Meu Namorado Corninho – Uma História Universitária
Vamos aos personagens Camila (20 anos) – minha protagonista (narradora). Universitária, 3º semestre de Direito. Corpo magro, seios médios, bunda empinada, buceta sempre depilada. Adora provocar, exibir e humilhar o namorado. Thiago (21 anos) – namorado de Camila. Universitário, 4º semestre de Engenharia. Pau de tamanho médio (15 cm), mas muito sensível. Tem fetiche em ser corno e humilhado, mas tem vergonha de assumir. Paulo (22 anos) – amigo de faculdade de Thiago, mas quem se aproximou mesmo foi de Camila. Negão alto, 1,88m, corpo de atleta (joga vôlei). Pau de 23 cm, grosso, veias saltadas. Carismático e safado. A gente namorava há um ano e meio quando eu comecei a perceber. Toda vez que a gente transava, Thiago durava mais se eu contava alguma história de outro cara. No começo era sutil: "amor, hoje um cara me olhou na academia". Ele ficava com o pau pulsando dentro de mim. Depois evoluiu. Eu comecei a inventar detalhes. "Ele tinha um pau enorme, amor. Marcava na calça de moletom". Thiago gozava na hora. Até que um dia eu resolvi testar. Depois que ele gozou, eu olhei nos olhos dele e disse: — Você gosta de ser corno, não gosta? Gosta de imaginar outro me comendo. Ele ficou vermelho. Tentou negar. Mas o pau dele já estava meia-bomba de novo só com a conversa. — Não precisa mentir — eu disse, sentando no rosto dele. — Lambe minha buceta enquanto eu te conto como foi. E contei. Inventei na hora. Um cara da academia, moreno, pau grande, me comeu no banheiro depois do treino. Thiago lambeu minha buceta com tanta vontade que eu quase gozei só com a língua dele. Quando terminei a história, ele já estava com o pau duríssimo de novo. — Quer gozar, corno? — perguntei. Ele assentiu, ofegante. — Então goza imaginando a porra de outro dentro de mim. Ele gozou em cinco segundos. Naquela noite, depois de limpar tudo, eu disse a verdade: a história não tinha acontecido. Mas o tesão dele foi real. E se a gente realizasse de verdade? Ele demorou uma semana para aceitar. Mas aceitou. Não queria qualquer um. Queria alguém que causasse ciúmes, que fizesse Thiago se sentir pequeno. Alguém de pau grande, corpo bonito, e que fosse próximo o bastante para ser errado, mas não a ponto de estragar amizades. Paulo era amigo de Thiago da faculdade. Se viam quase todo dia no bandejão. Paulo era negro, alto, forte – jogava vôlei na equipe da universidade. E eu sabia, porque Thiago já tinha comentado sem malícia, que Paulo era "bem dotado". Um dia, num churrasco na casa de um amigo em comum, eu me aproximei de Paulo. Conversei. Dei em cima na cara dura. Ele correspondeu na hora. — Você namora o Thiago, né? — ele perguntou, mesmo sabendo. — Namoro. Mas ele gosta de dividir. Paulo arqueou a sobrancelha. Sorriu. — Sério? — Sério. Quer ver? Mostrei as fotos que Thiago autorizou: ele de quatro, com um plug anal, olhando para a câmera com cara de submissão. Paulo ficou duro na hora. Marcava na bermuda. — Que porra é essa, Camila? — É meu namorado. Ele é corno. Gosta de ser humilhado. E eu gosto de humilhar. Paulo olhou nos meus olhos. Depois olhou para Thiago, que estava do outro lado do quintal, nos observando de longe, claramente nervoso e excitado. — Ele sabe que você tá falando comigo? — Ele está vendo agora mesmo. Paulo riu. Pegou meu queixo com a mão e me beijou. Um beijo de língua, profundo, na frente de todo mundo. Ninguém viu – estávamos num canto – mas Thiago viu. Eu olhei para ele enquanto beijava Paulo. Thiago estava com a mão no bolso da calça. Se masturbando escondido. — Acho que ele aprovou — disse Paulo, quando o beijo terminou. — Marcamos para sábado. Na nossa casa. Ele vai assistir. Thiago arrumou a sala. Velas, vinho, almofadas no chão. Ele estava vestido normalmente – calça jeans e camiseta. Eu usei um vestido curto, sem calcinha. Paulo chegou às 20h. Jeans apertado, camisa polo aberta na frente, deixando ver o peito liso e musculoso. O volume na calça era impossível de ignorar. — Thiago — Paulo cumprimentou, estendendo a mão. — Paulo — Thiago respondeu, a voz falhando. Eu servi vinho. Ficamos conversando por meia hora. Normalidades. Faculdade, vôlei, prova final. Mas o olhar de Paulo na minha buceta – porque o vestido era curto e eu estava sentada de frente para ele – era explícito. — Camila, você está sem calcinha? — Paulo perguntou, do nada. — Estou — respondi, abrindo as pernas. Paulo olhou. Thiago também. — Mostra melhor. Eu levantei o vestido até a cintura. Minha buceta depilada, já molhada, os grandes lábios um pouco abertos. Paulo se levantou, veio até mim, e passou o dedo. Só um dedo, da base ao grelinho. — Você está ensopada — ele disse. — É por sua causa. Ele enfiou o dedo. Só um. Depois dois. Eu gemi. Thiago, do outro lado do sofá, não tirava os olhos da mão de Paulo dentro de mim. — Thiago — Paulo chamou, sem tirar os dedos — vem aqui. Thiago se levantou, trêmulo. Paulo tirou os dedos da minha buceta e levou até a boca de Thiago. — Chupa. Thiago chupou os próprios dedos de Paulo, lambendo o meu gosto. Eu vi o pau dele marcando a calça. — Tira a roupa — mandei. — Os dois. Tiramos. O pau de Thiago já estava duro – 15 cm, fino, veia fina. O de Paulo estava meia-bomba ainda, mas já era maior que o de Thiago duro. Quando ficou completamente ereto, era assustador: 23 cm, grosso como meu pulso, cabeça roxa brilhando. — Olha, Thiago — eu disse, apontando. — Isso é um pau de verdade. O seu é de brinquedo perto desse. Thiago gemeu. Só de ouvir a humilhação, o pau dele já estava vazando pré-gozo. Paulo me deitou no tapete, de bruços. Abriu minhas pernas, passou a mão na minha buceta, depois no meu cu. — Os dois hoje? — ele perguntou. — Os dois — respondi. Ele enfiou primeiro na buceta. Só a cabeça. Eu já senti que ia doer – e ia doer gostoso. — Thiago, vem aqui na frente — chamei. — Quero você na minha boca enquanto ele me come. Thiago se ajoelhou na minha frente. Enfiei o pau dele na boca – pequeno, macio, cabia inteiro sem esforço. Enquanto isso, Paulo empurrou o pau dele inteiro dentro da minha buceta. Eu gritei – o abafado, com o pau de Thiago na boca. Paulo começou a meter devagar, estocadas profundas que chegavam no fundo do meu útero. — Sua buceta é muito apertada, Camila — Paulo gemia. — Thiago, você não usa isso não, né? Porque não está larga. Thiago tentou responder, mas eu estava chupando ele com tanta vontade que ele só conseguiu gemer. Paulo acelerou. Cada estocada fazia meu corpo se mover para frente, empurrando o pau de Thiago na minha garganta. Eu estava sendo fodida na buceta por um pau gigante e na boca pelo pau do meu namorado ao mesmo tempo. — Olha pra ele, Thiago — Paulo disse, parando de meter. — Olha como ela fica com pau de verdade. Thiago olhou. Eu olhei de volta para ele, com o pau dele na minha boca, os olhos marejados de tesão. — Goza na minha cara, Thiago — pedi, tirando o pau da boca. — Quero sentir sua porra no meu rosto enquanto ele me come. Thiago gozou em três segundos. Jorrou no meu rosto, nos meus lábios, nos meus olhos. Eu lambi o que escorreu. Paulo, vendo isso, começou a meter de novo, agora mais forte. — Agora vou comer seu cu — ele avisou. Tirou o pau da minha buceta – escorreu uma poça – e cuspiu na minha mão. Passei a saliva no meu ânus. Paulo enfiou a cabeça. Doeu. Mas eu queria que doesse. — Thiago, vem ver — chamei. Thiago se ajoelhou atrás de mim, do lado de Paulo. Paulo enfiou o pau inteiro no meu cu. Eu gritei de verdade. — Tá vendo, corno? — Paulo disse, olhando para Thiago. — O pau do seu amigo dentro do cu da sua namorada. Você nunca conseguiu fazer isso, né? Thiago balançou a cabeça. Estava de pau duro de novo – uma dureza que eu só via quando ele imaginava cenas de corno. — Fala — mandei, com a voz falhando porque Paulo não parava de meter. — Fala que você é corno. — Eu sou corno — Thiago sussurrou. — Mais alto. — EU SOU CORNO! Paulo gozou dentro do meu cu. Jorrou quente, tanto que escorreu pelas minhas coxas. Eu senti cada jato. E gozei junto – um orgasmo anal que me fez desmaiar por uns segundos. Quando acordei, estava no chão, com a cara no tapete, o cu escorrendo porra de Paulo, e Thiago se masturbando olhando para a cena. — Goza, corno — eu disse, a voz rouca. Ele gozou na minha bunda. Paulo se levantou, foi até a cozinha, bebeu água e voltou. — Isso foi só o começo — ele disse. — Semana que vem eu volto. E quero ver ele usando uma calcinha sua. Comprei uma calcinha de renda vermelha, fio dental. Dei para Thiago na terça-feira. — Use hoje para ir à aula. Ele hesitou. — Usei ontem. — Não. Hoje é calcinha. Ele vestiu. Por baixo da calça jeans, ninguém via. Mas ele sabia. Durante o dia, ele me mandava mensagens: "Estou na aula de cálculo de calcinha" "O tecido está roçando no meu pau" "Estou duro e não posso me masturbar" Eu respondia com fotos da minha buceta molhada. No sábado, Paulo chegou e Thiago estava só de calcinha vermelha. O pau dele escapava pela lateral – a calcinha era pequena demais para conter. — Que lindo — Paulo disse, rindo. — Minha putinha de calcinha. Thiago não respondeu. Estava envergonhado e excitado ao mesmo tempo. Paulo me comeu primeiro. Na sala, de quatro, enquanto Thiago assistia de joelhos. Depois Paulo mandou Thiago lamber a buceta dele – a buceta suja da minha própria porra e do pau de Paulo. — Lambe tudo — Paulo ordenou. — Quero ver sua língua no gosto do meu pau. Thiago lambeu. Babou inteiro. Eu via o pau dele pulsando dentro da calcinha vermelha. — Agora tira a calcinha e fica de quatro — mandei. Ele obedeceu. Paulo se posicionou atrás dele. — Hoje é você que vai ser comido — Paulo disse. Enfiou o pau de 23 cm no cu de Thiago. Thiago gritou – dor e prazer misturados. — Para de gritar, viadinho — Paulo falou, dando um tapa na bunda dele. — Sua namorada aguentou esse pau no cu e não gritou assim. Thiago mordeu o braço para se calar. Paulo começou a meter. Devagar no começo, depois rápido. O cu de Thiago se abria e fechava em volta daquele pau gigante. Eu me ajoelhei na frente de Thiago e enfiei meu pau – o cinto com consolo de 20 cm – na boca dele. — Agora você está sendo comido nos dois buracos, amor — eu disse, empurrando o consolo na garganta dele. — Na boca por mim, no cu por ele. Thiago gozou sem ninguém tocar no pau dele. Jorrou no tapete. Paulo gozou dentro do cu dele em seguida. Eu gozei só de ver a cena. Depois desse dia, não paramos mais. Na praia, eu usava biquínis minúsculos. Thiago usava sunga apertada. Paulo às vezes vinha junto. As pessoas olhavam – eu sabia – e eu adorava. Uma vez, na biblioteca da faculdade, depois do horário, eu chupei Paulo nas estantes enquanto Thiago assistia de longe, se masturbando escondido. Outra vez, numa festa, eu sentei no colo de Paulo na frente de todo mundo. Thiago estava do lado. Eu beijei Paulo de língua, peguei no pau dele por cima da calça, e sussurrei no ouvido de Thiago: — Todo mundo aqui sabe que você é corno, amor. Olha como eles olham para você. Thiago estava com o pau duro dentro da calça. Não escondia mais. No último final de semana, Paulo trouxe um amigo. Bruno, 23 anos, também jogador de vôlei. Pau de 21 cm, menos grosso que o de Paulo, mas mais comprido. A regra foi clara: todos comem todos, mas Thiago é o único submisso. Paulo já tinha me comido duas vezes naquela noite. Bruno, o amigo que ele trouxe, era novidade: branquelo, 19 anos, cabelo castanho cacheado, olhos verdes, corpo magro mas definido. E o pau dele... quando ele tirou a cueca, eu quase gozei só de olhar. 21 centímetros, reto, cabeça rosa-clara, veia grossa na lateral. Não era grosso como o de Paulo, mas era mais comprido. Thiago, meu namorado, já estava de joelhos no canto, de calcinha vermelha – a mesma da semana passada – com o pau escapando pela lateral, pré-gozo escorrendo pela coxa. Paulo olhou para Bruno e depois para mim. — Camila, você quer que a gente comece como? — Eu quero os dois ao mesmo tempo — respondi, a voz já rouca de tesão. — Mas o Thiago tem que participar. Ele é meu corninho. Tem que servir. Bruno riu. Paulo também. — Você ouviu, Thiago? — Paulo chamou. — Sua namorada quer que você sirva. Thiago assentiu, sem falar. Os olhos dele estavam vidrados no pau de Bruno. — Fica de quatro, Camila — Paulo ordenou, dando um tapa na minha bunda. — Bruno, fica na frente dela. Eu me posicionei no meio da sala. De quatro no tapete felpudo, a bunda empinada, a buceta já escorrendo – tão molhada que dava para ver o líquido claro descendo pela minha coxa esquerda. Bruno se ajoelhou na minha frente. O pau dele estava na altura do meu rosto. Eu olhei para cima, para os olhos verdes dele, e abri a boca. — Coloca — pedi. Bruno enfiou a cabeça do pau entre meus lábios. A cabeça era macia, quente, com um gosto levemente salgado de pré-gozo. Chupei devagar, fazendo círculos com a língua em volta da glande, enquanto babava generosamente para lubrificar. — Assim, Camila — Bruno gemeu, a voz falhando. — Chupa tudo. Enquanto isso, Paulo se posicionou atrás de mim. Ele cuspiu na mão, passou a saliva generosamente no pau dele – os 23 cm grossos, veias saltadas – e esfregou a cabeça na minha buceta, de cima a baixo, esfregando no grelinho. — Você quer? — ele perguntou, provocando. — Quero, porra! Enfia logo! Ele enfiou de uma vez. Tudo. Até a base. A buceta estava tão molhada que o pau entrou como faca na manteiga – fez um som molhado de ploc que ecoou na sala. Eu gritei – com o pau de Bruno na boca, o grito saiu abafado, uma vibração que fez Bruno gemer mais alto. Paulo começou a meter. Estocadas profundas, lentas no começo, cada uma empurrando meu corpo para frente, o que fazia minha boca engolir mais do pau de Bruno. Era um movimento sincronizado: Paulo enfiava ? meu corpo ia para frente ? o pau de Bruno entrava na minha garganta ? Paulo tirava ? meu corpo voltava ? o pau de Bruno saía parcialmente. — Olha como ela fica com dois paus — Paulo disse, olhando para Thiago, que estava ajoelhado a um metro de distância, os olhos arregalados, a mão segurando o próprio pau por cima da calcinha vermelha. — Sua namorada está sendo fodida na buceta e na boca ao mesmo tempo. E você aí, só olhando. — Chupa mais fundo, Camila — Bruno pediu, segurando minha cabeça com as duas mãos. Ele começou a foder minha boca. Enfiava o pau até o fundo da minha garganta, eu engasgava, ele tirava, eu respirava, ele enfiava de novo. As lágrimas escorriam dos meus olhos, minha maquiagem borrava, e eu amava cada segundo. Paulo acelerou as estocadas. Agora era rápido, estocadas curtas e fortes, o pau dele saindo quase todo e entrando de novo com força. O som era obsceno: squish-squish-squish da minha buceta sendo fodida, misturado com o gloc-gloc-gloc da minha garganta sendo penetrada. — Vou gozar — avisei, com a boca cheia. — Ainda não — Paulo e Bruno disseram ao mesmo tempo. Pararam. Tiraram os paus. Eu fiquei vazia, ofegante, babando no tapete. — Agora troca — Paulo disse. — Bruno, come o cu dela. Camila, chupa o meu. Eu me reposicionei. Dessa vez, Paulo ficou na minha frente, de pé. Bruno ficou atrás de mim. — Fica de quatro de novo — Bruno ordenou. — Mas agora empina mais. Empinei. Minha bunda ficou tão alta que meu rosto ficou a poucos centímetros do chão. Paulo se ajoelhou na minha frente, o pau dele na altura da minha boca. — Abre — ele disse. Abri. Ele enfiou. Não devagar – enfiou de uma vez, como quem enfia uma espada. O pau grosso de Paulo encheu minha boca completamente. Eu mal conseguia respirar. Só babava. Atrás de mim, Bruno passou lubrificante no meu cu. O gel era frio – eu me contraí. — Relaxa — ele sussurrou, massageando o ânus com os dedos. Primeiro um dedo, depois dois, depois três. Meu cu foi se abrindo aos poucos, acostumando. — Agora vai. Bruno enfiou a cabeça do pau de 21 cm no meu cu. A cabeça era grande – mais larga que o resto do pau – então doeu na entrada. Eu mordi o pau de Paulo para não gritar. — Isso, Camila, me morde — Paulo gemeu, achando graça. — Mostra quem manda. Bruno empurrou mais. O pau entrou inteiro no meu cu. Eu senti cada centímetro abrindo meu intestino, chegando num fundo que nenhum pau tinha chegado antes. — Porra, Bruno — eu gemi, com o pau de Paulo na boca — seu pau é muito comprido. — E ainda não entrou tudo — ele respondeu, empurrando mais um pouco. Agora os dois estavam dentro de mim: Paulo na minha boca, Bruno no meu cu. Eu era apenas um corpo sendo penetrado nos dois buracos por dois paus enormes. — Thiago — chamei, tirando o pau de Paulo da boca por um segundo. — Vem cá. Thiago se arrastou de joelhos até mim, os olhos vidrados, a calcinha vermelha toda encharcada de pré-gozo. — Lambe meus pés — mandei. — Enquanto eles me comem. Thiago se ajoelhou atrás de mim, do lado de Bruno, mas mais baixo. Ele pegou meu pé esquerdo – eu estava de quatro, então meus pés estavam virados para trás – e começou a lamber a sola. Eu estava suada. A sola do pé estava suja de areia fina (tinhamos ido à praia de tarde) e salgada do mar. Thiago lambeu como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo: a língua dele passava devagar, do calcanhar aos dedos, um por um, chupando cada dedo como se fossem pequenos paus. — Isso, corno — eu gemia. — Lambe bem. Quero sentir sua língua. Enquanto isso, Paulo continuava na minha boca e Bruno no meu cu. Os dois estavam metendo em ritmos diferentes – Paulo rápido, Bruno devagar e profundo. Eu estava sendo fodida em três frentes: boca, cu e pés. — Agora lambe as bolas deles — mandei. Thiago largou meu pé e se moveu. Ele se ajoelhou entre as pernas de Paulo primeiro. Paulo tirou o pau da minha boca por um momento para dar espaço. Thiago enfiou o rosto entre as bolas de Paulo – grandes, pesadas, suadas – e começou a lamber. — Isso, viadinho — Paulo gemeu, passando a mão na cabeça de Thiago. — Lambe minhas bolas. Chupa elas. Thiago chupou cada bola como se fossem pequenas frutas. Babava inteiro. O pau dele, dentro da calcinha vermelha, pulsava a cada lambida. Depois Thiago se moveu para Bruno. Bruno continuava me comendo – não parou – então Thiago teve que enfiar a cabeça entre a bunda de Bruno e as minhas pernas. Ele lambeu as bolas de Bruno enquanto Bruno me fodia o cu. — Porra, Thiago — Bruno gemeu. — Você lambe melhor que muita mulher. Thiago não respondeu. Só lambeu mais rápido. Eu olhava para trás e via meu namorado – de calcinha vermelha, pau duro escapando – de joelhos, lambendo as bolas suadas do homem que estava fodendo meu cu. Eu gozei na hora. Só de ver. — Vou gozar, vou gozar, vou gozar — repeti, como um mantra. — Goza — Paulo permitiu. Eu gozei. Um orgasmo que começou no cu – onde o pau de Bruno não parava de entrar e sair – subiu pela buceta, que estava vazia mas contraía sozinha, e explodiu na minha boca, que soltou um gemido tão alto que ecoou pela casa. Meu corpo tremeu inteiro. Minhas pernas fraquejaram. Eu quase caí para o lado, mas Paulo me segurou. Bruno parou de meter. Paulo também. — Não para — eu pedi, ofegante. — Continuem. Eles continuaram. Depois de mais alguns minutos, Paulo avisou: — Vou gozar, Camila. Quer na boca? — Quero — respondi, abrindo a boca. Paulo tirou o pau da minha boca, segurou a base com uma mão, e gozou. O primeiro jato foi tão forte que atingiu meu céu da boca. O segundo foi na minha língua. O terceiro escorreu pelo meu queixo. Eu engoli os dois primeiros e deixei o terceiro escorrer. Bruno, ao ver Paulo gozar, acelerou as estocadas no meu cu. — Também vou gozar — ele avisou. — Quer dentro? — Quero. Goza fundo. Bruno enfiou o pau até o talo e gozou. Eu senti cada jato – quente, grosso – escorrendo pelo meu intestino. Ele gozou tanto que escorreu pelo meu cu, descendo pelas minhas coxas. Os dois tiraram os paus. Eu fiquei vazia, ofegante, o cu escorrendo porra de Bruno, a boca cheia de porra de Paulo, o rosto lambuzado. — Thiago — chamei, com a voz rouca. — Vem aqui. Ele se arrastou de joelhos até mim. — Lambe minha buceta. — Mas você não foi comida na buceta hoje — ele disse, confuso. — Eu sei. Mas minha buceta está escorrendo a porra de Paulo e Bruno. Porque quando o Bruno gozou no meu cu, escorreu para frente. Olha. Abri as pernas. Minha buceta estava realmente melada – não de porra diretamente, mas do líquido que escorreu do cu para a buceta, misturado com meu próprio gozo. Era uma poça translúcida com veios brancos. — Lambe tudo — mandei. — Quero ver sua língua limpando o que saiu de dentro de mim. Thiago abaixou a cabeça e lambeu. Lambeu minha buceta de baixo para cima, da entrada ao grelinho, sugando cada gota. A língua dele quente, macia, passava devagar, como se estivesse saboreando um sorvete. — Que gosto tem? — perguntei. — Gosto de você — ele respondeu, com a boca cheia. — E de porra. — De quem? — Dos dois. Paulo e Bruno. — E você gosta? Ele não respondeu. Só lambeu mais rápido. Eu vi o pau dele pulsando dentro da calcinha vermelha – ele estava quase gozando só de lamber a mistura dos dois homens na minha buceta. — Para — mandei, quando ele já estava no grelinho. — Ainda não. Ele parou. Ficou de joelhos, a língua para fora, babando. — Agora vocês dois — eu disse, apontando para Paulo e Bruno. — Quero ver vocês se beijando. Paulo olhou para Bruno. Bruno sorriu. — Já fiz isso antes — Bruno disse. — Eu também — respondeu Paulo. Eles se aproximaram. Paulo era mais alto – 1,88m – Bruno tinha 1,84m. Os dois corpos sarados, suados, os paus ainda duros e brilhando de porra e lubrificante. Paulo segurou o rosto de Bruno com as duas mãos e beijou. Não foi um beijo tímido. Foi um beijo de língua, profundo, molhado. Eu vi as línguas deles se enrolarem. Vi Bruno passar a mão na nuca de Paulo. Vi Paulo puxar Bruno pelo quadril. Os dois paus enormes se encostaram – um de 23 cm grosso, outro de 21 cm comprido – roçando um no outro enquanto eles se beijavam. — Thiago — chamei, sem tirar os olhos dos dois. — Vem aqui. Thiago se ajoelhou ao meu lado. Eu passei a mão por dentro da calcinha vermelha dele e segurei no pau dele. Estava duro, latejante, quente. A cabecinha roxa, escorrendo pré-gozo. — Você está gostando de ver dois homens se beijando? — perguntei, começando a masturbar ele devagar, muito devagar. — Sim — ele respondeu, a voz falhando. — Dois negões sarados, de pau duro, se beijando na sua frente. Enquanto sua namorada assiste. Enquanto eu bato punheta para você. — Sim, sim, sim... — E você queria estar no lugar de quem? Do Paulo? Do Bruno? Ou queria estar entre eles, sendo beijado pelos dois? Thiago gemeu. Não respondeu. O pau dele pulsou na minha mão. — Responde, corno. — Queria estar entre eles — ele sussurrou. — Eu sei. Por isso que eu não vou deixar você gozar agora. Aumentei a velocidade da masturbação por dois segundos – ele já arqueou as costas – e parei completamente. — Não, Camila, pelo amor de Deus... — Silêncio. Assiste. Paulo e Bruno terminaram o beijo. Os dois estavam ofegantes, os paus mais duros do que antes – se é que isso era possível. — Agora quero ver vocês dois se masturbando um para o outro — eu disse. — Enquanto o Thiago assiste de joelhos, de pau duro, sem poder gozar. Paulo e Bruno se sentaram no sofá, um ao lado do outro. Começaram a se masturbar lentamente, olhando um para o outro, depois olhando para Thiago. — Olha como ele está, Paulo — Bruno disse, rindo. — O pau dele está roxo de tanto tesão e ela não deixa gozar. — Corno tem mais é que sofrer mesmo — respondeu Paulo, batendo uma devagar, a grossura do pau dele impressionante na própria mão. Thiago estava com os olhos marejados. O pau dele pulsava sozinho na minha mão – eu mal mexia, só segurava, e ele já tremia. — Por favor, Camila — ele pediu. — Deixa eu gozar. — Ainda não. Paulo gozou primeiro. Jorrou na própria barriga, o esperma escorrendo pelos músculos do abdômen. Bruno gozou em seguida, no peito de Paulo. Os dois se olharam e sorriram. — Limpa eles, Thiago — mandei. — Com a língua. Thiago se arrastou até o sofá. Lambeu a barriga de Paulo primeiro – o esperma grosso, quente, salgado – depois lambeu o peito de Bruno. Os dois passavam a mão na cabeça dele, chamando de "viadinho", "corno", "putinha". Quando ele terminou, eu finalmente soltei o pau dele. — Agora pode gozar. Thiago gozou em três segundos. Jorrou no tapete, tão forte que sujou o meu pé. Eu olhei para ele, sorri, e disse: — Todo castigo para corno é pouco. E você adora, não adora? Ele caiu para o lado, exausto, e respondeu com a voz falhando: — Adoro. Os quatro ficamos no chão da sala por um bom tempo. Paulo e Bruno foram embora às 3 da manhã. Thiago e eu dormimos abraçados – ele de calcinha vermelha, eu pelada. No dia seguinte, ele acordou com o pau duro e me pediu para transar. — Não — respondi. — Hoje você só vai me chupar. E amanhã você vai usar a mesma calcinha suja para ir à aula. Ele gemeu – de tesão, não de reclamação. E eu sabia que ele já estava imaginando a próxima visita de Paulo. E a próxima. E a próxima. — Você quer ser comido por eles também, amor? — perguntei. — Quero — ele respondeu, a voz falhando. Paulo e Bruno se revezaram no cu de Thiago. Um metia enquanto o outro enfiava na boca dele. Eu assistia, me masturbando com um consolo de 25 cm que comprei só para essas ocasiões – maior que o pau dos dois. — Esse é o pau que você deveria ter, corno — eu disse, mostrando o consolo. — Mas você tem esse brinquedinho. Thiago gozou pela quarta vez na noite. Hoje, Thiago usa calcinha todos os dias. Dormimos de conchinha, eu atrás, com um cinto de consolo enfiado nele. Paulo vem em casa duas vezes por semana. Às vezes traz Bruno. Às vezes traz outros. Thiago não sente mais ciúmes. Ele aprendeu que o prazer dele é me ver feliz – e me ver feliz é ser comida por paus maiores que o dele, enquanto ele assiste, lambe, limpa e obedece. E eu? Eu descobri que adoro ser puta. Adoro humilhar. Adoro ver os olhos do meu namorado brilhando de tesão enquanto outro homem me fode. Na semana que vem, Paulo vai trazer um amigo da faculdade de educação física – 19 anos, branquelo, mas com fama de pau enorme. Thiago já está nervoso. Eu já estou molhada. Todo castigo para corno é pouco. E todo corno merece ser feliz.
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