A IRMANDADE LIBERAL – MINHA INICIAÇÃO

Meu nome é Letícia, tenho 34 anos, sou casada com o Ricardo há doze. Somos um casal normal – ele engenheiro, eu professora, dois filhos, uma vida estável. Normal. Ou era.
Tudo começou com uma conversa de travesseiro. Ele confessou que tinha uma fantasia: me ver com outro homem. Eu confesso que estranhei no começo. Depois, achei curioso. Depois, comecei a imaginar. E quando você começa a imaginar, já era – o tesão toma conta e não solta mais.
Passamos meses namorando a ideia. Criamos um perfil fake num site de relacionamento liberal. Respondemos a anúncios. Conversamos com alguns casais. Mas sempre desistíamos na hora de marcar. O medo do desconhecido, o receio de nos arrependermos.
Até que conhecemos a Irmandade Liberal.
Não foi por acaso. Um amigo do Ricardo, que conhecia nossa fantasia, nos apresentou. "Vocês precisam conhecer a I.L.", ele disse. "Não é swing de porta aberta. É outra coisa. É seleto. É seguro. É pra quem quer evoluir junto."
Ele nos passou um contato. Recebemos um convite para uma "reunião de apresentação" – um jantar na casa de um casal já experiente. Fomos. Tinha mais dois casais na mesma situação que a gente: queriam, mas ainda não tinham coragem.
A conversa foi aberta, franca, sem pressão. Falaram sobre limites, sobre confiança, sobre a importância de não esconder nada um do outro. Falaram sobre os rituais de iniciação – cada mulher, ao entrar no grupo, passava por um fim de semana em que ficava com todos os homens da Irmandade. "É uma forma de quebrar o gelo", explicaram. "E de garantir que não há ciúmes."
Ricardo ficou em silêncio o tempo todo. No caminho de casa, ele disse: "Eu topo. E você?"
"Topo", respondi. Meu coração batia forte. Minha boceta já estava molhada.
A iniciação aconteceria num sítio alugado, no fim de semana. Seis casais – doze pessoas. Chegamos na sexta à noite. O sítio era enorme, com piscina, sauna, quartos temáticos. Fomos recebidos pelo casal anfitrião – ela, morena, corpo violão, usava um vestido transparente que mal cobria os seios; ele, barbudo, forte, sorria como se já soubesse de tudo.
— Letícia, você está nervosa? – a anfitriã perguntou.
— Um pouco.
— Normal. Vai passar. Hoje é só para conhecer. Amanhã começa a brincadeira de verdade.
Ela me entregou uma taça de vinho. Bebemos. Conversamos. Os outros casais chegaram. Todos pareciam pessoas comuns – até tirarem a roupa.
O jantar foi servido. Comemos à luz de velas, todos vestidos. Mas depois do jantar, a anfitriã tirou o vestido. Ficou completamente nua. "Quem quiser ficar à vontade, pode tirar a roupa", ela disse.
Olhei para Ricardo. Ele assentiu. Tirei meu vestido. Fiquei só de calcinha. Depois tirei a calcinha. Estava pelada na frente de seis casais.
As outras mulheres também se despiam. Os homens também. Em poucos minutos, todos estávamos nus. Paus duros, bocetas molhadas, sem qualquer pudor.
— Hoje é só para sentir o clima – o anfitrião disse. – Amanhã, a iniciação começa de verdade. Mas quem quiser pode ir se acostumando.
Alguns casais começaram a se beijar. Outros foram para a piscina. Eu e Ricardo ficamos na borda, nos beijando, as mãos percorrendo os corpos nus.
— Você está pronta? – ele perguntou.
— Estou. E você?
— Nunca estive tão pronto.
No sábado de manhã, fomos informados sobre o ritual. Eu, como novata, passaria o dia com todos os homens da Irmandade – um por um, em ordem aleatória. Ricardo ficaria com todas as mulheres. À noite, todos juntos.
— Você pode recusar qualquer homem – a anfitriã me disse. – Ninguém vai ficar ofendido.
— Não vou recusar ninguém – respondi.
O primeiro homem era o anfitrião. Entramos num quarto privativo. Ele fechou a porta.
— Pode me beijar? – perguntou.
Beijei. Sua língua era grossa, quente. Suas mãos percorriam meu corpo com firmeza.
— Deita na cama – ele pediu.
Deitei. Ele abriu minhas pernas, olhou para minha boceta, cheirou.
— Cheirosa – disse.
Lambeu. A língua percorreu meus grandes lábios, subiu até o clitóris, desceu até o períneo. Enfiou a língua. Eu gemia.
— Quer que eu coloque?
— Quero.
Ele vestiu camisinha. Enfiou o pau na minha boceta – grosso, comprido, veiado. Meteu devagar no início, depois rápido. Eu gemia alto. Ele gozou dentro da camisinha. Saiu.
— Próximo – ele disse, sorrindo.
O segundo homem era mais jovem, uns trinta anos. Chegou nervoso, mas logo se soltou. Queria que eu ficasse de quatro. Obedeci. Ele enfiou o pau no meu cu – sem camisinha.
— Você vai sem? – perguntei.
— Você quer com?
— Quero sentir.
Ele meteu. O pau grosso entrava e saía do meu cu. Eu gemia, apertava o lençol. Ele gozou dentro de mim. A porra escorreu, escorreu pelo meu cu, escorreu pela minha perna.
O terceiro homem era mais velho, uns cinquenta. Gostava de ser chupado. Ficou sentado na cama enquanto eu me ajoelhava e chupava o pau dele. Ele segurava meu cabelo, empurrava minha cabeça, forçava o pau na minha garganta.
— Engole tudo – ele dizia.
Engolia. Ele gozou na minha boca. Engoli.
O quarto era baixinho, magro. Pediu para eu sentar no pau dele. Sentei. Cavalguei. Ele gemia baixo, os olhos fechados. Gozou em poucos minutos.
O quinto...
O sexto...
O sétimo...
No final do dia, eu tinha sido comida por todos os homens da Irmandade. Em todos os buracos – boceta, cu, boca. Tomei porra na cara, nos seios, na boca, dentro de mim. Estava exausta. Estava feliz.
À noite, todos juntos. Ricardo tinha passado o dia com as mulheres. Ele estava igual a mim – exausto, feliz, a porra seca na pele.
— Gostou? – perguntei.
— Amei. E você?
— Nunca me senti tão viva.
Fomos para a área da piscina. Todos estavam lá – nus, suados, se pegando. Uma mulher me puxou para o lado. Me beijou. Sua língua entrou na minha boca. Sua mão apertou minha boceta.
— Você quer? – perguntou.
— Quero.
Ela me levou para a sauna. Lá dentro, já tinha um casal transando. Ela me ajoelhou, sentou na minha cara. Sua boceta era lisa, rosada, molhada. Lambi. Ela gemeu.
O marido dela veio por trás, enfiou o pau na minha boceta. Os dois me fudendo – a boca na boceta dela, o pau no meu cu. Gozaram juntos. Eu gozei junto.
Ricardo apareceu na porta da sauna. Estava com uma mulher loira montada nele, cavalgando. Ele olhou para mim, sorriu.
— Feliz aniversário de casamento? – ele disse.
— Não é aniversário.
— É. Doze anos. Hoje.
— Você marcou a iniciação no nosso aniversário de casamento?
— Marquei. Pra nunca esquecer.
Ele gozou dentro da loira. A loira gemeu. Eu gozei de novo.
Voltamos para casa no domingo. O corpo dolorido, as marcas de mordidas, os hematomas de amor. Tomamos banho juntos. A água quente escorria, misturava com o cheiro de sexo grudado na pele.
— Você quer repetir? – Ricardo perguntou.
— Quero. Mas não toda semana. Isso é coisa de fim de semana especial.
— Próximo fim de semana é especial?
— O próximo é sempre especial.
Nós rimos. Nós transamos. Dessa vez, só nós dois.
No dia seguinte, recebemos uma mensagem da Irmandade: "Aprovados. Sejam bem-vindos."
E assim começou nossa vida liberal. Sem culpa. Sem vergonha. Sem preconceito.
Com muito amor.
FIM.
Foto 1 do Conto erotico: A IRMANDADE LIBERAL – MINHA INICIAÇÃO

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Ficha do conto

Foto Perfil casalbisexpa
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Nome do conto:
A IRMANDADE LIBERAL – MINHA INICIAÇÃO

Codigo do conto:
262547

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
20/05/2026

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