O Mês do Corno – Humilhações sem Limites

Sou Ricardo (52 anos). Casado com Lúcia há 22 anos. Executivo. Pau pequeno (11 cm). Sempre teve fetiches ocultos: ser corno manso, humilhado, submisso, ser comido por homens. Lúcia (50 anos) – minha esposa. Dona de uma pequena confecção. Corpo de mulher madura – seios grandes e caídos, bunda larga, buceta depilada (por insistência minha), pelos grisalhos na virilha. Adora dominar, descobrir isso depois.
Nos casamos jovens. Eu tinha 21, ela 19.
Na lua de mel, em uma pousada em Gramado, a primeira noite foi estranha.
Ela quis fazer 69. Eu quis fazer papai e mamãe. Ela disse que 69 era mais íntimo. Eu aceitei.
Ela deitou de costas. Eu deit ei de bruços em cima dela. Minha boca na buceta dela. A boca dela no meu pau.
Ela não chupou meu pau. Ela lambeu meu saco.
— Por que você não chupa meu pau? — perguntei.
— Porque seu pau é pequeno. Não me dá tesão. Seu saco é grande. As bolas são grossas. Eu gosto de lamber elas.
Meu pau é pequeno. 11 cm duro. Sempre foi. Eu sempre tive vergonha. Mas naquele momento, a vergonha virou tesão.
Ela enfiou um dedo no meu cu.
— Você gosta, não gosta? — ela perguntou.
— Gosto.
— Eu sei. Por isso que casei com você.
Ela enfiou dois dedos. Eu gozei em 20 segundos. Ela não gozou. Ela só lambeu o meu saco e enfiou os dedos no meu cu até eu gozar.
Foi o sexo mais rápido da minha vida. E o mais prazeroso.
Comprei um consolo rosa de 15 cm numa sex shop escondida. Mostrei para ela.
— Para que isso? — ela perguntou.
— Para você enfiar em mim.
Ela enfiou. Só a cabeça. Eu gozei.
— Você goza muito rápido com isso — ela disse.
— Sei. Por isso que eu gosto.
— Você quer que eu enfie mais fundo?
— Quero.
Ela enfiou tudo. Os 15 cm dentro do meu cu. Doeu. Doeu gostoso.
— Você quer que eu meta?
— Quero.
Ela meteu. Devagar. Eu gemia.
— Você parece uma mulher gemendo.
— Sei.
— Você queria ser mulher?
— Não. Queria ser seu corno.
— O que é corno?
— É o que gosta que a mulher dê para outro.
— Você gostaria que eu desse para outro?
Silêncio.
— Não sei.
— Você gostaria de ser comido por outro homem?
Silêncio maior.
— Talvez.
Ela tirou o consolo.
— Vamos dormir.
Nunca mais falamos sobre isso. Até 20 anos depois.
Com a chegada da internet eu comecei a ler contos eróticos sempre escondido. Sempre no computador, nunca no celular.
Os contos eram sempre sobre corno. Corno manso. Corno submisso. Corno que lambia o comedor. Corno que dava o cu para o comedor. Corno que limpava a buceta gozada da esposa com a língua.
Eu me masturbava lendo. Sempre pensando que o consolo rosa era um pau de verdade (apesar dela usar muito pouco, nunca gostava de brincar com ele em mim). Sempre imaginando a Lúcia com outro homem. Sempre imaginando eu de joelhos, lambendo os dois.
Um dia, ela me pegou.
— O que você está fazendo? — ela perguntou.
Fechei a tela rápido demais.
— Nada.
— Você estava se masturbando.
— Estava.
— O que você estava vendo?
— Pornô.
— Que pornô?
— Normal.
Ela acreditou. Ou fingiu que acreditou.
Lúcia começou a deixar a calcinha usada no banheiro. De propósito? Eu não sei. Mas eu cheirava. Toda semana.
A calcinha de algodão branca, com a mancha amarela de xixi e corrimento. O cheiro forte, ácido, íntimo. Eu cheirava e me masturbava.
Um dia, ela perguntou:
— Você está cheirando a minha calcinha de novo?
Fiquei vermelho.
— Eu vejo você. Desde o primeiro ano de casamento. Você cheira a minha calcinha e goza em 30 segundos.
— Por que você nunca falou nada?
— Porque eu gosto de ver você com vergonha.
Ela sentou na cama.
— Tira a calcinha da sua cara e vem aqui.
Fui. Ela levantou o braço.
— Cheira a minha axila.
Cheirei. O cheiro de suor do dia inteiro. Meu pau endureceu.
— Gosta?
— Gosto.
— Lambe.
Lambi. O gosto salgado. Ela gemeu baixo.
— Agora enfia o dedo no meu cu.
Enfiei. Ela estava quente por dentro.
— Agora lambe o dedo.
Lambi. O gosto salgado do cu dela.
— Agora enfia o dedo no seu cu.
Enfiei. Meu cu se contraiu em volta do meu próprio dedo.
— Agora lambe o dedo de novo.
Lambi. O gosto do meu próprio cu.
— Você é um viado, Ricardo.
— Sou.
— Eu casei com um viado.
— Casou.
— E não me arrependo.
Ela me beijou. Pela primeira vez em 12 anos de casamento, ela chupou meu pau. Só a cabeça. Mas chupou.
— Você gosta de ser tratado assim? — ela perguntou.
— Gosto.
— Então da próxima vez, me conta. Não esconde.
— Combinado.
Mas eu continuei escondendo. Por mais 10 anos.
Lúcia nunca gozava com penetração. Ela gozava com o meu dedo ou lingua no grelinho dela. Raramente com o vibrador.
Um dia, ela gozou sentada no meu rosto. A buceta dela na minha boca.
— Por que você gozou assim? — perguntei.
— Porque eu imaginei que você era uma mulher.
— Uma mulher?
— Uma mulher linda. Cabelos longos. Peitos grandes. Que nem eu. Só que mais nova.
— E você?
— Eu era um homem. Pau grande. Te comendo.
— Você quer me comer?
— Quero. Mas quero que você seja mulher primeiro.
Nunca realizei essa fantasia. Ela nunca mais pediu. Mas eu pensei nela muitas vezes, de madrugada, quando me masturbava escondido.
Foi a nossa primeira inversão com muito tesão e deseja, eu esperava muito por isso.
Em outro momento de nosso casamento fizemos um cruzeiro. Lúcia usou um biquíni fio dental pela primeira vez. A bunda dela estava enorme, redonda, bronzeada.
Um homem moreno, de uns 40 anos, olhou para a bunda dela. Ela viu.
— Ele está me olhando — ela disse.
— Está.
— Você está com ciúmes?
— Estou. Mas estou com tesão também.
— Por quê?
— Porque eu quero que ele te coma.
Ela ficou em silêncio.
— Você fala sério?
— Falo.
Ela não respondeu. Mas naquela noite, ela me comeu com o consolo rosa. Enfiou tudo. Meteu forte.
— Eu sou o homem do navio? — ela perguntou, ofegante.
— Você é.
— Eu vou te comer igual ele comeria a sua esposa.
Ela meteu com mais força. Eu gozei. Ela não.
Mas algo mudou.
Nos flashbacks, eu omiti uma coisa.
Quando eu cheirava a calcinha dela, eu não imaginava só o comedor. Eu imaginava o cheiro dela depois do sexo. O cheiro da buceta dela com a porra de outro homem. O cheiro do gozo seco na calcinha. O cheiro do suor e do sexo misturados.
Eu queria lamber essa calcinha. Queria sentir o gosto do comedor na minha língua. Queria lamber o pau dele depois de ele comer minha esposa.
Nunca contei para ela.
Ela nunca perguntou.
Até que um dia, como quem testava um limite, ela jogou a calcinha suja na minha cara.
— Cheira, corno.
Cheirei. Meu pau doeu de tão duro.
Depois de mais de 20 anos de casados e com dois filhos, nossa transa passou a ser uma vez por semana. Depois dos 45, uma vez por mês.
E sempre do mesmo jeito: 69 – ela deitava de costas, eu deitava de bruços em cima dela. Minha boca na buceta dela. A boca dela no meu pau.
Ela não chupava meu pau. Ela lambia meu saco. Ela não deixava eu lamber o cu dela – só a buceta.
Ela enfiava um dedo no meu cu. Às vezes dois. Eu gemia.
Ela pegava o consolo de 15 cm – o vibrador rosa claro – e enfiava na minha bunda. Só a cabeça. Eu gozava em 30 segundos.
Depois, ela se masturbava (ou não) enquanto eu me limpava. Ela gozava uma vez por mês. Eu sempre gozava.
O que ela não sabia é que, na minha cabeça, enquanto ela enfiava o dedo e o consolo em mim, eu fantasiava.
Eu imaginava que o consolo não era de borracha. Era o pau de um comedor. Um homem mais novo, mais forte, pau enorme. Ele tinha acabado de comer a Lúcia – a buceta dela escorrendo a porra dele – e agora vinha comer meu cu.
Eu imaginava a voz dele: "Ajoelha, corno. Lambe o meu pau. Quero sentir a sua língua no gosto da sua esposa."
E eu imaginava eu mesmo ali, de joelhos, chupando o pau de borracha como se fosse um pau de verdade. E a Lúcia olhando, rindo, me humilhando:
"Olha como ele chupa, amor. Ele chupa melhor que eu. Ele nasceu para chupar pau."
Nunca contei nada disso para ela. Por 20 anos.
Aos 50 anos, Lúcia decidiu que queria aprender a usar o computador direito. "Para mexer nas redes sociais da confecção", ela disse.
Eu emprestei meu notebook.
Ela encontrou o histórico.
Sites de contos eróticos: corno manso, corno submisso, corno lambendo o comedor, corno dando o cu para o amante da esposa.
Fotos e vídeos: homens sendo humilhados por suas mulheres, homens sendo comidos por outros homens, homens limpando a buceta gozada da esposa com a língua depois do amante gozar dentro.
Pesquisas: "como pedir para sua esposa te humilhar", "como contar que você quer ser corno", "corno bi submisso."
Na sexta-feira, ela me chamou na sala.
O notebook estava aberto. A tela mostrava um vídeo pornô: uma mulher sentada no rosto de um homem enquanto outro homem comia o cu dele.
— Ricardo, senta aqui.
Sentei.
— O que é isso?
— O quê?
— O histórico. Os contos. Os vídeos. As pesquisas.
Silêncio.
— Você quer ser corno?
— Não...
— Não minta para mim. Estamos casados há 22 anos. Eu sei quando você mente. Você fica com a orelha vermelha.
Passei a mão na orelha. Estava quente.
— Eu... tenho vontade.
— Vontade de quê?
— De te ver com outro homem.
— Com outro homem? Mais novo? Pau maior?
— Sim. Mais forte. Que te coma de um jeito que eu nunca consegui.
— E você? Onde você fica?
— Eu fico de joelhos. Lambendo vocês dois. E depois... ele me come.
— Ele come o seu cu?
— Sim.
— E você lambe o pau dele?
— Sim.
— E você gosta de pensar nisso?
— Morro de tesão. Só de falar, meu pau já está pingando.
Ela olhou para a minha calça. A mancha de pré-gozo já tinha encharcado o tecido.
Ela ficou em silêncio por um longo minuto.
— Por que você nunca me contou?
— Vergonha. De você me achar menos homem. Viado. Nojento.
— Você é um pouco viado. E um pouco nojento. Mas eu casei com você. Não com a sua hombridade. Casei com o seu coração. O seu coração é de um homem que me ama. Mesmo que ele queira ser comido por outro homem.
— Você não está brava?
— Estou chateada. Chateada por você ter escondido isso por 20 anos. Poderíamos estar fazendo isso há 20 anos.
— Você faria?
— Faz tempo que eu sinto falta de um pau de verdade. O seu pau não dá mais conta. Eu quero sentir dor de novo. Quero sentir um pau grosso rasgando a minha buceta. Você nunca conseguiu me fazer sentir dor. Só prazer. E prazer é bom. Mas dor é melhor.
Ela levantou o vestido. A buceta dela já estava molhada – não de tesão por mim, mas de tesão pela ideia.
— Olha o que você fez – ela disse, passando o dedo na própria entrada e mostrando o líquido claro. – Eu estou molhada pensando em outro homem. Você gosta de ver isso?
— Gosto.
— Então olha bem. Porque vai ser a última vez que você me vê molhada por você. Daqui para frente, eu vou molhar para os outros. E você vai lamber.
Ela enfiou o dedo melado na minha boca.
— Chupa. Sente o gosto do meu tesão por outros homens.
Chupei. O gosto era doce, levemente ácido. Meu pau doía.
— Então vamos começar. Vamos fantasiar primeiro. A gente vai usar o consolo. Você vai fingir que ele é um comedor. E eu vou te humilhar.
— E depois?
— Depois a gente vai para a vida real. Vou arrumar um homem de verdade. Bem dotado. E você vai me ver sendo comida. E depois você vai ser comido.
— E depois?
— Depois você vai lamber a buceta gozada. E o cu gozado. E vai agradecer. E no dia seguinte eu vou arrumar outro. E outro. E outro. Até você pedir para parar.
— Eu não vou pedir para parar.
— Eu sei. Por isso que eu casei com você.
Ela estabeleceu uma regra: toda noite, antes de dormir, a gente ia fantasiar. Nós dois. Em voz alta. Ela descrevia o comedor. Eu descrevia o que eu faria. O consolo de 15 cm seria o pau do comedor.
Cenário 1 – O Negão da Academia
— O nome dele é Alexandro. 25 anos. Personal trainer. Negro, 1,90m. Pau de 23 cm, grosso, veias saltadas.
— Ele está na nossa casa. Você abriu a porta de vestido curto, sem calcinha.
— Ele te beija. Língua grossa. Você gemia.
— Eu estou onde?
— Você está de joelhos atrás de mim, lambendo meu cu, querendo ser o próximo.
— Ele fala: "Seu marido é corno manso, Lúcia?"
— Você responde: "Ele vai lamber o seu pau. Vai engolir a sua porra. Vai dar o cu para você."
— Ele fala: "Então me come, corno. Lambe o meu cu enquanto sua esposa me chupa."
— Você vira ele de bruços. Enfia a língua no cu dele. Eu chupo o pau dele.
— Depois ele te come. Enfia o pau no seu cu. Você goza. Ele goza dentro de você.
— E eu limpo o pau dele com a boca depois. E lamber o seu cu gozado.
— E chupa o meu dedo depois de enfiar no seu cu.
Lúcia gemia enquanto eu falava. A mão dela já estava na própria buceta.
— Isso, corno – ela disse, ofegante. – Você vai ser minha puta. A puta do corno.
Cenário 2 – O Amigo do Trabalho
— Cauê. 30 anos. Seu colega. Pau médio (18 cm), muito grosso, cabeça enorme.
— Você reencontra ele no happy hour. Vocês se beijam no carro. Ele enfia dois dedos em você. Você goza.
— Depois traz ele para casa. Eu estou de joelhos no tapete, pelado, de pau duro.
— Cauê diz: "É esse o corno? Parece um viadinho."
— Você diz: "Ele é. Adora ser humilhado."
— Cauê me vira de quatro e enfia o pau grosso no meu cu. Eu grito. Ele ri.
— Você senta no rosto dele enquanto ele me come. Eu lambo o seu pé suado.
— Depois ele goza dentro do meu cu. Escorre pela minha coxa. Você manda eu lamber. Lambi. A primeira porra de outro homem.
— Você disse que era a primeira de muitas.
— A primeira de muitas.
Nessa fantasia, eu gozei só de ouvir a minha própria voz descrevendo.
Cenário 3 – O Ex-Namorado Seu
— Roberto. 48 anos. Seu ex da faculdade. Você nunca superou. Pau de 20 cm, fino, comprido. Cabeça pequena igual azeitona.
— Você reencontra ele no supermercado. Ele te pede telefone. Vocês trocam fotos. Você me mostra. Eu fico duro.
— Um dia, você traz ele para casa. Estou de joelhos, pelado.
— Roberto fala: "Você ainda é casada com esse viado?"
— Você fala: "Ele gosta de ser humilhado."
— Roberto me manda chupar o pé dele. Chupei. Ele tinha chulé. Você sabia que eu ia gostar.
— Ele te come. Eu assisto de joelhos, me masturbando.
— Ele goza dentro de você. A porra escorre. Você manda eu lamber. Lambi.
— Depois ele enfia o pau molhado da sua buceta no meu cu. Escorregou fácil. Ele me come enquanto você me xinga: "Corno. Viado. Puta."
— Você gemia junto comigo. No final, limpou a porra do Roberto do meu cu com a sua própria língua.
Cenário 4 – Dois Homens ao Mesmo Tempo
— Alex e Igor. 28 anos. Negros. Paus de 22 cm e 24 cm. Ambos grossos. São namorados. Comem casais de coroas.
— Eles chegam de mãos dadas. Eu estou nu, de joelhos, atrás de você.
— Alex te beija. Igor manda eu lamber o pau dele. 22 cm. Gosto de sabonete e suor.
— Igor me vira de bruços e enfia o pau no meu cu. 22 cm. Doi. Eu grito.
— Alex enfia o pau de 24 cm na sua buceta. Você grita mais alto.
— Os dois metem juntos. Eu gemo. Você geme.
— Alex fala: "Olha como seu marido geme. Parece uma puta."
— Você responde: "Ele é uma puta. A puta do corno."
— Igor goza dentro do meu cu. Alex goza dentro da sua buceta. Você manda eu lamber você. Lambi o gosto dos dois misturados.
— Depois Igor lambe o próprio gozo do meu cu. Você lambe o pau do Alex. Eu lambo o pau do Igor.
— Todos gozam juntos. A melhor noite da nossa vida.
Cenário 5 – A Velha e o Jovem
— Minha fantasia. A velha sou eu. O jovem é você.
— Você chama um garoto de programa. 22 anos. Branco. Pau de 20 cm.
— Ele chega. Eu estou vestida de velha – o que é fácil, porque já sou velha.
— Você diz: "Fode minha esposa. Ela tem 50 anos. Faz tempo que não sente um pau de verdade."
— Ele me beija. Finjo timidez. Ele tira minha roupa. Minha buceta peluda. Ele enfia o pau. Dói.
— Você assiste de joelhos.
— Ele fala: "Seu marido é corno?"
— Você diz: "Adora ver você me comendo."
— Ele pede para você lamber o cu dele. Você lambe.
— Ele goza dentro de mim. Escorre.
— Ele manda você lamber. Você lambe.
— Depois ele come o seu cu. Você goza. Ele vai embora.
— Você me abraça e a gente toma vinho. A velha fica feliz. O corno fica mais feliz ainda.
Depois de uma semana fantasiando todas as noites, Lúcia disse:
— Chega de fingir. O consolo é de borracha. Eu quero sentir um pau de verdade. E quero ver você chupando um pau de verdade.
Então veio uma decisão/ideia que iria mudar a vida do casal
— Você vai ser meu corno por 30 dias – ela disse. – Todo dia, uma humilhação diferente. No final do mês, eu vou chamar dois negões. Paus enormes. Eles vão comer nós dois.
— 30 dias?
— 30 dias. A partir de amanhã. Toda noite você faz o que eu mandar. Se reclamar, recomeça do zero.
— E se eu não quiser?
— Você vai querer. Morre de vontade. Só nunca teve coragem.
— É verdade.
— Então se prepara. Vai doer. Vai arder. Vai feder. Você vai passar vergonha. Vai ser humilhado.
— E você?
— Eu vou adorar. Faz tempo que não sinto tesão assim.
Dia 1: A calcinha suada
Lúcia chegou da academia. Tirou a calcinha de algodão preta – encharcada de suor da bunda e da buceta. Jogou no meu rosto.
— Cheira. Lambe. Quero você usando ela o dia inteiro amanhã.
Cheirei. O suor da buceta dela – forte, ácido, viciante. Lambi. O gosto de suor e xixi residual. Vesti a calcinha por baixo da minha calça social. Fui trabalhar. O cheiro subia a toda hora. Eu estava duro o dia inteiro, sentindo o tecido úmido roçando no meu pau.
Na reunião com o chefe, eu só pensava no cheiro. Ele perguntou se eu estava com febre. Minha cara estava vermelha.
— É o calor – menti.
Não era o calor. Era o cheiro da buceta da minha esposa no meu pau.
Dia 2: Mostrar a calcinha para um desconhecido
Lúcia mandou eu ir ao supermercado. Usando a mesma calcinha do dia anterior – agora com um dia de uso meu também.
— Abre a calça na fila do caixa. Mostra a calcinha para a mulher atrás de você. Não fala nada. Só mostra. Depois sai.
Na fila do caixa, a mulher atrás de mim era uma senhora de 60 anos, cabelos brancos, óculos fundo de garrafa.
Abri a calça. Mostrei a calcinha preta, manchada, com o cheiro de dois dias.
Ela olhou. Olhou para o meu pau. Olhou para a minha cara.
— Que nojo – ela disse, com nojo genuíno, torcendo a boca.
Fechei a calça. Saí do supermercado sem comprar nada.
Em casa, Lúcia me esperava.
— Fez?
— Fiz.
— Ela falou o quê?
— Que nojo.
— Ótimo. Você passou na primeira humilhação pública. Como se sentiu?
— Envergonhado. E com o pau duro.
— Perfeito.
Dia 3: Cheirar a axila dela na academia
Lúcia me levou para a academia. No meio do treino, ela me chamou no canto, perto das máquinas de musculação.
— Ajoelha.
Ajoelhei. As pessoas olhavam.
Ela levantou o braço. A axila suada – cabelos grisalhos molhados, suor escorrendo em veios pela pele.
— Cheira.
Cheirei bem fundo, com os olhos fechados. O cheiro forte de suor de academia, do corpo dela, da pele dela.
— Lambe.
Lambi. O gosto salgado, puro.
— Gostou?
— Gostei.
— Agora vai terminar o treino. Com a boca salgada.
Terminei o treino. Todo mundo olhava. Eu estava duro o tempo todo. O instrutor veio perguntar se eu precisava de ajuda. Minha cara estava vermelha. Meu pau estava duro.
— É o exercício – menti.
Não era o exercício. Era o gosto da axila da minha esposa na minha língua.
Dia 4: Beijar o garçom
Lúcia me levou a um bar. Escolhemos um garçom novo, bonito, de uns 25 anos, cabelo liso, olhos claros.
— Quando ele trouxer a cerveja, você beija ele.
— Ele vai deixar?
— Vai. Se você der uma boa gorjeta.
Ele trouxe a cerveja. Levantei, segurei o rosto dele e beijei a boca. Ele ficou surpreso no começo – os olhos arregalados – depois correspondeu. A língua dele entrou na minha boca.
O gosto de tabaco e café. O hálito quente. Meu pau endureceu na calça.
— Gostou? — Lúcia perguntou, depois que ele foi embora.
— A língua dele.
— A língua dele ou o pau dele?
— Ainda não vi o pau dele.
— Vai ver. No dia 15.
Dia 5: Chupar o consolo na janela
Lúcia abriu a janela do quarto. Dava para o prédio vizinho. A cortina estava aberta. Qualquer um podia ver.
— Ajoelha. Pega o consolo.
Ajoelhei de frente para a janela. Peguei o consolo rosa de 15 cm.
— Enfia na boca. Chupa. Como se fosse pau de verdade.
Chupei. Babava muito. A saliva escorria pelo meu queixo. Fazia barulho – gloc gloc gloc.
— Quer que alguém veja?
— Quero.
— O que você quer que eles pensem?
— Que eu sou viado.
— O que mais?
— Que eu sou corno.
— O que mais?
— Que eu adoro chupar pau.
— É o que você é?
— É.
— Então chupa mais fundo.
Engoli o consolo até a base. Engasguei. Os olhos marejaram. A baba escorreu pelo consolo, pela minha mão, pelo meu peito.
O vizinho apareceu na janela. Um homem de meia-idade. Ele viu. Ficou parado por três segundos. Depois fechou a cortina.
— Ele viu – eu disse, com a boca ainda cheia.
— Ótimo. Já temos uma plateia.
Dia 6: Fio terra invertido
Lúcia estava menstruada. Último dia, o sangue já escuro, mas ainda escorria.
— Ajoelha.
Ajoelhei.
— Enfia o dedo na minha buceta. Tira o sangue.
Enfiei o dedo indicador. A buceta dela estava quente, úmida. O sangue escorreu pelos meus dedos.
— Lambe.
Lambi. O gosto de cobre, de ferro, de útero. O gosto mais primitivo que existe.
— Agora enfia o dedo no seu cu.
Enfiei o mesmo dedo, ainda sujo de sangue, no meu ânus.
— Mexe.
Mexi. A sensação era estranha, errada, proibida – o sangue dela dentro de mim.
— Você já pensou em ser mulher?
— Não. Só em ser corno.
— Já pensou em ser corno de mulher?
— Mulher não tem pau.
— Tem sim. Tem mulher que tem pau. As trans.
— Você traria uma?
— Se você pedisse.
— Eu peço.
— Então no dia 20, a trans vai estar aqui.
Dia 7: A calcinha dele no trabalho
Lúcia comprou uma calcinha de renda vermelha. Fio dental. Minúscula.
— Veste.
Vesti. O pau escapava pela lateral.
— Usa para ir trabalhar.
Usei. Fui para o escritório com o pau latejando dentro da calcinha vermelha. Na reunião com o chefe, eu estava de calcinha por baixo do terno. Na hora do almoço, fui ao banheiro e tirei uma foto. Mandei para ela com a legenda: "Estou de calcinha. E duro."
Ela respondeu: "Mostra para alguém."
Mostrei para o segurança do prédio, um senhor de 50 anos chamado Seu Osvaldo.
— Olha, seu Osvaldo. Estou de calcinha.
Abri a calça. A renda vermelha apareceu.
Ele olhou. Riu.
— É o quê?
— Calcinha da minha mulher.
— Sua mulher sabe?
— Ela mandou.
Ele coçou a cabeça.
— Então ela é sua dona.
— É.
— Boa sorte, rapaz. Vai precisar.
No final do expediente, Lúcia me esperava no carro.
— Mostrou?
— Mostrei.
— Ele falou o quê?
— Falou que você é minha dona.
— Ele está certo.
Ela passou a mão na minha calça, apertou meu pau por cima da calcinha.
— Você vai usar essa calcinha todo dia agora. No trabalho, em casa, dormindo. Só tira para tomar banho. E banho é só uma vez por semana.
— Uma vez por semana?
— Você quer ser humilhado, não quer?
— Quero.
— Então vai feder. E eu vou adorar.
Dia 8: O pinto do Uber
Lúcia pediu um Uber. Eu me sentei no banco de trás. Ela no banco da frente.
O motorista era um homem de uns 35 anos, moreno, bonito, aliança na mão.
— Ricardo, encosta no motorista – ela disse, sem baixar a voz.
— O quê?
— Encosta nele. Passa a mão na perna dele.
Encostei no ombro dele. O tecido da camisa. Ele não reagiu.
Desci a mão. Passei na coxa dele.
— O que o senhor está fazendo? — ele perguntou, com a voz trêmula. Olhou no retrovisor.
— Minha esposa mandou – respondi.
Ele olhou para Lúcia. Ela acenou.
— Ele é meu corno. Ele pode pegar no seu pau? – ela perguntou, direta.
O motorista engoliu em seco.
— Pode.
Abri o zíper da calça dele. O pau estava mole. Cerca de 12 cm. Peludo. As bolas grandes, pesadas.
Peguei. O pau dele aqueceu na minha mão. Endureceu. Cresceu. Chegou a uns 16 cm.
— Gostou? — ele perguntou, a voz agora mais firme.
— Gostei.
— Chupa.
Eu olhei para Lúcia. Ela assentiu.
Chupei. A cabeça. O gosto de suor e xixi residual. O pau dele pulsou na minha boca.
Lúcia filmou com o celular.
— Para o vídeo – ela disse, rindo.
Quando chegamos ao destino, o motorista não cobrou a corrida.
— Fica para o serviço – ele disse, ainda com o pau duro.
Nunca mais pedimos Uber com aquele motorista. Mas ele salvou nosso número.
Dia 9: Xixi no corno
Lúcia bebeu dois litros de água ao longo do dia. Eu fiquei de joelhos no box do chuveiro, pelado, esperando.
— Abre a boca.
Abri. Ela se agachou na minha frente, abriu os grandes lábios com os dedos.
O jato quente de urina atingiu meu rosto, minha boca, minha língua.
O gosto era amargo, forte, de café e aspargo (ela tinha comido aspargos no almoço). O cheiro subia – ácido, úrico.
— Engole.
Engoli. O líquido desceu pela minha garganta.
— Gostou?
— Gostei.
— Você é nojento, Ricardo.
— Sei.
— Vai tomar o meu mijo todo dia agora. No café da manhã. Para começar o dia com o meu gosto na sua boca. Até o dia 30.
— Combinado.
Ela esfregou a buceta mijada no meu rosto.
— Limpa.
Lambi. O gosto da urina, o gosto da buceta dela, o gosto de nós dois.
Dia 10: O dedo no cu do amigo (humilhação familiar)
Lúcia convidou o Seu Jorge, nosso vizinho de 70 anos, viúvo, para jantar. Ele era um senhor simples, aposentado, com mãos calejadas e cheiro de cigarro.
Durante o jantar – frango assado, arroz, feijão – ela disse:
— Jorge, o Ricardo quer te mostrar uma coisa.
— O quê, dona Lúcia?
— Ele quer enfiar o dedo no seu cu.
Jorge ficou vermelho. A garrafa de vinho quase caiu da mão dele.
— Isso é... isso é...
— É fetiche. Ele adora. Você deixa?
— Minha falecida nunca deixou...
— A sua falecida não está aqui. Eu estou. E eu deixo.
Jorge olhou para mim. Depois para Lúcia. Depois para mim de novo.
— Você quer mesmo? – ele perguntou.
— Quero – respondi, a voz falhando.
Ele suspirou. Levantou. Abaixou a calça e a cueca. Ficou de quatro no tapete da sala.
O cu dele era murcho, pelos brancos, a pele enrugada. Cheirava a sabonete e a idade.
Enfiei o dedo indicador. Devagar. O cu dele se abriu – mais fácil do que eu imaginava.
— Mexe – Lúcia mandou.
Mexi. Ele gemeu – um gemido baixo, rouco, de velho.
— Gostou, Seu Jorge? – Lúcia perguntou.
— Gostei, fia.
— Quer mais?
— Quero.
Enfiei dois dedos. Ele gemeu mais alto.
— Goza, Seu Jorge.
Ele gozou – sem ninguém tocar no pau dele. O gozo escorreu pela calça dele. Um gemido longo, sofrido, de prazer.
Lúcia filmou tudo.
— Esse vídeo vai para o grupo da família – ela disse.
— Não, Lúcia...
— Vai. É o combinado. Humilhação pública.
Ela enviou para o grupo da família. Sessenta parentes viram o vídeo do Seu Jorge gozando com os meus dedos no cu dele.
Minha mãe ligou cinco minutos depois.
— Ricardo, você está doente?
— Estou, mãe. Doente de tesão.
— Deus tenha misericórdia.
Ela desligou. Nunca mais mencionou o assunto.
Dia 11: A calcinha no trabalho – confronto com a chefe
Lúcia mandou eu ir trabalhar sem calça. Só de calcinha – a vermelha. Por baixo do jaleco (eu trabalho em laboratório).
No meio do expediente, minha chefe, Dona Márcia (55 anos, cabelo curto, óculos de grau), me chamou na sala.
— Ricardo, o que é isso?
— O quê?
Ela puxou meu jaleco. A calcinha vermelha apareceu – a renda, o pau escapando pela lateral.
— Minha esposa mandou.
— Sua esposa é uma sádica.
— É. Por isso que eu casei com ela.
— Tira essa calcinha. Vai trabalhar direito.
Tirei. Guardei no bolso do jaleco.
À noite, Lúcia estava brava. A cara fechada. O braço cruzado.
— Você tirou a calcinha?
— A chefe mandou.
— A chefe não manda em você. Eu mando.
— Ela disse que se eu não tirasse, me denunciaria ao RH.
— O que você fez?
— Tirei.
Lúcia ficou em silêncio por um longo minuto. Depois sorriu.
— Amanhã você volta de calcinha. E mostra para ela. E fala que é a minha ordem. Se ela te denunciar, a gente processa ela por assédio moral.
— Ela não vai gostar.
— Problema dela.
Dia 12: Mostrar a calcinha para a chefe (confronto final)
No dia seguinte, fui de calcinha vermelha de novo. Bati na sala da chefe.
— Dona Márcia.
Ela suspirou, já irritada.
— O quê, Ricardo?
— Minha esposa mandou eu mostrar a calcinha para a senhora.
Levantei o jaleco. A calcinha vermelha apareceu. A mancha amarela de xixi seco estava visível.
— É a mesma de ontem.
— Ela está suja?
— Estou usando desde anteontem. Ela está com cheiro.
— Que cheiro?
— De buceta. De suor. De sexo.
Dona Márcia cheirou o ar. O cheiro subiu da minha calça.
— Que nojo – ela disse.
— Pois é.
— Tira essa calcinha. Nunca mais volta com ela. Isso é assédio.
— Não posso. Minha esposa...
— Sua esposa é uma vagabunda. Desculpa a palavra, mas é o que ela é.
— É. Por isso que eu amo ela.
— Sai da minha sala. Agora.
Saí. De calcinha. Com o pau duro.
Ela não me denunciou. No dia seguinte, ela pediu transferência para outra filial.
Dia 13: O primeiro beijo em um homem em público
Lúcia me levou a um bar LGBT na região da Augusta. Escolheu um rapaz novo, de uns 22 anos, cabelo pintado de azul, piercing no septo.
— Beija ele.
Beijei. A língua dele tinha gosto de bala de morango e tabaco. Ele gostou – correspondeu na hora. A mão dele subiu na minha nuca.
— Gostou? – Lúcia perguntou.
— Gostei.
— Você é viado?
— Sou.
— Fala isso em voz alta.
— SOU VIADO!
O bar inteiro olhou.
— SOU VIADO E SOU CORNO!
As pessoas aplaudiram. Alguns riram. Um cara gritou "Boa, corno!".
— SOU VIADO, CORNO E FELIZ!
O rapaz de cabelo azul me beijou de novo. Dessa vez com mais vontade, com a língua mais fundo.
— Você é muito corajoso – ele disse, depois.
— Não sou corajoso. Sou submisso.
— É a mesma coisa.
Saímos do bar de mãos dadas com ele. Lúcia filmou tudo.
— Esse vídeo vai para o grupo da família? – perguntei.
— Esse vídeo vai para o grupo da igreja.
— Você não...
— Brincadeira. Só para o nosso arquivo pessoal.
Ela salvou: "Corno beija homem no bar – dia 13."
Dia 14: Chupar o dedo sujo do amante imaginário
Lúcia passou o dia sem lavar a mão. Foi ao banheiro (fez xixi e cocô), limpou a buceta, cozinhou, mexeu no lixo, pegou no pau do Alexandre (ele veio visitar, só para ela, eu não participei – fiquei de joelhos no canto só cheirando a calcinha dela).
À noite, ela enfiou o dedo indicador direito no meu cu.
— Empurra.
Empurrei. Ela enfiou o dedo inteiro. Mexeu. Doeu – não tinha lubrificante.
— Agora tira.
Tirou. O dedo estava sujo – do meu cu.
— Cheira.
Cheirei. O cheiro do meu próprio ânus. Terroso, ácido.
— Lambe.
Lambi. O gosto do meu próprio cu. Forte. Amargo.
— Esse é o gosto que o seu comedor vai ter amanhã.
— Amanhã?
— Amanhã você vai chupar o pau de um homem de verdade. Pela primeira vez.
— Quem?
— O garçom do bar. Aquele que você beijou. Marcos. Ele topou. Ele vem aqui amanhã. E ele não vai tomar banho de propósito. Vai chegar suado da academia.
— Ele vai me comer?
— Ele vai comer você. E depois eu. E depois você de novo.
— E o meu cu?
— Ele vai arrombar o seu cu. E você vai adorar.
Ela enfiou o dedo sujo na minha boca de novo.
— Lambe mais. Para acostumar com o gosto.
Lambi.
— O gosto de cu – ela disse. – O gosto de quem vai ser comido.
Dia 15 – O Primeiro Homem de Verdade (Marcos)
Marcos chegou na nossa casa às 20h. 26 anos. Branco, cabelo castanho, olhos verdes. Pau de 18 cm – fino, comprido. A cabeça pequena, igual uma azeitona.
Ele tinha acabado de sair da academia. O cheiro de suor dele preenchia a sala.
Lúcia abriu a porta. Vestido curto, sem calcinha.
— Entra, Marcos.
Ele entrou. Eu estava nu, de joelhos, no tapete da sala.
— Olha só quem está aqui – Marcos disse, sorrindo. – O corno.
— Ele está nervoso – Lúcia disse. – É a primeira vez dele com um homem.
— Eu vou ser gentil.
Ele ajoelhou na minha frente. O pau dele já estava duro – 18 cm, fino, veia fina na lateral.
— Abre a boca.
Abri. Ele enfiou o pau na minha boca. Pela primeira vez, não era consolo. Era pau de verdade. Quente. Pulsava. Tinha gosto.
Chupei. O gosto era suor, desodorante vencido, um fundo doce de pré-gozo. Minha língua enrolou em volta da glande.
— Isso, corno – Marcos gemia. – Chupa o meu pau. Chupa o pau que vai comer a sua esposa.
Depois de eu chupar, Marcos foi para cima de Lúcia. Comeu ela na cama. De frente. Metia forte.
Eu assistia de joelhos, me masturbando.
— Vem aqui, corno – Marcos chamou.
Fui.
— Lambe a buceta da sua esposa enquanto eu como ela.
Lambi. A buceta da Lúcia estava escorrendo – o gozo dela, o pré-gozo de Marcos. O gosto misturado dos dois.
— Isso, Ricardo – Lúcia gemia, sendo comida. – Lambe a puta da sua esposa enquanto um homem de verdade me fode.
Marcos gozou dentro de Lúcia. A porra escorreu pela coxa dela.
— Lambe – ele mandou.
Lambi. O gosto da porra dele, da buceta dela. Pela primeira vez, eu senti o gosto de outro homem na minha língua.
Depois, Marcos me virou de bruços.
— Agora você.
Ele enfiou o pau de 18 cm no meu cu. Sem lubrificante. Só a saliva da minha boca e o gozo da buceta da Lúcia. Doeu – doeu gostoso.
— Porra, Ricardo – ele gemeu. – Você é muito apertado.
— É a primeira vez.
— A primeira de muitas.
Ele meteu. Devagar no começo, depois rápido. Lúcia assistia, se masturbava.
— Isso, Marcos – ela gemia. – Arromba o cu do meu marido. Faz ele de puta.
Marcos gozou dentro de mim. Senti o jato quente – quente, grosso, molhado.
Lúcia gozou vendo.
Eu gozei sem ninguém tocar no meu pau – só de sentir o pau de outro homem pulsando dentro de mim.
Marcos foi embora.
— Volto quando quiserem – ele disse.
— Toda semana?
— Toda semana.
Lúcia fechou a porta.
— Gostou? – ela perguntou.
— É o melhor dia da minha vida. Eu chupei um pau de verdade. Eu fui comido por um pau de verdade. Eu lambi porra de verdade.
— E agora você vai fazer o quê?
— Vou pedir mais.
— E vai ganhar mais. Faltam 15 dias.
Dia 16: Lamber o pé suado do motorista do Uber – ele repetiu, mas dessa vez ela mandou ele chupar o pé do homem enquanto ela filmava.
Dia 17: Ir ao trabalho de calcinha (a mesma) por baixo do terno – ele foi descoberto por um colega, que riu e contou para o escritório inteiro. Humilhação total.
Dia 18: Ela o fez usar um plug anal durante o expediente inteiro – ele sentia a pressão a cada passo. Na reunião, o plug escapou um pouco e fez barulho. Ele saiu correndo para o banheiro.
Dia 19: Ela o fez lamber a calcinha dela depois de ela ter transado com Alexandre (ele só assistiu, não participou). A calcinha estava encharcada de gozo e suor.
Dia 20: Mika (a trans) veio pela primeira vez. Ele chupou o pau de 22 cm dela, ela comeu ele, e depois comeu Lúcia. Ele gozou vendo as duas mulheres transando.
Dia 21: Ele foi obrigado a usar as meias suadas de Lúcia no trabalho – o cheiro de pé subia pela calça. Ele ficou duro o dia inteiro e ninguém soube por quê.
Dia 22: Jantar na casa da sogra. Lúcia o fez usar a calcinha dela por baixo da calça. No meio do jantar, ela contou para a mãe dele que ele usava calcinha. A sogra ficou horrorizada.
Dia 23: Ele foi obrigado a chupar o dedo do pé de Lúcia depois de ela passar o dia inteiro de chinelo na rua.
Dia 24: Ela o fez lamber o cu do Alexandre depois comer ele – o gosto de gozo e cu. Ele quase vomitou, mas gozou em 20 segundos.
Dia 25: Primeira vez com um homem em local público – no carro, no estacionamento do supermercado. Marcos comeu ele. Uma mulher viu pela janela e chamou a polícia. Eles fugiram antes de chegar.
Dia 26: Ela o fez usar o consolo enquanto trabalhava – dentro do cu, vibrando baixo. Ele tinha que atender o telefone sem gemer. Atendeu três chamadas gemendo.
Dia 27: Ela o fez lamber o suor da axila do segurança do prédio, Seu Osvaldo. Ele topou. Cheirou. Lambeu. Osvaldo disse: "Você é muito viado, rapaz." Ele respondeu: "Sou, Seu Osvaldo."
Dia 28: Mika veio de novo, mas dessa vez ela o amarrou na cama, venda nos olhos, e chamou três amigos – dois homens e outra trans. Ele não viu quem era. Só sentiu os paus. Foram as duas horas mais longas e mais gostosas da vida dele.
Dia 29: Véspera do grande dia. Lúcia disse: "Amanhã você vai ser comido por dois negões. Paus de 23 e 24 cm. Você vai lamber eles. Vai chupar eles. Vai ser a puta dos dois. E depois eu vou ser comida por eles. E depois você vai limpar todo mundo. Está preparado?"
— Estou.
— Vai doer.
— Eu sei.
— Vai feder.
— Eu sei.
— Vai ser a melhor noite da sua vida.
— Eu sei.
Ela o fez dormir de calcinha, com um plug anal e com uma venda nos olhos – para "sentir o que é não ver os paus que vão te comer".
Ele não dormiu. Ficou a noite inteira de pau duro, imaginando.

Dia 30 – O Grande Final: Alex e Igor (Os Dois Negões)
Alex (28 anos, 1,90m, pau de 23 cm, grosso) e Igor (27 anos, 1,90m, pau de 24 cm, grosso) chegaram às 20h.
Lúcia abriu a porta. Vestia um vestido transparente, sem calcinha. Os seios balançavam.
— Entrem.
Entraram. Eu estava nu, de joelhos, no tapete da sala, como nos últimos 30 dias.
— É esse o corno? – Alex perguntou.
— É. Ele já está de joelhos esperando. Ele já chupou pau antes. Vai aguentar os de vocês?
— Ele vai. Ele é guloso.
No final, Alex gozou na buceta da Lúcia. Igor gozou no meu cu. Eu gozei no ar. Lúcia gozou nos dois paus.
Os negões foram embora.
— Voltem quando quiserem – Lúcia disse.
— Voltamos. E vamos trazer mais amigos.
— Quantos?
— Quantos você quiser.
Lúcia olhou para mim. Sua buceta ainda escorria a porra de Alex.
— Quantos você quer, corno?
— Todos.
Fechamos a porta. A casa estava vazia. O cheiro do sexo ainda no ar – suor, gozo, sangue (alguém mordeu alguém), lubrificante.
— E agora? – perguntei.
— Agora você vai lamber a minha buceta. Ela está suja de porra de dois negões. Você vai lamber tudo. E depois a gente vai dormir. E amanhã, a gente começa o mês dois.
— Mês dois?
— Mês dois do corno. Dessa vez, são 60 dias.
— E no final?
— No final vêm quatro negões. Paus de 25 cm.
— Eu vou morrer.
— Você vai. Mas vai morrer feliz.
Lúcia abriu as pernas. A buceta dela estava escorrendo – porra, suor, lubrificante. O cheiro subiu – forte, ácido, de sexo.
— Lambe.
Lambi, pela última vez naquele mês. O gosto do gozo de Alex e Igor misturado com o gosto da buceta da minha esposa.
— Eu te amo, corno.
O gosto de porra na minha língua, o cheiro de sexo no meu nariz, a voz dela na minha cabeça.
— Eu te amo, puta. E te agradeço. Por me transformar no que eu sempre quis ser. Um corno manso. Um viado assumido. A puta do corno.
— Corno e puta. Um para o outro.
— Feito um para o outro.
Dormimos abraçados, com o cheiro do sexo ainda na nossa pele, com o gosto de porra ainda na minha boca, com o pau dela ainda molhado encostado na minha coxa.
Acordamos no dia seguinte, sabendo que aquele foi o melhor mês da nossa vida e muitos ainda iriam acontecer.

Foto 1 do Conto erotico: O Mês do Corno – Humilhações sem Limites

Foto 2 do Conto erotico: O Mês do Corno – Humilhações sem Limites

Foto 3 do Conto erotico: O Mês do Corno – Humilhações sem Limites

Foto 4 do Conto erotico: O Mês do Corno – Humilhações sem Limites

Foto 5 do Conto erotico: O Mês do Corno – Humilhações sem Limites


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Ficha do conto

Foto Perfil casalbisexpa
casalbisexpa

Nome do conto:
O Mês do Corno – Humilhações sem Limites

Codigo do conto:
260712

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
28/04/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
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