama ao meu redor, exaustas, suadas, as bocetas escorrendo.
— Pronto – minha mãe disse. – Agora somos uma família de verdade.
— E o meu marido? – Patrícia perguntou.
— Ele nunca vai saber. E se souber, foda-se. A vida é muito curta para transar mal.
As três riram. Eu ri junto.
Na terça-feira, Letícia pediu para ficar sozinha comigo. As outras tinham saído – minha mãe foi trabalhar, Patrícia foi para a academia.
— Hoje é minha vez – ela disse. – E eu quero mandar.
— Mandar como?
— Você vai fazer tudo que eu mandar. Porque eu sou a mais nova. Eu sou a mais virgem. Eu mereço.
— Tá bom.
Ela me amarrou na cama. Amarrou meus pulsos no cabeceira, meus tornozelos no pé da cama. Ficou de joelhos ao meu lado, nua, a floresta da boceta brilhando.
— Você gosta de cheirar? – ela perguntou.
— Gosto.
— Então cheira.
Ela sentou no meu rosto. A boceta peluda cobriu meu nariz, minha boca. O cheiro era forte – suor, xixi, tesão. Ela esfregou.
— LAMBE!
Lambia.
— ENFIA A LÍNGUA!
Enfiei.
— MAIS FUNDO!
Não dava para enfiar mais fundo. A língua já estava toda dentro.
Ela gozou na minha cara. O líquido claro escorreu pelo meu queixo.
— Agora você vai me comer de quatro – ela disse, desamarrando meus pulsos.
Virei ela de quatro. Empinei a bunda enorme. A boceta peluda apareceu por baixo, a floresta brilhando.
— ENFIA!
Enfiei. Ela gritou.
— METE COM FORÇA!
Metti. Ela gemia, os seios balançando, o cabelo solto do coque.
— BATE NA MINHA BUNDA!
Bati.
— MAIS FORTE!
Bati mais forte. A mão marcou a pele branca e gorda da bunda dela.
— ASSIM, CARALHO! ASSIM QUE É BOM!
— VOU GOZAR!
— GOZA DENTRO!
Gozei. Ela gozou junto.
Ficamos deitados, ofegantes.
— Eu quero fazer um boquete em você – ela disse, do nada.
— Você nunca fez um boquete.
— Eu sei. Mas quero aprender. A Patrícia me ensinou. Ela disse que é fácil.
Ela desceu. Pegou meu pau. Olhou.
— É grande.
— É.
— Vai entrar inteiro na minha boca?
— Não. Vai engasgar.
— Quero engasgar.
Ela colocou na boca. Babou. Engoliu. Engasgou. Tirou. Tossiu.
— De novo.
Tentou de novo. Engasgou de novo. Não desistiu.
Na terceira vez, conseguiu enfiar metade.
— JÁ TÔ FELIZ – ela disse, com a boca cheia.
— Continua.
Ela continuou. Babava, gemia, chupava. A mão no meu pau, a boca na cabeça.
— VOU GOZAR!
— GOZA NA MINHA CARA!
Gozei. O primeiro jato acertou a bochecha dela. O segundo o olho. O terceiro a boca. Ela limpou o olho com o dedo, chupou o dedo.
— Gostoso – ela disse. – Quero mais.
— Depois.
— Agora.
— Agora não. Eu tô morto.
— Você não tá morto. Você tá vivo. E eu tô viva pela primeira vez.
No domingo, minha mãe pediu para repetir.
— Mas dessa vez, eu quero ser a primeira – ela disse. – Eu sou a mãe. Eu mereço ser a primeira a sentar no pau do meu filho.
Elas tiraram a roupa.
Minha mãe montou no meu pau. A boceta grisalha engoliu. Ela cavalgou devagar, os olhos nos meus olhos.
— Você é o melhor homem que eu já tive – ela disse.
— Melhor que o pai?
— Melhor que o pai. O pai era bom, mas não era filho.
Patrícia sentou no meu rosto. A boceta aparada cobriu minha boca.
Letícia sentou no rosto de Patrícia.
As quatro bocetas se encontraram de novo.
— TODAS VÃO GOZAR! – minha mãe gritou.
Gozamos.
Minha mãe gozou no meu pau. Patrícia gozou na minha cara. Letícia gozou na cara de Patrícia. Eu gozei dentro da minha mãe.
— Pronto – minha mãe disse, ofegante. – Agora vocês vão embora. Eu quero ficar sozinha com ele.
— Mãe... – Patrícia começou.
— Vão. Amanhã é dia de vocês.
Elas foram. Minha mãe fechou a porta do quarto. Voltou para a cama.
— Senta aqui – ela disse, batendo na cama ao lado dela.
Sentei.
Ela pegou meu pau na mão. Passou o dedo na cabecinha, no pré-gozo.
— Você sabia que eu sempre soube?
— Soube o quê?
— Das calcinhas. Eu sempre soube que você pegava as minhas calcinhas. Que você cheirava.
— Como?
— Porque elas sempre estavam no lugar errado. Eu deixava no cesto, amassada de um jeito. Quando eu ia lavar, estava amassada de outro jeito. E às vezes estavam úmidas. Eu sabia.
— E a senhora não falou nada?
— Não. Porque eu também cheirava.
— A senhora cheirava?
— Cheirava. Suas cuecas. Desde que você tinha 15 anos. O cheiro do seu pau. O cheiro do seu suor. O cheiro do seu leite. Eu me masturbava cheirando as suas cuecas.
— Mãe...
— Eu sou sua mãe. Mas eu também sou mulher. E eu precisei de 14 anos para descobrir que o único homem que me faz feliz é você.
Ela me beijou. Com língua. Com vontade.
— Agora me come de novo. Devagar. Quero sentir meu filho dentro de mim até o sol nascer.
Eu comi.
Ela gemeu.
O sol nasceu.
Ela continuou gemendo.
FIM.
Foto 1 do Conto erotico: O CHEIRO DA FAMÍLIA

Foto 2 do Conto erotico: O CHEIRO DA FAMÍLIA

Foto 3 do Conto erotico: O CHEIRO DA FAMÍLIA

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O CHEIRO DA FAMÍLIA

Codigo do conto:
262310

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/05/2026

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