Minha Dentista – Suor, Axilas, Menstruação e o Desejo Realizado

Sou Ricardo (38 anos). Casado, mas com fetiches ocultos. Executivo. Adora cheiros fortes, suor, axilas, menstruação, pés. Sempre teve desejo pela dentista. Dra. Patrícia (42 anos) – minha dentista. Cabelo preto pintado, seios médios, barriguinha de quem teve dois filhos, buceta flácida (como ele imaginava). Casada com um homem "cara de corno". Mãe de um casal. Adora dominar, mas nunca tinha realizado esse lado. Menstruada no dia.
Eu sempre tive desejo pela minha dentista. Dra. Patrícia. 42 anos. Cabelo preto pintado, sempre preso em um coque. Seios médios, balançando sob o jaleco branco. Uma barriguinha saliente – sobra dos dois partos – que ela escondia com roupas largas, mas que eu imaginava nua, macia, quente.
Ela tinha uma buceta flácida. Eu sabia. Não porque eu tinha visto, mas porque eu imaginava. Lábios grandes, escuros, caídos. Pelos grisalhos. O cheiro forte, ácido, de buceta de mulher madura. O cheiro que me deixava louco só de pensar.
O marido dela tinha cara de corno. Eu cruzava com ele no elevador do prédio dela, de vez em quando. Um homem mais velho, barrigudo, olhar manso, derrotado. Eu imaginava ele de joelhos, lambendo os pés dela enquanto ela me comia. Eu imaginava ele assistindo, impotente, enquanto eu realizava o sonho que ele nunca teria coragem.
Toda vez que ia ao consultório, eu me masturbava depois. Sentado no carro, no estacionamento, com o cheiro do consultório ainda no meu nariz – o cheiro dela. O cheiro do seu suor misturado com o cheiro do produto de limpeza, do látex, do flúor.
Imaginava ela tirando a roupa para mim. O jaleco caindo no chão. A calça de linho. A calcinha de algodão branca, manchada de xixi e corrimento. Ela cavalgando em mim, a buceta flácida escorregando no meu pau, os seios balançando, os mamilos escuros.
— Doutora – eu gemia no carro, gozando na própria mão. – Doutora, me come.
Na semana passada, eu tinha uma consulta de rotina. Último horário da sexta-feira. 18h.
Quando cheguei, a recepcionista já estava de bolsa na mão.
— Sr. Ricardo, o ar-condicionado quebrou há duas horas. A doutora está com muito calor. Ela pediu para remarcar.
— Não posso. Vou viajar amanhã. Só volto daqui a um mês.
— A senhora vai atender? – ela perguntou, virando-se para a sala.
— Pode entrar – a voz da doutora veio de dentro. – E pode ir, Jussara. Eu fecho a clínica.
A recepcionista foi embora. Eu entrei.
O consultório estava um forno. O calor era abafado, úmido. O cheiro de produto de limpeza estava diluído no cheiro de suor – o suor dela.
Dra. Patrícia estava sentada na cadeira de rodízio. O jaleco branco estava aberto por cima – eu via o top de alcinha, a axila nua, os pelos aparados, o suor escorrendo.
— Senta – ela disse, apontando para a cadeira odontológica.
Sentei.
— Desculpa o calor. O ar quebrou, e o técnico só vem segunda.
— Não tem problema.
— Vai ficar suado.
— Não tem problema – repeti, mais baixo.
Ela colocou as luvas. Ajustou a luz. Inclinou a cadeira.
— Abre a boca.
Abri.
Ela inclinou o corpo sobre mim para alcançar o foco de luz. O top de alcinha se abriu um pouco. A axila dela apareceu – a poucos centímetros do meu nariz.
O cheiro.
Suor acumulado do dia inteiro. O desodorante já tinha vencido há horas. O cheiro era forte – almiscarado, ácido, com um fundo adocicado de pele. O cheiro que eu masturbava imaginando há anos.
Meu pau endureceu na calça.
Ela percebeu.
Não sei como. Talvez pelo meu rosto vermelho. Talvez pela minha respiração ofegante. Talvez porque ela sentiu o cheiro do meu tesão – o pau duro exala um cheiro, e ela estava a poucos centímetros.
— Você está nervoso? – ela perguntou, sem tirar o olho da minha boca.
— Estou.
— Meu cheiro está te incomodando?
— Muito pelo contrário.
— Como assim?
Ela parou de mexer nos dentes. Tirou as luvas. Olhou para mim.
— Eu perguntei se o meu cheiro está te incomodando. Você respondeu "muito pelo contrário".
— Foi o que eu disse.
— Isso significa que você gosta?
— Gosto.
— Do quê? Do meu suor?
— Do seu suor. Da sua axila. Do cheiro do seu corpo.
Ela ficou em silêncio por um longo minuto.
— Você é estranho, Ricardo.
— Sei.
— Muita gente reclama do cheiro do consultório no verão. Do meu cheiro. Da minha axila. Você gosta.
— Gosto muito.
— Por quê?
— Porque eu tenho fetiche. Por cheiros fortes. Por suor. Por axila. Por buceta suada. Por menstruação. Por xixi. Por chulé.
Ela não se afastou.
— Você está falando sério?
— Nunca estive tão sério na minha vida.
— Meu Deus.
— A senhora pediu para eu explicar. Eu expliquei.
Ela se levantou. Andou até a mesa. Tirou o jaleco. Ficou só de top e calça de linho.
— Eu estou menstruada – ela disse. – Último dia. O sangue já está escuro. Quase não sai. Mas o cheiro ainda está lá. Você gostaria de cheirar?
— Gostaria.
— Gostaria de lamber?
— Gostaria.
Ela desabotoou a calça. Abriu o zíper. Desceu a calça até os joelhos.
A calcinha era de algodão branco. Uma mancha escura no centro – sangue seco e fresco. O cheiro subiu. Metálico, doce, ácido.
— Cheira.
Aproximei o rosto da calcinha dela. O nariz encostou na mancha escura. Respirei fundo.
O cheiro.
Era o cheiro mais primitivo que existe. O cheiro do útero, do sangue, da vida. O cheiro que eu tinha fantasiado por anos.
— Lambe – ela mandou.
Lambi. O gosto de cobre, de ferro, de vagina. O tecido de algodão áspero na minha língua.
— Gostou?
— Gostei.
— Você é nojento, Ricardo.
— Sei.
— Por isso que eu vou te foder.
Ela tirou a calcinha. Jogou no chão.
— Levanta. Tira a roupa.
Levantei. Tirei a camisa, a calça, a cueca. Fiquei nu, de pé, o pau duro apontando para ela.
— Ajoelha.
Ajoelhei.
— Levanta o braço.
Levantei.
Ela veio até mim. Esfregou a axila suada no meu rosto.
O suor escorreu na minha boca. O gosto salgado, puro.
— Lambe.
Lambi. A axila inteira – a esquerda, depois a direita. A língua percorreu os pelos aparados, a pele úmida, o suor cristalizado.
— Agora os pés.
Ela tirou a sandália. O pé suado – o cheiro de vinagre, de couro, de pele.
— Cheira.
Cheirei. O cheiro ácido do pé suado de sandália.
— Lambe.
Lambi. Os dedos, um por um. A sola do pé. O calcanhar. O peito do pé.
— Você é um cachorro, Ricardo.
— Seu cachorro.
— Meu cachorro viado.
— Seu cachorro viado.
— Que lambe o suor da sua dona.
— Que lambe o suor da minha dona.
Ela riu.
— Agora a buceta menstruada.
Ajoelhou na minha frente. Abriu as pernas. A buceta flácida, os grandes lábios escuros e caídos, os pelos grisalhos. O sangue escorrendo devagar – um fio escuro, quase marrom.
— Lambe.
Lambi. Os grandes lábios, a entrada, o grelinho escondido. O gosto do sangue – doce, metálico. O gosto da buceta dela – suor, xixi, tesão.
— Enfia a língua.
Enfiei. A língua entrou na buceta dela – quente, apertada, molhada. O sangue escorreu na minha língua, no meu queixo, na minha barba.
— Isso, Ricardo – ela gemia. – Lambe o sangue da sua dentista. Lambe a menstruação da sua puta.
— A senhora não é puta. A senhora é minha dona.
— Sua dona que menstrua.
— Sua dona que sangra para você.
Ela gozou. O corpo dela tremeu. A buceta contraiu em volta da minha língua. O sangue escorreu mais forte.
— Limpa – ela mandou.
Lambi tudo. O sangue, o gozo, o suor.
Ela levantou. Olhou para a cadeira odontológica.
— Deita aí.
Deitei. A cadeira inclinada, o encosto de couro preto.
Ela subiu em mim. A buceta flácida, ainda sangrando, roçou na cabeça do meu pau.
— Você quer me comer?
— Quero.
— Eu não perguntei se você quer me comer. Eu perguntei se você quer ME comer. Você não vai me comer. EU vou te comer.
Ela desceu. A buceta dela engoliu meu pau. Quente, apertada, molhada.
— Isso – ela gemeu. – Pau pequeno. Pau de viado. Perfeito para sentar.
Ela começou a cavalgar. Devagar no começo – subindo e descendo – os seios balançando, a barriguina saltada, os pelos grisalhos roçando no meu corpo.
— Gosta?
— Gosto.
— Gosta de ser cavalgado?
— Gosto.
— Gosta de ser usado?
— Gosto.
— Então goza.
— Ainda não. Quero sentir a senhora gozando primeiro.
Ela acelerou. A buceta dela ficou mais molhada – o sangue e o gozo misturados.
— Vou gozar – ela disse.
— Goza.
Ela gozou. O corpo dela tremeu. A buceta contraiu em volta do meu pau.
Eu gozei dentro dela.
O pau pulsou. O esperma misturou com o sangue, com o gozo, com o suor.
— Porra, Ricardo – ela disse, ofegante. – Você é nojento.
— Sei.
— Por isso que você é o meu paciente favorito.
— A senhora tem outros?
— Tenho. Mas nenhum que lambe menstruação.
Ela levantou. Meu pau escorregou da buceta dela – uma poça de sangue, gozo e esperma escorreu na cadeira odontológica.
— Limpa – ela mandou.
Lambi a cadeira. O gosto dos três fluidos misturados.
— Agora veste a roupa. Sai daqui. Finge que nada aconteceu.
— E a senhora?
— Vou terminar a consulta.
— A consulta já acabou?
— A consulta de dentista, sim. A consulta de puta, não. Essa acaba quando eu quiser.
— Quando a senhora vai querer?
— Amanhã. Você vai viajar. Vou pensar em você. Vou me masturbar pensando na sua língua na minha buceta menstruada. E quando você voltar, você vai me esperar de joelhos.
— Combinado.
Vesti a roupa. Paguei a consulta (o valor normal, sem desconto). Fui embora.
No carro, o cheiro dela ainda estava na minha barba. No meu bigode. Na minha boca.
Mandei uma mensagem para minha esposa: "Vou chegar tarde. Jantei no trabalho."
Ela respondeu: "Tudo bem. Te amo."
Respondi: "Também te amo."
Não era mentira. Eu amava minha esposa. Mas eu amava a dentista também. De um jeito diferente. De um jeito sujo. De um jeito que só quem tem fetiche por cheiro entende.
No dia seguinte, viajei, passei um mês a trabalho fora da minha cidade
No primeiro dia de volta, eu estava na porta da clínica, antes de abrir, de joelhos, nu, com uma calcinha dela no bolso – a mesma que eu tinha levado para casa no dia da consulta.
Ela abriu a porta.
— Bom dia, cachorro.
— Bom dia, dona.
— Entrou a minha calcinha.
Eu vesti.
— Agora lambe o meu pé. Estou com chulé. Estou a três dias com o mesmo tênis.
Lambi. O dedão, a sola, o calcanhar. O gosto ácido, forte, inconfundível.
— Agora me come.
— A senhora vai me comer?
— Você vai me comer. Com a sua boca. De quatro.
— A senhora está menstruada?
— Estou. Primeiro dia. Bastante sangue. Muito cheiro. Você vai gozar só de cheirar.
Ela estava certa.
O marido dela nunca soube.
Ou sabia e não ligava.
Um dia, eu estava no elevador do prédio dela. Ele entrou. A cara de corno. A postura de quem já aceitou.
— O senhor é paciente da minha mulher, não é? – ele perguntou.
— Sou.
— Ela fala muito do senhor. Disse que o senhor é um dos poucos que não reclama do cheiro.
— O cheiro da clínica?
— O cheiro dela. Ela sua muito. Eu tenho nojo. O senhor não?
— Não. Eu gosto.
Ele me olhou.
— Gosta?
— Muito.
Ele suspirou.
— Pelo menos alguém gosta.
O elevador abriu. Ele saiu. Eu fiquei.
Foi a única vez que conversamos.
No mês seguinte, a Dra. Patrícia me deu um presente.
Uma calcinha de algodão branca. Usada. Manchada de xixi, corrimento, menstruação.
— Use – ela disse. – Use no trabalho. Use no almoço. Use na hora de dormir. Só tira para tomar banho. E banho é só uma vez por semana.
— A senhora quer que eu fique fedido?
— Quero. Quero que você cheire a mim. Quero que sua esposa sinta o meu cheiro em você. Quero que ela saiba, sem saber.
— Ela nunca vai saber.
— Vai. No fundo, ela sabe. Mulher sempre sabe.
Usei a calcinha. No trabalho, no almoço, na hora de dormir. Minha esposa não disse nada. Mas o olhar dela mudou. O jeito dela me cheirar mudou.
— Você está diferente – ela disse, uma noite.
— Diferente como?
— Seu cheiro. Está mais forte.
— É o calor.
Ela me cheirou de novo. O pescoço, a axila, a virilha.
— É um cheiro que eu não conheço.
— É o meu suor.
— Não é.
Ela se afastou.
— É de mulher.
Ficamos em silêncio.
— É – eu disse.
— De quem?
— Da minha dentista.
Ela não chorou. Não gritou. Ela suspirou.
— Eu sabia.
— Sabia?
— Desde o primeiro dia que você voltou da consulta com a boca cheia de sangue. Eu sabia.
— E não falou nada?
— Estava esperando você falar.
— Desculpa.
— Não precisa pedir desculpa. Só precisa dividir.
— Dividir o quê?
— Ela. Você vai dividir ela comigo. Ou eu conto para o seu chefe. E para a minha mãe. E para os seus filhos.
Ela não estava brincando.
Na sexta-feira, as três estavam no consultório. Eu de joelhos. Nu. De calcinha usada.
— Cheira, corno – minha esposa disse.
Ela levantou o braço. A axila suada. Cheirei.
A Dra. Patrícia levantou o vestido. A buceta flácida, sangrando.
— Lambe – ela disse.
Lambi.
— Agora as duas – minha esposa mandou.
As duas levantaram os braços. Axilas suadas. Sangue na buceta de uma. Suor na axila da outra.
Lambi as duas.
Foi a primeira vez que as duas gozaram juntas.
O marido da dentista nunca soube.
Ou sabia e não ligava.
A primeira vez que minha esposa e minha dentista se beijaram foi no consultório, na sexta-feira à noite, depois do expediente. Eu estava de joelhos, nu, de calcinha usada da Patrícia, o pau duro, o cu piscando.
— Chega de enrolar – Carla disse, empurrando a dentista contra a parede.
— A cliente tem atitude – Patrícia respondeu, rindo.
Carla beijou Patrícia. Língua grossa, com vontade, com raiva. Patrícia correspondeu – a língua dela entrou na boca da minha esposa, explorou, lambeu.
— Isso, garotas – eu gemia, me masturbando.
— Cala a boca, corno – Carla mandou, sem tirar a boca da dentista.
As duas tiraram a roupa.
Patrícia estava menstruada – primeiro dia, sangue vivo, vermelho, escorrendo pela buceta flácida, pelos pelos grisalhos.
Carla se ajoelhou na frente dela.
— Cheira – Patrícia mandou.
Carla cheirou o sangue. O cheiro metálico, doce, ácido.
— Lambe.
Carla lambeu. A língua dela percorreu os grandes lábios, o grelinho escondido, a entrada. O sangue escorreu no rosto da minha esposa.
— Isso, Carla – Patrícia gemia. – Lambe a menstruação da sua amante.
— Ela é minha amante? – Carla perguntou, com a boca cheia de sangue.
— A partir de agora.
Carla lambeu mais fundo. Patrícia gozou – o sangue escorreu mais forte. Carla engoliu.
— Você é nojenta – Patrícia disse.
— Você me ensinou.
Enquanto as duas se chupavam, eu me masturbava, de joelhos, implorando.
— Por favor... me deixa gozar...
— Não – as duas disseram juntas.
— Quando eu for comida por um homem de verdade – Carla disse. – Você vai assistir. E depois vai lamber a minha buceta gozada. E depois vai ser comido. E depois vai lamber o pau do homem que comeu a sua esposa.
— E a sua dentista – Patrícia completou.
— E a sua dentista.
No sábado, Carla me levou para a casa da Patrícia. O marido dela – Zé, o cara de corno – tinha ido jogar sinuca com os amigos. Ele saía todo sábado à noite. Nunca perguntava onde a esposa ia. Nunca ligava.
Patrícia abriu a porta vestindo apenas uma camisa branca aberta. Os seios balançavam. Os mamilos escuros. A barriguinha saliente.
— Entrem.
Entramos. Eu já estava de joelhos. Carla olhou para mim, depois para Patrícia.
— Ele sempre fica assim?
— Quando eu mando – Patrícia respondeu.
— Ele é um bom marido?
— Ele é um bom cachorro.
Carla sorriu. Tirou a roupa. Ficou de calcinha.
— A minha buceta está depilada. Igual a sua – ela disse.
— A minha não é depilada – Patrícia respondeu. – Eu tenho pelos. Muitos. Grisalhos. O Ricardo adora.
— Ele adora cheiro. Pelos seguram cheiro.
— Sei. Por isso que eu não depilo.
As duas se beijaram. Depois Patrícia se afastou.
— Hoje eu quero que você me coma.
— Eu? – Carla perguntou.
— Você. Com o cinto. Eu quero sentir o que o Ricardo sente quando você come ele.
Carla vestiu o cinto que Patrícia entregou. Um consolo preto de 18 cm.
— Deita – Carla mandou.
Patrícia deitou na cama. Carla enfiou o consolo na buceta peluda dela.
— Porra, Carla – Patrícia gemeu. – Você é boa nisso.
— Treinei muito no meu marido.
Patrícia gozou. Carla gozou vendo. Eu assisti de joelhos, o pau duro, o cu piscando.
— Agora você – Carla disse, apontando para mim.
— O que eu faço?
— Lambe a buceta da Patrícia. Ela está suja de gozo e sangue. Você vai lamber tudo.
— E você?
— Eu vou sentar no seu rosto enquanto você lambe ela.
Carla montou no meu rosto. A buceta depilada, molhada. Patrícia abriu as pernas. A buceta peluda, sangrando.
Eu lambi as duas ao mesmo tempo.
O gosto de sangue de uma, o gosto de gozo da outra, o gosto de suor das duas misturados na minha língua.
Gozei sem ninguém tocar no meu pau.
— Isso é uma obra de arte – Carla disse.
— É uma putaria – Patrícia disse.
— É a nossa família.
Naquela noite, Carla dormiu na nossa casa. Patrícia foi dormir na dela. Zé chegou bêbado. Não percebeu nada.
Uma semana depois, Carla disse:
— Chega de brincadeira. Eu quero um homem de verdade. Um pau de verdade. Um que me faça sentir dor.
— Eu conheço um – Patrícia disse.
— Quem?
— Alexandre. Personal da minha academia. Negro. 1,90m. Pau enorme. Ele já comeu várias pacientes minhas. Elas sempre voltam para contar. E voltam para mais.
— Você já comeu ele?
— Nunca. Ele só come casadas. Ele gosta de humilhar maridos. Gosta de ver o corno de joelhos, implorando, lambendo.
— O Ricardo vai adorar.
— O Ricardo vai adorar ser humilhado.
No sábado, Alexandre veio à nossa casa.
Chegou de camiseta regata, mostrando os braços grossos, os ombros largos. Calça de moletom preta – o volume do pau marcava. O cheiro de suor dele preenchia a sala antes mesmo de ele falar.
— Vocês são o casal? – ele perguntou.
— Somos – Carla respondeu.
— E a outra?
— É a dentista. A nossa amante.
— Delícia de trio.
Ele tirou a camiseta. O peito liso, suado. As axilas peludas, escuras, brilhando.
— Cheira – ele disse, levantando o braço para Carla.
Carla cheirou. Os olhos dela se arregalaram – o cheiro forte, almiscarado, de suor de academia.
— Lambe.
Carla lambeu. A língua dela no suor dele.
— Isso, sua puta – Alexandre gemia. – Lambe o suor do pau que vai te comer.
Eu estava de joelhos, no canto, assistindo. Meu pau duro. Meu cu piscando.
— O corno está assistindo? – Alexandre perguntou.
— Está. E está de pau duro – Carla respondeu.
— Ele vai lamber a sua buceta depois de eu gozar?
— Vai. Ele vai lamber tudo.
— Ele vai lamber o meu pau?
— Ele vai implorar para lamber.
Alexandre riu. Virou Carla de bruços na cama. Ela empinou a bunda – a buceta depilada, o cu pequeno e rosado.
— Preparada?
— Prepara.
Ele enfiou o pau de 23 cm na buceta dela.
Carla gritou.
— Porra, Alexandre... você é muito grosso...
— Sei. Por isso que me chamaram.
Ele meteu. Devagar no começo, depois rápido. Carla gemia, puxava o cabelo, mordia o travesseiro.
— Isso, Alexandre – ela gemia. – Rasga a minha buceta. Fode a coroa.
— Você não é coroa. Você é novinha. Novinha e puta.
— SOU PUTA!
Ele meteu mais forte. Carla gozou. Ele gozou dentro dela.
A porra escorreu pela buceta dela, pela coxa, pelo lençol.
— Limpa, corno – Alexandre mandou.
Eu me ajoelhei e lambi a buceta de Carla. O gosto do gozo de Alexandre misturado com o gosto da minha esposa.
— Gostou? – Alexandre perguntou.
— Gostei.
— Você vai lamber o meu pau agora.
Ele enfiou o pau sujo na minha boca. O gosto de porra, de buceta, de suor. Chupei como se fosse a última refeição da minha vida.
— Isso, viado – ele gemia. – Chupa o pau que comeu a sua esposa.
Eu gozei. Sem tocar no pau.
Alexandre olhou para Patrícia, que estava no canto, se masturbando.
— Você está menstruada? – ele perguntou.
— Último dia. Quase não sai.
— Eu quero ver.
Patrícia abriu as pernas. A buceta peluda, os grandes lábios escuros, o fio de sangue escorrendo.
— Cheira.
Alexandre cheirou. O sangue, o suor, a buceta.
— Lambe.
Alexandre lambeu. A língua grossa, preta, percorreu os lábios flácidos, a entrada, o grelinho.
— Isso, negão – Patrícia gemia. – Lambe a menstruação da sua dentista.
Ele enfiou o pau na buceta dela. O pau de 23 cm entrou na buceta flácida, larga, peluda.
— Porra, Patrícia – ele gemeu. – Você é larga.
— Tive dois filhos. Faz tempo que não sou apertada.
— Mas é gostosa.
Ele meteu. Carla se ajoelhou atrás dele e começou a lamber o cu de Alexandre. Eu lambi a buceta de Patrícia enquanto ela era comida.
— Isso, seus viados – Alexandre gemia. – Todo mundo me chupando. Todo mundo querendo minha pica.
Ele gozou dentro de Patrícia. A porra misturou com o sangue. Escorreu.
— Limpa, corno – ele mandou.
Limpei. O gosto de porra e sangue.
Uma semana depois, Zé chegou em casa mais cedo. Ele tinha esquecido a carteira.
A porta do quarto estava aberta.
Eu estava de joelhos, nu, com a calcinha da Patrícia. Carla estava montada no meu rosto. Patrícia estava montada no pau de Alexandre.
Zé viu tudo.
O pau enorme do negão entrando e saindo da buceta da sua esposa. A esposa gemendo. A esposa gozando. A esposa sendo comida por outro homem.
Eu esperava que ele gritasse. Que ele chorasse. Que ele batesse na gente.
Ele fechou a porta. Saiu. Ficou na sala.
Quando a gente terminou – Alexandre foi embora, Carla foi se vestir, Patrícia foi para o banheiro – Zé ainda estava na sala.
Sentado no sofá. A cabeça baixa. As mãos no colo.
— Zé... – Patrícia começou.
— Não precisa explicar.
— Zé, eu...
— Eu sei. Eu sempre soube.
— Soube o quê?
— Que você me traía. Que você tinha amantes. Que você tinha um comedor. Que você tinha um corno.
— E você não falou nada?
— Eu tenho nojo de sexo. Sempre tive. Você sabe disso. Desde a lua de mel, quando eu não consegui.
— Você não conseguiu?
— Meu pau não subia. Nunca subiu. Eu sou broxa, Patrícia. Sou broxa desde os 20 anos. Eu casei com você porque você era bonita e eu queria uma família. E porque você nunca reclamou. Você nunca pediu sexo.
— Eu pedia. Você virava para o lado.
— Por vergonha.
— Você devia ter me contado.
— Você ia me deixar.
— Não ia. Eu amo você. Só não faço sexo com você.
Ficaram em silêncio.
— Patrícia – Zé disse – eu quero participar.
— Participar?
— Do sexo. Do seu sexo. Não como homem. Como... como o Ricardo.
— Como corno?
— Como corno. Como submisso. Como quem obedece. Como quem assiste. Como quem lambe.
Patrícia olhou para ele. Depois para mim. Depois para Carla.
— O que vocês acham?
Carla olhou para mim. Eu olhei para Carla.
— Ele tem cara de corno – Carla disse.
— Alma de corno – Patrícia completou.
— Merece ser corno – eu disse.
— Então ajoelha, Zé – Patrícia mandou.
Zé ajoelhou.
— Tira a roupa.
Ele tirou. O corpo branco, flácido, barrigudo. O pau pequeno – 8 cm mole. Os pelos grisalhos.
— Cheira a minha axila.
Ele cheirou. O suor dela. O cheiro que ele dizia ter nojo.
— Lambe.
Ele lambeu. Pela primeira vez em 20 anos de casamento.
— Por que você nunca fez isso antes? – Patrícia perguntou.
— Porque eu tinha vergonha. De gostar. Do cheiro. De você.
— Eu quero que você tenha vergonha. Eu quero que você sinta nojo. Eu quero que você saiba que eu sou sua dona.
— Você é.
— Eu sou a sua dona, e eu vou ser comida por outros homens. E você vai assistir. E vai limpar. E vai lamber. E vai agradecer.
— Vou.
— E o Ricardo? – Carla perguntou. – O que a gente faz com o Ricardo?
— O Ricardo vira irmão de corno do Zé.
— Irmão de corno?
— Dois cornos. Um casal de cornos. Dois viados. Dois cachorros. Duas putas. Eles vão lamber a gente juntos. Vão ser comidos juntos. Vão gozar juntos.
— E o Alexandre?
— O Alexandre vira nosso comedor fixo.
Alexandre veio na sexta-feira.
Zé estava de joelhos, ao meu lado. Nus. De pau duro (o Zé, com Viagra). De calcinha usada (eu, com a da Patrícia; Zé, com a da Carla).
— Olha só – Alexandre disse. – Dois cornos. Dois viadinhos. Dois cuzinhos piscando.
— Eles estão preparados – Patrícia disse.
— Preparados para o quê?
— Para serem comidos.
Alexandre nos virou de bruços. Eu e Zé, de quatro, lado a lado. Cu depilado (eu) e cu peludo (Zé).
— Quem começa? – Alexandre perguntou.
— O Zé. Ele é o mais velho. Ele esperou mais tempo.
Alexandre se ajoelhou atrás de Zé. Lambeu o cu peludo dele.
Zé gemeu.
— Porra... ninguém nunca... ninguém nunca me lambeu ali...
— Agora sim.
Alexandre lambeu mais fundo. Depois enfiou o pau de 23 cm no cu de Zé.
Zé gritou. Não de dor – de êxtase.
— Isso, Alexandre – ele gemia. – Me come. Me fode. Tira a minha virgindade de cu.
— Você é viado, Zé?
— Sou.
— Fala.
— SOU VIADO!
— SOU CORNO!
— SOU VIADO, CORNO E FELIZ!
Alexandre gozou dentro do cu de Zé.
Zé gozou sem ninguém tocar no pau dele.
Patrícia limpou o pau de Alexandre. Carla limpou o cu de Zé.
Depois foi a minha vez.
Alexandre me comeu. Zé assistiu. As mulheres assistiram.
Gozei.
— Agora os dois – Patrícia mandou. – Os dois vão ser comidos ao mesmo tempo.
Alexandre se posicionou entre nós. Pau na mão. Enfiou no cu de Zé, tirou, enfiou no meu, tirou, enfiou no de Zé.
— Revezando – ele disse. – Vocês são meus. Os dois. Os dois cus são meus.
— Seus – eu disse.
— Seus – Zé disse.
— Dois cornos. Um comedor. Duas putas. Uma família.
— Família de puta – Carla disse.
— Família de puta feliz.
Depois daquela noite, a rotina mudou.
Segunda-feira: Eu e Carla. Às vezes Patrícia vinha. Às vezes não.
Terça-feira: Zé e Patrícia. Às vezes eu ia. Às vezes não.
Quarta-feira: Alexandre vinha. Comia Carla e Patrícia. Eu e Zé assistíamos, lambíamos, limpávamos.
Quinta-feira: Alexandre vinha de novo. Comia eu e Zé. As mulheres assistiam.
Sexta-feira: Casa de swing ou orgia na casa de alguém. Com os amigos de Alexandre, com as amigas de Carla, com as pacientes de Patrícia.
Sábado e domingo: Descanso. Só eu e Carla. Só Zé e Patrícia.
No domingo, às vezes a gente trocava.
Eu ia para a cama com Patrícia. Zé ia para a cama com Carla.
— Gostou da sua nova vida? – Carla me perguntou, um domingo.
— É tudo o que eu sempre quis.
— E o Zé?
— O Zé está feliz. Ele descobriu que pode ser quem ele sempre foi.
— Um corno?
— Um corno feliz.
Ela me beijou.
— E você?
— Eu sou um corno feliz.
— Feliz e viado.
— Feliz, viado e bem comido.
— É a fórmula da felicidade.
— É.
Dormimos abraçados.
No dia seguinte, Alexandre mandou mensagem no grupo:
"Sábado que vem tem novidade. Vou trazer um amigo. Outro negão. Pau de 25 cm."
Patrícia respondeu: "O Zé vai morrer."
Carla respondeu: "O Ricardo também."
Zé respondeu: "Vamos morrer felizes."
Eu respondi: "A família cresce."
E cresceu.
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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha Dentista – Suor, Axilas, Menstruação e o Desejo Realizado

Codigo do conto:
260763

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
29/04/2026

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