O Cheiro Dela – Fetiches Selvagens com a Colega Gordinha

Carlos (26 anos) Analista de marketing. Hetero, com fetiche forte por cheiros: axilas suadas, odores íntimos, menstruação, suor. Tem vergonha do fetiche, mas é obcecado. Fernanda (28 anos) – colega de trabalho. Gordinha, 1,65m, seios grandes, bunda enorme, cabelo castanho preso em coque. Vive suada – o metabolismo dela é acelerado, ela sua com qualquer esforço mínimo. Usa roupas largas, mas o corpo transparece. É extrovertida, riso fácil, solteira.
Conheci Fernanda quando ela entrou na empresa, há oito meses. Ela foi designada para a minha equipe – eu faria o treinamento dela. Na primeira semana, já percebi: ela suava muito.
Não era um cheiro ruim. Era um cheiro forte. Selvagem. Terroso, com um toque de cebola caramelizada, mas com um fundo adocicado que mexia com meu cérebro de um jeito que eu não sabia explicar.
No segundo dia de treinamento, ela levantou o braço para pegar um arquivo numa prateleira alta. A camisa social subiu. A axila dela apareceu – depilada, mas com a pele escurecida, úmida, brilhando de suor.
O cheiro chegou até mim como uma onda. Eu fechei os olhos por um segundo. Meu pau endureceu na calça.
— Você está bem, Carlos? — ela perguntou.
— Estou. Só... tonto. Calor.
Ela riu.
— É, eu também estou suando. Esse ar-condicionado não dá conta.
Ela passou a mão na própria axila, sentiu a umidade, e cheirou os dedos. Sem vergonha. Ela cheirava a própria axila como quem cheira um perfume.
— Tá forte hoje — ela disse, rindo. — Desculpa.
— Não precisa pedir desculpa — eu respondi, rápido demais.
Ela me olhou. Um olho meio desconfiado, meio curioso.
Não falamos mais sobre isso naquele dia.
Duas semanas depois, eu estava no banheiro do escritório. Fui lavar as mãos e notei a lixeira aberta. No topo, enrolado em papel higiênico, um absorvente.
Meu coração disparou.
Eu sabia que era dela. O banheiro feminino ficava no outro corredor, mas às vezes as mulheres usavam o banheiro do nosso andar quando o outro estava ocupado. E eu tinha visto Fernanda entrar no banheiro meia hora antes.
Olhei para a porta. Trancada. Estávamos sozinhos no andar – a equipe tinha saído para almoçar.
Eu não deveria.
Mas eu abri a lixeira.
O absorvente estava dobrado, mas o papel higiênico estava solto. Eu vi o sangue. Não muito – ela devia estar no último dia – mas o suficiente. Uma mancha escura, bordô, com um centro mais vivo.
O cheiro subiu antes mesmo de eu aproximar.
Era metálico. Salgado. Doce e azedo ao mesmo tempo. Sangue menstrual. O cheiro mais primitivo que existe.
Meu pau doeu de tão duro.
Eu peguei o absorvente. Só por um segundo. Levei ao nariz.
Respirei fundo.
Meu Deus.
Era o cheiro dela. O cheiro das axilas dela, mas multiplicado por mil. Era selvagem, animal, útero. Eu senti minhas pernas ficarem moles.
Coloquei o absorvente de volta na lixeira. Lavei as mãos três vezes. Saí do banheiro tremendo.
No resto do dia, não consegui olhar para ela. Sempre que ela falava, eu via o sangue. O cheiro ainda estava no meu nariz.
Naquela noite, me masturbei pensando nela por três horas.
Eu fechei os olhos e imaginei:
Eu no banheiro do trabalho, mas não só cheirando. Eu imaginava ela sentada no vaso, a calcinha abaixada, o absorvente sendo trocado. Eu imaginava a calcinha dela – que cor seria? Algodão? Renda? Estaria manchada? O cheiro da calcinha usada o dia inteiro, misturada com suor, com xixi, com o sangue.
Peguei uma camiseta velha minha – suada da academia – e amassei no rosto. Não era o cheiro dela, mas me ajudava a imaginar.
Gozei pensando no absorvente. Gozei pensando na axila dela. Gozei pensando em lamber o suor dela.
Depois, senti vergonha. Me limpei. Joguei a camiseta no cesto.
Na semana seguinte, faria tudo de novo.
Um mês depois, Fernanda usou uma saia pela primeira vez. Era uma saia preta, lápis, um pouco curta demais para o ambiente corporativo. O tecido esticava na bunda grande dela, marcando os glúteos, subindo um pouco quando ela sentava.
Eu não conseguia tirar os olhos.
Na sexta-feira, ela estava na copa, se inclinando para pegar um copo no armário baixo. A saia subiu.
Por um segundo – um segundo apenas – eu vi a calcinha dela.
Era preta. De algodão. Fio dental. Cobria pouco mais da metade da bunda dela. Os glúteos eram enormes, redondos, com uma penugem fina na parte de baixo.
Meu coração parou.
Ela se levantou rápido, ajeitou a saia, e não percebeu que eu tinha visto.
Mas eu vi.
Naquele fim de semana, me masturbei lembrando da imagem. A calcinha preta fio dental. A bunda enorme. A penugem.
Eu imaginava o cheiro daquela calcinha depois de um dia inteiro de trabalho. Depois de ela suar na cadeira, andar até o ponto de ônibus, ficar no ônibus lotado. Eu imaginava o cheiro do suor da bunda dela. O cheiro da buceta dela por cima do algodão.
Gozei pensando nisso. E gozei de novo. E de novo.
Outro dia, ela usava calça jeans branca. Justa. Quando ela se virava, a calça esticava na bunda e, às vezes, no movimento, dava para ver o início da fenda.
Ela não usava calcinha que marcasse – devia ser invisível. Mas a calça tão justa que cada curva ficava exposta.
Eu me peguei olhando na reunião. O chefe falava sobre metas, e eu olhava para a bunda da Fernanda. Imaginava a calcinha por baixo. Imaginava o cheiro.
Depois da reunião, ela me chamou no canto.
— Carlos, você está me olhando.
— O quê? Não...
— Está sim. Eu vejo você olhando para a minha bunda. Para as minhas axilas. Eu vejo.
Fiquei vermelho.
— Não precisa negar — ela disse, a voz baixa. — Não estou brava. Estou curiosa.
Ela se aproximou, passou a mão na minha nuca, e cheirou a própria axila na minha frente.
— Você gosta desse cheiro, não gosta?
Eu não consegui mentir.
— Gosto.
Ela sorriu.
— Sabia. A gente conversa outra hora. Agora volta para a reunião.
Duas semanas depois, tivemos que entregar um projeto urgente. Ficamos os dois até as 22h no escritório. A equipe inteira tinha ido embora. Éramos só nós.
Ela estava estressada, suada. A blusa de seda estava úmida nas axilas – duas manchas escuras que eu não tirava os olhos.
— Você está me olhando de novo — ela disse, sem tirar os olhos da tela.
— Não consigo evitar.
Ela salvou o arquivo. Girou a cadeira para mim.
— Carlos, eu vou te fazer uma pergunta. E quero a verdade.
— Pode perguntar.
— Você tem fetiche por cheiros?
Silêncio.
— Sim — respondi. — Por cheiros fortes. Axila. Suor. E... outras coisas.
— Outras coisas tipo o quê?
— Menstruação.
Ela não se assustou. Ela levantou uma sobrancelha.
— Você cheirou meu absorvente no banheiro?
Meu coração parou de novo.
— Como você sabe?
— A lixeira tinha sido trocada às 10h. Às 11h eu fui no banheiro. Às 13h você foi. Às 14h o absorvente estava diferente. Fora do papel. Alguém mexeu. Só você foi no banheiro nesse horário.
Não dava para negar.
— Fui eu — confessei, a voz falhando.
Ela ficou em silêncio por um longo minuto.
— Você gostou do cheiro?
— Gostei.
— Por que você não me pediu para cheirar? Eu teria deixado.
— Você deixaria?
— Eu tenho fetiche em ser cheirada. Em ser desejada pelo meu cheiro. Ninguém nunca quis isso em mim. Todo mundo reclama que eu suo muito. Que eu tenho cheiro forte.
— Eu adoro.
Ela se levantou. Veio até mim. Sentou no meu colo.
— Então cheira agora.
Ela levantou o braço. A axila úmida, peluda (ela tinha parado de depilar), brilhando de suor.
Enfiei o rosto na axila dela.
Respirei fundo.
O cheiro. Era o mesmo do absorvente, só que mais fresco, mais vivo. Suor do dia inteiro – café, estresse, corrida até o ponto de ônibus, ansiedade. Com um fundo de desodorante de coco.
— Porra, Fernanda — eu gemi. — Isso é perfeito.
— Lambe.
Lambei. A língua tocou a pele salgada, úmida, quente. O gosto era forte – sal, umami, um toque ácido.
Ela gemeu.
— Isso, Carlos. Lambe tudo.
Enquanto eu lambia a axila dela, minha mão desceu para a calça dela. Abri o botão, puxei o zíper. Ela levantou o quadril para eu tirar a calça.
Ela usava calcinha branca de renda.
A buceta dela estava peluda – pelos escuros, grossos, molhados. E sujos de sangue.
— Estou menstruada — ela disse. — Último dia, mas ainda está saindo. Você vai ter nojo?
— Não.
Ajoelhei no chão do escritório. Abri as pernas dela. A buceta da Fernanda estava inchada, os grandes lábios escuros, os pelos embaraçados de sangue seco e fresco. O cheiro subiu – metálico, salgado, útero.
Enfiei a língua.
Lambi do grelinho à entrada. O sangue tinha gosto de cobre, com um fundo doce. A buceta dela tinha gosto dela – suor, xixi, tesão.
Ela gemeu alto.
— Porra, Carlos. Você está lambendo meu sangue.
— Estou.
— Você nunca sentiu nojo?
— Nunca. Eu sonhei com isso.
Afastei os grandes lábios com os dedos. Vi o sangue escuro saindo lentamente da entrada da buceta dela. Enfiei a língua dentro. O sangue escorreu na minha língua, no meu queixo, na minha barba.
Ela puxou meu cabelo.
— Assim, seu louco. Lambe tudo. Quero você todo sujo de mim.
Quando não aguentei mais, levantei. Tirei a calça. Meu pau estava latejando, a cabecinha roxa, escorrendo pré-gozo.
Ela me puxou pelo pau.
— Você vai me foder agora. Enquanto eu esfrego minha axila no seu rosto.
— Pedido aceito.
Ela deitou na mesa de reunião. Abriu as pernas. Eu me posicionei entre elas, enfiei o pau na buceta menstruada dela – o sangue lubrificou a entrada, escorreu pela minha base.
Ela levantou o braço e esfregou a axila no meu nariz.
O cheiro. O gosto do sangue. A visão do meu pau entrando e saindo da buceta dela, todo vermelho.
— Porra, Fernanda — eu gemia, metendo cada vez mais forte. — Você é a mulher mais gostosa do mundo.
— Você é o único homem que não tem nojo de mim — ela respondeu, ofegante. — Todo mundo fala que eu suo demais. Que meu cheiro é forte. Você lambe.
— Eu quero mais.
Gozei dentro da buceta menstruada dela. Senti meu esperma se misturando com o sangue dela – quente, grosso, escorrendo pela mesa.
Ela gozou junto – apertou as pernas em volta da minha cintura, enterrou meu rosto na axila dela, e gritou.
— CARLOS!
Meu nome ecoou no escritório vazio.
Ficamos ali por alguns minutos, eu dentro dela, o rosto na axila dela, os dois ofegantes.
— Eu quero repetir — ela disse.
— Quando?
— Amanhã. Na minha casa. Eu vou fazer comida. Depois você me lambe inteira. Eu não vou tomar banho por dois dias. Quero estar bem suada para você.
Meu pau endureceu dentro dela de novo.
— Combinado.
No sábado, fui à casa dela. Ela não tinha tomado banho desde quinta-feira. O cheiro do corpo dela enchia o apartamento.
Ela me recebeu de camisola curta, sem calcinha. A axila dela estava escura de suor – crostas brancas de sal ressecado, humidade fresca por baixo.
— Cheira — ela disse, levantando o braço.
Enfiei o rosto. O cheiro estava mais forte do que nunca – almiscarado, rançoso, adocicado, azedo. Eu quase gozei só de cheirar.
— Lambe.
Lambi. O gosto era concentrado – sal puro, com um fundo de cebola fermentada.
— Tira a roupa. Deita na cama.
Ela obedeceu. Deitei ela de bruços, abri as pernas, e lambi a buceta dela – limpa dessa vez, sem menstruação, mas com o cheiro do corpo dela impregnado. O suor da bunda dela, da virilha, do cu.
Passei a língua do ânus ao grelinho, repetidas vezes, enquanto esfregava o rosto na axila dela.
— Você é meu animal — ela disse. — Meu bicho selvagem.
— E você é minha fêmea no cio.
Transamos a noite inteira. Eu fodi ela de todas as formas. Ela me fez lamber cada centímetro suado do corpo dela – pés, axilas, virilha, cu, buceta.
No domingo de manhã, ela pediu:
— Não toma banho. Vai embora com o meu cheiro em você.
Fui. Peguei o ônibus. As pessoas ao meu lado torciam o nariz. Eu sorria.
Na segunda-feira, no trabalho, ela me chamou no canto.
— Você contou para alguém?
— Não.
— Nem conte. É nosso segredo.
— Combinado.
Ela sorriu, passou a mão na minha nuca, e levantou o braço.
— Cheira antes da reunião. Para me dar força.
Cheirei. O cheiro dela – o cheiro que era motivo de vergonha para ela – era meu combustível.
Depois da primeira noite inteira juntos, Fernanda fez uma promessa:
— Na semana que vem, eu não vou tomar banho por cinco dias. Quero ver se você aguenta.
— Cinco dias?
— Cinco dias. Vou trabalhar, vou na academia, vou andar no sol. Vou acumular cheiro para você. Mas você não vai poder me chupar até o quinto dia. Só cheirar.
— Isso é tortura.
— Isso é tesão.
Ela cumpriu a promessa.
Na segunda-feira, ela chegou no trabalho com o cabelo preso, sem desodorante. Eu sabia porque eu cheirava o ar perto dela. O cheiro era suave ainda – só um toque de suor seco das axilas.
Na terça-feira, o cheiro ficou mais forte. Ela usou uma blusa de manga longa, propositalmente, para abafar o suor e concentrar o odor. Quando ela levantou o braço para pegar um café, o cheiro que escapou me deixou tonto.
Na quarta-feira, ela veio ao meu escritório particular.
— Cheira agora — ela disse, enfiando a axila no meu rosto.
O cheiro era forte, almiscarado, com um fundo azedo de suor fermentado. Minhas calças ficaram apertadas na hora.
— Ainda faltam dois dias — ela disse, rindo. — Segura.
Na quinta-feira, ela me mandou uma foto no intervalo. Ela estava na academia, de top e leggings. As axilas brilhavam de suor. A legenda: "Acabou de malhar. Já está ficando selvagem. Aguenta mais um dia?"
Respondi: "Não vou aguentar."
Ela respondeu: "Vai aguentar. Você é forte."
Na sexta-feira, ela me chamou na casa dela depois do trabalho.
Ela abriu a porta de roupão – mas o roupão estava aberto, sem nada por baixo.
O cheiro atingiu meu rosto como uma parede.
Era um cheiro completo. Não era apenas axila – era o corpo inteiro. O suor acumulado na pele, na nuca, entre os seios, na barriga, na virilha. O cheiro da buceta dela, que ela não lavava há cinco dias, misturado com xixi e suor. O cheiro do cu dela, o cheiro dos pés.
Meu pau doeu.
— Anda — ela disse. — Tira a roupa. Ajoelha.
Ajoelhei no tapete da sala dela. Ela veio até mim, montou no meu rosto – não na boca, no rosto – e esfregou a virilha no meu nariz.
— Cheira.
Cheirei. O cheiro era metálico, salgado, um pouco ácido, com um fundo adocicado. Suor de buceta. O cheiro mais íntimo que existe.
— Lambe.
Lambi. A língua tocou os grandes lábios – ela não depilava mais, então havia pelos grossos e molhados. O gosto era forte, concentrado, como se eu estivesse lambendo a própria essência dela.
— Agora as axilas.
Ela levantou os dois braços ao mesmo tempo. Eu enfiei o rosto na axila esquerda primeiro – o cheiro estava tão forte que meus olhos marejaram. Sal, cebola caramelizada, um fundo de leite azedo. Depois a direita – mesma coisa, mas mais úmida, o suor fresco escorrendo na minha língua.
— Você é o único homem que já fez isso por mim — ela disse, a voz falhando de tesão. — O único que não pediu para eu tomar banho antes de transar.
— Os outros eram idiotas — eu disse, com a boca na axila dela. — Você cheira como um anjo.
— Um anjo sujo.
— O melhor tipo de anjo.
Depois de lamber ela por quase uma hora, meu pau estava latejando. Ela olhou para baixo, viu o volume na minha calça, e sorriu.
— Você quer mijar em mim?
A pergunta me pegou de surpresa.
— O quê?
— Mijar em mim. Você tem fetiche nisso? Porque eu tenho. Eu adoro quando um homem mija no meu corpo. Me faz sentir dominada.
— Eu nunca fiz isso.
— Mas você quer?
— Quero.
Ela me levou para o banheiro. Abriu o box do chuveiro, deixou a água fria escorrer só um pouco para molhar o piso.
— Fica em pé. Eu vou me ajoelhar na sua frente.
Ajoelhou. Ficou de joelhos no box, a boca aberta, a língua para fora.
— Mija na minha cara.
Meu pau estava duro, mas mijar ereto é difícil. Fechei os olhos, tentei relaxar.
— Não consegue? — ela perguntou. — Quer ajuda?
Ela segurou meu pau, abriu a uretra com os dedos, e soprou.
O jato saiu.
O primeiro jato atingiu o peito dela. O segundo, o pescoço. O terceiro, o rosto. Ela fechou os olhos, abriu a boca, e deixou a urina escorrer pela língua.
— Isso — ela gemeu. — Isso, garoto. Mija na sua puta.
Mijei até o fim. Quando acabou, ela estava coberta da cintura para cima. Ela lambeu os lábios – o gosto da própria urina.
— Agora lambe — ela disse. — Lambe o seu mijo do meu corpo.
Ajoelhei. Lambi o pescoço dela – o gosto era amargo, salgado, com um fundo de aspargo (eu tinha comido aspargos no almoço). Ela gemeu.
— Isso, Carlos. Lambe tudo. Você é meu cachorro. Meu animal de estimação.
Lambi o peito dela, os seios, os mamilos. Lambi a barriga. Lambi os braços e as mãos.
Quando cheguei no rosto dela, ela me beijou – o gosto do meu mijo na boca dela, o gosto do mijo na minha língua.
— Você gosta de ser mijado? — perguntei.
— Eu adoro. Você gosta de mijar em mim?
— Nunca vou querer fazer outra coisa.
Ela riu.
— Vamos tomar um banho agora. Mas o banho vai ser outro fetiche.
Ela ligou o chuveiro. A água quente caiu sobre nós dois, lavando a urina dos nossos corpos.
— Não vou usar sabão — ela disse. — Só água.
— Por quê?
— Porque eu quero você lambendo o meu cheiro depois do banho. A água tira o excesso, mas não tira o odor. Você vai sentir o cheiro do meu corpo limpo – sem suor acumulado, mas com a minha essência.
Ficamos no chuveiro por dez minutos, apenas nos beijando debaixo da água quente.
Quando saímos, ela se enxugou só um pouco – deixou a pele úmida.
— Deita na cama — ela mandou. — De bruços.
Deitei. Ela montou nas minhas costas, sentou na minha bunda, e começou a esfregar as axilas no meu pescoço.
O cheiro era diferente agora – não era o suor acumulado de cinco dias, mas o cheiro do corpo limpo, com a água quente ativando as glândulas. Era um cheiro mais suave, mais íntimo, como se eu estivesse cheirando a pele dela diretamente.
— Eu poderia ficar aqui para sempre — eu disse.
— Pois fique. Hoje você não vai embora.
Na semana seguinte, Fernanda resolveu levar o fetiche para o trabalho.
Não de forma explícita – não íamos transar no escritório de novo (pelo menos não naquela semana). Mas ela começou a brincar com os cheiros.
Na terça-feira, ela veio sem desodorante propositalmente. Usou uma blusa regata branca – fina, que mostrava as axilas quando ela levantava os braços. Na reunião de equipe, ela se sentou ao meu lado e levantou os dois braços para prender o cabelo.
O cheiro subiu. Eu vi meu chefe torcer o nariz de leve. Ninguém mais falou nada.
— Gostou? — ela sussurrou.
— Estou ficando louco.
— Na hora do almoço, me encontra no estacionamento. No seu carro.
No horário do almoço, fui até meu carro. Ela já estava lá, sentada no banco do passageiro.
— Tira a calça — ela disse.
— Aqui? No estacionamento da empresa?
— Tem película escura. Ninguém vai ver. Mas vão sentir o cheiro.
Ela abaixou o banco do passageiro, abriu as pernas, e levantou os braços.
— Cheira enquanto eu me masturbo.
Enfiei o rosto na axila dela – o cheiro do dia inteiro de trabalho, sem desodorante, com a blusa de manga curta abafando o suor. Ela começou a se masturbar com a mão esquerda enquanto a direita segurava minha cabeça.
— Quando eu gozar, você vai mijar em mim aqui mesmo. No estacionamento.
— E se alguém ver?
— Vai ser mais gostoso.
Ela gozou em dois minutos – o corpo dela tremendo, a buceta contraindo. O cheiro do gozo dela subiu – doce, leitoso, misturado com o suor das axilas.
— Agora mija. Aqui no banco.
Fiquei de pé no carro, pau duro, e mijei na buceta dela. O jato atingiu os grandes lábios, escorreu pelo couro do banco, pingou no assoalho.
Ela limpou com a própria blusa – a blusa branca que usava na reunião – e depois jogou no banco de trás.
— Agora você vai usar minha blusa no resto do dia — ela disse.
— Eu não posso usar sua blusa.
— Vai usar por baixo da sua camisa. Ninguém vai ver. Mas você vai sentir o meu cheiro o dia inteiro.
Vesti a blusa dela por baixo da minha camisa social. O tecido estava úmido – suor, gozo, urina. O cheiro subia até meu nariz a cada movimento.
Na reunião da tarde, o cheiro da blusa me deixou tonto. Meu pau ficou duro na calça. Eu cruzei as pernas, disfarcei.
Fernanda, do outro lado da mesa, sorriu.
Ela sabia.
No final de semana seguinte, alugamos uma casa na praia. Passaríamos dois dias apenas nós dois.
Fernanda não quis usar biquíni.
— Vou ficar pelada o tempo todo. Você vai me lamber inteira. O sol vai fazer eu suar. O sal do mar vai secar na minha pele. A areia vai grudar.
— Isso parece um fetiche novo.
— É. Fetiche por natureza. Por elementos. Suor, sal, areia, água do mar.
No sábado, ela ficou nua na praia – não era uma praia de nudismo, mas era uma praia deserta, longe de tudo. Ela deitou na areia, de bruços, e pediu:
— Passa protetor solar em mim. Mas com a língua.
Passei protetor solar nas costas dela com a língua. O gosto do protetor era químico, mas o gosto da pele dela por baixo – salgada, úmida de suor – era viciante.
Quando ela virou de barriga para cima, eu lambi os seios dela – o protetor misturado com suor, com sal do mar que respingou, com areia fina que gruda na língua.
— Agora a buceta.
Lambi a buceta dela – estava arenosa, salgada, com o gosto do mar. O sol tinha secado a umidade natural, então o gosto era mais concentrado.
Ela gemeu, se contorcendo na areia.
— Quero você dentro de mim agora.
Enfiei o pau na buceta dela – a areia entrou junto, arranhando de leve. A sensação era estranha e deliciosa – o atrito da areia, o sal, o suor.
Gozamos ali mesmo, na praia deserta, com o som do mar de fundo.
Depois, ela olhou para mim.
— Você está todo sujo de areia.
— Você também.
— Vamos para o mar. A água vai limpar a gente. Mas eu não quero ficar limpa. Quero o cheiro do mar em mim.
Entramos no mar. A água salgada lavou a areia, mas deixou o sal na pele.
Quando saímos, ela se deitou na toalha e disse:
— Lambe o sal da minha pele.
Lambi cada centímetro do corpo dela. O gosto do sal do mar na pele suada dela era como beber o oceano.
— Esse é o melhor fetiche que eu já descobri — ela disse.
— O melhor ainda está por vir.
— O quê?
— Você vai ver.
No domingo, fizemos uma trilha na mata. Três quilômetros de subida, muito calor, muito suor.
Quando chegamos no mirante, ela tirou os tênis e as meias.
Os pés dela estavam suados – o suor tinha encharcado as meias, e a pele dos pés estava úmida, quente, com um cheiro forte de vinagre.
— Cheira — ela disse, enfiando o pé no meu rosto.
Cheirei. O cheiro era ácido, forte, inconfundível – pé suado de tênis fechado depois de horas de caminhada.
— Lambe.
Lambi. Os dedos dela, o arco do pé, o calcanhar. O gosto era salgado, com um fundo azedo de suor fermentado.
— Isso é tão errado — eu disse.
— Errado e gostoso — ela respondeu.
Depois de lamber os dois pés, ela me fez deitar no chão de terra batida do mirante. Montou no meu pau e começou a cavalgar – suada, suja, os pés ainda suados no meu rosto.
— Lambe meus pés enquanto eu monto em você.
Lambi. O gosto do pé dela misturado com o gosto da terra, do suor, do sexo.
Gozamos juntos.
Na descida da trilha, ela andou descalça – os pés ficaram sujos de terra, folhas, galhos.
— Não vou limpar até chegar em casa — ela disse. — Você vai lamber a terra dos meus pés.
— Combinado.
Chegamos em casa no domingo à noite. Ela estava exausta, suada, suja de terra, sal do mar, areia, suor.
— Toma banho? — perguntei.
— Não. Você vai lamber tudo hoje. Amanhã eu tomo banho.
Passei a noite inteira lambendo cada centímetro do corpo dela. Os pés sujos de terra. As axilas com suor de dois dias. A buceta com suor, xixi e gozo seco. O cu. As costas. Os seios.
Quando eu terminei, ela estava limpa – a língua tinha tirado a terra, o suor, os resíduos.
— Você é meu melhor fetiche — ela disse, antes de dormir.
— Você é o meu — respondi.
No dia seguinte, no trabalho, ela mandou uma mensagem:
"Próximo fetiche: quero você usando minha calcinha suada por baixo da sua calça. O dia inteiro. Vou escolher uma bem suja."
Respondi: "Pode escolher. Eu uso."
Ela respondeu com uma foto: uma calcinha de algodão preta, com uma mancha amarela de xixi seco e um cheiro que eu já conseguia imaginar.
Meu pau endureceu na calça.
O chefe entrou na sala. Eu disfarcei.
Mas o dia inteiro, só consegui pensar no cheiro dela. E no cheiro que ainda estava por vir.
Na segunda-feira de manhã, recebi uma mensagem de Fernanda:
"Vim sem calcinha hoje. A que eu ia te dar está na sua mochila. Coloquei quando você dormiu. Ela tem três dias de uso. Boa sorte."
Abri minha mochila no escritório, antes de a equipe chegar. Havia um saco plástico transparente dentro. E dentro do saco, a calcinha.
Era uma calcinha de algodão preta, fio dental, daquelas que mal cobriam a buceta. O tecido estava manchado – uma mancha amarelo-clara na parte da frente (xixi seco), uma mancha mais escura no centro (suor e corrimento), e um cheiro que escapava mesmo através do plástico.
Tirei do saco. Levei ao nariz.
O cheiro.
Era o cheiro mais concentrado dela que eu já tinha sentido. Não era só suor de axila ou sangue menstrual. Era o cheiro da buceta dela depois de um dia inteiro de trabalho, mais o cheiro do xixi, mais o cheiro do suor da virilha, mais o cheiro do próprio tecido de algodão absorvendo tudo.
Meu pau doeu.
Olhei para a porta. Ainda sozinho.
Vesti a calcinha debaixo da minha calça social. O tecido estava duro – o suor seco tinha cristalizado. Quando a calcinha encostou no meu pau, eu quase gozei na hora.
O cheiro subiu. Mesmo por baixo da calça, eu sentia.
Ela tinha feito isso de propósito. Ela queria que eu sentisse o cheiro dela o dia inteiro. Queria que eu ficasse louco.
E eu fiquei.
Na primeira reunião, às 9h, eu já estava suando. A calcinha esquentou com o calor do meu corpo, e o cheiro ficou mais forte – o suor seco reidratou com o meu suor, e a mistura dos dois cheiros (o dela e o meu) criou um odor novo, mais intenso.
Eu não conseguia me concentrar. O chefe falava sobre metas trimestrais, e eu só pensava na buceta da Fernanda. Na calcinha que estava roçando no meu pau. No fato de que ela estava sentada na mesma sala, sem calcinha, talvez molhada, talvez rindo por dentro porque sabia o que eu estava passando.
No intervalo, ela veio até mim perto da máquina de café.
— Como está se sentindo? — ela sussurrou, com um sorriso.
— Estou enlouquecendo.
— Mostra.
Olhei em volta. Corredor vazio por um segundo. Abri a calça o suficiente para ela ver a calcinha preta por baixo.
— Lindo — ela disse. — Agora aperta.
Apertei a calcinha contra o meu pau.
— Sente o cheiro — ela sussurrou. — Sente o cheiro da minha buceta na sua mão.
Alguém entrou no corredor. Fechei a calça.
— A tarde vai ser pior — ela disse, indo embora. — Porque eu vou suar mais.
Depois do almoço, Fernanda foi para a academia do prédio. Ela sempre malhava no horário de almoço – corria esteira por 40 minutos, suava intensamente.
Quando voltou, ela passou por mim no corredor. Não disse nada. Só me olhou e sorriu.
O cheiro dela estava tão forte que eu podia sentir a axila dela a um metro de distância. O suor do treino tinha ativado todas as glândulas.
Às 16h, não aguentava mais.
Mandei uma mensagem:
"Vou mijar na calcinha se continuar assim."
Ela respondeu:
"Mija. Depois eu quero ver."
Fui ao banheiro. Fechei a porta do box. Abri a calça e a calcinha dela.
O cheiro que subiu do tecido depois de horas de uso era indescritível. O suor dela, o meu suor, o cheiro do meu pau, o xixi dela seco, tudo misturado.
Olhei para o vaso. Hesitei.
Depois sorri.
Mijei na calcinha.
A urina quente encharcou o tecido, dissolveu os cristais de suor seco, escorreu pelos meus dedos. O cheiro ficou ainda mais forte – ácido, amargo, úrico.
Torci a calcinha na pia – saiu um líquido amarelo-claro. Coloquei de volta. A calcinha estava encharcada, gelada no começo, depois quente com o calor do meu corpo.
Voltei para a sala.
O cheiro agora era insuportável (no bom sentido). Eu sentia ele subindo da minha calça. Quem estivesse perto sentiria. Mas isso me excitava ainda mais.
Às 18h, fui para o estacionamento. Fernanda já estava no meu carro, sentada no banco do passageiro.
— Tira a calça — ela mandou.
Tirei. A calcinha preta estava encharcada, quase preta de tão molhada. As manchas de xixi e suor se misturaram.
— Você mijou mesmo — ela disse, rindo.
— Mijei.
— Cheira.
Tirei a calcinha e dei a ela. Ela levou ao nariz e respirou fundo.
— Porra, Carlos. Isso cheira a sexo. Cheira a você. Cheira a mim.
— Cheira a nós dois.
Ela enfiou a calcinha na própria boca. Chupou o tecido, sugou a urina e o suor.
— Isso é o meu dever de casa — ela disse, depois de tirar. — Eu tenho que provar o que eu fiz você usar.
Ela tirou a própria calcinha dela – não usava nenhuma, então só abriu as pernas – e ficou com a buceta exposta.
— Agora você vai usar essa calcinha sua na minha buceta. De novo. Quero ela encharcada do meu gosto também.
Peguei a calcinha molhada – que tinha o meu mijo, o suor dela, o meu suor – e esfreguei na buceta dela. O tecido escuro ficou mais escuro com o líquido dela.
— Agora enfia na minha boca de novo.
Enfiei a calcinha na boca dela. Ela chupou, sugou, lambeu. Depois tirou.
— O melhor cheiro que eu já provei — ela disse.
Fomos ao apartamento dela. Ela não quis tomar banho.
— Ficamos sujos hoje. Vou deixar acumular.
Pedi pizza. Comemos sujos, sentados no sofá, o cheiro do nosso corpo misturado com o cheiro da pizza.
Depois de comer, ela se sentou no meu colo.
— Hoje você vai ser meu escravo de cheiros. Você vai lamber cada centímetro do meu corpo. Começa pelos pés.
Tirei as meias dela – ela tinha usado tênis o dia inteiro sem meias. Os pés dela estavam suados, com a pele amolecida pela umidade. O cheiro subiu – ácido, forte, de vinagre.
Lambi. Os dedos, um por um. O arco do pé. O calcanhar. A sola.
— Isso, meu cachorro — ela gemia. — Lambe o suor dos meus pés.
Depois dos pés, as pernas. Ela não depilava – os pelos das pernas estavam úmidos de suor. Lambi cada pelo, cada centímetro.
Depois as coxas. O suor da virilha escorria pela parte interna das coxas – um suor mais gorduroso, com cheiro mais forte.
Depois a buceta. Ela não lavava desde sábado. O cheiro estava concentrado, metálico, salgado, com um fundo adocicado de fermentação.
— Enfia a língua.
Enfiei. A língua entrou na buceta suja dela. O gosto era forte – urina, suor, corrimento, tudo misturado.
— Agora a axila.
Levantei o rosto, lambi a axila dela. O suor do dia inteiro – mais o suor do jantar, mais o suor do tesão – escorria na minha língua.
— Você está pronto para o próximo nível? — ela perguntou.
— Qual?
— Eu não vou tomar banho por duas semanas.
Minha respiração parou.
— Duas semanas?
— Duas semanas. Vou trabalhar, malhar, transar com você, andar no sol. Vou acumular cheiro. E no final, você vai me lamber inteira. Dos pés à cabeça. E não vai poder gozar até eu deixar.
— Isso é impossível.
— Para um homem comum, sim. Para você, não.
Elas foram as duas semanas mais longas e mais excitantes da minha vida.
Dia 1: ela ainda cheirava a suor do dia anterior – suportável. Eu lambi as axilas dela antes de dormir.
Dia 2: o cheiro ficou mais forte. Ela foi trabalhar sem desodorante. Na reunião, o cheiro dela já incomodava as outras pessoas. Eu adorava.
Dia 3: ela não lavou a buceta. O cheiro subia quando ela abria as pernas. À noite, ela sentou no meu rosto e me obrigou a cheirar por uma hora sem lamber.
Dia 4: ela foi à academia. Voltou com o corpo coberto de suor cristalizado. Eu lambi o sal do braço dela.
Dia 5: o cheiro do corpo dela já preenchia o apartamento. Ela andava pelada, sem vergonha. As axilas estavam escuras de suor acumulado.
Dia 6: a buceta dela já tinha uma camada de corrimento seco e suor. Quando ela abria as pernas, o cheiro chegava até a porta do quarto.
Dia 7: primeira mijada semanal. Ela mijou no meu peito e mandou eu não lavar. O cheiro do mijo seco misturou com o cheiro do meu suor.
Dia 8: ela usou a mesma calcinha por 48 horas. Depois me deu. Usei o dia inteiro no trabalho.
Dia 9: o cheiro das axilas dela estava tão forte que eu conseguia sentir a umidade do suor a meio metro de distância.
Dia 10: o limite. Ela me fez lamber o cu dela – sujo, com suor e resíduos de papel. O gosto era forte, amargo, mas eu lambi até ela gozar.
Dia 11: ela começou a menstruar. O sangue misturou com o cheiro acumulado. A combinação era selvagem.
Dia 12: ela não trocou o absorvente por 24 horas. Depois me deu. Cheirei como se fosse um perfume caro.
Dia 13: eu já estava alucinando. O cheiro dela tinha impregnado minha pele. Eu cheirava a ela. Ela cheirava a ela. Não dava para distinguir mais.
Dia 14: o grande dia.
No sábado do décimo quarto dia, ela me chamou para o apartamento dela.
Ela não tomou banho de manhã. Acordou com o cheiro acumulado no lençol.
— Hoje você vai me limpar. Com a língua. E não vai usar água. Só a sua saliva.
Ela deitou na cama, de bruços.
— Começa pelos pés.
Passei duas horas lambendo o corpo dela.
Comecei pelos pés – sujos, com a pele endurecida, o cheiro ácido de suor acumulado. Lambi cada dedo, cada unha, cada centímetro da sola.
Depois as pernas – os pelos grossos, molhados de saliva. Lambi de cima para baixo, depois de baixo para cima.
Depois as costas – o suor tinha secado em camadas. Quando eu lambia, a língua ficava branca de sal.
Depois as nádegas – o suor da bunda tinha um cheiro mais forte, almiscarado. Lambi a fenda, o períneo, o cu.
Depois a buceta. Ela ainda menstruada – o sangue já estava escuro, quase marrom. Lambi do grelinho ao ânus. O gosto era cobre, terra, sal.
Depois a barriga – o suor acumulado entre os seios, embaixo dos seios.
Depois os seios – os mamilos escuros, com crostas de suor seco. Chupei os mamilos até eles ficarem limpos.
Depois o pescoço, a nuca, as orelhas.
E finalmente as axilas.
As axilas dela eram o ponto mais sujo. Duas semanas de suor acumulado, sem desodorante, sem lavagem. O cheiro era tão forte que meus olhos marejaram. O suor tinha cristalizado em camadas – branco, amarelo, marrom.
— Lambe — ela ordenou.
Enfiei o rosto na axila esquerda. Lambi a camada superficial – o sal dissolveu na minha língua, o gosto era puro umami. Depois lambi mais fundo – a pele úmida por baixo das crostas. Depois chupei a axila inteira, como se fosse uma boca.
Ela gemeu.
— Isso, Carlos. Limpa minha axila. Quero ela brilhando.
Troquei para a axila direita. Mesmo processo. Quando terminei, as duas axilas dela estavam úmidas de saliva, sem crostas, com a pele rosada.
— Agora cheira.
Cheirei. O cheiro ainda estava lá – o suor acumulado não saiu completamente com a saliva. Mas estava mais suave, mais íntimo.
— Perfeito — ela disse. — Agora me fode.
Enfiei o pau na buceta menstruada dela – o sangue já tinha parado de escorrer, mas os resíduos ainda estavam lá. O cheiro subiu – sangue, suor, saliva, tesão.
Ela levantou os braços e esfregou as axilas no meu rosto enquanto eu metia.
O cheiro agora era triplo: a buceta dela, as axilas dela, e o meu pau sujo do corpo dela.
— Goza dentro de mim — ela pediu.
— Goza primeiro.
Ela gozou. O corpo dela tremeu, a buceta contraiu em volta do meu pau, as axilas suadas pressionaram meu nariz.
Gozei dentro dela. Jorrei quente, misturando com o sangue residual, com o suor, com a saliva.
Ficamos ali, imóveis, por vários minutos. Eu ainda dentro dela, o rosto ainda nas axilas dela.
— Duas semanas — ela sussurrou. — Você aguentou.
— Por você, aguento qualquer coisa.
— Mesmo?
— Mesmo.
— Então na semana que vem... eu quero tentar um mês.
— Um mês sem tomar banho?
— Um mês sem tomar banho. E sem lavar a buceta. E sem trocar de calcinha. Eu vou usar a mesma calcinha por 30 dias. E no final, você vai lamber ela limpa.
Meu pau endureceu dentro dela de novo.
— Você está ficando louca.
— Você está ficando mais louco. Por isso que a gente combina.
No dia seguinte, ela tomou banho.
Foi o primeiro banho em quinze dias.
Ela saiu do chuveiro com a pele rosada, o cabelo molhado, cheirando a sabonete de ervas.
— Estranho — ela disse, cheirando o próprio braço. — Eu não sinto o meu cheiro.
— Eu também não.
— Você vai sentir falta?
— Já estou sentindo.
Ela sorriu.
— Não se preocupa. Em dois dias eu já estou suada de novo. E em uma semana, o cheiro volta.
— E o mês?
— O mês começa na segunda. Vou comprar uma calcinha nova hoje. De algodão branco. Para você ver ela ficar suja aos poucos.
— Você vai usar ela no trabalho?
— Vou usar em tudo. Academia, trabalho, sono, sexo. Tudo.
— E quando ela ficar preta?
— Quando ela ficar preta, você vai usar ela por baixo da sua calça por uma semana. E depois você vai mijar nela. E depois você vai lamber.
— E depois?
— E depois a gente começa de novo.

Foi numa noite de domingo, depois de um fim de semana inteiro de sexo selvagem. Estávamos deitados na cama dela, o lençol manchado de suor, gozo e sangue (ela ainda menstruada, últimos dias). O cheiro do nosso corpo preenchia o quarto – o cheiro que eu amava.
— Fernanda — chamei, passando a mão na buceta peluda dela. — Eu quero te pedir uma coisa.
— Fala.
— Eu quero te depilar.
Ela se virou para mim, uma sobrancelha levantada.
— Depilar? Você que tem fetiche por pelos, por cheiro?
— Tenho. Mas eu quero ver você lisa. Só uma vez. Quero ver sua buceta completamente depilada. Suas axilas também. Quero lamber você lisa.
Ela ficou em silêncio por um momento, pensando.
— Você topa? — perguntei.
— Topo — ela respondeu. — Mas com uma condição.
— Qual?
— Eu vou depilar você primeiro.
— Depilar onde?
Ela sorriu. Aquele sorriso malicioso que eu já conhecia bem.
— Seu cu. Eu vou depilar seu cu. Todinho. E depois que eu depilar, eu vou lamber. E depois que eu lamber, eu vou enfiar meus dedos. E depois que eu enfiar meus dedos, eu vou enfiar o meu consolo em você.
Meu pau endureceu na hora.
— Você quer me comer?
— Quero. E você vai deixar.
— Vou.
— Por quê?
— Porque eu confio em você. E porque eu quero sentir.
Ela me beijou.
— Amanhã então. Vou comprar cera depilatória hoje. A boa, de cristal. Vai doer, mas você vai gostar.
— Vou.
Na segunda-feira à noite, fui ao apartamento dela. Ela tinha comprado a cera, a espátula de madeira, as tiras de tecido. Também comprou um anestésico tópico – "para o cu do meu amor não doer tanto", ela disse.
— Tira a roupa — ela mandou. — Deita de bruços na cama.
Deitei. Ela colocou uma toalha velha embaixo de mim.
— Vou começar devagar. Vou depilar a parte de fora primeiro. Depois a parte de dentro. Você vai sentir uma ardência, mas passa.
— Pode começar.
Ela esquentou a cera no micro-ondas. Testou a temperatura no pulso. Passou uma camada fina na região do meu ânus – mas só na parte de fora, onde os pelos eram mais grossos.
Colocou a tira de tecido. Apertou. E puxou.
— Porra! — eu gritei.
— Doeu?
— Doeu pra caralho.
— Mas doeu gostoso?
Pensei por um segundo.
— Doeu gostoso.
Ela riu. Continuou.
Passou mais cera. Puxou mais tiras. Cada puxada era uma dor aguda, seguida de uma sensação de alívio – a pele ficando lisa, o ar tocando onde antes só pelo existia.
— Você está ficando com um cu de bebê — ela disse. — Lisinho. Rosado.
— Mostra.
Ela me deu um espelho de mão.
Olhei. Meu cu estava completamente liso. Nunca tinha visto ele assim. A pele era clara, com um tom rosado no centro. Parecia vulnerável. Exposto.
— Eu me senti pelado — eu disse.
— Você está pelado. Mas agora está mais pelado ainda.
Ela passou a mão no meu cu liso. Os dedos deslizaram sem atrito.
— Perfeito — ela disse. — Agora minha vez.
Ela deitou de costas na cama. Abriu as pernas.
A buceta dela estava peluda – pelos escuros, grossos, crescidos. Fazia semanas que ela não depilava. Os pelos da virilha subiam até o umbigo, e os grandes lábios estavam cobertos.
— Você tem certeza que quer? — ela perguntou. — Vai perder o cheiro.
— Vou ganhar uma visão. E um gosto novo. Quero lamber você lisa.
— Então começa.
Aqueci a cera. Testei na minha mão. Passei uma camada generosa na virilha dela, na direção do pelo.
— Segura firme — eu disse.
— Segura.
Apertei a pele com uma mão, com a outra puxei a tira.
Ela gemeu – não de dor, de surpresa.
— Porra, Carlos... isso dói.
— Quer parar?
— Não. Continua.
Passei mais cera. Puxei mais tiras. A pele dela foi ficando rosada, lisa, brilhante.
Quando terminei a virilha, passei para os grandes lábios. A parte mais delicada.
— Vai devagar — ela pediu.
Fui devagar. Cera em pequenas áreas. Tiras pequenas. Puxões rápidos.
Ela gemia a cada puxada – uma mistura de dor e prazer que eu conhecia bem.
Quando terminei os grandes lábios, passei para o períneo. Depois para os pequenos lábios. Depois para o ânus dela.
Ela já tinha o cu liso naturalmente – poucos pelos. Mas eu passei cera mesmo assim, para deixar tudo uniforme.
— Pronto — eu disse, depois de limpar os resíduos com óleo de coco. — Olha.
Ela pegou o espelho.
A buceta dela estava completamente lisa. Os grandes lábios rosados, os pequenos lábios aparecendo, o grelinho exposto. O ânus dele, pequeno e rosado.
— Eu pareço uma boneca — ela disse, rindo.
— Parece uma boneca que eu quero comer.
— Primeiro você vai ser comido. Combinado.
— Combinado.
— Agora as axilas — eu disse.
Ela levantou os braços. As axilas dela estavam peludas – pelos escuros, grossos, molhados de suor mesmo depois do banho. O cheiro subiu – aquele cheiro que me deixava louco.
— Vai sentir falta do cheiro? — ela perguntou.
— Vou. Mas vou sentir o cheiro novo. O cheiro da pele lisa suando.
Apliquei cera na axila direita. Puxei. Ela gemeu.
— Doeu?
— Doeu. Mas a axila é mais sensível.
— Quer parar?
— Não. Depila tudo.
Fiz a axila direita primeiro – passei cera, puxei tiras, limpei com óleo. Depois a esquerda.
Quando terminei, as axilas dela estavam lisas, rosadas, com a pele sensível.
— Cheira — ela pediu.
Cheirei. O cheiro ainda estava lá – o suor dela impregnado na pele – mas estava mais suave, mais limpo. Sem os pelos para reter a umidade, o cheiro evaporava mais rápido.
— Diferente — eu disse. — Mas ainda é o seu cheiro.
— Ainda bem. Porque se você parar de gostar de mim, eu vou ter que passar a usar desodorante.
— Nunca. Pode raspar tudo. Pode depilar tudo. O seu cheiro está na sua pele. Não nos seus pelos.
Ela me beijou.
— Você é muito romântico para um fetiche tão nojento.
— Obrigado.
Fernanda me virou de bruços na cama.
— Agora a parte que eu mais esperei — ela disse. — Vou lamber seu cu lisinho.
Ela se ajoelhou atrás de mim. Abriu minhas nádegas com as duas mãos.
Meu cu estava completamente exposto – liso, rosado, contraído de nervosismo.
— Relaxa — ela disse. — Vai ser bom.
Ela inclinou a cabeça e começou a lamber.
A língua dela tocou o meu ânus – quente, macia, úmida. Ela passou a língua em volta, fazendo círculos lentos, como se estivesse desenhando um redemoinho.
— Porra... — eu gemi. — Isso é...
— É o quê?
— É muito bom.
Ela continuou. A língua dela agora pressionava a entrada do meu cu, sem entrar. A sensação era estranha no começo – íntima demais, vulnerável demais – mas o prazer foi crescendo.
— Pode enfiar — eu pedi.
— Calma. Primeiro a língua.
Ela enfiou a ponta da língua. Só a ponta, meio centímetro. O cu se contraiu, depois relaxou.
— Isso... mais...
Ela enfiou mais. A língua entrou uns dois centímetros dentro de mim. Eu senti a textura macia da língua dela nas paredes internas do meu ânus.
— Você está gostando de ser comido pela língua? — ela perguntou.
— Estou.
— Quer um dedo?
— Quero.
Ela tirou a língua. Lambeu o dedo indicador direito – babou generosamente – e começou a esfregar a ponta do dedo no meu cu.
— Relaxa de novo.
Relaxei. Ela enfiou o dedo.
Só a primeira falange. Depois a segunda. Depois o dedo inteiro.
— Porra... — eu gemi.
— Gostou?
— Gostei.
Ela começou a mexer o dedo lá dentro – movimentos circulares, indo e vindo. O som era molhado, obsceno.
— Você está muito apertado — ela disse.
— É porque é a primeira vez com um dedo de verdade.
— A primeira de muitas.
Ela tirou o dedo. Lambeu de novo. Dessa vez enfiou o indicador e o médio juntos.
— Vai doer — ela avisou.
— Pode doer.
Ela enfiou. Doeu. Meu ânus se esticou para acomodar os dois dedos. Mas a dor passou rápido, substituída por uma sensação de plenitude.
— Mexe — eu pedi.
Ela mexeu. Os dedos dela se moviam lá dentro, explorando, pressionando. Em algum lugar, ela tocou em algo que fez meu pau endurecer instantaneamente.
— Achou? — ela perguntou, vendo minha reação.
— Achou. O quê que é?
— Próstata. Vou massagear.
Ela pressionou o ponto. Uma onda de prazer subiu da minha próstata até a cabeça do meu pau. Eu gemi alto.
— Isso, Carlos. Geme para mim. Mostra que você gosta de ser fodido.
Ela massageou a próstata enquanto enfiava e tirava os dedos. Eu estava ofegante, suando, o pau tão duro que doía.
— Quer três? — ela perguntou.
— Quero.
Ela tirou os dois. Lambeu os três dedos da mão direita – indicador, médio, anelar – e enfiou de uma vez.
Doeu mais. Meu ânus se esticou ao máximo. Mas eu não pedi para parar.
— Respira — ela disse.
Respirei. Ela enfiou tudo. Os três dedos dentro do meu cu.
— Mexe — eu pedi, a voz falhando.
Ela mexeu. Os três dedos giravam lá dentro, pressionando a próstata, esticando as paredes internas. O prazer era tão intenso que minhas pernas tremiam.
— Você está pronto para o consolo? — ela perguntou.
— Estou.
— Tem certeza? Ele é maior que meus dedos.
— Tenho. Enfia.
Ela tirou os dedos. Abriu a gaveta da cabeceira e pegou o consolo.
Era um consolo preto de silicone, 18 centímetros, com uma ventosa na base. Não era o maior do mercado, mas era mais grosso que os três dedos juntos.
— Vai doer — ela disse.
— Já sei.
Ela passou lubrificante generosamente no consolo – e generosamente no meu cu. O gel era frio no começo, depois esquentou com o contato com a pele.
— Deita de bruços. Empina a bunda.
Empinei. Ela posicionou a cabeça do consolo na entrada do meu cu.
— Relaxa pela última vez.
Respirei fundo e relaxei.
Ela empurrou.
A cabeça entrou – grossa, quente. Eu gritei – não de dor, de choque. Era muita grossura. Meu ânus se esticou até um limite que eu não sabia que existia.
— Para — eu pedi.
Ela parou.
— Quer parar?
— Não. Só espera um pouco.
Esperou. Meu ânus se acostumou com a grossura da cabeça. A dor diminuiu, transformando-se em uma pressão profunda.
— Pode continuar.
Ela empurrou o resto. O consolo entou centímetro por centímetro, abrindo um caminho que nenhum pau jamais tinha aberto (nem o dela, nem o meu, nem de ninguém). Quando chegou no final – os 18 centímetros inteiros dentro de mim – eu senti o consolo batendo no fundo do meu intestino.
— Porra — eu gemi. — Está tudo dentro.
— Está. E agora vou mexer.
Ela começou a mover o consolo. Devagar no começo – estocadas curtas, profundas. O consolo entrava e saía, e a cada entrada, a cabeça roçava na minha próstata.
— Isso, Fernanda — eu gemia. — Me come. Me fode com esse consolo.
— Estou fodendo. E você está adorando.
— Estou.
Ela acelerou. Agora as estocadas eram mais rápidas, o consolo entrava e saía com força. O som era obsceno – o lubrificante fazendo ploc-ploc-ploc a cada estocada.
— Vou gozar — eu avisei.
— Ainda não. Quero ver você gozar sem tocar no pau.
Ela continuou. O consolo entrava e saía, entrava e saía, pressionando a próstata a cada vez. Meu pau estava tão duro que parecia que ia explodir. O pré-gozo escorria em fio, molhando o lençol.
— Agora — ela disse. — Goza.
Gozei. Jorrei no lençol, jato após jato, sem ninguém tocar no meu pau. Apenas com o consolo no meu cu.
Enquanto eu gozava, ela não parou de mexer o consolo – cada espasmo do meu orgasmo era amplificado pela estimulação da próstata.
— Porra, Fernanda — eu gemi, depois que o orgasmo passou. — Isso foi...
— Foi o quê?
— Foi a melhor coisa que eu já senti.
— Ainda não terminou.
Ela tirou o consolo do meu cu devagar – escorreu uma poça de lubrificante e resíduos. Me virou de costas.
— Agora você vai me lamber. Com a buceta depilada. Quero ver você sentindo a diferença.
Ela sentou no meu rosto – a buceta lisa, rosada, o grelinho exposto.
O cheiro era diferente. Sem os pelos, o cheiro da buceta dela estava mais puro – mais concentrado, sem o odor dos pelos acumulando suor. Era o cheiro da pele dela. Da buceta dela. Sem filtros.
— Sente o cheiro? — ela perguntou.
— Sinto. É o seu cheiro. Mas mais... limpo.
— Lambe.
Lambi. A língua tocou os grandes lábios lisos – a pele era macia, escorregadia. Sem os pelos, a língua deslizava sem obstáculos.
— Diferente — eu disse.
— Melhor ou pior?
— Melhor. Diferente, mas melhor.
Ela esfregou a buceta depilada no meu rosto – o grelinho roçou no meu nariz, os grandes lábios passaram pela minha boca.
— Eu também estou diferente — ela disse. — Eu sinto mais. A buceta está mais sensível. Quando você lambe, parece que a língua está tocando diretamente na pele.
— Porque está. Não tem pelo para atrapalhar.
— Pois não tira mais. Eu quero ficar lisa para sempre.
— E as axilas?
Ela levantou o braço e esfregou a axila lisa no meu rosto.
O cheiro ainda estava lá – mais suave, mas inconfundível. O suor dela.
— Axilas lisas também — ela disse. — Você prefere?
— Eu prefiro você. Com ou sem pelos. Lisa ou peluda. Suja ou limpa.
— Que romântico.
— Que nojento romântico.
Ela riu.
— Me fode agora. Com a buceta lisa. Quero sentir seu pau dentro de mim sem atrito.
Enfiei o pau na buceta lisa dela. A sensação era completamente diferente – sem os pelos, a penetração era mais suave, mais escorregadia. Eu sentia cada centímetro da parede interna dela, cada contração.
— Gostou? — ela perguntou.
— Gostei. É como se fosse a primeira vez.
— É a primeira vez. A primeira vez lisa.
Ela levantou os braços e esfregou as axilas lisas no meu rosto enquanto eu metia. O cheiro do suor dela – puro, sem filtros – subiu no meu nariz.
Gozamos juntos. Eu dentro da buceta lisa dela. Ela com as axilas lisas no meu rosto.
Depois, deitamos abraçados.
— Nunca mais vou depilar — ela disse.
— Depilar o quê?
— Tudo. Vou deixar crescer de novo.
— Por quê?
— Porque você gosta do meu cheiro. E pelos seguram cheiro.
— Mas eu gostei de você lisa.
— Você gosta de mim de qualquer jeito.
— Gosto.
— Então você vai gostar de mim peluda de novo.
— Vou.
— E você? Vai deixar o cu peludo de novo?
— Não. Vou manter liso.
— Por quê?
— Para você lamber mais fácil.
Ela sorriu.
— Aí está um bom motivo.
No dia seguinte, fomos trabalhar. Ela depilada – buceta e axilas lisas. Eu depilado – cu liso.
Ninguém sabia. Era o nosso segredo.
Na reunião da manhã, ela sentou ao meu lado. O cheiro dela ainda estava lá – mais suave, mas presente. Eu senti. Ela sabia que eu sentia.
No intervalo, ela me mandou uma mensagem:
"Comprei outro consolo. Maior. 22 centímetros. Fim de semana você vai ser meu de novo."
Respondi:
"Pode comprar. Eu vou ser seu."
Ela respondeu:
"Sempre foi."
E eu sabia que ela tinha razão.

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Ficha do conto

Foto Perfil casalbisexpa
casalbisexpa

Nome do conto:
O Cheiro Dela – Fetiches Selvagens com a Colega Gordinha

Codigo do conto:
260391

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
25/04/2026

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