Campeonato de Tesão – Jiujitsu, Suor e a Noite que a Professora Fodeu Todo Mundo
Sou Márcia (25 anos). Mulher negra, corpo definido, campeã brasileira de jiujitsu. Seios pequenos, bunda dura, cabelo preso. Lésbica assumida. Adora se esfregar nas alunas durante os treinos, mas também adora humilhar os homens. Ricardo (26 anos) – bombado, 1,85m, barriga tanquinho, braços grossos, pernas torneadas. Pau de 11 cm – pequeno, mas grosso. Namorado de Aline. Corno manso em formação. Aline (24 anos) – loira natural, olhos azuis, bunda enorme. Cabelos compridos. Nunca foi satisfeita no anal porque o pau do namorado é pequeno e não "preenche". Adora provocar e ser provocada. Leonardo (23 anos) – magro, cara de nerd, óculos, sem músculos aparentes. Mas com um pau de 20 cm – comprido e fino, como uma trombone. Namorado de Beatriz. Beatriz (23 anos) – branquinha de cabelo preto liso, seios médios, olhos castanhos. Introvertida, tímida, mas com muito tesão reprimido. Adora ver o namorado com o pau enorme, mas tem vergonha de falar sobre sexo. A academia de ginástica onde eu malhava começou a oferecer aulas de jiujitsu. A instrutora era eu – Márcia, 25 anos, faixa preta, campeã brasileira. No primeiro dia de divulgação, mostrei algumas técnicas: chave de braço, raspagem, mata-leão. Mas o que chamou a atenção foi a maneira como eu me esfregava nos alunos durante os treinos. — No jiujitsu, o contato é constante – eu disse, esfregando o quadril no abdômen de um aluno novato. – Você precisa sentir o corpo do oponente. O suor, a respiração, o peso. O aluno ficou vermelho. A calça dele começou a marcar. — Relaxa – disse, rindo. – É normal. Para incentivar a turma, a academia promoveu um mês de aulas grátis. Como era experimental, não tinha kimono. Os alunos treinavam de camiseta, short e, em alguns casos, top e legging. Foi assim que dois casais de amigos resolveram participar. Ricardo era o bombado. 1,85m, 95kg de músculo. Barriga tanquinho, braços grossos, peitoral definido. Mas o pau dele – 11 cm – era pequeno demais para o corpo que ele tinha. Aline, sua namorada, nunca tinha gozado com ele no anal. Leonardo era o oposto. Magro, cara de nerd, óculos. Mas o pau dele – 20 cm – era uma anomalia. Fino, comprido, a cabeça rosada como uma ameixa. Beatriz, sua namorada, adorava ver o pau dele duro, mas tinha vergonha de pedir sexo. Aline era loira, olhos azuis, bunda enorme. Usava leggings justas nos treinos de propósito. Adorava sentir os olhares. Beatriz era branquinha, cabelo preto liso, introvertida. Falava pouco. Mas o olho dela brilhava quando via o pau do namorado marcando o short. E eu, Márcia, vi tudo desde o primeiro dia. Na primeira semana, ensinei o mata-leão: um golpe em que você envolve o pescoço do oponente com o braço e aperta até ele desistir. — Beijinho no ombro, galera. O braço tem que entrar aqui, ó. Demonstrei em Ricardo. Subi nas costas dele, as pernas envolvendo o quadril largo dele, o peito colado nas costas suadas. O cheiro subiu – suor de academia, de homem, de esforço. — Sente o cheiro? – perguntei para a turma. – Isso é adrenalina. É normal. Beatriz e Aline cochicharam no canto. — Nossa, a Márcia tá se esfregando toda no Ricardo – Aline disse. — O seu namorado está gostando – Beatriz respondeu. — Ele não. Ele está com vergonha. Olha a orelha dele. — Tá vermelha mesmo. — E você? Seu namorado está com vergonha? — Nem um pouco. Ele só fica duro. As duas olharam para a calça de Leonardo. Marcava – e muito. Uma trombone de 20 cm desenhada no tecido cinza do short. — Puta que pariu – Aline sussurrou. — É grande, né? — É enorme. — E o do Ricardo? — Pequeno. Muito pequeno. Aline falou com amargura. Beatriz não respondeu. Apenas observou. Eu continuei a demonstração. O pau de Ricardo começou a endurecer por baixo da calça – mas não marcava. O meu corpo esfregando nele, o suor na minha pele, o cheiro... tudo isso o excitava. Eu senti o volume pequeno pressionando minha coxa. — Você está duro, Ricardo? Ele ficou vermelho. — É normal – eu disse, rindo. – O jiujitsu é assim. Muito contato. Desci das costas dele. Olhei para Leonardo. O pau dele marcava como uma arma. — Leonardo, sua vez. Na segunda semana, ensinei a raspagem. Um golpe em que você tira o oponente de cima usando as pernas. — A coxa tem que entrar aqui, ó. Pedi que Leonardo deitasse de costas. Montei nele. Minhas pernas abriram as pernas dele. Minha coxa – suada, forte – pressionou a virilha dele, esfregando no pau duro por cima do short. Ele ficou mais duro. Não tinha como esconder. O pau de 20 cm apontou para o teto, marcando o short como uma barraca de circo. — Relaxa – sussurrei, só para ele. – É normal. Continuei o movimento. Minha coxa roçou no pau dele. Ele gemeu baixo. Aline olhou para Ricardo. — Por que você não fica duro assim? – ela perguntou, com a voz baixa mas ácida. — Eu tô duro – ele respondeu. — Não parece. — É porque é pequeno. Não marca. Ela suspirou. Na terceira semana, ensinei o acochar – um movimento em que você usa o quadril para pressionar o oponente contra o chão. Eu amava esse golpe – especialmente quando aplicava nas mulheres. — Você senta aqui, ó. E empurra. Acochei Aline. Fiquei de joelhos, sentei meu quadril na bunda enorme da loira, e empurrei. O contato foi íntimo. Minha buceta – por cima do top – pressionou o cu de Aline – por cima da legging. — Assim – eu disse, com a voz grave. – Sente o movimento. Aline gemeu. Não de dor – de surpresa. O calor, o suor, o cheiro da minha buceta – ela sentiu tudo. — Você gostou? – sussurrei, só para ela. — O quê? — De sentir o meu corpo no seu. — Eu... não sei. — Vai saber. Vai saber. Eu me levantei. Aline ficou vermelha, ofegante, a buceta molhada por baixo da legging. Beatriz viu tudo. O olho dela brilhou. — Professora, você pode acochar eu também? – Beatriz perguntou, tímida. — Claro. Acochei Beatriz. A bunda dela era menor, mas mais durinha. Meu quadril pressionou o dela. Ela gemeu baixo – mais baixo que Aline, mas com mais tesão. — Gostou? – perguntei. — Gostei. — Do quê? — Do seu cheiro. Eu sorri. Ela estava aprendendo rápido. Uma semana antes do fim do mês grátis, ensinei a montada. Você fica por cima do oponente, senta no peito dele, e controla os braços. — O quadril tem que estar colado aqui, ó. Pedi que Beatriz deitasse de costas. Leonardo montou nela – sentou no peito da namorada. O pau dele – duro, 20 cm – ficou a centímetros do rosto de Beatriz. A ponta rosada brilhava de pré-gozo, escorrendo pelo short. — Olha – Beatriz sussurrou. — Olha o quê? – Leonardo perguntou. — Tá molhando o short. — Eu sei. — Você quer que eu chupe? — Agora não. — Depois? — Depois. Beatriz passou a mão no pau dele por cima do short. Ele gemeu. Eu vi. — Nada de assédio, galera – eu disse, rindo. – Isso aqui é luta, não puteiro. Mas o meu olho brilhou. Durante o treino, o cheiro do suor se misturava. Aline e Beatriz se afastaram para beber água. — Você sente o cheiro? – Beatriz perguntou. — Da Márcia? – Aline respondeu. — Sim. É forte. Bom. — Você gosta? — Gosto. E você? — Também. E do seu namorado? — O Leonardo sua muito. O cheiro dele... me dá tesão. — Sério? — Sério. E o Ricardo? — O Ricardo sua. Mas não tem cheiro. Ele usa desodorante até para dormir. — Que chato. — Pois é. As duas riram. Eu me aproximei. — Tão falando de mim? — Do seu cheiro – Aline disse, sem vergonha. — Gostaram? — Gostamos. — Fica para o fim do treino. A gente conversa melhor. Enquanto as mulheres cochichavam, os homens treinavam juntos. Ricardo e Leonardo faziam um "treino de resistência" – um tentando imobilizar o outro. Leonardo montou no peito de Ricardo. O pau dele – 20 cm – encostou no abdômen tanquinho do bombado. — Tá duro – Ricardo disse. — Tô – Leonardo respondeu. – Ela não para de se esfregar. — Quem? A Márcia? — Sim. E a sua namorada. — A Aline? Ela não se esfrega em mim. — No Leonardo. Ela fica olhando para o meu pau. — Eu sei. — Você não tem ciúmes? — Tenho. Mas não posso fazer nada. É pequeno. Leonardo olhou para a calça de Ricardo. Marcava – mas era um volume pequeno. — Sei como é – Leonardo mentiu. Ele não sabia. Ele tinha 20 cm. Era a última semana do mês grátis. A academia estava vazia – os outros alunos tinham saído cedo. Só ficaram nós cinco: Ricardo, Aline, Leonardo, Beatriz e eu, Márcia. — Hoje a gente vai treinar posições de ataque – eu disse. – Casais trocados. Homens com mulheres trocadas. — Por quê? – Ricardo perguntou. — Porque no jiujitsu você não escolhe o oponente. Você luta contra quem está na frente. — E se a gente não quiser? — Pode ir embora. Ninguém foi. Leonardo deitou de costas. Aline montou nele. O pau dele – 20 cm – pressionou a virilha dela, por cima da legging. — Tá sentindo? – ele perguntou. — Tô. É grande. — Você gosta? — Gosto. Ela começou a se mexer – um movimento lento, de vai e vem, esfregando a buceta por cima da legging no pau duro dele. — Isso não é jiujitsu – ele disse. — Não. É outra coisa. Eu assistia, excitada, me masturbando por cima da calça. Ricardo montou em Beatriz. O pau pequeno dele – 11 cm – pressionou o quadril dela. Ela sentiu, mas quase não sentiu. — Você está dentro? – ela perguntou. — Quase. — Parece que está longe. — É pequeno, eu sei. Ela não respondeu. Eu pedi que Beatriz ficasse de quatro. Leonardo se posicionou atrás dela. — Acocha – mandei. Leonardo sentou o quadril na bunda de Beatriz. O pau de 20 cm pressionou o cu dela por cima da legging. — Tá sentindo? – ele perguntou para a própria namorada. — Tô. Tá entrando? — Quase. Mas a roupa atrapalha. Ele empurrou mais forte. O pau dele escorregou e ficou ao lado do cu dela, pressionando a virilha. Beatriz gemeu. Alto. Aline olhou para Ricardo. — Por que você não geme assim? – ela perguntou. — Porque você não geme para mim. — Porque você não me faz gemer. Ricardo se posicionou atrás de Aline. Ela estava de quatro. Ele enfiou o pau pequeno nela – por cima da legging – mas o pau não alcançava a entrada. — Não está entrando – ele disse. — Eu sei. — É por causa da roupa? — Não. É por causa do tamanho. O golpe foi duro. Ricardo ficou em silêncio. Leonardo, vendo a briga, ficou excitado. O pau dele marcou o short – 20 cm desenhados no tecido. Aline olhou. — Puta que pariu – ela sussurrou. — Quer ver? – ele perguntou. — Quero. Ela puxou o short dele. O pau de 20 cm pulou para fora. — Pega – ele disse. Ela pegou. A mão dela mal conseguia cercar a grossura – mesmo sendo fino, 20 cm compridos é 20 cm compridos. — É enorme – ela disse. — Você gosta? — Morro de tesão. O do Ricardo não chega aos pés desse. Beatriz assistia. O namorado dela com o pau na mão da amiga. Em vez de ciúmes, ela sentiu tesão. — Ricardo, vem aqui – ela chamou. Ricardo foi. Beatriz puxou o short dele. O pau de 11 cm pulou para fora. — É pequeno – ela disse, sem maldade, apenas constatando. — Sei. — Mas é bonitinho. — Bonitinho não come ninguém. — Não. Mas pode ser chupado. Ela começou a chupar ele. O pau pequeno, a cabeça rosa, as bolas grandes. Ele gemia. — Isso, Beatriz – ele gemia. – Chupa. Pelo menos você me dá prazer. A minha namorada prefere olhar para o pau dos outros. Aline ouviu. Em vez de se desculpar, ela se ajoelhou na frente de Leonardo. — Eu vou chupar o pau do seu namorado, Beatriz. Você quer ver? Beatriz parou de chupar Ricardo. Olhou. — Quero. Aline chupou Leonardo. A cabeça rosada, a haste comprida, as bolas. Ele gemia. — Isso, Aline – ele gemia. – Chupa o pau que vai comer você mais tarde. — Você vai me comer? — Vou comer sua buceta. E seu cu. E vou gozar dentro. — Promete? — Prometo. Eu não aguentei mais. — Tira tudo – mandei. – Nus. Hoje não tem jiujitsu. Hoje tem outra coisa. Os quatro tiraram a roupa. Nus: Ricardo: bombado, tanquinho, braçao – pau de 11 cm. A cabeça grossa, a haste fina. As bolas grandes, penduradas. Leonardo: magro, nerd, sem músculos – pau de 20 cm. Comprido, fino, a cabeça rosada. Balançava como um pêndulo. Aline: loira, bunda enorme, buceta lisinha (depilada), seios médios. Beatriz: branquinha, cabelo preto, seios médios, buceta com pelos triangulares. — Vocês são lindos – eu disse. – Todos. Tirei o top. Os seios pequenos, os mamilos escuros. Depois a calça. Não tenho pau. Mas tenho um consolo. E vou usar em vocês. Abri o armário. Dentro, um consolo preto de 22 cm. Grosso, com veias saltadas, cabeça enorme. — Isso é uma pica – eu disse. – A minha pica. — Quem quer ser comido primeiro? — Eu – Leonardo disse. — Eu – Ricardo disse. — Eu – Aline disse. — Eu – Beatriz disse. — Todos. Um por um. — Primeiro: vocês vão comer os namorados um do outro – eu disse. – Leonardo, você vai comer a Aline. Ricardo, você vai comer a Beatriz. E eu vou assistir. Leonardo deitou Aline de costas. Abriu as pernas dela. A buceta lisinha, já molhada. — Enfia – ela pediu. Ele enfiou a cabeça. A cabeça – rosada, macia – entrou fácil. — Porra – ela gemeu. – Já é maior que o do Ricardo. — Ainda não entrou tudo. Ele enfiou mais. 20 cm entrando na buceta dela. — Puta que pariu – ela gritou. – Parte no meio. — Você quer? — QUERO. Ele começou a meter. Devagar no começo, depois rápido. O pau comprido batia no fundo da buceta dela, tocava o colo do útero. — Isso, Leonardo – ela gemia. – Você é o verdadeiro macho. O Ricardo é um viado perto de você. Enquanto Leonardo comia Aline, Ricardo tentava comer Beatriz. Ele enfiou o pau de 11 cm na buceta dela. — Não estou sentindo nada – ela disse. — É pequeno, eu sei. — Tenta colocar mais fundo. Ele tentou. O pau não alcançava. — É pequeno mesmo. Ela não falou mais nada. Apenas deitou, deixando ele se esforçar sozinho. Eu me aproximei. — Ricardo, ajoelha. Ele ajoelhou. — Lambe o pau do Leonardo. Ele hesitou. — Lambe. Ele lambeu. A cabeça primeiro, o gosto da buceta da namorada. Depois a haste. Depois as bolas. — Isso – Leonardo gemia. – Lambe o pau que comeu a sua namorada. — Você gosta de ser corno? – perguntei. — Gosto – Ricardo respondeu, com a boca cheia. — Gosta de ser viado? — Gosto. — Gosta de lamber o pau do homem que come a sua mulher? — GOSTO. Beatriz assistia, excitada. Aline também. — Beatriz, veste o cinto – mandei. Ela vestiu o cinto com o consolo de 18 cm – preto, fino. — Fica de quatro, Ricardo. Ele ficou. Ela enfiou o consolo no cu dele. — Porra, Beatriz – ele gemeu. – É maior que o meu pau. — Tudo é maior que o seu pau. Ela meteu. Forte. Rápido. — Isso, Beatriz – ele gemia. – Me come. Me fode. Faz de mim a puta do corno. Aline, vendo o namorado sendo comido, ficou mais molhada. — Agora minha vez – eu disse. Peguei o consolo preto de 22 cm. Grosso. Veias saltadas. Cabeça enorme. — Quem quer ser comido primeiro? — Eu – Leonardo disse. — Eu – Ricardo disse. — Eu – Aline disse. — Eu – Beatriz disse. — Calma. Um por um. Leonardo ficou de quatro. O pau dele – 20 cm – balançava pendurado, mole de tanto ter fodido Aline. Enfiei o consolo preto no cu dele. — Porra, Márcia – ele gritou. – É muito grosso. — Sei. Por isso que sou campeã. Comecei a meter. Devagar no começo – o cu dele se abria devagar. Depois rápido. — Isso, Márcia – ele gemia. – Fode o meu cu. — Você gosta de ser comido? — Gosto. — Gosta de pau grosso? — Gosto. — Gosta mais do meu ou do seu? — Do seu. Muito mais. Ele gozou – sem ninguém tocar no pau dele. Jorrou no chão, no tapete, na própria cara. Ricardo ficou de quatro. O cu dele já estava aberto – Beatriz tinha usado o consolo de 18 cm. Mas o meu era maior. 22 cm, grosso. — Vai doer – eu avisei. — Pode doer. Enfiei a cabeça. Ele gritou. — Porra, Márcia... — Aguenta. Enfiei mais. O pau entrou centímetro por centímetro. Ele gemia, suava, tremia. — Tudo – eu disse. — Tudo? — Tudo. Comecei a meter. Ele gemia como uma cadela no cio. — Isso, Márcia – ele gemia. – Me come. Me fode. Faz de mim a sua puta. — Você é a puta do corno. — Sim. Sou. — Fala. — SOU A PUTA DO CORNO! — SOU VIADO! — SOU VIADO! — SOU CORNO! — SOU CORNO! — SOU FELIZ! — SOU FELIZ! Ele gozou – sem ninguém tocar no pau dele. Jorrou no chão. Aline assistiu. A buceta dela escorria. — Aline, deita de costas. Ela deitou. Abriu as pernas. A buceta lisinha, molhada, inchada. Enfiei o consolo preto de 22 cm. — Porra, Márcia – ela gemeu. – É maior que o do Leonardo. — É. E mais grosso. — Preenche tudo. — Sei. Comecei a meter. Ela gemia alto. — Isso, Márcia – ela gritava. – Me come. Me fode. Me faz esquecer o pau pequeno do meu namorado. — Ele está ouvindo. — Que ouça. Ricardo, de joelhos no canto, assistia. O pau dele – 11 cm – estava mole. A cabeça roxa. Ele se masturbava devagar, sem vontade. Aline gozou no meu consolo. Jorrou. — Beatriz, fica de quatro. Ela ficou. O cu pequeno, rosado, com uma penugem fina. — Já foi comida no cu? — Poucas vezes. O Leonardo tem medo de me machucar. Ele é muito comprido. — Eu vou te machucar. Mas você vai gostar. Enfiei a cabeça. Ela gritou – de dor e prazer. — Porra, Márcia... é muito grosso... — Sei. Enfiei mais. O consolo preto entrou no cu apertado dela. — Mexe – ela pediu. Comecei a meter. Devagar no começo, depois rápido. — Isso, Márcia – ela gemia. – Você fode melhor que o Leonardo. — Não fala isso. — É verdade. Ela gozou no meu consolo. — Chega de individual – eu disse. – Quero todo mundo comendo todo mundo. Leonardo comeu Aline (pau de 20 cm na buceta lisinha) – ela gemia chamando ele de "meu macho". Beatriz comeu Ricardo (consolo de 18 cm no cu do corno) – ele gemia chamando ela de "minha dona". Eu comi Leonardo (consolo de 22 cm no cu dele) enquanto ele comia Aline. Aline chupou o pau de Leonardo enquanto era comida por ele e por mim. Ricardo lambeu o pau de Leonardo enquanto era comido por Beatriz. Éramos um nó de paus, cus, bocas e bucetas. — Isso é uma obra de arte – eu disse. — É uma orgia – Leonardo disse. — É a primeira vez que eu gozo no anal – Aline disse. — É a primeira vez que eu vejo o Ricardo chorar de prazer – Beatriz disse. — É a primeira vez que eu sou corno – Ricardo disse. — Não vai ser a última – eu disse. Gozamos juntos. Leonardo dentro de Aline. Eu dentro de Leonardo. Beatriz dentro de Ricardo. Aline no pau de Leonardo. Ricardo no chão. No dia seguinte, todos acordaram na academia. Nus. Suados. Fedidos. Felizes. — Amanhã tem mais? – Ricardo perguntou. — Amanhã tem mais – eu respondi. – E depois de amanhã. E sempre. — Quantos dias? – Leonardo perguntou. — Quantos vocês quiserem. — E sempre vai ser assim? – Aline perguntou. — Sempre. Uma faixa fode todo mundo. Essa é a regra. — Desde quando? – Beatriz perguntou. — Desde agora. Eu guardei o consolo preto no armário. — Bateu o sinal. Aula acabou. — E o jiujitsu? – Leonardo perguntou. — Jiujitsu é só desculpa. O que importa é o suor. O cheiro. O contato. E vocês aprenderam isso muito bem. Na semana seguinte, abri uma turma especial. Só para os cinco. — Todo dia tem aula – eu disse. – E todo dia tem festa. E nunca mais usaram kimono.
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