Os "Primos" – Beach Tênis, Corrida e o Dia que Todos Comeram Todos
Sou Letícia (24 anos), Prima de Gustavo. Tenho Cabelo castanho liso, corpo magro, seios médios, buceta depilada. Adora esportes. Suo muito. Gustavo (25 anos) – Na verdade, meu namorado, escondido da familia. Pau grosso, corpo definido, pelos no peito. Tem fetiche secreto por cheiros. Tatiana (24 anos) – prima de de Gustavo pelo outro lado da familia. Gordinha, seios grandes, bunda enorme, cabelo preto cacheado. Sua mais que qualquer um. Rodrigo (25 anos) – namorado de Tatiana, também amigo de infância do grupo. Magro, pau comprido, corpo atlético. Discreto, mas tarado. A gente se via quase todo dia. Academia, beach tênis, corrida. Éramos inseparáveis. E eu não podia negar: havia uma tensão sexual no ar desde a adolescência. Os olhares de Gustavo para as axilas suadas de Tatiana. Os olhares de Rodrigo para a minha bunda quando eu me abaixava para pegar a bola. Os olhares de todas nós para o volume nas bermudas deles depois do treino. A gente nunca falava sobre isso. Mas a gente sentia. No beach tênis, usávamos roupas mínimas. Eu usava top e shortinho. Tatiana usava top e saia de praia. Gustavo usava sunga. Rodrigo usava bermuda de lycra. O suor começava nos primeiros cinco minutos. Tatiana era a que mais suava. O rosto dela ficava vermelho, o suor escorria pelo pescoço, entre os seios, pelas axilas. O top dela ficava encharcado, marcando os mamilos. — Trocando — Tatiana disse, no meio da partida. Ela veio até a rede e trocou de posição comigo. Quando ela passou por Gustavo, ele fechou os olhos por um segundo. Eu vi. Ele estava cheirando o suor dela. Meu coração disparou. Não de ciúmes – de excitação. Eu sempre imaginei que ele gostava do cheiro dela. Agora eu tinha certeza. No final do jogo, fomos buscar as bolas que tinham caído atrás da quadra. Tatiana se abaixou para pegar uma. A saia dela subiu. Gustavo e Rodrigo olharam para a bunda dela ao mesmo tempo. A calcinha de algodão branca estava encharcada de suor – uma mancha escura no centro. — Achei — ela disse, levantando a bola. Os dois homens desviaram o olhar rápido demais. Eu mordi os lábios. Aos sábados, corríamos no parque. 10 km. Era o nosso ritual. Saíamos cedo, antes do sol forte. Mas mesmo assim, o calor fazia a gente suar em 15 minutos. Tatiana corria na frente. A bunda dela balançava a cada passada. O suor escorria pelas costas dela, encharcando a camiseta. Gustavo corria atrás dela. Eu via os olhos dele fixos na bunda dela, no vaivém do tecido. Rodrigo corria ao meu lado. — Você está rápida hoje — ele disse. — Estou com tesão — eu pensei, mas não falei. No fim da corrida, paramos na fonte para beber água. Tatiana tirou a camiseta. Ficou só de top. As axilas dela estavam completamente encharcadas. Pelos escuros, molhados, brilhando de suor. O cheiro subiu. Gustavo se aproximou dela. — Você está muito suada — ele disse, a voz falhando. — Eu sei — ela respondeu, sem vergonha. — Você gosta? Silêncio. — Gosto — ele respondeu. Rodrigo tossiu. Eu fingi que não ouvi. Mas todo mundo ouviu. Na terça-feira seguinte, fomos à academia juntos. Cada um fez seu treino separado, mas nos encontramos no vestiário no final. Tatiana tinha esquecido a calcinha no banheiro feminino. Ela trocou de roupa e saiu correndo, deixando a calcinha de algodão preta pendurada na maçaneta do box. Eu encontrei primeiro. Peguei a calcinha. O tecido estava úmido – suor da bunda dela, suor da buceta dela. O cheiro subiu. Era forte, almiscarado, inconfundível. Meu pau (metaforicamente falando) endureceu. Minha buceta molhou. Em vez de devolver, guardei na minha bolsa. Em casa, mostrei para Gustavo. — Cheira — eu disse, entregando a calcinha a ele. Ele hesitou. Depois levou ao nariz. Respirou fundo. — Porra, Letícia — ele gemeu. — Isso é o cheiro dela. — Eu sei. E você gosta. — Gosto. — Eu também. Comecei a me masturbar ali mesmo, na nossa cama, enquanto ele cheirava a calcinha da Tatiana. Ele se masturbou também. Gozamos olhando um para o outro, o cheiro dela entre nós. Nunca devolvemos a calcinha. (Ela nunca perguntou.) Um mês depois, a tensão estava insustentável. Corremos no parque, como sempre. Mas dessa vez, Tatiana usou um short mais curto. E eu usei um top mais cavado. E Gustavo usou uma sunga por baixo da bermuda. E Rodrigo usou uma camiseta sem manga. O suor molhou todos nós. No final da corrida, em vez de ir para casa, fomos para a casa de Tatiana. — Vamos tomar uma cerveja — ela disse. — Merecemos. Sentamos na varanda. O sol estava se pondo. O cheiro dos nossos corpos suados preenchia o ar. — Gente — Tatiana disse, direta. — A gente precisa conversar. — Sobre o quê? — Rodrigo perguntou. — Sobre o que está acontecendo entre a gente. Os olhares. As calcinhas que somem. Silêncio. — Fui eu — eu disse. — Peguei sua calcinha na academia. Mostrei para o Gustavo. Nós cheiramos. Nós nos masturbamos. Tatiana não ficou brava. Ela sorriu. — Eu sabia. Por isso que nunca perguntei. — Por quê? — Gustavo perguntou. — Porque eu também peguei a cueca do Rodrigo. E cheirei. E me masturbei. Rodrigo ficou vermelho. — E eu peguei o top da Letícia — ele disse. — Na piscina. Guardei até hoje. — E eu peguei a sunga do Gustavo — eu disse. — Na praia. Os quatro rimos. — A gente é muito doente — Tatiana disse. — Doente de tesão — eu respondi. Ela levantou o braço. A axila suada, peluda, brilhando. — Quem quer cheirar primeiro? Não houve mais conversa. Fomos para o quarto de Tatiana. A cama era king size. Dava para quatro. Nus em menos de um minuto. O cheiro do nosso corpo preenchia o quarto – suor da corrida, suor da academia, suor do tesão. Tatiana começou comigo. Ela me deitou na cama, abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta. A língua dela era grossa e quente, e ela sabia exatamente onde tocar. O cabelo cacheado dela caía no meu rosto. O cheiro do suor dela – das axilas, da nuca, da buceta – me envolveu. — Porra, Tatiana — eu gemia. — Você chupa muito bem. — Treinei muito na sua calcinha. Enquanto isso, Gustavo e Rodrigo se beijavam. Era a primeira vez que os dois homens se beijavam. Foi estranho no começo – um toque de barba, a língua indecisa. Depois ficou natural. Gustavo passou a mão no pau de Rodrigo. Rodrigo gemeu na boca dele. Depois, trocamos. Rodrigo veio para cima de mim. Ele enfiou o pau comprido na minha buceta – a sensação era diferente da de Gustavo, mais profunda, menos grossa. Metia devagar, estocadas longas, enquanto me beijava. Tatiana foi para cima de Gustavo. Ela sentou no pau grosso dele – gemia a cada descida. As axilas suadas dela no rosto dele. Ele lambia o suor dela enquanto ela cavalgava. — Isso, Tatiana — ele gemia. — Senta na minha pica. — Chupa minha axila — ela pedia. Ele chupava. Depois, a inversão total. Gustavo me comeu de quatro enquanto eu chupava Rodrigo. A cena era caótica – ele metia em mim enquanto eu tinha a boca cheia do pau do outro homem. Tatiana sentou no rosto de Gustavo por trás – ele tinha que me comer e chupar ela ao mesmo tempo. — Isso, seu corno — Tatiana gemia. — Come sua prima enquanto chupa minha buceta. — Como com tesão — ele respondeu, com a boca na buceta dela. Rodrigo enfiou o pau no cu de Gustavo enquanto ele me comia. Gustavo gemeu – a primeira vez que era penetrado por um homem. O pau comprido de Rodrigo entrou devagar no cu do amigo. — Porra, Rodrigo — Gustavo gemia. — É muito comprido. — E ainda não entrou tudo. Tatiana sentou no meu rosto. A buceta peluda dela desceu na minha boca – eu lambi tudo, o grelinho, os grandes lábios, o períneo. O gosto do suor dela, do gozo de Gustavo que ainda estava lá. — Lamber, sua putinha — ela gemia. — Lambe a buceta da sua prima. Gozamos em sequência. Tatiana gozou primeiro – na minha boca. Jorrou escorrendo, e eu engoli tudo. Rodrigo gozou em seguida – dentro do cu de Gustavo. Gustavo sentiu o jato quente e gozou dentro da minha buceta, enquanto me comia. Eu gozei no pau de Gustavo – sentindo ele pulsar dentro de mim. Gustavo gozou dentro de mim – e depois caiu para o lado. Ficamos os quatro na cama, exaustos, suados, cobertos de porra e saliva. — Isso foi a melhor coisa que a gente já fez — Tatiana disse. — Vai se repetir? — Rodrigo perguntou. — Todo fim de semana — eu respondi. — Todo dia — Gustavo completou. No dia seguinte, acordamos todos na mesma cama. Tatiana estava no meio, eu de um lado, Gustavo do outro, Rodrigo aos pés. — Eu quero mais — Tatiana disse. — Como assim mais? — perguntei. — Mais coisas. Mais fetiches. Eu quero que vocês cheirem a minha calcinha suja na minha frente. Eu quero ver vocês se masturbando com ela. — Eu quero lamber sua axila depois da corrida — Gustavo disse. — Sem você tomar banho. — Eu quero mijar em vocês — Rodrigo disse. — Eu quero ser mijada — Tatiana respondeu. — E eu quero ver tudo — eu disse. — E filmar. — Isso é muito errado — Gustavo disse, rindo. — Errado e gostoso — respondemos os três juntos. Na manhã seguinte à primeira orgia, estávamos todos na cama, ainda nus, o cheiro do sexo da noite anterior impregnado nos lençóis. Tatiana se sentou na cama, cruzou as pernas, e olhou para todos nós. — Lembram do que eu falei? Eu quero mais. — Como assim mais? — perguntei. — Eu quero que vocês cheirem a minha calcinha suja na minha frente. Não escondido, não sem mim saber. Eu quero ver vocês cheirando. Quero ver o tesão nos olhos de vocês. — Quando? — Gustavo perguntou, o pau já meia-bomba. — Hoje. Depois da corrida. Eu vou usar a mesma calcinha na corrida de hoje. Vou suar ela bem suada. E quando a gente voltar, vocês vão cheirar. Na minha frente. Eu vou me masturbar enquanto vocês cheiram. — E se a gente quiser mais? — Rodrigo perguntou. — Mais o quê? — Mais do que só cheirar? Tatiana sorriu. Aquele sorriso safado que eu já conhecia. — A gente vê. Fomos correr no parque às 10h da manhã. O sol já estava forte. Tatiana usou uma calcinha de algodão rosa claro, propositalmente escolhida. Por cima, um short preto e um top branco. Eu usei um top azul e short cinza. Gustavo e Rodrigo usaram bermudas de lycra. Começamos a correr. Em 15 minutos, todo mundo já estava suando. Tatiana, como sempre, era a mais suada. O suor escorria pelo pescoço dela, entre os seios, pelas costas. O short preto ficou manchado de umidade na bunda. — Está acumulando — ela disse, passando a mão na própria bunda. — Quanto tempo mais? — Gustavo perguntou, ofegante. — Mais meia hora. Quero ela encharcada. Corremos mais meia hora. No final, Tatiana estava vermelha, brilhando de suor, o cabelo cacheado grudado no rosto. — Vamos para casa — ela disse. — Hora do show. Chegamos no apartamento de Tatiana. A gente já estava morando junto praticamente – cada dia na casa de um. Ela foi direto para o quarto. Sentou na cama. — Tira a roupa, todos. Tiramos. Ficamos nus. Tatiana tirou o short e o top. Ficou só de calcinha rosa. A calcinha estava completamente encharcada. A parte da frente – a que cobre a buceta – estava escura de umidade, com uma mancha amarela-clara de xixi residual. A parte de trás – a que cobre a bunda – estava úmida de suor da virilha. — Tira a calcinha, Tatiana, e me dá — eu disse. Ela tirou. Me entregou. Eu levei a calcinha ao nariz. Respirei fundo. O cheiro. Suor da buceta dela, suor da bunda dela, xixi residual, o cheiro do dia inteiro acumulado. Era o cheiro mais íntimo dela – e estava ali, na minha mão, no meu nariz. — Porra, Tatiana — eu gemi. — Isso é ouro. — Passa para o Gustavo. Entreguei a calcinha para Gustavo. Ele levou ao nariz. Fechou os olhos. Respirou fundo. O pau dele endureceu na hora. — Isso é o seu cheiro — ele disse, olhando para ela. — É. E você gosta? — Gosto. — Então cheira mais. Ele cheirou de novo. Mais fundo. A calcinha rosa estava amassada no nariz dele. — Passa para o Rodrigo. Gustavo entregou a calcinha para Rodrigo. Rodrigo cheirou. O pau comprido dele ficou duro instantaneamente. — Tatiana... — ele gemeu. — Eu nunca cheirei tão fundo. — Porque nunca cheirou comigo olhando. Rodrigo cheirou de novo. E de novo. Tatiana, vendo os três com a calcinha dela no nariz, começou a se masturbar. A mão direita na buceta peluda, os dedos afastando os grandes lábios, o grelinho aparecendo. — Isso — ela gemia. — Cheira minha calcinha enquanto eu me masturbo. Vocês são meus cachorros. Meus animais de estimação. Os três cheiravamos a calcinha dela alternadamente – eu, Gustavo, Rodrigo – enquanto ela se masturbava. Ela gozou em dois minutos. Jorrou na própria mão, escorreu pelos dedos. — Agora lambe — ela mandou. Levantei da cama, ajoelhei na frente dela, e lambi a mão dela. O gosto do gozo dela – doce, levemente ácido, misturado com o suor. — Isso, Letícia. Lambe tudo. Você é minha prima? — ela provocou. — A melhor prima. — A mais nojenta. — A mais gostosa. Depois que todos gozaram – eu na mão de Tatiana, Gustavo na minha boca, Rodrigo no cu de Gustavo – Tatiana levantou o braço. — Agora a axila. Eu não vou tomar banho hoje. Quero ver quem lambe melhor. Ela tinha corrido 10 km, suado intensamente, e não ia tomar banho. O cheiro que subiu da axila dela quando ela levantou o braço era avassalador. Gustavo foi primeiro. Ajoelhou na frente dela, enfiou o rosto na axila esquerda, e lambeu. O suor escorria na língua dele. — Porra, Tatiana — ele gemeu. — Você está muito suada. — Fiquei assim para você. Ele lambeu tudo. A axila inteira. Depois trocou para a direita. Mesmo processo. Depois fui eu. Enfiei o rosto na axila recém-lambida por Gustavo – ainda úmida de saliva e suor. O cheiro estava mais suave, mas ainda forte. Lambi. O gosto do suor dela misturado com a saliva do meu namorado. Depois Rodrigo. Ele lambeu com mais calma, mais devagar, como quem saboreia. — Vocês três são meus — Tatiana disse. — Nunca esqueçam. Depois da axila, Tatiana levantou. — Agora mijem em mim. — Todos? — Rodrigo perguntou. — Todos. Um por um. Eu vou ficar de joelhos no box do chuveiro. Vocês mijam na minha cara. Quem quiser na boca, pode. Quem quiser no peito, pode. Fomos para o banheiro. Tatiana ajoelhou no box, a água fria escorrendo só um pouco para molhar o piso. — Quem começa? — Eu — Gustavo disse. Ele ficou em pé na frente dela. O pau já estava duro de novo – mijar ereto é difícil, mas ele conseguiu relaxar. O jato saiu. A urina quente atingiu o rosto de Tatiana – primeiro no queixo, depois nos lábios, depois nos olhos. Ela fechou os olhos, abriu a boca. Gustavo mirou na boca dela. Ela engoliu. — Isso — ela gemeu. — Me mija. Me encharca. Depois fui eu. Fiquei de cócoras na frente dela – minha buceta na altura do rosto dela. Mijei. O jato saiu mais fraco, mais espalhado. Tatiana abriu a boca, deixou a urina escorrer pela língua, pelo queixo, pelo peito. — Prima suja — ela disse. — Prima mijada. Depois Rodrigo. Ele mijou no peito dela primeiro, depois subiu para o rosto, depois enfiou o pau na boca dela e mijou direto na garganta. Ela engoliu tudo. Quando terminamos, Tatiana estava coberta da cabeça aos pés. — Agora lambe — ela mandou. Os três nos ajoelhamos no box. Lambemos cada centímetro do corpo dela – os pés, as pernas, a buceta, a barriga, os seios, o pescoço. O gosto da urina misturado com o gosto do suor dela, com o gosto da nossa própria saliva. Tatiana gozou de novo – a quarta vez no dia. — Vocês são meus escravos — ela disse, ofegante. — Somos — respondemos os três juntos. No dia seguinte, Tatiana teve uma ideia. — Vamos gravar. — Gravar o quê? — perguntei. — A gente transando. Tudo. Desde o começo. A corrida, a calcinha suja, a axila, a mijada. Tudo. — Para quê? — Para ver depois. Quando a gente estiver sozinho. Para sentir tesão lembrando. — E se vazar? — Rodrigo perguntou. — Não vai vazar. A gente guarda no celular com senha. Só a gente vê. — E se a gente terminar? — Gustavo perguntou. — Um dia, a gente pode terminar. Tatiana olhou para ele. — A gente não vai terminar. A gente é família. Mesmo sem sangue. Gustavo ficou em silêncio. Depois sorriu. — Tá bom. Vamos gravar. Rodrigo filmou a gente correndo no parque. O celular na mão, ele corria atrás da gente. — Mostra o suor — Tatiana disse. Rodrigo aproximou a câmera do rosto de Tatiana. O suor escorria pela testa dela, pelo pescoço. — Mostra a bunda — eu disse. Rodrigo filmou a bunda de Tatiana balançando a cada passada. O short preto encharcado de suor marcava a fenda. — Mostra as axilas — Gustavo disse. Rodrigo filmou Tatiana levantando os braços enquanto corria. As axilas suadas, os pelos escuros molhados, brilhando. — Isso vai ficar muito erótico — eu disse. — Essa é a ideia. Em casa, Tatiana sentou na cama. Rodrigo filmou. — Tira a calcinha — ela mandou, olhando para mim. Entrei na cena. Tirei a calcinha rosa dela – a mesma da corrida – e levei ao nariz. A câmera filmou em close meu rosto enquanto eu cheirava. Meus olhos semicerrados, minha boca entreaberta. — Cheira fundo — Tatiana disse. Cheirei fundo. A câmera capturou tudo. Depois passei a calcinha para Gustavo. Ele cheirou. A câmera filmou o pau dele endurecendo. Depois para Rodrigo. Ele cheirou com a câmera na própria mão – o ângulo ficou íntimo, o nariz dele pressionado contra o tecido rosa. — Isso é pornográfico — eu disse. — É documentário — Tatiana respondeu. Depois, Tatiana levantou o braço. — Lambe — ela disse. Gustavo se ajoelhou na frente dela. A câmera filmou a axila suada, a língua dele tocando a pele. O som era molhado – a língua lambendo o suor, os gemidos baixos. Depois fomos para o box. Tatiana ajoelhou no chão. — Mija em mim — ela disse. Gustavo mijou primeiro. A câmera filmou o jato de urina atingindo o rosto dela, escorrendo pela boca, pelo queixo, pelo peito. Depois eu. A câmera filmou minha buceta mijando no rosto dela – um ângulo que nunca tinha visto antes. Depois Rodrigo. A câmera filmou o pau comprido dele mijando na boca dela, ela engolindo, a garganta dela se movendo. No final, Tatiana lambeu a câmera. — Guarda esse vídeo com a sua vida — ela disse, olhando diretamente para a lente. — Porque se vazar, você vai ter que me matar. Rodrigo desligou a câmera. — Nunca vai vazar. — Eu sei. Por isso que eu confio em vocês. Dormimos os quatro na mesma cama, nus, sujos, fedidos, felizes. Tatiana no meio, eu de um lado, Gustavo do outro, Rodrigo aos pés. — Eu quero fazer isso todo fim de semana — Tatiana disse, já com os olhos fechando. — Todo dia — Gustavo respondeu. — Toda hora — eu completei. — Cala a boca e dorme — Rodrigo disse, rindo. Dormimos. No dia seguinte, acordamos com o cheiro do nosso corpo. Ninguém quis tomar banho. — Vamos para a praia? — Tatiana perguntou. — De roupa? — Pelados. — Praia de nudismo? — Praia de nudismo sujos. — Não existe praia de nudismo sujos. — Vamos inventar. — Praia de nudismo suja. Pelada, suada, com o cheiro do nosso final de semana no meu corpo. Quero que as pessoas sintam o meu cheiro. Quero que elas saibam que eu transei muito antes de chegar lá. — Você está louca — Rodrigo disse. — Estou. E vocês também estão. Por isso que a gente combina. — Qual praia? — perguntei. — Praia do Pinho. É a mais famosa. Fica em Santa Catarina. A gente pega um voo, aluga uma casa, passa o final de semana lá. — De quinta a domingo? — De quarta a domingo. Quarta e quinta a gente acumula cheiro. Sexta, sábado e domingo a gente exibe. — E transa? — Gustavo perguntou. — Transa muito. Na praia, no mar, na casa, no carro. Em todo lugar. — Vamos — eu disse. — Vamos — Rodrigo disse. — Vamos — Gustavo disse. — Então preparem os corpos. Não vão tomar banho até quarta. — Já estamos segundos sem banho — eu disse. — Terceiro — Tatiana corrigiu. — Quinto — Gustavo disse. — Vocês são nojentos — Rodrigo disse, rindo. — Você também. Pegamos um voo na quarta-feira de manhã. Nenhum de nós tinha tomado banho desde domingo. Isso mesmo: três dias sem banho. O cheiro no carro indo para o aeroporto era forte. No aeroporto, as pessoas torciam o nariz quando a gente passava. — Elas estão sentindo o nosso cheiro — Tatiana sussurrou, empolgada. — Estão, e não estão gostando — Rodrigo respondeu. — Eu estou gostando. No avião, nos sentamos nos quatro assentos da fileira. Tatiana na janela, eu no corredor, Gustavo e Rodrigo no meio. A aeromoça veio oferecer água. — A senhora está bem? — ela perguntou para Tatiana, preocupada com o rosto vermelho e suado. — Estou ótima — Tatiana respondeu. — É só o calor. Não era o calor. Ela estava excitada. Durante o voo, Tatiana levantou o braço discretamente e esfregou a axila suada no nariz de Gustavo. — Cheira — ela sussurrou. Ele cheirou. O pau dele endureceu por baixo da calça. Rodrigo viu. Eu vi. A velhinha do outro lado do corredor não viu. Alugamos uma casa a 500 metros da Praia do Pinho. Era uma casa simples, mas com um quintal grande, uma piscina e uma varanda com vista para o mar. Chegamos na quarta-feira à tarde. — Não vou tomar banho hoje — Tatiana disse. — Ninguém vai — eu respondi. — Vamos para a praia agora? — Vamos. Pelados? — Pelados. É uma praia de nudismo. É para isso que serve. Tirei a roupa primeiro. Depois Gustavo. Depois Rodrigo. Depois Tatiana. Ficamos os quatro nus no quintal. O cheiro do nosso corpo subiu – o suor acumulado de três dias, o cheiro do sexo, o cheiro da mijada da última sessão. — Vocês estão fedidos — eu disse. — Você também — Tatiana respondeu. — Vamos para a praia. Quero ver a cara das pessoas quando sentir o nosso cheiro. A Praia do Pinho é linda. Areia branca, mar verde-azulado, montanhas cobertas de mata atlântica. E corpos nus – muitos corpos nus. Homens, mulheres, casais, grupos de amigos. Gente de todas as idades, todas as formas. A gente escolheu um canto mais afastado, perto das pedras. Espalhamos as cangas na areia. Deitamos. O sol bateu nos nossos corpos nus. O suor começou a escorrer quase imediatamente – o calor do sol ativou todas as glândulas. — Agora é só esperar — Tatiana disse. — O sol vai fazer a gente suar mais. O sal do mar vai secar na nossa pele. Vamos ficar com uma camada de sal, suor e tesão. — Você é uma poeta — Gustavo disse. — Poeta da putaria. Em meia hora, a gente já estava brilhando de suor. O cheiro subia da nossa pele – um cheiro forte, selvagem, inconfundível. Um casal mais velho, de aproximadamente 50 anos, passou perto da gente. A mulher torceu o nariz – claramente sentiu o nosso cheiro. O homem, ao contrário, demorou o olhar. Ele olhou para os seios de Tatiana, para a minha bunda, para o pau de Gustavo, para o pau de Rodrigo. — Eles estão sentindo — Tatiana sussurrou. — O homem gostou — eu disse. — A mulher nem tanto. — Problema dela. O casal passou. O homem olhou para trás duas vezes. Depois de uma hora de sol, entramos no mar. A água salgada molhou nossos corpos suados. — Não vou enxaguar o suor — Tatiana disse. — Quero o sal do mar na minha pele. — O sal vai secar e vai ficar uma camada branca — Rodrigo disse. — É a estética do nojo. — É a estética do tesão. Ficamos boiando no mar, nus, nos abraçando. Gustavo passou a mão na minha buceta debaixo d'água. Rodrigo fez o mesmo com Tatiana. — Alguém está olhando — Tatiana disse. Olhei. Um homem sozinho, de aproximadamente 30 anos, estava na areia, olhando fixamente para a gente. O pau dele estava duro. — Deixa olhar — eu disse. — É para isso que a praia serve. Gustavo enfiou um dedo dentro de mim debaixo d'água. Ninguém viu – mas o homem na areia viu o movimento dos nossos corpos. Ele começou a se masturbar ali mesmo, na areia. — Ele está batendo uma — Tatiana disse, rindo. — Deixa. Ele está contribuindo com o espetáculo. Saímos do mar. Os corpos estavam cobertos de uma camada fina de sal seco – brilhava na pele escura de sol. O cheiro agora era diferente. O sal misturado com o suor, com o cheiro do mar, com o cheiro do nosso corpo acumulado de dias. Era um cheiro novo – mais puro, mais selvagem. — Vamos para casa — Tatiana disse. — Não aguento mais. — Aguentar o quê? — Rodrigo perguntou. — Aguentar não estar sendo fodida. Em casa, fomos direto para a varanda. A varanda era aberta – dava para o mar e para as casas vizinhas. — Alguém pode ver — Gustavo disse. — Alguém já está vendo — Tatiana respondeu, apontando para a casa ao lado. Um casal estava na varanda ao lado, tomando vinho. Eles olharam para a gente. A mulher sorriu. — Eles são da praia de nudismo. Não vão se importar. — E se eles quiserem participar? — Eles que peçam. Nos posicionamos na varanda. O sol estava se pondo. O céu estava laranja. Tatiana ficou de quatro. Rodrigo posicionou atrás dela. Gustavo ficou na frente dela. Eu fiquei atrás de Gustavo. — Todos ao mesmo tempo — Tatiana disse. Rodrigo enfiou o pau comprido na buceta de Tatiana. Ela gemeu alto. Gustavo enfiou o pau grosso na boca de Tatiana. Ela chupou enquanto era comida. Eu enfiei um consolo no cu de Gustavo – o mesmo de 18 centímetros – e comecei a meter. A cena era uma linha de corpos: Rodrigo comendo Tatiana, Tatiana chupando Gustavo, eu comendo Gustavo. O casal na varanda ao lado parou de tomar vinho. A mulher começou a se masturbar. O homem também. — Eles estão vendo — Tatiana disse, com a boca cheia. — Deixa — Gustavo respondeu, ofegante. — É para isso que a varanda serve. Gozamos em sequência. Rodrigo gozou dentro da buceta de Tatiana. Tatiana gozou na boca de Gustavo. Gustavo gozou na minha boca (eu tinha trocado de posição). Eu gozei no consolo. O casal ao lado aplaudiu. — Lindo — a mulher disse. — Podemos ir para aí amanhã? — o homem perguntou. — Apareçam — Tatiana respondeu. — Têm que estar sujos. — Estamos. Não tomamos banho hoje. — Então estão prontos. No dia seguinte, o casal apareceu. Ela se chamava Carla (45 anos) , ele Mauro (48 anos) . Ambos altos, malhados, bronzeados. Ela tinha os seios grandes, a buceta depilada. Ele tinha um pau médio, mas muito grosso. — Nós vimos vocês ontem — Carla disse. — Ficamos loucos. — Nós também vimos vocês — Tatiana disse. — Ficamos lisonjeados. — Vocês são liberais? — Somos. — Nós também. — Então vamos para a praia. Pelados. Suados. E à noite, a gente se encontra na nossa varanda. — Combinado. Na praia, ficamos todos juntos. Carla e Mauro eram mais velhos, mas tinham mais energia que a gente. Correram na areia, entraram no mar, se beijaram na água. O cheiro deles era diferente – mais maduro, mais forte. Carla suava muito, assim como Tatiana. As axilas dela estavam sempre úmidas. — Você cheira bem — Tatiana disse para Carla. — Você também — Carla respondeu. As duas se beijaram. Foi a primeira vez que Tatiana beijou uma mulher na minha frente. Não foi estranho – foi lindo. As duas gordinhas, suadas, peladas, se beijando no mar. — Agora vocês duas — Carla disse, olhando para mim. Tatiana veio até mim. Me beijou. O beijo era bom. A língua dela tinha gosto de mar e de suor. — Gostou? — ela perguntou. — Gostei. Mas sinto falta do Gustavo. — Ele está ali. Beijando o Mauro. Olhei. Gustavo e Mauro estavam se beijando. Os dois homens nus no mar, as mãos nos paus um do outro. — Isso é muito errado — eu disse. — Errado e gostoso — Tatiana respondeu. À noite, voltamos para a casa. Carla e Mauro vieram junto. Na varanda, os seis nus. O cheiro dos nossos corpos preenchia o ar – suor, mar, tesão. — Regras? — Carla perguntou. — Todos comem todos — Tatiana disse. — Ninguém fica de fora. Homens comem mulheres, mulheres comem homens, mulheres comem mulheres, homens comem homens. Tudo é permitido, desde que todo mundo queira. — E se alguém não quiser algo? — Mauro perguntou. — Fala "vermelho" e para. Ninguém falou "vermelho". Carla começou comigo. Ela me deitou no chão da varanda, abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta. A língua dela era experiente – sabia exatamente onde tocar, quando chupar, quando lamber. Eu gemia alto. — Isso, Carla — eu gemia. — Você chupa muito bem. — Anos de prática. Mauro ficou com Tatiana. Ele enfiou o pau grosso na buceta peluda dela – ela gritou de prazer. Ele metia devagar, estocadas profundas, enquanto passava a mão nos seios grandes dela. Gustavo e Rodrigo ficaram juntos. Gustavo virou Rodrigo de bruços, abriu as pernas dele e começou a lamber o cu de Rodrigo. Rodrigo gemia – a primeira vez que era chupado por outro homem. — Porra, Gustavo — ele gemia. — Você lambe melhor que a Tatiana. — Não fala isso — Tatiana disse, sendo comida por Mauro. — É verdade. Depois de um tempo, a cena ficou caótica – no melhor sentido. Mauro me comeu de quatro enquanto eu chupava Carla. Carla estava sentada no meu rosto, a buceta depilada dela na minha boca. Mauro metia em mim com força. Gustavo comeu Tatiana enquanto Rodrigo comia o cu de Gustavo. Tatiana estava de quatro, Gustavo atrás dela, Rodrigo atrás de Gustavo. Era uma corrente de corpos. Carla, ao mesmo tempo, chupava o pau de Rodrigo – ela tinha que se esticar para alcançar, mas conseguiu. A língua dela enrolava na cabeça do pau dele enquanto ele comia o cu de Gustavo. — Isso é uma obra de arte — Tatiana disse. — É um quadro do Bosch — Carla respondeu. — É pornografia pura — eu disse. — É amor — Gustavo completou. Rimos. Depois gozamos. No domingo, fomos embora. Carla e Mauro nos deram tchau na praia. — Voltem quando quiserem — Carla disse. — Vocês vêm para São Paulo? — perguntei. — Podemos ir. Têm uma casa lá também. — Então é combinado. No avião de volta, estávamos exaustos, suados, felizes. — Eu não vou tomar banho hoje — Tatiana disse. — Nenhum de nós vai — eu respondi. — Vamos para o trabalho amanhã fedendo? — Vamos. E ninguém vai saber o que a gente fez. — Só a gente. — Só a gente. E assim, com o cheiro do mar, do suor e do sexo ainda na pele, voltamos para a vida real. Sabendo que na semana seguinte, tudo começaria de novo.
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