O ar no quarto ainda estava pesado, carregado com o cheiro inconfundível de quem tinha acabado de se entregar a uma hora intensa de academia. Ela entrou e parou no centro do cômodo, a respiração ainda levemente acelerada, o top colado ao corpo e o shortinho que mal cobria o contorno de suas curvas. Gotas de suor percorriam o sulco entre seus seios, brilhando sob a luz amarelada do abajur.
Eu estava ali, apenas observando, sentindo o sangue pulsar mais forte nas têmporas. Não havia perfume, não havia artifício. Era apenas o cheiro dela: uma mistura de calor, pele salgada e a promessa de algo proibido e cru.
— Você não vai tomar banho agora, vai? — perguntei, a voz saindo mais rouca do que eu pretendia.
Ela sorriu de lado, um brilho de desafio nos olhos, e sentou na beira da cama, deixando as pernas abertas, relaxadas pelo cansaço do exercício.
— Achei que você fosse odiar... estou toda suada.
— Você não faz ideia do que esse suor faz comigo.
Aproximei-me, subindo na cama atrás dela. O cheiro tornou-se mais forte, mais embriagante. Sem pedir permissão, enterrei o rosto na curva do seu pescoço, aspirando profundamente o vapor que emanava da sua pele. Era um aroma acre, quente, que me despertava um instinto primitivo. Desci a língua, provando o sal daquele esforço, sentindo a pele vibrar sob o meu toque.
Ela soltou um gemido contido, jogando a cabeça para trás, expondo a garganta. Eu deslizei minhas mãos pelos seus ombros, descendo até a barra do seu top, sentindo o calor irradiar por baixo do tecido.
— Você é um viciado — sussurrou ela, embora suas mãos buscassem as minhas para me puxar ainda mais para perto.
Eu não respondi. Em vez disso, movi-me para a frente dela, caindo de joelhos entre suas pernas. O short estava úmido, impregnado com a essência do seu corpo. Com delicadeza, puxei o tecido para o lado, expondo o que eu desejava há horas. Aquele cheiro de mulher excitada, misturado ao suor do treino, atingiu-me com uma força quase alucinante.
Aproximei meu rosto, deixando que minha respiração aquecesse ainda mais aquela zona tão sensível. Ela estava entregue, com as mãos agarrando os lençóis e o corpo arqueado. Quando finalmente senti o gosto da sua intimidade — uma mistura perfeita de doçura e salinidade, realçada pelo calor natural do seu pós-treino — perdi a noção de qualquer outra coisa que não fosse o ritmo frenético da minha língua.
Cada movimento meu era uma resposta aos seus espasmos. Quando ela começou a se masturbar, usando a própria lubrificação para intensificar o prazer, eu a segurei pelos quadris, firme, saboreando cada gota, cada suspiro, cada marca que o suor deixou em sua pele.
Ali, naquele momento, não havia nada além do cheiro, do calor e da entrega total. Ela era o meu prazer, e eu era o escravo daquele aroma que, para mim, era o perfume mais excitante do mundo.
Ela arfou, as unhas cravadas no meu ombro enquanto o corpo se contorcia sob o meu toque. O suor que escorria pelo seu colo agora se misturava ao meu, criando uma textura escorregadia, um convite irresistível para que eu subisse mais, para que eu tomasse todo aquele calor para mim.
Eu subi. Subi até o seu rosto, selando nossos lábios num beijo que tinha gosto de sede, de desejo acumulado. Minha língua explorou a sua, enquanto minhas mãos desciam para o elástico do seu short. Com um puxão firme, revelei o que o tecido estava escondendo: a calcinha, também levemente úmida, colada ao corpo como uma segunda pele.
O perfume ali era avassalador. Era o cheiro puro de quem tinha acabado de se entregar ao esforço físico, uma fragrância que me deixava tonto. Eu não apenas a beijava; eu a devorava.
— Você quer? — ela sussurrou, a voz falhando, enquanto guiava minha mão para o centro da sua intimidade, onde o tecido de algodão já estava pesado de tanto calor.
— Eu preciso — respondi, sem rodeios.
Com movimentos lentos, porém precisos, desloquei o tecido para o lado. O ar do quarto pareceu ficar ainda mais denso quando a pele nua encontrou o ar fresco da sala. Ela já estava entregue, com as pernas abertas, convidando-me para o banquete.
Eu não desperdicei um segundo. Enterrei meu rosto entre suas pernas, sentindo a textura úmida e o calor que irradiava de dentro dela. Cada lambida era uma descoberta; eu podia sentir o sabor salgado do seu esforço físico misturado com o mel doce da sua excitação. Ela gemia, um som gutural que ecoava nas paredes, enquanto suas mãos apertavam meus cabelos, forçando-me a não parar, a ir mais fundo, a provar cada centímetro daquela delícia.
— Isso... — ela soluçou — Não para. Eu quero sentir você em todo lugar.
Eu me levantei apenas o suficiente para ver seus olhos, escuros, dilatados pelo prazer. O top, agora quase encharcado, subia e descia com sua respiração ofegante. Eu a puxei pelos quadris, trazendo-a para a beira da cama, e enquanto eu a penetrava — sentindo o deslizamento perfeito da sua própria lubrificação natural misturada ao suor da academia — ela começou a se masturbar, o ritmo das mãos sincronizado perfeitamente com o das minhas estocadas.
O som do impacto da minha pele contra a dela, o estalo úmido, a respiração cada vez mais curta... tudo parecia amplificado. Eu a olhava de cima, observando como o suor brilhava em cada curva do seu corpo, como ela se entregava sem reservas. Ela não era apenas uma mulher; era uma força da natureza, e eu estava ali, bebendo cada gota dessa energia, viciado naquele aroma inebriante, sentindo-me o homem mais sortudo do mundo por poder saborear cada detalhe daquele momento.
A atmosfera no quarto mudou de figura. O ar, já pesado com o aroma do suor e do desejo, parecia vibrar com uma nova energia, mais sombria e impositiva. Ela, percebendo a intensidade do meu fetiche, o vício que eu tinha naquele perfume natural do seu corpo, decidiu que era hora de assumir o controle total, de me usar como o brinquedo que eu, no fundo, queria ser.
Ela se levantou da cama com uma lentidão calculada, o top ainda colado ao corpo emoldurando os seios suados. Eu, deitado de costas, respiração curta, só conseguia observar seus movimentos, paralisado pela antecipação. Ela não sorria mais; seus olhos tinham um brilho de predadora, uma determinação que me fazia tremer.
— Você gosta do meu cheiro, não gosta? — a voz dela era um sussurro imperioso, que parecia vir de lugares profundos. — Gosta de sentir o meu esforço, a minha essência...
Eu assenti, incapaz de falar. Minha boca estava seca.
Ela se aproximou, mas não subiu na cama. Em vez disso, parou ao meu lado e, com um movimento fluido, levantou o braço, expondo a axila. A pele ali estava brilhando, úmida, com o aroma mais concentrado e cru do treino que ela tinha acabado de fazer.
— Então prova. Lamba. Eu quero que você saboreie cada gota do meu suor, cada vestígio do que eu sou.
Eu não hesitei. Meus instintos gritaram mais alto do que qualquer racionalidade. Me inclinei e enterrei meu rosto ali, aspirando aquele perfume acre e inebriante antes de passar a língua. O gosto era salgado, quente, um soco de realidade que me deixava tonto de prazer. Eu lambia com devoção, como se estivesse diante de um altar, ouvindo os gemidos baixos e satisfeitos que escapavam de seus lábios enquanto ela observava minha submissão.
— Bom menino — ela murmurou, a voz carregada de satisfação. — Mas isso é só o começo.
Ela me empurrou de volta para o colchão e, sem me dar tempo para respirar, subiu na cama e se ajoelhou sobre mim, mas virada de costas. A visão era avassaladora: a bunda firme, moldada pelo short que ela ainda usava, estava bem na altura do meu rosto. Ela agarrou as bordas do short e o puxou para baixo, revelando a calcinha úmida, que ela também removeu com um movimento rápido.
— Agora, eu quero que você me mostre o quanto você gosta do meu cheiro... em todo lugar.
Ela se inclinou para a frente, apoiando-se nos cotovelos, expondo completamente o centro do seu ser, onde o aroma do suor e da sua excitação eram mais intensos. Eu sabia o que ela queria. Eu desejava aquilo. Aproximei meu rosto, deixando que minha respiração aquecesse aquela área sensível antes de, finalmente, entregar-me ao beijo grego.
Minha língua explorou cada dobra, cada centímetro daquela pele quente e perfumada. O cheiro dela ali era diferente, mais profundo, mais animal. Ela gemia alto, o corpo tremendo sob o meu toque, as mãos cravadas no travesseiro. Eu estava perdido naquele aroma, naquele sabor, naquela entrega total. Eu não era mais um homem; eu era um devoto da sua essência.
Enquanto eu estava ali, perdido no beijo grego, senti os dedos dela deslizarem pelo meu corpo, descendo em direção à minha bunda. Eu me contraí, surpreso e animado, mas ela não parou. Com uma pressão firme e decidida, ela introduziu um dedo no meu ânus. O fio terra me pegou de surpresa, uma onda de prazer novo e intenso percorrendo minha espinha.
— Você está gostando, não está? — ela perguntou, a voz rouca, sem parar o movimento dos dedos dentro de mim, enquanto seu corpo ainda vibrava com o prazer que eu lhe proporcionava com a língua. — Eu sei que você gosta.
Eu tentei falar, mas só consegui soltar um gemido gutural. Eu estava completamente à mercê dela.
Depois do que pareceu uma eternidade de prazer, ela se levantou, mas não para me libertar. Em vez disso, foi até a mesinha de cabeceira e pegou um cinto com consolo que eu nem sabia que estava ali. Ela o vestiu com rapidez, o consolo preto e reluzente agora emoldurando sua cintura.
— Agora — ela disse, com um sorriso de escárnio que me fez tremer — Vamos ver quem é o homem aqui.
Ela me ordenou que eu me virasse de bruços. Eu obedeci, tremendo, o coração batendo forte no peito. Senti o peso do corpo dela sobre o meu, e em seguida, a pressão do consolo contra a minha bunda. Com uma penetração lenta e decidida, ela me possuiu. O prazer era avassalador, misturado à humilhação de estar sendo dominado daquela forma. Ela se movia com força, o consolo penetrando fundo, enquanto suas mãos apertavam minhas nádegas.
— Eu sou a sua dona — ela sussurrava no meu ouvido, a voz carregada de triunfo — E você é o meu brinquedo.
Eu gemia alto, chorava de prazer e dor, o corpo tremendo em espasmos. Eu estava completamente entregue a ela.
A cena estava no auge da desordem e do desejo. Ela, ainda exalando o calor e o perfume forte do treino, pegou a calcinha — aquela mesma, úmida e impregnada com a sua essência — e a jogou sobre o meu peito com um olhar de quem não aceitava recusas.
— Veste — ordenou ela, a voz vibrando como um chicote. — Quero que você sinta o meu cheiro o tempo todo enquanto eu te uso.
Com mãos trêmulas, mas obedientes, deslizei o tecido de algodão pelas pernas. A calcinha, pequena e apertada, trazia o aroma dela diretamente para o meu rosto, uma tortura excitante. Ela ajustou o cinto com o consolo, o couro rangendo levemente, e me olhou como se eu fosse um objeto de sua propriedade exclusiva.
— Agora, deita. Você é o meu brinquedo.
Ela começou a me "comer", alternando entre a frieza do cinto e a autoridade do seu olhar. A cada investida, ela explorava meu corpo, transformando minha entrega em puro êxtase.
Ela me obrigou a ficar com o rosto afundado no travesseiro. Eu sentia cada centímetro da sua entrada enquanto ela, por trás, ditava o ritmo. A calcinha que eu vestia esfregava contra minha pele, concentrando ainda mais o cheiro dela, enquanto suas mãos prendiam meu cabelo, puxando-me para trás toda vez que ela acelerava.
Virei-me e ela subiu, sentando-se sobre mim. O consolo deslizava com precisão enquanto ela se inclina para frente, suas mãos nos meus ombros para me manter preso ao colchão. Ela movia os quadris em círculos, apertando meu corpo, enquanto o suor que caía de seus seios pingava sobre o meu peito e sobre a calcinha que eu usava.
Ela me fez virar de lado, encaixando seu corpo contra o meu. Era uma posição mais íntima e desajeitada, onde o atrito do consolo era constante. Ela me abraçava, sussurrando ofensas doces no meu ouvido, enquanto seu quadril colidia contra o meu com uma força que me tirava o ar.
Ela me forçou a ficar de joelhos na beirada da cama, enquanto ela permanecia em pé. A altura nos colocava em um ângulo onde ela dominava totalmente o meu campo de visão. Eu via o brilho do consolo entrando e saindo, o suor escorrendo por suas pernas torneadas, e ela ria da minha expressão de agonia e prazer absoluto.
Ela me empurrou para o centro da cama e, usando suas pernas para travar as minhas, ela se inclinou sobre mim de um jeito que eu não conseguia mover um músculo sequer. Com as mãos presas acima da minha cabeça, eu era apenas um receptor daquele ritmo implacável, o cheiro de sua intimidade na calcinha mesclando-se com o cheiro do meu próprio desespero.
Ao final, quando ela sentiu que eu estava prestes a colapsar, ela não parou. Pelo contrário, ela se sentou sobre mim, o consolo posicionado exatamente onde ela queria, e sua respiração estava pesada, quente.
— Você pertence a mim hoje — ela sussurrou.
Sem aviso, ela relaxou o corpo e, em um ato final de dominância absoluta e completa desinibição, ela permitiu que a bexiga esvaziasse lentamente sobre mim. Senti o calor do xixi dela quente contra a minha pele, encharcando a calcinha que eu vestia e escorrendo pelo meu abdômen. O cheiro tornou-se intenso, uma mistura de suor, sexo e a sua marca final de posse. Eu estava exausto, coberto pela essência dela, tremendo sob o peso daquele momento.
Ela apenas se levantou, desabotoou o cinto e me deixou ali, entregue, enquanto o líquido morno esfriava lentamente sobre o meu corpo.