CHIFRES E VINGANÇA - UM PASSO PARA VIRAR CASAL LIBERAL E BISSEXUAL

Clara nunca foi de mexer no celular de ninguém. Mas naquela terça-feira chuvosa, o aparelho de Ricardo vibrou três vezes seguidas enquanto ele tomava banho. Ela apenas virou a tela para ver quem era – e congelou.
Uma mensagem no WhatsApp, aberta, sem nem precisar desbloquear:
"Foi tão gostoso ontem... Meu marido viaja de novo quinta. Repetimos? ??"
A foto de perfil era de Simone, sua amiga de anos, esposa de Beto.
Clara sentiu o estômago embrulhar. Com dedos trêmulos, desbloqueou o celular – Ricardo era descuidado, a senha era a data de aniversário dela. Entrou nas conversas arquivadas e encontrou vídeos.
O primeiro mostrava Simone montada em Ricardo no sofá da sala dela. A amiga rebolava devagar, os seios pulando, a boca aberta num gemido silencioso. Ricardo segurava sua cintura com força e metia para cima, fundo.
Clara colocou o fone. Ouviu Simone dizer:
— Assim, amor da puta... Rasga minha boceta...
E Ricardo respondendo, ofegante:
— É tua mesmo, safada? Ou é da puta da tua amiga?
Simone riu, maliciosa:
— A corna mansa nem imagina...
Clara sentiu um nó na garganta. Mas também sentiu um calor úmido entre as pernas – uma reação que a enojou e excitou ao mesmo tempo. Ela continuou assistindo.
No segundo vídeo, Ricardo comia Simone de quatro no tapete do quarto de hóspedes. A câmera pegava cada detalhe: o pau dele escorregando da boceta dela, babado, entrando de novo com um estalo molhado. Ele puxava o cabelo dela, dava tapas na bunda, e Simone pedia mais.
— Bota no meu cu, Ricardo... Põe fundo, caralho...
Ele obedeceu. O vídeo mostrava o pau grosso forçando a entrada apertada dela, que gemeu alto. Ele metia com vontade, rápido, enquanto ela gemia palavras sujas e ele falava:
— Toma, corna... Toma o pau que tua amiga não te dá...
Clara apertou as coxas, sentindo a própria calcinha encharcada. Ódio e tesão se misturavam num nó quente no baixo ventre.
Quando Ricardo saiu do banho, ela já tinha copiado os vídeos para o próprio celular.
— Tudo bem, amor? — ele perguntou, secando o cabelo.
— Tudo ótimo — respondeu Clara, com um sorriso que não chegava aos olhos. — Quinta vou dormir na casa da minha mãe.
Era mentira. Quinta ela iria para a casa de Beto.
Beto era bonito, mais alto que Ricardo, com braços fortes e mãos grandes. Clara sempre sentira uma curiosidade, mas nunca passou da imaginação. Até aquela quinta.
Ela apareceu na casa dele com uma garrafa de vinho e os vídeos no celular.
— Senta aqui — disse, mostrando a tela. — Vamos ver o que sua esposa e meu marido fizeram.
Beto assistiu em silêncio, o maxilar travado. Mas Clara viu o volume crescendo na calça dele.
— Filho da puta — ele sussurrou. — Os dois...
— Pois é — Clara sentou no colo dele, devagar. — Que tal a gente mostrar pra eles como se faz de verdade?
Beto não precisou de mais estímulo. Agarrou o rosto dela e beijou com fome, mordendo seu lábio inferior. As mãos dele já subiam por baixo da blusa dela, apertando os seios, beliscando os mamilos até Clara gemer.
— Grava — ela pediu, jogando o celular para ele. — Quero que eles vejam cada detalhe.
Beto apoiou o telefone na estante, ligou a câmera e voltou para ela. Tirou a calça de Clara com violência, abriu suas pernas no sofá e desceu com a boca.
Lambeu sua boceta como quem come uma fruta madura – com avidez, com barulho. A língua dele percorria os lábios, sugava o clitóris, mergulhava fundo. Clara já estava encharcada, mas ele lambeu mais, chupou os líquidos que escorriam, e ela se contorcia.
— Me fode — ela pediu, puxando o cabelo dele. — Fode essa corna vingativa.
Beto enfiou o pau nela de uma vez. Clara arqueou as costas – ele era mais grosso que Ricardo, mais comprido. Cada estocada preenchia por completo, e ele metia com raiva, com tesão acumulado.
— Gostosa — ele rosnava. — Sua amiga não sabe o que perdeu.
— Ela perdeu você — Clara respondeu, gemendo. — Agora bota no meu cu.
Beto puxou o pau para fora, passou na boceta molhada dela e começou a empurrar no ânus. Clara mordeu os lábios – ardeu, mas arder era bom. Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, até estar todo dentro.
— Porra — ele gemeu. — Apertado demais...
Começou a meter, primeiro lento, depois rápido. Clara gemia alto, xingava, pedia mais. Ele batia na bunda dela, puxava seu cabelo, enfiava a língua na sua boca enquanto o pau sumia no cu dela.
Gozaram juntos, com ele enterrado fundo e ela tremendo inteira.
O celular gravou tudo.
No dia seguinte, Clara chamou Ricardo para a sala. Ligou a TV e projetou o vídeo.
— Senta aí, amor — ela disse, doce. — Vamos assistir.
Ricardo viu Beto comendo sua esposa. Viu o pau do amigo entrando no cu de Clara. Viu ela gozando, pedindo mais, chamando Beto de "comedor".
Clara observava o marido. Viu o pau dele endurecendo, a respiração ofegante, os olhos vidrados.
— Você gostou? — ela perguntou, ajeitando o cabelo.
— Sim — ele murmurou, envergonhado. — Me desculpa, Clara... Eu...
— Cala a boca. Só vai me comer se fizer o que eu mandar.
Ele concordou com a cabeça.
— Primeiro: você vai lamber minha boceta com o gosto dele ainda dentro.
Ricardo ajoelhou-se. Abriu as pernas de Clara e cheirou – o perfume misturado de sexo, suor e o pau de Beto. Lambeu a entrada da boceta, sentindo o gosto ácido e salgado. Clara gemeu quando ele mergulhou a língua fundo, buscando cada gota da gozada do outro homem.
— Agora chupa o pau dele — ela ordenou, mostrando o vídeo na TV.
Ricardo olhou para a tela. Beto aparecia de pau duro, coberto de lubrificante. Ricardo abriu a boca e lambeu a tela do celular que Clara segurava, como se estivesse chupando o amigo de verdade.
— Isso — Clara sussurrou, excitadíssima. — Agora me come.
Ele entrou nela com fúria. Metia rápido, fundo, enquanto os dois assistiam ao vídeo de Beto comendo Clara. Quando ele ia gozar, ela segurou seu rosto:
— Só goza se prometer uma coisa.
— O que for.
— Você vai me dar de novo com ele presente. E quando ele gozar em mim, você vai lamber nós dois.
Ricardo gemeu, quase gozando só de ouvir.
— Prometo.
Na noite seguinte, os quatro estavam no mesmo quarto.
Beto comeu Clara de quatro, com Ricardo sentado na poltrona assistindo. Cada gemido de Clara, cada palavra suja que Beto sussurrava, deixava Ricardo duro e humilhado – exatamente como Clara queria.
Quando Beto gozou dentro da boceta de Clara, ele se afastou. O líquido branco escorria pela coxa dela.
— Agora, Ricardo — Clara ordenou. — Vem lamber.
Ricardo ajoelhou-se entre as pernas da esposa. Abriu os lábios da boceta dela com os dedos e viu a porra de Beto escorrendo. Lambeu tudo, com avidez, sugando, sentindo o gosto do amigo misturado ao mel de Clara.
— Chupa ele também — ela mandou.
Ricardo virou-se para Beto, que ainda estava duro. Enfiou o pau do amigo na boca e chupou – lambia a cabeça, passava a língua no corpo, sugava os restos da própria porra e do sexo de Clara.
Beto gemeu alto.
— Porra, Ricardo... Assim você me mata...
Os dois homens se beijaram de língua por cima da boceta de Clara, lambendo os restos juntos. Ela nunca se sentiu tão poderosa.
Depois, Beto a penetrou de novo – dessa vez no cu, enquanto Ricardo chupava sua boceta e os dois gemiam em uníssono. Clara gozou três vezes seguidas, até desmaiar de prazer.
Quando acordou, estava aninhada entre os dois, os três nus e suados.
— Perdoa? — Ricardo perguntou, beijando seu ombro.
Clara sorriu, maliciosa.
— Só se repetirmos semana que vem.
Beto riu. Ricardo suspirou aliviado.
E a semana que vem nunca demorou tanto.
Na manhã seguinte ao primeiro quarteto, Clara acordou com Ricardo abraçado nela por trás e Beto deitado de frente, os três numa cama só. Marina, a esposa de Beto, tinha dormido no quarto de hóspedes – por escolha própria, depois de assistir a tudo e gozar sozinha três vezes.
Clara passou o dedo no pau mole de Beto, que endureceu na hora.
— Já acordou querendo problema? — ele sorriu, sonolento.
— Quero é resolver o combinado — ela respondeu, sentando no colo dele. — Semana que vem vocês dois dormem aqui. Os quatro. E ninguém sai desse quarto até a gente cansar.
Ricardo já estava roçando nela por trás.
— E se a gente não cansar? — ele perguntou, mordendo seu ombro.
— Então a gente nunca mais sai.
Marina apareceu na porta, só de calcinha, os cabelos bagunçados.
— Ouvi barulho de putaria. Já começaram sem mim?
Clara riu, abrindo os braços.
— Entra, safada. Tem pau pra todas nós.
Sexta-feira, 20h. A casa de Clara e Ricardo estava preparada: luz indireta, vinho, duas camas extras no chão da sala de estar transformada em camarim erótico.
Marina chegou de vestido curto, sem sutiã. Beto veio atrás, de camisa social aberta.
— Regras? — perguntou Marina, já sentando no colo de Ricardo.
— Só uma — Clara respondeu, ajoelhando-se na frente de Beto e abrindo o zíper da calça dele. — Ninguém goza sozinho. Se um goza, todo mundo goza junto.
— E se eu quiser gozar na sua boca enquanto sua amiga chupa meu cu? — Beto provocou, já com o pau duro escapando da cueca.
Clara lambeu a cabeça do pau dele, olhando nos olhos de Marina.
— Aí você vai ter que dividir.
Enquanto Ricardo e Beto se beijavam de língua no sofá – dois homens se acariciando, as mãos nos paus um do outro – Clara puxou Marina pelo cabelo.
— Senta na minha cara.
Marina montou no rosto de Clara, a boceta bem aberta sobre sua boca. Clara lambeu tudo – os lábios, o clitóris, o buraquinho que levava para dentro. Marina gemia alto, rebolando na língua da amiga.
— Porra, Clara... Você lambe melhor que meu marido...
— Seu marido não sabe chupar uma boceta — Clara respondeu, enfiando dois dedos dentro de Marina. — Ele sabe é comer cu.
— Verdade — Marina gemeu, quicando nos dedos. — E o seu marido? Sabe chupar?
Clara chamou Ricardo:
— Amor, vem mostrar pra ela.
Ricardo ajoelhou-se ao lado de Clara e os dois começaram a lamber a boceta de Marina juntos – línguas se encontrando, se competindo, lambendo o clitóris ao mesmo tempo. Marina quase gritou:
— CARALHO, DUAS LÍNGUAS... VOU GOZAR ASSIM...
Ela gozou na boca dos dois, e eles se beijaram em seguida, trocando o gosto dela.
— Agora você lambe ela — Clara ordenou para Marina, apontando para a própria boceta.
Marina desceu, abriu as pernas de Clara e mergulhou a boca. Lambeu com fome, chupou o clitóris, enfiou a língua fundo. Clara se contorcia.
— Isso, putinha... Lambe a boceta da tua amiga enquanto nossos maridos se comem...
Era verdade: atrás delas, Ricardo e Beto estavam numa posição de 69 no tapete, cada um chupando o pau do outro, gemendo abafado.
Clara interrompeu o momento.
— Para tudo. Agora quero ver meus dois homens se comendo de verdade.
Beto olhou para Ricardo.
— Você topa?
Ricardo estava suado, ofegante, o pau babando.
— Só se você for o primeiro a comer meu cu.
Beto riu, malicioso.
— Combinado.
Marina colocou lubrificante na mão e passou no pau de Beto, bem devagar, olhando nos olhos do marido.
— Vai, amor. Mostra pra corna como você come um cu de homem.
Beto deitou Ricardo de bruços no colchão, abriu suas nádegas e começou a lamber o ânus dele. Ricardo gemeu – nunca tinha feito aquilo, mas o tesão era maior que qualquer vergonha.
— Porra, Beto... Lambe mais fundo...
Beto enfiou a língua, chupou o cu de Ricardo como se fosse uma boceta. Depois, posicionou a cabeça do pau na entrada e começou a empurrar.
— AGORA VAI, SEU CORNO — Beto gritou, enterrando até o fundo. — TOMA O PAU DO COMEDOR NO SEU CU...
Ricardo arqueou as costas, apertou os lençóis e gemeu como nunca. Beto metia forte, rápido, falando putaria:
— É ASSIM QUE SUA ESPOSA GEME QUANDO EU COMO ELA... ABRE ESSE CU, PORRA...
Marina e Clara assistiam, se beijando, os dedos enfiados nas bocetas uma da outra.
— Olha só — Marina sussurrou no ouvido de Clara. — Seus dois homens. Um comendo o outro. Tudo por sua causa.
— Tudo por nosso prazer — Clara respondeu, puxando o cabelo de Marina. — Agora senta na minha cara de novo. Quero gozar vendo eles gozarem.
Clara gozou primeiro – na língua de Marina, apertando os cabelos dela.
Marina gozou em seguida – nos dedos de Clara, se esfregando na cara da amiga.
Beto gozou dentro do cu de Ricardo, gemendo alto:
— PORRA, TOMA TUDO, SEU VIADO GOSTOSO...
Ricardo gozou ao mesmo tempo, jorrando porra no tapete, o corpo todo tremendo.
Os quatro caíram no chão, exaustos, suados, rindo.
— Acho — Marina disse, ofegante — que essa foi a melhor vingança da história.
— Não foi vingança — Clara respondeu, deitada entre os dois homens. — Foi um acordo de putaria de luxo.
Beto acendeu um cigarro, o pau ainda mole e molhado.
— Semana que vem a gente inova. Eu quero ver as duas se comendo com cintaralho enquanto a gente filma.
Ricardo riu, abraçando Clara.
— Pode filmar. Só não pode postar.
— Postar? — Clara sorriu, maliciosa. — Isso aqui é nosso. Ninguém mais merece ver tanta perfeição.
Marina se aninhou no peito de Beto.
— Perfeição é pouco. Isso aqui é pornografia de luxo caseira.
Clara fechou os olhos, sentindo os corpos quentes dos dois homens e da amiga.
— Cala a boca e dorme, Marina. Amanhã a gente repete o café da manhã antes do almoço.
— E o almoço?
— O almoço a gente come é pau.
Todos riram.
E a semana seguinte, claro, nunca chegava rápido o bastante.
Na segunda-feira seguinte, Clara criou um grupo no WhatsApp só com os quatro: "Quarteto Fechado (literalmente)".
Ela mandou uma mensagem:
"Sábado. 20h. Tragam um cintaralho. E tragam fome."
Marina respondeu na hora:
"Já tenho um de 22cm. Vou fazer você implorar."
Beto respondeu com uma foto do pau duro.
Ricardo respondeu:
"Vou levar lubrificante de sabor. E uma câmera nova."
Clara:
"O combinado é inversão total. Quem não obedecer, vai dormir no sofá pelado."
Marina:
"Sofá? Eu vou dormir é com o cintaralho enfiado no seu cu."
Sábado, 20h. Marina chegou primeiro, sozinha. Beto chegaria uma hora depois – por escolha dela.
— Quero começar com você sozinha — Marina disse, já tirando a calça. — Mostra pra ele depois no vídeo como você geme quando eu como seu cu.
Clara riu, nervosa e excitada.
— Você nunca me comeu de cintaralho.
— Pois hoje vai ser a primeira vez. De quatro, sua putinha.
Marina vestiu o cintaralho – um modelo preto de silicone realista, veias falsas, cabeça rosada. Passou lubrificante com os dedos na entrada do cu de Clara, que já estava de quatro no tapete.
— Relaxa, corna. Vai ser devagar... no começo.
Ela enfiou a ponta. Clara prendeu a respiração.
— Isso... mais...
Marina empurrou mais fundo. Clara gemeu alto.
— CARALHO, MARINA... TÁ ENORME...
— 22cm, amor. E vai entrar tudo.
Marina meteu devagar, centímetro por centímetro, até o cintaralho desaparecer inteiro no cu de Clara. As duas gemiam – Clara de prazer e dor, Marina de tesão em ver a amiga toda aberta.
— Agora vai começar de verdade — Marina sussurrou, puxando o cabelo de Clara.
Começou a meter rápido, forte, estocadas profundas que faziam os seios de Clara balançarem. Clara gemia palavras sujas:
— ASSIM, PORRA... ME COME, SUA VADIA... RASGA MEU CU...
Marina batia na bunda dela, puxava seu cabelo, enfiava os dedos na boca de Clara para ela chupar.
— Chupa meus dedos, sua putinha... Quero você babando toda enquanto eu como seu rabo...
Clara chupava os dedos da amiga, babava neles, enquanto o cintaralho entrava e saía do seu cu num ritmo alucinante.
— VOU GOZAR — Clara gritou.
— GOZA, PORRA — Marina ordenou. — GOZA NO CHÃO QUE NEM UMA CADELA NO CI...
Clara gozou com um gemido animalesco, o corpo inteiro tremendo, a boceta jorrando líquido no tapete. Marina continuou metendo durante o orgasmo, prolongando o prazer.
Depois, tirou o cintaralho devagar, o pau de silicone todo babado de lubrificante e suor.
— Agora lambe — Marina mandou, apontando para o cintaralho.
Clara ajoelhou-se e lambeu o pau falso da amiga como se fosse um homem de verdade – passando a língua na cabeça, chupando as bolas de silicone, engolindo o próprio gosto.
Marina filmou tudo com o celular.
— Seu marido vai adorar ver você chupando meu pau de borracha.
Beto e Ricardo chegaram juntos, já se beijando no elevador.
Quando entraram na sala, viram Clara de joelhos lambendo o cintaralho de Marina, as duas nuas e suadas.
— Porra — Beto disse, já endurecendo. — Começaram sem a gente?
— Cala a boca e tira a roupa — Marina ordenou. — Hoje quem manda sou eu e Clara.
Ela atirou um segundo cintaralho para Clara.
— Veste. Você vai comer o cu do seu marido enquanto eu como o cu do meu.
Clara vestiu o cintaralho – um modelo rosa, 18cm, mais fino mas mais comprido.
— Ricardo, de quatro agora — Clara disse, com uma voz que ele nunca tinha ouvido. — Vai levar o pau da sua esposa no cu.
Ricardo obedeceu, trêmulo de tesão. Clara passou lubrificante, posicionou o cintaralho na entrada do ânus dele e empurrou devagar.
— ISSO, AMOR — ela gemia. — ABRE ESSE CU PRA MAMÃE...
Do lado, Marina estava montada em Beto, só que ao contrário – ele de quatro, ela atrás com o cintaralho preto enfiado no cu dele.
— AGORA OS DOIS VÃO GEMER JUNTOS — Marina gritou. — QUERO VER ESSES CORNOS SE CONTORCENDO...
As duas começaram a meter no ritmo. Clara no cu de Ricardo, Marina no cu de Beto. Os quatro gemiam numa sinfonia suja.
— PORRA, CLARA — Ricardo gritava. — TÁ FUNDO DEMAIS...
— CALA A BOCA E AGUENTA — ela respondia, metendo mais forte. — VOCÊ QUER SER CORNO? ENTÃO VAI LEVAR PAU DA SUA ESPOSA...
Beto, do lado, já estava quase gozando só com o cintaralho de Marina no cu.
— MARINA, PELO AMOR DE DEUS... VOU GOZAR...
— GOZA, SEU VIADO — ela ordenou. — GOZA NO CHÃO ENQUANTO EU COMO SEU RABO...
Beto gozou primeiro, jorrando porra no tapete. Ricardo gozou em seguida, só com o cintaralho da esposa no cu – nunca tinha gozado sem tocar no pau.
As duas amigas se entreolharam, sorrindo.
— Troca? — Clara perguntou.
— Troca — Marina respondeu.
Elas inverteram: Clara foi para cima de Beto com o cintaralho rosa, Marina foi para cima de Ricardo com o preto. E continuaram metendo por mais vinte minutos, até todos os quatro desmaiarem de exaustão.
Quarta-feira. Clara mandou mensagem para Marina:
"Bora sair sozinhas hoje? Seus homens que se comam em casa."
Marina respondeu na hora:
"Já tô vestindo a calcinha que você gosta. A preta transparente."
Clara:
"Não usa calcinha. Vou querer lamber você no banheiro do bar."
Marina:
"Ousada. Gostei. 21h no Motel Bar. Não é motel, mas vai virar."
Elas se sentaram numa mesa no fundo, luz baixa, ninguém por perto. Marina veio de vestido curto, Clara de saia jeans e blusa decotada.
— Mostra a calcinha — Clara pediu.
Marina abriu as pernas debaixo da mesa. Estava sem calcinha mesmo. A boceta já estava molhada, os lábios brilhando.
— Sua putinha — Clara sussurrou, passando a mão por baixo da mesa. Enfiou dois dedos dentro de Marina ali mesmo, no bar, enquanto pedia outra rodada de drinks para o garçom.
Marina mordeu os lábios para não gemer.
— Você é louca...
— Louca é você que tá gozando nos meus dedos no meio de um bar.
E era verdade. Marina gozou silenciosamente, se contorcendo na cadeira, enquanto Clara a dedava devagar, olhando nos olhos dela.
— Agora vamos ao banheiro — Clara disse, levantando. — Você vai me pagar.

O banheiro era pequeno, uma cabine só. Clara trancou a porta, empurrou Marina contra a parede e subiu seu vestido.
— Abre as pernas.
Marina obedeceu. Clara ajoelhou-se no chão frio e mergulhou a boca na boceta da amiga. Lambeu com fome, chupou o clitóris como se fosse um pirulito, enfiou a língua fundo.
— CARALHO, CLARA... ASSIM VOCÊ ME MATA...
— Cala a boca — Clara ordenou, sem parar de lamber. — Quero ouvir você gemer baixinho enquanto eu como sua boceta.
Marina mordeu o próprio braço para não gritar. Clara lambeu cada centímetro, passou a língua no períneo, desceu para o cu – lambeu ali também, com vontade.
— Você gosta de ter o cu lambido, sua safada?
— Gosto... Porra, lambe mais...
Clara enfiou a língua no cu de Marina, chupou, lambeu, enquanto dedava a boceta dela com três dedos. Marina gozou de novo, mais forte, quase desmaiando.
— Agora você me lambe — Clara disse, trocando de posição.
Marina ajoelhou-se e lambeu a boceta de Clara como se fosse sua última refeição. Passava a língua dos lábios ao clitóris, chupava, enfiava a língua fundo, bebia cada gosto.
— Você tá deliciosa — Marina murmurou entre as lambidas. — Toda melada...
— GOZEI SÓ DE VER VOCÊ GOZAR — Clara gemeu. — AGORA ENFIA OS DEDOS...
Marina enfiou três dedos na boceta de Clara e chupou o clitóris ao mesmo tempo. Clara gozou na boca da amiga, e Marina engoliu tudo.
As duas ficaram se beijando no chão do banheiro, a boca uma da outra lambuzada de boceta.
— Melhor noite da minha vida — Marina disse, rindo.
— Calma, amor. A noite ainda não acabou.
Paralelamente, no apartamento de Clara e Ricardo, os dois homens estavam sozinhos.
Ricardo mandou mensagem para Clara:
"Já estamos nus. O que a gente faz?"
Clara respondeu:
"Se comam. Quero vídeo. Quero ver o pau do Beto no cu de você. E quero ver você chorando de tesão."
Beto leu por cima do ombro.
— Sua esposa é uma safada.
— A sua também — Ricardo respondeu. — Agora obedece. Deita de bruços.
Beto deitou na cama, o pau já duro. Ricardo passou lubrificante no pau e no cu do amigo.
— Vai devagar — Beto pediu.
— Vou é fundo — Ricardo respondeu, enfiando a cabeça.
Beto gemeu alto. Ricardo foi empurrando devagar, sentindo o cu apertado do amigo envolvendo seu pau.
— PORRA, RICARDO... TÁ GROSSO...
— CALA A BOCA E AGUENTA, SEU CORNO...
Ricardo começou a meter. Primeiro devagar, depois rápido. Beto gemia que nem uma puta, agarrando os travesseiros.
— ASSIM, PORRA... ME COME... ME ENCHE DE PAU...
Ricardo metia com raiva, com tesão acumulado de semanas vendo Beto comer sua esposa.
— QUEM É O COMEDOR AGORA, HEIN? QUEM TÁ COMENDO SEU CU?
— VOCÊ, PORRA... VOCÊ TÁ ME COMENDO...
— ISSO, SEU VIADO. ASSUME. VOCÊ É MINHA PUTA AGORA.
Beto gozou primeiro, só com o pau de Ricardo no cu – nunca tinha gozado assim. Ricardo gozou dentro em seguida, jorrando no cu do amigo.
Os dois caíram na cama, ofegantes.
— A gente não conta pra elas que a gente gostou mais do que elas imaginam — Beto disse.
— Combinado — Ricardo respondeu, rindo. — Mas a gente repete amanhã.
Clara e Marina chegaram às 2h da manhã. As duas estavam desgrenhadas, com marcas de batom no pescoço, cheirando a sexo e perfume.
Encontraram Ricardo e Beto nus na cama da sala, abraçados, o pau de um ainda mole encostado na coxa do outro.
— Pelo visto vocês também se divertiram — Clara disse, sorrindo.
— Filmamos tudo — Ricardo respondeu, mostrando o celular.
Marina pegou o telefone e assistiu ao vídeo do marido sendo comido por Ricardo.
— Meu Deus... Que tesão. Vocês dois são uns putos lindos.
Clara deitou entre os dois homens.
— Amanhã a gente assiste tudo junto. Agora quero dormir com meus dois cornos favoritos.
Marina deitou do outro lado, abraçando Beto.
— E seus dois comedores favoritos — ela corrigiu.
Todos riram.
E apagaram as luzes.

Foto 1 do Conto erotico: CHIFRES E VINGANÇA - UM PASSO PARA VIRAR CASAL LIBERAL E BISSEXUAL

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Comentários


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edumanso Comentou em 19/04/2026

Caralho como é bom ter amigos assim ! Pica entrando em todas bocas e buracos, adoro isso !




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Ficha do conto

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Nome do conto:
CHIFRES E VINGANÇA - UM PASSO PARA VIRAR CASAL LIBERAL E BISSEXUAL

Codigo do conto:
259818

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
19/04/2026

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
5