Cruzeiro da Redenção – A Mãe, a Filha e o Chifre que Virou Tesão
Sou Marcelo (30 anos). Recém-separado após encontrar a esposa sendo comida por um amigo. Pau médio (15 cm), sensível. Estou descobrindo a minha bissexualidade. Isabela (23 anos) – jovem magrinha, quase sem seios, bucetinha lisinha, cuzinho depilado. Inocente na aparência, safada na prática. Dona Irene (78 anos) – mãe de Isabela. Senhora descuidada, seios caídos, buceta peluda com pentelhos brancos, axilas mal depiladas. Muito experiente. Eu nunca imaginei que terminaria meu casamento daquele jeito. Cheguei mais cedo do trabalho – uma reunião tinha cancelado. A porta do quarto estava entreaberta. Eu ouvi os gemidos antes de ver. Gemidos que eu conhecia bem. Mas havia outro som – um som mais grave, mais animal. Empurrei a porta devagar. Minha esposa, Carla, estava de quatro na nossa cama. O rosto enterrado no travesseiro, a bunda empinada. E atrás dela, metendo com força, estava Marcos. Meu amigo de infância. Meu melhor amigo. O pau dele era enorme. Pelo menos 22 centímetros, grosso, veias saltadas. E estava enterrado até o talo no cu da minha esposa. O cu que ela nunca me deixou comer. — Porra, Marcos — ela gemia. — Parte o meu cu. Eu amo esse pau. — Ama mais que o do seu marido? — ele perguntou. — O dele não chega nem aos pés desse. Eu fiquei paralisado. Meu pau endureceu. Eu senti vergonha do meu próprio corpo reagindo. Saí sem fazer barulho. No dia seguinte, pedi o divórcio. Ela nem perguntou o motivo. Ela sabia. Eu também sabia. Nunca fui suficiente. 15 centímetros não competiam com 22. E eu nunca tive coragem de pedir o cu dela. Ele teve. Duas semanas depois, embarquei num cruzeiro. Rio de Janeiro para o Nordeste. Sete dias de mar. Sozinho. No segundo dia, vi ela. Estava na piscina do deque superior. Magrinha. Muito magrinha. Quase sem seios – apenas dois biquinhos rosados marcando o biquíni. A bucetinha – porque o biquíni era pequeno – era lisinha, completamente depilada. O volume mal aparecia. Ela tinha uma energia diferente. Meiga, tímida, mas com um olhar que mexia comigo. Perto dela, numa espreguiçadeira, estava uma senhora de idade. Cabelo branco, pele enrugada, corpo flácido. Usava um maiô surrado, e quando levantou o braço para pegar um copo, vi a axila mal depilada – pelos brancos esparsos. — Mamãe, quer mais água? — a jovem perguntou. — Quero, filha. E traz um salgadinho também. A mãe dela. Claro. Passei o dia inteiro olhando para a jovem. À noite, no meu quarto, me masturbei pensando nela. Na bucetinha lisa. Nos biquinhos rosados. No cuzinho depilado que eu imaginava por baixo do biquíni. Gozei três vezes. No terceiro dia, criei coragem. Ela estava no bar do navio, sozinha. A mãe tinha ido descansar. — Posso sentar? — perguntei. Ela olhou para mim. Sorriu. — Pode. — Eu sou o Marcelo. — Isabela. Conversei sobre bobagens. O tempo, a comida do navio, as paradas. Mas o olhar dela nos meus olhos era intenso. Ela mordia os lábios enquanto eu falava. — Você é casado? — ela perguntou. — Recém-separado. — O que aconteceu? — Descobri que minha ex gostava de um pau maior que o meu. Ela riu. Um riso solto, sem malícia. — Pau não é tudo — ela disse. — Para ela era. — Para mim também não. Eu gosto é de quem me faz rir. Olhei nos olhos dela. Os olhos castanhos, profundos. — E eu te fiz rir? — Fez. Toquei na mão dela. Ela não tirou. — Quer ir para o meu quarto? — perguntei. — Agora não. Mamãe está acordada. Ela dorme cedo. Volta às 21h. — Seu quarto ou o meu? — O seu. Ela não vai lá. Às 21h em ponto, Isabela bateu na minha porta. Entrou. Vestia um vestido curto, sem calcinha. Eu vi a bucetinha lisa quando ela sentou na cama. — Você está nervosa? — perguntei. — Um pouco. Faz tempo que não fico sozinha com um homem. — Por quê? — Vivo cuidando da mamãe. Ela precisa de mim. — Ela não pode ficar sozinha? — Pode. Mas eu gosto de cuidar dela. Tirei o vestido dela. Ela ficou nua. Magrinha. As costelas apareciam. Os seios eram dois pequenos montes, com os mamilos rosados e duros. A bucetinha lisa, os grandes lábios pequenos, quase fechados. — Você é linda — eu disse. — Você é mentiroso. Mas obrigada. Beijei ela. A língua dela era macia, doce. Ela gemia baixo. Deitei ela na cama. Abri as pernas dela. A bucetinha lisa brilhava – já molhada. — Quer que eu chupe? — Quero. Chupei. A língua passou pelos grandes lábios pequenos, abriu o caminho até o grelinho – minusculo, escondido. Chupei ele com a ponta da língua. Ela gemeu mais alto. — Isso, Marcelo... assim... Enfiei dois dedos dentro dela. A bucetinha era apertada – muito apertada. Meus dedos mal cabiam. — Você é muito apertada — eu disse. — Sei. Meus ex-namorados reclamavam. — Eu não estou reclamando. Estou elogiando. Chupei ela até gozar – o corpo magrinho dela se contorcendo, as mãos no meu cabelo, os gemidos abafados no travesseiro. Depois ela me chupou. A boca pequena dela mal cabia a cabeça do meu pau. Ela chupava devagar, babando muito, os olhos fixos nos meus. — Gosta? — ela perguntou. — Gosto. Mas quero estar dentro de você. Enfiei o pau na bucetinha lisa e apertada dela. Foi difícil entrar – ela era muito estreita. Mas quando entrei, os dois gememos juntos. — Porra, Isabela — eu gemia. — Você está destruindo o meu pau. — De tão apertada? — De tão gostosa. Meti devagar, estocadas curtas. Ela gemia a cada entrada. O som era molhado – a bucetinha dela encharcada. — Goza dentro de mim — ela pediu. — Gozo. Gozei. Jorrei dentro dela – senti o esperma quente escorrendo pela buceta dela, molhando o lençol. Ela gozou junto. Depois, viramos de conchinha. Eu atrás dela, o pau ainda dentro (mole, mas dentro). Meu braço envolvia a cintura fina dela. — Isso foi bom — ela disse. — Pode ser melhor. — Melhor como? — Amanhã te mostro. Na quarta-feira do cruzeiro, Isabela me convidou para o quarto dela. — Mamãe vai dormir cedo hoje. Ela tomou um calmante. — Ela não vai acordar? — Não. Dorme igual uma pedra. Fui ao quarto dela às 22h. A mãe já estava na cama – a cama de solteiro ao lado – dormindo profundamente. O ronco dela era alto. O quarto era pequeno. A cama de Isabela era de solteiro também. As duas camas lado a lado, separadas por um criado-mudo. — Vem — ela sussurrou. Deitei na cama dela. Nus, nos beijamos baixinho, para não acordar a mãe. — Hoje eu quero você de novo — ela disse. — Vou te comer de novo. — Mas devagar. Quero sentir cada centímetro. Enfiei o pau na bucetinha lisa dela – devagar, muito devagar. Cada centímetro era uma luta contra a estreiteza dela. Ela gemia baixo, mordendo os lábios. — Assim... assim... — ela sussurrava. — Está gostoso? — Muito. Comecei a mexer mais rápido. O rangido da cama de solteiro era o único som, além dos nossos gemidos abafados e do ronco da mãe. Foi quando aconteceu. Isabela gemeu mais alto. A cama rangeu com mais força. A mãe acordou. — Isabela? — ela chamou, a voz rouca de sono. — O que está acontecendo? Isabela congelou. Eu também. A mãe acendeu a luz do criado-mudo. Nos viu. Nus. Eu dentro da filha dela. — Mãe... — Isabela começou. — Calma, filha. Calma. Não precisa se assustar. A velha levantou da cama. Vestia uma camisola surrada, aberta na frente. Os seios caídos apareciam. A buceta peluda – com pentelhos brancos – aparecia pelas laterais da camisola. — Mamãe, o que você está fazendo? — Isabela perguntou, a voz trêmula. — Vou participar. Se vocês permitirem. Isabela olhou para mim. Eu olhei para ela. — Pode — eu disse. A velha sorriu. Mostrou a boca desdentada (mas com dentadura). — Que cavalheiro. Ela tirou a camisola. Ficou nua. O corpo de Irene: flácido, enrugado, os seios pendurados quase no umbigo. A buceta coberta de pelos brancos e grisalhos – uma floresta desalinhada. As axilas com pelos brancos esparsos. Mas os olhos dela brilhavam. — Vocês estavam transando de ladinho — ela disse. — Eu vou ficar na frente da Isabela. Ela vai me chupar. Enquanto você come ela por trás. — Mãe... — Isabela tentou protestar. — Cala a boca, filha. Você nunca me chupou. Hoje é o dia. Isabela obedeceu. A velha sentou no rosto da filha – a buceta peluda e branca desceu na boca da jovem. Isabela começou a lamber. O cheiro subiu – o cheiro de uma mulher de 78 anos, com o suor, a urina residual, o cheiro da idade. — Isso, filha — a velha gemia. — Lambe a buceta da mamãe. Eu, atrás de Isabela, enfiei o pau na bucetinha lisa dela de novo. Agora ela estava sendo comida por mim enquanto chupava a mãe. — Porra — eu gemia. — As duas ao mesmo tempo. — É uma família de putas — a velha disse. — A minha filha não sabia, mas agora vai saber. Isabela continuou lambendo. Eu continuei metendo. A velha gozou primeiro – um orgasmo seco, ruidoso, o corpo flácido tremendo. — Agora você — ela disse, apontando para mim. — Quero você no meu cu. — Mãe! — Isabela exclamou. — O quê, filha? Você acha que a mamãe não gosta de dar o cu? Eu hesitei. — A senhora tem 78 anos... — E tenho um cu que pede pica há 50 anos. Vamos. Enfia. Mas com calma. Passei lubrificante no meu pau e no cu da velha. Ela ficou de quatro na cama da filha. — Enfia — ela mandou. Enfiei. A cabeça entrou. O cu da velha era largo – muito mais largo que o da filha – mas era quente. — Porra, velha — eu gemi. — Você tem um cu gostoso. — Eu sei. Meus amantes sempre elogiaram. — Amantes? — Isabela perguntou, sentada na cama, atônita. — Sim, filha. Amantes. A vida inteira. Enquanto eu metia no cu da mãe, ela contava. — O seu pai – o homem que você acha que é seu pai – tinha um pau muito pequeno. Não satisfazia ninguém. Por isso que eu sempre tive amantes. — Quantos? — Isabela perguntou, a voz falhando. — Uns quatro fixos no trabalho. E nas viagens... ah, nas viagens eu fodia com qualquer um que me desse tesão. E todos eles me comiam no cu. Porque a minha buceta, depois da sua cesárea, ficou larga demais. Isabela estava pálida. — Então eu não sou filha do papai? — Não é. O seu pai biológico é o Seu Osvaldo. Ele trabalhava comigo no escritório. Quando eu soube que estava grávida, ele pediu transferência. Não queria saber de você. — Ele... ele me via no trabalho? Antes de se aposentar? — Via. E ele sempre gozava na sua boca. Lembra do "café da manhã especial"? Isabela caiu para trás. — Ele me chamava de "boneca". Dizia que eu era a "boneca dele". E me dava um beijo de bom dia. Depois que eu tomava café, ele vinha, me beijava. E eu sentia um gosto... — De esperma — a velha completou. — Ele gozava na minha boca e vinha te beijar. Você tomava leite com o esperma do seu pai biológico todas as manhãs. Isabela começou a chorar. Mas o corpo dela reagiu – a bucetinha lisa ficou molhada. — Por que você está molhada, filha? — a velha perguntou. — Não sei... não sei... — Sabe sim. Você é uma piranha. Igual à mãe. Depois que eu gozei no cu da velha (ela pediu dentro, eu gozei), Isabela se levantou. — Minha vez. — De fazer o quê? — perguntei. — De te comer. Ela foi até a mala e tirou um consolo. Preto. 20 centímetros. Grosso. — Isabela! — a mãe exclamou. — Você trouxe um consolo para o cruzeiro? — Trouxe. Achou que eu ia ficar 7 dias sem sexo? A velha riu. — Família de puta mesmo. Isabela me virou de bruços na cama. — Você vai ser meu agora. — Isabela... eu nunca... — Nunca o quê? — Nunca fui comido. — Pois hoje vai ser. Relaxa. Ela passou lubrificante no consolo e no meu cu. — Pede para eu enfiar. — Enfia. Ela enfiou a cabeça. Eu gritei – não de dor, de choque. — Cala a boca — ela sussurrou. — Vai acordar o navio inteiro. Ela enfiou tudo. Os 20 centímetros. O consolo preto dentro do meu cu. — Porra... — eu gemeu, a voz falhando. — É muito grande. — Doeu? — Doeu gostoso. Ela começou a meter. O consolo entrava e saía, e eu gemia cada vez mais alto. — Por que você está gemendo assim? — ela perguntou. — Parece que está adorando. — Estou adorando. — Já se masturbou pensando nisso? — Muito. Mais de 10 vezes. — Pensando no quê? — No Marcos. O pau enorme do meu amigo. Comendo a minha ex-mulher no cu. Na nossa cama. Ela parou de meter. — Você quer ser comido por ele? — Quero. Quero muito. — Então fecha os olhos. Imagina que sou ele. Fechei. Ela começou a meter de novo. Agora mais forte. — Chama ele — ela mandou. — Marcos... — Mais alto. — Marcos! Ela metia mais forte. Cada estocada era uma pancada na minha próstata. — Marcos, me come! Me fode com esse pau enorme! Ela gozou – só de me ouvir. Eu gozei – sem tocar no pau. A velha assistiu tudo, se masturbando. — Você é viado, marmanjo? — ela perguntou. — Não sei mais o que sou — eu respondi, ofegante. — Você gosta de pica. É viado sim. — Eu gosto de buceta também. — Viado misto. Viado que come buceta. — Pode ser. A velha ficou intrigada. — Onde você aprendeu a gostar de cu, marmanjo? — Não sei. Sempre gostei. — Não, quero dizer: o que te fez ter certeza que gostava? Pensei. — Quando eu peguei a minha ex-mulher sendo comida pelo meu amigo. Eu não senti ciúmes. Eu senti tesão. Eu queria estar no lugar dela. — Você queria ser comido por ele? — Queria. E queria chupar ele. Queria sentir o gosto do pau dele na minha boca. A velha olhou para a filha. — Tá vendo? O mundo tá cheio de viado. O seu pai era um. O pai dessa moça com certeza também. — O meu pai? — Isabela perguntou. — O meu ex-marido. O corno. Eu congelei. — Como você sabe que eu sou corno? — Você mesmo contou. Agora me diz: o seu amigo que comia a sua mulher... ele também comia você? Meu coração disparou. — Nunca aconteceu. Mas eu já me masturbei pensando. — E o seu amigo? Ele já deu em cima de você? — Uma vez. Na adolescência. A gente tomou banho junto depois do futebol. Ele disse que queria me chupar. Eu não deixei. — Hoje você deixaria? — Hoje eu pediria. A velha sorriu. — Então chama ele. Liga para ele agora. No viva-voz. Eu quero ouvir. — Ele não vai atender. É meia-noite. — Atende sim. Um amigo que comia a sua mulher vai atender na hora. Vai saber o que você quer. Liguei. Marcos atendeu na segunda chamada. — Marcelo? Tá tudo bem? É meia-noite. — Está tudo bem. Preciso te perguntar uma coisa. — Fala. — Você comia o meu cu também? Ou só o da Carla? Silêncio. — Você descobriu? — Estou descobrindo agora. — Porra, Marcelo... Eu queria. Tive vontade muitas vezes. Na adolescência, quando a gente tomava banho junto. Na vida adulta, quando você dormia pelado no meu quarto depois das festas. Mas você nunca deu mole. — Eu estou dando mole agora. — O que você quer? — Quero saber se você comeu o meu cu alguma vez. Enquanto eu dormia. Enquanto eu estava bêbado. Silêncio. Depois: — Sim. Na sua despedida de solteiro. Você bebeu demais. Apagou. Eu estava duro. Eu enfiei. Só a cabeça. Você gemeu. Eu fiquei com medo e parei. Você nem acordou. Meu pau endureceu. — E depois? — perguntei. — Depois, na sua lua de mel, eu comi a Carla. E ela deixou. Ela disse que você nunca comia o cu dela, e que ela queria experimentar. Foi a primeira vez dela. Eu lembro até hoje – ela gritou quando eu entrei. — Por que você não me contou? — Porque eu tinha vergonha. E porque eu queria repetir. Com você. — A gente pode repetir agora? Virtualmente? — Como? — Fala o que você faria comigo. Liguei o viva-voz. A velha e Isabela se aproximaram. Momento 1 – A primeira vez (na despedida de solteiro) — Você estava apagado, Marcelo. De bruços. Só de cueca. Eu tirei sua cueca devagar. Seu cu estava ali – lisinho, rosado. Passei o dedo. Você gemeu – dormindo. Eu cuspi no meu pau. Enfiei a cabeça. Você gemeu de novo. Eu fiquei com tanto tesão que quase gozei na hora. Mas parei. Você nem acordou. No dia seguinte, você acordou com o cu doendo. Achou que era caganeira. Eu me masturbava ouvindo. Isabela me chupava. A velha se masturbava no canto. Momento 2 – O primeiro boquete (no quarto de hóspedes) — Lembra do Natal na casa dos seus pais? Você dormiu no quarto de hóspedes. Eu fui te ver. Você estava acordado. De pau duro. Eu perguntei se podia chupar. Você disse não. Mas seu pau disse sim. Eu chupei. Você deixou. Você gozou na minha boca. Você pediu para eu não contar. Isabela enfiou o consolo no meu cu de novo enquanto eu ouvia. A velha enfiou os dedos na própria buceta. Momento 3 – A calcinha da Carla — Lembra daquela vez que eu dormi na sua casa e a Carla viajou? Você acordou de manhã e eu estava usando a calcinha dela. A rosa. Você perguntou por quê. Eu disse que gostava. Você disse que também gostava. A gente ficou se olhando. Se tivesse dado mais cinco minutos, eu teria te comido. Você teria deixado. — Eu teria deixado — eu disse, ofegante, com o consolo de Isabela no meu cu. Momento 4 – O cu folgado dela — O cu da Carla ficou largo, Marcelo. Depois que eu comecei a comer ela sempre. Você nunca percebeu que os dedos entravam mais fácil? Eu fui alargando com os meus dedos. Depois com o meu pau. Depois com um consolo que eu levava escondido. Ela adorava. Ela pedia. "Alarga o meu cu, Marcos. Quero sentir o pau do Marcelo entrando sem esforço." Só que o seu pau nunca entrou. Porque você nunca tentou. Isabela enfiou o consolo mais fundo. Eu gritei. Momento 5 – O que eu faria agora — Se eu estivesse aí agora, Marcelo, eu te viraria de bruços. Eu lamberia seu cu primeiro. Devagar. Enfiando a língua. Você gemeria. Eu enfiaria um dedo. Depois dois. Depois três. Depois o meu pau. Todo ele. Até o fundo. Eu foderia seu cu enquanto você chuparia a velha. A filha montaria no seu rosto. Você seria fodido nos três buracos. Ao mesmo tempo. E no final, você gozaria sem ninguém tocar no seu pau. Só com o meu pau no seu cu. Eu gozei. Isabela gozou. A velha gozou. Os três gozamos juntos, ouvindo a voz do Marcos pelo viva-voz. — Marcelo? — ele perguntou. — Você ainda está aí? — Estou. Estou coberto de porra. A minha, a dela, a da velha. — Quer me chamar para o cruzeiro? — Não posso. Acaba amanhã. — Então volta para cá. A Carla não mora mais comigo. Ela foi embora com outro. A casa está vazia. Eu estou aqui sozinho. Te esperando. — Eu vou. — Promete? — Prometo. Desliguei. Isabela me abraçou. — Você vai mesmo? — Vou. — E a gente? — A gente se encontra de novo. Vocês duas são inesquecíveis. A velha riu. A boca desdentada (com dentadura) aberta. — Nós somos uma família de puta. Você é um corno que gosta de pica. A gente combina. — Combina. Dormimos os três na mesma cama de solteiro. Eu no meio. Isabela de um lado, a velha do outro. No dia seguinte, quando o navio atracou no Rio de Janeiro, eu peguei um Uber direto para a casa do Marcos. O Uber deixou minha porta da casa de Marcos às 23h. A casa estava escura, mas a luz da sala estava acesa. Ele me esperava. Toquei a campainha. Marcos abriu a porta. Estava nu. O pau dele pendia – mole, mas enorme mesmo mole. O corpo dele era definido – anos de academia, anos de foder. — Entra — ele disse. Entrei. Ele fechou a porta. — Você está suado — ele disse, cheirando meu pescoço. — Peguei um Uber sem ar-condicionado. — Eu gosto. Fica mais gostoso. Ele tirou minha roupa. Minha camisa, minha calça, minha cueca. Fiquei nu. — Você está duro — ele disse, olhando para o meu pau. — Estou desde o Uber. Desde que você abriu a porta. — Eu também. O pau dele começou a endurecer. Eu vi o movimento – o sangue preenchendo aquela carne grossa, as veias saltando. — Toma um banho? — ele perguntou. — Para quê? — Para ficar limpo. — Eu quero ficar sujo. Ele sorriu. — A gente combina. Ele me puxou pelo braço. Me levou até o quarto. A mesma cama onde ele comeu a Carla tantas vezes. Eu me deitei. Ele se deitou ao meu lado. — Você está nervoso? — ele perguntou. — Muito. — É a primeira vez com um homem? — É. — Vai ser bom. Eu prometo. Ele me beijou. A língua dele era grossa, quente, experiente. Ele sabia exatamente como me beijar – pressionando, depois afrouxando, depois pressionando de novo. — Abre a boca — ele sussurrou. Abri. A língua dele entrou. O gosto era de homem – tabaco, café, um fundo adocicado. — Agora me chupa — ele disse. Desci. O pau dele estava completamente duro agora. 22 centímetros. Grosso. A cabeça roxa, brilhando de pré-gozo. — Pega com a mão primeiro. Acostuma. Peguei. Minha mão mal conseguia cercar a grossura. O pau dele era quente, pulsava. — Abre a boca. Abri. Ele enfiou a cabeça. O gosto era salgado, forte, masculino. Eu chupei devagar, a língua fazendo círculos em volta da glande. — Isso, Marcelo — ele gemia. — Chupa. Chupa o pau que comeu a sua mulher. — Você comeu o cu dela — eu disse, com a boca cheia. — Comi. E agora vou comer o seu. Ele me virou de bruços. — Fica de quatro. Fiquei. Empinei a bunda. — Relaxa. — Estou relaxado. Ele cuspiu na mão. Passou saliva no meu cu. Depois lambeu. A língua dele entrou – a ponta primeiro, depois mais fundo. — Porra, Marcos... — eu gemia. — Pode gemer. Não tem ninguém aqui. Só a gente. — E a Carla? — A Carla foi embora. Ela não volta nunca mais. — Por quê? — Porque ela descobriu que eu gosto de homem. — Como? — Em vez de gozar na boca dela, eu gozei pensando em você. Ela percebeu que eu estava olhando para uma foto sua. Sua foto de sunga na praia. — Ela viu? — Viu. Ela pediu o divórcio no dia seguinte. Disse que não queria um "viado" na vida dela. Foi morar com o amante. Um cara mais novo. Pau pequeno. — Pau pequeno? — 12 centímetros. Ela disse que queria sentir dor de novo. Depois do meu pau, o pau pequeno dói de tanto ter que dilatar. Rimos. — Agora para de falar. Vou enfiar. Ele passou lubrificante – muito lubrificante. No meu cu, no pau dele. — Relaxa de novo. Respirei fundo. Ele enfiou a cabeça. Eu gritei. Não de dor, de susto. Era muita grossura. Meu cu se esticou de um jeito que eu nunca imaginei. — Aguenta — ele disse. — Aguento. Ele enfiou mais. A cabeça entrou inteira. — Porra, Marcos — eu gemia. — Você vai me partir no meio. — Essa é a ideia. Ele enfiou o resto. Os 22 centímetros entraram. Eu senti o pau dele batendo no fundo do meu intestino. — Tudo — ele disse. — Está tudo dentro? — Está. — Mexe. Ele começou a meter. Devagar no começo, estocadas curtas e profundas. O som era molhado – o lubrificante fazendo ploc-ploc-ploc. — Isso, Marcelo — ele gemia. — Você é muito apertado. A Carla ficou larga depois de tanto tempo. Você está virgem ainda. — Estou. Você é o primeiro. — O primeiro e o único. — O único não. Tem a Isabela. E a mãe dela. Ele parou de meter. — Quem? Apertei meu cu em volta do pau dele. Ele gemeu. — Eu te conto depois. Continua. Ele continuou. Meteu mais forte, mais rápido. O pau dele entrava e saía, entrava e saía. Meu pau estava tão duro que doía. O pré-gozo escorria. — Vou gozar — avisei. — Ainda não. Ele enfiou mais fundo. Chegou no fundo. — Agora goza. Gozei. Jorrei no lençol, jato após jato, sem ninguém tocar no meu pau. Apenas com o pau dele no meu cu. Ao sentir meu cu contraindo, ele gozou dentro de mim. Jorrou quente, grosso, tanto que escorreu pelas minhas coxas. — Porra, Marcelo — ele disse, ofegante, caindo ao meu lado. — Você é a melhor foda que eu já tive. — Eu sou o único homem que você comeu. — O primeiro. Não vai ser o único. — Por quê? — Porque a Isabela e a mãe dela vão aparecer amanhã. Eu liguei para elas. Convidei. — Você o quê? — Liguei para a Isabela. Ela me passou o número. Eu disse que você estava aqui. Ela disse que quer vir. As duas. — Para quê? — Para terminar o que começou no navio. No dia seguinte, às 15h, a campainha tocou. Marcos foi abrir. Vestia apenas uma cueca. O pau dele marcava. — Entrem — ele disse. Isabela entrou na frente. Vestia um vestido curto, sem calcinha – como no cruzeiro. A bucetinha lisa aparecia quando ela andava. Dona Irene entrou atrás. Vestia um vestido estampado, aberto na frente. As axilas mal depiladas apareciam. O cheiro dela – suor, naftalina, idade – preencheu a sala. — Marcelo — Isabela disse, me abraçando. — Senti sua falta. — Eu também senti. — E esse é o Marcos? — ela perguntou, olhando para ele. — Ele mesmo. O comedor. — O comedor de cu — Dona Irene completou. — É o que eu ouvi. — A senhora ouviu bem — Marcos respondeu. A velha se aproximou dele. Passou a mão no pau dele por cima da cueca. — É grande mesmo. A minha filha não mentiu. — Ele é maior que o consolo da Isabela? — perguntei. — Muito maior — Isabela respondeu. — O consolo tem 20. Ele tem 22. E é mais grosso. A velha ajoelhou na frente de Marcos. Puxou a cueca dele. O pau pulou para fora. — Meu Deus — ela disse. — Que coisa linda. Ela começou a chupar. A boca desdentada (com dentadura) mal cabia a cabeça. Mas ela sabia o que fazer. A língua experiente enrolava em volta da glande, as mãos massageavam as bolas. — Mãe! — Isabela exclamou. — O quê, filha? Você quer ele? Depois eu deixo. A velha chupou por cinco minutos. Marcos gemia. — Para — ele disse. — Não quero gozar ainda. Quero gozar dentro da sua filha. A velha levantou. Lambeu os lábios. — Gostoso. Faz tempo que não chupava um pau assim. O último foi o Seu Osvaldo. O pai dela. — Meu pai biológico — Isabela disse, com amargura. — Ele tinha 23. Dizia que era 23. Mas era 21. Medindo direito. — Como a senhora sabe? — Marcos perguntou. — Eu medi. Com a boca. A diferença de 21 para 23 é mais ou menos a distância entre o seu grelinho e a sua entrada. Cabe dois dedos. — A senhora é uma enciclopédia de pica. — É o que dá viver 78 anos. Muita experiência. Fomos para o quarto. Os quatro nus. O cheiro dos nossos corpos preenchia o ar – suor de Marcos, suor da velha, suor meu, suor da Isabela. — Regras? — Marcos perguntou. — Todos comem todos — eu disse. — Ninguém fica de fora. — Homens comem mulheres, mulheres comem homens, mulheres comem mulheres, homens comem homens. — Tudo é permitido desde que todo mundo queira. — E se alguém não quiser? — Isabela perguntou. — Fala vermelho. E para. Ninguém falou vermelho. Isa comeu a velha primeiro. Dona Irene deitou de costas. Abriu as pernas. A buceta peluda – com pentelhos brancos – estava exposta. O cheiro subiu – forte, ácido, de mulher velha. Isabela enfiou o rosto. A língua dela percorreu os grandes lábios flácidos. Os dedos abriram os pelos brancos. — Isso, filha — a velha gemia. — Lambe a buceta da mamãe. — A senhora precisava depilar — Isabela disse, com a boca cheia. — Depilar para quê? Os pelos seguram o cheiro. Ele gosta — ela apontou para mim. — Ela está certa — eu disse. — Eu gosto. Isabela continuou lambendo. A velha gozou em dois minutos – um orgasmo seco, ruidoso. Depois a velha comeu a Isabela. Agora Isabela deitou de costas. Abriu as pernas. A bucetinha lisa, rosada, brilhando de excitação. A velha enfiou o rosto. A língua experiente dela tocou o grelinho da filha – minúsculo, escondido. — Mãe... — Isabela gemeu. — Você chupa melhor que o Marcelo. — Claro. Eu tenho 78 anos. A velha enfiou a língua na buceta da filha. Depois dois dedos. Depois três. Isabela gozou – gritando. Enquanto as mulheres se chupavam, Marcos me agarrou. — Fica de quatro — ele disse. Fiquei. Ele enfiou o pau no meu cu – sem lubrificante, só com a saliva da última vez. Dói gostoso. — Porra, Marcos — eu gemia. — Você não alisa? — Corno não tem direito a alisamento. Ele metia forte. Cada estocada era uma pancada na minha próstata. Meu pau estava mole – mas o prazer era imenso. Enquanto ele me comia, Isabela veio para a minha frente. Sentou no meu rosto. A bucetinha lisa desceu na minha boca. — Lambe — ela mandou. Lambi. O gosto do gozo da velha ainda estava lá – ácido, forte. Ao mesmo tempo, a velha sentou no pau de Marcos. Ela montou nele – a buceta peluda e branca desceu no pau enorme. Ele gemia. — Isso, velha — ele dizia. — Senta na minha pica. — Chama a velha de puta — ela pedia. — Puta velha. — Puta velha experiente. Os quatro estavam conectados: eu comendo a Isabela com a boca, Marcos me comendo, a velha montada no pau de Marcos. Depois de uma hora, a velha pediu o consolo. — Isabela, pega o seu brinquedo. Isabela pegou o consolo preto de 20 centímetros. Deu para a mãe. — Me vira de bruços — Dona Irene mandou. Marco virou a velha de bruços. Ela empinou a bunda flácida. — Agora você — ela disse, apontando para mim. — Me come com esse consolo. — A senhora tem 78 anos... — E tenho um cu que pede pica há 50 anos. Enfia. Passei lubrificante. Enfiei o consolo no cu da velha. — Porra — ela gemeu. — Que delícia. Comecei a meter. O consolo entrava e saía do cu largo dela. Enquanto isso, Marcos comeu a Isabela de quatro. — Isso, Marcos — Isabela gemia. — Parte a minha bucetinha com esse pau enorme. E eu, atrás da velha, metendo o consolo no cu dela, via tudo. — Família de puta — a velha dizia. — Eu, minha filha, o corno e o comedor. Todos fodendo todos. — Falta eu comer a velha de verdade — Marcos disse. — Quando você terminar com a minha filha, vem para cá. Marcos gozou dentro de Isabela. Saiu de dentro dela. Veio até a velha. Tirou o consolo do cu dela. Enfiou o pau. — Agora sim — a velha gemeu. — Pau de verdade. Ele meteu. A velha gemia como uma novinha. — Vou gozar — ela avisou. — Goza, velha. Ela gozou. Ele gozou dentro dela. Eu gozei vendo a cena. Isabela foi a última. Ela não tinha gozado ainda (fora os dois primeiros orgasmos). — Quero você no meu cu — ela disse, apontando para mim. — Agora? — perguntei. — Agora. Ela ficou de quatro. Passei lubrificante. Enfiei o pau no cuzinho liso dela. — Porra, Isabela — eu gemia. — Você é muito apertada. — Sei. Por isso que os homens gostam de mim. Comecei a meter. Ela gemia a cada estocada. Enquanto eu comia o cu dela, Marcos enfiou o pau na buceta dela. Dupla penetração. Eu no cu, ele na buceta. — Isso — Isabela gritava. — Me fodem nos dois buracos. Me enchem de porra. A velha, ao lado, se masturbava e chupava os dedos de Marcos. Gozamos em sequência. Marcos gozou dentro da buceta de Isabela. Eu gozei dentro do cu dela. Isabela gozou nos dois paus. A velha gozou nos próprios dedos. Caímos os quatro na cama. Exaustos. Suados. Fedidos. Felizes. — Isso foi a melhor coisa que eu já fiz na vida — Isabela disse. — Até amanhã — a velha disse. — Amanhã tem mais? — perguntei. — Amanhã tem mais. E depois de amanhã. E sempre. Marcos me abraçou. — Ainda bem que a Carla te traiu — ele disse. — Ainda bem que você comeu ela. — Ainda bem que ela foi embora. — Ainda bem que eu sou corno. — Ainda bem que você gosta de pica. — Ainda bem que a velha tem 78 anos e ainda fode. — Ainda bem que a minha filha é uma piranha. — Família de puta — eu disse. — Família de puta — todos responderam. No dia seguinte, Marcos ligou para Carla. — Vem buscar as suas coisas — ele disse. — Mas vem amanhã. Hoje a casa está ocupada. — Ocupada com o quê? — ela perguntou. — Com o Marcelo. Com a Isabela. Com a mãe dela. A gente está transando. Silêncio. — Você está transando com o Marcelo? — Estou. E ele está adorando. A velha também. — A velha? — 78 anos. Ela senta no meu pau igual uma cavaleira. — Isso é nojento. — É nojento e gostoso. Você que não quis participar. — Eu não quero participar de orgia com velha. — Problema seu. A gente vai continuar sem você. Desligou. Olhou para mim. — Ela vai voltar? — Não. Ela tem vergonha de gostar de cu. E de velha. E de você. — Eu sou um corno feliz. — Você é um corno feliz. Ele me beijou. Isabela e a velha entraram no quarto. Peladas. Suadas. — De novo? — Isabela perguntou. — De novo — respondemos. Uma semana depois da orgia na casa de Marcos, Isabela ligou para mim. — Marcelo, você e Marcos precisam vir aqui. — Onde? — Na minha cidade. Aqui em Minas. Minha mãe quer ver vocês de novo. — A velha? — A velha. Ela não para de falar do pau do Marcos. E do seu cu. — Do meu cu? — Ela disse que nunca viu um cu tão guloso. Que ele abria e fechava igual uma boca esperando comida. — Que horror. — Que tesão. — Quando? — Sexta-feira. Vocês pegam um voo para Belo Horizonte. A gente busca. — E a Dona Irene? — Ela vai cozinhar para vocês. Frango com quiabo. E depois vai dar para vocês. — Combinado. Passei o telefone para Marcos. — Isabela convidou a gente para ir para Minas. — Para quê? — Para comer a velha de novo. — E a novinha? — A novinha também. — E você? — Eu vou ser comido. — Então vamos. Pegamos o voo na sexta à tarde. Chegamos em Confins às 18h. Isabela estava no aeroporto com um carro velho, um Corsa azul. — Entrem — ela disse. — Minha mãe está ansiosa. — Ansiosa para o quê? — Marcos perguntou. — Para cheirar vocês. No carro, Isabela contou que a mãe não tinha tomado banho desde a última vez que eles se viram. — Uma semana sem banho? — eu perguntei. — Ela está acumulando cheiro para vocês. Disse que vocês merecem uma velha bem suada. — Isso é muito nojento — Marcos disse. — Isso é muito amor — Isabela respondeu. Chegamos na casa da velha. Era uma casa antiga, no centro de uma cidade pequena. Cheiro de mofo, de naftalina, de comida de velho. Dona Irene abriu a porta. Estava de vestido aberto. Os seios flácidos à mostra. As axilas escuras – pelos brancos e pretos misturados, suados. O cheiro subiu. — Entrem, meus filhos — ela disse. Me abraçou primeiro. O cheiro do suor dela – ácido, forte, de mulher velha – entrou no meu nariz. Meu pau endureceu. — Você está cheiroso, Marcelo. — Estou suado. Peguei Uber, avião, carro. — Não tome banho. Eu quero você assim. Isabela nos mostrou o quarto de hóspedes. Uma cama de casal pequena, lençóis de algodão, um crucifixo na parede. — Aqui vocês dormem. Eu e minha mãe dormimos no quarto dela. Mas a porta fica aberta. — Se a gente quiser entrar? — Marcos perguntou. — É para isso que a porta fica aberta. Dona Irene serviu o jantar na mesa da cozinha. Frango com quiabo, arroz, feijão, couve refogada. — Comam — ela disse. — Precisam de energia. — Energia para quê? — perguntei. — Para foder a noite inteira. Enquanto comíamos, a velha levantou o braço. — Cheira, Marcelo. Enfiei o rosto na axila dela. O cheiro de uma semana sem banho. Suor denso, escuro, com crostas de sal. Lambi. — Isso, meu filho. Lambe o suor da velha. Marcos também lambeu. Isabela lambeu a outra axila. — Vocês três são meus cachorros — a velha disse. — Meus animais de estimação. — Seus animais de estimação fedidos — Isabela disse. — Os fedidos são os melhores. Depois do jantar, fomos para o quarto da velha. A cama era grande – de casal, mas cabia quatro. A velha deitou no meio. Isabela de um lado. Marcos do outro. Eu aos pés. — Começa assim — a velha disse. — Isabela, lambe a minha buceta. Marcos, lambe a minha axila. Marcelo, lambe o meu pé. Deitado aos pés dela, peguei o pé esquerdo. A unha encravada, a pele grossa, o cheiro ácido de pé suado de chinelo. Lambi. O pé todo. A sola, os dedos, entre os dedos. — Isso, Marcelo — ela gemia. — Lambe o pé que pisou em muito corno. Enquanto isso, Isabela estava com o rosto enfiado na buceta peluda da mãe. Os pelos brancos, os grandes lábios flácidos, o cheiro forte de urina e suor. — Mãe, a senhora precisa depilar — Isabela disse. — Depilar para quê? Os pelos seguram o cheiro. Ele gosta — ela apontou para Marcos. — Ela gosta — Marcos disse, com o rosto na axila da velha. Ele lambeu. O suor escuro escorreu na língua dele. — Isso, Marcos — a velha gemia. — Lambe o suor da velha. Depois de uma hora de lambidas, a velha pediu: — Agora enfia. Marcos se posicionou entre as pernas dela. O pau de 22 cm – duro – apontado para a buceta da velha. — Enfia devagar — ela pediu. Ele enfiou. A buceta da velha era larga – anos de parto, anos de sexo – mas o pau de Marcos era grosso. Cabeça entrou. — Porra, velha — ele gemeu. — Você ainda tem fundo. — Tenho. Enfia tudo. Ele enfiou tudo. Os 22 centímetros dentro da buceta de 78 anos. — Isso, meu filho. Me come. Me fode como você comeu a Carla. — Carla era larga. A senhora é mais apertada. — Carla é novinha. Eu sou velha. Buceta velha é igual carne de sol. Mais dura, mais gostosa. Ele meteu. Forte. Rápido. A velha gemia. — Isabela, senta na cara do Marcelo. Isabela montou no meu rosto. A bucetinha lisa – rosada, pequena – desceu na minha boca. Lambi. O gosto era doce, suave, completamente diferente da buceta da velha. — Isso, Marcelo — ela gemia. — Lambe a buceta da sua enteada. — Ela não é minha enteada. — É quase. Você come a minha mãe. — É o contrário. Sua mãe que está sendo comida. — Está. Pelo seu comedor. Enquanto eu lambia Isabela, Marcos metia na velha. A velha gozou primeiro – um orgasmo seco, ruidoso, seguido de um jato de urina (ela perdeu o controle da bexiga). — Mijou — Marcos disse. — Mijei. Lambe, Marcelo. Tirei a boca da buceta de Isabela. Desci. Lambi a urina da velha. O gosto era amargo, forte, de remédio. — Isso, meu filho. Lambe o mijo da mamãe. Marcos gozou dentro da velha. Isabela gozou no meu rosto. Eu gozei na cama. No sábado, Isabela teve uma ideia. — Mãe, vou te depilar. — Depilar para quê? — Para o Marcelo lamber melhor. — Ele lambe bem mesmo com pelos. — Mas vai lamber melhor sem. A velha topou. Fomos para o banheiro. Isabela passou cera quente na buceta peluda da mãe. — Isso vai doer — a velha disse. — Vai. Mas depois fica lisinha. — Lisinha para quê? — Para o Marcos comer melhor. Isabela puxou a primeira tira. A velha gritou. — Porra, filha! — Cala a boca, mãe. Puxou mais. A velha gemia – dor e tesão misturados. Quando terminou, a buceta da velha estava lisa. Rosada. A pele flácida, mas macia. — Ficou uma boneca — Marcos disse. — Uma boneca velha — a velha respondeu. — Uma boneca velha que eu vou comer agora. Deitou a velha na cama. Abriu as pernas dela. A buceta lisa – sem pelos, rosada – estava exposta. Ele enfiou o pau. Sem lubrificante – só a saliva da boca. — Porra, Marcos — a velha gemeu. — Isso é melhor. Sinto mais. — Sente o quê? — Sinto a sua veia. A sua grossura. O calor. Ele meteu. Forte. Rápido. — E você, Marcelo — a velha chamou. — Vem aqui. Aproximei. Ela levantou o braço. — Lambe a minha axila. Quero sentir você enquanto ele me come. Enfiei o rosto na axila dela. O cheiro de dois dias sem banho (ela tomou banho na quinta, mas não hoje). O suor escorria na minha língua. — Isso, Marcelo. Lambe o suor da mamãe. Lambe tudo. Gozamos juntos. No domingo, fomos embora. A velha nos deu tchau na porta. Vestida com o mesmo vestido aberto. Os seios flácidos à mostra. A buceta depilada. — Voltem quando quiserem — ela disse. — A senhora não vai tomar banho para a gente? — perguntei. — Não. Vou acumular até vocês voltarem. Quando vocês voltarem, eu vou estar mais fedida. — A gente mal pode esperar. Isabela nos levou para o aeroporto. No carro, ela disse: — Eu quero ir para São Paulo. — Para quê? — Marcos perguntou. — Para ver vocês. E para apresentar uma amiga. — Amiga como? — Amiga trans. Pau grande. Ela quer comer vocês dois. — As duas? — perguntei. — As duas. Ela quer comer o comedor e o corno. E eu quero ver. — Quando? — No próximo final de semana. — Combinado. Marcos olhou para mim. — Carla vai ficar com ciúmes? — Carla não volta nunca mais. Ela disse que tem nojo de mim. — Nojo de você? — Nojo de eu gostar de pica. — Ela está perdendo o melhor sexo da vida dela. — Ela sabe. Por isso que não volta. A verdade dói. No avião, Marcos segurou minha mão. — Você se arrepende? — ele perguntou. — Do quê? — De ter virado corno. De ter virado viado. — Não me arrependo. Me arrependo de não ter virado antes. — Viado ou corno? — Os dois. E viado não é ofensa. É identidade. — Você é um viado feliz. — Eu sou um viado feliz. E você? — Eu sou um comedor feliz. — E a velha? — A velha é uma puta feliz. — E a Isabela? — Isabela é uma novinha feliz. — Todos felizes. — Todos fodendo. — É a fórmula da felicidade. O avião decolou. Eu apoiei a cabeça no ombro de Marcos. Ele cheirou meu cabelo. — Você está suado — ele disse. — Sei. — Está gostoso. Chupei o pescoço dele. O gosto salgado. — Quando a gente chegar em casa, não vou tomar banho. — Nem eu. — A gente vai ficar sujo para a Isabela. — E para a amiga trans dela. — Principalmente para ela. Dormimos no avião. Acordamos com o pouso em Congonhas. A cidade grande. A vida real. Mas a vida real, para a gente, era só o intervalo entre as fodas. Na sexta-feira seguinte, Isabela chegou em São Paulo com a amiga. O nome dela era Yasmin (26 anos) . Corpo escultural: seios médios naturais, cintura fina, bunda grande, cabelo preto liso. Pau de 22 cm – igual ao de Marcos. Grosso. Levemente curvado para cima. — Vocês são os comedores? — ela perguntou, olhando para Marcos e para mim. — Eu sou o comedor — Marcos disse. — Ele é o corno. — Corno ou viado? — Os dois. — Melhor ainda. Ela me beijou. A língua grossa, quente, experiente. — Você gosta de cheiro? — ela perguntou. — Gosto. — Estou suada. Não tomei banho hoje. Quer cheirar? Levantou o braço. Enfiei o rosto na axila dela. O cheiro era forte – almiscarado, doce, com um fundo de desodorante de coco. — Porra, Yasmin — eu gemi. — Isso é perfeito. — Lambe. Lambi. O suor escorrendo na minha língua. Enquanto isso, Marcos beijava Isabela. — Vamos para o quarto — Isabela disse. Fomos. Os quatro nus em menos de um minuto. Yasmin me virou de bruços. — Fica de quatro. Fiquei. Ela enfiou o pau de 22 cm no meu cu – seco (só saliva). — Porra, Yasmin — eu gritei. — Não avisa? — Corno não precisa de aviso. Ela meteu. Forte. Rápido. O pau curvado dela roçava na minha próstata a cada estocada. — Isso, Marcelo — ela gemia. — Geminha para mim. Mostra que você gosta de pica. — Eu gosto. — Gosta da minha? — Gosto. — Gosta mais da minha ou da do Marcos? — Da sua. — Por quê? — Porque é nova. — Puta que pariu. Ela meteu mais forte. Eu gozei – sem tocar no pau. Yasmin gozou dentro do meu cu. — Você é muito guloso — ela disse. — Sei. — Vou querer repetir. — Pode repetir. Sempre. Enquanto Yasmin me comia, Marcos comeu Isabela. Ele enfiou o pau de 22 cm na bucetinha lisa dela – ela gritou. — Porra, Marcos — ela gemeu. — Você sempre me rasga. — Sei. Por isso que você gosta de mim. Ele metia. Ela gemia. — Yasmin, vem ajudar — Isabela chamou. Yasmin tirou o pau do meu cu. Foi até Isabela. — O que você quer? — Enfia o seu pau no meu cu. — Agora? — Agora. Yasmin se posicionou atrás de Isabela. Enfiou o pau de 22 cm no cu dela. Isabela gritou – de prazer. Agora Isabela estava sendo fodida nos dois buracos: Marcos na buceta, Yasmin no cu. — Isso — Isabela gritava. — Me fodem. Me enchem de pica. Marcos gozou primeiro. Dentro da buceta dela. Yasmin gozou depois. Dentro do cu dela. Isabela gozou nos dois paus. Depois, todos se juntaram. Yasmin comeu Marcos. Ele ficou de quatro. O pau de 22 cm dela no cu dele. Eu comi Isabela. Ela de quatro. Meu pau no cu dela. Marcos chupou o pau de Yasmin enquanto era comido por ela. Isabela chupou o meu pau enquanto era comida por mim. Era um círculo de paus e cus. Ninguém sabia mais onde começava um e terminava o outro. — Isso é uma obra de arte — Isabela disse. — É uma orgia — Yasmin disse. — É a nossa família — eu disse. — Família de puta — Marcos completou. — Família de puta feliz. Gozamos juntos. No dia seguinte, Yasmin foi embora. — Volto na semana que vem — ela disse. — Vou trazer uma amiga. — Outra trans? — perguntei. — Outra trans. Pau maior. 25 centímetros. — Ela vai me matar. — Vai. Mas você vai morrer feliz. Isabela também foi embora. Levou a velha de volta para Minas. — A mamãe mandou um beijo. Ela disse que já está acumulando cheiro. — Fala para ela que a gente sente falta. — Falo. Marcos e eu ficamos sozinhos na casa vazia. — E a Carla? — perguntei. — Carla casou de novo. Com 30 anos de idade. Com um cara de 60. — Pau pequeno? — Pau pequeno. 10 centímetros. — Coitada. — Ela quis assim. — Ela quis um corno? — Ela quis um velho que não come ninguém. — Melhor para a gente. — Melhor para a gente. Marcos me beijou. — Hoje à noite, não vou tomar banho. — Nem eu. — Vamos ficar sujos para a amiga da Yasmin. — A de 25 centímetros. — Ela vai destruir o nosso cu. — Vai. Mas a gente vai adorar. — A gente adora ser destruído. — A gente adora ser fodido. — A gente adora ser feliz. E fomos.
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