Réveillon dos "Primos" – Verdade ou Desafio Selvagem na Praia

Letícia (23 anos) e Gustavo (24 anos) são irmãos. Assim como Tatiana (22 anos) e Camila (21 anos) e Rodrigo (25 anos) e Thiago (23 anos) todos os 6 são primos .Cresceram juntos,
Era 31 de dezembro, 22h. A praia estava lotada, os fogos estavam prestes a estourar, mas a nossa casa – uma kitnet alugada para o Réveillon – estava silenciosa. Os seis estávamos exaustos. Três dias de praia, sol, bebida e pouca dormida tinham acabado com a gente.
— Eu não vou para a balada – Letícia disse, jogando o corpo no sofá.
— Eu também não – Tatiana concordou, deitada na cama.
— Nem eu – Camila completou.
Os homens – Gustavo, Rodrigo e Thiago – sentaram no chão da sala, as costas encostadas na parede.
— Vamos ficar aqui mesmo – Gustavo disse. – Pedir uma pizza. Jogar alguma coisa. Conversar.
— Conversar sobre o quê? – Thiago perguntou.
— Sobre a infância – Camila sugeriu, com um sorriso. – Sobre as brincadeiras que a gente fazia.
— Cai no poço – Tatiana lembrou.
— Pira esconde – Rodrigo disse.
— Médico – Letícia riu.
— Casinha – Gustavo completou.
— A gente era tão ingênuo – Camila disse, suspirando. – Lembra quando a gente brincava de médico e ninguém tirava a roupa? Era só "vou colocar o termômetro na sua boca" e pronto.
— Ou de casinha – Tatiana disse. – O pai ia trabalhar, a mãe ficava em casa. No máximo um selinho.
Rodrigo riu.
— E se a gente brincasse hoje? Do mesmo jeito? O que teria de maldade?
Silêncio. Todos se olharam.
— Muita – Thiago respondeu, com um sorriso safado.
— No médico poderia ter exame de toque – Letícia disse, rindo.
— No casinha, os pais poderiam se esfregar – Gustavo disse.
— Se esfregar? – Tatiana ergueu a sobrancelha. – Só?
— Poderiam fazer mais – Camila disse, a voz mais baixa.
— Como mais?
— Como adultos.
O silêncio voltou. Mas agora era um silêncio diferente. Um silêncio carregado.
— No cai no poço – Rodrigo disse, quebrando o gelo – não seria mais selinho. Seria beijo de língua. E as mãos poderiam... passear.
— Passear onde? – Thiago perguntou.
— Nos seios.
— Só nos seios? – Tatiana perguntou.
— E no pinto – Rodrigo respondeu.
— E na buceta – Camila completou.
Todos riram. Mas os olhos estavam brilhando.
— Na pira esconde – Letícia disse – daria para rolar um esfrega delicioso sem ninguém ver. O escondido e o caçador. No escuro. As mãos apalpando. As bocas se encontrando.
— E o caçador poderia ser pego também – Gustavo disse.
— Pego como?
— Pego pelo tesão. Poderia ser dominado. Virado de costas. Enfiado sem ver quem é.
— Você está descrevendo um estupro – Tatiana disse, rindo.
— Um estupro consensual – Gustavo corrigiu. – Uma surpresa gostosa.
A conversa foi esquentando. Cada um foi acrescentando mais maldade às brincadeiras antigas.
Amarelinha: O castigo para quem errasse a casa não seria só voltar ao início. Seria um beijo em quem escolhesse. Ou uma chupada. Ou uma dedada.
Passa anel: O anel não passaria mais de mão em mão. Passaria de boca em boca. E quem perdesse – o anel caísse – teria que pagar uma prenda. A prenda seria escolhida pelo grupo.
Pular elástico: Quem pulasse errado teria que tirar uma peça de roupa. O jogo só terminava quando restasse uma pessoa vestida. E essa pessoa seria a "rainha" ou o "rei" – teria direito a uma noite com quem escolhesse.
Bola de gude: Cada "gude" perdida seria um pedaço de roupa perdido. O vencedor da partida poderia escolher um perdedor para um "prêmio". O prêmio seria uma massagem. Uma massagem que começava nos pés e terminava onde o vencedor quisesse.
Queimada: Quem fosse queimado teria que ficar de joelhos no centro da roda. Os outros jogadores, um por um, teriam que dar uma "queimada" nele – mas não com a bola. Com a mão. Na bunda. No peito. Na boca.
— Isso não é queimada – Tatiana disse. – Isso é suruba.
— É uma pré-suruba – Camila corrigiu.
— A gente está falando demais – Rodrigo disse. – E fazendo de menos.
— Você quer fazer? – Letícia perguntou.
— Quero.
— O quê?
— Tudo o que a gente falou.
Novo silêncio. Depois, Gustavo falou:
— Vamos jogar verdade ou desafio. Mas do nosso jeito.
— Do nosso jeito como? – Thiago perguntou.
— Verdade ou desafio erótico. Quem escolher verdade tem que contar a verdade mais íntima sobre algum de nós. Quem escolher desafio tem que fazer uma coisa erótica com quem o grupo escolher.
— E se a pessoa não quiser fazer?
— Não pode. O grupo escolheu. E a gente não é mais criança. A gente pode fazer.
— E se alguém quiser parar?
— Fala "vermelho" – eu disse, a voz firme. – Se alguém falar vermelho, para tudo. Ninguém pergunta o porquê. Só para. E no dia seguinte, a gente nunca mais fala sobre isso. Combinado?
— Combinado – todos responderam.
Letícia pegou o celular.
— Vou usar o timer. A cada verdade ou desafio, o timer toca. Quem estiver com o celular na mão escolhe o próximo.
— Quem começa?
— Eu – eu disse, pegando o celular.
Olhei para o grupo. Os seis sentados no chão da sala, as luzes apagadas, apenas a luz da cozinha iluminando os rostos.
— Rodrigo. Verdade ou desafio?
— Desafio.
— Desafio: você vai cheirar a calcinha que a Tatiana usou hoje. Ela está no banheiro. Você vai cheirar bem fundo. E vai descrever o cheiro para todo mundo.
Rodrigo foi ao banheiro. Voltou com a calcinha de algodão preta. Levou ao nariz. Respirou fundo.
— Suor – ele disse. – Xixi residual. Buceta. Um cheiro forte. Ácido. Me deixou duro.
— Passa para o próximo – eu disse.
Rodrigo pegou o celular.
— Camila. Verdade ou desafio?
— Verdade.
— É verdade que você já beijou a sua prima Tatiana?
Camila corou.
— É verdade.
— Quando?
— Na adolescência. Numa brincadeira de verdade ou desafio, igual a essa. Só que a gente era mais nova. E a gente só encostou os lábios.
— Hoje você faria diferente?
— Hoje eu enfiaria a língua.
Tatiana olhou para a irmã. Os olhos brilharam.
Camila pegou o celular.
— Thiago. Verdade ou desafio?
— Desafio.
— Desafio: você vai lamber o pé da Letícia. O pé que ela usou na areia o dia inteiro. Sem lavar.
Thiago ajoelhou na frente de Letícia. Ela estendeu o pé – sujo de areia, suor, sal. Ele lambeu. Os dedos, a sola, o calcanhar. O gosto de praia.
— Gostou? – Letícia perguntou.
— Gostei. O gosto do seu suor.
— Do suor do meu pé?
— Do suor de você.
Letícia gemeu baixo.
Thiago pegou o celular.
— Tatiana. Verdade ou desafio?
— Verdade.
— É verdade que você já cheirou a cueca usada do seu irmão Rodrigo?
Tatiana ficou vermelha.
— É verdade.
— Quando?
— Sempre. Desde a adolescência. Eu entrava no quarto dele quando ele não estava. Pegava a cueca do cesto. Cheirava. Me masturbava.
— Com o quê?
— Com o dedo. Depois com um vibrador.
— Você imaginava ele? Ou o pau dele?
— Eu imaginava o pau. Não ele. O pau.
Rodrigo não falou nada. Só olhou para a irmã. O pau dele já estava duro marcando a calça.
Tatiana pegou o celular.
— Gustavo. Verdade ou desafio?
— Verdade.
— É verdade que você já viu a sua prima Letícia tomando banho? Pela fechadura?
Gustavo engoliu em seco.
— É verdade.
— Quantas vezes?
— Muitas. Na adolescência. O banheiro da casa da minha tia tinha uma fechadura velha. Dava para ver pela fresta.
— O que você viu?
— Vi os seios dela. A buceta. Ela passava sabonete. Se ensaboava. Se masturbava às vezes.
— Você se masturbava olhando?
— Sim.
Letícia não ficou brava. Ela sorriu.
— Eu sabia – ela disse. – A fechadura range quando alguém olha. Eu ouvia. Só não falava nada porque eu gostava de saber que você estava me vendo.
— Por que você não falou nada?
— Porque eu também olhava você.
— Pela fechadura?
— Pela fechadura do seu quarto. Quando você se masturbava. Eu vi você gozar várias vezes.
Gustavo ficou vermelho. O pau dele estava tão duro que parecia que ia furar a calça.
Gustavo pegou o celular.
— Letícia. Verdade ou desafio?
— Desafio.
— Desafio: você vai chupar o dedo da Camila. O dedo que ela enfiou na própria buceta.
Camila enfiou o dedo médio na própria buceta – molhou bem, bem lubrificado – e estendeu para Letícia.
Letícia chupou. O gosto da buceta da prima. Doce. Ácido. Azedo.
— Gostou? – Camila perguntou.
— Gostei. É o gosto de mulher.
— É o gosto da sua prima.
— É o gosto que eu quero provar de novo.
Letícia pegou o celular.
— Rodrigo. Verdade ou desafio?
— Verdade.
— É verdade que você já cheirou a calcinha da ex-namorada do seu irmão Thiago?
Rodrigo corou.
— É verdade.
— Quantas vezes?
— Muitas. Ela deixava a calcinha no banheiro quando vinha aqui. Depois que terminou com ele, ela veio buscar as coisas. Eu aproveitei e peguei uma calcinha que ela deixou. Usei por dias. Cheirava. Me masturbava.
— Você gostava do cheiro dela ou da ideia de que ela tinha sido do seu irmão?
— Dos dois.
Thiago olhou para o irmão.
— Eu também cheirei a calcinha da sua ex – ele disse.
— A minha?
— A sua. A da Letícia. Quando a gente morou junto. Você saía, eu entrava no seu quarto, cheirava a calcinha que ela deixava no cesto.
— E o que você sentia?
— Tesão. Ciúmes. Tesão do ciúmes.
Rodrigo pegou o celular.
— Camila. Verdade ou desafio?
— Desafio.
— Desafio: você vai enfiar o dedo no cu de Thiago. E vai deixar ele lamber o dedo.
Camila ajoelhou atrás de Thiago. Ele estava deitado de bruços. Ela enfiou o dedo indicador no cu dele – ele gemeu – e depois levou o dedo à boca dele.
Ele lambeu. O gosto do próprio cu.
— Gostou? – ela perguntou.
— Gostei.
— Você é viado?
— Sou. Estou descobrindo agora.
Camila pegou o celular.
— Tatiana. Verdade ou desafio?
— Verdade.
— É verdade que você já pegou no pau do namorado da sua irmã?
Tatiana olhou para Letícia.
— É verdade. Uma vez. A gente estava vendo filme no sofá. Letícia tinha ido ao banheiro. O Gustavo estava de pau duro por baixo da calça. Ele não viu. Eu passei a mão. Só um segundo.
— E o que você sentiu?
— Tesão. Queria ter chupado.
Gustavo olhou para Tatiana.
— Eu percebi – ele disse.
— E não falou nada?
— Fiquei com vergonha. Mas depois me masturbei pensando nisso.
Tatiana pegou o celular.
— Letícia. Verdade ou desafio?
— Desafio.
— Desafio: você vai beijar a Camila. De língua. E enquanto beija, vai passar a mão na buceta dela.
Letícia e Camila se beijaram. A língua grossa, molhada, exploradora. A mão de Letícia desceu pela barriga de Camila, entrou na calcinha, encontrou a buceta – já molhada.
Camila gemeu no beijo.
— Para – eu disse.
Elas pararam. Os lábios brilhando de saliva.
Letícia pegou o celular.
— Thiago. Verdade ou desafio?
— Verdade.
— É verdade que você sonhou que estava comendo a Tatiana?
Thiago olhou para Tatiana.
— É verdade.
— O que acontecia no sonho?
— Eu estava na praia. Ela estava de biquíni. A gente entrou no mar. Ela tirou a parte de cima. Eu chupei os peitos dela. Depois ela tirou a parte de baixo. Enfiou meu pau na buceta dela. A água do mar entrava junto. Era quente. Salgada. Quente.
— Você gozou no sonho?
— Gozei. Acordei de pau duro. Tive que me masturbar de novo.
Tatiana olhou para ele.
— Por que você não me falou?
— Vergonha.
— E agora?
— Agora... eu quero que o sonho vire realidade.
Thiago pegou o celular.
— Camila. Verdade ou desafio?
— Desafio.
— Desafio: você vai tirar a calcinha. Vai sentar na cara do Gustavo. E vai se masturbar enquanto esfrega a buceta no rosto dele.
Camila tirou a calcinha. Sentou no rosto de Gustavo.
A buceta dela – lisa, rosada, molhada – esfregou no nariz dele, na boca dele. Ele lambeu. Ela se masturbou. O dedo entrando e saindo, o grelinho sendo massageado.
Ela gozou em dois minutos. O gozo escorreu no rosto de Gustavo.
Ele lambeu.
— Gostou? – ela perguntou.
— Gostoso. Você tem gosto de mel.
— Mel de buceta.
Camila pegou o celular.
— Rodrigo. Verdade ou desafio?
— Desafio.
— Desafio: você vai ficar de quatro. Letícia vai enfiar o dedo no seu cu. E você vai chupar o pau do Thiago.
Rodrigo ficou de quatro. Letícia enfiou o dedo – primeiro um, depois dois – no cu dele. Ele gemeu.
Thiago ajoelhou na frente dele. Enfiou o pau na boca do irmão.
— Chupa, viadinho – Thiago gemia. – Chupa o pau do seu irmão.
Letícia enfiou três dedos. Rodrigo gozou – sem ninguém tocar no pau dele. Gozou na boca de Thiago. Thiago engoliu.
O jogo continuou por mais duas horas. Cada verdade revelava um segredo mais íntimo. Cada desafio aproximava os corpos.
Tatiana confessou que já havia filmado Camila e Letícia transando, sem elas saberem, e se masturbou assistindo depois. O desafio foi mostrar o vídeo para todo mundo. Era um vídeo antigo, de qualidade duvidosa, mas dava para ver Letícia chupando a buceta de Camila. Todos ficaram duros/molhadas assistindo.
Thiago confessou que já tinha mijado na camisa de Rodrigo depois de uma briga. O desafio foi mijar na cara de Rodrigo ali mesmo, no chão da sala. Thiago mijou. Rodrigo lambeu. O gosto do próprio irmão.
Letícia confessou que já havia sonhado com uma suruba com todos os primos. O desafio foi descrever o sonho em detalhes. Ela descreveu: "A gente estava numa cama só, todo mundo nu. Eu chupava o pau do Gustavo, a Camila chupava a minha buceta, o Thiago metia no cu do Rodrigo, a Tatiana cavalgava no pau do Gustavo. Todo mundo gozando junto." Quando ela terminou de descrever, todos estavam de pau duro ou buceta molhada.
Camila confessou que já havia cheirado a axila suada de Tatiana depois da academia. O desafio foi cheirar a axila da Letícia – que não tomava banho desde o dia anterior. Ela cheirou fundo, lambeu o suor, gemeu.
Rodrigo confessou que já havia esfregado o pau na calcinha de Camila enquanto ela dormia. O desafio foi fazer na frente de todo mundo: esfregar o pau na calcinha suada de Camila, gozar nela, e depois vestir a calcinha gozada. Ele fez. Gozou em três esfregadas. Vestiu a calcinha encharcada.
Gustavo confessou que já havia enfiado o dedo no cu de Thiago enquanto ele dormia. O desafio foi enfiar o dedo no cu de Rodrigo enquanto ele masturbava o Thiago. Ele fez. Rodrigo gemeu. Thiago gozou na mão de Gustavo.
Tatiana confessou que já havia mamado o pau de um primo distante num acampamento. O desafio foi mamar o pau de Rodrigo ali mesmo, na frente de todos. Ela mamou. Engoliu até a base. O gosto de pau suado.
Camila confessou que já havia feito xixi na cama de propósito para o primo limpar. O desafio foi fazer xixi na cara de Thiago. Ela fez. Ele abriu a boca e deixou escorrer.
Letícia confessou que já havia usado o vibrador da prima escondido. O desafio foi usar o vibrador no cu de Gustavo enquanto ele chupava a buceta de Tatiana. Ela fez. Gustavo gozou na boca de Tatiana. Tatiana engoliu.
Rodrigo confessou que já havia sonhado que era mulher. O desafio foi vestir a calcinha de Tatiana e ficar de joelhos imitando uma buceta. Ele vestiu. Ficou de joelhos. A calcinha rosa fio dental marcava o pau duro dele.
Depois de todas as descobertas e desafios, não havia mais como voltar atrás. Os corpos estavam suados, excitados, prontos.
— Chega de jogo – Gustavo disse. – Vamos direto.
— Direto onde? – Letícia perguntou.
— Direto na cama.
Fomos para o quarto. A cama king size. Cabe seis.
Nus em menos de um minuto.
Letícia e Gustavo (o casal) começam: Gustavo deitou Letícia de costas, enfiou o pau na buceta dela, meteu forte. Os outros assistiam, se masturbavam.
Tatiana e Camila (as duas mulheres) se beijam: Enquanto Letícia era comida, as duas irmãs se beijavam, se chupavam, esfregavam as bucetas uma na outra.
Rodrigo e Thiago (os dois homens) se beijam: Os irmãos se beijaram pela primeira vez. Língua grossa, mãos nos paus.
Primeira troca: Gustavo tirou o pau de Letícia e enfiou em Camila. Letícia sentou no pau de Thiago. Tatiana cavalgou no pau de Rodrigo.
Tatiana e Letícia se beijaram enquanto cavalgavam nos paus dos irmãos. Camila chupava o pé de Gustavo.
Rodrigo enfiou o pau no cu de Thiago – pela primeira vez um irmão comia o outro. Gustavo enfiou o pau no cu de Rodrigo – o primo comendo o irmão.
Dupla penetração em Letícia: Gustavo enfiou o pau na buceta de Letícia, Rodrigo enfiou o pau no cu dela. Ela gritou de prazer.
Dupla penetração em Camila: Thiago na buceta, Gustavo no cu. Ela gozou em cinco segundos.
Dupla penetração em Tatiana: Rodrigo na buceta, Gustavo no cu. Ela gritou o nome dos dois.
O trenzinho: Gustavo comeu Letícia, Letícia chupou Thiago, Thiago comeu Camila, Camila chupou Rodrigo, Rodrigo comeu Tatiana, Tatiana chupou Gustavo. Um círculo de paus, cus, bocas e bucetas.
Todos ao mesmo tempo: Cada um escolheu um buraco. Gustavo na buceta de Letícia, Letícia no cu de Rodrigo, Rodrigo na buceta de Camila, Camila no cu de Thiago, Thiago na buceta de Tatiana, Tatiana no cu de Gustavo.
— Isso é uma obra de arte – Letícia disse.
— É uma orgia – Gustavo disse.
— É a realização de todos os nossos sonhos – Camila disse.
— É o Réveillon mais selvagem da nossa vida – Tatiana disse.
— É o começo – Rodrigo disse.
— É o final – Thiago disse.
— É o começo do final – eu disse.
Gozamos juntos. Os seis ao mesmo tempo. Gritos, gemidos, jorros de esperma, bucetas contraindo, cus apertando.
Caímos na cama. Exaustos. Suados. Fedidos. Felizes.
No dia 1º de janeiro, acordamos os seis na mesma cama. Nus. Sujos. Cheirando a sexo.
— Feliz Ano Novo – Letícia disse.
— Feliz Ano Novo – todos responderam.
— O que a gente faz agora?
— Toma banho?
— Ninguém toma banho – eu disse. – Quero sentir o cheiro da gente até amanhã.
— E amanhã?
— Amanhã a gente repete.
— Todos os dias?
— Todos os dias até o fim das férias.
— E depois das férias?
— Depois das férias a gente casa? – Gustavo brincou.
— Casa com quem?
— Casa com todo mundo.
— Poligamia não é permitido.
— Poligamia não. Poliamor.
— É a mesma coisa.
— Não é. Poliamor é amor. A gente se ama. Não só transa.
— A gente se ama?
— A gente se ama. Por isso que a gente transa.
Ficamos em silêncio. Depois, Letícia falou:
— Eu amo vocês.
— Nós também te amamos – todos responderam.
E foi assim que o Réveillon dos primos terminou.
E começou.
Acordamos no dia 1º de janeiro, os seis na mesma cama, nus, suados, o cheiro do sexo da noite anterior ainda impregnando o lençol. A ressaca não era de álcool – era de tesão acumulado.
— Eu não vou tomar banho – Letícia disse, espreguiçando-se.
— Ninguém vai – Tatiana respondeu. – Quero sentir o cheiro da gente até amanhã.
— E amanhã? – Camila perguntou.
— Amanhã a gente repete.
— Todos os dias? – Rodrigo quis saber.
— Todos os dias até o fim das férias.
Gustavo se levantou – o pau duro, como sempre de manhã – e foi até a janela.
— Olha o sol. O mar. A praia está vazia.
— Praia de nudismo? – Thiago perguntou.
— Praia de nudismo. A gente vai pelado. Ninguém vai saber que a gente é primo.
— E se alguém perguntar?
— A gente fala que é amigo. É a verdade. A gente é amigo. E amigo transa.
Fomos para a praia. Os seis nus. O sol batendo nos nossos corpos. O mar verde-azul. A areia branca.
Letícia deitou na canga de bruços. A bunda dela – redonda, empinada – brilhava com o protetor solar que Gustavo passava devagar, descendo os dedos pela fenda.
— Alguém está olhando – Tatiana disse, apontando para um homem sozinho na areia, de sunga, claramente olhando para a gente.
— Deixa – eu disse. – É para isso que a praia serve.
Thiago se ajoelhou atrás de Camila, que estava de quatro na areia, e começou a lamber a buceta dela. Ela gemia baixo.
— Suja de areia? – ele perguntou.
— Suja de areia, de sal, de suor. O gosto do mar.
Rodrigo e Gustavo se beijaram – língua grossa, mãos nos paus – enquanto Tatiana assistia, se masturbando com os dedos.
O homem na areia ficou duro. Começou a se masturbar.
— Ele está batendo uma – Letícia disse, rindo.
— Deixa. Ele está assistindo a aula.
Entramos no mar. A água salgada molhou nossos corpos nus. Gustavo segurou Letícia pela cintura, enfiou o pau na buceta dela debaixo d'água. Ela gemeu – o som abafado pelas ondas.
— Isso, Gustavo – ela gemia. – Me come na frente de todo mundo.
Thiago se posicionou atrás de Rodrigo, enfiou o pau no cu do irmão. Rodrigo mordeu os lábios para não gritar.
Camila e Tatiana se beijavam – as línguas se encontrando, as mãos apertando os seios uma da outra.
— Eu quero vocês dois – Tatiana disse, olhando para Rodrigo e Thiago.
Rodrigo enfiou o pau na buceta de Tatiana. Thiago enfiou o pau no cu dela. Ela gritou – de dor e prazer.
— Dupla penetração dentro do mar – Camila disse, rindo. – Isso é novidade.
— É a primeira vez de muitas.
Saímos do mar. Os corpos cobertos de sal seco. O cheiro do sexo misturado com o cheiro do mar.
— Alguém está filmando – Letícia disse, apontando para um rapaz com o celular.
— Deixa filmar. A gente apaga depois.
— Ou a gente pede uma cópia.
Rimos. Deitamos na canga. Gustavo deitou de costas. Camila sentou no pau dele, cavalgando. Tatiana sentou no rosto dele, esfregando a buceta na boca do primo. Letícia chupava o pau de Thiago enquanto Rodrigo comia o cu de Letícia.
O homem da sunga gozou. Gozou na areia, olhando para a gente.
— Ele gozou – Tatiana disse.
— Ele foi o primeiro. Não vai ser o último.
Voltamos para a kitnet. O sol se pondo. O corpo cansado, mas o tesão ainda aceso.
— Hoje à noite, jogo novo – Gustavo disse.
— Jogo do quê?
— Jogo dos dadinhos eróticos.
Ele pegou os dados que tinha comprado numa sex shop antes da viagem. Um dado tinha números – de 1 a 6. O outro dado tinha partes do corpo: boca, seios, buceta, pau, cu, pé.
A regra era simples: cada um jogava os dois dados. O número indicava quantos segundos (multiplicado por 10) a ação duraria. A parte do corpo indicava onde a pessoa seria beijada, chupada ou acariciada.
— E quem escolhe o parceiro? – Thiago perguntou.
— O grupo escolhe. Por votação.
Começamos.
Rodada 1 – Letícia jogou: 5 (50 segundos) + "pau"
O grupo escolheu Rodrigo para receber a ação.
Letícia ajoelhou na frente de Rodrigo, chupou o pau dele por 50 segundos. A língua enrolava na cabeça, descia pela haste, lambia as bolas. Ele gemeu.
— 50 segundos foi pouco – Rodrigo disse.
— Na próxima rodada você joga mais.
Rodada 2 – Rodrigo jogou: 6 (60 segundos) + "buceta"
O grupo escolheu Tatiana.
Rodrigo enfiou o rosto entre as pernas de Tatiana, lambeu a buceta dela – lisa, rosada, já molhada – por 60 segundos. Ela gozou em 45. Os 15 segundos restantes foram para lamber o gozo que escorria.
— Você lambe melhor do que a Camila – Tatiana disse.
— Cala a boca – Camila respondeu, rindo.
Rodada 3 – Tatiana jogou: 4 (40 segundos) + "cu"
O grupo escolheu Thiago.
Tatiana enfiou a língua no cu de Thiago – o irmão de Rodrigo, o primo mais quieto, o que mais gemia. Ele se contorceu.
— Porra, Tatiana... você lambe bem.
— Treinei muito no seu irmão.
— Eu sei. Ele me contou.
Rodrigo corou.
Rodada 4 – Thiago jogou: 3 (30 segundos) + "pé"
O grupo escolheu Camila.
Thiago ajoelhou na frente de Camila, pegou o pé direito dela – sujo de areia, suor do dia inteiro – e lambeu. Os dedos, a sola, o calcanhar. O gosto de praia, de sal, de mulher.
— Você é nojento – Camila disse.
— Você que pediu.
— Eu não pedi. O dado pediu.
— É a mesma coisa.
Rodada 5 – Camila jogou: 6 (60 segundos) + "boca"
O grupo escolheu Letícia.
As duas primas se beijaram. Língua grossa, molhada, exploradora. As mãos de Camila apertavam os seios de Letícia. As mãos de Letícia desciam pela barriga de Camila, entravam na calcinha, massageavam o grelinho.
— Para – eu disse, quando o tempo acabou.
Elas pararam. Os lábios brilhando de saliva.
— Eu queria mais 60 segundos – Letícia disse.
— Na próxima rodada você escolhe mais.
Rodada 6 – Gustavo jogou: 5 (50 segundos) + "seios"
O grupo escolheu Tatiana.
Gustavo chupou os seios de Tatiana – mamilos grandes, escuros, duros. A língua fazia círculos, os dentes mordiam de leve. Ela gemia.
— Você chupa melhor que a Letícia – Tatiana disse.
— Eu sei. Por isso que ela casou comigo.
— Eu não casei com você. A gente só é irmão.
Rodada 7 – Tatiana jogou: 2 (20 segundos) + "pau"
O grupo escolheu Gustavo.
Tatiana chupou o pau de Gustavo por 20 segundos. Rápido, mas intenso. Ela engoliu fundo, engasgou, tirou, lambeu a cabeça.
— 20 segundos foi pouco – ela disse.
— Por isso que você tem que jogar números maiores.
Rodada 8 – Thiago jogou: 6 (60 segundos) + "cu"
O grupo escolheu Rodrigo.
Thiago enfiou a língua no cu do irmão. Pela primeira vez – não dedo, não consolo, língua de verdade. Rodrigo gritou.
— Porra, Thiago...
— Cala a boca e goza.
Thiago lambeu o cu de Rodrigo por 60 segundos inteiros. Rodrigo gozou sem ninguém tocar no pau dele. Gozou nas próprias costas, no lençol, na coxa.
— Você é muito viado – Rodrigo disse, ofegante.
— Você que me ensinou.
Rodada 9 – Camila jogou: 4 (40 segundos) + "buceta"
O grupo escolheu Letícia.
Camila lambeu a buceta de Letícia – lisa, rosada, molhada – por 40 segundos. Letícia gozou em 30. Os 10 segundos restantes foram para lamber o gozo que escorria.
— Você lambe melhor que o Gustavo – Letícia disse.
— Eu sei. Por isso que você é minha prima favorita.
— Somos primas.
— Primas que se lambem.
Rodada 10 – Rodrigo jogou: 6 (60 segundos) + "pé"
O grupo escolheu Tatiana.
Rodrigo lambeu os pés de Tatiana – sujos do dia inteiro na areia, no mar, no chão da kitnet. O gosto de sal, de suor, de terra.
— Você é o mais nojento de todos – Tatiana disse.
— Você é a mais nojenta. A gente combina.
Depois das dez rodadas, os dados foram guardados. Ninguém precisava mais de números ou sorteio.
— Cada um escolhe um – Gustavo disse.
— Escolhe o quê?
— Um buraco. E enfia.
Gustavo enfiou o pau na buceta de Letícia. Rodrigo enfiou o pau no cu de Camila. Thiago enfiou o pau na buceta de Tatiana. Tatiana chupou o pau de Rodrigo. Camila chupou os dedos de Gustavo. Letícia chupou o pé de Thiago.
— Isso é uma obra de arte – eu disse.
— É uma orgia – Gustavo disse.
— É o segundo dia de férias – Letícia disse.
— É a segunda noite de muitas.
Gozamos juntos. Os seis ao mesmo tempo. Gritos, gemidos, jorros de esperma, bucetas contraindo, cus apertando.
Caímos na cama. Exaustos. Suados. Fedidos. Felizes.
No dia 3, fomos para a piscina do condomínio. Uma piscina grande, com cascata, rodeada por coqueiros. Não havia mais ninguém – apenas nós seis.
— Vamos mergulhar pelados? – Camila perguntou.
— Vamos.
Tiramos os biquínis e as sungas. Entramos na água. O sol batia nos nossos corpos nus.
— Vamos brincar de pira esconde – Letícia disse.
— Pira esconde na piscina?
— Na piscina e fora. Quem for pego tem que pagar uma prenda.
— Prenda como?
— Quem pegar escolhe a prenda. Pode ser beijo, chupada, dedada. O que o pegador quiser.
Começamos.
Rodrigo pegou Tatiana atrás das plantas. Ele escolheu chupar a buceta dela. Ela sentou no rosto dele, na grama, com os pelos da grama coçando a bunda.
— Isso, Rodrigo – ela gemia. – Lambe a buceta da sua prima.
— Você não é minha prima. Você é minha irmã.
— Prima, irmã, tanto faz. A gente transa do mesmo jeito.
Thiago pegou Camila dentro da piscina. Ele escolheu enfiar o dedo no cu dela. Ela se agarrou na borda, gemeu baixo para não fazer barulho.
— Gostou? – ele perguntou.
— Gostei. Quero o pau agora.
— Depois. Primeiro o pegador escolhe.
Letícia pegou Gustavo na cascata. Ela escolheu beijar ele de língua – enquanto passava a mão no pau dele, embaixo d'água.
— Você está duro – ela disse.
— Estou desde que você entrou na piscina.
— Então goza.
— Não aqui. Na cama.
— Na cama, na piscina, tanto faz.
Gustavo gozou na água. O esperma se dissipou, branco, leitoso.
— Você gozou na piscina – Letícia disse, rindo.
— Gozei. E agora os outros vão beber a minha porra.
— Nojento.
— Gostoso.
À noite, depois da piscina, do jantar, do vinho, sentamos na sala. O jogo de verdade ou desafio tinha sido um sucesso. Resolvemos repetir – com perguntas mais ousadas, desafios mais intensos.
— Quem começa? – Letícia perguntou.
— Eu – Tatiana disse, pegando o celular.
— Rodrigo. Verdade ou desafio?
— Verdade.
— É verdade que você já mijou na boca do Thiago?
Rodrigo olhou para o irmão. Thiago assentiu.
— É verdade. Uma vez. A gente estava bêbado. Ele pediu. Eu fiz.
— E você gostou? – Tatiana perguntou para Thiago.
— Gostei. O gosto do meu irmão.
— Desafio: hoje vocês vão mijar um no outro. Ao mesmo tempo. Na boca.
Rodrigo e Thiago se ajoelharam um na frente do outro. Abriram a boca. Mijaram juntos.
O jato de Rodrigo atingiu o rosto de Thiago. O jato de Thiago atingiu o rosto de Rodrigo.
— Engolem – eu disse.
Engoliram.
— Gostaram?
— Gostamos. O gosto de irmão.
Rodrigo pegou o celular.
— Camila. Verdade ou desafio?
— Desafio.
— Desafio: você vai deixar a Letícia depilar a sua buceta. Com cera quente. Na frente de todo mundo.
Camila deitou na cama. Letícia aqueceu a cera. Passou na buceta lisa de Camila. Colou a tira. Puxou.
Camila gritou – não de dor, de surpresa.
— Porra, Letícia...
— Cala a boca. Você pediu.
Letícia depilou toda a buceta de Camila. Ficou lisinha, rosada, brilhando.
— Agora lambe – Camila disse.
Letícia lambeu. A buceta lisa, quente, recém-depilada.
— O gosto é diferente – Letícia disse.
— Diferente como?
— Mais puro. Sem pelo para segurar o cheiro. É o gosto de você.
— É o gosto que você vai provar todo dia.
Camila pegou o celular.
— Gustavo. Verdade ou desafio?
— Verdade.
— É verdade que você já fez sexo com a Tatiana? Sem a Letícia saber?
Gustavo olhou para Letícia. Ela não estava brava. Estava curiosa.
— É verdade. Uma vez. A gente estava bêbado. Você tinha ido viajar. A gente transou na sua cama.
— Onde eu durmo?
— Onde a gente transa.
— E você gostou?
— Gostei. Mas senti sua falta.
— Do meu cheiro?
— Do seu cheiro. Da sua buceta. Do seu gemido.
— Então transa com ela de novo. Hoje. Eu vou assistir.
Gustavo transou com Tatiana. Letícia assistiu. Eu assisti. Rodrigo, Thiago e Camila também.
Gustavo metia forte. Tatiana gemia.
— Isso, Gustavo – Letícia dizia. – Come a minha prima. Enquanto eu vejo.
— Você está com ciúmes? – Tatiana perguntou.
— Estou. Mas estou com tesão também.
— Tesão de quê?
— Tesão de ver você gozar com o pau do meu namorado.
Tatiana gozou. Gustavo gozou dentro dela.
Letícia lambeu a buceta de Tatiana – suja da porra de Gustavo.
— Gostou? – Tatiana perguntou.
— Gostei. O gosto de vocês dois.
Gustavo pegou o celular.
— Letícia. Verdade ou desafio?
— Desafio.
— Desafio: você vai fazer um boquete no Thiago enquanto a Camila come o seu cu com o consolo.
Letícia ajoelhou na frente de Thiago. Chupou o pau dele – 18 cm, fino, a cabeça pequena.
Camila enfiou o consolo de 18 cm no cu de Letícia. Ela gemeu com a boca cheia.
— Isso, Camila – eu dizia. – Come o cu da sua prima enquanto ela chupa o pau do seu primo.
— Prima, prima, prima. Todo mundo é prima.
— Todo mundo é prima, todo mundo transa.
Letícia gozou no consolo. Thiago gozou na boca de Letícia. Ela engoliu.
Letícia pegou o celular.
— Tatiana. Verdade ou desafio?
— Verdade.
— É verdade que você já transou com o Rodrigo e o Thiago ao mesmo tempo?
Tatiana olhou para os dois irmãos.
— É verdade. Uma vez. Eles me comeram juntos. Um na buceta, outro no cu.
— Você gostou?
— Gostei. Quero repetir.
— Desafio: repete. Agora. Na nossa frente.
Tatiana deitou de quatro. Rodrigo enfiou o pau na buceta dela. Thiago enfiou o pau no cu dela.
Ela gritou.
— Isso, seus viados – ela gemia. – Me comem. Me enchem de pica.
Os dois irmãos gozaram dentro dela. Um na buceta, outro no cu. A porra escorreu.
— Limpa, Letícia – Tatiana mandou.
Letícia lambeu a buceta de Tatiana. O gosto dos dois irmãos.
— Gostou?
— Gostei. O gosto de vocês três.
Depois de todas as verdades e desafios, estávamos exaustos. Mas ninguém queria dormir.
— Mais uma – Gustavo disse.
— Mais uma o quê?
— Mais uma foda. Todos juntos.
Fomos para o quarto. A cama king size. Os seis nus.
— Cada um escolhe um buraco – eu disse.
Gustavo escolheu a buceta de Letícia. Rodrigo escolheu o cu de Camila. Thiago escolheu a buceta de Tatiana. Letícia escolheu o pau de Rodrigo. Camila escolheu os dedos de Gustavo. Tatiana escolheu o pé de Thiago.
— Isso é uma obra de arte – eu disse.
— É uma orgia – Gustavo disse.
— É o terceiro dia de férias – Letícia disse.
— É a terceira noite de muitas.
Gozamos juntos. Os seis ao mesmo tempo.
Caímos na cama. Exaustos. Suados. Fedidos. Felizes.
Os dias seguintes – dia 4, dia 5, dia 6, dia 7 – foram uma repetição deliciosa do mesmo padrão:
Manhã na praia de nudismo (com direito a exibicionismo, olhares, homens se masturbando na areia)
Tarde na piscina (com pira esconde, prendas eróticas, sexo dentro e fora da água)
Noite de jogos (verdade ou desafio, dados eróticos, novos brinquedos comprados na sex shop da cidade)
Madrugada de orgia (todos com todos, todas as combinações, todas as posições)
No dia 7, véspera de ir embora, Letícia fez um discurso.
— Eu não quero que isso acabe.
— Não vai acabar – Gustavo disse.
— Vai acabar quando a gente voltar para a cidade. Quando a gente voltar para o trabalho. Para a família.
— A gente não fala para a família. É segredo.
— O segredo vai pesar.
— O segredo vai juntar.
— Promete?
— Prometo. A gente vai continuar se encontrando. Uma vez por mês. Numa casa de swing. Ou na nossa casa. Ou na sua casa.
— E se alguém desistir?
— Ninguém vai desistir. A gente é família. Família de puta.
— Família de puta feliz.
Rimos. Choramos. Transamos. Pela última vez daquelas férias.
No dia seguinte, no aeroporto, nos despedimos com beijos na boca, mãos nas bundas, olhares de "te vejo mês que vem".
— Mês que vem na casa de swing – eu disse.
— A gente já tem reserva.
— Quem fez?
— Eu – Letícia disse. – Para o dia 15. Suíte real. Cabe doze.
— Doze? Vamos trazer mais gente?
— Vamos trazer mais paus. Mais bucetas. Mais tesão.
— A família vai crescer.
— A família de puta.
— A família de puta feliz.
Uma semana depois do fim das férias, Letícia mandou uma mensagem no grupo do WhatsApp que a gente criou – o grupo se chamava "Família de Puta".
"Gente, fiz a reserva. Para o dia 15. Casa de swing "Enigma". Suíte real. Cabe doze. Quem vai?"
"Eu e o Rodrigo vamos" – Tatiana respondeu.
"Eu e o Thiago vamos" – Camila respondeu.
"Eu e a Letícia vamos, obviamente" – Gustavo respondeu.
"Doze lugares. Somos seis. Quem vai completar?" – Letícia perguntou.
"Eu vou levar a Mika" – Tatiana disse. (Mika era uma amiga trans que elas conheceram numa viagem.)
"Eu vou levar a Fernanda" – Camila disse. (Fernanda era uma colega de trabalho que já tinha entrado na brincadeira.)
"E eu vou levar o Alex" – Rodrigo disse. (Alex era um amigo da academia, negro, pau enorme – 23 cm, grosso.)
— Agora somos nove – Letícia calculou. – Faltam três.
— A gente arruma lá – Gustavo disse. – Na hora. Na porta. Sempre tem gente querendo entrar.
— Combinado.
Era um sábado. 22h. A casa de swing "Enigma" ficava numa rua discreta nos Jardins. Fachada cinza, sem placa, apenas um número – 777. Um segurança enorme, careca, de terno preto, olhos de quem já viu de tudo, abriu a porta.
— Reserva para Letícia.
— Suíte real. Segundo andar. Bebida liberada.
Subimos a escada de mármore. Corredor iluminado por luzes vermelhas. Pelas portas entreabertas, dava para ouvir gemidos, ver corpos nus, sentir o cheiro de sexo no ar.
A suíte real era enorme. Cama king size no centro – na verdade, duas camas king size juntas. Banheira de hidromassagem. Mesa de sinuca. Um poste de pole dance no canto. Paredes de espelho. Uma mesa com frutas, vinhos, champanhe e uma caixa de brinquedos eróticos – consolos, algemas, vendas, lubrificantes.
— Isso é uma obra de arte – Letícia disse.
— É um palácio da putaria – Gustavo completou.
Chegaram os convidados.
Mika (28 anos) – mulher trans. Loira, branquinha, depilada, parecia uma boneca. Pau de 16 cm – escolhido para prazer, não dor. Vestido curto, salto alto.
Fernanda (32 anos) – colega de trabalho de Camila. Casada, mas com permissão do marido (ele era corno assumido). Morena, seios grandes, bunda larga, buceta lisa. Nunca tinha ido a uma casa de swing.
Alex (27 anos) – amigo de Rodrigo. Negro, 1,90m, corpo de atleta. Pau de 23 cm, grosso, veias saltadas. Sorriso fácil, olhar safado.
— Agora somos nove – Tatiana contou. – Faltam três.
— Vamos buscar na pista – Gustavo disse.
A pista da casa de swing era um salão escuro, iluminado por luzes negras, com música eletrônica pulsando. Pessoas dançavam – algumas vestidas, outras seminuas, outras completamente peladas. Homens de pau duro balançando ao ritmo da música. Mulheres com os seios de fora, as mãos nos paus dos parceiros ou de estranhos.
Letícia foi a primeira a escolher. Ela apontou para um casal – ela loira, ele moreno, ambos na faixa dos 30 anos – que dançava agarrado, as mãos do homem enfiadas na calcinha da mulher.
— Vocês querem subir? – Letícia perguntou, sem rodeios.
A mulher olhou para o homem. Ele assentiu.
— Somos experientes – a mulher disse. – Já fizemos troca de casal. Nunca fizemos orgia com nove.
— Hoje vai ser com doze. Sobe com a gente.
Ela se chamava Bárbara (31 anos). Ele se chamava Daniel (32 anos). Ela era advogada. Ele era engenheiro. Ambos brancos, corpos malhados, paus e bucetas depilados.
— Falta um – Gustavo disse.
— Eu vou – uma voz atrás dele.
Gustavo se virou. Era um homem sozinho, uns 40 anos, cabelo grisalho, barba por fazer, vestindo uma camisa de seda aberta e uma calça de couro. O pau dele já estava duro – marcava a calça.
— Você está sozinho? – Gustavo perguntou.
— Estou. Minha esposa não gosta de swing. Ela acha que é coisa de puta.
— E você?
— Eu acho que é coisa de puta feliz.
— Qual seu nome?
— Carlos.
— Quantos cm?
— 19. Grosso. Não é enorme, mas sei usar.
— Sobe.
Carlos subiu.
Agora éramos doze.
Na suíte real, todos se apresentaram. Nomes, idades, profissões, fetiches.
Bárbara (31): "Eu gosto de ser dominada. E gosto de ver meu marido comendo outras."
Daniel (32): "Eu gosto de ser dominado. E gosto de ver minha esposa sendo comida por outros."
Carlos (40): "Eu gosto de ser comido. E gosto de chupar pau. Nunca fiz com mais de duas pessoas ao mesmo tempo. Hoje vou fazer com doze."
Mika (28): "Eu gosto de tudo. Sou versátil. Como e sou comida. Domino e sou dominada."
Fernanda (32): "Eu sou nova nisso. Meu marido é corno. Ele me liberou para hoje. Quero experimentar tudo. Principalmente duas picas ao mesmo tempo."
Alex (27): "Eu gosto de comer. Corno, viado, mulher, trans. Não discrimino. Pau de 23 cm, grosso. Quem quiser, é só pedir."
Os seis primos se apresentaram de novo – Letícia, Gustavo, Tatiana, Camila, Rodrigo, Thiago – cada um com seu fetiche, cada um com seu tesão acumulado das férias.
— Agora que todo mundo se conhece – Letícia disse – vamos às regras.
— Regras? – Carlos perguntou.
— Regras. Primeiro: tudo é permitido, desde que todo mundo queira. Segundo: se alguém falar "vermelho", para tudo. Não pergunta por quê, só para. Terceiro: ninguém grava. O que acontece na suíte real, fica na suíte real.
— Combinado – todos responderam.
Letícia mandou todo mundo tirar a roupa e entrar na banheira.
Doze corpos nus na água quente, com jatos de hidromassagem massageando bundas, cus, bucetas, paus.
— Vamos começar devagar – Gustavo disse. – Cada um escolhe uma boca. Vai beijar. Só beijar. Língua, mãos, mas sem penetração.
Começamos.
Letícia beijou Bárbara. Gustavo beijou Daniel. Tatiana beijou Carlos. Camila beijou Mika. Rodrigo beijou Alex. Thiago beijou Fernanda.
As línguas se encontraram. As mãos passearam. Os paus endureceram. As bucetas molharam.
— Isso é uma obra de arte – Bárbara disse, entre beijos.
— É um ensaio – Daniel disse.
— É a abertura – Letícia disse.
Na banheira, as águas se misturaram. O cheiro de sexo começou a subir – suor, excitação, desejo.
Saímos da banheira. Corpos nus, molhados, brilhando. Letícia distribuiu toalhas, mas ninguém se enxugou – o tesão estava maior que a vergonha.
— Primeira rodada – Letícia anunciou. – Cada um escolhe um parceiro. Pode ser homem, mulher, trans. Pode ser um, pode ser dois, pode ser três. O importante é gozar.
Letícia escolheu Mika e Alex. As duas picas – uma de 16 cm (Mika), outra de 23 cm (Alex) – na sua buceta e no seu cu ao mesmo tempo. Ela gritou de prazer.
Gustavo escolheu Bárbara e Tatiana. Bárbara chupou o pau dele enquanto Tatiana cavalgava no seu rosto. Ele gozou na boca de Bárbara. Ela engoliu.
Tatiana escolheu Gustavo e Carlos. Já estava sendo comida por Carlos – pau de 19 cm grosso – enquanto chupava Gustavo. Dupla penetração na boca e na buceta.
Camila escolheu Daniel e Rodrigo. Daniel enfiou o pau no cu dela. Rodrigo enfiou o pau na buceta dela. Ela gozou em 30 segundos.
Rodrigo escolheu Camila e Alex. Comeu Camila (buceta) enquanto Alex comia o seu cu. Ele gozou dentro de Camila.
Thiago escolheu Fernanda e Mika. Comeu Fernanda (buceta) enquanto chupava o pau de Mika (16 cm). Mika gozou na boca de Thiago. Ele engoliu.
Fernanda escolheu Thiago e Carlos. Sentou no pau de Thiago (buceta) enquanto chupava o pau de Carlos (19 cm). Ela gozou nos dois.
Mika escolheu Letícia e Thiago. Comeu Letícia (pau de 16 cm no cu) enquanto Thiago a comia (buceta). Ela gozou dentro de Letícia.
Alex escolheu Rodrigo e Tatiana. Comeu Rodrigo (pau de 23 cm no cu) enquanto Tatiana chupava o pau de Alex. Ele gozou dentro de Rodrigo.
Bárbara escolheu Gustavo e Camila. Sentou no pau de Gustavo (buceta) enquanto Camila chupava seus seios. Ela gozou.
Daniel escolheu Letícia e Tatiana. Comeu Letícia (pau na buceta) enquanto Tatiana chupava seus dedos. Ele gozou dentro de Letícia.
Carlos escolheu Fernanda e Camila. Comeu Fernanda (pau no cu) enquanto Camila chupava seu pau (depois de gozar na buceta de Fernanda). Gozou de novo – dentro da boca de Camila.
Foi a primeira de muitas rodadas. Todos gozaram. Todos foram gozados.
Depois de todos terem gozado pelo menos uma vez, Letícia organizou o trenzinho.
— Fila indiana – ela disse. – Cada um de quatro. O da frente come quem está atrás. E assim por diante.
A fila ficou assim:
Letícia (de quatro) – seria comida por trás.
Gustavo (de quatro atrás de Letícia) – comeria Letícia.
Bárbara (de quatro atrás de Gustavo) – comeria Gustavo.
Daniel (de quatro atrás de Bárbara) – comeria Bárbara.
Tatiana (de quatro atrás de Daniel) – comeria Daniel.
Carlos (de quatro atrás de Tatiana) – comeria Tatiana.
Camila (de quatro atrás de Carlos) – comeria Carlos.
Rodrigo (de quatro atrás de Camila) – comeria Camila.
Thiago (de quatro atrás de Rodrigo) – comeria Rodrigo.
Fernanda (de quatro atrás de Thiago) – comeria Thiago.
Mika (de quatro atrás de Fernanda) – comeria Fernanda.
Alex (de quatro atrás de Mika) – comeria Mika.
E Alex, o último da fila, seria comido por... ninguém. Mas a fila ia girar. O trenzinho era móvel.
Começou.
Gustavo enfiou o pau na buceta de Letícia. Bárbara enfiou o dedo no cu de Gustavo. Daniel enfiou o pau na buceta de Bárbara. Tatiana enfiou a língua no cu de Daniel. Carlos enfiou o pau na buceta de Tatiana. Camila chupou o pau de Carlos. Rodrigo enfiou o pau no cu de Camila. Thiago enfiou o pau na buceta de Rodrigo. Fernanda enfiou o dedo no cu de Thiago. Mika enfiou o pau de 16 cm na buceta de Fernanda. Alex enfiou o pau de 23 cm no cu de Mika.
— Isso é uma obra de arte – Letícia disse, sendo comida.
— É um círculo de paus, cus, bocas e bucetas – Gustavo disse, comendo Letícia.
— É a maior orgia da minha vida – Carlos disse, comendo Tatiana.
— É a primeira noite de muitas – Fernanda disse, sendo comida por Mika.
O trenzinho andou. A fila girou. Alex foi para o começo, passou a comer Mika. Mika foi para o começo, passou a comer Fernanda. E assim por diante.
Cada um foi comido. Cada um comeu. Nem um cuzinho ficou sem ser penetrado. Nem uma buceta ficou sem ser lambida. Nem um pau ficou sem ser chupado.
Depois do trenzinho, Letícia pediu:
— Quero ver todo mundo sendo fodido por dois ao mesmo tempo. Dupla penetração. Homem, mulher, trans – todo mundo tem dois buracos. Usem.
Começou com Letícia: Gustavo enfiou o pau na buceta dela. Alex enfiou o pau de 23 cm no cu dela. Ela gritou – de dor e prazer.
Gustavo: Letícia enfiou o cinto com o consolo de 18 cm no cu dele. Tatiana chupou o pau dele. Ele gozou na boca dela.
Bárbara: Daniel enfiou o pau na buceta dela. Rodrigo enfiou o pau no cu dela. Ela gozou nos dois.
Daniel: Bárbara enfiou o dedo no cu dele. Camila chupou o pau dele. Ele gozou na boca de Camila.
Tatiana: Carlos enfiou o pau na buceta dela. Thiago enfiou o pau no cu dela. Ela gozou três vezes seguidas.
Carlos: Tatiana enfiou o consolo no cu dele. Fernanda chupou o pau dele. Ele gozou na boca de Fernanda.
Camila: Rodrigo enfiou o pau na buceta dela. Mika enfiou o pau de 16 cm no cu dela. Ela gozou em 20 segundos.
Rodrigo: Camila enfiou o dedo no cu dele. Alex chupou o pau dele. Ele gozou na boca de Alex – a primeira porra que Alex engolia de outro homem.
Thiago: Fernanda enfiou o consolo no cu dele. Tatiana chupou o pau dele. Ele gozou no rosto de Tatiana.
Fernanda: Thiago enfiou o pau na buceta dela. Mika enfiou o pau de 16 cm no cu dela. Ela gozou nos dois.
Mika: Fernanda enfiou o dedo no cu dela. Carlos chupou o pau dela (16 cm). Ela gozou na boca de Carlos – o primeiro gozo de trans que ele provava.
Alex: Rodrigo enfiou o pau de 23 cm no cu de Alex (pela primeira vez, o comedor foi comido). Letícia chupou o pau de Alex enquanto ele era comido. Ele gozou – na boca de Letícia e no cu de Rodrigo ao mesmo tempo.
Depois de todos terem gozado – alguns duas, três, quatro vezes – Letícia sugeriu a chuva dourada.
— Banheira vazia – ela disse. – Todo mundo mijando em todo mundo.
Entramos na banheira vazia. Os doze nus, suados, gozados, exaustos.
— Quem começa? – Gustavo perguntou.
— Eu – Bárbara disse.
Ela agachou na borda da banheira. O jato de urina atingiu o rosto de Daniel. Ele abriu a boca.
— Isso, Bárbara – ele disse. – Mija na sua puta.
— Você é a puta. Eu sou a dona.
Ela mijou na boca dele. Ele engoliu.
Depois foi a vez de Daniel: mijou no rosto de Bárbara. Ela abriu a boca. Engoliu.
Carlos mijou no rosto de Tatiana. Ela abriu a boca. O gosto de café, de cerveja, de homem.
Tatiana mijou no rosto de Carlos. Ele abriu a boca. O gosto de mulher, de buceta, de xixi.
Camila mijou no rosto de Rodrigo. Ele lambeu os lábios depois.
Rodrigo mijou no rosto de Camila. Ela deixou escorrer.
Thiago mijou no rosto de Fernanda. Ela pediu mais.
Fernanda mijou no rosto de Thiago. Ele gozou – só de sentir o mijo quente no rosto.
Mika mijou no rosto de Alex. Ele abriu a boca, deixou escorrer pelo queixo, pelo peito, pelo pau duro.
Alex mijou no rosto de Letícia. Ela enfiou a língua para fora, deixou o jato bater na língua, engoliu.
Letícia mijou no rosto de Gustavo. Ele limpou a buceta dela com a língua depois.
Gustavo mijou no rosto de Letícia. Ela abriu a boca e deixou encher.
Foi a vez de Fernanda pedir para todos mijarem nela ao mesmo tempo. Ela se ajoelhou no centro da banheira. Os onze em volta. Onze jatos de urina atingindo o rosto dela, os seios, a barriga, a buceta, o cu. Ela abriu a boca. Engoliu o máximo que conseguiu.
— Isso – ela gritava. – Isso, seus putos. Me mijem. Me encham de mijo.
Quando os jatos pararam, ela estava coberta da cabeça aos pés.
— Alguém quer lamber? – ela perguntou.
— Eu – Carlos disse.
Ele ajoelhou na frente dela. Lambeu a urina do rosto dela, do pescoço, dos seios, da buceta.
— Você é nojento – Fernanda disse.
— Você é nojenta. A gente combina.
Depois da chuva dourada, estávamos exaustos. Mas ninguém queria parar.
— Última rodada – Letícia disse. – A mais importante. Todos comem todos. Ao mesmo tempo.
— Como é que doze pessoas comem doze pessoas ao mesmo tempo? – Daniel perguntou.
— A gente se organiza – Gustavo disse. – Cada um escolhe um buraco. E enfia. Pode ser pau, dedo, língua, consolo. O importante é estar conectado.
Nos organizamos em círculo.
Letícia enfiou o pau de Gustavo na buceta.
Gustavo enfiou o pau de Alex no cu.
Alex enfiou o pau de Mika na buceta.
Mika enfiou o pau de Carlos no cu.
Carlos enfiou o pau de Daniel na buceta.
Daniel enfiou o pau de Rodrigo no cu.
Rodrigo enfiou o pau de Thiago na buceta.
Thiago enfiou o pau de Tatiana no cu.
Tatiana enfiou o pau de Camila na buceta.
Camila enfiou o pau de Fernanda no cu.
Fernanda enfiou o pau de Bárbara na buceta.
Bárbara enfiou o pau de Letícia no cu.
Éramos um círculo de paus, cus, bocas e bucetas. Cada um sendo penetrado e penetrando. Cada um dando e recebendo.
— Isso é uma obra de arte – Letícia disse.
— É uma mandala – Bárbara disse.
— É uma mandala de paus – Carlos disse.
— É a última dança – Gustavo disse.
— É o final – Thiago disse.
— É o começo do final – eu disse.
Começamos a gozar.
Um a um, em sequência, os doze corpos se contraíram. Gozos jorrando em cus, em bucetas, em bocas, em rostos, em lençóis.
Letícia gozou primeiro – no pau de Gustavo. Gustavo gozou em seguida – no pau de Alex. Alex gozou depois – no pau de Mika. Mika gozou – no pau de Carlos. Carlos gozou – no pau de Daniel. Daniel gozou – no pau de Rodrigo. Rodrigo gozou – no pau de Thiago. Thiago gozou – no pau de Tatiana. Tatiana gozou – no pau de Camila. Camila gozou – no pau de Fernanda. Fernanda gozou – no pau de Bárbara. Bárbara gozou – no pau de Letícia.
Os doze ao mesmo tempo – cada um no seu tempo, mas todos nos mesmos segundos.
Gritos, gemidos, jorros de esperma, bucetas contraindo, cus apertando, paus pulsando.
Caímos na cama – ou melhor, nas camas – exaustos, suados, fedidos, cheirando a urina, gozo, suor, sexo.
Deitamos os doze na cama king size. Corpos entrelaçados. Braços, pernas, paus, bucetas, cus. Ninguém sabia mais onde começava um e terminava o outro.
— Eu não vou tomar banho – Letícia disse.
— Ninguém vai – Gustavo respondeu.
— Quero sentir o cheiro da gente até amanhã.
— O cheiro da família – Tatiana disse.
— Da família de puta – Camila completou.
— Da família de puta feliz – Rodrigo disse.
— Eu vou sentir falta de vocês – Bárbara disse.
— A gente se vê mês que vem – Daniel disse.
— Aqui? – Carlos perguntou.
— Aqui. Na suíte real. Suíte real de novo.
— Vai caber todo mundo?
— Cabe. E se não couber, a gente aluga a suíte imperial.
— Cabe quantos?
— Vinte.
— Vamos lotar.
— Vamos encher de paus, bucetas, cus.
— Vamos fazer história.
— Vamos fazer história da putaria.
Rimos. Depois ficamos em silêncio. Depois dormimos.
Acordamos no dia seguinte – 16 de janeiro – abraçados, nus, sujos, felizes.
— Feliz ano novo atrasado – Letícia disse.
— Feliz ano novo – todos responderam.
E foi assim que o Réveillon dos primos terminou. E a saga da família de puta começou.
Fim.
Foto 1 do Conto erotico: Réveillon dos

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Comentários


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lucasemarcia Comentou em 01/05/2026

Delicia de Putaria! Adoramos. Bjos, Ma & Lu




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Ficha do conto

Foto Perfil casalbisexpa
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Nome do conto:
Réveillon dos "Primos" – Verdade ou Desafio Selvagem na Praia

Codigo do conto:
260904

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
01/05/2026

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1

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5