Eu cheguei no apartamento sentindo o peso da merda que eu tinha feito apertando meu peito como uma mão de ferro. A chave girou na fechadura e a porta abriu rangendo. O cheiro cimento úmido me acertou na cara logo de primeira. A sala estava um caos controlado: parte do piso arrancado, tábuas empilhadas num canto, baldes de massa, sacos de cimento abertos e ferramentas jogadas pelo chão. Era o meu primeiro apartamento. E parecia mais uma zona de guerra do que uma casa.
Eu fechei a porta atrás de mim e encostei as costas nela por um segundo, tentando respirar fundo. Quatro mil e duzentos reais. Eu tinha perdido tudo no tigrinho no mês anterior. Passei o mês tentando recuperar, mas não consegui, e agora não tinha mais tempo. Eu me senti uma idiota completa. Uma criança burra fingindo ser adulta.
Ouvi o som de algo sendo arrastado no chão. Ele estava lá.
Quando Márcio apareceu na entrada da sala, meu estômago deu um nó. A camisa cinza dele estava encharcada de suor, colada nas costas largas.
Ele me viu e parou, limpando as mãos num pano velho que carregava no bolso de trás.
— Boa tarde, Dona Juliana — disse ele, a voz grave e ainda respeitosa, profissional como sempre. — Vim finalizar essa etapa desse mês. A senhora combinou de trazer o restante hoje, né?
Eu abri a boca, mas as palavras não saíram direito. Meu rosto esquentou de vergonha.
— Márcio… eu preciso falar com você — consegui dizer, a voz saindo mais baixa do que eu queria.
Ele franziu a testa, o corpo grande parando no meio da sala bagunçada. Ele cruzou os braços grossos, o que fez os músculos ficarem mais marcados sob a pele suja de poeira.
— Pode falar dona, qual o problema?
Eu respirei fundo, o coração batendo forte. Tentei explicar, gaguejando no começo. Contei que tinha apostado o dinheiro no tigrinho, que tinha perdido tudo. Falei que tinha tentado pensar em outras soluções o mês inteiro — pedir emprestado pra alguém, adiar o pagamento de alguma coisa, até vender alguma coisa minha.
Ele ficou me olhando enquanto eu falava, o rosto ficando mais sério e mais duro a cada palavra. Quando terminei, ele passou a mão suja no rosto, frustrado, apertando o pano com força.
— Você apostou o meu dinheiro no tigrinho? — A voz dele saiu mais ríspida, mais baixa. — Eu tô aqui trabalhando, suando pra caralho, e você vai lá e aposta o pagamento numa porra de jogo?
Eu senti as lágrimas subindo. Tentei segurar, mas a voz falhou quando tentei falar de novo.
— Eu… eu não tenho o dinheiro agora. Mas eu posso te pagar. Vou dar um jeito.
Ele ficou quieto por um segundo, como se não tivesse entendido direito.
— Que jeito porra!?
Eu baixei os olhos pro chão sujo, o rosto queimando. As palavras saíram atropeladas, quase um sussurro, e eu parei no meio, engolindo em seco antes de conseguir continuar.
— Eu… eu vou resolver — consegui dizer, a voz embargada. — Eu só preciso de mais tempo. Eu vou conseguir o dinheiro, eu juro. Só me dá mais uns dias…
— Não dá pra atrasar, não dona Juliana — cortou ele. — Eu avisei que precisava hoje. Tenho que pagar o ajudante. Minha mulher tá em casa esperando esse dinheiro. Não posso ficar esperando.
Eu senti as lágrimas subindo.
— Eu não tenho agora. Mas eu juro que vou conseguir...
Ele passou a mão suja no rosto de novo, frustrado. Deu um passo na minha direção, o cheiro dele se espalhando — suor seco, poeira de obra, algo denso e masculino.
— Então me diz o que eu faço? Eu tenho conta pra pagar em casa também, caralho.
Eu baixei os olhos pro chão sujo, as lágrimas descendo.
— Eu não tenho o dinheiro — admiti, a voz quebrada. — Mas eu posso te pagar de outro jeito. Qualquer jeito.
O silêncio que caiu na sala foi tão pesado que eu consegui ouvir minha própria respiração. Eu fiquei parada, sentindo o peso da própria vergonha me esmagando.
Márcio não respondeu de imediato. Ele ficou ali, o peito subindo e descendo mais rápido. Passou a mão suja no rosto de novo, deixando outra marca de poeira na bochecha. Andou dois passos pra um lado, depois pro outro, esfregando a nuca com força, como se quisesse arrancar alguma coisa de dentro da cabeça. Olhou pro chão, depois pra mim, depois pro chão de novo. Apertou o pano sujo entre as mãos até os dedos ficarem brancos.
— Eu não posso fazer isso… — murmurou ele, quase rouco, quase pra si mesmo. — Eu sou casado. Tenho mulher e filho em casa. Eu quero o meu dinheiro, porra. Não isso.
Ele ficou mais um tempo em silêncio, o maxilar travado. Respirou fundo, xingou baixo, deu mais dois passos antes de parar. Eu via o suor brilhando na testa dele, misturado com a poeira.
— Porra… — falou, mais baixo ainda.
Ele finalmente ergueu o rosto e me olhou. O olhar dele ficou em mim por uns segundos, mais pesado do que antes. Ele piscou devagar, respirou forte pelo nariz. Por um momento pareceu que ia virar o corpo e dar as costas. Mas não virou. Apertou os punhos ao lado das pernas, deu um passo à frente e depois outro, mais brusco. As mãos grandes e sujas agarraram meus braços de repente, me puxando com força até o peito dele. O cheiro me acertou de uma vez, denso e quente.
— Você quer pagar assim, sua putinha? — A voz saiu rouca, baixa, quase contra o meu cabelo. — Então vai ser do meu jeito. Mas escuta bem! Você ainda vai ter que pagar o dinheiro. Essa buceta só compra mais tempo pra você resolver. Não paga a dívida.
Ele não esperou. Ele me segurou pelos ombros e me empurrou para baixo até meus joelhos baterem no chão sujo e empoeirado da sala. O concreto áspero raspou minha pele. Meu rosto ficou na altura da cintura dele. O cheiro dele estava mais forte ali embaixo, algo cru e denso que saía da calça jeans.
— Ta esperando o que, não é o que você pediu? — mandou, a voz baixa e grossa. — Bota meu pau pra fora.
Minhas mãos subiram até o cinto dele. Eu abri o botão, baixei o zíper. Quando puxei a cueca para baixo, a rola dele caiu para fora, mole, pesada, grossa. A pele era mais escura, a cabeça rosada aparecendo por baixo do prepúcio. O cheiro subiu forte — salgado, suado. As bolas eram grandes, pesadas, com a pele mais enrugada e cheia de pelo curto e escuro.
Eu fiquei parada por uns segundos, olhando. Depois levantei uma mão e segurei o pau mole dele, massageando devagar, quase com medo, tomando coragem. A pele estava quente e macia na minha palma. Puxei a pele pra trás revelando a cabeça, vi uma camada fina de gala seca acumulada debaixo da cabeça. O cheiro ficou ainda mais forte quando eu inclinei o rosto.
— Chupa logo porra! — ordenou ele.
Eu abri a boca e levei a cabeça do pau para dentro. A língua encontrou logo o gosto forte. Eu comecei devagar, sugando com calma, a língua circulando enquanto chupava. O pau estava mole, quente, enchendo minha boca sem pressa. Eu descia até as bolas de vez em quando, sugando elas, lambendo devagar a pele quente e pesada, depois voltava para a pica dele, sentindo ela começar a reagir.
Ele soltou um gemido baixo.
— Isso… chupa direito.
Eu continuei alternando entre lamber o pau e as bolas, voltando a chupar a rola. O pau ia engrossando dentro da minha boca. Eu o sentia inchar, ficar mais pesado na língua. Cada vez que eu descia, ele ficava mais grosso, mais quente. A baba escorria pelo meu queixo enquanto eu trabalhava, sugando, lambendo.
— Olha pra você… até que chupa bem pra uma patricinha — falou ele, a voz já mais rouca. — Tá gostando, porra?
O pau já estava bem mais duro agora, latejando na minha boca. Eu chupava mais fundo, a cabeça grossa encostando na garganta de vez em quando. Ele segurava meu cabelo com mais força.
— Engole mais. Isso… sua vadia safada.
Eu gemia baixo contra a pica dele, a vergonha queimando. O pau estava completamente duro agora, pulsando forte na minha língua. Ele começou a mover os quadris devagar, enfiando mais fundo na minha boca a cada vez.
— Aposto que os seus boyzinhos não te tratam como a putinha que você é. Engasga mais fundo, porra. Isso.
Ele puxou o pau para fora de repente brilhando de saliva. Segurou meu cabelo com mais força, inclinando meu rosto para cima. Bateu a cabeça pesada contra minha bochecha. O impacto molhado ecoou baixo, o peso da rola acertando minha pele com força. Ele esfregou devagar, subindo pela minha bochecha até a testa, deixando um rastro quente e viscoso de baba e cheiro dele. Depois bateu do outro lado, mais firme, o pau grosso estalando. Continuou batendo — uma, duas, três vezes, a pica pesada e quente marcando meu rosto, espalhando saliva por todo o meu rosto.
Ele desceu o pau até meus lábios e esfregou a cabeça grossa neles, empurrando devagar, como se quisesse enfiar de novo. Mas não enfiou. Em vez disso, segurou meu cabelo com as duas mãos e puxou meu rosto para baixo, afundando ele direto no saco dele. Meu nariz e boca foram pressionados contra a pele quente, suada e enrugada. O cheiro forte e cru explodiu. Ele esfregou meu rosto contra as bolas, subindo e descendo, obrigando meu nariz a se enterrar entre elas, minha boca aberta contra a pele quente e pesada.
— Cheira — mandou, a voz grossa, apertando meu cabelo com mais força e esfregando meu rosto com mais vontade contra as bolas. — Cheira bem fundo, sua putinha viciada. Isso… é cheiro de macho de verdade.
Ele puxou meu cabelo para trás, tirando meu rosto de lá, o pau ainda duro e latejando bem na minha frente.
— Abre a boca de novo — mandou, a voz grossa de tesão.
Eu abri. Ele inclinou o rosto para baixo e cuspiu direto na minha boca, depois cuspiu mais uma vez na minha cara, o cuspe quente escorrendo pela minha bochecha e pelo queixo. Antes que eu pudesse fechar a boca, ele enfiou o pau de volta na minha boca, grosso e duro, e empurrou direto até o fundo da garganta.
Eu me engasguei forte. Meu corpo inteiro reagiu, os olhos lacrimejando na hora. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha garganta sem piedade, metendo fundo a cada estocada. O pau grosso abria caminho, batendo no fundo, fazendo minha garganta se contrair em volta dele. A baba escorria sem parar pelo meu queixo, pingando no chão sujo enquanto ele usava minha boca como um buraco.
— Isso… engole tudo, sua vagabunda barata — rosnou ele, a voz rouca e baixa.
Ele metia sem parar, os quadris batendo contra meu rosto, as bolas pesadas estalando contra meu queixo molhado a cada vez que ele afundava a rola inteira na minha garganta. Metia fundo, segurava minha cabeça colada na virilha por alguns segundos, sentindo minha garganta apertar em volta dele, depois puxava só o suficiente pra eu conseguir respirar um segundo antes de voltar a enfiar tudo de novo. Cada vez mais fundo. Cada vez mais bruto.
— Sua vadia safada. Olha pra você… chorando com meu pau na garganta.
Eu tentava respirar pelo nariz, mas era difícil. As lágrimas escorriam pelo meu rosto misturado com a baba. Ele metia sem parar, os quadris batendo contra meu rosto, o pau latejando e pulsando dentro da minha garganta. De vez em quando ele segurava minha cabeça bem fundo e ficava ali, gemendo baixo, sentindo minha garganta se contrair desesperada em volta do pau dele.
— Engole… isso… boa garota — murmurou ele, quase zombando. — Engasga bonitinho pra mim.
Ele continuou fodendo minha garganta sem pressa, mas cada vez mais fundo e mais rude, usando meu cabelo como alça, metendo até minhas narinas quase encostarem na virilha dele suada. Meu rosto uma bagunça de lágrimas, saliva e o cheiro dele. E ele não parava. Metia, segurava, metia de novo, gemendo mais rouco a cada vez que minha garganta apertava em volta da pica.
Ele segurou meu cabelo com força e me puxou para cima de uma vez. Eu me levantei cambaleando, as pernas fracas. Antes que eu conseguisse me equilibrar, ele puxou minha blusa para cima com uma mão só, deixando meus peitos à mostra.
Sem aviso, ele deu uma tapa firme no meu peito. O impacto estalou na pele, fazendo meu seio tremer. Logo em seguida veio outro, mais forte, o barulho seco ecoando na sala suja. Eu soltei um gemido baixo de dor e surpresa. Ele continuou dando mais dois tapas seguidos, os dedos abertos marcando a pele macia enquanto meus seios balançavam com a força.
— Olha só esses peitinhos gostosos — rosnou ele, a voz grossa.
Depois ele se inclinou e tomou o mamilo na boca com força, sugando com vontade. A língua grossa e quente rodeava o bico, sugando com tanta intensidade que eu sentia o puxão até no fundo do meu peito. Enquanto chupava, ele apertava o outro seio com a mão livre, massageando com força, os dedos grossos beliscando o mamilo. Ele alternava entre os dois: chupava um com força, depois passava para o outro, lambendo devagar, circulando o mamilo com a língua antes de sugar de novo com mais vontade.
Ele soltou o peito e segurou meu pescoço com firmeza, me segurando no lugar enquanto ele abusava de mim. A outra mão desceu até o short, enfiou por dentro da cintura sem nenhuma delicadeza e encontrou minha boceta. Dois dedos grossos esfregaram minha entrada molhada, depois entraram fundo, metendo devagar enquanto ele continuava chupando meu peito com fome.
Eu gemi mais alto, o corpo se contorcendo entre a mão no meu pescoço e a boca dele nos meus seios.
— Ah… porra… — soltei, a voz falhando.
Ele chupou com mais força, os dentes roçando de leve no mamilo enquanto os dedos dentro de mim aceleravam o ritmo, enfiando fundo. Eu sentia a boca dele quente, molhada, faminta, enquanto os dedos da outra mão me dedavam sem pressa, me deixando cada vez mais molhada.
Ele tirou a boca do meu peito só o suficiente para falar, a voz rouca contra minha pele:
— Tá gostando, hein? — Depois voltou a chupar, agora mais bruto, sugando forte enquanto os dedos dentro de mim metiam mais rápido.
Eu segurava na bancada suja atrás de mim para não cair, o pescoço ainda preso pela mão dele, o corpo inteiro.
— Eu… eu não… — tentei falar, mas a voz saiu fraca e quebrada.
Ele tirou os dedos de dentro de mim, sujos da minha excitação, e trouxe até minha boca, esfregando nos meus lábios.
— Cala a boca e obedece — cortou ele. — Tira essa blusa agora.
Minhas mãos tremeram enquanto eu puxava a blusa pela cabeça e deixava cair no chão sujo. Ele me virou com força, me colocando de costas para ele.
— Tira o short. Empina essa bunda para mim.
Eu me virei devagar, de costas para ele, e abaixei o short até os joelhos, depois até os tornozelos, curvando o corpo para frente e empinando a bunda como ele tinha mandado. Fiquei só de calcinha, curvada, sentindo o olhar dele nas minhas costas.
— Agora tira a calcinha também vagabunda — ordenou. — E rebola pra mim.
Eu engoli em seco, mas obedeci. Desci a calcinha devagar, deixando ela cair no chão sujo junto com o short. Fiquei completamente nua. Respirei fundo e comecei a rebolar devagar, movendo o quadril de um lado para o outro, sentindo minha bunda tremer levemente enquanto eu me exibia para ele.
— Abre esse rabo — falou ele por trás de mim, a voz mais rouca agora. — Me mostra o que tem pra mim.
Eu levei as mãos para trás, segurei cada lado da minha bunda e abri devagar, expondo minha boceta e meu cu para ele. Meu rosto queimava de vergonha, mas eu mantive a posição, curvada sobre a bancada suja da obra.
Ele deu outro tapa na minha bunda, fazendo a carne tremer. Logo em seguida, ele enfiou dois dedos grossos de volta na minha xoxota molhada, metendo com força enquanto o polegar esfregava meu cuzinho em círculos lento. Com a outra mão, ele puxou meu cabelo com força, me obrigando a arquear as costas e inclinar o rosto para trás. Ele se aproximou, o peito encostando nas minhas costas, e falou bem perto do meu ouvido, a voz rouca e baixa:
— Olha só como você tá… tá se sentindo uma putinha viciada agora, hein?
Eu me apoiei com as duas mãos na bancada suja, os dedos agarrando a madeira velha enquanto ele dedava minha boceta com força e esfregava meu cu sem parar. O polegar pressionava meu buraco, ameaçando entrar, enquanto os dois dedos dentro de mim metiam fundo e rápido.
— Responde — rosnou ele no meu ouvido, puxando meu cabelo com mais força. — Tá gostando de ser tratada assim, vadia safada?
Eu gemi, o corpo tremendo entre a mão dele no meu cabelo e os dedos que me fodiam sem piedade.
— Eu… eu tô… — tentei falar, mas a voz saiu fraca e entrecortada por outro gemido quando ele enfiou os dedos mais fundo. — Não queria, mas …
Ele riu baixo, o hálito quente contra minha orelha enquanto continuava dedando minha xoxota e esfregando meu cu com mais pressão. Ele me puxou pelo pescoço com força, me obrigando a levantar o corpo inteiro. Meu rosto ficou bem perto do dele, tão próximo que eu sentia a respiração dele quente na minha pele. A mão dele apertava meu pescoço com firmeza, controlando cada movimento da minha cabeça.
Ele me olhou nos olhos. Depois falou baixo:
— Você queria ser tratada como vagabunda.
Enquanto dizia isso, ele deu um tapa forte na minha bochecha. O impacto fez meu rosto virar para o lado, a pele ardendo na hora. Ele não esperou minha reação. Cuspiu direto na minha cara escorrendo pela minha bochecha até o canto da boca. A mão no meu pescoço apertou um pouco mais.
— Então eu vou te tratar como a puta safada que você é — continuou ele, a voz rouca.
Ele deu outro tapa, mais firme que o primeiro. Meu rosto virou para o outro lado com a força. Logo em seguida ele cuspiu de novo, dessa vez bem na minha boca entreaberta, e esfregou o cuspe com o polegar pela minha pele suja.
— Não vou te foder com carinho — rosnou ele, apertando meu pescoço com mais força enquanto me olhava fixamente. — Não vou te tratar feito os viadinhos que você costuma pegar.
Depois deu mais dois tapas seguidos, um em cada lado, fazendo meu rosto balançar de um lado para o outro.
— Você vai levar rola de verdade — falou ele por último, a voz baixa e pesada. — Do jeito que uma piranha como você merece.
Depois disso, ele me empurrou para baixo com força, me obrigando a me curvar sobre a bancada suja novamente. Eu me apoiei com as mãos na madeira velha, o corpo tremendo. Ele ajoelhou atrás de mim sem pressa.
Sua boca desceu quente e molhada direto na minha xereca. Ele lambeu devagar de baixo para cima, a língua larga e grossa abrindo meus lábios e subindo e depois descendo até meu clitóris, onde ele parou e chupou com força. Eu gemi alto quando ele sugou meu clitóris entre os lábios, a língua pressionando e circulando sem parar. Ele segurava minha bunda com as duas mãos, abrindo bem, e continuou chupando meu clitóris por um bom tempo, sugando com vontade enquanto eu tremia na bancada.
— Boa. Fica quietinha aí, empinada. Vou foder esses dois buracos agora. E você vai aguentar tudo, sua putinha viciada.
Depois ele subiu a língua até minha entrada e enfiou fundo dentro da minha boceta, fodendo minha xoxota com a língua grossa e molhada. Eu sentia ele mexendo a língua dentro de mim, lambendo minhas paredes enquanto a saliva dele escorria para baixo. Ele subiu de novo, agora indo direto para o meu buraco. Lambeu meu cuzinho devagar, circulando antes de pressionar e tentar entrar.
Ele alternava sem parar. Chupava meu clitóris com força por alguns segundos, sugando com vontade, depois subia e lambia meu cu, pressionando e girando. De vez em quando ele metia dedos grossos na minha xoxota e fodia devagar enquanto lambia meu cuzinho. Ou enfiava um dedo no meu cu e chupava minha boceta com mais intensidade, a boca fazendo barulho molhado enquanto ele sugava.
Ele segurava minha bunda aberta com força, os dedos afundando na carne, e às vezes parava só para cuspir na minha boceta antes de voltar a lamber com mais vontade. Eu tremia inteira na bancada, as pernas fracas, gemendo sem conseguir controlar enquanto ele alternava entre chupar meu clitóris com força, foder minha xoxota com a língua e dar tapas fortes na minha bunda.
O meu corpo inteiro começou a tremer enquanto ele chupava meu clitóris com força, a língua pressionando sem parar. Minhas pernas ficaram moles de uma hora pra outra. Eu tentei segurar, mas não consegui. A xoxota apertou forte, pulsando, e eu gozei com tudo. Um gemido rouco e alto saiu da minha garganta enquanto meu corpo se contraía na bancada. Minhas pernas tremeram tanto que quase caí, mas ele segurou minha bunda com força, continuando a lamber mesmo enquanto eu gozava, até eu ficar mole e ofegante.
Eu me apoiei, o rosto colado na madeira suja, o corpo ainda tremendo com os espasmos. Meu cu e minha xoxota ainda contraíam quando ele finalmente tirou a boca de mim.
Ele se levantou devagar por trás de mim. Eu senti a cabeça grossa e quente do pau dele esfregando na minha boceta molhada, abrindo meus lábios inchados. Ele passou a pica de cima a baixo na minha fenda, molhando a cabeça com meu gozo, e depois posicionou na entrada.
— Gozou gostoso na minha boca, sua putinha do caralho — rosnou ele, a voz grossa e satisfeita. — Olha só como você tá melada… gozando só de eu chupar você.
Ele segurou meu quadril com uma mão e, com a outra, puxou meu cabelo para trás, me obrigando a arquear as costas. Sem aviso, ele enfiou o pau inteiro de uma vez, grosso e duro, abrindo minha xoxota até o talo. Eu gemi alto quando ele me encheu de repente, a rola quente e latejando dentro de mim.
— Isso… aperta gostoso — falou ele, começando a meter devagar, sentindo minha boceta ainda pulsando. — Tá quente pra caralho.
Ele meteu mais fundo, os quadris batendo contra meu rabo, e começou a foder com força, as estocadas longas e pesadas. Cada vez que ele entrava até o fundo, eu sentia o pau dele bater no fundo da minha xoxota. Ele não parava de falar, a voz rouca e baixa enquanto metia:
— Agora vai levar pica na boceta do jeito que merece, putinha viciada do caralho.
Ele acelerou o ritmo, segurando meu cabelo com mais força e metendo sem parar, a bancada rangendo baixo toda vez que ele metia fundo batendo contra mim. Ele puxava o pau quase todo para fora, devagar, até a cabeça grossa ficar quase saindo, e depois enfiava tudo de volta com força, o quadril batendo contra minha bunda com um impacto seco e pesado. Cada estocada era profunda, a rola grossa abrindo caminho até o fundo, batendo no meu útero. Eu gemia alto toda vez que ele entrava, o corpo sendo empurrado contra a bancada suja.
Ele metia com força. Fazendo minha xoxota estalar molhada em volta dele. A cada estocada mais forte, as bolas dele batiam contra meu clitóris inchado.
Ele deu um tapa forte na minha bunda, a mão grande marcando a pele com força.
— Ah! — soltei, o corpo se contorcendo com o tapa.
— Isso… aperta gostoso quando eu bato — rosnou ele, dando outro tapa bem no mesmo lugar, mais forte. — Tá gostando de apanhar né?
Eu gemi mais alto, a voz falhando:
— Eu… eu tô… porra… — tentei responder, mas outra estocada funda me cortou o ar.
Ele continuou metendo, agora mais rápido, as estocadas curtas e brutas. A cada três ou quatro metidas, ele dava um tapa na minha bunda, alternando os lados, fazendo a carne tremer enquanto o pau dele entrava e saía sem parar. Eu me segurava na bancada com força, os dedos escorregando na madeira suja.
— Tá doendo? — perguntou ele, puxando meu cabelo com mais força e metendo até o fundo. — Ou tá gostando de levar tapa enquanto eu fodo sua boceta?
Eu gemi alto, a voz saindo rouca e entrecortada:
— Não para…
Ele soltou uma risada baixa e deu mais dois tapas seguidos o meu rabo, depois voltou a foder com mais força, o pau batendo fundo sem piedade. Meu corpo balançava inteiro contra a bancada, os peitos roçando na madeira enquanto ele metia sem parar.
— Olha só você… implorando pra não parar — falou ele, a voz grossa de tesão.
Eu gemi de novo, a voz quase um soluço:
— Eu… eu não aguento… você tá me fudendo tão fundo…
Ele deu outro tapa forte na minha bunda e meteu com tudo, enterrando o pau até o talo e girando o quadril, esfregando bem fundo dentro de mim enquanto eu tremia inteira na bancada.
Ele continuou metendo sem parar, agora mais rápido e mais bruto. As estocadas estavam curtas, fortes e fundo, o pau grosso entrando e saía da minha boceta com força, fazendo barulho molhado toda vez que ele batia contra mim. Ele segurava meu quadril com uma mão e meu cabelo com a outra, me puxando para trás a cada metida, me fodendo como se quisesse me destruir. A cada estocada eu sentia ele latejar mais forte dentro de mim, o pau inchando e pulsando enquanto ele metia sem piedade.
Ele deu mais dois tapas na minha bunda e acelerou ainda mais. Eu gemia sem conseguir controlar, o corpo inteiro tremendo na bancada enquanto ele me fodia sem descanso. O suor dele pingava nas minhas costas, misturando com o meu.
De repente ele começou a gemer mais baixo, o ritmo das estocadas ficando mais irregular, mais desesperado.
— Porra… eu vou gozar — rosnou ele, a voz grossa e ofegante. — Vou encher essa bocetinha de porra.
Eu senti o pânico subir junto com o prazer. Meu corpo inteiro se tensionou.
— Não! — implorei, a voz saindo rouca e desesperada. — Não goza dentro… por favor… não goza!
Ele continuou metendo por mais alguns segundos, como se estivesse lutando contra o próprio tesão, a rola latejando forte dentro de mim. Eu continuei implorando, a voz quebrada:
— Tira… tira agora… por favor…!
No último segundo ele puxou o pau para fora com força. Eu senti o ar frio na minha xoxota molhada e aberta. Logo em seguida, o primeiro jato quente de porra acertou minhas costas, grosso e pesado. Ele gemeu alto enquanto gozava, jogando mais porra na minha bunda, os jatos quentes e grossos se espalhando pela minha pele, escorrendo devagar pelo meu rabo e pelas minhas costas. Ele continuou gozando por vários segundos, cobrindo minha bunda e parte das minhas costas com leite quente, até o último jato mais fraco cair na minha pele.
Ele ficou atrás de mim por alguns segundos, ofegante, o pau pingando o resto da porra na minha bunda. Depois ele pegou a rola com a mão e começou a esfregar a cabeça grossa na própria. Ele passou o pau de um lado pro outro, espalhando o leite quente pela minha pele como se estivesse pintando, depois desceu até meu cu e começou a esfregar a cabeça melada de porra no meu cuzinho, circulando devagar, empurrando um pouco a porra quente para dentro com a cabeça da pica.
— Ainda não acabei — falou ele, a voz rouca e baixa. — Vou foder esse cu agora.
Eu senti o coração disparar. Ele posicionou a cabeça grossa e quente bem no meio do meu cuzinho, pressionando devagar. Eu me contraí no automático.
— Não… ali não — falei rápido, a voz trêmula. — Não vai caber… por favor, não.
Ele não respondeu de imediato. Continuou esfregando a cabeça do pau na minha entrada, usando a própria porra como lubrificante, empurrando com mais firmeza agora. Eu sentia a pressão aumentando, a cabeça grossa forçando meu cuzinho a abrir um pouco.
— Abre esse rabo — mandou ele, a voz mais grossa. — Pensa melhor antes de jogar com o dinheiro dos outros.
Eu levei as mãos para trás com as pernas ainda tremendo e segurei cada lado da minha bunda, abrindo bem como ele mandou. Meu rosto queimava de vergonha enquanto eu me expunha completamente para ele.
Ele pressionou mais forte. A cabeça do pau, grossa e melada de porra, começou a forçar minha entrada. Eu gemi de dor e desconforto quando senti o anel do meu cu sendo esticado. Ele não parava de empurrar, devagar, mas firme, forçando a cabeça grossa para dentro. Eu sentia meu cuzinho abrindo aos poucos, ardendo com o esforço de engolir aquela grossura.
— Ah… porra… tá doendo… — gemi, a voz falhando. — Não vai caber.
Ele segurou meu quadril com força e continuou empurrando. Eu soltei um gemido alto.
— Cala a boca e aguenta — rosnou ele, dando um tapa forte na minha bunda. — Vai caber. E você vai engolir tudo.
Ele tentou mais um pouco, empurrando com mais força, mas meu cu não cedeu. O pau grosso só pressionava e escorregava na porra. Ele xingou baixo, irritado, e de repente segurou meu braço com força, me puxando para cima da bancada.
— Levanta — mandou. — No chão. De quatro.
Eu desci da bancada cambaleando, as pernas fracas, e me ajoelhei no chão sujo e empoeirado da sala. Ele me empurrou para frente até eu ficar de quatro, as mãos e os joelhos no concreto frio e sujo. Meu rosto ficou perto do chão, a bunda empinada para ele.
Ele ajoelhou atrás de mim, pegou o pau novamente e começou a esfregar a cabeça na minha bunda, espalhando a porra que já tinha gozado em mim. Ele passou o pau de um lado pro outro, pintando meu cuzinho com o leite quente e grosso, empurrando um pouco para dentro com a cabeça. Depois ele segurou a rola e cuspiu direto na cabeça, um cuspe grosso e quente que escorreu pela glande e pela minha entrada. Ele esfregou tudo com a cabeça do pau, espalhando o cuspe misturado com a porra, deixando tudo bem molhado e escorregadio.
— Relaxa esse cuzinho, porra — rosnou ele por cima de mim. — Senão vai doer mais.
Eu senti a pressão aumentando devagar, o anel do meu cuzinho sendo forçado a abrir. A cabeça era larga pra caralho, e eu gemi baixo quando ela começou a esticar minha entrada. A ardência era forte, quase insuportável no começo. Eu me contraía sem querer, mas ele continuava pressionando com firmeza.
— Ahh… caralho… — soltei, a voz falhando. — Tá… tá entrando…
A cabeça forçou mais, meu cu abrindo aos poucos ao redor daquela grossura quente. Eu gemi mais alto quando senti que ela venceu a resistência — a cabeça grossa estalou para dentro com um som molhado, meu anel se fechando logo atrás da cabeça, prendendo ele ali. A sensação de estar aberta daquele jeito era intensa, quase demais. Eu tremia, sentindo o quanto meu buraco estava esticado em volta da cabeça do pau dele. Ele parou com só a cabeça dentro, deixando eu sentir o quanto estava esticado em volta dele.
Ele segurou minha cabeça com uma mão só, os dedos cravados no meu cabelo, e pressionou meu rosto contra o chão sujo com mais força. Com a outra mão, ele segurou meu quadril e começou a empurrar o resto da pica.
Levantou um pouco o corpo, ficando de cócoras atrás de mim, e segurou minha cabeça com a mão. Com força, ele pressionou meu rosto contra o chão sujo, me obrigando a baixar até minha bochecha encostar no concreto empoeirado. Meu rabo ficou mais empinado nessa posição, completamente exposto para ele.
Eu levei as mãos para trás instintivamente e segurei cada lado da minha bunda, abrindo bem enquanto ele começava a empurrar mais.
Centímetro por centímetro, ele foi descendo. Eu sentia cada parte dele entrando forçando minhas paredes internas a se abrirem. Meu cuzinho ardia e queimava enquanto ele ia fundo.
— É muito grosso… — falei, a voz entrecortada. — Não vai caber tudo… por favor…
Ele deu uma risada baixa e continuou empurrando sem parar.
— Vai caber sim. E você vai engolir até o talo — respondeu ele, apertando mais meu quadril. — Abre mais esse rabo.
O pau dele era grosso pra caralho, e eu sentia cada veia, cada polegada esticando meu interior apertado. Ele não parava de descendo, devagar, forçando meu cu a engolir tudo.
Quando ele finalmente enfiou tudo, até o talo, eu gemi rouco contra o chão. Meu cuzinho estava completamente cheio, esticado ao máximo em volta da base grossa da rola dele. Ele ficou parado por uns segundos, enterrado até o fundo, sentindo meu interior apertando e pulsando em volta dele enquanto eu tremia debaixo do corpo dele.
— Isso… boa putinha — murmurou ele, quase satisfeito. — Olha como seu cu engoliu meu pau todinho. Agora aguenta.
Ele puxou o pau devagar, quase até tirar a cabeça, e eu senti meu cu se fechando atrás dele, como se não quisesse soltar. Quando só a cabeça estava dentro, ele voltou a empurrar tudo de uma vez, fundo, até bater no meu interior. Eu gemi alto contra o chão sujo, o corpo inteiro tremendo com a estocada.
Ele começou a foder meu cu devagar no começo. Saía quase todo, e metia tudo de volta com um impulso seco, fazendo meu corpo ser empurrado para frente toda vez. O barulho era molhado e obsceno — o som do meu cu esticado em volta da rola dele. Ele metia fundo, girando um pouco o quadril quando estava todo dentro, como se quisesse abrir mais espaço.
— Porra… que cu apertado — rosnou ele, a voz grossa. — Aposto que ninguém tinha fodido ele ainda.
Ele segurava minha cabeça com uma mão só, pressionando meu rosto contra o chão, enquanto a outra mão apertava meu quadril com força. As estocadas foram ficando mais rápidas. Ele saía mais rápido agora e voltava metendo com tudo, o pau grosso abrindo meu cu sem piedade. Eu sentia as bolas dele batendo contra minha xoxota molhada a cada estocada funda.
Eu gemia sem parar, a voz abafada contra o chão.
— Tá… tá doendo… — falei, ofegante. — Você tá me fudendo muito fundo…
Ele deu uma risada baixa e meteu mais forte, as estocadas agora curtas, rápidas e brutais. A pica entrava e saía do meu cu com força, estalando molhado toda vez que ele batia contra minha bunda.
— Aguenta. Esse cu vai aprender a engolir rola hoje.
Eu sentia cada centímetro dele abrindo caminho, esticando meu interior. No começo ainda ardia bastante, mas quanto mais ele metia, mais meu cu ia cedendo. Meu anel ia relaxando aos poucos, engolindo a pica dele com mais facilidade. A ardência forte foi diminuindo e dando lugar a uma sensação mais quente, mais funda, que subia pela minha espinha.
Ele deu um tapa forte na minha bunda. As estocadas foram ficando mais rápidas e mais brutas. Ele socava o pau no meu cu sem parar, as bolas dele batendo contra minha xoxota molhada a cada vez que ele descia tudo. O barulho era sujo — pele contra pele, o som molhado do meu cu sendo fodido, meus gemidos abafados contra o chão.
— Tá abrindo gostoso agora — rosnou ele, dando mais um tapa na minha bunda. — Seu cu tá se acostumando a levar pau grosso.
Eu gemia mais alto, o corpo tremendo. Meu cuzinho apertava ele sem eu conseguir controlar, e quanto mais ele metia, mais eu sentia uma pressão diferente subindo.
Eu comecei a gemer mais alto, a voz saindo rouca e entrecortada:
— Eu… eu tô… porra… eu vou gozar…
Ele não diminuiu o ritmo. Pelo contrário. Metia mais forte agora, socando meu cu com força total. Eu sentia o orgasmo se aproximando rápido, meu corpo inteiro se tensionando em volta do pau dele. Meus gemidos ficaram mais altos, mais desesperados.
— Tô gozando… eu vou gozar… — anunciei, a voz falhando enquanto ele continuava metendo sem parar no meu cu.
Sem aviso, puxou tudo para fora de uma vez. Meu buraco ficou aberto e latejando, sentindo o vazio repentino.
Ele me virou com força, me jogando de costas no chão sujo da sala. Meu corpo estava mole, ainda tremendo do quase orgasmo. Antes que eu pudesse me recompor, ele agarrou minhas coxas, levantou minha cintura do chão e puxou meu corpo para mais perto dele. Ele segurou minha bunda com as duas mãos e posicionou o pau de novo na minha entrada.
Sem dizer nada, ele enfiou tudo de uma vez, fundo, me fodendo de cima pra baixo agora. Nessa posição ele conseguia meter ainda mais fundo. Eu gemi alto quando ele começou a socar meu cu sem parar, as estocadas pesadas e profundas, descendo com força toda vez que ele metia. Meu corpo balançava no chão sujo a cada estocada.
Ele segurou minhas coxas abertas e continuou metendo, olhando para baixo, direto para o meu rosto. Meu cuzinho ainda estava sensível e aberto do que ele tinha feito antes, e agora ele metia sem piedade, socando fundo e rápido.
— Olha pra mim — mandou, a voz rouca e grossa. — Você vai gozar olhando pra cara de quem tá arrombando seu cu.
Ele segurava minhas coxas abertas com força, quase dobrando meu corpo, e socava o pau no meu cu de cima pra baixo sem parar. Cada metida era fundo a rola grossa abrindo meu cuzinho já sensível e inchado, batendo no meu interior sem nenhuma delicadeza.
Eu tentei manter o olhar nele como ele mandou, mas era difícil. Meu corpo inteiro tremia no chão sujo. Ele metia sem parar, rápido e pesado, o quadril batendo contra minha bunda toda vez que ele descia. Eu sentia meu cuzinho se contraindo em volta do pau dele, apertando sem eu conseguir controlar.
— Olha pra mim — repetiu ele, a voz mais grossa agora.
Eu obedeci, olhando direto para o rosto dele enquanto ele me fodia. A pressão no meu baixo-ventre aumentou rápido. Meu cuzinho apertava o pau dele com mais força a cada estocada, e o prazer misturado com a ardência subiu como uma onda. Eu gemi alto, sem conseguir segurar.
Meu corpo se arqueou no chão quando o orgasmo me acertou. Eu gozei forte, gemendo rouco, meu cuzinho se contraindo e apertando a pica dele em ondas intensas. Minhas pernas tremeram nas mãos dele, meu corpo inteiro se sacudindo no chão sujo enquanto eu gozava com ele metendo sem parar no meu cu. Eu não conseguia desviar o olhar, mesmo tremendo e gemendo alto. Ele continuou socando, fodendo meu cuzinho mesmo enquanto eu gozava em volta dele.
Metia com força total, socando meu cu de cima pra baixo enquanto eu ainda tremia. Depois de alguns segundos, ele começou a gemer mais baixo.
— Vou encher seu cu de porra, sua vagabunda barata — rosnou ele, olhando para mim.
Ele meteu mais fundo e gozou. Eu senti o primeiro jato quente jorrando bem fundo no meu cuzinho. Ele continuou metendo enquanto gozava, socando o pau no meu cu sem parar, enchendo meu interior com porra grossa e quente. Cada estocada fazia mais porra vazar para fora, escorrendo pela minha bunda e pingando no chão. Ele não tirou o pau. Continuou metendo devagar e fundo enquanto gozava tudo dentro de mim, gemendo baixo e olhando fixamente para o meu rosto até o último jato sair.
Ele ficou ofegante por cima de mim, o peito subindo e descendo rápido, a rola ainda enterrada no meu buraco cheio de porra. Eu também ofegava, o corpo mole no chão sujo. Mas ele não parou. Continuou me usando, revezando meu cu, e minha boceta.
Depois de um tempo, ele puxou o pau para fora e se moveu para cima. Ajoelhou sobre mim, com um joelho de cada lado, me prendendo no chão. Segurou meu pescoço com uma mão só, apertando com firmeza, me enforcando levemente contra o concreto sujo enquanto com a outra mão guiava a rola até minha boca.
Eu abri. Ele enfiou o pau na minha boca de uma vez, grosso, sujo do meu cu e da porra dele, e começou a foder minha garganta com força. Ele socava sem parar, metendo fundo até bater no meu fundo, segurando meu pescoço com mais força enquanto descia o quadril. A saliva escorria pelos cantos da minha boca, pingando no meu rosto e no chão. Ele metia com urgência, como se estivesse desesperado para gozar de novo.
— Porra… — falou ele, ofegante, enquanto metia na minha boca. — Minha mulher não dá pra mim… quase nunca quer. Eu tenho muita porra pra botar pra fora hoje.
Ele apertou mais meu pescoço, me enforcando um pouco enquanto socava a pica na minha garganta sem parar. Eu engasgava toda vez que ele metia fundo, os olhos lacrimejando, mas ele não diminuía o ritmo. Metia com força, rápido, usando minha boca como um buraco qualquer, gemendo baixo enquanto descia o quadril.
Ele tirou o pau da minha boca de repente. Segurou ele com a mão e começou a se masturbar bem em cima do meu rosto, rápido e desesperado. Eu fiquei olhando para cima, ofegante, a boca aberta e melada, enquanto ele se masturbava com força.
Ele gozou forte. O primeiro jato saiu grosso e quente, acertando minha testa e escorrendo para o meu cabelo. O segundo veio logo em seguida, mais forte, atingindo meu rosto de lado, passando pela minha bochecha até o canto da boca. Ele continuou se masturbando, jogando mais porra na minha cara — jatos quentes e grossos que caíam na minha testa, no meu nariz, nos meus lábios e no meu queixo. A porra escorria pelo meu rosto ele gemia baixo, ordenhando o pau até o último jato cair bem na minha boca entreaberta.
Ele ficou ali por uns segundos, ofegante, segurando a rola ainda latejando em cima do meu rosto sujo de porra.
Ele se sentou encostado na parede, ainda ofegante, o pau mole e molhado descansando entre as pernas. Eu continuava no chão, o rosto completamente sujo de porra, que escorria. Meu cuzinho ardia e latejava, ainda aberto, com a porra dele vazando devagar pelo meu rabo. Meu corpo inteiro estava marcado, dolorido e mole.
Ele me olhou por um tempo, depois falou, a voz mais calma, mas ainda grossa:
— E aí? Gostou?
Eu respirei fundo, a voz saindo baixa e rouca:
— Eu… nem sabia que ia gostar tanto.
Ele deu um sorrisinho de lado, passando a mão no peito suado.
— É dona Juliana, os garotos de hoje em dia são tudo viciado em pornô. Não sabem foder direito.
Eu baixei o olhar por um segundo, depois falei, ainda ofegante:
— Você… você acabou comigo. Seu pau é grosso pra caralho e eu nunca tinha dado o cu antes… nunca tinha sido fodida assim.
Ele ficou quieto por uns segundos. Depois falou, mais baixo:
— Agora você tem mais tempo pra arrumar o dinheiro. Se quiser de novo… é só aparecer e pedir. Fazia tempo que eu não metia com vontade assim… a corna da mulher quase não me dá mais. E você… você aguentou tudo. Vou adorar arregaçar esse cu de novo.
Eu não respondi. Meu corpo ainda tremia de leve, mas lembrei da sensação do pau dele me abrindo.
Ele se levantou devagar, guardou a rola de volta na cueca e subiu a calça, fechando o cinto. Antes de sair, ele parou na porta e olhou para mim uma última vez — meu rosto melado de porra, meu cuzinho vazando no chão sujo.
— Dona Juliana… agora que lembrei, ainda não tem água aqui não.
Eu levantei a cabeça rápido, desesperada:
— Como eu vou me limpar então?
Ele deu de ombros, sem se importar, sorrindo de canto.
Quando já estava passando pela porta, ele falou mais alto:
— Vou falar pro ajudante resolver contigo o pagamento dele.
Eu me sentei no chão de uma vez, o coração disparado:
— Como assim? E o nosso acordo?
Ele parou no corredor, já rindo baixo:
— Eu aceitei. Mas o moleque ainda tem que receber.
Já mais longe, ele gritou rindo:
— Não se preocupa não, Dona Juliana! O moleque é cria de favela… deve foder bem!
Eu fiquei sozinha, as memórias recentes ecoando na mente e a sensação do vazio da rola dele na minha boceta, o cu piscando por mais, e o coração acelerando de novo, com esse novo problema pra resolver.
Este conto é baseado em um relato real enviado por uma leitora. A história, os diálogos, as sensações e a dinâmica entre os personagens foram construídos a partir de sua experiência pessoal. Nomes, idades, locais e alguns detalhes foram alterados para preservar a identidade das pessoas envolvidas.