Mas antes disse encontro tenho que ensinar o Thiago a saber dar prazer a uma mulher.Letícia decidiu que Thiago precisava de aulas particulares. Ela disse na minha frente, sem cerimônia:
— Ele lambe que nem cachorro bebendo água. Vou ter que ensinar.
Thiago ficou vermelho, mas não negou. Eu ri e disse:
— Ensina então. Eu assisto.
Letícia marcou a "aula" para um sábado à tarde. Ela espalhou almofadas no chão da sala, acendeu um incenso e colocou uma música ambiente. Parecia até ioga, mas o que veio a seguir não tinha nada de espiritual.
— Thiago, senta aqui na minha frente — ela ordenou, apontando para o tapete.
Ele sentou. Eu sentei numa cadeira ao lado, de pernas cruzadas, já sem calcinha.
Letícia tirou a calça jeans e a calcinha devagar. Ficou só de camiseta, a buceta completamente à mostra. Ela não era depilada total – tinha uma listra de pelos escuros em cima do grelinho, mas os grandes lábios eram lisos.
— Você vai aprender hoje o que sua namorada gosta. E o que eu gosto. Porque se você for bom, a gente vai te chamar mais vezes.
Thiago engoliu em seco. O pau dele já marcava na bermuda.
— Primeira lição — Letícia disse, abrindo as pernas. — A buceta não é só um buraco. É um mapa. E você precisa conhecer cada centímetro.
Ela pegou a mão de Thiago e levou até a própria buceta.
— Aqui é o monte de Vênus. Tem pelos, às vezes não. Onde você coloca a mão para começar.
A mão de Thiago tremia. Letícia guiou os dedos dele.
— Aqui são os grandes lábios. Gosta de chupar eles?
— Sim — ele respondeu, a voz falhando.
— Mentira. Você nunca chupou os meus. Mas hoje vai.
Ela segurou a cabeça de Thiago e empurrou contra a buceta dela.
— Lambe. Devagar. Começa pelos grandes lábios.
Thiago lambeu. No começo foi tímido, a língua só tocando a superfície. Letícia puxou seu cabelo.
— Mais vontade. Não é beijo de avó. É lambida de quem quer sentir o gosto.
Thiago lambeu com mais força. A língua dele percorreu os grandes lábios de Letícia de baixo para cima, uma, duas, três vezes. Ela gemeu baixo.
— Isso. Agora abre os lábios com a língua. Quero ver você encontrar o grelinho.
Thiago abriu. A língua dele afastou os grandes lábios e revelou o grelinho de Letícia – pequeno, rosado, já começando a endurecer.
— Aqui — Letícia disse, apontando. — Esse é o grelinho. O centro do prazer da mulher. Você não lambe ele direto. Não no começo. Você faz círculos em volta. Assim.
Ela pegou o dedo de Thiago e fez um movimento circular em volta do próprio grelinho.
— Tenta com a língua.
Thiago tentou. Fez círculos lentos, a ponta da língua roçando nas laterais do grelinho sem tocar diretamente. Letícia fechou os olhos.
— Isso... mais devagar... assim...
Ela guiava a cabeça dele com as mãos, puxando o cabelo quando ele errava o ritmo. Em cinco minutos, Letícia já estava ofegante.
— Agora lambe o grelinho direto. Só a ponta da língua.
Thiago lambeu. Uma lambida rápida.
— Não rápido. Devagar. Como se fosse uma borboleta pousando.
Thiago lambeu devagar. A língua tocou o grelinho de Letícia e ela gemeu alto.
— Porra... você aprende rápido... continua.
Thiago continuou. Alternava círculos em volta com lambidas diretas. A buceta de Letícia começou a escorrer – eu via o líquido claro descendo pela coxa dela.
— Agora desce. Lambe a entrada. Enfia a língua dentro de mim.
Thiago desceu. A língua dele entrou na buceta de Letícia e ela arqueou as costas.
— Isso, corno... lambe tudo... quero sentir sua língua lá dentro...
Thiago enfiava e tirava a língua, como se estivesse fodendo ela com a boca. O som era molhado, obsceno. Eu me masturbava na cadeira, assistindo tudo.
— Agora sobe de novo. Quero você no meu grelinho.
Thiago subiu. Letícia já estava perto de gozar – a respiração acelerada, as mãos apertando os próprios seios por cima da camiseta.
— Não para. Mais rápido.
Thiago acelerou. A língua dele agora era um turbilhão em volta do grelinho de Letícia. Ela começou a tremer.
— Vou gozar — ela avisou. — Quer na boca?
Thiago abriu a boca. Letícia gozou – não jorrando, mas escorrendo – e Thiago lambeu tudo, sem desperdiçar uma gota.
— Nota oito — Letícia disse, ofegante, depois que o orgasmo passou. — Falta a parte de baixo.
— A parte de baixo? — Thiago perguntou, confuso.
— O cu, seu bobo. Você vai aprender a lamber um cu hoje também.
Letícia se virou de bruços. Empinou a bunda para Thiago, mostrando o cu – pequeno, rosado, com uma penugem fina em volta.
— Você já fez isso na Camila?
— Já — Thiago respondeu, hesitante.
— Fez direito ou só passou a língua por cima?
— Passei a língua.
— Então não fez direito. Vem cá.
Thiago se ajoelhou atrás de Letícia. Ela abriu a própria bunda com as duas mãos, escancarando o cu.
— Primeiro: você lambe em volta. Não enfia a língua direto. Dá beijos. Faz carinho.
Thiago inclinou a cabeça e começou a beijar o cu de Letícia. Beijinhos leves, como se fossem beijos na boca.
— Isso. Agora lambe em volta.
Thiago lambeu. A língua dele fez círculos em volta do ânus de Letícia, molhando a região.
— Agora enfia a ponta. Devagar.
Thiago enfiou. A língua entrou um centímetro no cu de Letícia e ela gemeu.
— Mais fundo.
Ele enfiou mais. A língua agora estava quase toda dentro do cu de Letícia. Ela empinou mais a bunda.
— Isso, seu viadinho... lambe meu cu como se fosse uma buceta...
Thiago lambeu. Enfiava e tirava a língua, lambia as paredes internas, fazia movimentos circulares lá dentro. Letícia gemia sem parar.
— Agora lambe da entrada ao grelinho. Um movimento só. Vai e volta.
Thiago passou a língua do cu de Letícia até o grelinho dela, num movimento longo e lento. Depois voltou. Depois fez de novo. E de novo.
— Porra, Thiago — Letícia gemeu. — Você é um aluno nota dez.
Ela se virou de repente, montou no rosto de Thiago e esfregou a buceta na boca dele.
— Goza na minha cara — Thiago pediu.
Letícia riu.
— Não. Hoje você vai aprender a fazer uma mulher gozar mais de uma vez. E eu vou gozar na sua boca quantas vezes eu quiser.
Ela gozou mais duas vezes na boca de Thiago antes de parar. Ele engoliu tudo. Eu, da cadeira, já tinha gozado três vezes só de assistir.
— Aula encerrada — Letícia disse, levantando. — Semana que vem tem prova prática.
— Com quem? — perguntei.
— Com você, Camila. Ele vai ter que fazer tudo o que aprendeu em você. E eu vou avaliar.
No sábado seguinte, Letícia sentou na mesma cadeira que eu sentei na semana anterior. Eu me deitei no tapete. Thiago ficou entre minhas pernas.
Ele começou pelos grandes lábios – lambeu devagar, com vontade. Depois abriu com a língua, encontrou meu grelinho, fez círculos em volta. Eu já estava gemendo.
— Nota até agora — Letícia disse, como uma professora. — Nove.
Thiago desceu. Lambeu a entrada da minha buceta, enfiou a língua. Eu arquei as costas.
— Dez.
Ele subiu de novo, lambeu meu grelinho direto, alternando com círculos. Meu corpo inteiro tremia.
— Onze.
Ele me virou de bruços, empinou minha bunda e começou a lamber meu cu. Beijinhos primeiro, depois língua em volta, depois enfiou a ponta.
— Vou gozar — avisei.
Ele não parou. Enfiou a língua inteira no meu cu e eu gozei na hora – um orgasmo que me fez perder a visão por alguns segundos.
— Nota final — Letícia anunciou, aplaudindo — vinte. Aprovado com louvor.
Thiago levantou a cabeça, a cara molhada de mim, e sorriu.
— Posso repetir de ano? — ele perguntou.
— Pode. Todo dia.
Duas semanas depois das "aulas", Letícia chegou com uma proposta inesperada.
— Eu quero experimentar o pau do Thiago.
Quase cuspi meu vinho.
— Você? A sapatão assumida? Que disse que pau não te interessa?
— Não interessa mesmo. Mas eu quero experimentar o DELE. É diferente.
— Por que?
— Porque ele é submisso. E porque você vai estar olhando. E porque eu quero ver a cara dele enquanto eu mando.
Thiago, que estava na cozinha, ouviu tudo. Ele veio até a sala com o pau já duro.
— Eu topo — disse.
— Eu não perguntei se você topa — Letícia respondeu. — Eu disse que vou experimentar. Você só obedece.
Letícia mandou Thiago deitar de costas na cama. Ela amarrou os pulsos dele na cabeceira com lenços de seda.
— Você não vai tocar em mim. Só eu toco em você. Seu pau é meu brinquedo hoje. Entendeu?
— Entendi — ele respondeu, a voz falhando.
Letícia tirou a roupa devagar. Ficou nua, a buceta listrada de pelos, os seios pequenos eriçados. Ela subiu na cama e sentou no peito de Thiago, esfregando a buceta nos mamilos dele.
— Você está nervoso?
— Muito.
— Bom.
Ela desceu. Sentou no pau dele – mas não enfiou. Esfregou a buceta na cabeça do pau, molhando ele com o próprio líquido. Thiago gemeu.
— Não goza ainda. Se gozar antes da minha permissão, eu paro e nunca mais te chupo.
— Não vou gozar.
— Vai. Mas vai segurar.
Letícia finalmente enfiou. A cabeça do pau entrou na buceta dela e ela gemeu – um gemido que eu nunca tinha ouvido dela. Era um gemido de surpresa, como se ela tiv descoberto algo novo.
— É... diferente — ela disse, ofegante. — É quente. E lateja.
Ela começou a cavalgar devagar, sentando no pau de Thiago até a base, subindo até a cabeça, descendo de novo.
— Porra — ela gemeu. — Isso é... gostoso.
Thiago estava com os olhos revirados, os braços presos, o corpo todo suando.
— Letícia, por favor — ele pediu.
— O quê?
— Me deixa gozar.
— Ainda não.
Ela acelerou. O pau de Thiago entrava e saía da buceta de Letícia com um som molhado, e ela gemia cada vez mais alto. Eu me masturbava na cadeira ao lado, assistindo minha melhor amiga transar com meu namorado.
— Camila, vem aqui — Letícia chamou.
Fui. Ela me puxou pela cintura.
— Senta na cara dele.
Montei no rosto de Thiago. Ele começou a me chupar – já sabia fazer direito, depois das aulas – enquanto Letícia cavalgava nele.
Agora Thiago estava sendo usado nos dois buracos: o pau dentro de Letícia, a boca dentro de mim.
— Vou gozar — Letícia avisou.
— Pode — eu disse, porque Thiago não podia falar.
Letícia gozou. Ela gozou no pau de Thiago – o primeiro orgasmo dela com um pau de verdade. Ela tremeu inteira, caiu para o lado, ofegante.
— Porra — ela disse, rindo. — Eu gozei. Eu gozei com um pau.
— Você gostou? — perguntei.
— Gostei. Mas não conta para ninguém. Meu título de sapatão está em jogo.
Thiago ainda estava com o pau duro, pulsando, cheio de porra de Letícia por cima.
— Agora você pode gozar — Letícia disse, levantando.
Thiago gozou sem ninguém tocar nele. Jorrou na própria barriga, um jato tão forte que sujou o peito dele.
Letícia olhou para mim.
— Quer limpar? — perguntei.
— Não. Quero ver ele limpar sozinho.
Thiago, ainda com os pulsos amarrados, tentou se virar. Letícia riu.
— Brincadeira. Camila, desamarra ele. Mas amarra de novo amanhã. Porque amanhã eu quero a versão de quatro.
Letícia amarrou Thiago de novo, mas dessa vez de joelhos, com os pulsos presos à cabeceira da cama e as pernas abertas.
Ela passou lubrificante no cu dele e enfiou um dedo.
— Hoje você vai me comer de quatro. Mas eu vou estar com um consolo no seu cu.
— O quê? — Thiago perguntou, confuso.
— Você ouviu. Você vai meter em mim enquanto eu te como com o consolo. Os dois ao mesmo tempo.
Letícia colocou o cinto de couro com o consolo de 18 cm. Posicionou atrás de Thiago, enfiou o consolo no cu dele – ele gemeu – e começou a empurrar devagar.
— Agora você vem para cima de mim — ela disse, puxando Thiago pelo cabelo.
Thiago, de quatro, com o consolo enfiado no cu, se posicionou atrás de Letícia, que estava de quatro na frente dele.
— Enfia — ela mandou.
Thiago enfiou o pau na buceta de Letícia. Agora ele estava fodendo ela com o pau enquanto era fodido por ela com o consolo.
— Assim, seu corno — Letícia gemia, empurrando o consolo no cu dele a cada estocada. — Você gosta de ser comido enquanto come?
— Gosto — ele respondeu, a voz falhando.
— Gosta de ser minha putinha?
— Gosto.
— Então fode mais rápido.
Thiago acelerou. Os movimentos eram sincronizados: ele enfiava o pau na buceta de Letícia e, ao mesmo tempo, o consolo entrava mais fundo no cu dele. Ele gemia a cada estocada. Letícia gemia a cada estocada.
Eu me ajoelhei na frente de Letícia e comecei a chupar o grelinho dela enquanto Thiago a fodia.
— Porra, Camila — Letícia gemeu. — Assim não vou durar.
— Não precisa durar.
Letícia gozou primeiro. Depois Thiago. Depois eu.
Os três caíram na cama, exaustos, suados, cobertos de porra e lubrificante.
— Você ainda é sapatão? — perguntei para Letícia, rindo.
— Sou. Mas agora sou sapatão com um brinquedo de verdade. O pau do seu namorado.
Thiago sorriu.
— Posso ser seu brinquedo sempre que quiser.
Letícia olhou para ele.
— Cala a boca, brinquedo. Brinquedo não fala.
Thiago calou. E sorriu.
Depois de várias semanas de brincadeiras a três, Letícia teve uma ideia.
— Eu quero ficar sozinha com ele.
Eu olhei para ela, depois para Thiago.
— Sozinha como?
— Sozinha de verdade. Você não participa. Só assiste.
— Por vídeo?
— Por vídeo. Você fica em casa, no conforto do seu sofá. Eu ligo a câmera do meu celular e você assiste tudo. Em tempo real.
— E se eu quiser parar?
— Você manda mensagem e a gente para. Mas não vai querer.
Thiago estava mudo. O pau dele já estava duro só de ouvir a conversa.
— Você topa, amor? — perguntei.
— Topo — ele respondeu, a voz falhando.
— Então combinado. Sábado, 20h. Na minha casa. Camila, você entra na chamada de vídeo às 20h15. Os primeiros quinze minutos são nossos.
Letícia abriu a porta de robe preto – o mesmo da primeira noite – mas dessa vez sem nada por baixo. Os seios pequenos à mostra, a buceta listrada de pelos escuros aparecendo pelas laterais do robe.
— Entra, brinquedo.
Thiago entrou. Estava vestido normalmente – calça jeans, camiseta preta – mas Letícia sabia que por baixo ele estava de calcinha. Ela tinha mandado.
— Mostra o que você está usando.
Thiago abaixou a calça e a cueca. Uma calcinha de renda azul-marinho, pequena, que mal cobria o pau. Ele já estava duro – o pau escapava pela lateral.
— Lindo — Letícia disse, passando a mão na calcinha. — Sua namorada escolheu?
— Ela comprou. Disse que era para eu usar hoje.
— Boa menina.
Letícia tirou o robe. Ficou completamente nua na frente dele.
— Senta no sofá.
Thiago sentou. Letícia se ajoelhou na frente dele, abriu as pernas dele e começou a lamber a calcinha por cima. A língua quente passava sobre o tecido de renda, molhando ele, deixando o pau mais duro.
— Tira a calcinha — ela mandou.
Thiago tirou. O pau dele pulou para fora, duro, a cabecinha roxa, escorrendo pré-gozo.
— Hoje você não vai me penetrar. Eu vou te penetrar. E você vai me chupar o tempo todo. Combinado?
— Combinado.
Letícia posicionou o celular no tripé, apontado para a cama. Eu aceitei a chamada e vi a cena: Thiago deitado de costas na cama, os pulsos amarrados na cabeceira com lenços de seda azuis. Letícia montada no rosto dele, a buceta pressionada contra a boca dele.
— Já começaram sem mim? — perguntei, rindo.
— Começamos há dez minutos — Letícia respondeu, sem tirar a buceta do rosto de Thiago. — Ele já me fez gozar uma vez.
— Só uma?
— A segunda está vindo.
Letícia começou a se esfregar no rosto de Thiago com mais força. Eu via a língua dele trabalhando – lambia o grelinho dela, depois descia para a entrada, depois voltava. Ele estava fazendo tudo o que Letícia ensinou.
— Isso, amor — eu disse, pelo vídeo. — Lambe ela direito.
Thiago não podia responder. Só lambia.
Letícia gozou. Eu vi o corpo dela tremer, vi ela apertar a cabeça de Thiago entre as coxas, vi ele continuar lambendo mesmo depois dela gozar.
— Boa — Letícia disse, ofegante. — Agora sua vez.
Letícia desmontou do rosto de Thiago. Ela pegou o cinto de couro com o consolo de 18 cm – o mesmo que ela usava em mim – e acoplou na cintura.
— Você sabe o que vem agora? — ela perguntou, mostrando o consolo para a câmera.
— Sei — respondi, já me masturbando no sofá de casa.
— Fala para ele, Camila. Fala o que vai acontecer.
— Thiago, amor — eu disse, olhando para a câmera do meu celular, sabendo que ele estava vendo a tela do celular de Letícia. — Ela vai te comer. E eu vou assistir tudo.
Thiago gemeu. Só de ouvir minha voz, o pau dele já estava vazando.
Letícia virou Thiago de bruços. Amarrou os tornozelos dele com mais lenços, deixando ele de quatro, imobilizado.
— Você está pronto, brinquedo?
— Estou — ele respondeu, a voz trêmula.
Letícia passou lubrificante generosamente no consolo e no cu dele. Enfiou um dedo primeiro – ele gemeu. Depois dois – ele arqueou as costas.
— Relaxa — ela disse. — Não é a primeira vez.
— Mas é a primeira vez que a Camila está assistindo sozinha.
— Por isso mesmo. Você quer dar um show para ela, não quer?
— Quero.
— Então empina mais.
Thiago empinou. Letícia enfiou a cabeça do consolo no cu dele – ele gritou – e depois empurrou tudo de uma vez.
— Porra, Letícia... — ele gemeu.
— Cala a boca. Brinquedo não fala.
Ela começou a meter. Estocadas lentas no começo, depois mais rápidas. Eu via o consolo entrando e saindo do cu do meu namorado em tempo real, pelo vídeo. Minha mão não parava de masturbar minha buceta.
— Você está vendo, Camila? — Letícia perguntou, olhando para a câmera. — Estou comendo seu namorado. Ele está gemendo que nem uma puta.
— Estou vendo — respondi, ofegante. — Continua.
Letícia acelerou. O som era obsceno – o lubrificante fazia ploc-ploc-ploc a cada estocada, e Thiago gemia cada vez mais alto.
— Vou gozar — ele avisou.
— Não vou deixar — Letícia respondeu. Ela parou de meter. Tirou o consolo. — Ainda não.
Thiago gemeu de frustração.
— Camila, você quer ver ele gozar?
— Quero. Mas só quando você deixar.
— Eu vou deixar. Mas antes, quero ele na minha boca.
Letícia desamarrou os pulsos de Thiago, mas manteve os tornozelos presos.
— Senta aqui — ela disse, apontando para o meio da cama.
Thiago sentou. Letícia se ajoelhou na frente dele, abriu as pernas e puxou a cabeça dele contra a buceta dela.
— Lambe enquanto eu bato punheta para você.
Thiago lambeu. A língua dele percorreu os grandes lábios de Letícia, depois o grelinho, depois a entrada. Ele estava se dedicando como se fosse a última vez.
Letícia, ao mesmo tempo, segurou o pau de Thiago com a mão direita e começou a masturbar ele devagar, muito devagar. Ele gemia contra a buceta dela.
— Você quer gozar, brinquedo?
Ele assentiu, sem tirar a boca dela.
— Então goza. Goza na minha mão.
Ela acelerou a masturbação. Thiago gozou em cinco segundos – jorrou na mão de Letícia, no peito dela, no lençol. Ao mesmo tempo, ele mordeu o grelinho dela de leve, e isso fez Letícia gozar também – o corpo dela tremeu, e ela apertou a cabeça dele contra a buceta.
— Porra... — Letícia gemeu, ofegante. — Você aprendeu mesmo.
Pelo vídeo, eu gozei junto. Sozinha no sofá, vendo meu namorado e minha melhor amiga transarem sem mim.
— Foi bom? — perguntei, depois que a respiração voltou ao normal.
— Foi — Letícia respondeu, olhando para a câmera. — Mas da próxima vez, você vem junto. Não dá para ficar sem você.
— Combinado.
Uma semana depois do vídeo, Letícia estava diferente. Mais calada. Mais pensativa. Até que, durante um jantar na nossa casa, ela soltou:
— Eu quero ser submissa.
Thiago quase engasgou com o vinho.
— Você? A dominadora?
— Eu. Só uma vez. Quero experimentar.
— Experimentar o quê?
— Ser dominada. Por você.
Thiago olhou para mim. Eu dei de ombros.
— É com vocês dois. Eu só assisto. Ou participo se quiserem.
— Você assiste — Letícia disse. — Dessa vez, quem manda é ele. Eu quero sentir o que vocês sentem.
Thiago passou a semana planejando. Eu ajudei com ideias, mas ele quem deu as ordens.
Na sexta-feira, Letícia chegou na nossa casa vestindo apenas uma camisola transparente e uma calcinha fio dental. Ela estava claramente nervosa.
— Regras — Thiago disse, com uma voz que eu nunca tinha ouvido. Firme. Autoritária. — Você faz o que eu mando. Se quiser parar, diz "vermelho". Se não disser, continua. Entendeu?
— Entendi — Letícia respondeu, a voz falhando.
— Primeiro: tira a roupa. Devagar.
Letícia tirou a camisola. Os seios pequenos, os mamilos já duros. Depois a calcinha. A buceta listrada de pelos.
— Ajoelha.
Letícia ajoelhou no tapete da sala. Thiago andou em volta dela, como ela fez com ele na primeira noite.
— Você gosta de mandar, não gosta? Gosta de humilhar os outros.
— Gosto — ela respondeu, sem olhar nos olhos dele.
— Hoje você vai aprender como é ser humilhada.
Thiago tirou a calça e a cueca. O pau dele já estava duro – 16 cm, médio, veia fina. Não era grande, mas Letícia nunca tinha chupado um pau de verdade.
— Abre a boca.
Letícia abriu. Thiago enfiou a cabeça do pau entre os lábios dela. Ela hesitou – a língua tocou a cabeça e ela fez uma careta.
— Não para. Chupa.
Letícia chupou. No começo foi tímido, só a cabeça. Thiago segurou a cabeça dela com as duas mãos e empurrou mais fundo.
— Engole.
Ela engasgou. Tirou. Voltou a chupar. Aos poucos, foi pegando o ritmo – a língua dela enrolava em volta do pau, as bochechas sugavam, os olhos marejados.
— Isso — Thiago gemia. — Você chupa melhor do que imaginava.
Eu assistia do sofá, me masturbando devagar. Ver Letícia – a dominadora, a sapatão assumida – de joelhos, chupando o pau do meu namorado, era uma das coisas mais eróticas que eu já tinha visto.
— Agora as bolas.
Letícia desceu. Lambeu as bolas de Thiago – uma, depois a outra, depois as duas juntas. Ele gemeu alto.
— Vou gozar — ele avisou.
— Goza na minha cara — Letícia pediu, surpreendendo a todos.
Thiago gozou. Jorrou no rosto de Letícia – nos olhos dela, nos lábios, no cabelo. Ela lambeu o que escorreu para os lábios e engoliu.
— Gostou? — Thiago perguntou.
— Gostei — ela respondeu, com a voz rouca. — Quero mais.
Thiago mandou Letícia deitar de costas na cama. Ele abriu as pernas dela e ficou olhando para a buceta dela por um longo minuto.
— Você sempre foi a que come. Agora é a vez de ser comida.
Ele se ajoelhou entre as pernas dela e começou a chupar a buceta de Letícia. Mas não do jeito que ela ensinou – do jeito DELE. Mais rápido. Menos técnica. Mais instinto.
Letícia gemeu.
— Assim, Thiago... assim...
Ele enfiou dois dedos dentro dela e chupou o grelinho ao mesmo tempo. Letícia arqueou as costas.
— Vou gozar — ela avisou.
— Ainda não.
Ele tirou os dedos. Parou de chupar. Deixou ela ali, ofegante, a buceta pulsando.
— Por que você parou? — ela perguntou, frustrada.
— Porque eu mando. E eu não deixei você gozar ainda.
Thiago se posicionou entre as pernas dela e enfiou o pau na buceta de Letícia. Ela gritou – não de dor, de surpresa. Era a primeira vez que ela era penetrada por um pau de verdade.
Thiago começou a meter. Devagar no começo, estocadas profundas. Letícia gemia a cada entrada.
— Olha para mim — ele mandou.
Letícia olhou. Os olhos dela estavam marejados – de tesão, de surpresa, de submissão.
— Você é minha agora — ele disse. — Minha putinha.
— Sua putinha — ela repetiu.
Thiago acelerou. Letícia começou a tremer.
— Vou gozar, vou gozar, vou gozar...
— Goza.
Letícia gozou no pau de Thiago. O primeiro orgasmo dela sendo penetrada. Ela tremeu inteira, apertou as pernas em volta da cintura dele, e puxou ele para um beijo.
Thiago gozou dentro dela em seguida. Ela sentiu cada jato.
— Porra — ela disse, ofegante, depois que ele tirou. — Eu nunca pensei que fosse gostar tanto.
— Gostou de ser submissa?
— Gostei. Mas não conta para ninguém.
— Já contei — eu disse, do sofá. — Tô aqui, lembra?
Os três rimos.
Depois de um tempo de descanso, Thiago virou Letícia de bruços.
— Hoje você vai ser comida em todos os buracos.
Letícia não resistiu. Empinou a bunda.
Thiago passou lubrificante no cu dela – ela se contraiu – e enfiou um dedo.
— Relaxa. Não é a primeira vez que algo entra aqui.
— Mas é a primeira vez que é um dedo de verdade. Seu dedo.
Thiago enfiou dois dedos. Depois três. Letícia gemia baixo.
— Agora vai.
Ele enfiou o pau. A cabeça entrou – Letícia mordeu o travesseiro – e depois o resto. O pau de 16 cm no cu apertado de Letícia.
— Porra, Thiago... vai devagar...
Ele foi devagar. Estocadas curtas, profundas. Letícia gemia cada vez mais alto.
— Você gosta de ser comida no cu, sua sapatão?
— Gosto — ela respondeu, a voz falhando.
— Gosta de ser minha putinha?
— Gosto.
— Então fala.
— Eu sou sua putinha.
— Mais alto.
— EU SOU SUA PUTINHA!
Thiago acelerou. Letícia gozou – sem ninguém tocar na buceta dela – só com o pau no cu. Thiago gozou dentro do cu dela em seguida.
Os dois caíram na cama, exaustos.
Eu me levantei do sofá, fui até a cama e me deitei ao lado deles.
— Quem diria — eu disse, rindo. — A dominadora foi dominada.
— Só hoje — Letícia respondeu, ainda ofegante. — Amanhã eu volto a mandar.
— Claro — Thiago disse, sorrindo. — Se você conseguir andar.
Letícia tentou levantar e caiu de volta na cama.
— Amanhã, não. Depois de amanhã.
No dia seguinte, acordamos os três na mesma cama. Letícia estava no meio, eu de um lado, Thiago do outro.
— Vocês dois estragaram minha reputação — ela disse, rindo. — Agora todo mundo vai saber que eu gosto de pau.
— Só a gente sabe — respondi. — E não vamos contar.
— Promete?
— Prometo. Mas em troca, você tem que contar para a gente qual é o seu próximo fetiche.
Letícia ficou em silêncio por um momento.
— Eu quero ver vocês dois transando. Mas com uma trans de verdade. Uma mulher de pau.
Thiago e eu nos olhamos.
— Você conhece alguma? — perguntei.
— Conheço. Ela se chama Yasmin. Ela é... bem dotada.
— Quanto?
— 22 centímetros. Grosso.
Thiago engoliu em seco. Eu sorri.
— Marca para sábado.
Yasmin (26 anos) – mulher transexual. Amiga de Letícia de longa data. Corpo escultural: seios médios naturais, cintura fina, bunda grande, pernas torneadas. Pau de 22 cm, grosso, levemente curvado para cima. Experiente, dominadora mas doce. Já fez ménage com vários casais.
Letícia mandou áudio no grupo do WhatsApp (sim, a gente tinha um grupo chamado "Os Três Porquinhos – versão pornô"):
"Meninos, falei com a Yasmin. Ela topou. Sábado, 21h, na minha casa. Ela pediu para vocês irem de roupa confortável... e sem nada por baixo."
Thiago respondeu na hora:
"Estamos dentro. O que ela gosta?"
Letícia respondeu com outro áudio, a voz séria:
"Ela gosta de ser tratada como mulher. Pronome feminino. Não perguntem sobre cirurgia. E ela gosta de dominar. Então, Thiago, se prepare para ser comido. Camila, se prepare para ser fodida como você nunca foi. E eu... vou assistir. Ou participar. Depende do clima."
Eu respondi:
"Estou molhada só de pensar."
Thiago respondeu:
"Eu também."
Letícia abriu a porta para nós dois. Estávamos vestidos normalmente – eu de vestido curto, Thiago de calça jeans e camisa branca – mas os dois sabiam que por baixo eu estava sem calcinha e ele sem cueca.
— Ela já chegou? — perguntei.
— Está no banheiro. Se arrumando.
— Ela é vaidosa?
— Ela é perfeccionista. Principalmente quando vai encontrar um casal novo.
O banheiro abriu.
Yasmin saiu.
Meu Deus.
Ela usava um vestido preto curto, colado no corpo, que deixava os seios à mostra – médios, redondos, naturais. O cabelo preto liso caía até a cintura. A maquiagem estava impecável: olhos marcados com delineado gatinho, batom vermelho escuro.
Ela sorriu. Os dentes brancos, o sorriso confiante.
— Você deve ser a Camila. E você o Thiago.
— Isso — respondemos os dois juntos, como crianças na primeira aula.
— Letícia falou muito de vocês. Falou que vocês são lindos. Ela não mentiu.
Yasmin se aproximou de mim primeiro. Passou a mão no meu cabelo, deslizou o dedo pelo meu decote.
— Posso?
— Pode.
Ela me beijou. Um beijo de língua, profundo, mas sem pressa. A língua dela explorava a minha como se tivesse todo o tempo do mundo. Eu gemi baixo.
Depois ela se virou para Thiago. Ele estava paralisado.
— Você está nervoso? — ela perguntou.
— Um pouco.
— Não precisa. Eu não mordo. A menos que você peça.
Ela beijou Thiago. Ele fechou os olhos e correspondeu. Quando o beijo terminou, o pau dele já estava duro marcando a calça.
— Que bonitinho — Yasmin disse, olhando para o volume. — Mal posso esperar para conhecer ele melhor.
Letícia fechou a porta da sala.
— Regras de sempre: se alguém falar "vermelho", para tudo. Yasmin, você manda. Mas se alguém quiser parar, a gente para. Combinado?
— Combinado — Yasmin respondeu. — Mas ninguém vai querer parar.
Yasmin mandou Thiago sentar numa cadeira no canto da sala.
— Você vai assistir primeiro. Eu quero ver a sua cara enquanto eu como sua namorada.
Thiago sentou. Letícia sentou no chão ao lado dele, de pernas cruzadas, como uma aluna na primeira fila.
— Camila, vem cá.
Fui. Yasmin me deitou no tapete da sala. Abriu meu vestido, tirou ele por cima da minha cabeça. Fiquei completamente nua.
— Você é muito bonita — ela disse, passando a mão da minha barriga até minha buceta. — E já está molhada.
— Estou desde que você saiu do banheiro.
Ela riu. Abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta. A língua dela era grossa e quente, e ela sabia exatamente onde tocar – o grelinho primeiro, com pressão suave; depois os grandes lábios, sugando; depois a entrada, com a ponta da língua enfiando devagar.
— Porra, Yasmin... — eu gemia.
— Silêncio. Hoje quem geme sou eu.
Ela enfiou dois dedos dentro de mim – os dedos dela eram longos, finos, perfeitos para alcançar meu ponto G – e massageou enquanto chupava meu grelinho. Eu já estava quase gozando quando ela parou.
— Ainda não. Hoje você só vai gozar com o meu pau dentro de você.
Ela se levantou. Tirou o vestido preto. Ficou de sutiã e calcinha – um conjunto de renda preta.
— Quer tirar? — ela perguntou, olhando para Thiago.
Ele levantou da cadeira, veio até ela, e tirou o sutiã primeiro – os seios dela saltaram para fora, os mamilos escuros, duros. Depois ele tirou a calcinha devagar, descendo pelo quadril largo dela.
O pau de Yasmin pulou para fora.
22 centímetros. Grosso. A cabeça roxa, brilhando de pré-gozo. As veias saltadas na lateral. Era o pau mais bonito que eu já tinha visto
— Gostou? — ela perguntou, vendo minha expressão.
— É lindo.
— Quer chupar?
— Quero.
— Então vem.
Me ajoelhei na frente dela. Yasmin segurou a base do pau com uma mão e apontou a cabeça para a minha boca.
— Abre bem.
Abri. Ela enfiou a cabeça. Era grossa – minha boca ficou completamente cheia só com a cabeça. Chupei devagar, fazendo círculos com a língua em volta da glande, babando generosamente.
— Isso, Camila — Yasmin gemia, a voz mais grave agora. — Chupa tudo.
Ela enfiou mais. Eu engasguei – os olhos marejados – mas não tirei. Ela enfiou até a metade, segurou minha cabeça com as duas mãos, e começou a foder minha boca devagar.
— Olha para ele — ela mandou, apontando para Thiago.
Thiago estava na cadeira, com o pau para fora da calça, se masturbando devagar, os olhos vidrados em mim chupando o pau de Yasmin.
— Seu namorado está adorando ver você com um pau de verdade na boca.
Eu gemi com o pau na boca. A vibração fez Yasmin gemer também.
— Agora as bolas.
Ela tirou o pau da minha boca. Eu desci e lambi as bolas dela – uma, depois a outra, depois as duas juntas. Yasmin gemia cada vez mais alto.
— Chega. Quero estar dentro de você.
Yasmin me deitou de costas. Colocou um travesseiro embaixo da minha bunda para deixar minha buceta mais exposta.
— Você quer na buceta ou no cu primeiro?
— Buceta. Quero sentir você inteira.
Ela passou lubrificante no pau dela – não que precisasse, porque eu estava ensopada – e esfregou a cabeça na minha entrada.
— Olha para mim.
Olhei. Ela enfiou a cabeça. Eu gritei – não de dor, de susto. Era muita grossura.
— Relaxa. Respira.
Respirei. Ela enfiou mais. O pau entrou centímetro por centímetro, abrindo minha buceta como nunca tinha sido aberta.
— Porra, Yasmin... você vai me partir no meio.
— Essa é a ideia.
Ela enfiou tudo. 22 centímetros dentro da minha buceta. Eu senti o pau dela batendo no fundo, tocando meu colo do útero. Dóia gostoso.
Ela começou a meter. Devagar no começo, estocadas profundas. O som era molhado, obsceno – squish-squish-squish.
— Thiago, vem aqui — ela chamou.
Thiago se ajoelhou ao lado da minha cabeça.
— Enfia o seu pau na boca dela. Quero ela sendo fodida nos dois buracos.
Thiago enfiou o pau na minha boca – o pau dele, pequeno perto do de Yasmin, mas quente e familiar. Eu chupei ele enquanto Yasmin me comia.
— Isso, Camila — Yasmin gemia. — Chupa seu namorado enquanto eu te fodo.
Letícia, que estava assistindo, se aproximou. Ela se ajoelhou atrás de Yasmin, abriu a bunda dela e começou a lamber o cu de Yasmin enquanto ela me comia.
— Porra, Letícia — Yasmin gemeu. — Você não avisa?
— Não. Submissa não avisa.
Yasmin riu – mas continuou metendo. Agora ela estava sendo comida no cu por Letícia enquanto me comia na buceta.
— Chega de assistir. Todos vão participar agora. Mas do meu jeito.
Ela me virou de lado no tapete – eu fiquei deitada de lado, a perna de cima levantada, a buceta escancarada.
— Thiago, vem aqui na frente da sua namorada. Vai colocar o seu pau na boca dela.
— Letícia, vem atrás de mim. Você vai lamber meu cu enquanto eu como a Camila.
— Camila, você vai ser fodida na buceta por mim e na boca pelo seu namorado ao mesmo tempo. E vai adorar.
Yasmin se posicionou atrás de mim. Eu estava deitada de lado esquerdo no tapete felpudo da sala. Ela se ajoelhou, abriu minha perna direita com a mão esquerda e deixou ela apoiada no ombro dela. Minha buceta ficou completamente exposta – os grandes lábios abertos, o grelinho pulsando, a entrada ainda molhada da primeira vez que ela me comeu.
Ela passou a mão no pau dela – 22 centímetros, grosso, a cabeça roxa e brilhando de pré-gozo – e esfregou a cabeça na minha entrada, de cima para baixo, esfregando no grelinho.
— Você quer? — ela perguntou, a voz grossa de tesão.
— Quero, porra! Enfia logo!
Ela enfiou a cabeça. Eu gritei – não de dor, mas de susto. Mesmo depois de já ter sido fodida por ela uma vez, a grossura ainda me pegava de surpresa. A cabeça do pau dela era larga, muito larga, e entrava como se estivesse abrindo um caminho que não existia antes.
— Relaxa o cu — ela sussurrou no meu ouvido. — Quando você relaxa o cu, a buceta abre mais.
Tentei. Respirei fundo e relaxei os músculos do ânus. Funcionou. Yasmin enfiou mais cinco centímetros. Depois mais cinco. Depois o pau inteiro.
— Porra... — eu gemi. — Você está toda dentro de mim.
— Toda não. Ainda tem dois centímetros.
Ela empurrou mais um pouco. Eu senti o pau dela batendo no meu colo do útero – uma dor gostosa, profunda, que fazia meus olhos marejarem.
— Agora vou começar a meter. E não vou parar até você gozar.
Ela começou. Estocadas lentas no começo – ela tirava o pau quase todo e enfiava de novo devagar, como se estivesse saboreando cada centímetro do meu interior. O som era molhado, obsceno: ploc... ploc... ploc.
— Isso, Yasmin — eu gemia. — Assim... devagar... quero sentir cada veia...
— Sente? — ela perguntou, parando o pau lá dentro e girando o quadril. Eu senti a veia grossa da lateral roçando na minha parede interna.
— Sinto. Porra, sinto tudo.
Enquanto Yasmin começava a acelerar as estocadas, Thiago se ajoelhou na minha frente. Ele estava nu, o pau duro – 16 cm, médio, a cabecinha rosa – escorrendo pré-gozo. Ele estava nervoso; eu conhecia aquela expressão.
— Vem, amor — eu disse, abrindo a boca. — Coloca na minha boca.
Ele enfiou a cabeça. O gosto era familiar – levemente salgado, quente, o gosto do meu namorado. Chupei devagar, fazendo círculos com a língua em volta da cabeça, enquanto Yasmin continuava me comendo por trás.
Agora o ritmo era sincronizado: Yasmin enfiava o pau na minha buceta ? meu corpo ia para frente ? minha boca engolia mais do pau de Thiago ? Yasmin tirava ? meu corpo voltava ? o pau de Thiago saía parcialmente.
— Isso, Camila — Thiago gemia, a voz falhando. — Chupa tudo. Quero sentir sua garganta.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca. Enfiava o pau até o fundo da minha garganta, eu engasgava, ele tirava, eu respirava, ele enfiava de novo. As lágrimas escorriam dos meus olhos – eu estava sendo fodida na buceta por um pau gigante e na boca pelo pau do meu namorado ao mesmo tempo.
— Olha para mim — Yasmin mandou, puxando meu cabelo para trás.
Olhei. Ela estava suada, o cabelo colado no rosto, os olhos semicerrados de tesão. Ela acelerou as estocadas – agora era rápido, estocadas curtas e fortes, o pau dela saindo quase todo e entrando de novo com força.
— Você está sendo fodida nos dois buracos, sua putinha — ela disse. — Gosta?
— Gosto — eu gemi, com o pau de Thiago na boca.
— Gosta de ser minha putinha?
— Gosto.
— Então chupa mais fundo.
Eu chupei mais fundo. Thiago gemeu alto.
Enquanto Yasmin me comia, Letícia se ajoelhou atrás dela.
Yasmin estava de joelhos, com o corpo inclinado para frente para alcançar minha buceta. A bunda dela ficou empinada naturalmente – uma bunda grande, redonda, com a pele macia e morena.
Letícia abriu as nádegas de Yasmin com as duas mãos. O cu de Yasmin era pequeno, rosado, com uma penugem fina em volta.
— O que você está fazendo? — Yasmin perguntou, sem parar de me comer.
— Vou te lamber — Letícia respondeu. — Você não mandou eu parar.
— Não mandei mesmo.
Letícia inclinou a cabeça e começou a lamber o cu de Yasmin. A língua dela passava devagar, fazendo círculos em volta do ânus, molhando a região.
— Porra, Letícia... — Yasmin gemeu, as estocadas ficando mais lentas. — Você não avisa?
— Submissa não avisa. Você que disse.
Letícia enfiou a ponta da língua. O cu de Yasmin se contraiu, depois relaxou.
— Mais fundo — Yasmin pediu, mesmo sem querer parecer que estava gostando.
Letícia enfiou a língua inteira. Yasmin gemeu alto – um gemido de surpresa, como se ela não esperasse gostar tanto.
— Isso, sua sapatão — Yasmin disse, ofegante. — Lambe meu cu enquanto eu como a namorada do seu amigo.
Letícia lambeu. Enfiava e tirava a língua, lambia as paredes internas, fazia movimentos circulares lá dentro. Yasmin estava sendo comida no cu pela língua de Letícia enquanto me comia na buceta.
— Agora lambe as minhas bolas — Yasmin mandou.
Letícia desceu. Lambeu as bolas de Yasmin – grandes, pesadas, suadas – uma por uma. Yasmin gemia cada vez mais alto.
— Isso... assim... não para...
Letícia não parou. Ela alternava: lambia o cu de Yasmin, depois as bolas, depois o períneo, depois voltava para o cu. Yasmin estava perdendo o ritmo das estocadas em mim – a língua de Letícia a estava deixando louca.
Eu estava no centro de tudo.
Já tínhamos transado por horas. Yasmin já tinha me fodido na buceta, eu já tinha chupado ela, Thiago já tinha gozado duas vezes, Letícia já tinha sido comida. Mas Yasmin queria mais. Ela olhou para os três e disse:
— Quero todos ao mesmo tempo. Mas do meu jeito. Camila, você vai ser o centro. Os dois vão te usar. E eu vou ser usada também.
Ela me posicionou de joelhos no tapete. Thiago na minha frente. Letícia atrás dela.
— Ninguém goza até eu mandar.
Yasmin se ajoelhou atrás de mim. Eu estava de quatro no tapete felpudo da sala, os joelhos afundando na maciez do pelo, a bunda empinada, a buceta já escancarada de tanto ser fodida nas últimas horas. Yasmin passou a mão na minha bunda – deu um tapa leve, depois outro mais forte.
— Empina mais — ela ordenou.
Empinei. Minha bunda ficou tão alta que minha coluna fez um arco, meu rosto ficou a poucos centímetros do chão.
— Assim. Agora fica imóvel.
Ela segurou o pau dela – 22 centímetros, grosso, a cabeça roxa brilhando de lubrificante e porra seca das vezes anteriores – e esfregou a cabeça na minha entrada, de cima para baixo, esfregando no grelinho, depois descendo até o períneo, depois voltando.
— Você está tão molhada que parece que mijou — ela disse, a voz grossa de tesão.
— Estou molhada desde que você chegou.
Ela riu – uma risada curta, entrecortada por um gemido quando a cabeça do pau dela escorregou e entrou um centímetro.
— Porra, Yasmin, não faz isso... não fica brincando...
— Eu faço o que eu quiser. Você é minha agora.
Ela enfiou a cabeça de uma vez. Eu gritei – não de dor, mas de susto. A cabeça do pau dela era larga, muito larga, e entrava como se estivesse abrindo um caminho que não existia antes.
— Respira — ela disse.
Respirei. Yasmin enfiou mais cinco centímetros. Depois mais cinco. Cada centímetro era uma mistura de dor e prazer – a parede da minha buceta se esticando, os músculos se contraindo em volta da grossura, o calor do pau dela invadindo meu interior.
— Tudo — ela anunciou.
O pau inteiro entrou. 22 centímetros. Eu senti a cabeça batendo no meu colo do útero – uma dor gostosa, profunda, que fazia meus olhos marejarem.
— Porra... — eu gemi. — Você está no fundo.
— Ainda não. Tem mais dois centímetros.
Ela empurrou mais um pouco. Eu gritei de novo.
— AGORA está no fundo.
Ela começou a meter. Devagar no começo – estocadas longas, lentas, profundas. Ela tirava o pau quase todo – deixava só a cabeça dentro – e enfiava de novo devagar, como se estivesse saboreando cada centímetro do meu interior.
O som era molhado, obsceno: ploc... ploc... ploc.
— Isso, Yasmin — eu gemia. — Assim... devagar... quero sentir cada veia.
Ela parou o pau lá dentro e girou o quadril. Eu senti a veia grossa da lateral roçando na minha parede interna, senti a cabeça pressionando meu ponto G.
— Sente? — ela perguntou.
— Sinto. Porra, sinto tudo.
Ela voltou a meter. Agora mais rápido. As estocadas ficaram mais curtas, mais fortes – o pau dela entrava e saía com violência, fazendo meu corpo se mover para frente a cada estocada.
— Agora vou acelerar. E você não vai gemer. Quero ouvir o seu silêncio enquanto eu te fodo.
Ela acelerou. O pau dela agora era um pistão – entrava, saía, entrava, saía, tão rápido que o som deixou de ser ploc e virou um squish-squish-squish contínuo.
Eu mordi meus lábios para não gemer. Minha buceta estava em chamas – cada estocada era uma onda de prazer que subia pela minha barriga, apertava meus peitos, subia para minha garganta. Meu corpo inteiro tremia.
— Boa menina — ela sussurrou no meu ouvido, sem parar de meter. — Não gemeu.
Enquanto Yasmin me comia por trás, Thiago se ajoelhou na minha frente. Eu estava de quatro, então meu rosto ficou na altura da cintura dele. Ele já estava nu, o pau duro – 16 cm, médio, a cabecinha rosa brilhando de pré-gozo.
— Abre a boca, amor — ele disse, a voz falhando de tesão.
Abri. Ele enfiou a cabeça. O gosto era familiar – levemente salgado, quente, o gosto do meu namorado. Chupei devagar, fazendo círculos com a língua em volta da cabeça, enquanto Yasmin continuava me comendo por trás.
— Isso, Camila — Thiago gemia. — Chupa tudo.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos – os dedos entrelaçados no meu cabelo – e começou a empurrar. Enfiou mais fundo. A cabeça do pau dele bateu no fundo da minha garganta e eu engasguei – não tirei.
— Ela está engasgando, Thiago — Yasmin disse, de trás, sem parar de meter. — Você gosta de ver sua namorada engasgando com seu pau?
— Gosto — ele respondeu, ofegante.
— Então fode a garganta dela.
Thiago começou a foder minha boca. Enfiava o pau até o fundo da minha garganta, eu engasgava, ele tirava, eu respirava, ele enfiava de novo. As lágrimas escorriam dos meus olhos – minha maquiagem borrou, meu batom borrou, meu rosto ficou uma bagunça.
— Olha para mim — ele mandou.
Olhei. Os olhos dele estavam vidrados de tesão, a testa suada, os lábios entreabertos.
— Você está sendo fodida nos dois buracos, amor — ele disse. — Na buceta pela Yasmin, na boca por mim. Você é minha putinha?
Assenti com a cabeça, com o pau dele na boca.
— Fala.
Tirei o pau da boca por um segundo.
— Sou sua putinha.
— De quem mais?
— Da Yasmin. Da Letícia. De todo mundo que quiser me foder.
Thiago gemeu e enfiou o pau de volta na minha boca.
Agora o ritmo estava sincronizado – Yasmin enfiava o pau na minha buceta, Thiago enfiava o pau na minha boca, ao mesmo tempo. Os dois paus entravam em mim em uníssono – dentro-dentro, fora-fora.
— Porra, isso é muito sincronizado — Yasmin disse, rindo entre gemidos. — Parece que a gente ensaiou.
— Não ensaiamos — Thiago respondeu. — A buceta dela que é sincronizada.
Eles riram. Eu não conseguia rir – minha boca estava cheia, minha buceta estava cheia, meu cérebro tinha derretido.
Enquanto Yasmin me comia, Letícia se aproximou por trás dela. Yasmin estava de joelhos, com o corpo inclinado para frente para alcançar minha buceta. A bunda dela ficou naturalmente empinada – uma bunda grande, redonda, morena, com a pele macia e quente.
Letícia se ajoelhou atrás de Yasmin. Ela passou as mãos nas nádegas da amiga – primeiro suavemente, acariciando, depois apertando com força.
— O que você está fazendo? — Yasmin perguntou, sem parar de meter em mim.
— Vou te lamber — Letícia respondeu, a voz calma. — Você vai continuar comendo a Camila. E eu vou lamber seu cu. Você não vai parar.
— Por que eu não vou parar?
— Porque se você parar, eu paro. E você não quer que eu pare.
Yasmin não respondeu. Ela continuou metendo.
Letícia enfiou a ponta da língua. Só a ponta, meio centímetro. O cu de Yasmin se contraiu – depois relaxou. Yasmin gemeu – um gemido baixo, gutural, que eu nunca tinha ouvido dela.
— Isso... mais...
Letícia enfiou mais. A língua entrou um centímetro, dois, três. Ela movia a língua para dentro e para fora, como se estivesse fodendo o cu de Yasmin com a boca.
Yasmin gemeu mais alto. As estocadas em mim ficaram erráticas – ela perdia o ritmo, esquecia de meter, porque a língua de Letícia no cu dela a distraía completamente.
— Não para — Yasmin pediu, a voz falhando. — Continua.
Letícia continuou. Ela enfiava a língua inteira no cu de Yasmin, depois tirava, depois lambia em volta, depois enfiava de novo. O som era molhado – chupe-chupe-chupe – e Yasmin gemia a cada entrada.
— Porra, Letícia... você lambe melhor do que qualquer homem.
— Eu sou melhor do que qualquer homem — Letícia respondeu, sem tirar a boca do cu de Yasmin.
Letícia desceu a língua. Lambeu o períneo de Yasmin – a pele macia entre o cu e a base do pau – depois subiu de volta para o cu. Depois desceu para as bolas.
— Lambe minhas bolas — Yasmin pediu.
Letícia lambeu. Uma bola, depois a outra, depois as duas juntas. Ela chupava cada bola como se fossem pequenas frutas, babando generosamente.
— Agora volta para o cu — Yasmin gemeu.
Letícia voltou. Enfiou a língua inteira mais uma vez. Dessa vez, Yasmin não conteve o gemido – foi um gemido alto, agudo, de quem está sendo dominada.
A dominadora estava gemendo como uma submissa.
Eu estava no centro de tudo.Yasmin atrás de mim, com o pau de 22 cm dentro da minha buceta, metendo cada vez mais forte, mesmo com a língua de Letícia no cu dela. Thiago na minha frente, com o pau dentro da minha boca, fodendo minha garganta com vontade, as mãos no meu cabelo. Letícia atrás de Yasmin, lambendo o cu dela, fazendo a dominadora gemer como uma submissa.
Eu era apenas um corpo sendo penetrado. Minha buceta estava sendo aberta pelo pau mais grosso que já tinha entrado em mim. Minha garganta estava sendo fodida pelo pau do meu namorado. Meu cérebro tinha desligado – só existia sensação.
O som da sala era uma sinfonia obscena : Squish-squish-squish da buceta de Yasmin dentro de mim, Gloc-gloc-gloc da minha garganta sendo fodida por Thiago. Chupe-chupe-chupe da língua de Letícia no cu de Yasmin. Os gemidos de Yasmin – agora altos, descontrolados, a dominadora completamente rendida. Os gemidos de Thiago – ofegantes, nervosos, excitados. Os gemidos abafados de Letícia – porque ela não tirava a boca do cu de Yasmin nem para respirar.
— Yasmin — eu gemi, com o pau de Thiago na boca — mais rápido.
Ela acelerou. As estocadas dela agora eram frenéticas – o pau entrava e saía tão rápido que o som era contínuo, um squish-squish-squish que preenchia a sala.
— Thiago — eu gemi — mais fundo.
Ele enfiou mais fundo. O pau bateu no fundo da minha garganta e eu engasguei – mas não tirei. Queria sentir. Queria sentir até o limite.
— Letícia — Yasmin gemeu — enfia a língua mais fundo no meu cu.
Letícia enfiou a língua inteira. Yasmin gritou – um grito de prazer, não de dor. Eu senti o pau dela pulsando dentro de mim.
— Vou gozar — Yasmin avisou.
— Ainda não — eu disse, com a boca cheia. — Só quando eu gozar primeiro.
Yasmin riu – uma risada entrecortada por gemidos.
— Quem manda aqui sou eu.
— Hoje não.
Eu apertei minha buceta em volta do pau de Yasmin – fiz o exercício de Kegel, contraindo os músculos internos. Yasmin gemeu alto.
— Porra, Camila... isso...
Apertei de novo. Yasmin quase parou de meter.
— Você quer gozar? — perguntei.
— Quero.
— Então goza comigo. Agora.
Eu gozei primeiro. Um orgasmo que começou na buceta – sentindo o pau de Yasmin pulsando – subiu pelo meu útero, desceu pelas minhas coxas, e explodiu na minha boca, que soltou um gemido tão alto que vibrou no pau de Thiago.
Thiago, ao sentir a vibração, gozou na minha boca. Jorrou na minha língua, no meu céu da boca, na minha garganta. Engoli tudo. O gosto era salgado, quente, familiar.
Yasmin, ao sentir minha buceta contraindo em volta do pau dela, gozou dentro de mim. Jorrou quente, grosso, tanto que escorreu pela minha buceta e molhou o tapete.
Letícia, ao sentir Yasmin gozar – o corpo da amiga tremendo, o cu se contraindo em volta da língua dela – enfiou a língua mais fundo e fez Yasmin gozar por mais tempo.
Yasmin gritou. Não um gemido – um grito. O grito de quem está sendo dominada pela primeira vez na vida.
— PORRA, LETÍCIA!
Letícia riu – com a boca no cu de Yasmin, a risada saiu abafada.
Os quatro gritaram juntos – uma sinfonia de gemidos que ecoou pela sala.
Yasmin tirou o pau de dentro de mim devagar – escorreu uma poça de porra misturada com meu gozo. Thiago tirou o pau da minha boca – eu estava babando, com a maquiagem borrada, o cabelo colado na testa.
Letícia tirou a língua do cu de Yasmin – lambeu os lábios e sorriu.
— Quem diria — Letícia disse, ofegante — a dominadora foi dominada.
— Cala a boca — Yasmin respondeu, rindo, mas sem forças. — Foi só dessa vez.
Caímos os quatro no tapete. Yasmin de um lado, eu do outro, Thiago e Letícia no meio. Ficamos ali por um bom tempo, apenas respirando, ouvindo os batimentos cardíacos uns dos outros.
— Yasmin — chamei, depois de alguns minutos.
— Hm?
— Você gemeu como uma submissa.
— Não geme.
— Gemeu sim. Eu gravei.
— Você não gravou.
Mostrei o celular. Não tinha gravado. Mas Yasmin ficou vermelha mesmo assim.
— Sua putinha.
— Sua submissa.
Ela riu.
— Tá bom. Vocês venceram essa. Mas na semana que vem eu volto. E trago minha amiga. Ela vai acabar com vocês.





Que delícia, Eu já fiquei com uma amiga minha sapatao que só me deixava chupar e lamber a buceta dela e só deixava eu comer o cuzinho dela e na segunda vez ela me ligou me chamando pra ir a casa dela que queria apresentar uma amiga pra mim e quando eu cheguei ela só tava com uma cinta peniana e a amiga dela trans já toda nua e foi uma experiência deliciosa com as duas e no final nós 3 fudemos mutuamente Tesão de conto