Conheci Yasmin (um trans linda e deliciosa) no Instagram por acaso. Ela seguia uma amiga minha, eu segui de volta. Começamos a trocar likes, depois mensagens, depois áudios. A voz dela era grossa mas doce — uma mistura que mexia comigo de um jeito que eu não sabia explicar. Uma semana depois, ela mandou o primeiro nude: deitada de lado na cama, a mão cobrindo os seios, o pau duro encostado na coxa. Eu estava no trabalho quando vi. Fechei a porta do meu escritório e me masturbei em dois minutos. Mostrei pro meu marido no mesmo dia. — Olha isso — falei, entregando o celular. Ele ficou em silêncio por uns dez segundos. O pau dele já estava duro só de ver a foto. — Meu Deus — ele sussurrou. — Que pau… — Você quer? — Você pergunta? Começamos a trocar nudes com Yasmin diariamente. Ela mandava vídeos se masturbando, gemendo meu nome. Eu mandava vídeos chupando meu consolo de 20 cm olhando para a câmera. Meu marido mandava vídeos enfiando o dedo no próprio cu enquanto me comia. Yasmin adorava. — Vocês dois são meus porquinhos — ela dizia nos áudios. — Um dia vou comer vocês até não aguentarem mais. Nós implorávamos. Enquanto não rolava o encontro real, a gente simulava. Toda noite, depois do jantar, eu e ele trancávamos a porta do quarto e ligávamos as velas. Eu pegava o consolo preto de 22 cm — o mais parecido com o pau de Yasmin pelas fotos — e fixava na base de sucção na parede do box do banheiro. Ele ficava de quatro no chão do banheiro, a bunda empinada. Eu ficava atrás dele, segurando o consolo. — Hoje eu sou a Yasmin — eu dizia, com a voz mais grave que conseguia. — Sim, Yasmin — ele respondia, já ofegante. Eu enfiava o consolo no cu delel. Devagar. Ele gemia baixo, mordendo o braço para não fazer barulho. Depois de alguns minutos, eu tirava o consolo do cu dele e enfiava na minha buceta — primeiro a ponta, depois tudo. — Eu quero você nos dois ao mesmo tempo — pedia ele. Eu ligava o segundo consolo (um de 18 cm) e enfiava no cu dele enquanto o outro continuava na minha buceta. Nós dois gemendo juntos, o banheiro cheirando a sexo. — Diz que é a Yasmin — eu pedia. — É a Yasmin — ele gemia. — Yasmin, me come. Yasmin, me fode. Eu gozava só de ouvir isso. Depois, eu deitava de costas na cama e pedia para ele fazer inversão. Ele vestia o cinto de couro com o consolo de 22 cm e me comia enquanto eu chamava ele de Yasmin. — Yasmin, seu pau é tão grosso… — Yasmin, me enche de porra… — Yasmin, eu sou sua putinha… Ele gozava antes de mim, sempre. Mas continuava metendo até eu gozar também. Passamos três semanas assim. Até que Yasmin mandou uma mensagem: — Estou indo para a cidade de vocês na sexta. Aluguei um Airbnb. Venham os dois. Usem roupas confortáveis. Não usem nada por baixo. O Airbnb era uma cobertura com vista para o mar. Yasmin abriu a porta usando apenas uma camisa branca transparente — sem sutiã, os mamilos marcando o tecido — e uma calcinha fio dental preta que mal cobria o pau. O pau dela já estava meia-bomba. Dava para ver o volume, a curva, a veia grossa que subia pela lateral. — Entrem — ela disse, com a voz que eu já conhecia dos áudios, mas ao vivo era ainda mais quente. — Estão nervosos? — Muito — respondemos os dois juntos. Ela riu. Mandou a gente sentar no sofá. — Regras: só falam quando eu deixar. Só se mexem quando eu mandar. Se alguém gozar antes da minha permissão, vai ser punido. Eu senti minha buceta molhar na hora. Yasmin mandou ele sentar numa cadeira e assistir. Ela me deitou no tapete da sala, abriu minhas pernas e tirou minha calcinha de renda. — Você já está ensopada — ela disse, passando o dedo na minha buceta e levando à boca. — E gostosa. Ela desceu a boca na minha buceta como se fosse a última refeição dela. A língua de Yasmin era grossa e quente, e ela sabia exatamente onde tocar: o grelinho primeiro, com pressão suave; depois os grandes lábios, sugando; depois o ânus, com a ponta da língua. — Porra, Yasmin… — eu geme. — Silêncio — ela ordenou, sem tirar a boca de mim. Ela enfiou dois dedos na minha buceta enquanto chupava meu grelinho. Eu estava tão molhada que os dedos entraram como faca na manteiga. Ela curvou os dedos para cima, achou meu ponto G, e massageou enquanto a língua não parava. Eu quase gozei. Mordi meu lábio para não pedir permissão. — Pode gozar — ela disse, depois de cinco minutos de tortura. — Goza na minha cara. Eu gozei tão forte que meu corpo inteiro arqueou. Yasmin lambeu tudo que escorreu, sem desperdiçar uma gota. — Agora você — Yasmin disse, apontando para ele — Ajoelha. Se ajoelhou na frente dela. Yasmin tirou a calcinha devagar, o pau dela pulando para fora, já totalmente duro. 22 centímetros. Grossos. A cabeça roxa e brilhante de pré-gozo. — Chupa — ordenou. Nunca tinha chupado um pau de verdade. Só consolos. Mas ele abriu a boca e colocou a cabeça do pau de Yasmin para dentro, devagar, com medo de engasgar. — Mais fundo — ela mandou, segurando a cabeça dele. Desceu até a metade. Engasgou. Tirou. Voltou a descer. Aos poucos, foi pegando o ritmo. Yasmin gemia baixo, os olhos semicerrados. — Você chupa melhor do que muita mulher — ela elogiou. — Mas ainda pode melhorar. Ela segurou a cabeça dele com as duas mãos e começou a foder a boca dele. Enfiava o pau até o fundo da garganta, tirava, enfiava de novo. Ele estava com os olhos marejados, mas não parou. Não pediu para parar. — Assim — Yasmin gemia. — Engole tudo, seu viadinho. Gemeu com o pau na boca. Eu assistia de joelhos no tapete, a mão na minha buceta, me masturbando sem permissão. — Eu vi você, Clara — Yasmin disse, sem parar de foder a boca delel. — Vai ser punida depois. Yasmin mandou ele ficar de quatro na cama. Ela passou lubrificante no pau dela e no cu dele, massageando com os dedos primeiro — um, depois dois, depois três. — Você está muito apertado — ela disse. — Relaxa. Yasmin enfiou a cabeça do pau. ele gritou — não de dor, mas de susto. Era muito mais grosso que qualquer consolo que ele tinha usado. — Respira — mandou Yasmin. Respirou fundo. Ela enfiou mais um centímetro. Depois outro. Depois o pau inteiro entrou. — Porra, Yasmin — ele gemeu, a voz falhando. — Você vai me partir no meio. — Essa é a ideia. Ela começou a meter. Devagar no começo, estocadas curtas. Depois mais rápido. O som era obsceno: o pau dela entrando e saindo do cu delel, o lubrificante fazendo ploc-ploc-ploc a cada estocada. Gemia como eu nunca tinha ouvido. Gemidos de quem está sendo dominado completamente. Eu estava tão excitada que meu clitóris pulsava sozinho. — Eu, ajoelhei na frente do meu marido ordenado por Yasmin, sem parar de comer ele. Eu obedeci. Fiquei de joelhos na frente delel, minha buceta na altura do rosto dele. — Enfia a língua nela enquanto eu te como — mandou Yasmin. Rafael lambeu minha buceta com fome, enquanto era fodido por trás. Eu segurei na cabeça dele, puxei seus cabelos, esfreguei minha buceta no rosto dele. — Assim, amor — eu gemia. — Lambe tudo. Yasmin acelerou as estocadas. Ele quase não conseguia me chupar de tanto gemer. — Vou gozar — avisou Yasmin. — Querem dentro? — Sim — respondemos os dois ao mesmo tempo. Yasmin gozou dentro do cu delel. Jorros grossos e quentes, tanto que escorreu pelas coxas dele. Rafael sentiu o líquido escorrendo dentro dele e gozou na minha buceta — sem nem encostar, só de ser fodido. Eu, ao sentir o esperma dele escorrendo pela minha buceta, gozei também. Gozei tão forte que meus joelhos fraquejaram e caí para o lado. Yasmin tirou o pau devagar do cu delel. Uma poça de esperma escorreu imediatamente. — Isso foi só o começo — ela disse, limpando o pau na camisa. — Amanhã eu volto. E vou trazer amigas. No sábado seguinte, Yasmin mandou um endereço diferente. Uma chácara nos arredores da cidade. — Venham às 20h. Estejam nus quando chegarem. Chegamos. A chácara tinha piscina aquecida, sauna, e uma sala imensa com colchões no chão. Yasmin não estava sozinha. As outras mulheres transexuais: Lorena (27 anos) – 1,80m de altura, pernas longas, cabelo preto liso até a cintura. Seios pequenos, bunda gigante. Pau de 24 cm, muito grosso, veias saltadas. Era o maior que eu já vi pessoalmente. Kamila (23 anos) – a mais nova. Corpo mais delicado, cintura fina, rosto de boneca. Pau de 20 cm, fino e comprido, levemente curvado para a esquerda. Pele macia, cheiro de coco. Fabiana (29 anos) – a mais velha e mais experiente. Loira, olhos verdes, tatuagens pelo corpo. Pau de 21 cm, reto, cabeça enorme. Ela usava um anel peniano de prata que deixava o pau ainda mais duro. Yasmin apresentou: — Essas são minhas amigas. Elas ouviram falar de vocês dois. Queriam conhecer. Eu e meu marido nos olhamos. Estávamos nus, como combinado. Nossos corpos já reagindo. — Vocês vão dar conta? — perguntou Lorena, rindo. — Vamos tentar — respondi. Ela riu. — Não é tentar. É fazer. Yasmin mandou ele ficar de quatro no colchão. Ela posicionou atrás dele, passou lubrificante no pau e enfiou sem aviso. Ele gemeu — já estava mais acostumado, mas o pau de Yasmin ainda doía (doía gostoso). Enquanto isso, eu fiquei de joelhos no meio do círculo das três trans. — Quem quer ser chupada primeiro? — perguntei. — Eu — disse Lorena, empurrando minha cabeça para o pau dela. Eu abri a boca e coloquei a cabeça do pau de Lorena para dentro. 24 centímetros. Minha boca mal cabia a cabeça. Eu chupei devagar, babando muito, usando as mãos para masturbar o resto que não cabia. — Assim, sua putinha — Lorena gemia. — Chupa tudo. Enquanto isso, Kamila se ajoelhou atrás de mim, abriu minha buceta com os dedos e começou a chupar por trás. Eu gemia com o pau de Lorena na boca. Fabiana se ajoelhou na minha frente, esfregou o pau dela no meu rosto e disse: — Agora você me chupa enquanto chupa ela. Eu tentei. Coloquei o pau de Lorena e de Fabiana na boca ao mesmo tempo. Não cabia. Eu alternava: duas chupadas em Lorena, duas em Fabiana, enquanto Kamila não parava de chupar minha buceta. Meu marido, do outro lado da sala, estava sendo fodido por Yasmin e agora também por Kamila (que tinha saído de trás de mim e ido para ele). Yasmin fodia o cu dele, Kamila enfiava o pau na boca dele. Rafael estava sendo duplamente penetrado — boca e cu. — Agora é sua vez, Clara — disse Fabiana, me puxando pelo cabelo. — Deita de costas. Eu deitei. Fabiana veio para a minha buceta. Lorena veio para o meu cu. As duas se posicionaram, passaram lubrificante, e enfiaram ao mesmo tempo. — Porra! — eu gritei. — Não vão devagar não? — Não — responderam as duas juntas. Fabiana enfiou o pau de 21 cm na minha buceta. Lorena enfiou o de 24 cm no meu cu. Eu me senti completamente preenchida — como se não houvesse espaço para mais nada dentro de mim. Elas começaram a meter em ritmos diferentes. Fabiana metia rápido, estocadas curtas. Lorena metia devagar, estocadas profundas que chegavam até o fundo do meu intestino. Eu estava sendo fodida em dois buracos ao mesmo tempo por dois paus enormes. — Não vou aguentar — eu gemia. — Vou gozar. — Ainda não — ordenou Fabiana. Mas Lorena não obedeceu. Ela acelerou as estocadas no meu cu. Eu senti meu ânus se contraindo em volta do pau dela, e isso fez minha buceta contrair em volta do pau de Fabiana. — Vou gozar, não dá mais — eu avisei. — Goza — disse Fabiana, finalmente. Eu gozei. Um orgasmo que durou uns quinze segundos, meu corpo inteiro tremendo, os olhos revirados. Fabiana e Lorena gozaram dentro de mim ao mesmo tempo — eu senti o esperma quente de Lorena escorrendo pelo meu cu e o de Fabiana escorrendo pela minha buceta. — Agora o no corno — disse Yasmin, que tinha parado de comer ele. — Quero ver ele sendo fodido pelas quatro. Ele ficou de quatro. Yasmin se posicionou atrás dele (cu). Kamila se deitou embaixo dele (boca). Lorena ficou na frente (boca também). Fabiana ficou ao lado (mãos). — Ao mesmo tempo? — perguntou para ele já ofegante. — Ao mesmo tempo — respondeu Yasmin. Yasmin enfiou no cu dele. Kamila enfiou na boca. Lorena esfregou o pau na cara enquanto ele já estava com a boca cheia. Fabiana masturbou ele com as mãos. Ele estava recebendo estímulo em quatro pontos: cu (Yasmin), boca (Kamila), rosto (Lorena), pau (Fabiana). Ele durou menos de dois minutos. — Vou gozar, vou gozar, vou gozar — ele repetia, com a boca cheia. — Pode — disse Yasmin. Gozou na mão de Fabiana. Ao mesmo tempo, Yasmin gozou dentro do cu dele. Kamila gozou na boca dele (ele engoliu). Lorena esfregou o pau na cara dele e gozou no seu rosto. Fcou coberto de esperma: no rosto, na boca, no cu, nas mãos. — Eu não vou conseguir andar amanhã — ele disse, rindo fraco. — Quem disse que amanhã você vai andar? — respondeu Lorena. Depois de quase duas horas de orgia, as quatro trans se sentaram nos sofás para assistir. Yasmin acendeu um cigarro. Lorena abriu uma cerveja. — Agora queremos ver vocês dois — disse Fabiana. — Transem como se a gente não estivesse aqui. Eu e ele nos olhamos. Estávamos exaustos, mas ainda com tesão. Ele me deitou no colchão, abriu minhas pernas e enfiou o pau na minha buceta. Pela primeira vez na noite, era só nós dois. Sem paus enormes, sem duplas penetrações, sem regras. — Eu te amo — ele sussurrou, enquanto metia devagar. — Eu também te amo — eu respondi. Mas a gente sabia que os olhos das quatro trans estavam em nós. Isso nos excitava ainda mais. Ele acelerou. Eu gemia alto, de propósito, para elas ouvirem. — Goza dentro de mim — pedi. Ele gozou. Eu senti cada jorro. E gozei junto, apertando o pau dele com minha buceta. As quatro aplaudiram. — Lindos — disse Kamila. — Aluguel — completou Lorena, rindo. Dormimos todos juntos nos colchões da sala. Eu e ele no meio, abraçados. Yasmin de um lado, Lorena do outro. Kamila e Fabiana aos pés. No dia seguinte, acordamos com o cheiro de café que Yasmin preparou. — Vocês dois são meus favoritos — ela disse, entregando uma caneca. — Podem voltar quando quiserem. — Podemos trazer mais alguém? — perguntei. — Podem. Desde que seja tão gostoso quanto vocês. No carro, voltando para casa, ele estava em silêncio. — Você está bem? — perguntei. — Estou pensando — ele respondeu. — Quantos consolos a gente vai ter que comprar para simular essa noite? Eu ri. — Nenhum. A gente volta lá mês que vem. Ele sorriu. — Combinado.
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