Terminamos o jantar e saímos de mãos dadas, o ar da noite frio contra a pele. Mal entramos no carro e, antes mesmo de eu engatar a marcha, ela virou o corpo na minha direção com aquele olhar faminto. Sem dizer nada, colocou a mão no meu rosto, o polegar roçando devagar meu lábio inferior, com um sorriso lento e safado, desceu os dedos e afrouxou minha gravata. Eu soltei o ar com força e subi a mão pela coxa dela, entrando por baixo do vestido fino. A pele estava quente, macia, e quanto mais eu subia, mais sentia o calor irradiando. Apertei a carne macia da parte interna da coxa, os dedos roçando bem perto da buceta. Ela se inclinou sobre o console, colou a boca no meu pescoço e lambeu devagar antes de morder de leve. O beijo era quente, molhado, a língua traçando minha pele enquanto sussurrava rouca contra minha orelha: — Então dirige logo... Ao mesmo tempo, a mão dela deslizou do meu peito para baixo, passando pela barriga até apertar meu pau por cima da calça, sentindo ele latejar duro e inchado na palma dela. Apertou com vontade, massageando. — Tô molhada desde o meio do jantar — completou, a voz baixa e manhosa, os dedos apertando mais forte. Meu pau pulsou forte na mão dela. O cheiro do perfume misturado com o tesão dela já dominava o interior do carro. Eu dirigi o resto do caminho com uma mão no volante e a outra entrelaçada com a dela, trocando olhares cheios de cumplicidade e desejo. O carro estava tomado pelo perfume dela misturado ao cheiro do tesão, mas o clima era leve, apaixonado — risadas baixas, beijos roubados no semáforo, ela acariciando minha coxa com carinho e safadeza ao mesmo tempo. Quando paramos em frente ao prédio, ela não abriu a porta de imediato. Virou o rosto pra mim, os olhos brilhando de excitação e amor, mordendo o lábio. Mal entramos no corredor e, logo depois de ela tirar os saltos com um suspiro aliviado, eu não aguentei. Segurei sua cintura por trás, virei ela de frente pra mim e a encostei na parede com desejo. Nossas bocas se encontraram quentes, famintas e apaixonadas. Enquanto nos beijávamos, ela desceu as mãos ansiosas, abriu meu cinto com pressa carinhosa, desabotoou a calça e enfiou a mão dentro da cueca, segurando meu pau duro e latejante direto na pele quente. Os dedos dela me acariciavam com vontade, mas também com afeto. Ao mesmo tempo, subi minha mão por baixo do vestido dela, sentindo a pele macia das coxas até chegar na boceta. Afastei a calcinha molhada com os dedos e comecei a tocá-la devagar, sentindo seu calor e o quanto ela estava molhada por mim. Ela gemeu baixinho contra meus lábios, o corpo estremecendo, os dedos enfiando no meu cabelo enquanto puxava meu rosto mais para perto. Continuamos nos pegando com beijos molhados e cheios de amor até a porta do quarto, mãos explorando, respirações misturadas, risinhos entre os gemidos. Quando chegamos na porta, ela parou com a mão na maçaneta, virou o rosto por cima do ombro. Olhou pra mim com aquele olhar apaixonado e safado. — Posso abrir, amor? — perguntou, a voz doce e ofegante. — Abre — respondi rouco, colado nas costas dela, o pau latejando contra sua bunda enquanto beijava seu pescoço. A maçaneta rangeu baixinho quando ela girou devagar e empurrou a porta. A luz quente das velas tomava o quarto inteiro. Pétalas de rosa vermelhas espalhadas pela cama e pelo chão. No centro da cama, Rafael, o cara que contratei estava deitado de barriga pra cima, completamente pelado. O laço vermelho bem apertado na base do pau grosso chamava atenção contra a pele morena. Ela parou na entrada. O corpo dela travou por um segundo inteiro. Vi o olhar dela descer direto pro laço, travar ali, subir devagar pelo abdômen definido, pelo peito, até o rosto calmo de Rafael. Ele sorriu de canto, sem pressa, só olhando pra gente. A respiração dela mudou — ficou mais curta, mais alta. As coxas apertaram uma contra a outra de leve. Ela lambeu o lábio inferior devagar, quase sem perceber, enquanto o peito subia e descia mais rápido por baixo do vestido. — Você… — murmurou, a voz rouca, quase incrédula, mas com um tom de tesão que não conseguia disfarçar. Virou o rosto um pouco pra mim, sem conseguir desgrudar os olhos de Rafael. — Porra, amor… você realmente fez isso. Eu dei um passo pra frente, segurei sua cintura por trás e a puxei contra meu corpo. Meu pau duro encostou na bunda. Beijei o lado do pescoço dela, sentindo o calor da pele, o cheiro do suor misturado com perfume. Minhas mãos desceram devagar pela cintura dela até os quadris. — Um presente de dia dos namorados para nós dois — sussurrei no ouvido dela, baixo o suficiente pra só ela ouvir. — Que que seja inesquecível. Ela soltou um suspiro trêmulo. O corpo dela estava quente, quase tremendo de leve contra o meu. Senti ela apertar as coxas de novo quando o olhar dela voltou pro pau de Rafael. Rafael continuou deitado, calmo, só nos olhando com aquele sorrisinho pequeno. A voz dele saiu baixa, quase preguiçosa: — Até que enfim os pombinhos chegaram;. Ela não respondeu de imediato. Só inclinou a cabeça um pouco pra trás, encostando na minha, enquanto uma das mãos dela desceu devagar e encontrou a minha na cintura dela. Os dedos dela entrelaçaram nos meus. Ela soltou um gemidinho baixo e virou o rosto. Nosso beijo foi fundo, faminto, quase desesperado. Enquanto nossas línguas se enroscavam, minhas mãos desceram pelas costas dela e eu puxei o zíper do vestido preto devagar, sentindo cada dente se abrir. O tecido escorregou pelos ombros, desceu pelo corpo e caiu no chão aos pés dela. Seus peitos pequenos ficaram à mostra, mamilos duros e escuros contra a pele clara. Senti o pau pulsar dentro da calça só de ver. Rafael se levantou da cama sem pressa. O corpo definido se moveu com calma, o pau grosso ainda amarrado pelo laço vermelho balançando levemente entre as pernas. Segurou seu rosto com as duas mãos, inclinou a cabeça dela pra trás e a beijou com fome. A boca dele abriu a dela sem pedir licença. A língua dele entrou fundo. Ela correspondeu na hora, gemendo mais alto, o corpo inteiro se entregando. As mãos dela subiram pelo peito largo dele, arranhando de leve enquanto as bocas se moviam molhadas e barulhentas. Enquanto eles se beijavam bem na minha frente, eu tirei a camisa pela cabeça e joguei de lado. Depois tirei a calça e a cueca de uma vez, ficando completamente pelado. Meu pau estava duro pra caralho, latejando. Fiquei ali parado por alguns segundos só olhando: minha mulher gemendo na boca de outro homem, o corpo dela colado no dele, os peitos pressionados contra o peito dele. O tesão que subiu na minha garganta foi quase sufocante. Eu me inclinei por cima do ombro dela e segurei o rosto de Rafael com uma mão. Ele virou o rosto na hora. Nosso beijo foi direto, sem enrolação. Nossas línguas se tocaram por cima do ombro dela, molhadas, quentes. Eu chupei a língua dele de leve antes de morder seu lábio inferior. Ele retribuiu com um gemido baixo, quase um rosnado, e por um segundo nossas línguas se enroscaram de verdade, bem ali, enquanto ela assistia de baixo. Quando me afastei, deixei um fio de saliva entre nós dois. Ela olhou pra mim com os olhos escuros de tesão. Eu desci devagar, beijando a nuca dela, depois as costas, sentindo a pele quente tremendo de leve contra meus lábios. Ajoelhei atrás dela, segurei as laterais da calcinha e puxei devagar até os tornozelos. Quando ela levantou um pé de cada vez pra eu tirar, vi a boceta dela brilhando de tão molhada. Abri a bunda dela com as duas mãos. A buceta estava inchada, os lábios brilhando, um fio de tesão escorrendo devagar pela coxa. Encostei a boca e comecei a lamber devagar, de baixo pra cima, a língua larga passando por toda a extensão dela. Ela gemeu alto na boca de Rafael, o corpo inteiro se contorcendo. Eu chupei os lábios dela com calma, depois concentrei a língua no clitóris, chupando com pressão firme e ritmada. Enfiei a língua mais fundo, fodendo ela com a boca enquanto abria mais a bunda com as mãos. — Porra… — ela falou, a voz falhando contra a boca de Rafael. — Isso… chupa minha buceta. Eu gemi contra ela, a língua entrando e saindo, lambendo tudo que escorria. Ela rebolava devagar contra minha cara, gemendo sem parar na boca dele. Rafael passou uma mão no cabelo dela, puxando de leve pra trás e beijando o pescoço dela e descendo pra chupar os peitos. Quando eu parei, ela soltou um gemidinho de protesto baixo, quase um lamento. Eu fiquei ajoelhado atrás dela por mais um segundo, só olhando pra buceta dela brilhando, inchada, latejando. Rafael segurou o rosto dela com as duas mãos, deu um último beijo demorado e fundo na boca dela e falou baixo, a voz rouca e direta: — Chega de aperitivo. É hora de vocês abrirem o presente. Ele deu um passo pra trás, segurou a mão dela e a puxou na direção da cama, eu levantei e os segui. Nós dois nos ajoelhamos na frente dele, lado a lado. Rafael sentou na beirada da cama, as pernas abertas. O pau grosso apontava pra cima, ainda marcado pelo laço vermelho na base. Ela estendeu as mãos devagar e começou a desfazer a fita. Quando o laço caiu no chão, ela segurou o pau na base e olhou pra mim. — Vem chupar junto comigo — pediu, rouca. Eu me aproximei. Começamos lambendo juntos, nossas línguas subindo pelos dois lados. Ela de um lado, eu do outro. O gosto dele misturado com o cheiro quente da pele encheu minha boca. Ela gemeu baixinho entre uma lambida e outra. Rafael colocou uma mão na minha nuca e a outra no cabelo dela, guiando com calma. A voz dele saiu grossa: — Assim mesmo. Olha pra cima enquanto vocês chupam. Nós alternávamos naturalmente. Ela chupava a cabeça por alguns segundos, descia fundo engolindo o máximo que conseguia e depois passava pra mim. Eu descia pela extensão toda, sentindo ele pulsar quente na garganta, enquanto ela lambia as bolas ou beijava o meu rosto. Voltávamos a lamber juntos, rostos colados, línguas se tocando. Em um momento, Rafael apertou nossas nucas com mais firmeza e começou a foder nossas bocas com vontade, revezando entre nós. Socava fundo na boca dela, segurando sua cabeça enquanto ela engasgava levemente, saliva escorrendo pelo queixo. Depois tirava molhado e enfiava na minha, metendo ritmado até sentir minha garganta apertar em volta dele. Alternava assim, forte e gostoso. Ele tirava só para bater e esfregar o pau grosso e babado nos nossos rostos. Batia de leve, esfregando a cabeça quente de um lado pro outro, lambuzando nossa pele enquanto nós dois mantínhamos a boca aberta, línguas para fora, recebendo ele com tesão. — Porra… que casal safado — grunhiu Rafael, voz rouca. Nós voltávamos a chupar juntos, línguas subindo pelos lados, beijando a cabeça ao mesmo tempo. Nossas bocas se encontravam no pau dele, línguas se enroscando. Ela gemeu contra minha boca: — Porra… que gostoso — sussurrou ela, ainda com os lábios encostados em mim. Rafael apertou nossas nucas com mais firmeza. — Não para. Quero sentir as duas línguas ao mesmo tempo. Ela desceu fundo de novo, engolindo o máximo que conseguia. Eu fiquei embaixo, lambendo as bolas dele com a língua larga. Eu abri a boca e desci devagar. Enquanto eu chupava, ela subiu beijando o meu rosto. Rafael gemia baixo, as mãos ainda nas nossas cabeças. — Caralho… vocês dois se revezando assim. Que delícia. De vez em quando ela tirava o pau da boca só pra me beijar, compartilhando o gosto dele entre nós. Depois voltava a chupar. Nossos rostos ficavam molhados de saliva. Rafael soltou um gemido mais alto quando ela desceu fundo de novo e ficou alguns segundos engasgando de leve. Depois de mais um tempo, ela soltou o ar com força e levantou. Segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou fundo, a língua quente e molhada, compartilhando o gosto dele entre nós. Quando se afastou, estava ofegante, os olhos cheios de amor e tesão. — Quero sentir ele agora. Ela se levantou. Eu fiquei de joelhos no chão. Ela subiu no colo dele, as pernas abertas. O pau dele ficou pressionado contra a buceta molhada. Ela rebolou devagar, esfregando os lábios carnudos ao longo da rola inteira, gemendo baixo e manhosa enquanto o pau deslizava entre sua fenda quente. Eu me aproximei mais, segurei o pau dele e comecei a chupar de novo enquanto ela esfregava. Depois subi um pouco e passei a lamber a buceta enquanto ela se esfregava no pau, a língua indo de um pro outro. Ela olhou pra baixo e viu o que eu estava fazendo. — Olha você… Que guloso, porra. A voz dela saiu com uma mistura de provocação e carinho. Eu gemi contra ela, a língua ainda trabalhando. Rafael segurava a cintura dela com firmeza e falou baixo, rouco: — Ele tá gostando pra caralho da rola do seu macho. Ela segurou meu cabelo com uma mão e puxou de leve, me fazendo olhar pra cima. — Agora bota ele em mim, amor… — pediu, a voz doce e necessitada. — Quero sentir ele me abrindo. Eu segurei o pau dele, esfreguei a cabeça grossa na entrada molhada dela algumas vezes e comecei a encaixar devagar. Ela desceu o quadril aos poucos, gemendo quando a cabeça entrou. Eu continuei guiando com a mão enquanto ela ia sentando. Via o pau dele desaparecendo dentro dela. Quando ele estava quase todo dentro, ela parou por um segundo, tremendo, a boca entreaberta. Ficou parada, só sentindo o tamanho. As mãos apoiadas no peito de Rafael. Depois abriu os olhos e olhou pra mim, ainda de joelhos no chão. O olhar dela estava pesado de tesão. — Tá tão fundo… — sussurrou, a voz falhando um pouco. Ela começou a quicar devagar no colo dele, subindo e descendo no pau grosso com gemidos longos e apaixonados. Eu continuei ajoelhado bem perto, faminto. Enquanto ela quicava, eu lambia tudo que conseguia: ora chupava as bolas pesadas de Rafael, sentindo elas subirem e descerem com o movimento, ora passava a língua pela base do pau dele e subia até o ponto onde os dois se conectavam, saboreando o melzinho que escorria da boceta dela. Com a mão livre eu me masturbava devagar, apertando meu próprio pau latejante, sentindo o tesão subir cada vez mais enquanto assistia e participava. Segurei as nádegas dela com as duas mãos, abri bem a bunda macia e aproximei meu rosto, tentando acompanhar o ritmo da quicada. Minha língua procurava o cuzinho apertado dela, lambendo e circulando com fome enquanto ela subia e descia. Era difícil acompanhar o movimento, então eu pressionava o rosto inteiro contra ela, chupando e enfiando a ponta da língua no cu, sentindo o corpo dela tremer e apertar toda vez que eu conseguia acertar. Ela gemeu ainda mais alto, a voz falhando de prazer: — Ai, amor… isso… continua lambendo meu cu enquanto ele me fode… Rafael soltou um gemido rouco, segurando a cintura dela com mais força para ajudar no ritmo, fazendo o pau entrar ainda mais fundo a cada descida. Ela quicava cada vez mais fundo e ritmado no colo de Rafael, os gemidos saindo mais altos e roucos a cada vez que o pau grosso desaparecia completamente dentro dela. O som molhado e obsceno da boceta encharcada engolindo ele preenchia o quarto. Ora abria bem as nádegas macias dela com as duas mãos, espalhando a bunda e enfiando a língua fundo no cuzinho apertado, sentindo ele piscar e apertar contra minha boca enquanto ela descia. Ora descia a língua e chupava as bolas pesadas de Rafael, sugando uma de cada vez, e subia devagar pela base do pau, lambendo o ponto exato onde ele entrava e saía da boceta dela. Meu rosto estava completamente molhado. Eu gemia contra a pele deles, completamente entregue. Com a mão direita eu me masturbava, apertando o pau latejante, espalhando o pré-gozo que não parava de vazar. De repente ela segurou meu cabelo com força, os dedos enroscados com desejo, e puxou meu rosto para cima. Seus olhos estavam pesados, brilhando de tesão e amor enquanto ela olhava pra mim, ainda quicando devagar no pau de Rafael. — Levanta. Quero te mamar enquanto eu sento nele. Eu me levantei devagar. Ela se inclinou pra frente, ainda rebolando no pau dele, e segurou meu pau com uma mão. Lambeu a cabeça devagar, depois abriu a boca e começou a chupar. O gemido que saiu dela vibrou no meu pau. Ela chupava com fome, a boca quente e molhada, a língua pressionando por baixo. Rafael segurava a cintura dela com firmeza, subindo o quadril de leve pra encontrar o movimento dela. Ele começou a aumentar o ritmo aos poucos. As estocadas dele ficaram mais firmes, mais profundas. Ela gemeu mais alto com a boca cheia do meu pau e tentou continuar chupando. A cada vez que ele subia forte, a boca dela escorregava um pouco no meu pau. — Porra… — ela murmurou, tirando a boca só pra respirar. A voz saiu embargada. — Tá… fodendo gostoso. Rafael deu um tapa na bunda, começando a meter de baixo pra cima com mais vontade. As estocadas ficaram mais rápidas. Cada vez que ele batia fundo, ela gemia em volta do meu pau, a boca escorregando, babando mais. Ela segurava minha coxa com força, tentando se manter firme, mas o corpo dela balançava entre os dois. Eu olhei pra baixo e vi ela lutando pra continuar me mamando enquanto era fodida com mais força. O tesão que subiu em mim foi absurdo. Ver ela dividida assim, gemendo no meu pau enquanto o corpo dela era sacudido pelas estocadas dele, me deixou completamente perdido. — Você gosta… de me ver assim? — perguntou, a voz falhando entre um gemido e outro. — Gosto pra caralho — respondi rouco, quase rosnando, segurando o cabelo dela com mais força. — Continua mamando, amor. Engole tudo. Eu segurei a cabeça dela com as duas mãos soquei tudo com vontade. Socava fundo, sentindo a garganta quente e apertada engolir meu pau a cada estocada. Enquanto ela quicava no pau de Rafael, eu metia na boca dela no mesmo ritmo, as bolas batendo pesadas e molhadas contra o queixo dela a cada vez que eu entrava até o fundo. Saliva escorria em fios grossos pelo queixo dela, pingando. Os olhos dela lacrimejavam, mas ela não recuava — pelo contrário, gemia vibrante ao redor da minha rola, o som abafado e molhado misturando-se aos tapas e aos gemidos roucos de Rafael. — Isso, amor…— eu grunhia, fodendo a boca dela com estocadas longas e profundas, as bolas batendo ritmadamente no queixo babado. Rafael segurava a cintura dela com força, metendo de baixo com ainda mais intensidade, os dois paus usando ela ao mesmo tempo em um ritmo perfeito e selvagem. A boceta molhada engolia o pau grosso dele até o fundo, fazendo um barulho obsceno e molhado toda vez que as coxas dela batiam contra as dele. Os seios balançavam soltos, o suor brilhava na pele, e os gemidos dela ficavam mais altos, quase desesperados. Saliva grossa escorria sem parar pelos cantos da boca, pingando nos seios e na barriga. Ela engasgava de leve a cada estocada mais profunda, mas mantinha os olhos fixos em mim, cheios de tesão e entrega. De repente ela puxou a cabeça para trás, tirando meu pau da boca com um gemido alto e ofegante. Um fio grosso de saliva ainda ligava seus lábios inchados à cabeça do meu pau. Ela respirava com dificuldade, o corpo ainda quicando no pau de Rafael, e olhou pra mim com os olhos vidrados de desejo. — Mete na minha boceta junto com ele. Quero os dois dentro de mim… Ela rebolou devagar no pau de Rafael, mordendo o lábio inferior, o olhar suplicante e safado fixo em mim. — Vem… me fode junto com ele. Eu quero gozar com os dois paus me abrindo. Rafael segurou a cintura dela com firmeza e olhou pra mim por cima do ombro dela. — Vamos abrir ela juntos. Eu me ajoelhei atrás dela. Ela continuou quicando devagar e gostoso no pau dele. Eu segurei meu pau e enfiei ele entre as nádegas macias, esfregando no meio da bunda dela. Cuspi generosamente no meu pau. Ela mordeu o lábio com força e soltou um gemido baixo e trêmulo quando sentiu a pressão dupla e o cuspe quente escorrendo. — Tá… tá apertado pra caralho… — murmurou, a voz já falhando. — Vai devagar… por favor… Eu comecei a empurrar com calma. A cabeça do meu pau forçou a entrada já ocupada, pressionando forte ao lado do pau grosso de Rafael. Ela arregalou os olhos e enterrou o rosto no pescoço dele no instante em que a cabeça entrou, forçando a boceta esticada a abrir ainda mais. — Ai porra… — gemeu alto, a voz abafada contra a pele dele, o corpo inteiro tremendo. — Vocês estão rasgando minha buceta… Centímetro por centímetro, meu pau foi escorregando pra dentro, roçando firmemente contra o pau grosso de Rafael que já estava todo enterrado nela. O calor intenso e o aperto absurdo fizeram nós dois gemermos baixo. Enquanto eu entrava, ela continuava gemendo desesperada: — Tá me arrombando… puta que pariu… ai que gostoso… não para, abre minha boceta… Quando os dois finalmente ficaram lado a lado, completamente enterrados dentro dela, ela soltou um gemido longo e rouco, ainda com o rosto escondido no pescoço de Rafael. O corpo inteiro dela tremia sem parar. Eu fiquei parado, sentindo o calor sufocante e as paredes dela pulsando loucamente ao redor dos dois paus. A sensação de roçar diretamente no pau de Rafael dentro dela era insana. Rafael beijou o ombro dela e falou rouco: — Você tá aguentando tão gostoso… Com uma mão, segurei o cabelo dela gentilmente e puxei seu rosto para trás, tirando-o do pescoço de Rafael. Inclinei-me sobre ela e dei um beijo lento e profundo. Quando me afastei um pouco, ainda com os lábios roçando nos dela, sussurrei: — Tá aguentando os dois bem fundo, amor. Olha como sua bucetinha abriu toda pra gente… Ela respirou tremendo contra minha boca. Eu segurei a bunda dela com as duas mãos e dei um tapa. Ela estremeceu e gemeu. Começamos devagar, com movimentos curtos e sincronizados. Eu empurrava devagar pra dentro enquanto Rafael subia o quadril de leve. Os dois paus entravam e saíam juntos, esticando ela. — Vocês estão rasgando minha bucetinha…— ela gemeu alto, a voz entrecortada de dor e prazer. Rafael desceu a boca até os peitos dela e chupou um mamilo com fome, sugando enquanto metia devagar. Ela arqueou as costas e gemeu o nome dele. — Tá apertando a gente pra caralho… — Tá gostoso demais… — Ela respondeu, ofegante e quase chorando. — Os dois… me fodendo… fode minha buceta junto com ele… vocês estão me arrombando todinha… Aumentamos o ritmo aos poucos. Os movimentos ficaram mais longos e firmes. Eu sentia meu pau roçando constantemente no dele toda vez que entrávamos juntos. O aperto dela era insano. Rafael deu um tapa forte na bunda dela e começou a meter com mais força. Eu acompanhei. Ela gemia alto e rebolava o quadril, tentando nos engolir ainda mais fundo. — Porra… tá gostoso pra caralho — ela gemeu, a voz entrecortada. — Me fode mais forte… vocês estão destruindo minha buceta… Rafael mordeu o mamilo dela de leve e falou contra a pele: — Sua buceta tá apertando pra caralho. Eu dei outro tapa na bunda dela e comecei a meter mais fundo, sincronizado com ele. Ela tremia violentamente entre nós, gemendo sem conseguir formar frases completas. O suor escorria pelo corpo dela. Eu segurei firme no quadril dela e aumentei ainda mais o ritmo. Rafael acompanhou. Agora estávamos fodendo ela com força, os dois paus entrando e saindo da buceta esticada num ritmo pesado e constante. — Eu… eu vou gozar… — ela avisou, a voz falhando completamente. — Porra… vocês vão… eu vou gozar… — Goza, amor. Rafael chupou o peito dela com mais fome, falando rouco: — Goza, porra. Quero sentir você apertando os dois. Ela soltou um gemido alto, longo e rouco, quase um grito. O corpo inteiro dela se tensionou violentamente. A buceta apertou os dois paus com uma força absurda, pulsando e contraindo sem parar, como se quisesse nos espremer. Cada espasmo era tão intenso que quase nos prendia lá dentro. — Porra… — eu gemi alto, a voz falhando. O aperto dela foi tão insano que me derrubou junto. Eu meti fundo uma última vez, enterrando meu pau até o fim ao lado do dele, eu a abracei e mordi forte o ombro dela enquanto gozava violentamente. Meu pau latejou com força e jatos grossos e quentes explodiram dentro dela, enchendo a buceta já lotada enquanto ela ainda pulsava ao nosso redor. — Porra, amor… ta gozando tanto… — ela gemeu, os meus dentes ainda cravados no ombro enquanto meu corpo tremia. Rafael continuou metendo com estocadas firmes e curtas mesmo enquanto eu gozava, as bolas dele batendo repetidamente contra as minhas. Ele não parou, fodendo ela com força enquanto meu pau pulsava e jorrava ao lado do dele. — Isso… goza pra ela… — grunhiu ele rouco, ainda metendo sem parar. — Tô sentindo você enchendo ela no meu pau… Só depois de alguns segundos, Rafael soltou um gemido grave e profundo, mas não parou de meter. Ele continuou estocando firme. Senti as bolas dele batendo repetidamente contra as minhas a cada estocada forte. — Isso… aperta a gente… — grunhiu ele, a voz rouca, metendo sem parar. — Tô sentindo você gozando no meu pau… Eu sentia o pau dele pulsando e roçando forte contra o meu a cada movimento, as bolas dele estalando nas minhasO pau dele latejou violentamente ao lado do meu, jorrando jatos fortes e quentes, enchendo ela junto comigo. Os dois paus pulsavam lado a lado dentro da buceta apertada, misturando nossos gozos grossos e quentes. — Caralho…— rosnou Rafael, o corpo tenso contra o dela. O calor dos dois gozos se misturando dentro dela era intenso. Cada vez que um de nós pulsava, a buceta dela apertava mais forte, como se quisesse tirar até a última gota. Ela gemia alto e trêmula entre nós: — Ai meu Deus… tô sentindo os dois gozando dentro… me enchendo toda… porra, que delícia… Os três ficamos parados por um momento, só respirando pesado e tremendo. A buceta dela continuava apertando de leve em volta dos nossos paus, ainda em espasmos fracos, como se não quisesse soltar. Eu sentia a porra quente dos dois escorrendo devagar ao redor dos nossos paus, escorregadia e grossa. Os dois ainda estávamos fundo dentro dela, os paus latejando de leve. Aos poucos ela levantou o quadril, soltando um gemido baixo e longo quando os dois paus escorregaram pra fora da buceta dela. Assim que a cabeça do meu pau saiu, sua boceta ficou aberta por alguns segundos — vermelha, inchada e completamente arrombada. Pulsava devagar, bem alargado, deixando à mostra as paredes internas rosadas e brilhantes. Grossos fios de porra misturada escorriam sem parar, pingando direto no pau de Rafael e no colo dele. Ela se jogou de lado na cama, ofegante, com um sorrisinho cansado e satisfeito no rosto. Mesmo deitada, sua buceta continuava levemente aberta, contraindo de leve em espasmos residuais, empurrando mais porra branca e cremosa para fora. O líquido escorria devagar pela fenda inchada, descia pelas coxas tremidas. — Olha o que vocês fizeram comigo… — murmurou ela, ainda recuperando o fôlego, com a voz rouca e manhosa Eu não conseguia tirar os olhos daquela visão. Com as pernas ainda fracas, eu me ajoelhei no chão exausto entre as pernas dele. Rafael soltou um suspiro longo e deixou o tronco cair para trás, deitando completamente na cama. Deitei a cabeça na coxa dele, sentindo o calor da pele suada contra meu rosto, o coração ainda disparado. O pau dele estava bem na minha frente, molhado, brilhando de porra misturada e ainda meio duro. Por alguns segundos ficamos só respirando. Eu passei a mão devagar pela coxa dele, sentindo a pele quente. Ele olhou pra mim de cima e deu uma risadinha baixa, rouca. Quando segurei o pau dele com a mão, Rafael soltou um gemido baixo de surpresa e prazer, o corpo dando um leve estremecimento. — Caralho… — murmurou ele, a voz rouca. Eu comecei a masturbar devagar, preguiçoso. A pele estava quente, escorregadia. Meus dedos deslizavam com facilidade, apertando de leve a base e subindo até a cabeça inchada, espalhando porra por toda a extensão. Subi um pouco mais com o rosto e passei a língua devagar pela cabeça, lambendo em círculos lentos, saboreando o gosto salgado e forte do gozo dele misturado com o dela. Depois desci a boca com calma, primeiro chupando só a cabeça, sugando de leve enquanto minha língua circulava e limpava tudo. Aos poucos engoli mais, descendo com movimentos lentos e profundos, babando bastante. O pau dele pulsava na minha língua, voltando a endurecer na minha boca quente. Rafael gemia baixo, a mão descansando no meu cabelo sem forçar, apenas acariciando. Eu subia e descia com ritmo preguiçoso, mas gostoso — ora chupava fundo, sentindo a cabeça tocar minha garganta, ora voltava só para a cabeça, lambendo e sugando com dedicação. De vez em quando tirava o pau da boca só para passar a língua pela extensão toda, ou descia para chupar as bolas pesadas, uma de cada vez, enquanto continuava masturbando devagar. Rafael gemia baixo e contínuo, a mão descansando no meu cabelo, acariciando sem forçar. Os gemidos dele ficavam mais roucos quando eu descia fundo e ficava alguns segundos com o pau todo na boca, a garganta apertando em volta dele. — Porra… que boca boa — ele murmurou em certo momento, a voz pesada de prazer. — Continua assim… tá me deixando duro de novo. Eu gemi ao redor do pau dele, vibrando a garganta, e continuei chupando com calma e vontade, completamente perdido no gosto, no cheiro e no calor dele. Depois de um tempo ele me puxou devagar pra cima, segurando meu cabelo com carinho. Eu subi sentando no colo dele, e ele me beijou fundo, a mão firme na minha nuca. Enquanto nos beijávamos, eu comecei a rebolar devagar, esfregando minha bunda no pau babado. O pau escorregadio deslizava entre minhas nádegas, quente e molhado de porra, roçando contra meu cu a cada movimento do meu quadril. Eu rebolava com calma, pressionando a bunda contra ele, sentindo o pau pulsar e endurecer ainda mais entre as minhas nádegas. Nossas línguas se enroscavam no beijo molhado e preguiçoso, com gosto de sexo. Rafael soltou um gemido baixo contra minha boca, as mãos descendo para apertar minha bunda, abrindo as nádegas enquanto eu continuava rebolando gostoso em cima dele. Do lado da cama, ela estava deitada de bruços, ainda recuperando o fôlego. Virou o rosto pra gente e ficou nos olhando por alguns segundos, com um sorriso carinhoso e cheio de desejo. A voz saiu rouca, baixa e carregada de emoção: — Quero ver vocês dois juntos… Quero ver ele te fodendo bem gostoso, amor. Quero ver você se entregando pra ele. Eu me afastei do beijo e olhei pra ela. Segurei o rosto dela com uma mão e a beijei também. Quando nossos lábios se separaram, ela sorriu com aquele olhar safado. Eu desci devagar do colo de Rafael. Ele me acompanhou com as mãos na minha cintura até eu me posicionar de quatro no meio da cama. Ela se levantou e ficou de joelhos na cama, bem ao meu lado. Rafael se levantou e ficou de pé no chão, atrás de mim. Ela passou a mão pelas minhas costas com carinho e, de repente, deu um tapa firme na minha bunda, rindo baixinho. — Olha como minha putinha é obediente… — disse ela, a voz manhosa e divertida. Eu olhei pra ela por cima do ombro, com um sorrisinho safado, e balancei a bunda devagar pra eles, rebolando de leve enquanto mantinha o olhar nela. Rafael se ajoelhou no chão atrás de mim. Segurou minhas nádegas com firmeza, inclinou o rosto e começou a lamber meu cuzinho com a língua quente. Ele passou devagar de cima a baixo, circulando o anel apertado, depois desceu um pouco mais e chupou minhas bolas com vontade, sugando uma de cada vez enquanto a língua trabalhava. Eu soltei um gemido baixo, apertando o lençol. Ele gemeu contra meu saco e voltou a chupar meu cu, enfiou a língua fundo, fodendo com ela em movimentos ritmados — entrando e saindo, girando lá dentro enquanto segurava minhas nádegas bem abertas. A sensação da língua quente e molhada me invadindo me fez gemer mais alto, empinando ainda mais a bunda pra ele. Depois de um tempo ele se levantou, ainda atrás de mim, começando a se masturbar devagar, esfregando o pau duro e babado. Ela, de joelhos ao meu lado, observava tudo com os olhos brilhando. Ela se deitou sobre minha bunda, o corpo quente pressionando contra mim, e começou a lamber também — a língua quente e molhada passando de cima a baixo, circulando e chupando meu cuzinho com fome. Enquanto me preparava com calma, ela passou uma mão por baixo de mim e começou a me masturbar devagar. Com a outra mão, masturbava o pau de Rafael. Ela chupava meu cu com vontade, enfiando a língua fundo e sugando o anel apertado, ao mesmo tempo que masturbava o pau dele com movimentos firmes, às vezes inclinando o rosto para dar chupadas rápidas e molhadas na cabeça dele antes de voltar a lamber meu cu. Depois de me deixar bem molhado e relaxado, ela parou de chupar. Cuspiu generosamente no meu cu, deu mais umas chupadas lentas e profundas no pau de Rafael e então segurou ele pela base. Ela esfregou a cabeça grossa no meu cuzinho molhado algumas vezes, cuspindo mais uma vez em cima. Depois começou a encaixar devagar, pressionando contra a entrada. Eu soltei um gemido baixo quando senti a pressão aumentar. A cabeça grossa forçou a entrada devagar, abrindo caminho centímetro por centímetro. A queimação inicial misturada com o prazer me fez apertar as mãos no lençol. — Respira… — ela falou baixo, perto do meu ouvido, ainda segurando a base do pau dele. — Deixa ele entrar. Rafael continuou empurrando devagar, sem pressa. Eu sentia ele me abrindo, o pau grosso esticando minha entrada até finalmente conseguir passar. Quando a cabeça entrou por completo, eu soltei um gemido mais alto e enterrei o rosto no colchão. — Isso… assim — ela murmurou, quase pra si mesma, enquanto via o pau dele desaparecer dentro do meu cu. — Entra nele. Quando Rafael já estava com uma boa parte dentro, ela passou as mãos nas minhas costas, subindo até meu cabelo. Segurou de leve e falou mais perto do meu ouvido: — Tá gostoso? Eu gemi rouco, o corpo ainda se ajustando ao tamanho dele, e respondi com a voz falhando: — Tá… tá entrando gostoso pra caralho. Ela deu um beijinho leve na minha nuca e falou baixo: — Então aguenta. Quero ver ele te foder de verdade. Rafael segurou meu quadril com firmeza e começou a meter o resto, devagar, até estar completamente dentro. Eu soltei um gemido longo e baixo, o corpo inteiro se ajustando ao tamanho dele. Ela ficou atrás de mim, uma mão no meu quadril e a outra ainda no meu cabelo, assistindo tudo de perto. Ela passou a mão nas minha bunda com carinho. Rafael começou a sair devagar, quase até a cabeça, e voltou a entrar com o mesmo ritmo lento. O barulho molhado do meu cu recebendo o pau dele preenchia o quarto. Ele repetiu o movimento algumas vezes, bem controlado, até sentir que eu estava mais relaxado. Eu gemia baixo, o corpo ainda se acostumando com o tamanho dele. — Porra… seu cu aperta gostoso — ele falou, voz grave e rouca. Eu levantei um pouco o rosto do colchão e respondi entre gemidos: — Continua… vai metendo assim. Ela se inclinou mais pra frente e começou a beijar minhas costas enquanto Rafael metia. De vez em quando ela descia a mão e passava os dedos no meu pau, que estava duro e balançando entre as pernas. Depois subiu de novo e segurou meu cabelo com delicadeza, virando meu rosto de lado pra me beijar. Enquanto me beijava, Rafael aumentou um pouco o ritmo. Os estalos da pele dele batendo contra minha bunda ficaram mais constantes. Ela soltou minha boca e olhou pra ele por cima de mim. — Mete mais forte nele — pediu, voz safada e baixa. — Quero ver você fodendo ele de verdade. Ela se moveu para a frente da cama e sentou bem na minha frente, abrindo as pernas. Ela passou as duas mãos no meu cabelo, segurando com firmeza, e puxou minha cara direto para a buceta dela, ainda cheia de porra. — Chupa — mandou, rouca. — Limpa tudo que vocês deixaram dentro de mim. Eu abri a boca e comecei a lamber. O gosto era forte, salgado, quente e obsceno. Ela segurou meu cabelo com mais força e gemeu alto quando enfiei a língua dentro dela, sugando e lambendo tudo que saía. Rafael continuou metendo forte em mim por trás. Cada estocada dele me empurrava mais contra a buceta dela. Eu gemi contra a pele dela enquanto chupava, a língua entrando fundo. Ela pressionou minha cara com mais força, rebolando devagar na minha boca. — Isso… chupa gostoso — falou, ofegante. — Limpa tudinho… porra, que delícia te ver assim, de quatro. As estocadas ficaram mais longas, mais firmesA cada vez que ele metia fundo, eu sentia as bolas dele baterem contra a minha, o impacto seco e quente ecoando no quarto. Meu cu apertava forte toda vez que ele entrava até o fundo, como se quisesse morder o pau dele. — Porra… — eu gemi rouco. Rafael meteu mais forte. Agora as estocadas eram mais curtas e rápidas, o quadril dele batendo contra minha bunda com força. Eu sentia o pau dele latejando dentro de mim, quente e grosso, abrindo meu cu sem parar. Eu gemi mais alto quando ele deu uma estocada especialmente forte e funda. Meu cu contraiu ao redor dele com força, apertando o pau dele enquanto ele saía e entrava sem parar. Eu sentia a pele da minha bunda ficando quente e sensível com o vai e vem constante do quadril dele. — Porra… eu vou gozar… Ele enterrou o pau até o fundo e gozou. Eu senti os jatos quentes e grossos enchendo meu cu, pulsando forte enquanto ele tremia contra minhas costas. O calor se espalhou dentro de mim. Ele ficou parado por alguns segundos, respirando pesado, o pau ainda latejando. Quando saiu devagar, eu senti a porra escorrer pelo meu cu. Ela soltou meu cabelo devagar, passou a mão no meu rosto sujo de porra e me puxou pra um beijo lento, quase doce. Rafael se inclinou por trás e beijou meu ombro, ainda ofegante, o peito colado nas minhas costas. Ninguém falou nada. Só o som das respirações pesadas preenchia o quarto. Aos poucos, ela começou a se mover. Me puxou devagar pra baixo, até os três caírmos na cama. Eu me deitei de costas, ainda sentindo o corpo mole e quente. Ela se jogou de bruços ao meu lado, o rosto virado pra mim, o cabelo bagunçado e colado na testa de suor. Rafael se deitou do outro lado, passando o braço por cima da cintura dela e encostando o peito nas costas dela. O quarto cheirava forte a sexo, suor e porra. Ninguém falava muito. Só o som das respirações ainda aceleradas. Ela virou o rosto na minha direção e deu um sorrisinho Eu virei o rosto pra ela e sorri de canto, ainda sem fôlego direito. Rafael soltou uma risadinha baixa atrás dela e beijou o ombro dela de leve, sem dizer nada. Ela fechou os olhos por alguns segundos, aproveitando o toque das nossas mãos nela. Ficamos assim por um tempo, os três colados, sem pressa de nos mexer. Ela abriu os olhos de novo e me olhou, ainda com aquele sorrisinho cansado no rosto. — Tô toda suja… — falou baixo. — Tá linda assim. Depois de alguns minutos em silêncio, apenas recuperando o fôlego e sentindo o calor dos corpos um do outro, ela se mexeu devagar. Ela passou a mão carinhosamente pelo meu peito, descendo devagar pela barriga até chegar no meu pau. Apertou de leve, e falou rouca, quase sussurrando: — Estão pensando que acabou? Com um sorrisinho safado, ela começou a me masturbar devagar, a mão quente e macia subindo e descendo pela extensão do meu pau. Ao mesmo tempo, Rafael se apertou mais contra ela por trás, esfregando o pau semi-duro e ainda melado entre as nádegas dela, roçando devagar, pressionando a cabeça grossa contra o cuzinho e a boceta. Eu me aproximei e beijei ela fundo, nossas línguas se encontrando preguiçosas e molhadas. Enquanto nos beijávamos, passei a mão pelo corpo dela, apertando um seio, descendo pela cintura e apertando a bunda, puxando ela mais contra mim. Rafael, atrás, beijava o pescoço dela com calma, subindo até o ombro e descendo pelas costas, mordiscando de leve a pele suada. A mão dele passou por cima dela e encontrou meu peito, acariciando devagar, depois desceu até minha coxa. Ela gemia baixinho contra minha boca, acelerando um pouco o movimento da mão no meu pau. Eu desci minha mão entre as pernas dela, sentindo a boceta ainda molhada e escorregadia de porra, e comecei a esfregar os dedos devagar nos lábios inchados. Rafael, sem parar de roçar o pau entre as nádegas dela, passou a mão por baixo e encontrou o meu pau masturbando, apertando junto com ela, os dedos dos dois se entrelaçando ao redor da minha rola. Nossos toques eram preguiçosos, mas cheios de desejo — mãos passeando por peitos, bundas, coxas e paus, sem pressa de chegar a lugar nenhum, só curtindo o calor e a intimidade dos três. Ela subiu em mim, de frente. Segurou meu pau, esfregou a cabeça na entrada molhada da buceta e desceu devagar até sentar por completo. Soltou um gemido baixo quando me engoliu todo. Começou a quicar devagar no começo, subindo e descendo com calma, rebolando o quadril enquanto sentia cada centímetro. Eu segurei a cintura dela com as duas mãos, olhando pra ela enquanto ela rebolava em cima de mim. O ritmo foi aumentando aos poucos. Ela quicava com mais vontade, uma mão apoiada no meu peito, a boca entreaberta. Eu subia o quadril pra encontrar ela, fodendo de baixo pra cima. Ela gemia mais alto, os olhos semicerrados. Rafael se aproximou, apoiando-se num cotovelo, assistindo com os olhos cheios de tesão. As mãos dele passeavam pelos nossos corpos sem parar: apertava e massageava os seios dela, beliscando os mamilos, descia pela minha barriga e esfregava o clitóris dela quando ela quicava, apertava a cintura ou a bunda dela incentivando o movimento do meu quadril para cima. Ele se inclinou e me beijou fundo, a língua invadindo minha boca com desejo enquanto ela continuava cavalgando. O beijo era quente e molhado, quase dominante. Ela reagiu gemendo mais alto, quicando com mais força e vontade, a boceta apertando meu pau a cada descida excitada com a visão de nós dois nos beijando. Depois de um tempo, Rafael se levantou sentando na cama, puxou ela pelo cabelo de leve e a beijou com fome, enfiando a língua na boca dela enquanto ela rebolava no meu pau. Os gemidos dela ficavam abafados contra a boca dele. Em seguida ele ficou de pé na cama, deu a volta e se posicionou atrás dela. Inclinou o corpo sobre ela, segurando o rosto dela com uma mão e a beijando profundamente enquanto a outra mão guiava o quadril dela, ajudando no movimento de subida e descida. Ele se aproximou mais, encostando o pau duro entre as nádegas dela, deixando ela roçar e esfregar a bunda nele enquanto quicava gostoso no meu pau. Ela gemeu alto contra a boca dele, rebolando ainda mais, sentindo os dois paus — um dentro dela e o outro esfregando entre suas nádegas. Quando o beijo terminou, ela virou o rosto levemente pra trás, voz rouca e necessitada: — Mete no meu cu… fode igual você arrombou ele. Eu soltei uma risada baixa, ofegante, e falei olhando pra ela: — Olha só essa invejosa… Ela riu safada, ainda quicando, e respondeu: — Invejosa coisa nenhuma… Rafael cuspiu na própria mão, passou o cuspe no cu dela e espalhou bem, depois passou próprio pau, lubrificando a cabeça grossa. Ela parou de quicar, deitou o corpo sobre o meu, colando os seios no meu peito e empinando bem a bunda para ele. Ele esfregou o pau na entrada do cuzinho dela algumas vezes e começou a empurrar devagar. Mordendo o lábio com força, ela soltou um gemido longo e trêmulo quando a cabeça dele forçou a entrada. — Porra… tá entrando… — murmurou, a voz rouca e trêmula. Rafael foi entrando centímetro por centímetro até estar todo dentro do cu dela. Quando os dois paus ficaram completamente enterrados ela soltou um gemido profundo, quase um soluço de prazer, o corpo inteiro tremendo sobre mim. Depois ele começou a mexer devagar. Ela recomeçou a rebolar em mim, agora mais devagar e com mais dificuldade, sentindo os dois paus dentro dela ao mesmo tempo, apenas separados por uma fina parede. Aos poucos o ritmo foi aumentando. Ela rebolava em mim enquanto Rafael metia no cu dela com movimentos curtos e firmes. Ela gemia sem parar, uma mão cravada no meu peito, a outra segurando o braço de Rafael atrás dela, como se tentasse controlar ele. Eu sentia a buceta dela apertando meu pau toda vez que Rafael metia fundo no cu dela. O calor e o aperto eram intensos. Rafael segurou firme na cintura dela e começou a aumentar o ritmo, metendo com mais força. Eu acompanhei de baixo. Ela tremia entre nós. O corpo dela balançava conforme os dois paus entravam e saíam dela. Ela gemia mais alto agora, o rosto vermelho, o suor escorrendo pelo pescoço. — Porra… não para… — ela pediu, voz falhando. — Continua… os dois… me fode assim. Rafael meteu mais forte, as mãos apertando a cintura dela com força. Eu segurei a bunda dela com as duas mãos, abrindo bem as nádegas para ele, facilitando o acesso enquanto subia o quadril com mais vontade, fodendo ela de baixo. O barulho da pele batendo ficou mais alto e constante. Ela gemia sem conseguir formar frases completas, o corpo inteiro se entregando. — Tá gostoso pra caralho… — ela gemeu, olhando pra mim com os olhos marejados. Rafael segurou o cabelo dela com força, usando como rédea, puxando bem para trás e fazendo ela arquear as costas. Ele acelerou ainda mais as estocadas no cu dela. Eu acompanhei o ritmo, metendo fundo toda vez que ele saía, mantendo a bunda dela bem aberta. Ela estava completamente perdida agora, apertando a boceta em mim enquanto Rafael a fodia por trás, gemendo alto sem parar. Nós três estávamos num ritmo constante e pesado. Ela rebolava fundo no meu pau enquanto Rafael metia sem parar no cu dela. Rafael puxou o cabelo dela com ainda mais força, mantendo-a arqueada. Metia mais fundo, mais forte. Eu sentia o pau dele roçando através dela toda vez que entrava. Ela soltou um gemido alto e trêmulo. — Eu… eu vou gozar… — ela avisou, voz falhando. — Porra… eu vou gozar com vocês dois dentro de mim. Aumentamos o ritmo juntos. Eu metia de baixo com mais força enquanto Rafael comia o cu dela sem parar. Ela tremia violentamente entre nós, gemendo alto, o corpo inteiro se contraindo. A buceta dela apertou meu pau com força quando o orgasmo chegou. Ela soltou um gemido longo e alto, o corpo inteiro tremendo enquanto gozava. Ela arqueou as costas violentamente, o corpo inteiro tensionando como se tivesse levado um choque. Soltou um grito rouco, longo e quase desesperado, a voz falhando no meio. A buceta dela começou a esguichar com força. Jatos quentes e abundantes espirraram ao redor do meu pau, saindo em ondas fortes e contínuas. O líquido quente molhava minha barriga, escorria pelas minhas coxas e encharcava o lençol abaixo de nós. Cada contração forte da boceta dela expulsava mais um jato, às vezes em esguichos longos que chegavam até meu peito, outras vezes em pulsos curtos e intensos que escorriam pela base do meu pau e pelas bolas. Rafael passou o braço forte pelo pescoço dela, puxando-a para trás em um leve enforcamento, e meteu ainda mais fundo no cu dela, estocando com força enquanto ela gozava. O corpo dela tremia descontroladamente entre nós dois, os músculos da boceta e do cu apertando nossos paus com violência, como se quisesse nos prender lá dentro. — Isso… goza pra gente — rosnou Rafael contra o ouvido dela, mantendo o braço firme em volta do pescoço enquanto continuava metendo fundo. Ela não conseguia nem falar mais. Apenas gemia alto, o corpo convulsionando. Novos jatos saíam a cada estocada nossa, cada vez mais fracos, mas ainda intensos, encharcando tudo. As coxas dela tremiam sem parar, os dedos cravados no meu peito, as unhas marcando minha pele. Os espasmos continuavam. A boceta dela dava pequenos jatos residuais e contraía repetidamente ao meu redor, extremamente sensível. Escorria abundante pela minha virilha, pingando e formando uma grande mancha molhada no lençol. Mesmo assim, nós não paramos. Continuamos metendo nela enquanto ela gozava, prolongando o prazer. Cada estocada agora fazia ela soltar gemidos agudos e trêmulos, o corpo hipersensível reagindo a cada movimento nosso. — Continua… não para ainda. Quero sentir vocês dois mais um pouco. Agora o ritmo estava mais pesado, mais bruto. Ela gemia sem parar, o corpo balançando entre nós dois. Cada vez que Rafael metia fundo, ela soltava um gemido mais alto e apertava minha buceta com mais força. — Porra… que delícia… — ela gemeu, mordendo o lábio. — Os dois me fodendo assim… não quero que pare. Nós dois metemos nela por mais um tempo, sem pressa de acabar. O quarto estava tomado pelo som molhado dos dois paus entrando e saindo dela, misturado com os gemidos roucos dela. Rafael começou a gemer mais rouco, o ritmo ficando mais irregular. — Tô quase gozando… — avisou, voz grossa. — Porra… seu cu tá apertando pra caralho. Ele deu mais algumas estocadas fortes e saiu devagar do cu dela. Ela soltou um gemido baixo de protesto, mas continuou rebolando devagar em mim. Rafael se ajoelhou ao nosso lado na cama, segurando o pau grosso e brilhando de porra e saliva, se masturbar devagar, olhando pra gente. Eu me sentei na cama, segurando ela que continuou em cima de mim, de frente, rebolando no meu pau sem parar. Rafael ficou bem perto, masturbando o pau na nossa frente. A voz dele saiu grossa e mandona: — Chupa. Ela olhou pra ele, ainda rebolando em mim, e segurou o pau dele com uma mão. Lambeu a cabeça devagar e depois passou pra mim. Eu lambi também. Começamos a chupar ele. Ela chupava a cabeça de Rafael enquanto eu lambia o resto. Nossas línguas se encontravam no pau dele de vez em quando. Eu gemi, chupando junto com ela. Rafael segurava o cabelo dos dois, gemendo baixo, o quadril se mexendo devagar enquanto nós dois o chupávamos. — Porra…— ele falou, quase sem voz. Rafael soltou um gemido rouco e começou a masturbar o pau bem rápido, a mão subindo e descendo com força, bem perto das nossas bocas. Eu e ela ficamos bem juntinhos, bocas abertas, línguas para fora, lambendo e chupando a cabeça grossa dele alternadamente. Nossas línguas se tocavam o tempo todo enquanto girávamos ao redor da cabeça inchada, babando bastante e sugando o pré-gozo que escorria. Rafael gemeu alto, o corpo tensionando. O primeiro jato saiu forte e grosso, acertando bem no meio da cara dela, escorrendo pelo nariz e pingando no lábio superior. O segundo jato veio logo em seguida, acertando minha bochecha e parte da minha boca. Enquanto ele gozava, nós continuamos lambendo e chupando a cabeça do pau dele, as línguas trabalhando sem parar. Ele soltou o pau de repente. Ela imediatamente segurou a base com firmeza e continuou masturbando ele com movimentos rápidos e apertados, apontando a cabeça para nossos rostos. Mais jatos quentes e grossos caíram sobre nós. Um acertou direto na língua dela, outro na minha, alguns escorrendo pela testa, bochechas e queixo. A porra estava quente, cremosa e salgada. Enquanto ele ainda gozava, eu segurei o rosto dela e a beijei fundo, nossas bocas abertas se encontrando no meio do gozo dele. Nossas línguas se enroscavam, lambendo a porra que caía entre nós, misturando tudo num beijo sujo e molhado. Ela gemia dentro do beijo, chupando minha língua e sugando o gosto dele. Eu fazia o mesmo, lambendo os lábios e o queixo dela, engolindo o que conseguia. Rafael continuava gemendo enquanto ela terminava de ordenhá-lo com a mão, tirando as últimas gotas que caíam sobre nossos rostos e bocas. A buceta dela apertando meu pau sem parar, eu não aguentava mais segurar. Eu gemi alto e gozei fundo dentro dela. Meus jatos saíram fortes e quentes, enchendo a buceta dela enquanto ela continuava rebolando em mim. Eu segurei firme na cintura dela, puxando ela pra baixo a cada vez que gozava, sentindo ela apertar meu pau enquanto eu enchia ela. Ela soltou um gemido rouco quando sentiu o calor da minha porra jorrando dentro dela, mas não parou de rebolar. Continuou quicando devagar, chupando meu pau com a buceta enquanto eu gozava. Rafael terminou de gozar na nossa cara e ficou respirando pesado, voltando a massagear o pau devagar. Eu continuei gozando dentro dela por mais alguns segundos, o corpo tremendo, até finalmente relaxar. Ela diminuiu o ritmo aos poucos, mas continuou sentada em mim, rebolando bem devagar, sentindo meu pau pulsar dentro dela enquanto a porra escorria ao redor. Ele ficou olhando pra gente, ainda segurando o pau meio duro, respirando pesado e se deitou de lado na cama, ainda respirando pesado. Nós dois fizemos o mesmo. Ela ficou no meio, deitada de costas entre nós. Eu me virei de lado, apoiado no cotovelo, e passei os dedos devagar pelo rosto dela. Ela abriu os olhos e me olhou. Sorriu de lado, rouca, e falou baixo: — Que delícia. Ela virou o rosto pro outro lado e olhou pra Rafael. Ele estava deitado de lado também, olhando pra gente. Ela estendeu a mão e passou os dedos devagar pelo peito dele, descendo até o pau, que ainda estava meio duro e molhado. — Você gozou pra caralho — falou, com um tom de satisfação na voz. Rafael soltou uma risadinha baixa e respondeu: — Vocês dois juntos chupando… não teve como segurar. Ficamos em silêncio por um tempo, só respirando. O cheiro de sexo no quarto estava forte. Eu passei a mão no peito dela, descendo devagar até a barriga, sentindo a pele quente e suada. Ela fechou os olhos por alguns segundos, aproveitando o toque. Depois ela se virou de lado, de frente pra mim, e se aproximou. Passou a perna por cima da minha e colou o corpo no meu. Ainda tinha porra no rosto dela. Ela estava quente, suada. Eu passei a mão no cabelo dela, afastando alguns fios do rosto, e falei baixo: — Você foi uma puta caralho hoje. Ela abriu os olhos e me olhou, com um sorrisinho cansado e safado. — Eu queria mais… mas acho que preciso me recuperar primeiro. Rafael riu baixo atrás dela e beijou o ombro dela, falando rouco: — Meu pau ainda ta duro. Ela riu também, um riso baixo e rouco, e fechou os olhos de novo, se aconchegando mais entre nós dois. Eu continuei passando a mão devagar pelas costas dela, sentindo a pele quente e úmida. Rafael fez o mesmo do outro lado. Ficamos assim por um bom tempo. Sem pressa. Sem falar muito. Só os três deitados, suados, sujos de porra. Eu desci a mão devagar pelas costas dela, traçando a coluna com os dedos. Continuei descendo até passar pela curva da bunda e alcançar o pau de Rafael. Ele ainda estava meia-bomba, quente e pesado na minha mão. Envolvi ele com os dedos e comecei a massagear devagar, com movimentos lentos e preguiçosos. Rafael não disse nada, mas senti o pau dele começar a endurecer na minha mão conforme eu massageava. A cada movimento, ele ficava mais grosso e mais firme. Ele ergueu o olhar e me olhou por cima dela. Troquei um olhar com ele — calmo, mas carregado. Um entendimento silencioso. Continuei masturbando ele devagar enquanto ela respirava mais tranquila entre nós, já quase dormindo. Rafael fechou os olhos por um segundo, mas logo abriu de novo e me olhou mais uma vez. Dessa vez o olhar demorou um pouco mais. Ele apertou de leve a bunda dela, como se quisesse dizer que estava sentindo, mas sem fazer barulho. Eu apertei o pau dele com mais firmeza por um instante, só pra ver a reação. Ele mordeu o lábio inferior e respirou mais fundo, mas continuou quieto. Eu sorri de canto e respondi ao olhar sem dizer nada, só continuando a massagear ele devagar, sentindo ele ficar completamente duro na minha mão enquanto ela dormia tranquila entre nós dois.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.