O SEGREDO DA REPÚBLICA

O apartamento cheirava a cerveja derramada. Era uma república estudantil no centro da cidade, três quartos apertados, uma sala com sofá-capengando e uma cozinha onde ninguém cozinhava. Era ali que Bruno, Fernanda, Thiago e Carol moravam há dois anos.
Bruno e Fernanda namoravam. Ele, 24 anos, cursando direito. Ela, 22, psicologia em formação. Eram o casal padrão da república: grudados, viviam se pegando nos cantos, mas nos últimos meses a frequência sexual tinha caído drasticamente. O pau de Bruno demorava a endurecer. Quando endurecia, ele demorava para gozar. Fernanda ficava ali, deitada, esperando ele terminar.
Thiago, 23 anos, cursando engenharia civil, era o melhor amigo de Bruno. Alto, ombros largos, um sorriso safado no rosto. Seu pau era famoso na república – não que alguém tivesse visto, mas as piadas corriam. Era maior que o de Bruno. Todo mundo sabia.
Carol, 22, publicidade, era a melhor amiga de Fernanda. Loira natural, corpo atlético de quem fazia crossfit, uma bunda que desafiava qualquer explicação lógica. Era bi e tinha um consolo na gaveta que usava sozinha quando o tesão apertava.
Bruno descobriu por acaso que Thiago transava com Carol. Chegou mais cedo da faculdade, ouviu gemidos no quarto de Thiago. A porta estava entreaberta. Carol estava de quatro na cama, Thiago atrás dela, metendo com força. O som era molhado, obsceno. Bruno deveria ter sentido raiva. Em vez disso, sentiu o pau endurecer instantaneamente. Ele não entrou. Apenas observou, em silêncio, por quase cinco minutos. Viu Carol gozar. Viu Thiago gozar dentro dela. Viu os dois se beijarem depois, suados, ofegantes. Bruno decidiu não revelar que tinha visto. Guardaria aquela informação para usar se precisasse.
Naquela noite, quando Fernanda tentou iniciar um sexo mecânico e sem graça, Bruno não conseguiu. Pediu para ela virar de lado. Enterrou o rosto na nuca dela. Imaginou ele comendo Carol, mas depois lembrou da cena e pensou que Thiago comia a Carol, logo desejou que ele estivesse enfiando em sua namorada. Gozou em segundos.
O que Bruno não sabia é que Thiago já tinha planos para Fernanda há meses. Tudo começou numa tarde de estudo na biblioteca. Fernanda estava sozinha, o cabelo preso num coque bagunçado, os óculos na ponta do nariz. Usava um vestido florido que marcava cada curva. Thiago sentou ao lado dela, sem convite.
— Posso?
— Claro.
Ele não abriu o livro. Ficou olhando para ela.
— Você está me encarando, Thiago.
— Estou. Você é bonita demais para estar estudando num sábado.
Ela riu. Foi o primeiro flerte.
Dias depois, numa festa na república, Thiago dançou com Fernanda. Bruno estava na cozinha pegando cerveja. O funk pesado pulsava. Thiago segurou Fernanda pela cintura, puxou-a para perto. Ela correspondeu. Ele pressionou o corpo contra o dela. E ela sentiu. O volume. A grossura. Era maior que o de Bruno. Muito maior.
— Tá sentindo? — ele sussurrou.
— Tô.
— Gostou?
Ela não respondeu. Mas não se afastou.
O beijo veio duas semanas depois, num corredor escuro da faculdade. Thiago a encontrou saindo da sala de psicologia, os olhos marejados.
— O que houve?
— Fui mal na prova.
Ele abraçou ela. Apertou forte. O perfume dela invadiu as narinas dele. Os rostos ficaram a centímetros de distância. Ele beijou. Ela correspondeu. A língua dele invadiu a boca dela com uma segurança que Bruno nunca teve.
— Isso é errado — ela murmurou.
— Errado é não fazer.
Na semana seguinte, Thiago convidou Fernanda para o quarto dele, enquanto Bruno estava na aula e Carol no estágio.
— Não posso.
— Pode. Ele não vai saber.
Ela quis. Entrou no quarto, fechou a porta. O cheiro do quarto de Thiago era masculino – suor, desodorante, um toque de perfume barato. Ele tirou a camisa. O peito largo, os músculos definidos. Fernanda engoliu em seco. Ele a deitou na cama, chupou ela até gozar três vezes. Depois, se levantou. Tirou a calça e a cueca. O pau dele pulou para fora. Era enorme. Dezoito, dezenove centímetros. Grosso. Veiado. A cabecinha roxa e babando.
— Meu Deus.
— Gostou?
— É maior que o do Bruno. Muito maior.
Ele a deitou de novo. Abriu as pernas dela. Enfiou a ponta. Ela gritou – abafou o som com a mão. Ele meteu devagar. Ela nunca tinha sentido algo tão grande.
— MAIS RÁPIDO.
Ele acelerou. O pau entrava e saía, as bolas batiam no clitóris. Ela gozou de novo.
— DE QUATRO.
Ela virou. Empinou a bunda. Ele entrou por trás. Agarrou os cabelos dela.
— VOCÊ É MINHA PUTA?
— SOU.
Ele gozou dentro dela. Encheu a boceta de esperma.
— Pronto. Agora vai. Não tome banho. Quando você transar com ele hoje, ele vai sentir o meu cheiro.
Fernanda obedeceu.
Naquela noite, quando Bruno tentou transar com Fernanda, sentiu o cheiro diferente. Mais forte. Mais ácido.
— O que é isso?
— O quê?
— Esse cheiro.
— Eu tô menstruada — mentiu.
Bruno não acreditou. Mas não questionou. Enterrou o rosto na boceta dela. Lambeu o esperma de Thiago. E gozou sem ninguém tocar no pau dele.
Uma semana depois, Bruno chamou Thiago para conversar no terraço da república, enquanto as duas estudavam na biblioteca.
— Eu sei de você e a Carol.
Thiago empalideceu.
— Cara, a gente só transa de vez em quando...
— Você sempre foi o comedor de nós dois. Como se você fosse um homem do tipo alpha e eu beta.
Thiago ficou confuso.
— Como assim?
Bruno respirou fundo.
— Eu tenho um fetiche. Eu acho que gosto de ser corno. Já li muitos contos eróticos sobre isso. Ultimamente estou acreditando que a Fernanda está dando para outro. Quando tenho lambido a buceta dela, tenho sentido o gosto de porra de outro homem. Só não sei quem é o meu sócio.
Thiago ficou em silêncio. O coração acelerou. Será que Bruno sabia? Será que era um teste?
— Como você sabe? Você tem certeza?
— Certeza não tenho, mas acredito que senti o cheiro e o gosto de esperma de outro na buceta dela. Como já disse… Só não sei de quem era. Mas gostei. Gozei sem tocar no meu pau.
Thiago ficou aliviado. Bruno não sabia. Ele só suspeitava. Não tinha provas.
— Você é mais doido do que eu imaginava — Thiago disse, mudando de assunto. — E a Carol? Viu o corpo maravilhoso que ela tem? Durante a nossa transa...
Bruno sorriu.
— Eu quero comer a Carol também. Como compensação do chifre. Você já comeu ela… agora é minha vez.
Thiago congelou. Ficou na dúvida se ele estava jogando verde.
— Enquanto não descubro quem é o meu sócio posso trocar chifre com ela, aliás chifre trocado não dói.
Os dois riram da piada.
— Mas vou descobrir quem ele é.
Thiago sorriu, aliviado. Bruno não estava bravo. Pelo contrário, parecia animado com a ideia.
— Você é um filho da puta. Mas eu topo. Vou falar com ela. Vou convencer ela dar para você.
Na manhã seguinte à conversa com Bruno, Thiago procurou Carol no quarto dela. Estava nervoso, inquieto.
— O Bruno sabe da gente — ele disse, fechando a porta.
— Eu sei. Em uma de nossas transas vi um vulto, imaginei que poderia ser ele.
— Ele anda com uns fetiches estranhos… está com tesão em ser corno. Ele quer ver a Fernanda sendo comida por outro. E ele quer te comer como compensação.
— Eu? O que eu ganho com isso? — Carol resmungou. — Já sei. Você dá para ele e depois convence um dia a transar vocês três. Com isso você pode finalmente ter a Fernanda.
— Você sempre quis. Eu sei.
— Sempre. Desde a primeira vez que vi ela pelada na república. Sou bi, nunca escondi isso. Mas ela é namorada do Bruno… eu nunca tive coragem de chegar nela.
— E agora?
— Agora o Bruno está dando permissão. Melhor do que isso: ele está pedindo.
— Qual seu interesse em fazer com que seu amigo me coma? — indagou Carol.
Thiago pensou e confessou:
— Eu estou comendo ela. Me sinto mal. Estou comendo a Fernanda escondido. O Bruno é meu amigo. Eu que faço ele de corno sem ele saber.
— Ele sabe. E está gostando.
— Mas quando descobrir a verdade… que sou eu o comedor… não sei como será a reação dele.
— Você é um safado mesmo. Quer parar de comer ela?
Thiago hesitou.
— Não.
— Então para de se sentir culpado. Vamos fazer direito. Uma orgia. Todo mundo come todo mundo. Sem mentira. Sem culpa.
Thiago respirou fundo.
— Vou conversar com a Fernanda. Combinar tudo.
— Eu mesma vou falar com ela. Vou avisar que ela vai ter que brincar com você, Carol.
Naquela noite, depois que Bruno e Carol foram fazer uma caminhada, Thiago chamou Fernanda para a varanda.
— Precisamos conversar.
— O que houve?
— O Bruno sabe que é corno.
Fernanda empalideceu.
— Como? Ele falou alguma coisa?
— Ele não tem certeza. Só sentiu o cheiro. Ele acha que você está dando para alguém, mas não sabe quem.
— E você? Contou?
— Não. Mas ele me chamou para conversar. Disse que tem fetiche de corno. Que quer assistir.
Fernanda arregalou os olhos.
— Ele quer me ver sendo comida?
— Quer. E quer comer a Carol como compensação.
Fernanda ficou em silêncio por um longo minuto. A boceta esquentou.
— E você? O que você quer?
— Eu quero você. Sempre quis. Mas quero fazer direito. Sem culpa. Sem mentira. Convenci a Carol de dar para ele, mas ela quer tirar uma casquinha de você.
— Você quer ser corno também?
— Quero ver você gozar. Não importa com quem.
Fernanda sorriu.
— Você é mais doido do que ele.
— Somos todos doidos. E a Carol topou. Ela quer te comer.
— A Carol? Ela é bi?
— É. E tem um consolo.
Fernanda sentiu a boceta melar.
— O que a gente faz?
— A gente vai viajar. Sítio. Jogo. Bebida. E aí a gente deixa rolar.
— Combinado.
Fernanda olhou para ele com os olhos ardendo. A mão dela já descia pela barriga dele, apertando o volume duro por cima da bermuda.
— Mas me come agora. Minha buceta está pegando fogo.
Thiago olhou com desejo para ela. Bruno e Carol tinham ido caminhar. Estavam sozinhos.
— Aqui mesmo?
— Aqui mesmo.
Ela se virou, apoiou as mãos no parapeito da varanda, empinou a bunda. O vestido subiu, a calcinha apareceu – minúscula, vermelha, já encharcada. Thiago puxou a calcinha para o lado. A boceta dela estava inchada, os lábios brilhando, o cheiro subindo forte – sangue e tesão.
— Você está molhada.
— Molhada e menstruada. E você vai me comer assim mesmo.
Ele baixou a bermuda. O pau pulou para fora – duro, grosso, babando. Enfiou a ponta na boceta dela. Fernanda gemeu, mordendo o braço para não gritar. Ele meteu devagar no início, depois rápido. O som era molhado, obsceno. As mãos dele apertavam os quadris dela. A respiração dele ofegava no pescoço dela.
— ISSO, THIAGO!
— CALADA!
Ele enfiou a mão na boca dela. Ela lambeu os dedos dele, chupou como se fosse o pau. Ele acelerou. As bolas batiam no clitóris dela. O tesão escorria pelas coxas dela.
— VOU GOZAR!
— GOZA!
Ela gozou primeiro, o corpo tremendo, a boceta apertando o pau dele. Ele gozou dentro dela dois segundos depois, enchendo a boceta de esperma. Ficaram ali, ofegantes, o corpo suado.
— Pronto — ele disse, tirando o pau. — Agora a gente tem um segredo a mais.
— E na viagem?
— Na viagem a gente conta tudo. Ou deixa eles descobrirem.
Durante a caminhada, enquanto Thiago conversava com Fernanda na varanda, Bruno foi caminhar com Carol, pois ela amava atividades físicas.
— Carol, preciso te falar uma coisa séria.
— Fala.
Bruno respirou fundo. Contou tudo. O fetiche. O cheiro que sentiu na boceta de Fernanda. A suspeita de que ela estava dando para outro. O tesão que sentiu ao lamber o esperma.
— Eu vi você e o Thiago. Naquele dia que cheguei mais cedo.
Carol arregalou os olhos.
— Você viu?
— Vi. Seu corpo é perfeito. Senti tesão.
Carol ficou em silêncio.
— Você é mais doido do que eu imaginava.
— Eu sei. Já me masturbei muito pensando naquela cena. Queria estar no lugar do Thiago aquele dia.
— E o que eu ganho com isso?
— Você vai comer a Fernanda. Eu ajudo você. Sempre quis, não é? Eu sei que você é bi. Eu sei que você olha ela.
Carol sorriu.
— Você percebeu?
— Todo mundo percebeu.
— Eu topo. Mas tenho uma condição.
— Qual?
— Eu tenho um consolo. Sempre usei sozinha. Se for para participar, quero usar ele no cu da Fernanda. E quero usar ele no seu cu também.
— Combinado.
— E a viagem? A gente precisa de um lugar.
— Vamos alugar um sítio. Você faz as cartas para o jogo.
— E se eles resistirem?
— Não vão resistir. A Fernanda já traiu uma vez. Ela vai querer de novo. E o Thiago… ele já me disse que topa. Só não sabe que eu sei.
Carol riu.
— Você é um estrategista de merda. Mas eu topo.
O sol começava a se pôr. Eles já estavam afastados do trilho principal, rodeados por mato alto e árvores fechadas.
— Para aqui — Bruno disse.
Carol parou.
— O que foi?
Ele se aproximou. Beijou o pescoço dela. Ela sentiu o pau dele duro pressionando a barriga dela.
— Você quer me comer, não é? — ela perguntou.
— Quero. Mas primeiro eu quero te chupar.
Ele ajoelhou. Arriou o shortinho de ginástica dela. A calcinha minúscula já estava molhada. Ele puxou para o lado e enfiou a cara. Carol gemeu. Ele lambeu com vontade – o clitóris, os grandes lábios, o períneo. O cheiro dela era forte, ácido, selvagem.
— ISSO, BRUNO! ASSIM!
Ele chupou até ela gozar. Depois, sem avisar, virou ela de costas.
— Agora é minha vez.
— De quê?
— Fio terra. Eu quero que você lamba o meu cu.
Carol sorriu.
— Você é mais pervertido do que eu imaginava.
Ela ajoelhou atrás dele. Ele apoiou as mãos numa árvore, empinou a bunda. Carol abriu as nádegas dele. O cu dele apareceu – pequeno, rosado. Ela enfiou a língua. Bruno gemeu alto.
— ISSO, CARALHO!
Ela lambeu, chupou, enfiou a língua. Ele gozou sem ninguém tocar no pau dele – o esperma jorrou na calça, no mato, nas folhas.
— Pronto — ela disse, levantando. — Agora você é meu também.
— Já era — ele respondeu, ofegante.
Nos dias seguintes, Bruno e Carol se encontraram escondidos para planejar cada detalhe da viagem. Sítio isolado, dois quartos. Carol dividiria o quarto com Fernanda. Bruno dividiria com Thiago. Carol prepararia as cartas do jogo – beijo na boca entre as duas, cheirar axila, tirar roupa, lamber. No final, Bruno pediria para Thiago comer Fernanda na sua frente. Carol comeria Fernanda com o consolo. Depois Bruno comeria Carol. Depois Thiago comeria o cu de Carol. Todo mundo comeria todo mundo.
A viagem foi marcada para o fim de semana seguinte. Carol mandou mensagem no grupo: "Pessoal, aluguei um sítio lindo no interior. Três dias, piscina, churrasqueira, muito álcool. Quem topa?" Fernanda respondeu "Topo!" Thiago respondeu "Vou levar a vodka." Bruno respondeu "Vou levar o carro." O que ninguém sabia era que todos tinham um plano. Bruno e Carol arquitetaram a armadilha. Thiago e Fernanda combinaram de se entregar. Os quatro estavam, sem saber, alinhados pelo mesmo desejo. A orgia seria inevitável.
O sítio era antigo, mas aconchegante. Dois quartos, uma sala com lareira, varanda com rede. No primeiro dia, foram à cachoeira, beberam cerveja, riram. Tudo parecia normal. Mas no fundo, todos sabiam o que viria. À noite, Carol preparou drinques fortes – vodka com suco de maracujá, direto, sem medida.
— Vamos jogar um amigo da onça modificado — ela anunciou.
Sentaram no tapete da sala, formando um círculo. Carol tinha feito as cartas à mão, com perguntas e tarefas estrategicamente pensadas.
— Regras — ela disse, a voz sensual. — Cada rodada, uma carta. Quem errar a pergunta ou se recusar a cumprir a tarefa, tira uma peça de roupa. Se não quiser tirar, bebe um gole duplo.
Começaram com perguntas bobas. Todos acertavam, ninguém tirava nada. Até que Carol puxou a primeira carta especial.
— Verdade ou consequência. Bruno: você já sentiu tesão por alguém aqui que não seja a Fernanda?
O silêncio pesou. Fernanda olhou para Bruno, curiosa.
— Verdade.
— Então fala.
Bruno fingiu hesitar.
— Thiago — ele sussurrou.
Fernanda arregalou os olhos. Thiago fingiu surpresa.
— Como assim? — ela perguntou.
— Eu tenho um fetiche. Eu gosto de observar. Gosto de ver os outros. E ver o Thiago… mexe comigo.
Carol interveio.
— Tira a camisa, Bruno. Primeira peça.
Ele obedeceu. O peito trêmulo, o pau já meia-bomba.
— Minha vez — Thiago disse, puxando uma carta. — Consequência. Carol: você tem que beijar Fernanda na boca. Com língua.
Carol não hesitou. Beijou Fernanda com vontade. Fernanda resistiu no início, depois correspondeu. Quando se separaram, Fernanda estava com a bochecha vermelha e a respiração ofegante.
— Sua vez, Fernanda — Bruno disse.
Fernanda puxou uma carta.
— "Você tem que cheirar a axila de Thiago. Por trinta segundos."
Thiago levantou o braço, a axila suada do dia inteiro. Fernanda cheirou fundo. A boceta esquentou.
— Tesão — ela confessou.
O jogo avançou. As roupas caíram. Fernanda tirou a calcinha – e nela, um absorvente com fio.
— Você está menstruada?
— Terceiro dia.
Bruno sentiu o pau endurecer. Thiago também.
— Isso não é problema — Thiago disse. — Eu adoro.
Ele ajoelhou, enterrou o rosto na boceta menstruada de Fernanda. Cheirou. Lambeu. Ela gozou. Bruno assistiu de joelhos, a mão no pau.
— Gostou, corno?
— Amei.
— Quer participar?
— Quero.
— Então espera.
Carol puxou Bruno.
— Deita de bruços.
Ele obedeceu.
— Thiago, vai comer o cu do seu amigo. Fernanda assiste.
Thiago passou lubrificante. Enfiou a ponta no cu de Bruno. Bruno gemeu – de prazer. Thiago meteu devagar, depois rápido.
— VOCÊ GOSTA?
— AMO!
— VOCÊ É CORNO?
— SOU!
Thiago gozou dentro do cu de Bruno. Bruno gozou no tapete.
Carol foi até a mala. Tirou o consolo – 18 centímetros, preto, grosso. Enfiou a mão na própria axila suada e levou os dedos à boca de Fernanda.
— Cheira. Lambe.
Fernanda obedeceu. Carol deitou Fernanda, abriu suas pernas, passou lubrificante no consolo e enfiou no cu dela.
— ISSO, CARALHO!
Carol metia rápido.
— AGORA OS DOIS VÃO LAMBER A BOCETA DELA.
Thiago e Bruno enfiaram a cara na boceta de Fernanda. As línguas se encontraram. O sangue escorria. Fernanda gozou como nunca.
Carol tirou o consolo. Olhou para Bruno.
— Sua vez, corno. Vai me comer.
— A compensação?
— A compensação. Você é corno. Eu sou a amiga da sua namorada. Me come.
Ela deitou de costas. Abriu as pernas. Bruno montou nela. Enfiou.
— É MENOR QUE O DO THIAGO.
— EU SEI.
— MAS TÁ BOM. METE.
Bruno meteu. Carol gozou.
— PRONTO. AGORA VOCÊ É CORNO ASSUMIDO.
— E eu sou seu puto.
— Isso.
O que se seguiu foram horas de sexo. Carol comeu o cu de Bruno com o consolo. Thiago comeu Carol. Fernanda chupou Thiago. Os quatro se revezaram em todas as posições imagináveis. Thiago lambeu a axila de Carol. Bruno cheirou a calcinha usada de Fernanda. Na madrugada, caíram exaustos, sujos de sangue, esperma, suor.
Fernanda foi a primeira a falar.
— Eu nunca imaginei que ia gostar tanto de ser puta.
— Você não é puta — Bruno disse, beijando a testa dela. — Você é minha namorada. E eu te amo.
— Mesmo depois de tudo?
— Por causa de tudo.
Carol trouxe água.
— Agora a gente conversa sem vergonha. Quais fetiches vocês têm?
— Cheiro forte. Axila. Menstruada. Ser corno — Bruno disse.
— Inversão. Ser comido — Thiago disse.
— Ser dominadora. Comer os outros — Carol disse.
— Pau grande. Ser comida. Que ele assista — Fernanda disse.
— Aqui somos todos livres. Ninguém trai ninguém. A gente transa junto. Sem mentira. Sem culpa.
Todos toparam.
Carol ficou em silêncio.
— Eu tenho uma ideia para amanhã.
— Fala.
— Vou chamar um amigo. Um homem trans.
— Como assim?
— Ele tem buceta e pau. Ao mesmo tempo. Adora comer e ser comido. Especialmente para realizar fetiche de corno.
— Que fetiche?
— Ele vai comer a Fernanda. Enquanto Bruno assiste. Depois ele vai comer o Bruno. Depois ele vai comer a Carol. E o Thiago vai comer ele.
— Todo mundo come todo mundo? E no final, o corno vai lamber a buceta da Fernanda com a porra do trans dentro.
Bruno ficou duro só de ouvir.
— Amanhã?
— Amanhã.
O sol já nascia quando os quatro se abraçaram no tapete molhado.
Na manhã seguinte, os quatro acordaram ainda nus, emaranhados no tapete da sala. O cheiro de sexo ainda impregnava o ar. Carol foi a primeira a se levantar. Pegou o celular.
— Vou chamar ele.
— Quem? — Fernanda perguntou, bocejando.
— Meu amigo trans. O nome dele é Alex. 25 anos. Corpo de academia, seios pequenos, uma buceta lisinha e um pau de 16 centímetros duro na hora.
— Ele topa mesmo? — Bruno quis saber.
— Ele topa tudo. Especialmente quando envolve corno.
Carol mandou uma mensagem rápida. O telefone tocou em segundos.
— Alex? É hoje. Sítio tal. Vem logo. E traz seus brinquedos.
— Já estou a caminho — a voz grossa, mas doce, respondeu do outro lado.
Uma hora depois, um carro preto estacionou na frente do sítio. Alex desceu. Era alto, uns 1,80m. Corpo definido, ombros largos, cintura fina. Usava um top preto que mostrava os seios pequenos e firmes, e um short jeans curto que marcava o volume do pau. O rosto era bonito – olhos verdes, cabelo preto curto, um piercing no lábio.
— E aí, galera — ele disse, com um sorriso safado. — Ouvi dizer que tem corno aqui.
Bruno levantou a mão, sem vergonha.
— Sou eu.
Alex se aproximou, passou a mão no rosto de Bruno, inclinou e beijou sua boca. A língua entrou devagar.
— Gostoso — ele disse, se afastando. — Vamos começar?
Carol bateu palmas.
— Regras: hoje todo mundo come todo mundo. Sem ciúmes. Sem frescura. Se alguém quiser parar, para. Mas ninguém vai querer.
Todos concordaram.
Alex foi direto em Fernanda. Ela estava sentada no sofá, ainda com a camiseta solta, a boceta aparecendo por baixo.
— Deita — ele ordenou.
Ela deitou no tapete. Alex tirou o top e o short. Ficou nu. O corpo dele era uma obra de arte. Os seios pequenos e duros, os mamilos escuros. A buceta lisa, rosada, já molhada. E o pau – 16 centímetros, grosso, veiado – pulsava entre as pernas, duro como pedra.
— Você nunca comeu um trans, né?
— Nunca — Fernanda admitiu.
— Pois hoje você vai aprender.
Alex montou nela. Enfiou o pau na boceta de Fernanda de uma só vez. Ela gritou.
— ISSO, ALEX!
Ele metia rápido, fundo. O pau dele – duro, grosso, babando – entrava e saía da boceta de Fernanda. O corpo suado, os seios pequenos balançando. Bruno assistia de joelhos ao lado, o pau duro, a mão no pau.
— Gostou, corno? — Alex perguntou.
— Amei!
— Ela é boa de cama?
— É! Ela goza gostoso!
— Vou fazer ela gozar então.
Alex acelerou. Fernanda gozou em um minuto – o líquido claro jorrando na boceta dele. Ele continuou metendo. Gozou dentro dela dois segundos depois.
— Pronto — ele disse, tirando o pau. — Agora vem limpar, corno.
Bruno se ajoelhou na frente de Fernanda. Enterrou o rosto na boceta escorrendo – esperma de Alex, suor, sangue da menstruação. Lambeu tudo. Gozou sem tocar no pau.
Alex se levantou. Olhou para Bruno.
— Sua vez, corno. Deita de bruços.
Bruno obedeceu. Empinou a bunda.
— Você já foi comido antes?
— Já. Pelo Thiago.
— E gostou?
— Amei.
— Então você vai adorar o meu pau.
Alex passou lubrificante no próprio pau. Enfiou a ponta no cu de Bruno. Bruno gemeu – de prazer. Alex meteu devagar no início, depois rápido. A bunda de Bruno balançava com cada estocada.
— ISSO, ALEX! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO?
— AMO!
— VOCÊ É CORNO?
— SOU! SOU CORNO! SOU PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
Fernanda assistia, a boceta escorrendo. Ela nunca tinha visto o namorado tão entregue. Alex gozou dentro do cu de Bruno. Bruno gozou no tapete – só com o pau de Alex no cu.
— Pronto — Alex disse, tirando o pau. — Agora você é minha puta também.
— Sim, senhor — Bruno respondeu, ofegante.
Alex se virou para Carol.
— Sua vez, minha bi favorita.
Carol sorriu. Deitou de costas. Abriu as pernas.
— Sem lubrificante. Eu gosto assim.
Alex enfiou o pau na boceta de Carol. Ela gemeu alto.
— ISSO, ALEX! ASSIM!
Ele metia rápido. O pau dele entrava e saía da boceta de Carol. O ritmo era feroz.
— ELA É APERTADA? — Thiago perguntou, se masturbando.
— APERTADA E MOLHADA. PERFEITA.
Carol gozou em dois minutos. Alex gozou dentro dela.
— Pronto. Agora vocês todos já foram comidos por mim.
— Falta o Thiago — Fernanda lembrou.
Alex olhou para Thiago.
— Sua vez, comedor. Vem cá.
— Deita de bruços — Thiago ordenou.
Alex obedeceu. Empinou a bunda. O cu dele apareceu – pequeno, rosado, piscando. Thiago passou lubrificante no pau. Enfiou a ponta no cu de Alex. Alex gemeu – não de dor, de prazer.
— ISSO, THIAGO! ASSIM!
— VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO?
— AMO! NUNCA IMAGINEI QUE AMAVA TANTO!
Thiago metia devagar, depois rápido. O pau entrava e saía do cu de Alex.
— VOCÊ É MINHA PUTA?
— SOU! SOU SUA PUTA! SOU O QUE VOCÊ QUISER!
Todos assistiam – Bruno, Fernanda, Carol. Os três se masturbavam vendo a cena. Thiago gozou dentro do cu de Alex. Alex gozou no tapete – o pau dele jorrando esperma.
— Pronto — Thiago disse, ofegante. — Agora todo mundo já comeu todo mundo.
— Quase — Carol disse. — Falta você comer ela de novo.
— Depois. Agora a gente descansa.
Alex se levantou. Olhou para o grupo.
— Agora a gente faz direito. Todo mundo come todo mundo ao mesmo tempo.
— Como? — Fernanda perguntou.
— Vamos ver.
Alex organizou a cena: Fernanda deitou de costas. Thiago montou nela para comer sua boceta. Bruno sentou na cara de Fernanda, e ela começou a chupar seu pau enquanto Thiago a comia. Carol montou na cara de Thiago, e ele chupou sua boceta enquanto continuava comendo Fernanda. E Alex enfiou o pau no cu de Bruno. A cena era um nó de braços, pernas, paus, bocetas, cus. Fernanda gemia com o pau de Bruno na boca e o pau de Thiago na boceta. Thiago gemia com a boceta de Carol na boca e o pau enfiado em Fernanda. Bruno gemia com o pau de Alex no cu e o pau na boca de Fernanda. Carol gemia com a língua de Thiago na sua boceta. Alex metia sem parar no cu de Bruno.
— VOU GOZAR! — Fernanda gritou.
— GOZA! — todos responderam.
Ela gozou primeiro. Depois Thiago. Depois Bruno. Depois Carol. Depois Alex. Os cinco caíram no tapete, exaustos, sujos de esperma, sangue, suor, lubrificante.
O sol já estava alto quando Alex se levantou.
— Preciso ir. Mas quero repetir semana que vem.
— Combinado — Carol disse, ainda pelada.
— Traz mais lubrificante — Thiago completou.
Alex sorriu, vestiu a roupa e saiu.
Os quatro ficaram no tapete, emaranhados.
— Eu nunca imaginei que ia gostar tanto de ser corno — Bruno disse.
— E eu nunca imaginei que ia gostar tanto de ser puta — Fernanda disse.
— E eu nunca imaginei que ia comer todo mundo — Carol disse.
— E eu nunca imaginei que ia ser comido por um trans — Thiago disse.
Todos riram.
— A gente repete amanhã? — Fernanda perguntou.
— A gente repete todo dia — Bruno respondeu.
Dali em diante, a república nunca mais foi a mesma. Os quatro viraram amantes, cúmplices, amigos. E o corno descobriu que ser corno não era fraqueza.
Era o maior tesão da vida dele.
Foto 1 do Conto erotico: O SEGREDO DA REPÚBLICA

Foto 2 do Conto erotico: O SEGREDO DA REPÚBLICA

Foto 3 do Conto erotico: O SEGREDO DA REPÚBLICA

Foto 4 do Conto erotico: O SEGREDO DA REPÚBLICA

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O SEGREDO DA REPÚBLICA

Codigo do conto:
264058

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
08/06/2026

Quant.de Votos:
2

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