O Anão de Pau Grande – A Aposta que Mudou Nossas Vidas

Sou Rodrigo (32 anos) homem de altura média (1,75m), pau de 16 cm. Tem fetiche secreto por anãs – mulheres de baixa estatura. É casado com Patrícia (30 anos) – minha esposa. Mulher de 1,68m, corpo curvilíneo, buceta depilada, bissexual assumida. Topa tudo uma vez. Gustavo (35 anos) – homem anão. 1,32m de altura. Corpo atarracado, forte, braços grossos. Trabalha com personal trainer. Pau de 22 cm, muito grosso, desproporcional ao corpo. Fernanda (33 anos) – mulher anã, esposa de Gustavo. 1,28m de altura. Corpo proporcionado, seios grandes para o tamanho, bunda empinada, buceta natural (pelos aparados). Cabelo preto liso até a cintura.
Eu sempre tive tesão por anãs. Não sei explicar. Talvez seja a proporção, a ideia de um corpo pequeno e compacto, a sensação de poder (e ao mesmo tempo de vulnerabilidade). Talvez seja o proibido – o que é diferente, o que foge do padrão.
Nunca contei para ninguém. Nem para Patrícia, minha esposa. Durante dez anos de casamento, guardei esse segredo.
Até que conhecemos Gustavo e Fernanda.
Eles se mudaram para o nosso prédio há seis meses. Ele é personal trainer – dá aulas na academia do bairro. Ela é designer gráfica, trabalha de casa. Nos primeiros dias, eu só olhava de longe. Não queria ser invasivo.
Mas o fetiche falou mais alto.
Comecei a puxar assunto no elevador. Gustavo era gente boa – brincalhão, extrovertido. Fernanda era mais reservada, mas tinha um sorriso fácil.
Um dia, num churrasco na área comum do prédio, ficamos amigos. Bebemos juntos. Rimos. E, no final da noite, quando as crianças foram dormir e os vizinhos foram embora, ficamos só nós quatro na área da piscina.
— Vocês são liberais? — Patrícia perguntou, do nada.
Gustavo e Fernanda se olharam.
— Somos — Gustavo respondeu. — E vocês?
— A gente está pensando em ser — Patrícia disse. — Nunca tentamos.
— Nós já. Várias vezes — Fernanda falou. — Mas sempre com gente alta.
— Tiveram problema? — perguntei.
— Nunca. Altura não define nada. Só define onde a boca vai parar.
Todos rimos. O clima ficou mais leve. E mais pesado ao mesmo tempo.
Na semana seguinte, chamei Gustavo para um café só nós dois. Queria conhecer ele melhor. Queria saber se meu fetiche era possível.
— Gustavo, posso te perguntar uma coisa pessoal?
— Pode.
— Você é bem dotado?
Ele riu. Uma risada alta, sincera.
— Por que você quer saber?
— Porque... eu e a Patrícia estamos pensando em troca de casal. Mas ela tem um requisito.
— Qual?
— Pau grande.
Ele riu de novo.
— Sou. 22 centímetros. Grosso.
Meu queixo caiu.
— Você está brincando.
— Quer ver?
— Aqui?
Ele se levantou, abaixou a bermuda, e mostrou.
Meu Deus.
O pau dele era enorme – 22 centímetros facilmente, grosso como meu pulso, veias saltadas. Pendia mole, mas já impressionava.
— E duro? — perguntei, sem acreditar.
— Duro fica maior. Uns 23.
Fiquei em silêncio. Meu pau – 16 cm – parecia de criança perto daquele.
— Por que você quer saber disso, Rodrigo? — ele perguntou, sentando de volta.
— Porque... eu sempre tive uma fantasia. Mas é meio estranha.
— Fala. Não vou julgar.
— Eu sempre quis transar com uma anã. Sempre. Desde adolescente.
Ele não se ofendeu. Pelo contrário, sorriu.
— Não é estranho. É mais comum do que você pensa. Fernanda já saiu com vários caras que tinham esse fetiche.
— Ela gosta?
— Ela adora. Se sentir desejada por algo que não é doença, não é deficiência – é só diferença.
Respirei fundo.
— Você toparia uma troca de casal? Eu e Patrícia com vocês dois?
Ele pensou por um momento.
— Toparia. Mas com uma condição.
— Qual?
— Você não pode tratar a Fernanda como um fetiche. Ela é uma pessoa. Não um brinquedo.
— Eu sei. Eu juro que não vou.
— E outra: você vai ter que aguentar o pau. Porque se a gente for trocar, você vai ser comido também. Eu não como só mulher.
— Você é bi?
— Sou. E você?
— Nunca tentei. Mas... eu topo.
— Então a gente tem um acordo.
Ele estendeu a mão. Apertei.
— Só mais uma coisa — ele disse.
— O quê?
— Vamos fazer uma aposta.
— Que aposta?
— Quem tiver o pau menor vai ter que chupar o pau do outro e dar a bundinha primeiro.
— E quem tiver o pau maior?
— Come a anã e come o outro.
Eu já sabia que ia perder.
— Tá bom. Aposto.
— Olha direito. Não falei que eu ia medir. Você já viu o meu. Eu ainda não vi o seu.
Levantei. Abri minha bermuda.
Meu pau – 16 cm normal – parecia minúsculo perto do dele. Mole, era menos da metade do dele mole.
Gustavo assobiou.
— Vai doer.
— Eu sei.
— Ainda quer?
— Quero.
— Então sábado. Na minha casa. 20h. Venham de roupa confortável. E sem nada por baixo.
Contei tudo para Patrícia naquela noite. O fetiche. A aposta. O pau de 22 cm.
Ela ficou em silêncio por um longo minuto.
— Você quer ser comido por ele? — ela perguntou.
— Não quero. Mas topo.
— Por quê?
— Porque eu quero ver você com a Fernanda. E quero ver você com ele.
— Você quer ser corno?
— Quero. Mas só dessa vez. Só com eles.
Ela pensou.
— E você quer me ver com a Fernanda?
— Quero. Muito.
— Você quer participar?
— Quero tudo. Quero ver. Quero ser comido. Quero comer. Quero você sendo comida. Quero todo mundo se pegando.
Ela me beijou.
— Você é um nojento.
— Eu sei.
— E eu sou uma nojenta também. Porque eu estou molhada só de pensar.
— Então vamos.
— Vamos.
Chegamos na casa de Gustavo e Fernanda às 20h em ponto. Eles moravam num apartamento adaptado – bancadas mais baixas, interruptores na altura da mão. Mas a sala era grande, com um tapete felpudo no centro e um sofá enorme.
Fernanda abriu a porta. Ela usava um vestido curto, preto, decotado. Os seios grandes quase saltavam para fora. O cabelo preto liso caía até a cintura.
— Entrem — ela disse, com um sorriso. — Estão nervosos?
— Um pouco — respondemos os dois juntos.
Gustavo veio da cozinha, com duas taças de vinho. Ele estava de calça jeans e camisa preta – mas dava para ver o volume na calça. Mesmo mole, o pau dele marcava.
— Vamos beber primeiro — ele disse. — Para quebrar o gelo.
Bebemos. Conversamos. Normalidades. Trabalho, viagens, academia. Mas o olhar de Patrícia no pau de Gustavo era explícito. O meu olhar em Fernanda também.
— Vamos começar? — Fernanda perguntou, depois da segunda taça.
— Vamos — respondi.
— Regras — Gustavo disse, ficando sério. — Aqui quem manda sou eu e a Fernanda. Se alguém falar "vermelho", para tudo. Se não falar, continua. Ninguém é obrigado a fazer nada. Mas o combinado é o combinado.
— Combinado — disse Patrícia.
— Combinado — eu disse.
— Primeiro: a aposta.
Ele tirou a calça e a cueca. O pau dele estava meia-bomba – já maior que o meu duro. 20 centímetros e crescendo.
— Mostra o seu.
Tirei a calça. Meu pau estava mole – o nervosismo tinha encolhido ele. 12 centímetros, parecia de criança.
— Ganhei — Gustavo disse, rindo. — Você sabe qual é a prenda.
— Sei.
— Vai ajoelhar. Vai chupar meu pau. E depois vai dar a bundinha.
Ajoelhei.
Gustavo ficou de pé na minha frente. O pau dele já estava completamente duro – 22 centímetros, grosso, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. O pau apontava para cima, quase encostando no próprio umbigo.
— Abre a boca — ele mandou.
Abri.
Ele enfiou a cabeça. Só a cabeça. Minha boca ficou completamente cheia – a cabeça do pau dele era do tamanho de um ovo de codorna.
— Chupa.
Chupei. A língua fez círculos em volta da cabeça. O gosto era levemente salgado, com um fundo adocicado de pré-gozo.
— Mais fundo.
Tentei descer. Engasguei. A grossura não deixava passar da metade da cabeça.
— Calma. Respira.
Respirei. Ele enfiou mais um centímetro. Eu engasguei de novo.
— Você nunca chupou um pau, né?
— Nunca — respondi, com a boca cheia.
— Vai aprender hoje.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a empurrar. Enfiou até a metade – eu estava com os olhos marejados, a saliva escorrendo pelo queixo, a respiração ofegante.
— Isso — ele gemia. — Chupa tudo. Quero sentir sua garganta.
Empurrou mais. O pau dele bateu no fundo da minha garganta. Eu quase vomitei – mas não tirei. Queria cumprir a prenda.
— Olha para a sua esposa — ele mandou.
Olhei. Patrícia estava sentada no sofá, com a mão dentro da calça, se masturbando. Os olhos dela estavam vidrados em mim – chupando o pau de outro homem.
— Ela está adorando ver você de joelhos — Gustavo disse. — Adorando ver você sendo um viadinho.
Eu gemi com o pau na boca. A vibração fez Gustavo gemer também.
— Agora as bolas.
Tirei o pau da boca – ofegante, babando – e desci. Lambi as bolas de Gustavo. Eram grandes, pesadas, suadas. Chupei uma, depois a outra, depois as duas juntas.
— Bom menino — ele disse, passando a mão na minha cabeça. — Agora a prenda final.
Gustavo me virou de bruços no tapete.
— Fica de quatro. Empina a bunda.
Empinei. Patrícia se aproximou, se ajoelhou na minha frente.
— Vou segurar na sua mão — ela disse. — Se doer muito, aperta.
— Combinado.
Gustavo passou lubrificante generosamente no pau dele e no meu cu. O gel era frio no começo, depois esquentou.
— Relaxa — ele disse.
— Estou tentando.
Ele enfiou a cabeça.
Porra, doeu. A cabeça do pau dele era muito grossa – parecia que meu cu ia rasgar.
— Respira — ele mandou.
Respirei. A cabeça entrou – doeu mais – e depois passou.
— Agora o resto.
Ele empurrou. O pau entrou centímetro por centímetro. Cada centímetro era uma dor aguda, seguida de uma sensação de plenitude.
Quando chegou no final – os 22 centímetros inteiros dentro de mim – eu gritei.
— Porra, Gustavo... está muito fundo.
— É o fundo do seu cu. Agora vou mexer.
Ele começou a meter. Devagar no começo – estocadas curtas, profundas. O pau dele entrava e saía, e a cada entrada, a cabeça roçava na minha próstata.
— Isso, Rodrigo — ele gemia. — Relaxa o cu. Deixa eu entrar.
Patrícia segurava minha mão. Mas ela não tirava os olhos do pau de Gustavo entrando e saindo de mim.
— Você está gostando de ver? — perguntei a ela, a voz falhando.
— Estou — ela respondeu. — Estou com muito tesão.
— Então vem aqui.
Ela se ajoelhou na minha frente. Enfiei a mão dentro da calça dela – ela estava sem calcinha – e comecei a masturbar a buceta dela enquanto Gustavo me comia.
— Isso, amor — ela gemia. — Me masturba enquanto ele te come.
Gustavo acelerou. As estocadas ficaram mais rápidas, mais fortes. O pau dele entrava e saía com violência, e o som era obsceno – o lubrificante fazendo ploc-ploc-ploc a cada estocada.
— Vou gozar — ele avisou.
— Goza dentro — eu pedi.
Ele gozou. Jorrou dentro do meu cu – quente, grosso, tanto que escorreu pelas minhas coxas.
Eu senti cada jato. E gozei junto – um orgasmo anal que me fez perder a visão por alguns segundos.
Patrícia, ao me ver gozar, gozou na minha mão.
Os três caíram no tapete, ofegantes.
— Ainda não terminou — Fernanda disse.
Ela estava sentada no sofá, assistindo tudo. Vestida ainda.
— Minha vez.
Fernanda se levantou, veio até mim. Eu ainda estava deitado no tapete, o cu escorrendo porra de Gustavo.
— Levanta — ela mandou.
Levantei. Ela tinha 1,28m – a cabeça dela chegava na minha cintura. Ela olhou para o meu pau – mole depois do orgasmo – e sorriu.
— Você queria me comer, não queria?
— Queria.
— Então me come. Mas primeiro você vai me lamber inteira.
Ela tirou o vestido. Ficou completamente nua.
O corpo dela era perfeito – proporcionado, os seios grandes para o tamanho, a cintura fina, a bunda empinada. A buceta era natural – pelos escuros aparados, os grandes lábios rosados.
— Deita no tapete — ela mandou.
Deitei. Ela montou no meu rosto – a buceta dela na altura da minha boca.
— Lambe.
Lambi. A língua tocou os grandes lábios – o gosto era doce, levemente ácido. Ela gemia baixo.
— Enfia a língua.
Enfiei. A língua entrou na buceta dela – ela era apertada, molhada, quente.
— Isso, Rodrigo — ela gemia. — Lambe minha buceta enquanto eu esfrego no seu rosto.
Ela começou a se esfregar – movimentos circulares, a buceta dela deslizando na minha boca, no meu nariz, no meu queixo. Eu lambia tudo o que alcançava.
— Agora o cu.
Ela se virou. Montou no meu rosto de costas – o cu dela na altura da minha boca.
O cu dela era pequeno, rosado, com uma penugem fina. O cheiro era suave – almiscarado, limpo.
Lambi. Primeiro em volta, depois enfiei a ponta da língua. Ela gemeu alto.
— Mais fundo.
Enfiei mais. A língua entrou uns dois centímetros.
— Isso, seu cadelinha. Lambe meu cu.
Eu lambi até ela gozar – um orgasmo silencioso, o corpo dela tremendo, a buceta contraindo no ar.
— Agora me come — ela disse, descendo do meu rosto.
Ela deitou de bruços no tapete, a bunda empinada. A buceta dela ficou escancarada, os grandes lábios abertos, o grelinho exposto.
— Enfia.
Ajoelhei atrás dela. Meu pau estava duro de novo – 16 cm, normal, pequeno perto do de Gustavo.
Enfiei na buceta dela.
Ela era muito apertada – minha buceta apertada, mas a dela era ainda mais. Eu senti cada centímetro da parede interna dela se esticando para me receber.
— Porra, Fernanda — eu gemi. — Você é muito apertada.
— É porque você é o primeiro homem alto que me come.
— O primeiro?
— O primeiro. Os outros tinham medo.
— Medo do quê?
— Medo de me machucar. De não saber como fazer. Você não tem medo.
— Não tenho. Eu só quero você.
Comecei a meter. Devagar no começo – estocadas profundas. Ela gemia a cada entrada.
— Assim, Rodrigo... mais fundo...
Enfiei mais fundo. Meu pau tocou no colo do útero dela – ela gemeu mais alto.
— Gostou? — perguntei.
— Gostei. Agora me fode de verdade.
Acelerei. As estocadas ficaram mais rápidas, mais fortes. O som era molhado – a buceta dela escorrendo, o meu pau entrando e saindo.
Enquanto eu metia, Gustavo se aproximou. Ele se ajoelhou atrás de mim – e enfiou o pau no meu cu de novo.
— Você não vai gozar sozinho — ele disse. — Vai gozar comigo dentro de você.
Agora eu estava fodendo Fernanda na buceta e sendo fodido por Gustavo no cu ao mesmo tempo.
O ritmo era sincronizado: Gustavo enfiava o pau no meu cu ao mesmo tempo que eu enfiava o pau na buceta de Fernanda.
— Isso, Rodrigo — ele gemia. — Agora você sabe como é ser usado.
— E você gosta — Fernanda disse, sem tirar o rosto do tapete.
— Gosto — eu respondi, a voz falhando.
Patrícia se ajoelhou na frente de Fernanda. Começou a beijar a amiga – de língua, profundamente – enquanto eu comia Fernanda por trás e Gustavo me comia por trás.
Os quatro estavam conectados. Gustavo me comendo (cu). Eu comendo Fernanda (buceta). Patrícia beijando Fernanda e Fernanda gemendo na boca de Patrícia.
— Vou gozar — Fernanda avisou.
— Goza — eu disse.
Ela gozou. O corpo dela tremeu, a buceta contraiu em volta do meu pau.
Ao sentir a buceta dela contraindo, eu gozei dentro dela. Jorrei quente, fundo.
Gustavo, ao sentir meu cu contraindo, gozou dentro de mim de novo. Jorrou tanto que escorreu pelas minhas coxas, misturado com a porra da primeira vez.
Patrícia, ao ver nós três gozando, gozou só de assistir.
Os quatro caíram no tapete, exaustos, suados, cobertos de porra e saliva.
— Isso foi... — comecei.
— Perfeito — Fernanda completou.
— Eu quero repetir — Patrícia disse.
— Ainda não terminou — Gustavo falou. — Ainda tem o fio terra.
Gustavo se levantou.
— Todo mundo deitado de bruços. Em círculo. Vão lamber o cu de quem está na frente.
Nós obedecemos.
Deitamos de bruços no tapete, em círculo. Cada um com o rosto no cu da pessoa à frente.
Eu fiquei com o rosto no cu de Fernanda. Fernanda ficou com o rosto no cu de Patrícia. Patrícia ficou com o rosto no cu de Gustavo. Gustavo ficou com o rosto no meu cu.
— Vai começar agora — Gustavo disse. — Quando eu disser "um", todo mundo lambe o cu de quem está na frente ao mesmo tempo.
— Um.
Todos começaram a lamber.
Minha visão: eu lambendo o cu de Fernanda. O cu pequeno, rosado, limpo. Enfiei a língua – ela gemeu.
O que acontecia atrás de mim: Gustavo lambendo o meu cu. A língua grossa dele entrando fundo, explorando.
— Dois.
Todos aceleraram.
Eu lambia mais rápido. A língua entrava e saía do cu de Fernanda. Ela gemia contra o cu de Patrícia.
— Três.
Todos enfiaram a língua mais fundo.
— Quatro. Cinco. Seis.
O som da sala era uma sinfonia obscena – línguas lambendo cus, gemidos abafados, respirações ofegantes.
— Pare — Gustavo disse.
Todos pararam.
— Agora todo mundo lambe o cu da pessoa que está dois lugares à frente.
Ficamos confusos, mas depois entendemos.
Eu lambi o cu de Patrícia (pulei Fernanda). Fernanda lambeu o cu de Gustavo (pulou Patrícia). Patrícia lambeu o meu cu (pulou Gustavo). Gustavo lambeu o cu de Fernanda (pulou eu).
Todos lamberam ao mesmo tempo de novo.
Dessa vez, eu lambia o cu de Patrícia – minha esposa – enquanto Gustavo lambia o cu de Fernanda e Patrícia lambia o meu cu.
Éramos um círculo de cus sendo lambidos. Ninguém sabia mais quem era quem. Só línguas, cus, gemidos.
— Agora todo mundo goza — Gustavo mandou. — Só com a língua no cu de alguém.
Todos começaram a lamber freneticamente. Eu lambia o cu de Patrícia com vontade, enfiando a língua o mais fundo que podia. Ela gemia contra o cu de Gustavo. Eu sentia a língua dela no meu cu – ela estava me lambendo também.
Gozei primeiro – sem ninguém tocar no meu pau. Apenas com a língua de Patrícia no meu cu e a minha língua no cu dela.
Patrícia gozou em seguida – o corpo dela tremeu, o cu se contraiu na minha língua.
Fernanda gozou depois – eu ouvi o gemido abafado dela contra o cu de Gustavo.
Gustavo gozou por último – jorrou no tapete, sem ninguém tocar nele.
Os quatro caíram no tapete, exaustos, os rostos molhados de saliva e suor.
— Eu nunca vou esquecer isso — eu disse.
— Nem eu — Patrícia disse.
— Nem eu — Fernanda disse.
— Nem eu — Gustavo disse.
Ficamos os quatro deitados no tapete por um bom tempo. O cheiro do sexo preenchia a sala – suor, lubrificante, porra, saliva.
— Vocês querem voltar? — Fernanda perguntou.
— Quando? — perguntei.
— Sábado que vem. Na sua casa.
— Vamos querer — Patrícia respondeu por nós dois.
— Vamos — confirmei.
— Mas agora — Gustavo disse — vamos tomar um banho. Eu vou ensinar vocês a tomar banho em casal. Do jeito certo.
— E qual é o jeito certo? — perguntei.
— Todo mundo lambendo todo mundo enquanto a água cai.
— Isso não é banho. É sexo.
— Exatamente.
Tomamos banho juntos. Não nos beijamos – nos lambemos. Debaixo da água quente, eu lambi o cu de Fernanda enquanto ela lambia o pau de Gustavo e Gustavo lambia a buceta de Patrícia e Patrícia lambia o meu pau.
Foi o melhor banho da minha vida.
No outro dia, no café da manhã, Patrícia olhou para mim e disse:
— Você ainda tem fetiche por anãs?
— Mais do que nunca.
— E por anões?
— Também.
— E por ser comido?
— Principalmente.
Ela riu.
— Nós somos muito errados.
— Nós somos muito felizes.
Ela me beijou.
— Sábado que vem. Na nossa casa.
— Vou comprar lubrificante.
— Compra dois.
Depois da primeira noite que mudou nossas vidas, nos tornamos amigos inseparáveis. Não só amigos – amantes. Mas com combinados.
— Por que a gente não passa um final de semana inteiro juntos? — Fernanda sugeriu, num domingo à tarde, depois de mais uma sessão de sexo.
— Como assim, inteiro? — perguntou Patrícia.
— Sexta, sábado e domingo. Na sua casa – é maior. Cada dia uma brincadeira diferente.
— Que tipo de brincadeira? — perguntei, já com o pau endurecendo.
— Sexta: todos comem todos. Ninguém fica de fora. Ninguém tem vergonha. Todo mundo com todo mundo.
— E sábado? — Patrícia perguntou.
— Sábado: troca de casal. Cada casal fica num quarto separado. Eu e Rodrigo num. Você e Gustavo noutro.
— E domingo? — Gustavo perguntou, com um sorriso safado.
— Domingo: brincadeira bi. Só os homens. Ou só as mulheres. Ou os dois. A gente decide na hora.
Olhei para Patrícia. Ela olhou para mim.
— Topamos — dissemos juntos.
— Mas com uma regra — Gustavo acrescentou.
— Qual? — perguntei.
— Ninguém pode gozar sozinho. Toda vez que alguém gozar, tem que fazer alguém gozar também.
— Combinado.
Gustavo e Fernanda chegaram na nossa casa às 19h da sexta-feira. A casa estava preparada: velas, vinho, petiscos, e dois quartos arrumados – o nosso quarto (cama king size) e o quarto de hóspedes (cama de casal).
Fernanda usava um vestido curto, vermelho, sem sutiã – os mamilos marcando o tecido. Os seios grandes dela balançavam a cada passo. O cabelo preto liso solto nas costas.
Gustavo usava uma calça de moletom preta e camiseta branca – o volume do pau dele era impossível de ignorar. Mesmo mole, marcava na coxa.
— Entrem — Patrícia disse, abrindo a porta. Ela estava de roupão – e nada por baixo.
— Estão nervosos? — Fernanda perguntou.
— Um pouco — respondi.
— Não precisa. Hoje é sexta. Sexta é todo mundo com todo mundo. Não tem erro. Não tem ciúmes. Não tem vergonha.
Ela me beijou. Na boca. De língua. Na frente do meu marido.
Gustavo beijou Patrícia. Também de língua. Na minha frente.
O clima já estava pesado.
— Vamos comer alguma coisa primeiro — Fernanda disse, desfazendo o beijo. — Para ter energia. Vai ser uma noite longa.
Comemos. Bebemos. Rimos. Jogamos um jogo de cartas erótico que Fernanda trouxe – cada carta uma prenda ou uma pergunta.
— Qual seu maior fetiche? — a carta perguntou para Patrícia.
— Ser comida por dois homens ao mesmo tempo — ela respondeu, sem hesitar.
— Realizável ainda hoje — Gustavo disse.
— E você, Rodrigo? — a carta perguntou.
— Ser dominado por uma mulher anã.
Fernanda sorriu.
— Realizável agora mesmo.
Ela se levantou, veio até mim, sentou no meu colo e sussurrou no meu ouvido:
— Hoje você vai ser meu. Deixa o Gustavo cuidar da sua esposa.
Fernanda me puxou pelo cabelo até o tapete da sala.
— Tira a roupa — ela mandou.
Tirei. Patrícia, Gustavo e Fernanda tiraram as roupas também. Ficamos os quatro nus, o cheiro do tesão preenchendo a sala – suor, excitação, promessa.
— Regra de sexta — Fernanda disse. — Todos comem todos. Isso significa que ninguém pode ficar sem tocar em ninguém. Todo mundo tem que penetrar e ser penetrado. Todo mundo tem que chupar e ser chupado. Todo mundo tem que gozar.
— E se alguém não conseguir? — perguntei.
— Vai conseguir.
Começamos com um círculo de 69 quádruplo – tecnicamente impossível, mas nos organizamos.
Patrícia deitou de costas no tapete. Fernanda montou no rosto dela – a buceta de Fernanda na boca de Patrícia.
Eu deitei de lado, com a cabeça entre as pernas de Patrícia. Minha boca na buceta dela. Meu pau na boca de Gustavo – que estava deitado ao meu lado, com a cabeça entre as minhas pernas.
Gustavo, ao mesmo tempo, enfiava o pau na boca de Patrícia – porque ele estava numa posição inclinada, o pau dele alcançava a boca de Patrícia enquanto a boca dele chupava o meu pau.
Era um nó de corpos, bocas, paus e bucetas. Eu não sabia mais o que era o quê. Só sabia que estava sendo chupado por Gustavo (a língua grossa dele na cabeça do meu pau) enquanto eu chupava Patrícia (o gosto da minha esposa na minha língua) e Patrícia chupava Fernanda (o gosto doce da buceta da amiga) e Fernanda chupava Gustavo (o pau enorme que não cabia na boca dela).
— Troca — Gustavo mandou.
Agora a configuração mudou.
Fernanda deitou de bruços. Gustavo enfiou o pau de 22 cm na buceta dela – ela gemeu alto.
Patrícia sentou no rosto de Fernanda – a buceta de Patrícia na boca de Fernanda.
Eu fiquei atrás de Patrícia e enfiei o pau no cu dela – ela adorava quando eu comia o cu dela. Patrícia gemia na boca de Fernanda.
Gustavo, ao mesmo tempo, puxou minha cabeça para trás e enfiou o pau na minha boca – eu estava comendo o cu de Patrícia e sendo chupado? Não, sendo penetrado na boca por Gustavo.
Sim: eu estava comendo o cu de Patrícia, e Gustavo estava fodendo a minha boca. E Fernanda estava sendo comida por Gustavo e chupando Patrícia. E Patrícia estava sendo comida no cu por mim e chupando Fernanda.
Quatro pessoas, quatro penetrações simultâneas.
— Isso é uma obra de arte — Gustavo disse, ofegante, com o pau na minha boca.
— É uma salada de paus e bucetas — Fernanda respondeu, com a boca na buceta de Patrícia.
— É uma obra de arte salada — Patrícia completou, rindo entre gemidos.
Depois de uma hora de trocas incessantes, todos gozaram.
Gustavo gozou primeiro – dentro da buceta de Fernanda. Ele gozou tanto que escorreu pelo tapete.
Fernanda gozou em seguida – na boca de Patrícia.
Patrícia gozou depois – no meu pau (eu estava no cu dela, mas ela gozava mais fácil quando eu comia o cu dela).
Eu gozei por último – na boca de Gustavo (porque ele ainda estava com o pau na minha boca quando eu gozei, e ele engoliu tudo).
Os quatro caímos no tapete, exaustos, suados, cobertos de porra e saliva.
— Isso foi só sexta — Fernanda disse, ofegante.
— Amanhã tem mais — Gustavo disse.
— Muito mais.
No sábado de manhã, acordamos os quatro na mesma cama (ninguém teve energia para ir para o quarto de hóspedes). Nus, sujos, fedidos – do jeito que a gente gostava.
— Hoje é dia de troca de casal — Fernanda disse, tomando café.
— Como funciona? — perguntei.
— Cada casal fica num quarto separado. Mas os casais são trocados. Eu fico com você, Rodrigo. Patrícia fica com o Gustavo. Cada um no seu quarto. Porta fechada. Ninguém atrapalha ninguém.
— E o que a gente faz? — Patrícia perguntou.
— O que a gente quiser. Mas só volta a se encontrar no jantar.
— E depois do jantar? — Gustavo perguntou.
— Depois do jantar é domingo. Brincadeira bi.
Fernanda e eu fomos para o quarto de hóspedes. Fechei a porta.
Ela estava sentada na cama, nua. O corpo pequeno dela (1,28m) contrastava com o meu (1,75m). Quando eu ficava de pé, ela chegava na metade do meu peito.
— Você está nervoso? — ela perguntou.
— Não. Ansioso.
— Ansioso para quê?
— Para te comer. E para ser comido por você.
— Você vai ser comido por mim?
— Você vai me comer?
— Vou. Mas com uma condição.
— Qual?
— Você vai fazer tudo o que eu mandar.
— Pode mandar.
— Primeiro: deita de costas na cama. Fica com a bunda na borda.
Deitei. Minha bunda ficou na borda da cama, meus pés no chão. Meu pau estava duro, apontando para o teto.
Fernanda se ajoelhou no chão, entre as minhas pernas. Ela enfiou o rosto no meu cu – começou a lamber.
— Porra, Fernanda — eu gemi. — Você lambe muito bem.
— Sei. Já me disseram.
Ela lambeu meu cu por um bom tempo – a língua entrando e saindo, fazendo círculos, explorando cada centímetro.
— Agora vou te comer — ela disse.
Ela se levantou. Foi até a mala dela e pegou um cinto de couro – com um consolo preto acoplado. 20 centímetros, grosso.
— Você usa cinto?
— Uso. No Gustavo. Agora vou usar em você.
Ela encaixou o cinto na cintura. O consolo ficou apontado para frente – na altura da minha bunda, porque ela era baixa.
— Fica de quatro na cama.
Fiquei de quatro. Ela subiu na cama atrás de mim.
— Relaxa — ela disse.
— Estou relaxado.
Ela enfiou a cabeça do consolo no meu cu. A cabeça era grossa – doeu.
— Respira.
Respirei. Ela empurrou mais. O consolo entrou centímetro por centímetro.
Quando chegou no final – os 20 centímetros inteiros dentro de mim – eu gritei.
— Porra, Fernanda... você é baixa, mas seu consolo é grande.
— É para compensar.
Ela começou a meter. Devagar no começo – estocadas profundas. O consolo entrava e saía, e a cada entrada, a base do cinto batia na minha bunda.
— Isso, Rodrigo — ela gemia. — Me fode com o cu. Quero sentir você apertando.
Eu apertava o cu em volta do consolo de propósito, para dar mais prazer para ela.
— Agora vou acelerar.
Ela acelerou. As estocadas ficaram mais rápidas, mais fortes. O consolo entrava e saía com violência, e o som era obsceno – o lubrificante fazendo ploc-ploc-ploc.
— Vou gozar — eu avisei.
— Ainda não. Só quando eu deixar.
Ela continuou metendo. Meu pau estava tão duro que parecia que ia explodir. O pré-gozo escorria em fio, molhando o lençol.
— Agora — ela disse. — Goza.
Gozei no lençol, jato após jato, sem ninguém tocar no meu pau. Apenas com o consolo no meu cu.
Enquanto eu gozava, ela não parou de mexer o consolo – cada espasmo do meu orgasmo era amplificado pela estimulação da próstata.
— Porra, Fernanda — eu gemi, depois que o orgasmo passou. — Isso foi...
— Isso foi o quê?
— Foi a melhor coisa que eu já senti.
— Ainda não terminou.
Ela tirou o consolo do meu cu. Me virou de costas.
— Agora sua vez de me comer.
Ela deitou de bruços na cama. A bunda empinada. Eu fiquei atrás dela – meu pau na altura da buceta dela.
— Enfia.
Enfiei. A buceta dela era muito apertada – eu senti cada centímetro da parede interna dela se esticando.
— Porra, Fernanda — eu gemi. — Você é muito apertada.
— É porque você é grande para mim.
— Mas seu marido é maior.
— Ele é mais grosso. Mas você é mais comprido.
Comecei a meter. Devagar no começo – estocadas profundas. Ela gemia a cada entrada.
— Assim, Rodrigo... mais fundo...
Enfiei mais fundo. Meu pau tocou no colo do útero dela – ela gemeu mais alto.
— Gostou? — perguntei.
— Gostei. Agora me fode de verdade.
Acelerei. As estocadas ficaram mais rápidas, mais fortes. O som era molhado – a buceta dela escorrendo, o meu pau entrando e saindo.
— Vou gozar — ela avisou.
— Goza.
Ela gozou. O corpo pequeno dela tremeu inteiro, a buceta contraiu em volta do meu pau.
Ao sentir a buceta dela contraindo, eu gozei dentro dela. Jorrei quente, fundo.
Ficamos os dois na cama, ofegantes, suados, satisfeitos.
— Isso foi a melhor transa da minha vida — ela disse.
— A minha também.
— E ainda tem amanhã.
— Não vejo a hora.
Enquanto isso, no outro quarto, Patrícia e Gustavo tinham começado de um jeito diferente.
Gustavo não tomava banho desde sexta de manhã (a pedido de Patrícia – ela tinha fetiche por cheiro de homem suado). O cheiro do corpo dele preenchia o quarto.
— Você está muito fedido — Patrícia disse, cheirando a axila de Gustavo.
— Você pediu.
— Pedi. E adorei.
Ela enfiou o rosto na axila dele. O cheiro era forte – almiscarado, ácido, com um fundo adocicado de suor fermentado.
— Lambe — ele pediu.
Ela lambeu. A língua dela passou pelos pelos suados da axila dele, sentindo o gosto salgado do suor acumulado.
— Agora o pau.
Gustavo estava sentado na cama, as pernas abertas. O pau de 22 cm estava duro, apontando para cima.
Patrícia ajoelhou no chão entre as pernas dele. A cabeça dela ficou na altura do pau dele.
— Chupa — ele mandou.
Ela chupou. A cabeça do pau dele era grossa – ela mal conseguia abrir a boca o suficiente. O gosto era forte – pré-gozo, suor, homem.
— Isso, Patrícia — ele gemia. — Chupa tudo.
Ele segurou a cabeça dela e empurrou. Enfiou até a metade – ela engasgou – e tirou. Enfiou de novo.
— Agora as bolas.
Ela desceu. Lambeu as bolas dele – grandes, pesadas, suadas. Chupei uma, depois a outra, depois as duas juntas.
— Agora senta no meu pau.
Ela subiu na cama, montou nele. O pau de 22 cm entrou na buceta dela – ela gritou de prazer.
— Porra, Gustavo... você é muito grande.
— E você é muito gostosa.
Ela começou a cavalgar. O pau enorme entrava e saía da buceta dela, e a cada descida, ela sentia a cabeça batendo no colo do útero.
— Isso, Patrícia — ele gemia. — Cavalga no meu pau. Quero sentir você.
Ela cavalgava e, ao mesmo tempo, esfregava a axila no rosto de Gustavo.
— Cheira — ela pedia.
Ele cheirava. O cheiro da axila suada dela – Patrícia também tinha parado de usar desodorante para ele – misturava com o cheiro do sexo.
— Lambe — ela pedia.
Ele lambia. A língua dele passava pela axila suada dela, sentindo o gosto salgado do suor dela.
— Você é a mulher mais nojenta que eu já comi — ele disse.
— Você é o homem mais nojento que eu já comi.
— A gente combina.
Ela acelerou. O pau dele entrava e saía mais rápido, e ela gemia cada vez mais alto.
— Vou gozar — ela avisou.
— Goza.
Ela gozou no pau dele. O corpo dela tremeu, a buceta contraiu.
Ao sentir a buceta dela contraindo, ele gozou dentro dela. Jorrou quente, grosso, tanto que escorreu pela cama.
Os dois caíram na cama, exaustos.
— Te vejo no jantar — ele disse.
— Te vejo no jantar.

No domingo de manhã, tomamos café os quatro juntos. O clima estava leve, feliz, cheio de segundas intenções.
— Hoje é dia de brincadeira bi — Fernanda disse.
— Só os homens? — perguntou Patrícia.
— Só os homens. As mulheres assistem.
Gustavo e eu nos olhamos.
— Topa? — ele perguntou.
— Topo.
Patrícia e Fernanda sentaram no sofá, de pernas cruzadas, com taças de vinho. Eu e Gustavo ficamos no tapete da sala.
— Regras — Fernanda disse. — Só os homens. Ninguém pode penetrar a outra pessoa com o pau. Só com a boca e com os dedos.
— E com a língua? — perguntei.
— Língua pode.
— E consolo?
— Não.
— Combinado.
Gustavo veio até mim. Ele tinha 1,32m – a cabeça dele chegava no meu peito. Ele olhou para cima, para o meu rosto.
— Você está nervoso? — ele perguntou.
— Não. Você?
— Também não.
Ele me beijou. Foi o primeiro beijo entre dois homens na minha vida. A língua dele entrou na minha boca – quente, macia, confiante.
Eu correspondi. Minha língua encontrou a dele. Nos beijamos de língua por um bom tempo, enquanto Patrícia e Fernanda assistiam.
— Isso está muito quente — Fernanda sussurrou para Patrícia.
— Estou molhada — Patrícia respondeu.
Gustavo desceu.
Ele começou a beijar meu pescoço, depois meu peito, depois minha barriga. Quando chegou no meu pau, ele não enfiou na boca – apenas passou a língua em volta da cabeça.
— Você quer? — ele perguntou.
— Quero.
Ele enfiou. A boca dele era quente e macia, e ele sabia exatamente onde apertar com os lábios, onde massagear com a língua.
— Porra, Gustavo — eu gemi. — Você chupa muito bem.
— Já tive muita prática.
Ele chupou meu pau por um bom tempo – devagar, com calma, como se tivesse todo o tempo do mundo.
Depois, ele se virou.
— Agora sua vez.
Ele ficou de quatro no tapete. A bunda empinada. Eu fiquei atrás dele.
— Lambe meu cu — ele mandou.
Nunca tinha lambido um cu de homem. Mas eu queria.
Enfiei o rosto entre as nádegas dele. O cu dele era pequeno, rosado, com uma penugem fina. O cheiro era suave – almiscarado, limpo.
Lambi em volta primeiro. Depois enfiei a ponta da língua.
— Isso — ele gemeu. — Lambe meu cu.
Enfiei mais. A língua entrou uns dois centímetros.
— Mais fundo.
Enfiei mais. A língua inteira dentro do cu dele.
— Porra, Rodrigo — ele gemia. — Você lambe melhor que a Fernanda.
— Não fala isso. Ela está assistindo.
— Ela sabe que é verdade.
Eu lambi o cu dele por quase meia hora. Enfiava a língua, fazia círculos, lambia o períneo, as bolas, voltava para o cu. Ele gemia cada vez mais alto.
— Vou gozar — ele avisou.
— Pode.
Ele gozou no tapete, sem ninguém tocar no pau dele. Apenas com a minha língua no cu dele.
Eu continuei lambendo até ele gozar de novo – e de novo.
Três orgasmos seguidos.
— Agora você — ele disse, ofegante.
Ele me virou de bruços. Empinou minha bunda.
— Minha vez de lamber você.
Ele enfiou o rosto no meu cu. A língua grossa dele entrou fundo, explorando, massageando.
— Porra, Gustavo — eu gemi. — Isso é...
— O que é?
— É o paraíso.
Ele lambeu meu cu por um bom tempo. Eu gozei sem ninguém tocar no meu pau – apenas com a língua dele no meu cu.
Quando terminamos, caímos no tapete, exaustos, suados, satisfeitos.
Patrícia e Fernanda aplaudiram.
— Nota dez — Fernanda disse.
Patrícia e Fernanda se levantaram da mesa. Foram para o tapete da sala.
Patrícia (1,68m) era mais alta que Fernanda (1,28m). A diferença de altura era evidente – quando as duas ficaram de pé, Fernanda chegava na altura do peito de Patrícia.
— Você é tão pequena — Patrícia disse, olhando para baixo.
— E você é tão grande — Fernanda respondeu, olhando para cima.
— Você gosta?
— Adoro.
Fernanda subiu no sofá para ficar na mesma altura de Patrícia. Ela segurou o rosto da amiga com as duas mãos e a beijou.
Foi um beijo lento, profundo, de língua. Nós dois, homens, assistimos de joelhos no tapete, os paus já duros.
— Isso está muito quente — Gustavo sussurrou para mim.
— Estou louco — respondi.
Fernanda desceu do sofá. Ela tirou a camisola de Patrícia – os seios da minha esposa saltaram para fora, os mamilos já duros. Fernanda chupou os mamilos de Patrícia com vontade, a língua circulando em volta, mordendo de leve.
— Porra, Fernanda — Patrícia gemeu. — Assim...
Fernanda desceu. Ela tirou a calcinha de Patrícia – uma calcinha de renda preta, já molhada.
— Você está ensopada — Fernanda disse, passando o dedo na buceta de Patrícia e levando à boca.
— É por sua causa.
Fernanda ajoelhou no tapete. Patrícia ficou de pé na frente dela. A buceta de Patrícia ficou na altura do rosto de Fernanda.
— Senta na minha cara — Fernanda mandou.
Patrícia sentou. A buceta dela pressionou a boca de Fernanda. Fernanda começou a lamber – a língua grossa dela percorreu os grandes lábios, o grelinho, a entrada.
— Isso, Fernanda — Patrícia gemia, segurando na cabeça da amiga. — Lambe minha buceta. Lambe tudo.
Fernanda enfiou a língua dentro de Patrícia. Patrícia gritou de prazer.
— Porra, você lambe melhor que o Rodrigo.
— Não fala isso — Fernanda disse com a boca na buceta. — Ele está assistindo.
— Ele sabe que é verdade.
Eu sabia. E não me importava. Só de ver minha esposa sendo chupada por outra mulher, eu já estava quase gozando.
Fernanda lambeu Patrícia por um bom tempo. Patrícia gozou na boca da amiga – o corpo dela tremeu, as pernas fraquejaram, e ela quase caiu.
Fernanda segurou ela.
— Minha vez — Patrícia disse, ofegante.
Agora foi Patrícia quem ajoelhou. Fernanda ficou de pé no tapete – mas com 1,28m, a buceta dela ficou na altura do peito de Patrícia.
— Sobe no sofá — Patrícia mandou.
Fernanda subiu no sofá. Agora a buceta dela ficou na altura do rosto de Patrícia, que estava ajoelhada no tapete.
— Agora sim — Patrícia disse.
Ela abriu as pernas de Fernanda e começou a chupar a buceta da amiga.
A buceta de Fernanda era natural – pelos escuros aparados, os grandes lábios rosados. Patrícia lambeu os grandes lábios primeiro, devagar, saboreando. Depois encontrou o grelinho – pequeno, já endurecido – e chupou com vontade.
— Isso, Patrícia — Fernanda gemeu. — Chupa meu grelinho.
Patrícia chupava e, ao mesmo tempo, enfiava dois dedos na buceta de Fernanda.
— Você é muito apertada — Patrícia disse.
— É porque você é a primeira mulher que me chupa em meses.
— A primeira?
— A primeira. As outras eram homens.
— Agora você tem uma mulher de verdade.
Patrícia enfiou a língua dentro de Fernanda. A língua entrou e saiu, entrou e saiu, enquanto os dedos massageavam o ponto G.
Fernanda gozou em dois minutos. O corpo pequeno dela tremeu inteiro, a buceta contraiu em volta da língua de Patrícia, e ela soltou um gemido alto.
— Porra, Patrícia — ela disse, ofegante. — Você é muito boa.
— Você também.
As duas se beijaram – o gosto da buceta uma da outra na boca.
Nós dois, homens, estávamos com os paus tão duros que doíam.
— Chega de homens — Fernanda disse. — Agora é só nós duas.
Patrícia e Fernanda se deitaram no tapete, de frente uma para a outra.
— Senta na minha cara — Patrícia disse.
Fernanda sentou. A buceta dela na boca de Patrícia.
Patrícia lambeu com vontade – a língua entrou na buceta da amiga, massageou o grelinho, lambeu os grandes lábios.
— Isso, Patrícia — Fernanda gemia. — Lambe tudo.
Enquanto Patrícia chupava Fernanda, Fernanda se inclinou para frente e começou a chupar a buceta de Patrícia – que estava deitada de costas.
As duas estavam em 69. Duas mulheres, quatro bocas, duas bucetas.
O som era obsceno – línguas lambendo bucetas, gemidos abafados, respirações ofegantes.
Nós dois, homens, assistíamos de joelhos, os paus duros de novo.
— Vou gozar — Fernanda avisou.
— Goza na minha boca — Patrícia disse.
Fernanda gozou. O corpo pequeno dela tremeu, a buceta contraiu na boca de Patrícia. Patrícia lambeu tudo – não desperdiçou uma gota.
— Agora você — Fernanda disse.
Ela desceu do rosto de Patrícia. Virou a amiga de bruços.
— Empina a bunda.
Patrícia empinou. A bunda grande dela (para a altura, 1,68m) ficou exposta. Fernanda enfiou o rosto entre as nádegas de Patrícia – e começou a lamber o cu dela.
— Porra, Fernanda — Patrícia gemeu. — Você lambe meu cu.
— Estou lambendo.
Fernanda enfiou a língua no cu de Patrícia. A língua entrou fundo – eu sabia como era a sensação.
— Mais fundo — Patrícia pediu.
Fernanda enfiou mais. A língua inteira dentro do cu da amiga.
Patrícia gozou – sem ninguém tocar na sua buceta. Apenas com a língua de Fernanda no seu cu.
Fernanda gozou em seguida – só de ver Patrícia gozando.
As duas caíram no tapete, abraçadas, suadas, satisfeitas.
— Eu amo mulher — Fernanda disse.
— Eu também — Patrícia disse.
— A gente podia ter feito isso antes.
— A gente está fazendo agora.
No domingo à noite, depois do jantar, Gustavo e Fernanda foram embora. Nos despedimos com beijos e abraços – e promessas.
— Sábado que vem? — Gustavo perguntou.
— Sábado que vem — respondi.
— Na nossa casa. Eu vou fazer um churrasco.
— E depois do churrasco?
— Depois do churrasco... a gente inventa.
Patrícia e eu ficamos sozinhos na sala.
— Você está feliz? — ela perguntou.
— Estou. E você?
— Estou. Muito.
— Você se arrepende de alguma coisa?
— Só de não ter feito antes.
Eu a beijei.
— Eu também.
— Eu te amo.
— Eu também te amo. Mesmo você sendo um nojento.
— Mesmo você sendo uma nojenta.
Fomos para o quarto. Transamos mais uma vez – só nós dois, do jeito que começamos.
Na segunda-feira depois do final de semana selvagem, Gustavo mandou mensagem no grupo do WhatsApp (a gente criou um grupo chamado "Os Quatro Anões ou Quase").
"Sábado que vem, churrasco na minha casa. 14h. Tragam carne e vergonha. A vergonha é para vocês entregarem – a gente já tem a nossa."
Respondi:
"Vamos. O que é para levar?"
Fernanda respondeu:
"Cada casal leva um kg de carne. E cada esposa leva 5 coisas diferentes para humilhar o próprio marido."
Patrícia respondeu:
"5 coisas? Tipo o quê?"
Gustavo respondeu:
"Tipo: apontar o defeito físico, comparar o pau com outro, contar uma foda melhor, obrigar a fazer algo humilhante na frente de todo mundo, e a última é livre – pode ser o que vocês quiserem."
Fernanda completou:
"E os maridos não podem reclamar. Se reclamar, perdem a vez de comer a esposa do outro na próxima troca."
Patrícia respondeu:
"Combinado. Vou preparar as minhas 5 coisas."
Eu respondi:
"Estou com medo."
Gustavo respondeu:
"Vai doer. Mas vai doer gostoso."
Chegamos na casa de Gustavo e Fernanda às 14h em ponto. O apartamento adaptado deles já estava cheirando a carvão e picanha. Fernanda abriu a porta com um vestido curto, transparente, sem sutiã – os mamilos marcando o tecido. O cabelo preto liso solto nas costas.
— Entrem, corninhos — ela disse, sorrindo.
— Corninhos? — perguntei.
— Vocês vão descobrir porque hoje. Patrícia, você trouxe as 5 coisas?
— Trouxe — minha esposa respondeu, batendo na bolsa.
— Guarda para depois do churrasco. Primeiro a gente come, bebe, fica de boa. Depois... a humilhação começa.
Gustavo estava na churrasqueira, de avental e nada por baixo – o pau dele balançava quando ele virava a carne. Fernanda não deixou ninguém usar roupa durante o churrasco – "para não sujar", ela disse. Mas todos sabiam que era para ficar mais fácil na hora da humilhação.
Comemos. Bebemos. Rimos. Jogamos um jogo de verdade ou desafio – só perguntas picantes e desafios eróticos. Mas a tensão estava no ar: todo mundo sabia que depois do churrasco, as 5 humilhações viriam.
Às 17h, quando o sol começou a baixar, Fernanda bateu na taça de vinho.
— Chega de enrolar. Patrícia, você começa. Mostra para a gente as 5 coisas que você preparou para humilhar o Rodrigo.
Patrícia se levantou. Ela usava apenas uma calcinha fio dental – o resto estava nu, porque o vestido que ela usou para comer tinha sido tirado por ordem de Fernanda.
— Vou começar — Patrícia disse. — Rodrigo, vem aqui.
Levantei. Fiquei no meio da sala, nu. Meu pau – 16 cm normal, mole – pendia entre as pernas.
— Primeira humilhação — Patrícia anunciou. — Defeito físico.
Ela andou em volta de mim, me examinando como se eu fosse um animal.
— O defeito físico do Rodrigo... são os pelos. Ele tem pouco pelo no peito, nas pernas, nas axilas. Parece um adolescente. Eu gosto de homem peludo. Mas casei com um liso.
Todos riram. Gustavo – peludo – se sentiu lisonjeado.
— Segunda humilhação — Patrícia continuou. — Comparar o pau com outro.
Ela veio até Gustavo (1,32m), que estava sentado no sofá. O pau dele estava mole – mas já impressionava: 22 centímetros, grosso, pendia pesado entre as pernas.
— Gustavo, levanta.
Gustavo levantou. O pau dele balançou. Patrícia ajoelhou na frente dele e segurou o pau dele com uma mão. Depois me chamou.
— Rodrigo, vem aqui. Fica do lado dele.
Fiquei. Patrícia segurou meu pau com a outra mão. Os dois paus lado a lado: o meu (16 cm normal) e o dele (22 cm enorme). O meu parecia de criança.
— Olhem essa diferença — Patrícia disse, mostrando para todos. — O pau do Rodrigo é de neném. O pau do Gustavo é de homem. E olha que o Gustavo é mais baixo que o Rodrigo. Altura não define nada.
Fernanda riu. Gustavo sorriu, orgulhoso.
— Pois é — Fernanda completou. — O meu marido é baixinho, mas tem o pau que qualquer mulher quer.
— E o meu marido é alto, mas tem o pau que qualquer mulher dispensa — Patrícia disse.
Eu estava vermelho. E de pau duro. A humilhação me excitava.
— Terceira humilhação — Patrícia disse, soltando os paus. — Contar uma foda melhor.
Ela se sentou no colo de Gustavo. O pau dele – já duro, 22 cm – pressionou a bunda dela.
— A melhor foda da minha vida foi na quinta-feira passada. Com o Gustavo. Ele me comeu por três horas. Me fez gozar sete vezes. Me deixou andando torta no dia seguinte. O Rodrigo nunca me fez gozar mais de duas vezes na mesma noite.
Fernanda aplaudiu.
— Sétima humilhação? — perguntei, tentando brincar.
— Terceira — Patrícia corrigiu. — Presta atenção.
— Quarta humilhação — Patrícia continuou. — Obrigar a fazer algo humilhante na frente de todo mundo.
Ela se levantou do colo de Gustavo. Veio até mim.
— Ajoelha.
Ajoelhei.
— Tira a calcinha da Fernanda – com os dentes.
Fernanda se levantou, veio até mim. A calcinha dela era de renda preta, pequena. Os pelos da buceta apareciam pelas laterais.
— Abre a boca — Fernanda mandou.
Abri. Ela posicionou a cintura na altura da minha boca. Morderi a calcinha com os dentes e puxei para baixo. A calcinha desceu pelas pernas dela. A buceta peluda de Fernanda ficou exposta – a centímetros do meu rosto.
— Agora lambe a buceta dela — Patrícia mandou. — Na frente de todo mundo.
Lambi. A língua tocou os grandes lábios de Fernanda – o gosto era doce, levemente ácido. Ela gemeu baixo.
— Enfia a língua — Fernanda pediu.
Enfiei. A língua entrou na buceta dela. Ela gemia mais alto.
— Isso, Rodrigo — Patrícia disse. — Lambe a buceta da esposa do seu amigo. Enquanto todo mundo assiste.
Gustavo assistia com o pau duro. Patrícia também.
— Quinta humilhação — Patrícia anunciou. — Livre.
Ela foi até a bolsa dela e pegou uma coleira de couro preta.
— Eu comprei isso para você.
Ela veio até mim (eu ainda estava ajoelhado, a boca na buceta de Fernanda), me puxou pelo cabelo e colocou a coleira no meu pescoço.
— Agora você é meu cachorro. Meu corno cachorro.
Ela prendeu uma guia na coleira.
— Anda.
Comecei a andar de quatro, atrás dela, com a coleira no pescoço.
— Faz o som do cachorro.
— Au — fiz.
— Mais alto.
— AU!
Todos riram. Até eu ri – um pouco.
— Agora fica — Patrícia mandou.
Parei. Ela foi até o sofá, sentou no colo de Gustavo, e abriu as pernas.
— Rodrigo, vem lamber minha buceta.
Fui de quatro até ela – a coleira arrastando no chão – e comecei a lamber a buceta da minha esposa.
Enquanto eu lambia, ela se inclinou para trás e beijou Gustavo de língua.
— Isso, Gustavo — ela disse, entre beijos. — Me beija enquanto meu marido lambe minha buceta.
Gustavo a beijou. A língua dele entrou na boca de Patrícia. Eu lambia a buceta dela – os grandes lábios, o grelinho, a entrada.
— Ele lambe bem? — Gustavo perguntou para Patrícia.
— Lambe. Mas você lambe melhor.
— Vamos ver.
Gustavo empurrou minha cabeça para o lado e começou a lamber a buceta de Patrícia. A língua grossa dele entrou fundo.
— Isso, Gustavo — Patrícia gemeu. — Muito melhor.
Os dois se beijaram de novo. Depois Gustavo desceu para a buceta dela.
Eu fiquei ali, de joelhos, com a coleira no pescoço, assistindo meu amigo anão lamber a buceta da minha esposa.
— Agora é a minha vez — Fernanda disse.
Ela se levantou. Veio até Gustavo e puxou ele pelo braço.
— Senta ali — ela mandou, apontando para uma cadeira.
Gustavo sentou. Fernanda ficou de pé na frente dele. Ela segurou o queixo do marido e levantou o rosto dele.
— Você está pronto para as suas 5 humilhações?
— Estou — ele respondeu, a voz um pouco falhando (era a primeira vez que eu via Gustavo nervoso).
— Primeira humilhação — Fernanda disse. — Defeito físico.
Ela andou em volta do marido – o homem baixinho, forte, atarracado.
— O defeito físico do Gustavo é a altura. Ele é um anão. Não chega na cintura de uma mulher normal. Quando ele transa com uma mulher alta, ele precisa de banquinho, escada, criatividade. Eu sou anã, então para mim está bom. Mas para as outras... é complicado.
Gustavo baixou a cabeça. Fernanda levantou o queixo dele.
— Olha para mim. Não precisa ter vergonha. Você é anão. E daí? Você tem o pau que qualquer homem de altura normal queria ter.
— Segunda humilhação — Fernanda continuou. — Comparar o pau com outro.
Ela me chamou. Eu ainda estava de coleira.
— Rodrigo, vem aqui.
Fui. Fiquei do lado de Gustavo – ele sentado, eu em pé. Meu pau estava mole de novo (depois da humilhação, ele tinha amolecido). O pau de Gustavo estava duro – 22 cm, apontando para cima.
— Olha a diferença — Fernanda disse, segurando o pau do marido com uma mão. — O pau do meu marido é o maior que eu já vi. E olha o tamanho dele. É desproporcional. Parece um terceiro braço.
Ela soltou o pau dele e pegou o meu.
— O pau do Rodrigo é normal. Médio. Esquecível. O pau do Gustavo é inesquecível.
Todos riram. Gustavo sorriu, orgulhoso de novo.
— Terceira humilhação — Fernanda disse. — Contar uma foda melhor.
Ela se sentou no meu colo – eu ainda estava de coleira. A buceta dela pressionou no meu pau – já duro de novo.
— A melhor foda da minha vida foi na sexta-feira passada. Com o Rodrigo.
Gustavo arregalou os olhos.
— Como assim, com o Rodrigo? — ele perguntou.
— Isso mesmo. Na sexta, depois que vocês foram embora, eu voltei aqui para pegar uma coisa. O Rodrigo estava na sala esperando a Patrícia. A gente começou a conversar, a gente começou a se pegar... e a gente transou.
Eu fiquei vermelho. Era mentira – mas era a humilhação. Eu tinha que aceitar.
— Onde vocês transaram? — Gustavo perguntou, a voz trêmula.
— Na nossa cama. Na sua cama. Ele me comeu por duas horas. Me fez gozar cinco vezes. Ele é mais comprido que você, Gustavo. Você é mais grosso, mas ele é mais comprido. E comprido alcança lugares que grosso não alcança.
Gustavo estava com o pau mole – a humilhação tinha surtido efeito.
— Quarta humilhação — Fernanda continuou. — Obrigar a fazer algo humilhante na frente de todo mundo.
Ela me beijou. Na boca. De língua. Na frente do Gustavo.
— Gustavo, ajoelha — ela mandou, desfazendo o beijo.
Gustavo ajoelhou. Fernanda veio até ele – ela de pé, ele de joelhos. A cabeça dele ficou na altura da buceta dela.
— Agora lambe meu cu enquanto eu beijo o Rodrigo.
Gustavo enfiou o rosto entre as nádegas da esposa. Ele começou a lamber o cu dela – a língua entrou fundo.
Fernanda me beijou de novo – a língua quente, molhada. Enquanto o marido dela lambia o cu dela.
— Isso, Gustavo — ela gemia, com a boca na minha. — Lambe meu cu enquanto eu beijo o seu rival.
Patrícia assistia tudo, se masturbando no sofá.
— Quinta humilhação — Fernanda disse, desfazendo o beijo. — Livre.
Ela tirou a coleira do meu pescoço e colocou no pescoço de Gustavo.
— Agora você é meu cachorro. Meu corno cachorro.
Ela prendeu a guia.
— Anda.
Gustavo começou a andar de quatro, atrás dela, com a coleira no pescoço.
— Faz o som do cachorro.
— Au — ele fez.
— Mais alto.
— AU!
Todos riram. Até Gustavo riu – um pouco.
— Agora fica — Fernanda mandou.
Gustavo parou. Fernanda foi até o sofá, sentou no meu colo, e abriu as pernas.
— O que você quer que ele faça? — perguntei.
— Quero que ele lamba o seu cu enquanto você me come.
Meu pau já estava duro. Enfiei na buceta de Fernanda – ela era apertada, quente.
Gustavo veio de quatro até mim – a coleira arrastando no chão – e enfiou o rosto entre as minhas nádegas.
Ele começou a lamber meu cu.
A língua grossa dele entrou fundo.
— Porra, Gustavo — eu gemi, enquanto comia a esposa dele. — Você lambe muito bem.
— Sei — ele respondeu, com a boca no meu cu. — Já me falaram.
Fernanda ria.
— Isso, meu corno. Lambe o cu do homem que está comendo a sua esposa.
Enquanto isso, Patrícia veio até nós. Ela tirou a calcinha fio dental e sentou no rosto de Gustavo – que estava de joelhos, a boca no meu cu.
Agora Gustavo estava com a boca no meu cu e o rosto na buceta de Patrícia ao mesmo tempo. Ele lambia os dois – minha esposa e eu – enquanto eu comia a esposa dele.
— Isso é uma salada de cornos — Fernanda disse.
— É uma obra de arte — Patrícia completou.
Gustavo gozou primeiro – sem ninguém tocar no pau dele. Apenas com a boca no meu cu e o rosto na buceta de Patrícia.
Patrícia gozou em seguida – na boca de Gustavo.
Eu gozei dentro de Fernanda – e ela gozou no meu pau.
Os quatro caíram no tapete, exaustos, suados, as coleiras ainda nos pescoços.
— Eu nunca fui tão humilhado na minha vida — Gustavo disse.
— Eu também — eu disse.
— E vocês gostaram? — Fernanda perguntou.
— Gostamos — respondemos juntos.
— Então amanhã tem mais.
— O que mais? — perguntei.
— Amanhã a Patrícia vai usar a coleira em você o dia inteiro. E o Gustavo vai usar a coleira o dia inteiro também. E a gente vai ver quem obedece melhor.
— E quem obedecer melhor? — Patrícia perguntou.
— Vai ganhar o prêmio.
— Qual prêmio?
— Ser comido pela Fernanda primeiro.
Na manhã seguinte, acordamos os quatro na mesma cama – a cama king size de Gustavo e Fernanda.
— Regras — Fernanda disse, ainda deitada. — Hoje é dia de obediência.
— Como funciona? — perguntei.
— Vocês dois, Rodrigo e Gustavo, vão usar a coleira o dia inteiro. Vão fazer tudo o que a gente mandar. Sem reclamar. Sem falar "não". Se reclamar, perde ponto. Quem fizer mais coisas certas ganha.
— Ganha o quê? — Gustavo perguntou.
— Ganha ser comido pela Fernanda primeiro. E o perdedor vai ter que assistir.
— E o que vocês vão mandar a gente fazer? — perguntei, já com o pau endurecendo.
— Coisa fáceis no começo. Depois, coisa difíceis.
O dia começou com tarefas simples.
— Rodrigo, tira o café da mesa – usando a boca.
Fui até a mesa de café (na cozinha), abaixei, e peguei a xícara com os dentes. Trouxe até Fernanda.
— Bom menino — ela disse, dando um tapinha na minha cabeça.
— Gustavo, passa pano no chão – com a língua. Quero o chão brilhando.
Gustavo ajoelhou e começou a lamber o chão. Não era nojento – o chão estava limpo. Mas era humilhante.
— Assim — Fernanda dizia. — Lambe tudo.
As tarefas foram ficando mais difíceis.
— Rodrigo, chupa o pau do Gustavo.
Engoli o orgulho – e engoli o pau de Gustavo. 22 centímetros, grosso. Minha boca mal cabia a cabeça.
— Gustavo, lambe o cu do Rodrigo enquanto ele te chupa.
Gustavo enfiou o rosto entre minhas nádegas e começou a lamber meu cu.
Os dois, de joelhos, se chupando – eu chupando o pau dele, ele lambendo meu cu. Patrícia e Fernanda assistiam, na cama, se beijando.
— Isso — Fernanda disse. — Dois corninhos se chupando. Que lindo.
— Quem está ganhando? — Patrícia perguntou.
— Até agora, empate.
As tarefas finais.
— Rodrigo, vou sentar na sua cara. Você vai me lamber até eu gozar. Se eu gozar rápido, você ganha ponto. Se demorar, perde.
Fernanda sentou no meu rosto – a buceta peluda dela na minha boca. Lambi com vontade – a língua entrava e saía, massageava o grelinho, lambia os grandes lábios.
Ela gozou em dois minutos.
— Bom menino — ela disse, ofegante. — Ponto para o Rodrigo.
— Gustavo, sua vez — Fernanda disse, ainda sentada no meu rosto. — Vou sentar na sua cara também. Mas você vai ter que me fazer gozar mais rápido que o Rodrigo.
Ela sentou no rosto de Gustavo. Ele lambeu com mais vontade ainda – a língua grossa dele entrava fundo, fazia círculos, massageava.
Ela gozou em um minuto e meio.
— Gustavo ganhou — Fernanda anunciou. — Ele me fez gozar mais rápido. Então o Gustavo vai ser comido pela Fernanda primeiro. O Rodrigo vai assistir.
— E a Patrícia? — perguntei.
— A Patrícia vai filmar.
Fernanda se levantou. Tirou a calcinha – já estava sem nada por cima.
— Gustavo, deita de bruços na cama.
Gustavo deitou. Fernanda passou lubrificante no consolo de 20 cm – o mesmo que ela usou em mim no sábado – e acoplou na cintura.
— Você está pronto para ser comido pela sua esposa?
— Estou — ele respondeu, a voz trêmula.
Fernanda enfiou o consolo no cu do marido.
Gustavo gritou – não de dor, de prazer.
Ela começou a meter. Devagar no começo – estocadas profundas. O consolo entrava e saía, e a cada entrada, Gustavo gemia.
— Isso, Fernanda — ele gemia. — Me come. Me fode.
— Estou fodendo. E você está adorando.
— Estou.
Ela acelerou. As estocadas ficaram mais rápidas, mais fortes.
Enquanto isso, Patrícia filmava com o celular.
— Fala para a câmera, Gustavo — ela disse. — Fala que você é um corno.
— Sou um corno — ele disse, ofegante.
— Fala que você gosta de ser comido pela sua esposa.
— Gosto de ser comido pela minha esposa.
— Fala que o pau do Rodrigo é maior que o seu.
— O pau do Rodrigo é maior que o meu — ele mentiu.
Fernanda riu. O pau dela – o de verdade – balançava enquanto ela metia o consolo no marido.
— Isso, seu corno mentiroso — ela disse. — O pau do Rodrigo é maior? O seu é o dobro do dele.
— Eu sei — ele gemeu. — Mas ela mandou falar.
— Obedece sempre?
— Sempre.
Ela acelerou mais. Gustavo gozou – sem ninguém tocar no pau dele. Apenas com o consolo no cu.
Fernanda gozou em seguida – só de ver o marido gozando.
Patrícia desligou o celular.
— O vídeo vai para o grupo — ela disse.
— Grupo? — Gustavo perguntou, ainda ofegante.
— O grupo dos cornos.
— A gente tem um grupo?
— Agora tem.
Ela criou na hora. O nome: "Cornos Anões e Suas Donas".
— Quem vai participar? — perguntei.
— Nós quatro. E mais um casal que a gente vai convidar.
— Quem? — Fernanda perguntou.
— Um casal de anões que eu conheci num grupo de fetiche. Eles são mais loucos que a gente.
— Mais loucos como?
— O marido tem fetiche por ser pisado. A esposa adora pisar nele de salto alto.
— Isso é nojento — Gustavo disse.
— A gente já lambeu cu um do outro, já mijou na cama, já usou coleira. Pisar de salto é fichinha — Fernanda disse.
— É verdade — eu disse.
— Então vamos chamar eles para o próximo final de semana — Patrícia disse.
— Combinado — Fernanda respondeu.
No sábado seguinte, o casal novo chegou.
Ele, Renato (34 anos) – anão (1,30m). Barbudo, forte. Ela, Tatiana (32 anos) – anã (1,29m). Magrinha, cabelo curto, olhos verdes.
— Vocês são os cornos? — Tatiana perguntou, ao entrar.
— Somos — Gustavo respondeu, com a coleira no pescoço.
— E vocês são as donas? — ela perguntou, olhando para Patrícia e Fernanda.
— Somos.
— Que bom. Porque hoje eu quero ver esses cornos de joelhos, lambendo os meus pés sujos.
Renato já ajoelhou – antes mesmo de Tatiana mandar.
— Bom menino — ela disse, dando um tapinha na cabeça dele. — Já está aprendendo.
— A gente vai aprender junto — Fernanda disse.
— Vamos.
Ela tirou os sapatos de salto alto – eram altos, muito altos, deixavam ela com quase 1,50m. As meias estavam sujas – ela usava as mesmas meias há três dias.
— Cheira — ela disse, enfiando o pé no rosto de Gustavo.
Gustavo cheirou. O cheiro era forte – ácido, de vinagre.
— Lambe.
Gustavo lambeu. A língua dele passou pelos dedos suados de Tatiana.
— Isso, seu corno — ela disse. — Lambe meus pés sujos enquanto eu falo mal do seu pau pequeno.
— Meu pau não é pequeno — Gustavo disse, com a boca no pé dela.
— Comparado com o do Renato, é.
Renato tirou a calça. O pau dele era 18 cm, fino, mas comprido.
— O meu é maior que o seu — Renato disse, orgulhoso.
— Mede aí — Tatiana disse.
Gustavo tirou a calça. O pau de 22 cm – enorme – pulou para fora.
— Ah — Renato disse, desanimado. — O seu é maior.
— Claro que é — Fernanda disse, rindo. — Meu marido tem o pau maior da região.
— Vamos mudar a regra — Tatiana disse, sem se abalar. — Hoje não é quem tem o pau maior. É quem obedece melhor.
Até o final da noite, todos estavam exaustos, suados, felizes.
No fim do dia, já tarde, estávamos todos no tapete – as duas anãs sentadas no sofá, os dois anões de joelhos no chão, Patrícia e eu (os "altos") deitados no tapete assistindo.
— Esse foi o melhor churrasco da minha vida — Renato disse.
— O meu também — Gustavo disse.
— O meu também — eu disse.
— O meu também — Patrícia disse.
— O meu também — Fernanda disse.
— O meu também — Tatiana disse.
— A gente devia fazer isso todo mês — Gustavo sugeriu.
— Todo mês? — Fernanda perguntou. — Todo final de semana.
— Todo final de semana é muito — Patrícia disse.
— É muito? — Tatiana perguntou. — Você não aguenta?
— Aguanto.
— Então todo final de semana.
E assim começou a tradição. Todo sábado, na casa de alguém. Churrasco, humilhação, sexo, lambidas, coleiras, pés sujos, bucetas peludas, paus enormes, cus lambidos.
E os quatro – depois seis – viveram felizes, sujos e fodidos para sempre.

Foto 1 do Conto erotico: O Anão de Pau Grande – A Aposta que Mudou Nossas Vidas

Foto 2 do Conto erotico: O Anão de Pau Grande – A Aposta que Mudou Nossas Vidas

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Anão de Pau Grande – A Aposta que Mudou Nossas Vidas

Codigo do conto:
260501

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
26/04/2026

Quant.de Votos:
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