POKER DAS PRENDAS – UMA BRINCADEIRA BISEXUAL DE MUITOS FETICHES
Aconteceu por acaso. Quatro casais se reencontraram na casa de campo de Carlinhos e Marina depois de quase dois anos sem se ver. A ideia era só jantar, beber e rir das velhas histórias. Tinha o Carlinhos (44), anfitrião, gordinho, simpático, dono de uma das melhores risadas do grupo. Marina (41) , sua mulher, japonesa descendente de Okinawa, pele muito branca, seios pequenos, e uma mata de pentelhos pretos e fartos que contrastava de forma hipnótica com sua pele clara. Renato (46) e Cris (43) , o casal mais experiente. Renato já enfrentava alguma dificuldade de ereção nos últimos tempos, mas adorava ver Cris excitada. Cris, mais velha, tinha pelos pubianos grisalhos e uma vulva sempre quente. Fernando (38) e Tati (36) , um casal negro, lindos. Fernando, alto, forte, pau de 28 cm, grosso, veia saltada. Tati, buceta lisa, depilada, mas com um cheiro forte e selvagem quando ficava molhada. Daniel (40) e Lívia (38) , os mais novos do grupo. Daniel, pau de 16 cm, reto, sem frescura. Lívia, uma loira de olhos verdes, sempre de bom humor. A noite foi regada a vinho, cerveja, caipirinha. Quando alguém sugeriu pôquer, todo mundo topou. — Mas sem dinheiro — disse Marina. — Perder grana estraga amizade. — Então põe prenda — sugeriu Tati, rindo. — Prenda do quê? — perguntou Cris. Silêncio. Olhares. Risada solta. Foi Renato quem falou: — Strip pôquer. Mas não só tirar roupa. Quem perder, cumpre uma prenda que os outros escolhem. E pode ser… ousada. Ninguém disse não. A primeira prenda caiu sobre Daniel. Perdeu com um par de valetes. — Vai ter que lamber o suvaco da Marina — disse Fernando, rindo. Daniel hesitou um segundo, depois foi. Aproximou o rosto da axila raspada de Marina, que levantou o braço e fechou os olhos. Ele lambeu devagar. O gosto salgado e o cheiro leve de suor misturado ao perfume azedaram a boca dele de um jeito estranhamente bom. Marina gemeu baixo. A segunda prenda foi para Cris. — Cheira a cueca usada do Carlinhos — ordenou Lívia, safada. Carlinhos ficou vermelho, mas entregou a cueca do dia. Cris levou ao nariz, inspirou fundo, sorriu. — Tem gosto de homem que trabalha. Na terceira rodada, Renato perdeu. — Vai desfilar com a calcinha de renda da Lívia. E vai usar por cima da calça. Ele vestiu a calcinha minúscula, cor vinho, e andou pela sala com o pau mole balançando. Todo mundo riu. Mas a esposa dele, Cris, olhou fixa. Sentiu o próprio corpo esquentar. Quando Fernando perdeu, Marina pediu: — Você vai deixar a Tati esfregar a buceta na sua cara. Tati riu, subiu na cadeira, abriu as pernas. A vulva depilada, brilhando de molhada, desceu na boca de Fernando. Ele lambeu com gosto, sugou o grelo, chupou os grandes lábios. Tati gemeu alto. — Isso… assim… A primeira inversão veio quando Carlinhos perdeu e Marina anunciou, rindo: — Vocês não sabem, mas meu marido é manso. Adora ser comido. Silêncio. Depois risada geral. — Ele tem pau pequeno — continuou Marina, sem maldade, apenas verdade. — 8 cm duro. Mas nunca foi problema. Porque a gente se resolve de outros jeitos. Carlinhos, corado, confirmou com a cabeça. — Eu gosto de dar. Foi Lívia quem propôs a prenda: — Então Carlinhos vai usar o consolo duplo com o Daniel. Um em cada cu. Vamos assistir e gozar esfregando um no outro. O que ninguém esperava: Daniel topou na hora. O que veio depois foi uma avalanche de pele. As prendas começaram a melhorar ou melhor a ficar mais quentes Carlinhos e Daniel de quatro, cada um com uma ponta do consolo duplo enfiada. Elas se revezaram empurrando. Daniel gozou só com a pressão na próstata, sem ninguém tocar no pau dele — leite escorreu mole. Com isso deu margem para Tati que sentou no pau de Fernando (28 cm entrando inteiro nela), enquanto chupava o pau médio do Daniel. Cris, de lado, dedava Lívia, que por sua vez chupava os pentelhos brancos de Cris. Então Marina abriu a buceta peluda na cara de Renato, que lambeu cada pelo, cada dobra. E Renato — que há meses não ficava totalmente duro — estava com o pau latejando como nunca. Ele mesmo se espantou. — É você, Cris — disse ele, olhando para a esposa sendo comida por Fernando. — Ver você dando pra ele… Me deixou assim. Cris sorriu com o pau do negro dentro dela, gozando. Marina colocou um cintaralho preto. — Hora de estrear a bundinha de vocês, meninos. Ela começou por Renato. Enfiou devagar, depois forte. Renato gemia igual puta. Lívia fez o mesmo com Daniel. Tati, que nunca tinha feito inversão, pediu ajuda a Cris, que colocou um segundo cinto e enfiou em Fernando. O gigante de 28 cm de pau gemia baixo, apertando o lençol. — Quem diria — disse Fernando, ofegante — que eu ia adorar dar o cu. Na confusão, alguém (ninguém lembra quem) começou a lamber o saco de quem estava próximo. Carlinhos chupou os ovos de Daniel enquanto Tati cavalgava o rosto de Cris. Cris lambeu o cu de Marina. Marina lambeu o suvaco de Lívia. Lívia lambeu o suor da nuca de Fernando. Cheiros fortes. Suor. Sexo. Nada planejado. Ninguém venceu o pôquer. As cartas ficaram espalhadas pelo chão, molhadas de vinho e lubrificante. Seis meses depois da primeira orgia não-planejada, os quatro casais estavam de volta à casa de Carlão e Patrícia. A sala estava iluminada por velas vermelhas. — Juro que não planejamos nada — disse Patrícia rindo, entregando uma taça de vinho para Helena. — Mas se acontecer de novo… — Vai acontecer — cortou Jefferson, sentado no sofá com uma perna aberta, a mão descansando na coxa de Thais. — Só de olhar pra vocês eu já fiquei duro no carro. Thais riu, baixo e gutural. — Calma, cavalo. A noite é longa. Carlão apareceu com amendoins e batatas fritas. Suava um pouco. Marcos chegou perto e deu um tapinha em sua barriga. — Relaxa, cara. Dessa vez ninguém vai te zoar. A gente brinca, mas com respeito. — Respeito e muito tesão — completou Júlia, a japonesa de pele branca como leite, os seios pequenos quase transparentes sob a blusa de renda. Seus pentelhos naturais já apareciam na lateral da calcinha. Ela não tirava os olhos de Jefferson. Roberto, o mais velho, sentiu o pau mexer dentro da calça. — Olha… eu nem bebi ainda e já tô diferente. Helena passou a mão no seu colo. — Pois guarda essa energia, amor. Hoje você vai usar. — Sem dinheiro. Sem strip obrigatório — propôs Patrícia, embaralhando as cartas. — Cada mão que perder, cumpre uma prenda escolhida por quem ganhou. Pode ser beijo, toque, tirar uma peça de roupa… ou algo mais ousado. — Algo mais ousado tipo… — começou Thais, mordendo o lábio. — Tipo você lamber o suor da axila da Júlia — completou Marcos, rindo. Júlia fingiu indignação. — Você adoraria ver isso, seu safado. A primeira mão foi ganha por Thais. O perdedor: Roberto. — Roberto… — Thais levantou devagar, foi até ele e sentou no seu colo de frente. — Eu quero que você cheire minha calcinha. Agora. E diga o que sente. Roberto arregalou os olhos, mas sorriu. Thais tirou a calcinha de renda preta — ainda quente — e colocou sobre o nariz dele. Ele inspirou fundo. Os olhos quase reviraram. — Selvagem… forte… parece… chuva na terra. — Isso. Exatamente — ela beijou sua testa. — Você é poeta, hein? Todos riram. A tensão virou fogo. Na segunda mão, Júlia ganhou de Carlão. — Carlão… eu quero você de quatro. E a Patrícia vai sentar na sua cara enquanto você lambe o cu dela. Mas antes — ela olhou para Marcos — o Marcos vai lamber seu saco. Só pra começar. Carlão empalideceu por um segundo, depois sorriu. — Combinado. Patrícia já estava tirando a calcinha. — Ele lambe bem, viu? Treinei ele direitinho. Marcos ajoelhou atrás de Carlão, abriu suas pernas carnudas e passou a língua devagar por todo o saco pequeno e arrepiado. — Tão macio… — murmurou Marcos. Carlão gemeu baixo. O pau dele, pequeno e duro, escorria. Enquanto isso, Patrícia sentou no rosto do marido. — Lambe, viadinho gostoso — sussurrou, enquanto ele enfiava a língua no cuzinho dela. Helena assistia, com a mão dentro da própria calcinha. Roberto se aproximou por trás e começou a beijar seu pescoço. — Você tá molhada, meu amor. — Tô. E quero mais. Foi Jefferson quem disse a frase que mudou o jogo: — Carlão. Conta pra eles como você gosta de verdade. Carlão parou de lamber a esposa. Sentou-se, envergonhado, mas excitado. — Eu… eu nunca consigo dar prazer só com meu pau. É pequeno. E duro demais não fica. Patrícia completou: — Então ele me deixou comer outros homens. E me deixou comer ele também. — Com cinta? — perguntou Thais, os olhos brilhando. — Com cinta. Com consolo duplo. Às vezes eu uso um neles enquanto outro me come. Eu adoro — Patrícia passou a mão na nuca do marido. — Ele é meu manso. Meu cadelinha. Houve um silêncio de segundos. Então Júlia se levantou. — Prenda especial. Quem ganhar a próxima mão vai escolher um homem aqui para ser comido de cinta pela sua própria mulher. Na frente de todo mundo. Estreando a bundinha com gosto. — Aceito — disse Helena, antes mesmo de Roberto responder. Roberto pigarreou. — Eu… acho que vou gostar de ver. Mas vai ser você, Helena, em mim? — Não — Jefferson cortou, com a voz grossa. — Vai ser a Patrícia no Carlão. Estreia de novo. E depois, se ele quiser, eu como ele de verdade. Carlão tremeu. — Eu quero. A última prenda foi vencida por Helena. Ela apontou para Carlão. — Patrícia. Coloca o cintaralho duplo. Uma ponta nele, outra em você. Ele vai gemer que nem cadela no cio. Patrícia vestiu o arnês de couro preto, o consolo duplo brilhando de lubrificante. Carlão ficou de quatro, ofegante. — Você pediu — ela disse, empurrando devagar. Carlão gritou — mas de prazer. Enquanto isso, Marcos estava deitado no tapete com Thais por cima. Ela esfregava a buceta depilada na cara dele. — Lambe até a última gota — ordenou. Jefferson pegou Júlia pelo cabelo e a jogou no sofá. Com uma mão abriu sua calcinha natural, viu os pentelhos escuros contra a pele branca e gemeu. — Que visão… vou te comer até você esquecer seu nome. Roberto não conseguia tirar os olhos da cena. Pela primeira vez em meses, o pau estava latejando. Helena se ajoelhou e começou a chupá-lo devagar, olhando para cima. — Nunca vi você tão duro, amor. — É porque eu nunca vi tanta putaria gostosa assim. Mais tarde, todos trocaram. Marcos comeu Helena enquanto Roberto chupava Júlia. Thais sentou no rosto de Carlão, que ainda estava com o consolo dentro do cu. Patrícia beijou Jefferson de língua, depois passou a língua na axila suada dele. — Cheiro de homem selvagem — ela sussurrou. Ele riu. — Cheiro de noite bem feita. Quando o sol raiou, estavam todos nus, exaustos, suados, felizes. Carlão estava aninhado entre Patrícia e Jefferson, os dois passando a mão em sua barriga. — Você aguentou tudo — disse Jefferson, beijando sua testa. — Respeito, cara. — Eu só queria agradar vocês — respondeu Carlão, com os olhos marejados. — Sempre foi isso. Marcos se levantou, serviu café. — Segundo encontro concluído. Terceiro? Júlia riu, sentada no colo de Roberto. — Se continuar assim, a gente vai ter que alugar um sítio. Helena acendeu um cigarro. — Eu levo o vinho. Thais já estava no celular. — Criei um grupo no WhatsApp. Nome: “Poker do Pecado”. Todos riram. E, dentro de cada um, o corpo ainda lembrava cada toque, cada língua, cada grito abafado no travesseiro. Jefferson: Próximo encontro na minha casa. Regra: ninguém toma banho antes. Quero todo mundo suado do dia. Patrícia: Carlão já tá pingando de nervoso. Carlão: ?? Helena: Roberto disse que topa tudo. Até xixi. Roberto: Eu disse NADA. Mas topo. Júlia: Meus pentelhos vão estar enormes. Marcos adora. Marcos: Posso cheirar vocês todos? Thais: Pode. E lamber também. A sala de Jefferson e Thais era escura, cheirando a incenso e suor velho. Tapetes no chão, almofadas espalhadas. Ninguém tomou banho. O cheiro era forte, selvagem, delicioso. Carlão chegou primeiro, a camisa suada nas costas. Patrícia veio atrás, sem sutiã, os mamilos marcando a blusa. — Já tô molhada — ela sussurrou no ouvido de Thais, que abriu a porta. Thais sorriu. — Eu também. E olha que nem começamos. Júlia e Marcos entraram em seguida. Júlia usava um vestido curto, as pernas brancas e os pentelhos escapando pela lateral da calcinha. O cheiro dela — levemente ácido, levemente doce — se espalhou pela sala. — Isso — disse Jefferson, descendo as escadas sem camisa, o corpo negro e suado, o pau de 28 cm já marcando na bermuda. — Cheiro de verdade. Roberto e Helena foram os últimos. Helena estava com os cabelos grisalhos presos, a blusa aberta, os seios caídos e lindos. Roberto suava como se tivesse corrido. — Não aguentei a expectativa — ele disse, rindo. — Bati uma no carro. — Isso é prenda antecipada — brincou Marcos. Jefferson embaralhou as cartas. — Regra de hoje: ninguém tira a roupa inteira de uma vez. Cada prenda é um sentido. Cheiro. Gosto. Toque. Som. Primeira mão: Júlia ganhou de Roberto. — Roberto… — Júlia se aproximou devagar, levantou o braço e mostrou a axila suada, os pentelhos naturais brilhando de suor. — Lambe. Roberto hesitou um segundo, depois enfiou a língua. O gosto era salgado, forte, úmido. Ele gemeu. — Parece… praia depois do sexo — ele murmurou. — Exato — Júlia sorriu. — Agora cheira minha calcinha. Ela tirou a calcinha de algodão, ainda quente e molhada, e colocou no nariz dele. Roberto inspirou fundo, os olhos semicerrados. — Buceta… pura… sem perfume… Todos observavam, excitados. Carlão estava com a mão dentro da própria cueca. Patrícia puxou sua mão. — Nada de se tocar ainda. Você vai gozar só quando eu mandar. Segunda mão: Thais ganhou de Carlão. — Carlão… você vai lamber o pau do Jefferson. Depois do Marcos. Depois do Roberto. Nessa ordem. Carlão engoliu em seco, mas já estava de joelhos. Jefferson abriu o zíper. O pau enorme, grosso, veiudo, escorrendo pré-gozo. Carlão abriu a boca. — Não é pra engolir ainda — Thais ordenou. — Só lamber. De cima abaixo. Carlão passou a língua devagar, da base até a cabeça. O gosto era forte, levemente ácido. Jefferson gemeu baixo. — Bom menino. Depois foi a vez de Marcos. O pau de 16 cm, mais delicado. Carlão lambeu o saco, depois a cabeça. Marcos segurou seu cabelo. — Assim… devagar… Por último, Roberto. O pau mais velho, meio mole ainda. Carlão lambeu com cuidado, e aos poucos Roberto foi endurecendo. — Porra… — Roberto suspirou. — Nunca pensei que ia gostar tanto de um homem me lambendo. Helena se aproximou e beijou Roberto na boca. — Eu sabia. Você sempre foi mais aberto do que admitia. Terceira mão: Marcos ganhou de Patrícia. — Patrícia. Você vai usar a cinta dupla. Uma ponta em você, outra no Carlão. E enquanto come ele, Helena vai mijar na sua cara. Patrícia riu alto. — Finalmente alguém pediu. Helena ficou corada, mas animada. — Eu nunca fiz isso… — Hoje vai fazer — disse Thais, entregando um balde pequeno. — Mas não no balde. Na boca da Patrícia. Patrícia vestiu a cinta dupla, o consolo preto de 20 cm. Carlão ficou de quatro, a bundinha arrebitada. Ela enfiou devagar, e ele gemeu fundo. — Isso… isso… — ele sussurrava. Helena subiu em um banquinho, abriu as pernas. Os pelos grisalhos brilhavam. Ela mirou na boca aberta de Patrícia. — Vai — disse Patrícia. — Quente. Helena mijou. Um jato dourado, quente, caindo direto na língua de Patrícia, que engoliu sem pestanejar, enquanto continuava comendo o marido. — Delícia — Patrícia murmurou, a boca escorrendo. Jefferson assistia, punho cerrado. — Isso é a coisa mais erótica que já vi. Thais se ajoelhou ao lado dele. — E ainda não acabou. Quarta mão: Helena ganhou de todos ao mesmo tempo (blefe perfeito). — Prenda coletiva — Helena anunciou. — Todos vocês vão lamber a buceta da Júlia até ela gozar. Depois, quem tiver pau vai gozar na cara dela. Quem tiver buceta vai esfregar nela. Júlia se jogou no tapete, abriu as pernas. Os pentelhos escuros, molhados, a buceta inchada e rosada. Thais foi a primeira. Enfiou a língua fundo, lambeu os pequenos lábios, chupou o clitóris. — Tão doce… Depois Helena. A língua mais experiente, que subiu até o ânus de Júlia, desceu de volta. — Você treme toda… Marcos veio em seguida, mas Júlia puxou seu cabelo. — Não. Você vai lamber meu cu enquanto as mulheres me chupam. Marcos obedeceu. Enterrou a língua no cuzinho dela, enquanto Thais e Helena revezavam na buceta. Patrícia se juntou, com a cinta ainda dentro de Carlão — ele andou de quatro atrás dela, gemendo. Jefferson se aproximou, o pau gigante latejando. — Quando ela gozar, eu vou gozar na boca dela. E quero ver todo mundo lambendo depois. Júlia começou a gritar. O corpo arqueou. Os líquidos escorreram — muito, quente, transparente com leitoso. — AGORA! — ela berrou. Jefferson gozou na boca aberta dela. Marcos por cima, gozou no peito dela. Roberto, finalmente duro, gozou na barriga dela. As mulheres esfregaram suas bucetas gozadas no rosto de Júlia. Thais passou a própria buceta nos lábios dela. Helena sentou na cara de Júlia. — Lambe tudo — Helena ordenou. E Júlia lambeu. Gozo, xixi residual, suor, buceta. Tudo. Não houve mais prendas. Não precisava. Carlão estava deitado de barriga para cima, Patrícia montada no seu rosto enquanto Jefferson comia Patrícia por trás. O pau gigante entrando e saindo, a cinta ainda dentro de Carlão. — Inverte! — gritou Patrícia. — Quero o Jefferson no Carlão! Jefferson tirou o pau de Patrícia, enfiou no cuzinho de Carlão — que já estava aberto, molhado, pronto. Carlão berrou de prazer. — É ISSO! ME COME! Enquanto isso, Marcos comia Thais de quatro, e Thais chupava Júlia. Roberto estava sentado, Helena montada nele, e os dois se beijavam com língua. Júlia se soltou, foi até Carlão e sentou na cara dele. — Lambe minha buceta gozada, mansinho. Ele lambeu. Jefferson acelerou. Patrícia chupava os dedos de Thais. Helena olhou para todos e disse, em voz alta: — Se alguém sugerir um quarto encontro, eu vou beijar a boca de cada um de vocês. Roberto riu. — Já tô pensando no quarto. E todos gozaram — um por um, juntos, separados, gemendo, gritando, rindo. No chão, no tapete suado, o cheiro era insuportavelmente delicioso: xixi, gozo, buceta, axila, suor, sexo puro. Thais serviu água para todos. Ninguém se levantou do chão. — Próximo encontro — ela disse, acendendo um cigarro — vai ter regra de cheirar a bunda um do outro antes de começar. — Já tô cheirando — brincou Marcos, com o nariz enfiado entre as nádegas de Júlia. Carlão estava encolhido entre Patrícia e Jefferson, os dois passando a mão em seu cabelo. — Vocês são minha família agora — ele disse, baixinho. Patrícia beijou sua testa. — Sempre fomos. Só demoramos pra perceber. O grupo ficou em silêncio por um minuto. O sol nascendo lá fora. Então Roberto pegou o baralho. — Mais uma mão? Só por diversão. Eles riram. E jogaram. Thais: Próximo encontro vai ser no sítio do Jefferson. Piscina. Churrasco. E ninguém usa desodorante. Helena: Roberto já está comprando cueca nova à toa. Roberto: Eu NÃO estou. (Estou.) Júlia: Meus pentelhos estão enormes. Marcos quer que eu apareça só de avental. Marcos: Quero. Patrícia: Carlão vai levar os consolos. Todos. Carlão: Já estão na mala. Até o duplo de 30 cm. Jefferson: Isso aí. Chegando lá, regra nova: antes de cada mão, todo mundo cheira a bunda de todo mundo. Quem não cheirar, perde automaticamente. Thais: Aprovado. O sítio era cercado por árvores, longe de qualquer vizinho. Uma piscina de água salgada, uma mesa de madeira grande e espreguiçadeiras. O sol já estava baixo quando todos chegaram. Carlão e Patrícia foram os primeiros. Carlão carregava uma mochila pesada. — São só os brinquedos — ele disse, suando. Patrícia já estava sem sutiã por baixo da blusa molhada de suor. Júlia e Marcos chegaram em seguida. Júlia usava um avental curto de algodão — e nada mais. Os pentelhos escuros apareciam por baixo, as pernas brancas brilhando. O cheiro dela já se espalhava. — Não tomei banho hoje — ela anunciou. — Nem ontem. — Perfeita — disse Jefferson, saindo da casa. Ele estava só de sunga preta, o pau enorme marcando. O corpo negro suado. O cheiro dele era forte — almíscar puro. Thais veio atrás, nua. A buceta depilada, os seios firmes. Ela não usava nada. Nem chinelo. — Regra número um — Thais apontou para uma roda de cadeiras. — Sentem em círculo. Vamos cheirar. Helena e Roberto chegaram por último. Helena com vestido leve, os pelos grisalhos aparecendo nas axilas. Roberto suado, nervoso, excitado. — Senta aqui, meu amor — Helena disse, puxando ele. Jefferson explicou: — Cada um vai ficar de quatro, um por um. Os outros vão cheirar a bunda. Fundo. Vale língua se quiser. Quem não cheirar direito, perde a primeira mão. — Quem começa? — perguntou Marcos, já duro. — Carlão — disse Patrícia, empurrando o marido. Carlão ficou de quatro, a bundinha arrebitada, a cueca já molhada de suor e excitação. Thais foi a primeira. Enfiou o nariz entre as nádegas dele e inspirou fundo. — Suor… cu quente… vontade de lamber… E lambeu. Uma lambida longa, do saco pequeno até o cóccix. Júlia veio depois. Cheirou, lambeu, mordeu de leve. — Tão macio… Helena cheirou e sussurrou: — Cheiro de homem que sabe que vai ser comido. Roberto cheirou sem lamber, mas Jefferson o corrigiu: — Lamber, Roberto. Não vale só cheirar. Roberto lambeu. E gostou. Marcos foi o último. Enfiou a língua fundo, fez questão de demorar. — Carlão… você tá uma delícia. Carlão gemeu. O pau pequeno já escorria. Primeira mão: Júlia ganhou de Roberto. — Roberto. Você vai mijar na piscina. E a Helena vai beber a água onde você mijou. Roberto arregalou os olhos. — Mas a piscina é grande… — A gente vai juntar num balde primeiro — disse Thais, rindo. — Água da piscina + seu xixi. Helena bebe. Helena não hesitou. — Mija, amor. Quero sentir você dentro de mim de outro jeito. Roberto mijou num balde. Thais misturou com água da piscina. Helena bebeu devagar, olhando nos olhos dele. — Salgado… quente… gostoso — ela disse. Todos ficaram em silêncio, excitados. Segunda mão: Jefferson ganhou de Patrícia. — Patrícia. Você vai lamber a axila suada de cada homem aqui. E depois vai passar a mão no próprio suor e esfregar na minha cara. Patrícia se ajoelhou. Primeiro, Jefferson. Ela enfiou a língua na axila peluda, grossa, suada. O gosto era forte — sal, terra, homem. — Delícia — ela gemeu. Depois Marcos. Axila mais fina, suor mais doce. Depois Roberto. O suor mais velho, levemente ácido. Por último, Carlão. Ela demorou ali, chupando a axila do marido. — Você sempre cheirou assim. Por isso casei com você. Ela passou a mão no próprio suor — que escorria entre os seios — e esfregou no rosto de Jefferson. Ele lambeu os dedos dela. — Isso. Agora estamos todos sujos — ele disse. Terceira mão: Helena ganhou de todos (blefe de novo). — Prenda coletiva — Helena anunciou. — Cada mulher vai usar uma cinta. Cada homem vai dar. Inversão total. Todos os homens vão ser comidos ao mesmo tempo. Carlão já estava de joelhos. Patrícia vestiu a cinta dupla — uma ponta nele, outra nela. Júlia vestiu uma cinta de 18 cm, rosa. Marcos ficou de quatro, nervoso, excitado. — Nunca dei — ele confessou. — Hoje vai dar — Júlia disse, enfiando devagar. Marcos gritou — e depois gemeu. — É… é bom… Thais vestiu uma cinta preta de 22 cm. Roberto se ajoelhou na frente dela. — Helena vai ver — ele disse. — Helena vai adorar — respondeu Thais, enfiando. Helena assistia, com os dedos dentro de si mesma. Depois pegou uma cinta pequena, de 12 cm, e foi até Carlão — que já estava sendo comido por Patrícia. — Vou enfiar no seu cu junto com ela — Helena sussurrou. E enfiou. Carlão tinha um consolo duplo dentro de si — duas mulheres com cintas, ao mesmo tempo. Ele gozou sem tocar no pau. O leite escorreu na grama. Quarta mão: Marcos ganhou de Thais. — Thais. Você vai sentar na cara de cada mulher aqui. E cada mulher vai lamber sua buceta até você gozar. Depois, você vai passar o gozo na cara de todos os homens. Thais riu. — Molhada já estou. Ela sentou primeiro na cara de Júlia. Júlia lambeu fundo, chupou o clitóris, enfiou a língua. — Forte… cheiro selvagem… — Júlia murmurava. Depois Helena. Helena lambeu devagar, com experiência, fazendo círculos. — Você treme toda… Depois Patrícia. Patrícia chupou como quem bebe água, com vontade. Thais gozou. Muito. Escorreu pelo rosto das três mulheres. Ela desceu, foi até os homens. Passou o gozo na cara de Jefferson, que lambeu os próprios lábios. Depois em Marcos, que abriu a boca. Depois em Roberto, que fechou os olhos e aceitou. Depois em Carlão, que lambeu os dedos dela. — Gozo de buceta é o melhor gosto — Carlão disse. Todos concordaram. Não houve mais prendas. A noite caiu. Acenderam tochas ao redor da piscina. Jefferson entrou na água, puxou Thais. Marcos entrou atrás, puxou Júlia. Patrícia empurrou Carlão. Helena e Roberto foram os últimos. Na água, os corpos suados se misturavam. Jefferson comeu Patrícia por trás contra a borda da piscina. Thais sentou na cara de Roberto, que estava deitado no raso. Marcos e Júlia se beijavam de língua enquanto ela esfregava a buceta na coxa dele. Carlão estava sendo comido por Helena — com uma cinta — enquanto chupava o pau de Jefferson. — Todo mundo com todo mundo — sussurrou Patrícia. E foi verdade. Terminaram na grama, nus, suados, cansados, felizes. Helena deitou de costas, Júlia sentou no seu rosto, Thais sentou no rosto de Júlia, Patrícia sentou no rosto de Thais — uma torre de bucetas. Os homens lambiam o que sobrava. Carlão gozou pela terceira vez sem tocar no pau. Roberto ficou duro como nunca. Jefferson riu, abraçou todo mundo. — Quarto encontro concluído. Quinto? — Amanhã — disse Thais. — A gente dorme aqui. E dormiram. Nus. Abraçados. Suados. O cheiro do sítio era o cheiro deles agora. O café da manhã foi servido nu. Ovos, bacon, café preto. — Regra para o quinto encontro — sugeriu Júlia, mamando um gole de café. — Todo mundo tem que trazer um amigo. Ou amiga. — Aprovado — disse Marcos. — Quem vai trazer? — perguntou Roberto. Todos olharam para Carlão. Ele sorriu. — Eu tenho um amigo. Ele sempre quis participar. — Então tragam — Jefferson bateu na mesa. — O Poker do Pecado está aberto para novos jogadores. Helena acendeu um cigarro. — Só não vale reclamar do cheiro. Todos riram. E o sol subiu sobre o sítio, sobre os corpos nus, sobre o cheiro de sexo, suor e liberdade. Carlão no grupo: Gente, meu amigo Ricardo vai participar. Ele é solteiro, bissexual, tem fetiche por cheiros e nunca teve vergonha de nada. Patrícia: Ele sabe das regras? Carlão: Sabe. E disse que vai trazer uma amiga dele, a Bianca. Ela é mais nova, 25 anos, adora inversão e nunca tomou banho com sabonete na vida. Helena: Roberto já está suando de nervoso. Roberto: Eu NÃO estou. (Estou.) Thais: Regra do quinto encontro: todo mundo será vendado durante as duas primeiras horas. Só vale cheirar, lamber, tocar. Ninguém sabe quem está fazendo o quê. Jefferson: Aprovado. Vai ser o encontro mais selvagem até agora. Júlia: Meus pentelhos estão prontos. Marcos: Os meus também. A casa era a mesma de Jefferson e Thais, mas agora a sala estava vazia — apenas colchões no chão, almofadas, e uma mesa com vendas pretas de cetim. Ricardo chegou primeiro. Moreno alto, barba por fazer, suado. Usava uma camisa aberta, sem nada por baixo. O cheiro dele era forte — terra, tabaco, pele. — Finalmente — ele disse, abraçando Carlão. — Ouvi tanta história… Bianca chegou atrás. Baixinha, cabelos cacheados, pele parda. Usava um vestido curto e transparente. Os seios pequenos, os mamilos escuros. Ela cheirava a suor velho e mato. — Não uso sabonete há três anos — ela anunciou, sorrindo. — Meu cheiro é só meu. Thais cheirou seu pescoço. — Aprovada. Os outros chegaram aos poucos. Ninguém tinha tomado banho. O ar ficou denso, pesado, delicioso. Jefferson distribuiu as vendas. — Duas horas. Não podem tirar. Só cheirar, lamber, tocar. Quem tirar a venda perde o direito de gozar hoje. — Justo — disse Ricardo, amarrando a venda. Com as vendas, ninguém sabia quem estava perto. Apenas cheiros, respirações, toques. Uma mão grossa — provavelmente Jefferson — apertou a nuca de Bianca. Ela gemeu baixo. — Quem é? — ela sussurrou. — Não importa — a voz respondeu. — Cheira. Ela enfiou o nariz na axila dele. Suor, pelo, calor. — Jefferson… — ela identificou. — Acertou. Agora lambe. Ela lambeu. Ele gemeu. Do outro lado do colchão, Patrícia estava de quatro. Alguém — talvez Ricardo, talvez Marcos — enfiou o rosto entre suas nádegas. — Cheiro de cu suado… — a voz masculina murmurou. — Delícia. A língua entrou. Patrícia se arqueou. — Não para… Helena estava encostada na parede. Duas pessoas a tocavam — mãos nos seios, boca na sua axila grisalha. — Cheiro de mulher de verdade — a voz de Bianca disse. — Posso lamber sua buceta? — Pode — Helena respondeu. Bianca se ajoelhou e enfiou a língua nos pelos grisalhos de Helena, que já estava escorrendo. Roberto, vendado, tateava no escuro. Encontrou um pau duro — enorme. Jefferson. — Posso? — Roberto perguntou. — Chupa — Jefferson respondeu. Roberto chupou. Pela primeira vez na vida, um pau negro e enorme. O gosto era forte, alcalino, viciante. Carlão estava encolhido no canto. Alguém se aproximou — mãos pequenas. Júlia. — Sei que é você, Carlão — ela sussurrou. — Vou chupar seu pau pequeno. E você vai gemer baixinho pra ninguém ouvir. Ela chupou. Carlão gemeu. Júlia parou. — Agora me lambe. Toda. Axila, buceta, cu. Carlão lambeu cada centímetro dela, no escuro, guiado apenas pelo cheiro. Duas horas se passaram. Jefferson bateu palmas. — Podem tirar as vendas. Todos piscaram, se olharam. A cena era caótica: corpos nus ou semi-nus, suados, alguns já gozados. Bianca estava montada no rosto de Roberto. Helena estava com os dedos dentro de Patrícia. Marcos e Ricardo se beijavam de língua, os dois paus duros se esfregando. — Que bagunça gostosa — disse Thais, rindo. Jefferson pegou o baralho. — Agora, o poker de verdade. Mas com regras novas. — Quais? — perguntou Ricardo, ainda com o gosto de Marcos na boca. — Cada prenda envolve resistência. Quem perder vai ter que aguentar algo sem gozar. Se gozar antes da hora, perde duas vezes. — Exemplo? — Bianca perguntou. — Exemplo — Jefferson olhou para Carlão. — Você vai levar cinta dupla de todos os homens aqui. Um por um. Sem gozar. Se gozar, toma xixi na cara. Carlão engoliu em seco. — Combinado. Primeira mão: Bianca ganhou de Roberto. — Roberto. Você vai lamber a axila suada de cada mulher aqui. Na ordem: Helena, Júlia, Patrícia, Thais, e eu. Se você gozar antes de terminar, perde. Roberto se ajoelhou. Helena levantou o braço. Ele lambeu — salgado, forte. O pau dele endureceu. Júlia veio depois. Os pentelhos naturais na axila, o suor mais doce. Ele lambeu, o pau pulsou. Patrícia. Suor de excitação pura. Ele lambeu, gemeu. Thais. Cheiro selvagem, almíscar. Ele lambeu, e o pau escorreu. Bianca por último. O suor mais jovem, levemente ácido. Ele lambeu, e gozou. — Gozou — Bianca apontou. — Perdeu. A prenda dupla: Roberto tomou xixi na cara de Helena, que mijou devagar na sua boca aberta. — Gostoso… — Roberto sussurrou, engolindo. Segunda mão: Ricardo ganhou de Carlão. — Carlão. Você vai levar cinta de todos os homens. Eu, Marcos, Jefferson, Roberto. Nessa ordem. Sem gozar. Patrícia amarrou a cinta em Ricardo — um consolo de 22 cm, preto, texturizado. Carlão ficou de quatro. Ricardo enfiou devagar. Carlão gemeu, mas segurou. Marcos veio depois. Enfiou mais rápido. Carlão mordeu o lábio. Jefferson. O consolo maior, 28 cm. Carlão gritou baixo. Roberto por último. O mais devagar, o mais cuidadoso. Carlão tremeu, mas não gozou. — Aguentei — ele sussurrou, suando. — Aguentou — Ricardo confirmou. — Respeito. Terceira mão: Thais ganhou de todos. — Prenda coletiva — Thais anunciou. — Todos os homens vão lamber a buceta de Bianca até ela gozar. Depois, todas as mulheres vão passar o gozo dela no próprio rosto. E os homens vão lamber o rosto das mulheres. Bianca se jogou no colchão, abriu as pernas. A buceta era carnuda, escura, completamente depilada, já escorrendo. Jefferson foi o primeiro. Enfiou a língua fundo, chupou o clitóris. — Doce… quente… Marcos veio depois. Lambeu os pequenos lábios, subiu até o ânus, desceu. Ricardo. Lambeu como quem bebe água, com vontade. Roberto. Lambeu devagar, com medo, mas gostou. Carlão por último. Lambeu com dedicação. Bianca gozou — muito, quente, transparente com leitoso. As mulheres se ajoelharam ao redor dela. Helena passou o gozo no próprio rosto. Júlia também. Patrícia também. Thais também. Os homens lamberam o rosto das mulheres — gozo de buceta misturado com suor e saliva. — Isso é comunhão — disse Bianca, rindo. — É sexo — corrigiu Jefferson. — Sexo de verdade. Não houve mais prendas. As duas horas de venda e os desafios já tinham destruído qualquer vergonha. Thais montou no pau de Jefferson enquanto beijava Bianca. Marcos comeu Patrícia por trás, enquanto Patrícia chupava Ricardo. Júlia sentou na cara de Roberto, que lambeu sua buceta peluda com vontade. Carlão estava deitado de costas. Helena e Bianca revezavam na cinta dupla dentro dele — uma enfiava, a outra chupava seu pau pequeno. — Vou gozar — Carlão avisou. — Ainda não — Helena ordenou. Ela segurou. Bianca segurou. Carlão esperou. Quando finalmente liberaram, ele gozou sem tocar no pau — pela quarta vez na noite. Ricardo e Marcos se beijavam enquanto se masturbavam um ao outro. Gozaram juntos, na barriga um do outro. Roberto, pela primeira vez, comeu um homem — Ricardo. Enfiou devagar, com medo, depois com tesão. — Eu sempre quis — Roberto confessou, ofegante. — E eu sempre quis você — Ricardo respondeu. Helena assistiu e gozou só de ver. No final, todos estavam deitados no chão suado. O cheiro era insuportável: xixi, gozo, buceta, axila, cu, suor, terra, sexo puro. Bianca acendeu um cigarro. — Sexto encontro? — Amanhã — disse Thais. — Mas agora, todo mundo mijar junto antes de dormir. Foram ao quintal, em círculo, e mijaram na grama. Rindo. Nus. Selvagens. O café da manhã foi servido com frutas e café preto. Todos nus. Todos fedendo. — Regra para o sexto encontro — sugeriu Ricardo. — Todo mundo tem que trazer uma peça de roupa íntima usada de outra pessoa. Vamos cheirar e adivinhar de quem é. — Aprovado — disse Bianca. — E mais — completou Júlia. — Quem errar vai ter que lamber o cu de quem acertou. — Aprovadíssimo — disse Marcos. Jefferson bateu na mesa. — Então está marcado. Daqui duas semanas. Na minha casa de novo. Carlão sorriu, encolhido entre Patrícia e Ricardo. — Eu nunca fui tão feliz. Patrícia beijou sua testa. — Nem eu. E o sol subiu sobre o quintal mijado, sobre os corpos nus, sobre o cheiro de liberdade. Ricardo no grupo: Combinado então. Cada um traz uma peça íntima usada de OUTRA pessoa. Pode ser de amigo, ex, conhecido. Vamos cheirar e adivinhar. Bianca: Eu trouxe a calcinha da minha irmã. Ela não sabe. Tem cheiro de buceta doce e suor de academia. Helena: Roberto trouxe uma cueca do sobrinho dele. (Com permissão. O sobrinho é fetichista.) Roberto: Ele disse "tio, pode levar. Só traz de volta." Júlia: Eu trouxe uma calcinha da minha vizinha. Ela é mais velha, pelos brancos. O cheiro é forte. Marcos: Eu trouxe uma sunga usada do meu personal trainer. O cara é bombado e não toma banho depois do treino. Patrícia: Carlão trouxe uma calcinha da minha mãe. (Ela é viva. E topou. Minha família é doida.) Carlão: ?? Jefferson: Eu trouxe uma calcinha da ex da Thais. Mulher com buceta peluda e cheiro de terra. Thais: Eu trouxe a cueca do meu irmão. Ele é gay, tem pau grande e cheiro de almíscar puro. Novo participante – Bruno (amigo de Ricardo): Posso entrar? Sou bi, tenho 22 anos, pau de 19 cm, adoro cheirar axila e tomar xixi. Novo participante – Simone (amiga de Bianca): Eu vou. Tenho 30 anos, buceta depilada, cheiro doce, e adoro comer homem de cinta. Jefferson: Aprovados. Sexto encontro na minha casa. Regra: todos os convidados também participam da adivinhação. Quem errar, paga com língua no cu de quem acertou. A sala de Jefferson estava preparada com uma mesa comprida. Em cima, 12 sacos de papel pardo, cada um com uma peça íntima usada. Nenhum nome escrito. Os participantes sentaram em círculo. Os antigos: Carlão, Patrícia, Júlia, Marcos, Helena, Roberto, Thais, Jefferson, Ricardo, Bianca. Os novos: Bruno (22 anos, magro, suado, olhar safado) e Simone (30 anos, cabelos curtos, corpo de academia, sorriso malicioso). — Regra — Jefferson explicou. — Cada um vai pegar um saco, cheirar a peça, e tentar adivinhar de quem é o cheiro. Pode lamber também. Vale tudo. Quem errar, lambe o cu de quem acertou. Acerto total? Ninguém paga. Acerto parcial? Quem acertar mais ganha o direito de escolher a prenda. — E se ninguém acertar? — perguntou Bruno. — Todos pagam. Todo mundo lambe o cu de todo mundo — respondeu Thais, rindo. — Aprovado — disse Simone. Primeiro saco: Patrícia pegou. Abriu. Era uma calcinha pequena, de algodão, manchada. Ela cheirou fundo. — Doce… levemente ácido… suor de buceta… e um traço de xixi. Isso é da vizinha da Júlia. Pelos brancos. — Acertou! — Júlia bateu palmas. Patrícia ganhou o direito de dar uma prenda para alguém. Ela escolheu Bruno. — Bruno. Você vai lamber a axila suada de todos os homens aqui. Em ordem alfabética pelo nome. Bruno riu. — Não sei nem o nome de todo mundo. — Vai aprender na língua — disse Ricardo. Bruno lambeu: Carlão, Jefferson, Marcos, Ricardo, Roberto. O suor de cada um era diferente. O de Jefferson era o mais forte. O de Roberto, o mais ácido. O de Carlão, o mais doce. — Amei — Bruno disse, lambendo os lábios. Segundo saco: Simone pegou. Era uma cueca grande, de algodão, com cheiro forte de pau e suor de saco. — Isso é do irmão da Thais — ela disse. — Almíscar puro. Pau grande. — Acertou — Thais confirmou. — Você pode dar uma prenda. Simone olhou para Roberto. — Roberto. Você vai cheirar a calcinha da mãe da Patrícia. E depois vai lamber o cu da Patrícia enquanto a Patrícia conta uma história de quando ela era adolescente. Roberto corou. — Combinado. Ele cheirou a calcinha. O cheiro era forte — buceta mais velha, suor, sabonete barato. Depois, Patrícia ficou de quatro. Roberto enfiou a língua no cu dela. Ela começou a contar: — Quando eu tinha 15 anos, eu deixei um menino me comer no banheiro da escola. Minha mãe descobriu pelo cheiro. Ela disse "você tá cheirando a sexo". Roberto continuou lambendo. Todos riram. Terceiro saco: Carlão pegou. Era uma sunga pequena, de academia, com cheiro de suor concentrado. — Personal do Marcos — Carlão disse. — Bombado, não toma banho. — Errou! — Marcos gritou. — É do meu personal, mas ele toma banho sim. O cheiro é do treino mesmo. Mas a sunga é minha. — Então é sua? — Carlão perguntou. — É. Eu usei na academia e guardei suada. Carlão errou. Teve que lamber o cu de Marcos. Ficou de quatro, enfiou a língua. Marcos gemeu. — Bom menino — Marcos sussurrou. Quarto saco: Bruno pegou. Era uma calcinha de renda preta, pequena, com cheiro doce e forte. — Da Simone — ele disse. — Errou! — Simone riu. — É da Bianca. Eu não uso renda. Bruno errou. Teve que lamber o cu de Bianca. Ela se ajoelhou na sua frente, e ele lambeu com vontade. — Isso… assim… — Bianca gemia. Depois da adivinhação, Jefferson pegou o baralho. — Agora, poker de verdade. Cada prenda vai envolver cheiro, suor, xixi ou inversão. E todo mundo vai participar. Primeira mão: Bianca ganhou de Bruno. — Bruno. Você vai ficar de quatro. Simone vai mijar no seu cu. Depois, você vai andar de quatro até a piscina e limpar com a língua. Bruno obedeceu. Simone se agachou atrás dele, mirou, e mijou quente. Bruno gemeu. — Entra… quente… Ele andou de quatro até a piscina, entrou, e lambeu a própria perna para limpar. — Gostoso — ele disse. Segunda mão: Ricardo ganhou de Helena. — Helena. Você vai usar a cinta dupla no Carlão e no Bruno ao mesmo tempo. E enquanto come os dois, a Júlia vai lamber sua axila. Helena vestiu a cinta dupla — um consolo de 20 cm em cada ponta. Carlão ficou de quatro na frente. Bruno ficou de quatro atrás. Helena enfiou nos dois ao mesmo tempo. Carlão e Bruno gemeram em uníssono. Júlia se ajoelhou ao lado de Helena, levantou seu braço, e lambeu a axila grisalha e suada. — Cheiro de mulher no poder — Júlia disse. Helena gozou sem tocar em si mesma. Terceira mão: Jefferson ganhou de todos (blefe perfeito). — Prenda coletiva — Jefferson anunciou. — Todos os homens vão lamber a buceta de todas as mulheres. Em círculo. Cada mulher vai gozar pelo menos uma vez. Depois, as mulheres vão passar o gozo na cara dos homens. E os homens vão lamber. As mulheres se deitaram em círculo, cabeças para dentro, pernas abertas. Os homens começaram: Carlão lambeu Thais. Marcos lambeu Helena. Ricardo lambeu Júlia. Roberto lambeu Patrícia. Bruno lambeu Bianca. Jefferson lambeu Simone. Todos trocaram. Cada homem lambeu cada mulher. O som era de línguas, gemidos, bucetas escorrendo. Thais gozou primeiro — na cara de Carlão. Depois Helena — na cara de Marcos. Depois Júlia — na cara de Ricardo. Depois Patrícia — na cara de Roberto. Depois Bianca — na cara de Bruno. Depois Simone — na cara de Jefferson. As mulheres passaram o gozo na cara dos homens. Os homens lamberam o rosto uns dos outros — gozo de buceta misturado. — Isso é arte — disse Bianca. — É religião — corrigiu Thais. Quarta mão: Simone ganhou de todos. — Minha prenda — Simone disse, levantando. — Cada mulher vai escolher um homem para comer com cinta. E cada homem vai ser comido por pelo menos duas mulheres diferentes. Ao mesmo tempo. Patrícia escolheu Carlão (óbvio). Júlia escolheu Marcos (para estrear de novo). Helena escolheu Roberto (com carinho). Thais escolheu Jefferson (desafio). Bianca escolheu Ricardo (curiosidade). Simone escolheu Bruno (novato). Mas a regra era "pelo menos duas mulheres por homem". Então: Carlão foi comido por Patrícia e Júlia (cinta dupla) Marcos foi comido por Júlia e Helena Roberto foi comido por Helena e Bianca Jefferson foi comido por Thais e Simone Ricardo foi comido por Bianca e Patrícia Bruno foi comido por Simone e Thais A cena era caótica: seis homens de quatro, doze cintas entrando e saindo, gemidos, suor, xixi escapando. Carlão gozou primeiro — sem tocar no pau. Depois Bruno. Depois Ricardo. Depois Marcos. Depois Roberto. Por último, Jefferson — que demorou, mas gritou. — Isso… é… o céu… Quinta mão: Helena ganhou de todos. — Última prenda da noite — Helena disse, emocionada. — Todo mundo vai mijar junto no quintal. Depois, todos vão se deitar na grama mijada. E vão lamber a buceta gozada da mulher que estiver ao lado. Foram ao quintal. Formaram um círculo. Mijaram juntos — homens e mulheres, risos, xixi quente escorrendo pelas pernas. Depois, deitaram na grama molhada. Helena lambeu Júlia. Júlia lambeu Thais. Thais lambeu Bianca. Bianca lambeu Simone. Simone lambeu Patrícia. Patrícia lambeu Helena. Os homens lambiam os cus uns dos outros enquanto isso. O cheiro era insuportável: grama, xixi, buceta gozada, suor, sexo. Roberto olhou para o céu. — Eu nunca imaginei que ia viver isso. — Nunca é tarde — disse Helena, sentando no seu rosto. O café da manhã foi servido nu, como sempre. Dessa vez, tinham frutas, suco natural, e pão caseiro. — Regra para o sétimo encontro — sugeriu Bruno. — Cada um traz uma pessoa nova. Mas tem que ser alguém que a gente nunca viu pelado. — Aprovado — disse Simone. — E mais — completou Ricardo. — Vai ter uma roda de fio terra obrigatório antes de começar o poker. — Aprovadíssimo — disse Bianca. Jefferson levantou a taça de suco. — Ao Poker do Pecado. Que nunca acabe. Todos beberam. Carlão estava encolhido entre Patrícia e Bruno, os dois passando a mão na sua barriga. — Eu sou o homem mais sortudo do mundo — ele disse. — Nós somos — corrigiu Patrícia. E o sol subiu sobre o quintal mijado, sobre os corpos nus, sobre o cheiro de amizade e selvageria.
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