A Descoberta – Prima, Irmã, Comedor e o Acordo Proibido
Sou Marcos (26 anos) – até o momento me achava heterosexual, mas virei submisso da prima, dominador com a irmã e o cunhado. Letícia (27 anos) – minha prima Bissexual, dominadora, a mente por trás de tudo. Gustavo (28 anos) – meu amigo de infância, comedor de plantão. Pau de 19 cm, experiente, safado. Camila (24 anos) – minha irmã. Namorada de um gordinho rico. Buceta carnuda, peitos enormes, nunca tinha sido comida de verdade. Ricardo (25 anos) – namorado de Camila. Gordinho, rico, pau pequeno (12 cm), nunca comeu ninguém direito. Sempre soube que meu amigo Gustavo tinha fama de comedor. Desde a adolescência, ele se gabava das mulheres que comia, dos vídeos que gravava, das fotos que colecionava. A gente cresceu junto, saía junto, e ele sempre foi assim – exibido, safado, sem vergonha. Até que um dia, no bar, ele pegou o celular para me mostrar umas fotos de uma menina que estava comendo na semana anterior. Passou rápido pelos vídeos, e eu vi. Não dava para não ver. Era minha prima Letícia. A filha da irmã da minha mãe. A gente sempre foi próximo desde crianças, almoços de família, finais de ano, viagens. Ela namorava um gordinho gente boa, o Ricardo, há mais de cinco anos. O cara era rico, bancava jantares caros, viagens internacionais, dava tudo o que ela queria. Mas pelo visto não dava o que ela precisava. Gustavo percebeu que eu tinha visto. Ficou todo errado. Eu fiquei paralisado. Ele tentou disfarçar, puxar o celular de volta, mas já era tarde. Eu já tinha visto a buceta da minha prima na tela do celular dele, aberta, rosada, molhada. — Você come ela? – perguntei, a voz falhando. Ele não conseguiu mentir. — Faz quase um ano. — E o namorado? — Mal come ela. Uma vez por mês, quando muito. E nunca chupa ela. Nem dedo. Só mete duas bombadas, goza, vira para o lado e dorme. Ela estava louca de tesão. — Como vocês se conheceram? — Academia. Ela passa a tarde inteira lá. Corpo perfeito, você sabe. Foi ela que chegou em mim. Primeiro treino junto, já roçando. Depois veio com conversa de que queria treinar perna, que o namorado não dava apoio. Uma coisa levou à outra. Ele mostrou as fotos e os vídeos. Eu não conseguia tirar os olhos. Ela de quatro, ele comendo ela. Ela cavalgando nele. Ela chupando o pau dele. O corpo dela sempre foi sensacional – patricinha bancada pelo namorado, fazia faculdade de manhã e passava a tarde na academia. Definida, bronzeada, os seios perfeitos, a bunda redonda. E nos vídeos, ele falava putarias no ouvido dela, e ela gemia chamando ele de "comedor". Cheguei em casa naquela noite e me masturbei pensando nela. Imaginando que era eu comendo ela, que era o meu pau dentro da buceta dela. Eu não resisti. Pedi para ele me mandar o conteúdo. Ele relutou, mas mandou. E eu passei a me masturbar quase diariamente vendo a minha prima sendo comida pelo meu amigo. Até que um dia, numa reunião de família, ela soltou: "Estou me sentindo gorda." Gorda? Ela era uma das mulheres mais gostosas que eu conhecia. Eu não aguentei. Disse, sem pensar: "Gorda? Você tem o corpo perfeito. Até a sua marca de nascença perto da virilha é sexy." Ela arregalou os olhos. Todo mundo na mesa percebeu. Eu tentei disfarçar, puxei assunto, mas ela não tirou os olhos de mim o resto do almoço. No dia seguinte, a mensagem chegou: "Como você sabe da minha marca de nascença?" Eu desconversei. Tentei mentir, disse que foi num churrasco de piscina há anos, que eu tinha visto de relance. Ela não acreditou. Até que eu não aguentei mais. — Foi seu amigo. O Gustavo. Eu vi sem querer os vídeos no celular dele. — E você pediu para ele te mandar? — Pedi. — E você se masturba me vendo? — Sim. Silêncio. Meu pau ficou duro. Eu acredito que ela molhou. — Não é justo – ela disse. – Só você ter acesso ao meu corpo. — O que você quer? — Eu quero ver o seu. Ela disse que aceitaria fazer uma videochamada, mas mostraria apenas os seios, as axilas e a calcinha. Nada de buceta. Pelo menos por enquanto. Eu já estava duro antes mesmo de ligar a câmera. Ela apareceu de sutiã e calcinha de renda preta. Tirou o sutiã devagar, os seios grandes e redondos, os mamilos já duros. Levantou o braço, mostrou a axila – lisa, suada, o cheiro devia ser forte. Eu gemia só de olhar. — Mostra o pau – ela disse. — Está duro. — Quero ver. Mostrei. Ela sorriu. Pegou a própria calcinha, cheirou, disse que estava suada da academia. Eu me masturbei. Ela me viu gozar. — Gozou? — Gozei. — Você vai querer repetir? — Vou. Sempre. — Então tem uma condição. — Qual? — Você precisa aprender o que seu amigo me ensinou. Ela me mostrou vídeos. Gustavo, o comedor, enfiando um consolo no próprio cu. Ele gemia, chamava ela de "dona". Gustavo, de quatro, ela com um cinto de couro com um consolo enfiando nele. Ele implorava por mais. Eu nunca vi aquilo. Nunca passou pela minha cabeça que ele, o comedor, fazia isso. — Engraçado – ela disse. – Ele só mostra ele comendo. Não mostra ele gemendo como uma menina. — Você quer fazer isso comigo? — Quero. Você precisa comprar um consolo. — Por quê? — Porque você vai aprender a gozar pela bundinha. E vai gozar chamando o meu nome. Eu não tinha consolo naquela noite. Mas eu estava louco de tesão. Ela mandou eu improvisar. Fui ao banheiro, peguei a escova de dentes. O cabo era redondo, liso. "Enfia no cu", ela disse. Enfiei. O plástico entrou fácil, eu já estava lubrificado de tanto tesão. Ela me viu na câmera, o cabo da escova entrando e saindo. "Não goza ainda, é muito fino", ela mandou. Ela mandou pegar a escova de cabelo. O cabo era mais grosso, mais comprido. "Enfia tudo", ela disse. Enfiei. Doeu no começo, depois ficou gostoso. Ela me mandou bater na própria bunda enquanto enfiava. Eu batia. A bunda ficou vermelha, o plástico entrando e saindo, o som molhado. Não deu para segurar e gozei. Em outra oportunidade, fomos ao supermercado fazer compras pela manhã. À noite, ela pediu para eu ir na geladeira e pegar uma cenoura. Descascar, passar lubrificante. "É orgânica", ela disse. "Pode lamber depois." Enfiei. A cenoura era mais grossa que a escova, mais áspera. O gosto de terra. Ela me mandou chupar a cenoura depois de tirar do cu. Chupei. O gosto do meu próprio cu. Depois foi a vez do pepino. Mais comprido, mais verde. "Enfia com casca", ela disse. "A casca arranha." Ela tinha razão. Arranhava. Doía gostoso. Eu gemia. Ela se masturbava me vendo. Depois ela mandou descascar. Ficou mais liso, mais escorregadio. Enfiei com mais facilidade. "Agora enfia e tira, enfia e tira", ela mandou. Eu fiz. O pepino entrava e saía. O som molhado. Ela gozou me vendo. Para finalizar, a berinjela. Mais grossa que tudo. "Vai doer", ela disse. "Quer que use lubrificante?" "Muito." Usei. Doeu. Doeu gostoso. A berinjela entrou até a metade. Gozei. A berinjela saiu toda melada. Até chegar o dia do consolo que ela me obrigou a comprar. Ela disse que já estava na hora. Me mandou o link de um site. Comprei. Um consolo preto, 18 centímetros, grosso, com ventosa. "Agora você vai ser meu", ela disse na primeira videochamada com o consolo. "Enfia. Chupa. Goza." Enfiei. O silicone era macio, quente. Melhor que tudo. Ela me mandou lamber ele depois. Lambi. Ela me mandou enfiar de novo. Enfiei. Ela me mandou cavalgar nele. Cavalguei. Gozei. Depois de semanas de videochamadas, ela disse que já estava na hora. "Você já me comeu pelas câmeras. Agora vai me comer de verdade." Fomos a um motel. Ela foi no banheiro. Quando saiu, eu já estava pelado, de pau duro. Ela usava um vestido curto, sem calcinha. A buceta lisa, rosada, a marca de nascença perto da virilha. Ela me chupou primeiro. Chupou fundo, com vontade. Engasgou, lambeu as bolas, voltou para a cabeça. Depois enfiou o meu pau na buceta dela. Ela gemeu alto. "Finalmente", ela disse. "Finalmente isso é real." Eu comi ela devagar, sentindo cada centímetro. Ela apertava as pernas em volta da minha cintura. Gemia no meu ouvido. Gozei dentro dela. Ela gozou antes. Ela disse que queria me fazer gozar só com a boca. Eu sentei na cama. Ela ajoelhou. Enfiou meu pau inteiro na garganta. Babava muito, engasgava, mas não parava. Olhava nos meus olhos. "Goza na minha boca", ela disse. Gozei. Ela engoliu. Ela virou de quatro. A bunda empinada. A buceta molhada, o cu piscando. "Enfia no meu cu", ela disse. "Hoje é a primeira vez." Enfiei devagar. Ela gritou. "Isso, amor. Rasga o meu cu. Come minha bundinha." Meti devagar, depois rápido. Ela gozou. Eu gozei no cu dela. Ela deitou de costas. Eu deitei de bruços em cima dela. Minha boca na buceta dela. A boca dela no meu pau. Ela lambia meu saco, meu cu. Eu lambia o grelinho dela, a entrada. Ela gozou na minha boca. Eu gozei na boca dela. Depois ela deitou de costas com as pernas abertas. Eu enfiei o pau. Ela me chamava de "comedor". "Você é igual seu amigo", ela disse. "Melhor", eu disse. "Muito melhor." O motel tinha banheira. Ela encheu de água quente. Entramos. Ela sentou no meu pau debaixo d'água. A água escorria. Ela cavalgava devagar. A água quente, o pau duro, a buceta apertada. Gozamos juntos. Ela levou o cinto e o consolo. Mandou eu ficar de quatro. Enfiou devagar. Eu já estava acostumado por causa das videochamadas, mas o consolo real, com ela por trás, era diferente. "Goza", ela mandou. Gozei. Ela gozou me vendo. Depois ela enfiou o consolo no meu cu e eu enfiei o pau na buceta dela. Os dois gemendo. Ela me chamava de "putinha". Eu chamava ela de "dona". Gozamos juntos. Ela sentou no meu pau. Cavalgou rápido, forte. Os seios balançavam. Eu segurei os seios dela, apertei os mamilos. "Isso, amor", ela gemia. "Vai gozar?", "Vou." Gozamos juntos. Transamos a noite inteira. Foram cinco horas. Não lembro de todas as posições, mas lembro dos gemidos, dos gozos, do cheiro. Saímos do motel no dia seguinte com o corpo dolorido, a buceta dela inchada, meu pau arranhado. "Quando é a próxima?" eu perguntei. "Amanhã." Ela disse que na próxima oportunidade gostaria que o meu amigo participasse. "Você vai levar a calcinha da sua irmã. Você vai usar ela. E ele vai te comer com você vestido com a calcinha dela." No motel, ele já estava pelado. Eu vesti a calcinha da minha irmã – renda preta, fio dental, suja, cheiro forte. Ele me colocou de quatro, arredou a calcinha para o lado e enfiou o pau no meu cu. Metia forte, chamando o nome da minha irmã. "Isso, viadinho", ele gemia. "Sua irmã vai gostar de saber que você está vestindo a calcinha dela enquanto eu te como." Enquanto ele me comia, Letícia se ajoelhou na minha frente. Enfiei o pau na buceta dela. Ele me comendo. Eu comendo ela. Meu pau entrava e saía da buceta dela enquanto o pau dele entrava e saía do meu cu. "Isso", Letícia gemia. "Isso é um trenzinho. O comedor come o viadinho. O viadinho come a prima." Gozamos juntos. Ele gozou dentro do meu cu. Eu gozei dentro da buceta dela. Ela gozou no meu pau. "Eu quero comer sua irmã", ele disse depois. "Vai ter que pedir ela." "Vou pedir. E você vai ajudar." Letícia convidou Camila para um café na sua casa. Eu me escondi no quarto ao lado para ouvir. Camila chegou, sentou, nervosa. Letícia foi direta. "Camila, seu namorado não te come direito. Você nunca gozou com ele. Eu sei porque já passei por isso." Camila ficou em silêncio. "O seu irmão me come. Ele e o amigo dele. Os dois. Juntos. Eles me fazem gozar como nenhum homem nunca fez. Você merece ser comida de verdade." Camila não respondeu na hora. Mas pediu o telefone de Gustavo. Na semana seguinte, ela mandou mensagem para ele: "Vem me buscar. Meu namorado viajou." Buscou, levou para casa dele, transaram. Ela disse para Letícia que foi a melhor foda da vida dela. Que ele chupou ela, virou de quatro, meteu fundo, gozou dentro. Que ele fez ela gozar três vezes. E que o pau dele era maior do que ela imaginava. E que ela queria repetir. Eu soube de tudo. Fiquei duro só de ouvir. Letícia disse que era a hora do plano. Aparecer de surpresa enquanto eles transavam. Marcamos o dia. Camila chamou Gustavo para a casa dela, achando que ia ser só os dois. Eu e Letícia, do lado de fora do apartamento, esperamos o sinal. Gustavo mandou mensagem: "Ela está pelada. Na cama. Estou chupando ela. Podem subir." Letícia abriu a porta com a chave reserva. Entramos devagar. O quarto estava com a porta entreaberta. Camila deitada de costas, os seios enormes balançando, o cabelo espalhado. Gustavo entre as pernas dela, a língua no grelinho. Camila abriu os olhos, me viu, viu Letícia. Seu rosto ficou branco, depois vermelho. — Marcos? O que você está fazendo aqui? — O Gustavo é meu amigo. Eu pedi para ele te comer. E quero participar. Ela hesitou. Mas Letícia sorriu. Gustavo não parou de chupar. Camila respirou fundo. Depois abriu as pernas de novo. "Continua." Antes de tudo, porém, fez um acordo comigo: "Se eu for dar o cu um dia, quem vai tirar o cabaço das minhas pregas é você. O Gustavo só pode comer minha buceta." Gustavo aceitou na hora. Eu aceitei. Dias depois, Letícia convenceu Camila a ir até a casa de Gustavo. O namorado não sabia. Ela entrou e viu a cena: eu de calcinha de renda preta da minha irmã, Gustavo pelado, Letícia pelada. Eu estava montado no meu amigo, meu pau dentro do cu dele. Letícia cavalgava no meu rosto. — Vocês são nojentos – ela disse. — Você quer ser nojenta também? – Letícia perguntou. Camila tirou a roupa. A buceta enorme, carnuda, os grandes lábios pendurados – que se fosse pesar numa balança daria uns três quilos, de tão carnudos. O grelo dela era pequeno, ficava escondido bem lá dentro, tinha que abrir bem os grandes lábios para achar. Os peitos gigantes, peitos de amamentar. — O cu dela é meu – eu disse. – O namorado tirou o cabaço da buceta dela. Eu quero o cabaço do cu. — Combinado – ela disse. Eu como o cu da minha irmã pela primeira vez. Ela está de quatro na minha cama, a bunda enorme e branca empinada. Eu enfio devagar, sentindo cada prega se abrir. Ela chora de prazer, goza. Meu pau entra e sai com vontade, o cu dela apertado, quente. "Cabaço é meu", eu digo. Ela só gemia. Camila está de joelhos no meio da cama. Na frente dela, eu estou sentado com as pernas abertas, o pau duro apontando para o rosto dela. Atrás dela, Gustavo está ajoelhado, o pau grosso e comprido pressionando a entrada da buceta carnuda dela. — Abre a boca – eu digo. Ela abre. Eu enfio. A cabeça do meu pau entra nos lábios dela. Ela chupa devagar, a língua enrolada na glande, babando generosamente. — Isso, Camila – eu gemo. – Chupa o pau do seu irmão. Enquanto ela me chupa, Gustavo enfia o pau dele na buceta dela. Ela geme com a boca cheia – a vibração do gemido percorre o meu pau. O pau de Gustavo entra fácil, a buceta dela já está molhada, escorrendo. Ele começa a meter devagar, estocadas profundas. — Porra, Camila – Gustavo gemia. – Sua buceta é muito carnuda. Apertada, mas carnuda. Parece que tem almofadas dentro. — São os grandes lábios – eu digo. – Eles pesam uns três quilos. — Três quilos de buceta. Gustavo acelera. Camila gemia com a boca cheia de mim. O pau dele entra e sai, entra e sai, fazendo um som molhado – squish, squish, squish. Meu pau está na garganta dela, ela engasga, os olhos marejam, mas não para. — Isso, sua puta – eu digo. – Engole tudo. Ela engole. Goza. O primeiro orgasmo vem rápido – o corpo dela treme, a buceta contrai em volta do pau de Gustavo, a boca contrai em volta do meu pau. Ele sente a contração. Ela sente o pau dele pulsar. — Ela gozou – Gustavo diz. — Gozou com os dois paus. — Vai gozar de novo. Ele não para. Continua metendo. Eu continuo sendo chupado. Camila goza de novo – mais forte, mais molhado. O líquido escorre pela bunda dela, pelo pau de Gustavo, pelo lençol. — Duas vezes – eu digo. — Vai ter mais. — Hoje não. Guarda para amanhã. Gustavo goza dentro da buceta dela. O esperma quente escorre. Eu tiro o pau da boca dela. Ela lambe os lábios, depois lambe o pau de Gustavo. — Gostou? – ela pergunta. — Gostei – ele responde. — Você gozou dentro de mim? — Gozei. E você gozou duas vezes. — Recorde. — Recorde de hoje. Amanhã a gente bate. Letícia está montada em Gustavo. O pau grosso e comprido dele está enfiado na buceta lisa e rosada dela. Ela cavalga devagar, os seios balançando, os mamilos duros. Ela geme. — Isso, Gustavo – ela gemia. – Me come. Me fode. Seu pau é perfeito. — Perfeito para você. Enquanto isso, Camila está deitada de bruços atrás de Letícia. O rosto dela está enfiado entre as nádegas da prima. A língua de Camila toca o cu de Letícia. Ela lambe em volta primeiro – círculos lentos, molhando a região. — Isso, prima – Letícia gemia, enquanto cavalgava. – Lambe o meu cu. — Está suado – Camila diz, a língua ainda no cuzinho. — Suado de tesão. Camila enfia a ponta da língua. O cu de Letícia se contrai, depois relaxa. O gosto é salgado, forte – suor, sexo, desejo. — Mais fundo – Letícia pede. Camila enfia a língua inteira. Letícia gemeu alto. Gustavo aproveita e empurra o pau mais fundo na buceta dela. — Isso, suas putas – Gustavo gemia. – Uma chupando o cu da outra enquanto eu como a buceta. — É a família – Letícia diz. — Família de puta. Camila lambe o cu de Letícia até ela gozar. Letícia goza no pau de Gustavo. Gustavo goza dentro da buceta dela. Camila lambe o cu de Letícia até o último gemido. — Gostoso – Camila diz, limpando a boca. — Gostoso – Letícia responde, ofegante. — Vocês duas são nojentas – eu digo, assistindo do canto. — Você que nos ensinou. Letícia está de quatro na cama. A bunda empinada, a buceta lisa e rosada escorrendo. Eu estou atrás dela, o pau duro, apontando para a entrada. — Enfia – ela diz. Enfio. Com força. A cabeça entra de uma vez, o pau inteiro entra. Ela grita. — Isso, Marcos – ela grita. – Me come. Me fode. Me arromba. — Você está arrombada? – eu pergunto, metendo forte. — Estou. Arrombada e feliz. Enquanto eu meto nela, Camila está ajoelhada na frente de Gustavo. Ele está sentado na cama, as pernas abertas, o pau duro apontando para o teto. Camila chupa o pau dele. — Isso, Camila – Gustavo gemia. – Chupa o pau do seu comedor. — Você é meu comedor? — Sou. E você é a minha puta. A língua de Camila enrola na cabeça do pau dele. Desce pela haste, lambe as bolas, volta para a cabeça. Ela chupa fundo, engasga, não para. — Isso, sua irmã – eu digo, metendo em Letícia. – Chupa o pau do seu comedor enquanto eu como a sua prima. — A sua prima é a minha prima – Camila diz, com a boca cheia. — Prima de todo mundo. Camila goza chupando. Gustavo goza na boca dela. Ela engole. Eu gozo dentro da buceta de Letícia. Letícia goza no meu pau. Todos gozam juntos – uma salva de gemidos. — Três por três – Letícia diz. — Empate – eu digo. — Amanhã a gente desempata. Camila senta no meu pau. A buceta carnuda dela desce devagar na minha haste. Eu estou deitado de costas, as mãos nos quadris dela. — Isso, Camila – eu gemo. – Senta. Senta no pau do seu irmão. — É o pau do meu comedor. — Sou seu comedor? — É. Você e o Gustavo. Os dois. Ela começa a cavalgar. A buceta sobe e desce, sobe e desce. Os seios enormes balançam no meu rosto. Eu chupo os mamilos dela. Enquanto isso, Letícia senta no rosto de Camila. A buceta de Letícia está na altura da boca da minha irmã. Camila lambe a buceta da prima enquanto cavalga em mim. — Isso, Camila – Letícia gemia. – Lambe a buceta da sua prima enquanto o seu irmão te come. — Enquanto a minha prima senta no meu rosto. Atrás de Letícia, Gustavo está ajoelhado. O pau grosso dele aponta para o cu de Letícia. Ele enfia devagar. — Porra, Gustavo – Letícia grita. – O meu cu. Agora. — Agora, sua puta. Ele enfia tudo. Letícia geme. Camila gemeu (com a boca na buceta da prima). Eu gemi (com o pau dentro da irmã). — Isso é uma obra de arte – eu digo. — É uma escada humana – Gustavo diz. — É uma escada de puta. Todos gozam em sequência. Camila goza no meu pau. Letícia goza no rosto de Camila. Gustavo goza no cu de Letícia. Eu gozo dentro da buceta de Camila. — Mais uma – Letícia pede. — Mais uma – todos respondem. Camila está de quatro. Eu estou atrás dela, apontando para o cu. Gustavo está na frente, apontando para a buceta carnuda. — Você está preparada? – eu pergunto. — Estou. Enfio o pau no cu dela primeiro. Ela geme. O cu está apertado, quente, molhado de lubrificante e tesão. — Isso, irmão – ela diz. – Me come. Gustavo enfia o pau na buceta dela. Ela grita – um grito alto, agudo, de dor e prazer. — Porra... os dois... os dois ao mesmo tempo... — Agora você é uma mulher de verdade – Gustavo diz. — Eu sempre fui. — Agora você é uma puta de verdade. Ela chora. Não de tristeza – de prazer. As lágrimas escorrem pelo rosto. Os gemidos saem entrecortados. — Chora, irmã – eu digo, metendo no cu dela. – Chora de prazer. — Chora de tesão – Gustavo diz, metendo na buceta dela. Nós dois metemos em ritmos diferentes – eu devagar, ele rápido. Camila goza. Goza no pau de Gustavo e no meu pau ao mesmo tempo. — Isso – ela grita. – ISSO! — Grita o meu nome – Gustavo pede. — GUSTAVO! — Grita o meu nome – eu peço. — MARCOS! — Grita os dois. — MARCOS, GUSTAVO, MARCOS, GUSTAVO! Ela goza de novo. Depois de novo. Três vezes. Nós dois gozamos dentro dela – eu no cu, ele na buceta. O esperma se encontra dentro dela. Escorre pela bunda, pela buceta, pelo lençol. — Obrigada – ela diz, ofegante, caindo na cama. — De nada – eu digo. — De nada – Gustavo diz. — Vocês são os melhores irmãos que eu poderia ter. — Somos os melhores comedores. — A mesma coisa. Eu estou deitado de costas na cama. Camila ajoelha do meu lado esquerdo. Letícia ajoelha do meu lado direito. O meu pau está duro, apontando para o teto. Elas se olham. — Você começa? – Camila pergunta. — Você – Letícia responde. Camila abaixa a cabeça. A língua dela toca a cabeça do meu pau. Lambe devagar, em círculos. Depois Letícia abaixa a cabeça. A língua dela encontra a de Camila na glande. As duas línguas se enrolam. — Isso – eu gemo. – Chupei juntas. — Juntas – elas dizem, ao mesmo tempo. Camila lambe a haste. Letícia lambe as bolas. Depois trocam. Letícia lambe a haste. Camila lambe as bolas. As línguas se encontram na base do meu pau. — Isso, suas putas – eu gemo. – Chupei o pau do seu comedor. — Você é nosso comedor? – Camila pergunta. — Sou. E vocês são as minhas putas. Elas sobem para a cabeça juntas. As duas bocas, as duas línguas, os dois pares de lábios se encontrando na glande. Eu gozo. O esperma jorra na boca das duas. Elas se beijam depois, trocando o meu gozo. — Gostoso – Camila diz. — Gosto de gozo de irmão – Letícia diz. — Gosto de gozo de primo. — Vocês são nojentas – eu digo. — Você nos ensinou. Gustavo está deitado de costas na cama. Camila ajoelha do lado esquerdo. Letícia ajoelha do lado direito. O pau de Gustavo – grosso, comprido, veias saltadas – aponta para o teto. — Esse é grande – Camila diz. — É o maior que eu já vi – Letícia diz. — Chupem – Gustavo manda. Camila lambe a cabeça primeiro. A língua dela percorre a glande, sentindo o gosto de pré-gozo. Letícia lambe a haste. As duas línguas se encontram. — Isso – Gustavo gemia. – Chupei o pau do seu comedor. — Você é nosso comedor? – Camila pergunta. — Sou. E vocês são as minhas putas. Camila lambe as bolas. Letícia lambe a cabeça. Depois trocam. Letícia lambe as bolas. Camila lambe a cabeça. As línguas se encontram várias vezes – na haste, na base, na cabeça. — Agora as duas na cabeça – Gustavo pede. As duas bocas se encontram na glande. As línguas se enrolam. Gustavo goza. O esperma quente jorra na boca das duas. Elas engolem. — Gostoso – Camila diz. — Gosto de gozo de comedor – Letícia diz. — Gosto de gozo de amigo – Camila diz. — Vocês são nojentas – Gustavo diz. — Você nos ensinou. Camila está deitada de costas. As pernas abertas. A buceta carnuda – os grandes lábios grossos, o grelinho escondido – está exposta. Eu ajoelho do lado esquerdo. Gustavo ajoelha do lado direito. — Essa é a buceta da minha irmã – eu digo. — É a buceta da minha puta – Gustavo diz. — Chupei – Camila manda. Eu lambo primeiro. A língua percorre os grandes lábios, sentindo o gosto de suor e tesão. Gustavo lambe o grelinho – pequeno, escondido, mas já duro. — Isso, seus viados – Camila gemia. – Lambem a minha buceta. — Lambem juntos. Nossas línguas se encontram nos grandes lábios. Eu lambo um lado, ele lambe o outro. As línguas se encontram na entrada. — Isso – Camila grita. – Enfia a língua. Eu enfio. Gustavo enfia. Nossas línguas se encontram dentro da buceta dela. — Porra... – Camila gemia. – Duas línguas dentro de mim. — É a primeira vez? — É a primeira vez. Ela goza. O líquido claro escorre na nossa boca. Nós lambemos. — Gostoso – eu digo. — Gosto de buceta de irmã – Gustavo diz. — Gosto de buceta de puta – eu digo. — Vocês são nojentos – Camila diz. — Você nos ensinou. Letícia está deitada de bruços. A bunda empinada. O cu – pequeno, rosado, depilado – está exposto. Eu ajoelho do lado esquerdo. Gustavo ajoelha do lado direito. — Esse é o cu da minha prima – eu digo. — É o cu da minha puta – Gustavo diz. — Chupei – Letícia manda. Eu lambo em volta primeiro. A língua faz círculos ao redor do ânus. Gustavo lambe o períneo. Nossas línguas se encontram. — Isso, seus viados – Letícia gemia. – Lambem o meu cu. — Lambem juntos. Eu enfio a ponta da língua. O cu de Letícia se contrai. Gustavo enfia a língua também. Nossas línguas se encontram dentro do cu dela. — Porra... – Letícia grita. – Duas línguas dentro do meu cu. — É a primeira vez? — É a primeira vez. Ela goza. O corpo treme. Camila, que está sentada na cadeira, se masturba vendo. Os dedos enterrados na própria buceta carnuda. — Isso, Letícia – Camila diz, se masturbando. – Goza. Goza para eles. Letícia goza de novo. Gustavo goza só de lamber. Eu gozo só de ver. — Três gozos – Letícia diz, ofegante. — Dois lambendo, um chupando – eu digo. — É a regra. Os cinco estão deitados na cama, exaustos. O cheiro de sexo está no ar. Camila se vira para mim. — Marcos. — O quê? — Eu quero você dentro de mim mais uma vez. — Agora? — Agora. Ela se ajoelha na cama. Eu me posiciono atrás dela. Enfio o pau na buceta carnuda. Ela geme. — Isso, irmão. — Isso, irmã. Começo a meter. Devagar no começo, depois rápido. Ela gemia. — Vai gozar? – ela pergunta. — Vou. — Goza nos meus peitos. Tiro o pau da buceta dela. Ela se vira. Os seios enormes apontam para mim. Começo a me masturbar. Ela pega os próprios seios, aperta os mamilos. — Goza – ela diz. Gozo. O esperma quente jorra nos seios dela. Escorre pelos mamilos, pela curva dos seios, pela barriga. Letícia se aproxima. Lambe o seio direito. Gustavo se aproxima. Lambe o seio esquerdo. — Isso, seus putos – Camila diz. – Lambe o gozo do meu irmão. — Lambe os seios da sua irmã. As línguas de Letícia e Gustavo percorrem os seios de Camila. O gozo escorre pelas bocas deles. — Gostoso – Letícia diz. — Gosto de gozo de irmão – Gustavo diz. — Gosto de seios de irmã – eu digo. — Vocês são nojentos – Camila diz. — Você nos ensinou. Depois de todos gozarem, Marcos e Gustavo desceram para comprar mais bebida no posto da esquina. A casa ficou em silêncio por um momento. Camila e Letícia se olharam. Apenas elas duas no quarto. As duas nuas, suadas, os corpos ainda quentes do sexo. — A gente nunca fez nada só nós duas – Letícia disse, quebrando o gelo. — É verdade – Camila respondeu. – Sempre tem os homens. — Você quer? — Quero. Letícia se aproximou. Seus rostos ficaram a centímetros um do outro. Ela beijou Camila. A língua entrou na boca da prima. Camila correspondeu. As duas línguas se encontraram, se enrolaram, babando. — Isso, prima – Letícia sussurrou. – Beija a sua prima. — Beija a sua puta. Camila deitou Letícia de costas. Abriu as pernas dela. A buceta de Letícia – lisa, rosada, ainda molhada do gozo de Gustavo – estava exposta. Camila desceu com a boca. — Isso, Camila – Letícia gemia. – Lambe a buceta da sua prima. Camila lambeu. A língua percorreu os grandes lábios, o grelinho, a entrada. O gosto de suor, de sexo, de mulher. — Você está gostosa – Camila disse, com a boca na buceta. — Você está gostosa. Sua buceta carnuda é um tesão. Letícia sentou na cama. Puxou Camila pelo braço. As duas se beijaram de novo, agora mais fundo. As mãos de Letícia apertaram os seios enormes de Camila. Os mamilos estavam duros. — Chupa os meus peitos – Camila pediu. Letícia chupou. Os mamilos, os seios, a curva. Camila gemia. — Isso, prima. Chupa os peitos da sua irmã. — Prima. — Prima, irmã, tanto faz. A gente transa do mesmo jeito. Camila virou Letícia de bruços. A bunda empinada. O cu pequeno e rosado. Camila enfiou a língua. — Porra, Camila – Letícia gritou. – O meu cu. — O seu cu que eu nunca chupei. — Chupa agora. Camila lambeu. A língua entrou no cu de Letícia. O gosto de suor, de lubrificante, de sexo. Letícia gozou só com a língua no cu. — A minha vez – Letícia disse. Ela virou Camila de bruços. A bunda enorme e branca empinada. O cu de Camila – nunca tinha sido chupado por ninguém, nem pelo namorado. Letícia enfiou a língua. — ISSO! – Camila gritou. – Ninguém nunca fez isso em mim. — Agora eu fiz. Letícia lambeu o cu de Camila até ela gozar. Depois virou ela de costas. Abriu as pernas. As duas bucetas se encontraram. — Esfrega – Letícia disse. Camila esfregou a buceta carnuda na buceta lisa de Letícia. Os grandes lábios de Camila pressionavam o grelinho de Letícia. As duas gemiam. — Isso, prima – Camila gemia. – Esfrega a sua buceta na minha. — Esfrega a sua buceta carnuda na minha buceta lisa. As duas gozaram juntas. Os líquidos se misturaram. Elas se beijaram de novo, lamberam o gozo uma da outra. — Por que a gente nunca fez isso antes? – Camila perguntou. — Porque você tinha vergonha. — Agora não tenho mais. — Agora você é uma puta feliz. — A puta feliz da prima. As duas se abraçaram. O suor do corpo uma da outra. O cheiro de buceta no ar. — Eu amo você, prima – Letícia disse. — Eu também te amo. — Mesmo sendo puta? — Porque sou puta. Elas riram. Depois se beijaram de novo. Quando Marcos e Gustavo voltaram com as cervejas, encontraram as duas primas nuas, deitadas uma ao lado da outra, as bucetas ainda escorrendo. — O que aconteceu aqui? – Marcos perguntou. — A gente estava se preparando – Letícia disse. — Preparando para o quê? — Para vocês dois. Gustavo largou as cervejas. Marcos já estava tirando a roupa. Camila ficou com remorso. Nunca tinha traído o namorado antes. Pediu para Letícia ajudar. Letícia deu em cima de Ricardo, o gordinho rico. Levou ele para a casa dela. Começou a beijar ele, a tirar a roupa dele. Ele ficou nervoso, mas deixou. Ela sentou no pau pequeno dele – 12 centímetros, fino. Eu, Camila e Gustavo estávamos escondidos no armário, vendo tudo. Quando ela já estava cavalgando nele, gozando, nós aparecemos. Ricardo ficou desesperado. Camila foi até ele, beijou ele. "Calma, amor. Relaxa. Aproveita a sua família safada." Fiz questão de comer o cu dele primeiro. Ele nunca tinha dado o cu nem enfiado um dedo. Coloquei ele de quatro. Passei lubrificante. Enfiei devagar. "Toma, viadinho", eu disse. "Tu tirou o cabaço da buceta da minha irmã com essa miséria de pinto. Agora eu vou tirar o cabaço e as pregas do teu cu." Ele choramingava, gemia, mordia a fronha do travesseiro, apertava o lençol com força. Eu bombava com vontade dentro do cu dele. "Isso, corno", Gustavo dizia. "Toma no cu." "Isso, amor", minha irmã dizia, se masturbando me vendo comer o namorado. "Ele merece." Eu gozei dentro do cu dele. Enquanto ele mordia a fronha do travesseiro. Depois que eu gozei, Ricardo se virou. Me colocou de quatro. "Agora você. Agora que minha namorada é puta e o irmão dela é viado, eu vou comer o cu de vocês todo fim de semana." Ele enfiou o pau pequeno no meu cu. Eu já estava acostumado por causa dos consolos e do pau de Gustavo. O pau dele era pequeno, fino, não doía. "Isso, corno", eu disse, rindo. "Me come com a sua minhoca." "Minhoca come cu." Eu sentei no pau dele como uma amazona. Cavalguei com força. Ele gemia. Eu gemia. Meu pau ficou duro de novo. "Tira o pau do meu cu e enfia na minha buceta", minha irmã pediu. Ele tirou o pau do meu cu e enfiou na buceta enorme dela. Ela mal sentiu. Mas gemeu para agradar. Ricardo está de quatro na cama, a bunda branca e larga empinada para mim. O cu dele já está um pouco aberto da primeira vez que eu comi – as pregas ainda vermelhas, o lubrificante escorrendo. Ele está nervoso, as mãos tremendo, mas não reclama. Dessa vez, ele sabe o que vem. — Fica quieto, corno – eu digo, passando mais lubrificante no meu pau e nos dedos. – Você já sabe como é. Relaxa. — Estou tentando – ele responde, a voz falhando. Eu enfio dois dedos primeiro. Ele geme, o cu se contrai, depois relaxa. Mexo os dedos lá dentro, abrindo ele aos poucos. A próstata dele está pulsando. Eu pressiono. Ele chora – não de dor, de prazer. — Porra, Marcos... – ele gemia. — Cala a boca, viadinho. Agora vai ser o meu pau. Tiro os dedos. Enfio a cabeça. Ele grita – um grito agudo, molhado. O pau entra devagar, centímetro por centímetro. O cu dele está mais macio agora, mais acostumado. A cabeça entra inteira. Ele chora. — Isso, corno – eu digo, enfiando mais. – Chora. Chora de prazer. Você gosta de ser comido, não gosta? — Gosto – ele responde, entre lágrimas e gemidos. Enfio tudo. O saco bate na bunda dele. Ele morde o travesseiro. Começo a meter. Devagar no começo – o pau entrando e saindo, o som molhado. Depois rápido. Ele geme sem parar. — Goza dentro de mim – ele pede. — Você não manda aqui. Eu mando. E eu vou gozar quando quiser. Meto mais forte. Ele goza primeiro – sem ninguém tocar no pau pequeno dele. O esperma escorre no lençol, na própria barriga. Eu continuo metendo. Ele goza de novo. Só então eu gozo, dentro do cu dele. O jato quente enche ele. Ele treme inteiro. — Pronto, corno – eu digo, saindo devagar. – Tá feliz? — Tô – ele responde, ofegante. – Obrigado. — De nada. Amanhã tem mais. Ricardo está no meio da cama, de quatro. Na frente dele, Camila está deitada de costas, as pernas abertas, a buceta carnuda e molhada. Atrás dele, Gustavo está com o pau duro, apontando para o cu já arrombado do gordinho. — Chupa ela – Gustavo manda. Ricardo enfia o rosto na buceta da minha irmã. A língua dele percorre os grandes lábios, o grelinho escondido, a entrada. Camila geme. — Isso, amor – ela diz, sendo chupada pelo namorado. – Lambe a buceta da sua puta. Enquanto isso, Gustavo enfia o pau no cu de Ricardo. Ricardo geme com a boca na buceta. O pau de Gustavo é mais comprido que o meu, mais fino. Entra mais fundo. — Isso, viadinho – Gustavo gemia. – Chupa a buceta da sua namorada enquanto eu como o seu cu. — É o meu namorado – Camila diz, rindo. – E ele está sendo comido pelo meu comedor. — Família de puta – Ricardo consegue dizer, antes de voltar a lamber. Camila goza na boca dele. Gustavo goza no cu dele. Ricardo goza no lençol – sem ninguém tocar no pau dele. Os três gozam juntos. — Três por um – eu digo, assistindo do canto. – Não tá mal para um gordinho corno. — Eu sou corno feliz – Ricardo responde, com a cara ainda molhada da buceta da namorada. — Corno feliz e com o cu cheio de porra. — O melhor tipo de corno. Letícia está montada em Ricardo. O pau pequeno dele – 12 centímetros, fino – está enfiado na buceta lisa e rosada dela. Ela cavalga devagar, os seios balançando, os mamilos duros. Ricardo está deitado de costas, as mãos nos quadris dela, os olhos vidrados. — Isso, Ricardo – Letícia gemia. – O seu pau pequeno está me comendo. — É pequeno – ele diz, com vergonha. — Pequeno e gostoso. Não precisa de pau grande para comer uma buceta. Precisa de pau grande para comer um cu. Enquanto ela cavalga, Camila se ajoelha atrás de Ricardo. Ela afasta as nádegas dele. O cu está vermelho, ainda sujo do gozo de Gustavo. Ela enfia a língua. — Porra, Camila – Ricardo grita. – O que você está fazendo? — Estou chupando o seu cu, amor. Você nunca deixou. Agora você vai deixar. — Não... — Vai. Ela lambe. A língua dela entra no cu dele. O gosto do gozo de Gustavo, do suor, do lubrificante. Ricardo gemia enquanto Letícia cavalgava nele. — Isso, sua puta – Letícia dizia. – Chupa o cu do seu namorado enquanto eu monto no pau pequeno dele. — Ele está gozando? – Camila perguntou, com a boca no cu dele. — Está quase. — Para – Camila disse. – Eu quero gozar junto. Letícia acelerou. Cavalgou rápido, forte. Os gemidos dela se misturaram com os gemidos de Ricardo. Camila lambeu o cu dele mais rápido. Os três gozaram juntos – Letícia na buceta, Ricardo no pau (dentro de Letícia), Camila no cu dele. — Agora lambe – Letícia disse, saindo de cima dele. Camila lambeu o pau do namorado – melado de gozo da prima – e depois lambeu o cu dele. Ricardo chorou de tesão. — Você é nojenta – ele disse. — Você que me ensinou. — Não ensinei nada. — Me ensinou a ser feliz. Ricardo está deitado de costas na cama, o pau pequeno apontando para o teto. Do lado esquerdo, ajoelho eu. Do lado direito, ajoelha Gustavo. Nossos rostos se encontram na cabeça do pau minúsculo dele. — Vocês vão fazer o quê? – ele pergunta, nervoso. — Nós vamos chupar o seu pau – Gustavo responde. – Juntos. — Por quê? — Porque você merece. E porque a gente quer ver a sua cara de vergonha. Eu lambo a cabeça primeiro. O gosto de pré-gozo, salgado, doce. Gustavo lambe a haste. Nossas línguas se encontram. Ricardo geme. — Isso, seus viados – ele gemia. – Chupem o meu pau pequeno. — Pequeno e gostoso – eu digo. — Pequeno e guloso – Gustavo diz. Nós dois chupamos juntos. Eu lambo a cabeça, ele lambe as bolas. Depois trocamos. Ele lambe a cabeça, eu lambo as bolas. Nossas línguas se encontram o tempo todo – no meio do pau dele, na base, na cabeça. — Isso – Ricardo gemia, com os olhos fechados. – Isso é o paraíso. Ele goza. A porra é pouca – umas três gotas – mas a vergonha é grande. Nós lambemos as gotas. — Gostou? – eu pergunto. — Gostei. — Você quer mais? — Quero. — Então amanhã a gente repete. — Amanhã é sábado. — Sábado é dia de chupar pau pequeno. — Domingo também. — Domingo também. Camila senta no meu pau. A buceta carnuda dela desce devagar na minha haste. Ela gemia. — Isso, irmão – ela dizia. – Seu pau é do tamanho certo. — O seu não. O seu é enorme. — Buceta não tem tamanho. Buceta tem fome. Enquanto ela cavalga em mim, Letícia senta no pau de Gustavo. A buceta lisa e rosada dela desce no pau grosso e comprido dele. — Isso, Gustavo – Letícia gemia. – Me rasga. Me fode. — Você está sendo comida – ele diz. – A sua prima está sendo comida pelo comedor. — E a minha irmã está sendo comida pelo irmão – Camila completa. Ricardo está sentado na cadeira do canto. O pau pequeno na mão. Ele se masturba devagar, olhando para as duas mulheres cavalgando nos dois homens. — Você está gostando, corno? – eu pergunto. — Estou. — Fala. — ESTOU GOSTANDO DE VER A MINHA NAMORADA SER COMIDA PELO IRMÃO! — E a sua prima? — ESTOU GOSTANDO DE VER A MINHA PRIMA SER COMIDA PELO AMIGO DO IRMÃO DA MINHA NAMORADA! — Isso não faz sentido – Letícia disse, rindo. — Não precisa fazer sentido – eu disse. – Precisa ser gostoso. Camila gozou no meu pau. Letícia gozou no pau de Gustavo. Ricardo gozou na própria mão. Os três gozaram em sequência – uma sinfonia de gemidos. Letícia está de quatro. Eu estou atrás dela, metendo com força. O pau entra e sai, entra e sai. A bunda dela treme a cada estocada. — Isso, Marcos – ela gemia. – Me come. Me fode. Rasga a minha buceta. — Você está rasgando? – eu pergunto. — Está. Do jeito que eu gosto. Do lado, Gustavo está comendo Camila. Ela também está de quatro. O pau grosso dele entra na buceta carnuda dela com facilidade. Ela geme. — Porra, Gustavo – ela gritava. – Você é muito grande. — Você é muito larga. — Larga e gostosa. — Larga e gulosa. Ricardo está atrás de Gustavo. O pau pequeno dele apontado para o cu do comedor. Ele enfia devagar. Gustavo geme. — Isso, Ricardo – Gustavo dizia. – Come o meu cu. Come o cu do comedor. — Você nunca deixou ninguém te comer. — Agora eu deixo. Só você. Porque você é corno igual a mim. — Corno e comido. Os três casais transam em sincronia. Eu meto em Letícia. Gustavo mete em Camila. Ricardo mete em Gustavo. Todos gemem. Todos gozam. — Isso é uma obra de arte – Letícia disse. — É uma orgia – Camila disse. — É a minha estreia como comedor de cu – Ricardo disse. — É a sua estreia como viado – eu disse. — Viado e feliz. Eu estou deitado de costas na cama. Camila ajoelha do meu lado esquerdo. Letícia ajoelha do meu lado direito. As duas se inclinam sobre o meu pau. As línguas se encontram na cabeça. — Isso – eu gemo. – Chupei juntas. Chupei o pau do seu irmão. — Do seu primo – Letícia corrige. — Do seu comedor – Camila completa. Enquanto isso, Ricardo está ajoelhado na frente de Gustavo. O pau grosso do amigo está na altura da boca do gordinho. Ricardo abre a boca. Gustavo enfia. — Isso, corno – Gustavo gemia. – Chupa o pau que comeu a sua namorada. — Eu sei – Ricardo diz, com a boca cheia. – Eu vi. Eu estava no armário, lembra? — Você estava no armário? — Estava. Vi tudo. Ela gozou três vezes. — Você vai gozar quantas hoje? — Quatro. Ele chupa. Gustavo goza na boca dele. Ricardo engole. — Boa menina – Gustavo diz. — Boa menina de pau. As quatro bocas ocupadas. Eu gozo na boca das duas mulheres. Elas se beijam depois, trocando o meu gozo. Eu fico de quatro na frente. Camila fica de quatro atrás de mim. Gustavo fica de quatro atrás de Camila. Ricardo fica de quatro atrás de Gustavo. Letícia fica de quatro atrás de Ricardo. — Agora começa – eu digo. Começo a comer a buceta de Camila. Ela geme. Gustavo come o meu cu. Ricardo come o cu de Gustavo. Letícia come o cu de Ricardo. Os cinco gemem juntos. O som dos paus entrando e saindo preenche o quarto. O cheiro de sexo – suor, gozo, lubrificante – fica ainda mais forte. — Isso, seus viados – Letícia grita, sendo comida por trás. – Esse é o melhor trenzinho da minha vida. — É o primeiro – Ricardo diz. — É o melhor. Todos gozam em sequência. Eu gozo dentro de Camila. Gustavo goza dentro de mim. Ricardo goza dentro de Gustavo. Letícia goza no consolo de Ricardo (que não tem pau, mas está usando um consolo). Caímos na cama. Exaustos. — De novo? – eu pergunto. — De novo – todos respondem. Camila está de quatro. Eu me posiciono atrás dela, para o cu. Gustavo se posiciona na frente, para a buceta. — Você vai aguentar? – eu pergunto. — Vou. Já sonhei com isso. Enfio o pau no cu dela primeiro. Ela geme. Gustavo enfia o pau na buceta dela. Ela grita. — Porra... – ela grita. – Os dois... os dois ao mesmo tempo... — Isso, Camila – Gustavo diz. – Agora você é uma mulher de verdade. — Eu sempre fui. — Agora você é uma puta de verdade. Eu meto no cu. Gustavo mete na buceta. Os ritmos diferentes – eu devagar, ele rápido – fazem ela enlouquecer. — Vou gozar – ela avisa. — Goza. Ela goza. O corpo treme. A buceta contrai em volta do pau de Gustavo. O cu contrai em volta do meu pau. Os dois gozamos dentro dela. — Obrigada – ela diz, ofegante. — De nada – eu respondo. — De nada – Gustavo responde. — Obrigada por me transformarem numa puta. — A melhor puta da família. Letícia está de quatro. Eu me posiciono atrás dela, para o cu. Gustavo se posiciona na frente, para a buceta. — A minha vez – ela diz. — A sua vez – eu digo. Enfio o pau no cu dela. Ela geme. Gustavo enfia o pau na buceta dela. Ela grita mais alto. — Isso, seus comedores – ela grita. – Me comem. Me fodem. Me arrombam. — Você já está arrombada – Gustavo diz. — Arrombada e feliz. Eu meto no cu. Gustavo mete na buceta. Letícia goza primeiro – em segundos. Depois eu. Depois Gustavo. — Três gozos em um minuto – ela diz, ofegante. — Recorde – eu digo. — Vamos tentar bater amanhã. — Amanhã tem mais. Ricardo está ajoelhado no box do chuveiro. Eu e Gustavo estamos em pé na frente dele, os paus duros apontados para o rosto dele. — Você quer? – eu pergunto. — Quero. — Abre a boca. Ele abre. Eu mijo primeiro. O jato quente, amarelo, atinge a língua dele, o céu da boca, a garganta. Ele engole. — Isso, Ricardo – Gustavo diz. – Bebe o mijo do comedor da sua namorada. — Eu sou o comedor da sua namorada? – eu pergunto. — Você é o irmão dela. É pior. Gustavo mija em seguida. Ricardo bebe o mijo dos dois. Camila e Letícia estão sentadas na borda da banheira, se masturbando, os dedos nas bucetas. — Isso, corno – Camila diz. – Bebe o mijo do meu irmão e do meu amante. — Você é nojenta – ele diz, com a boca cheia. — Você é nojento. A gente combina. No final, Ricardo lambe os paus dos dois. Limpa o mijo que escorreu. Camila e Letícia gozam vendo. Camila está ajoelhada no box do chuveiro. Eu e Letícia estamos em pé na frente dela. A buceta dela – carnuda – está apontada para o nosso rosto. — Abre a boca – Letícia manda. Camila abre. Letícia mija primeiro. O jato quente atinge a língua, o rosto, os seios enormes. Camila engole. — Isso, irmã – eu digo. – Bebe o mijo da sua prima. — Ela é sua prima também. — Prima, prima, todo mundo é prima. Eu mijo em seguida. Camila bebe. Gustavo e Ricardo estão atrás, se masturbando, os paus pequenos e médios nas mãos. — Isso, sua puta – Gustavo diz. — Isso, sua namorada – Ricardo diz, com o pau pequeno na mão. — Sua namorada que bebe mijo – Camila diz, rindo. Ela lambe as nossas bucetas depois de limpar o mijo. Letícia goza na boca dela. Eu gozo na boca dela. — O gosto de vocês duas – Camila diz. — Gosto de buceta com mijo. — Gosto de família. Camila está sentada na cama, os braços levantados. As axilas suadas – o cheiro forte de mulher excitada, de tesão acumulado, de sexo. Eu enfio o rosto na axila dela. — Cheira – ela diz. Cheiro. O cheiro é forte – almiscarado, ácido, doce. O cheiro da minha irmã. — Lambe. Lambo. O gosto salgado, puro. Ela geme. — Isso, irmão. Lambe o suor da sua irmã. Do outro lado, Gustavo está com o rosto enfiado na axila de Letícia. A língua dele percorre os pelos (ela não depila). O cheiro de suor de academia, de desejo. — Isso, Gustavo – Letícia gemia. – Lambe a minha axila. Lambe o meu suor. Ricardo está sentado na cadeira, se masturbando, vendo os dois homens lambendo as axilas das duas mulheres. — Você está com ciúmes? – eu pergunto para ele. — Estou. Mas estou com tesão também. — Vem cá. Ele vem. Coloco a axila de Camila no rosto dele. Ele cheira. Lambe. — Gostou? — Gostei. — Agora lambe a axila da sua prima. Ele lambe a axila de Letícia. O cheiro forte, o gosto salgado. Ele goza – sem ninguém tocar no pau dele. — Gozou só de lamber axila? – eu pergunto. — Gozei. — Você é mais nojento do que eu. — Você me ensinou. Camila está deitada de bruços. Eu sento no rosto dela – o meu cu na boca da minha irmã. Ela lambe. — Isso, Camila – eu gemo. – Lambe o cu do seu irmão. — É a primeira vez que eu faço isso. — Primeira de muitas. Do lado, Letícia está sentada no rosto de Gustavo. A buceta dela na boca dele. Ele lambe. — Isso, Gustavo – ela gemia. – Lambe a buceta da sua prima. Enquanto isso, Ricardo está ajoelhado na frente de Letícia. Ele chupa o pau dela – o consolo preto de 18 centímetros que ela está usando. Ele chupa como se fosse um pau de verdade. — Isso, Ricardo – Letícia diz. – Chupa o meu pau de borracha. — É pau de mulher. — Pau de mulher com cheiro de buceta. Ele chupa até gozar. O gozo escorre pela mão dele. Camila goza lambendo o meu cu. Gustavo goza chupando a buceta de Letícia. Eu gozo no rosto de Camila. — Todo mundo gozou – eu digo. — Faltou você – Letícia diz, olhando para Ricardo. — Eu gozei. — Gozou de novo. Ele não consegue. Mas tenta. Gustavo está de quatro na cama. O cu dele depilado, piscando. Eu passo lubrificante no consolo preto – 18 centímetros, grosso – e na bunda dele. — Isso, Marcos – ele diz. – Enfia. Enfia tudo. Enfio a cabeça. Ele geme. — Porra, você está me comendo. — Estou. E você está gostando. — Estou. Enfio tudo. O consolo inteiro entra no cu dele. Ele grita – de prazer. Enquanto isso, Camila está deitada de costas, a cabeça pendurada na beirada da cama. O cabelo tocando o chão. Gustavo enfia o pau na boca dela de cabeça para baixo. — Isso, Camila – Gustavo gemia. – Chupa o pau do seu comedor. — Enquanto o seu irmão me come – Gustavo completa. — Enquanto o meu irmão come o seu cu. Letícia beija Ricardo. Os dois se beijam de língua, os gemidos abafados. Todos gozam. Gustavo goza na boca de Camila. Camila engole. Eu gozo no cu de Gustavo – sem pau, gozo de ver. Letícia goza no beijo. Ricardo goza na mão. Gustavo está com o consolo preto na mão. Eu estou de quatro na cama. Ele passa lubrificante. — A sua vez – ele diz. — Enfia. Ele enfia a cabeça. Eu grito. O silicone é macio, quente. Ele enfia tudo. — Porra, Gustavo... — Cala a boca e goza. Ele começa a meter. O consolo entra e sai. Eu gemo. Enquanto isso, Letícia está deitada de costas, chupando o meu pau de cabeça para baixo – a boca dela no meu pau. — Isso, Letícia – eu gemo. – Chupa o meu pau enquanto o seu amigo come o meu cu. Camila beija Ricardo. Os seios enormes dela pressionados no peito do gordinho. Ele aperta a bunda dela. — Isso, amor – ela sussurra. — Eu te amo – ele diz. — Eu também. — Mesmo sendo corno? — Porque você é corno. Todos gozam. Eu gozo na boca de Letícia. Ela engole. Gustavo goza no meu cu (sem pau, goza de ver). Camila e Ricardo gozam no beijo. Camila está sentada no pau de Gustavo. A buceta carnuda dela desce na haste grossa. Ela cavalga rápido, os seios balançando. — Isso, Camila – Gustavo gemia. – Você está muito larga hoje. — Larga e molhada. — Larga e gulosa. Do lado, Letícia está sentada no pau pequeno de Ricardo. Ela mal sente – o pau é fino, não chega no fundo. Mas ela geme para agradar. — Isso, Ricardo – ela gemia. – Seu pau pequeno está me comendo. — Está? — Está. É pequeno, mas é gostoso. Eu estou sentado na cadeira, o consolo preto enfiado no meu próprio cu. Eu me masturbo – a mão no pau, o consolo entrando e saindo sozinho. — Isso, Marcos – Letícia diz. – Se masturba para a gente. — Assistindo duas mulheres serem comidas. — Uma pelo comedor, outra pelo corno. Camila goza. Letícia goza (finge). Ricardo goza dentro de Letícia. Gustavo goza dentro de Camila. Eu gozo na minha mão. — Todo mundo gozou – eu digo. — Todo mundo – todos respondem. Os cinco estão no box do chuveiro. A água desligada. O ralo aberto. Ricardo está ajoelhado. Camila está ajoelhada. Letícia está a pé. Eu estou a pé. Gustavo está a pé. — Quem começa? – Letícia pergunta. — Eu – Gustavo diz. Ele mija no rosto de Ricardo. Ricardo abre a boca. Bebe. Camila se masturba vendo. Letícia mija no rosto de Camila. Camila abre a boca. Bebe. Eu mijo no rosto de Letícia. Letícia abre a boca. Bebe. Ricardo mija no rosto de Gustavo. Gustavo abre a boca. Bebe. — Agora todo mundo mija em todo mundo. Os cinco mijam ao mesmo tempo. O banheiro vira um rio de urina. O cheiro forte, ácido, úrico. Todos se lambem. Todos se beijam. Todos gozam. — Isso foi a melhor chuva dourada da minha vida – Letícia diz. — Foi a única – Ricardo diz. — A primeira de muitas. Todos saem do box. Molhados. Fedidos. Felizes. Camila está deitada de costas na cama. Os seios enormes apontam para o teto. Eu me posiciono sobre o seio direito. Gustavo sobre o esquerdo. Ricardo na frente, entre as pernas dela. — Gozem – ela diz. Começamos a nos masturbar. Eu, Gustavo e Ricardo. As três mãos em três paus. — Isso – Camila gemia. – Gozem nos meus peitos. — Quero ver o leite de vocês. Eu gozo primeiro. O esperma quente atinge o mamilo direito. Escorre pela curva do seio. Gustavo goza em seguida. O esperma quente atinge o mamilo esquerdo. Ricardo goza por último – três gotas, que caem na barriga dela. — Pouca porra – ela diz, rindo. — Pau pequeno – ele responde. — Pau pequeno, porra pouca. Ela limpa os próprios seios com a língua. Lambe o esperma dos três homens. Depois Letícia se aproxima. Lambe os seios dela – o gozo que escapou. Depois Ricardo lambe o que sobrou. — Gostoso – Letícia diz. — Gosto de família – Camila diz. Os cinco estão deitados na cama. Exaustos. Suados. O cheiro de sexo impregnado no ar – nos lençóis, nas paredes, na pele. O sol começa a nascer. A luz entra pela fresta da cortina. — Eu nunca vou esquecer essa noite – Letícia diz. — Eu também não – Gustavo diz. — Eu também não – eu digo. — Eu também não – Camila diz. — Eu também não – Ricardo diz. Silêncio. — Você vai continuar dando para eles? – Ricardo perguntou, virando-se para Camila. — Vou. — Posso assistir? — Pode. E participar. — E eu? O que eu sou nessa história? — Você é o corno. E vai ser comido sempre que a gente quiser. — Todo fim de semana? — Todo fim de semana. Às vezes no meio da semana também. — E se eu não quiser? — Você vai querer. Você sempre quis. Só nunca teve coragem de pedir. Ricardo ficou em silêncio. Olhou para todos. Depois sorriu. — Combinado – ele disse. — Combinado – todos responderam. O sol entrou pela janela. A luz bateu nos corpos nus, suados, gozados. Ninguém tomou banho. Ninguém se moveu. Dormiram os cinco na mesma cama. Acordaram no dia seguinte com os corpos colados, o cheiro de sexo ainda na pele. E no fim de semana seguinte, tudo começou de novo. Fim.
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