A Despedida de Solteira – A Última Noite de Liberdade

Camila ia casar no sábado. Era quinta-feira. Faltavam dois dias para se tornar a esposa de Henrique, o único homem que ela tinha tocado na vida. O único pau que ela tinha visto. O único corpo que ela tinha sentido. E ela estava morrendo de medo. Não do casamento. Não de Henrique. Mas de nunca ter experimentado nada diferente. Nunca ter sentido o que as amigas falavam no café da tarde – aqueles gemidos de filmes pornô, aqueles olhos revirados, aqueles "ele me rasgou todinha".
Fernanda, sua melhor amiga e confidente, conhecia esse medo. Trabalhavam juntas há cinco anos. E Fernanda sabia do segredo de Camila: o tesão escondido por Moisés, o segurança da empresa. Negro, alto, forte, fama de comedor, fama de pau avantajado. Todas as mulheres do escritório já tinham comentado – "aquele homem deve ter um braço entre as pernas". Camila nunca tinha feito nada. Nunca tinha dito nada. Mas Fernanda sabia.
— É agora ou nunca – Fernanda disse, na quarta-feira, véspera da despedida. – Amanhã a gente vai para a boate de strippers. Você vai se soltar. Vai beijar, vai apalpar, vai esfregar. Não vai perder a virgindade do cu? Não. Mas vai perder a vergonha.
— E o Moisés? – Camila perguntou, a voz falhando.
— Deixa o Moisés comigo.
As cinco amigas – Camila, Fernanda, Tatiana, Letícia e Juliana – chegaram na boate "Dark Horse" às 22h. A casa estava cheia. Luzes vermelhas, música eletrônica pulsando, cheiro de perfume barato e tesão acumulado. O palco era redondo, rodeado por cadeiras. Nos fundos, cabines privadas com cortinas de veludo preto.
Camila estava de vestido curto, vermelho, sem calcinha – Fernanda tinha mandado. "Você não vai usar nada por baixo. É a última noite de liberdade. Sua buceta merece respirar."
As outras também estavam produzidas. Tatiana de vestido preto, Letícia de saia jeans e top cropped, Juliana de macacão justo, Fernanda de vestido azul-marinho, decote profundo.
Elas se sentaram na mesa da frente, bem perto do palco. Pediram champanhe. O garçom – um rapaz magro, camisa aberta – serviu as taças. Camila bebeu a primeira de um gole só.
— Calma, noiva – Fernanda riu. – A noite está começando.
O primeiro stripper subiu ao palco. Usava uma máscara de couro, calça jeans rasgada, botas. O torso nu, os músculos definidos, a tatuagem de um dragão no braço direito. Ele dançou no ritmo da música – "Pony", do Ginuwine – e foi tirando a calça devagar. A cueca branca apareceu. O volume marcava. Camila nunca tinha visto um pau tão próximo, mesmo coberto.
— Tira! – as mulheres gritaram.
Ele tirou a cueca. O pau pulou para fora – médio, grosso, a cabeça rosa. Não era enorme, mas para Camila, que só conhecia o pau do Henrique, parecia uma arma.
— Vem aqui, noiva – o stripper disse, apontando para ela.
Camila congelou. Fernanda empurrou. Ela levantou, subiu no palco. O stripper a levantou no colo – as pernas dela abertas, o vestido vermelho subiu. A buceta apareceu (ela estava sem calcinha, lembra?). O stripper olhou. As amigas gritaram.
— Sem calcinha! – Tatiana berrou.
— A noiva está pelada! – Letícia completou.
Camila tentou cobrir, mas o stripper não deixou. Segurou os pulsos dela. Passou a mão na buceta dela.
— Está molhada – ele sussurrou no ouvido.
— É o nervosismo.
— É o tesão.
Ele a beijou. Língua grossa, quente, exploradora. Camila nunca tinha beijado outro homem além do Henrique. O gosto era diferente – tabaco, vinho, desejo. Ela correspondeu. As amigas aplaudiram.
Depois ele desceu, ajoelhou, abriu as pernas dela e enfiou a língua na buceta dela. Só por um segundo. Mas foi o suficiente. Camila gemeu. O som saiu alto, ecoou na boate.
— Isso, noiva! – Fernanda gritou. – Perde a vergonha!
O stripper levantou e se afastou. Camila voltou para a mesa, as pernas trêmulas, a buceta pulsando.
O segundo stripper era loiro, olhos azuis, corpo de nadador. Ele não dançou sozinho. Chamou as cinco amigas para o palco. "Quero ver vocês se masturbando para mim."
Camila hesitou. Fernanda puxou sua mão. "Você vai fazer isso. É despedida de solteira. É a última vez."
As cinco se espalharam pelo palco. Cada uma se masturbou do seu jeito. Tatiana enfiou o dedo na própria buceta, gemendo alto. Letícia esfregou o grelinho com o dedo médio, os olhos fechados. Juliana se ajoelhou e se masturbou de quatro. Fernanda se masturbou olhando para o stripper, sem tirar os olhos dos olhos azuis dele.
Camila, no começo, só passou a mão por cima do vestido. O stripper veio até ela. "Assim não, noiva. Mostra. É a última noite de liberdade."
Ela enfiou a mão por baixo do vestido. O dedo tocou a buceta – estava escorrendo. Ela começou a se masturbar. O dedo entrando e saindo, o grelinho sendo massageado. Ela gozou. A primeira vez na vida gozando na frente de outras pessoas. Na frente de um estranho. Na frente de um stripper.
O stripper gozou também. Gozou no chão do palco. O esperma branco escorreu pelo piso de madeira.
— Alguém limpa – ele disse.
Fernanda se ajoelhou. Lambeu o esperma do chão. Camila arregalou os olhos.
— Você é louca?
— Sou sua melhor amiga. E você vai ser corna amanhã. Deixa eu ser puta hoje.
O terceiro stripper era negro. Alto, forte, cabelo trançado, sorriso fácil. Camila lembrou de Moisés. O corpo parecido. O sorriso parecido. O volume na cueca – enorme.
Ele a chamou para o palco. "Noiva, ajoelha."
Camila ajoelhou. Ele tirou a cueca. O pau pulou para fora. Não era o pau de Moisés – Camila nunca tinha visto o pau de Moisés – mas era o maior que ela já tinha visto. Grosso, comprido, a cabeça roxa, as veias saltadas.
— Chupa – ele disse.
Camila olhou para as amigas. Todas acenaram. Ela abriu a boca, colocou a cabeça para dentro. O gosto de látex (camisinha) e de homem. Ela nunca tinha chupado outro pau além do Henrique. A técnica era amadora. Mas ela colocou vontade. Babou, engoliu fundo, engasgou.
— Isso, noiva – Tatiana gritou. – Chupa o pau do stripper!
— É o pau que você nunca vai chupar depois de casada! – Letícia completou.
Camila chupou até o stripper gozar. Gozou na boca dela. Ela engoliu. O gosto amargo, salgado, quente.
— Essa vai ser a sua última porra de outro homem – Fernanda disse. – Aproveita.
O quarto stripper era moreno, cabelo cacheado, olhos verdes. Ele dançou primeiro para Tatiana. Sentou no colo dela, esfregou a bunda na buceta dela. Tatiana gemia.
Depois foi para Letícia. Abriu as pernas dela, esfregou o pau (mole, ainda) na calcinha dela. Letícia mordeu os lábios.
Depois foi para Juliana. Virou ela de costas, esfregou o pau na fenda da bunda dela. Juliana gozou – gozou na calça.
Depois foi para Fernanda. Fernanda já estava pelada – tinha tirado o vestido. Ele esfregou o pau na buceta dela, sem penetrar. Ela gozou em segundos.
Depois foi para Camila. Ele sentou no colo dela. O pau duro encostou na barriga dela. Ele tirava e encostava, tirava e encostava. Camila colocou a mão. Apertou o pau dele por cima da cueca.
— Você quer? – ele perguntou.
— Quero. Mas não posso.
— Por quê?
— Vou casar.
— O noivo não precisa saber.
— Eu vou saber.
Ele a beijou. A língua dele. As mãos dele nos seios dela. Os dedos dele na buceta dela. Camila gozou de novo.
Depois dos shows, as amigas foram para a cabine privada. Cortina de veludo preto, sofá redondo, luz baixa. Uma mesa de centro com gelo, bebidas, e uma garrafa de vidro vazia.
— Vamos jogar verdade ou desafio – Fernanda disse. – Mas do nosso jeito.
— Como? – Camila perguntou.
— Quem perder tem que fazer o que a roda mandar. E a roda sou eu.
Ela girou a garrafa. O gargalo apontou para Tatiana.
— Verdade ou desafio?
— Desafio.
— Desafio: você vai lamber a buceta da Letícia.
Tatiana ajoelhou na frente de Letícia. Abriu as pernas dela. A buceta lisa, rosada. Tatiana lambeu. Letícia gemeu.
— Isso – Letícia gemia. – Lambe a buceta da sua amiga.
Tatiana lambeu até Letícia gozar.
A garrafa girou de novo. Apontou para Letícia.
— Verdade ou desafio?
— Desafio.
— Desafio: você vai enfiar o dedo no cu da Juliana.
Letícia enfiou o dedo. Juliana gritou.
— Isso, Letícia – Juliana gemia. – Enfia. Enfia tudo.
Letícia enfiou dois dedos. Juliana gozou.
A garrafa girou de novo. Apontou para Juliana.
— Verdade ou desafio?
— Verdade.
— Você já traiu seu namorado?
— Sim. Uma vez. Com o personal trainer da academia.
— O que vocês fizeram?
— Ele me chupou. Eu chupei ele. Não teve penetração. Mas foi gostoso.
— O nome dele?
— Moisés.
Camila arregalou os olhos. O mesmo nome do segurança do trabalho. O mesmo homem que ela tinha tesão. Coincidência? Ela não perguntou.
A garrafa girou de novo. Apontou para Fernanda.
— Verdade ou desafio?
— Desafio.
— Desafio: você vai pagar um boquete na Camila. Com o vibrador.
Fernanda pegou o vibrador da bolsa da Juliana. Passou na boca de Camila primeiro – "lambem, lubrifica" – depois enfiou na buceta dela.
— Isso, Fernanda – Camila gemia. – Me come com esse vibrador.
— É o pau que você não vai ter de outro homem.
— É o pau que eu vou levar para a lua de mel.
Fernanda vibrou até Camila gozar.
A garrafa girou de novo. Apontou para Camila.
— Verdade ou desafio?
— Desafio.
— Desafio: você vai esfregar a sua buceta na buceta da Tatiana.
Camila e Tatiana se sentaram uma de frente para a outra, as pernas abertas, as bucetas se encontrando. Elas se esfregaram. Os grelinhos se tocando. As bocas se beijando. O som molhado, os gemidos baixos.
— Isso, noiva – Tatiana gemia. – Esfrega a sua buceta na minha.
— É o SEU último esfrega com outra mulher.
— É o MEU último.
Elas gozaram juntas.
A garrafa girou. Apontou para Letícia.
— Verdade ou desafio?
— Desafio.
— Desafio: você vai beijar a Camila e a Juliana ao mesmo tempo.
Letícia beijou Camila e Juliana. As três línguas se encontraram. As mãos apalpando os seios. As bocas trocando de lugar.
— Isso – Camila gemia. – Beijo triplo. Nunca fiz isso.
— É a última vez.
— Vai ser a primeira de muitas. Com o Henrique.
— Henrique não beija homem.
— Ele beija eu. Isso basta.
O quinto stripper – aquele que Camila tinha chupado – entrou na cabine sem bater. As amigas gritaram.
— Eu ouvi que tem uma despedida de solteira – ele disse.
— Tem – Fernanda respondeu. – E você vai ser o stripper particular.
Ele tirou a roupa. Ficou nu. O pau duro – o mesmo que Camila tinha chupado.
— Quem vai começar?
— Eu – Tatiana disse.
Ela sentou no colo dele, cavalgou. A buceta dela esfregando no pau dele (com camisinha). O pau não entrou, só esfregou. Tatiana gozou.
Letícia foi a próxima. Ela ajoelhou, chupou o pau dele. (com camisinha). Ele gozou na boca dela. Ela engoliu.
Juliana foi a terceira. Ela deitou de costas, ele esfregou o pau na buceta dela – só na entrada, sem penetrar. Ela gozou.
Fernanda foi a quarta. Ela colocou o pau dele entre os seios. Espremeu. Esfregou. Ele gozou nos seios dela.
Camila foi a última. Ela sentou no colo dele, de costas. O pau esfregou na bunda dela. Ele a abraçou por trás, as mãos nos seios dela, a boca no pescoço dela. Ela gozou.
— Prazer, noiva – ele disse.
— Prazer, stripper.
— Seu noivo é sortudo.
— Ele não sabe que eu sou sortuda.
O sexto stripper era o mais bonito de todos. Parecia ator de cinema. Cabelo preto, olhos verdes, corpo escultural. Ele dançou para Camila – apenas para Camila. As amigas se afastaram.
Ele tirou a calça, depois a cueca. O pau – enorme – balançou. Ele ajoelhou na frente dela, abriu as pernas dela, e lambeu a buceta dela. Sem camisinha. Língua na buceta. Camila gozou em dez segundos.
— Esse é o último oral que você recebe de outro homem – ele disse.
— O último e o melhor.
— Obrigado.
— Obrigada,eu.
Ele se ajoelhou, e ela chupou o pau dele – também sem camisinha. O gosto de pele, de suor, de homem. Ele gozou na boca dela. Ela engoliu.
A boate fechou. Eram 3h da manhã. As amigas estavam bêbadas, excitadas, felizes.
— Eu vou sentir falta de vocês – Camila disse.
— Não vai sentir falta – Fernanda respondeu. – A gente vai se ver todo dia no trabalho.
— É diferente. Agora eu vou ser casada.
— Casada não é morta. Casada pode transar com amiga.
— O Henrique não deixa.
— O Henrique não precisa saber.
As cinco se abraçaram. As cinco se beijaram. Línguas se encontrando, mãos apalpando bundas.
— Vamos para a minha casa – Fernanda disse. – A noite ainda não acabou.
Chegaram na casa da Fernanda às 4h da manhã. As outras três – Tatiana, Letícia, Juliana – foram para o quarto de hóspedes. Fernanda levou Camila para o seu quarto.
— Hoje você vai dormir comigo – ela disse.
— Sempre dormimos juntas.
— Hoje é diferente.
Fernanda fechou a porta. O quarto estava escuro, apenas a luz da lua entrando pela janela. Camila deitou na cama. Fernanda deitou ao lado.
— Você está nervosa?
— Sim. Não sei por quê.
— É o casamento.
— É o Moisés.
Fernanda sentou na cama.
— O que você tem com o Moisés?
— Tesão. Só tesão. Nunca fiz nada.
— Você quer fazer?
— Sim. Mas não posso.
— Você pode. Ele está aqui.
Camila sentou também.
— O quê?
— Moisés está aqui. Na sala. Eu combinei.
— Você combinou?
— É o seu presente de despedida de solteira. Você vai transar com o homem que sempre desejou. Uma última vez antes do casamento.
— E o Henrique?
— O Henrique nunca vai saber.
— E a minha consciência?
— Sua consciência vai agradecer.
Camila ficou em silêncio. O coração batia acelerado. A buceta já estava molhada.
— Ele está pelado?
— Está. Te esperando.
— E as outras?
— As outras estão dormindo. Ou fingindo que estão dormindo.
Camila levantou. Tirou o vestido. Ficou nua. A buceta lisa, os seios médios, os mamilos duros.
— Vai – Fernanda disse. – Vai ser feliz.
Camila saiu do quarto. Andou pelo corredor escuro. Chegou na sala.
Moisés estava sentado no sofá. Pelado. O corpo forte, os músculos definidos, a pele escura brilhando sob a luz da lua. O pau – enorme – estava duro, apontando para cima. Ela nunca tinha visto um pau daquele tamanho. O do Henrique era pequeno. Isso era uma arma.
— Camila – ele disse. – Você é mais bonita do que eu imaginava.
— Você me imaginava?
— Todas as noites. No trabalho. Quando você passava, eu olhava para a sua bunda. Para os seus seios. Para a sua boca. Eu pensava nessa boca.
— Pensava no quê?
— Pensava nela chupando o meu pau.
Camila ajoelhou na frente dele.
— Agora você vai ver.
Camila pegou o pau de Moisés com as duas mãos. Mal conseguia cercar a grossura. A cabeça era roxa, brilhando de pré-gozo. Ela lambeu a cabeça primeiro – a língua fazendo círculos, sentindo o gosto de pele, de suor, de homem.
— Isso, Camila – Moisés gemia. – Lambe a cabeça. Lambe bem.
Ela colocou a boca. A cabeça inteira entrou. Ela chupou, babou, engasgou. O pau era muito grosso para a sua boca pequena.
— Vai devagar – ele disse. – Acostuma.
Ela foi devagar. Enfiou até a metade. Depois um pouco mais. Depois quase tudo. O pau batia no fundo da garganta. Ela engasgava, tirava, respirava, enfiava de novo.
— Isso, Camila – ele gemia. – Você chupa melhor do que eu imaginava.
— Eu nunca chupei outro homem além do meu noivo.
— Mentira.
— Verdade. Você é o segundo.
— E eu sou o maior?
— Muito maior.
Ela chupou até ele gozar. Gozou na boca dela. O esperma quente, grosso, encheu a boca dela. Ela engoliu.
Moisés deitou Camila no sofá. Abriu as pernas dela. A buceta lisa, rosada, molhada – escorrendo. Ele cheirou primeiro. Respirou fundo.
— Que cheiro gostoso – ele disse. – Cheiro de mulher. Cheiro de tesão.
— Cheiro de despedida.
Ele enfiou a língua. A língua grossa, quente, experiente. Percorreu os grandes lábios, o grelinho, a entrada.
— Isso, Moisés – ela gemia. – Lambe a minha buceta. Lambe a buceta que vai casar amanhã.
— Hoje ela é minha.
— Hoje ela é sua.
Ele lambeu até ela gozar. O primeiro orgasmo da noite com ele.
Moisés se posicionou entre as pernas dela. O pau enorme apontado para a buceta pequena.
— Você tem certeza? – ele perguntou.
— Tenho.
— Vai doer.
— Pode doer.
Ele enfiou a cabeça. Camila gritou. Doeu. Doeu gostoso. Era muita grossura. A buceta dela nunca tinha sido esticada daquele jeito.
— Relaxa – ele disse.
— Estou tentando.
— Respira fundo.
Ela respirou. Ele enfiou mais. Uns cinco centímetros. Uns oito. Uns dez.
— Para – ela pediu.
— Doeu?
— Doeu. Mas não para.
Ele enfiou tudo. Os 22 centímetros dentro da buceta dela. A cabeça bateu no fundo. Camila chorou – de dor e prazer.
— Mexe – ela pediu.
Ele começou a meter. Devagar no começo, depois mais rápido. A buceta dela apertava, se contraía, pedia mais.
— Isso, Moisés – ela gemia. – Me come. Me fode. Me rasga todinha.
— Você está gostando?
— Estou. É a melhor dor da minha vida.
Ele gozou dentro dela. Gozou muito. Escorreu pela bunda dela, pelo sofá, pelo chão.
Camila não deixou o pau dele sair. Desceu a boca. Chupou o pau dele – sujo de porra e da buceta dela.
— Você é nojenta – ele disse.
— Você me ensinou.
— Ensinei nada. Você já era.
Ela chupou até ele ficar duro de novo.
Moisés virou Camila de quatro. A bunda empinada, a buceta escancarada, o cu piscando.
— Hoje você vai perder os dois? – ele perguntou.
— Hoje eu vou perder todos.
Ele enfiou o pau na buceta primeiro. Meteu fundo, forte. Ela gemia.
Depois enfiou o pau no cu. Camila gritou.
— Isso, Moisés – ela gritava. – Come o meu cu. Ninguém nunca comeu o meu cu.
— Agora eu sou o primeiro.
— O primeiro e o único.
Ele meteu até gozar dentro do cu dela.
Moisés deitou Camila de lado. Abriu a perna de cima dele. Enfiou o pau na buceta.
— Assim – ele disse. – Dá para ver a sua cara.
— O que você vê?
— Vejo uma mulher feliz.
— Vejo uma mulher sendo comida.
Ele metia devagar, olhando nos olhos dela. Ela gozou.
Moisés deitou Camila de costas. Enfiou o pau na buceta. A mesma posição que ela fazia com o Henrique. Mas o pau era muito maior. O ritmo era muito mais forte. Ela não precisava fingir prazer. O prazer era real.
— Beija – ela pediu.
Ele beijou. A língua grossa, quente. Ele a beijava enquanto metia.
— Isso – ela gemia. – Me come e me beija. Me fode e me ama.
— Eu não te amo. Eu te fodo.
— É a mesma coisa.
Camila sentou no pau de Moisés. Cavalgou. As mãos nos ombros dele. Os seios balançando. Ela nunca tinha feito isso com Henrique – tinha vergonha. Com Moisés, não sentia vergonha. Sentia liberdade.
— Isso, Camila – ele gemia. – Cavalga. Cavalga no meu pau.
— Eu sou a sua amazona.
— A amazona de pau duro.
Ela cavalgou até gozar. Ele gozou dentro dela.
Camila e Moisés se deitaram um de frente para o outro, mas de ponta cabeça. A boca dela no pau dele. A boca dele na buceta dela.
— Isso – ela gemia, com a boca cheia. – Chupa a minha buceta. Lambe o meu grelinho.
— Chupa o meu pau. Lambe a minha cabeça.
Eles chuparam até gozar juntos.
Cena 10 – O fim da noite
Depois de horas transando, Moisés gozou pela última vez dentro de Camila. Ela gozou junto. Os dois caíram no sofá, exaustos, suados, felizes.
— Foi bom? – ele perguntou.
— Foi o melhor sexo da minha vida.
— Vai sentir falta?
— Vou. Do pau. Do cheiro. Do gemido.
— Do gemido?
— Do seu gemido. Parece animal.
— Sou animal. Sou o animal que comeu a noiva.
— Sou a noiva que foi comida pelo animal.
Eles riram. Moisés levantou. Vestiu a roupa.
— Preciso ir.
— Já?
— Já. O sol vai nascer. Você vai casar.
— Vou.
— Boa sorte.
— Obrigada.
Ele beijou a testa dela. Saiu pela porta dos fundos.
Camila ficou sozinha na sala. O cheiro de sexo no ar. A buceta doendo. O cu ardendo. A alma leve.
Fernanda saiu do quarto.
— Foi?
— Foi.
— Gostou?
— Amei.
— Vai contar para o Henrique?
— Nunca.
— Vai sonhar com o Moisés?
— Todas as noites.
— Boa. Agora vamos dormir. Amanhã você casa.
Camila deitou na cama de Fernanda. Dormiu como uma pedra. Sonhou com paus enormes, bucetas escancaradas, e um noivo que nunca saberia de nada.
No dia seguinte, no altar, Henrique olhou nos olhos de Camila.
— Você está diferente – ele disse.
— Diferente como?
— Mais solta. Mais feliz.
— É nervosismo do casamento.
— É amor?
— É amor. E saudade.
— Saudade de quê?
— Saudade de você. Mesmo você estando aqui.
Henrique sorriu. Camila sorriu. O padre declarou os dois casados.
Na festa, Moisés estava no fundo do salão, de terno preto, olhando para ela. Camila olhou de volta. Os olhos se encontraram. Ele levantou a taça. Ela levantou a taça. Nenhum dos dois bebeu. Os dois pensaram na mesma coisa: na noite anterior.
E ela levou para a lua de mel o segredo mais gostoso da sua vida.
Foto 1 do Conto erotico: A Despedida de Solteira – A Última Noite de Liberdade

Foto 2 do Conto erotico: A Despedida de Solteira – A Última Noite de Liberdade

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Ficha do conto

Foto Perfil casalbisexpa
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Nome do conto:
A Despedida de Solteira – A Última Noite de Liberdade

Codigo do conto:
261146

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
04/05/2026

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