Hora do banho

Arthur amarrou o cavalo no poste em frente ao hotel de Valentine e subiu as escadas de madeira com as botas pesadas. A lama da rua grudava nas solas. Ele empurrou a porta e parou um segundo no balcão, tirando o chapéu e passando a mão no cabelo sujo de viagem.
Arthur tirou o maço de cigarros do bolso da jaqueta, bateu um contra o pulso e colocou um na boca. Acendeu, tragou fundo e soltou a fumaça devagar pelo canto da boca.
— Quarto e banho — disse ele, a voz rouca
O homem assentiu, pegou o dinheiro e apontou pro corredor lateral.
— Banho é no cômodo dos fundos.
Arthur tragou mais uma vez, guardou o maço e seguiu pelo corredor estreito. A fumaça subia devagar atrás dele. A porta do cômodo de banho era simples, de madeira gasta. Ele empurrou e entrou.
O lugar era pequeno e quente, com paredes de madeira escura e uma banheira grande de madeira e metal no centro, já com um pouco de água no fundo. Vapor subia denso, enchendo o ar. Uma pequena bandeja de madeira ao lado da banheira segurava uma garrafa de uísque e um copo vazio. A luz entrava fraca por uma cortina puída, dando ao vapor um tom amarelado. Cheiro de sabão barato e umidade antiga.
Ele fechou a porta atrás de si. O barulho da cidade ficou mais abafado. Deixou o cigarro entre os lábios, tragando devagar enquanto começava a se despir. Primeiro o chapéu, que ele pendurou num gancho torto na parede. Depois o sobretudo de couro, que deixou cair no banco com um peso surdo. A camisa estava grudada no peito por causa do suor da cavalgada. Ele desabotoou devagar, um botão de cada vez. O cheiro forte de axila subiu quente, misturado com o suor seco da montanha. As cicatrizes apareceram — algumas brancas e antigas, outras ainda rosadas. O peito largo subiu e desceu com a respiração.
Sentou no banco rústico de madeira para tirar as botas. Uma de cada vez, puxando com força pelo cano, sentindo o couro úmido de suor ceder aos poucos até o alívio quente nos pés inchados da cavalgada longa. As meias vieram junto, grudadas na pele, e ele as jogou de lado sem cerimônia.
Levantou-se novamente, o corpo ainda quente e marcado pela estrada. Primeiro soltou o cinto largo do coldre, os dedos calejados trabalhando com a familiaridade de quem vive com o peso das armas. Os dois revólveres, pesados e bem cuidados, tilintaram baixinho quando ele pendurou o coldre na cadeira.
Só então desabotoou a calça e desceu tudo de uma vez. O pau grosso e pesado balançou livre entre as pernas fortes, cercado por uma mata densa de pelos escuros e úmidos de suor. Com as duas mãos grandes ele separou as bandas da bunda, que estavam grudadas uma na outra pelo suor acumulado da cavalgada. O movimento foi prático, quase automático, aliviando o desconforto.
Ele ficou nu por um segundo, sentindo o ar do cômodo na pele suja de estrada. Então a mão direita desceu. Segurou o pau, massageou devagar da base até a cabeça, puxando o prepúcio pra trás e descobrindo a cabeça rosada, brilhando um pouco com o suor acumulado. Cobriu de novo. Passou o polegar por dentro do prepúcio, sentindo a umidade quente. Levou o dedo ao nariz, cheirou uma vez, curto, quase por hábito, avaliando. O cheiro era forte. Ele soltou o ar pelo nariz e largou o pau, que balançou pesado de novo entre as coxas.
O cigarro ainda queimava entre os labios. Deu mais uma tragada longa, soltou a fumaça pro teto e apagou a bituca na parede de madeira.
Entrou na banheira. A água que já tinha no fundo estava morna. Ele sentou, encostando as costas na borda curva, pernas abertas, braços apoiados nas laterais. O corpo grande ocupava quase todo o espaço. Fechou os olhos um instante. O vapor subia ao redor do peito e dos ombros.
A porta se abriu com uma batida leve. Arthur não abriu os olhos de primeira.
— Pode entrar — disse ele.
Ada entrou carregando o balde de água quente. O vestido de algodão bege tinha as mangas arregaçadas até os cotovelos, a barra escura de água. Um fio de cabelo castanho-escuro escapava do coque frouxo e grudava na bochecha úmida. Ela parou ao lado da banheira, olhando pro homem grande que já estava dentro dela.
— Boa noite, senhor. O senhor pediu banho. Quer que eu ajude o senhor a se lavar?
A voz dela era calma, prática. Nada de doce. Nada de sedução de bar.
Arthur abriu os olhos e olhou pra ela de lado. O corpo dele relaxado na água.
— Pode — respondeu. — Pode ajudar.
Ela assentiu, começou a despejar a água quente devagar na banheira. O vapor subiu mais denso quando a água quente se misturou com a morna. Arthur sentiu o calor subir pelo peito, pela barriga, pelas coxas. A água subiu devagar, cobrindo o pau, depois subindo mais um pouco.
Enquanto ela despejava, o olhar de Ada desceu por um segundo. Ficou ali, sutil, demorando no volume que aparecia debaixo d’água, na forma como o pau dele repousava pesado contra a barriga.
Arthur percebeu, mas não disse nada. Ela terminou de despejar o balde e colocou ele no chão. Antes que ela pegasse o pano, Arthur falou, a voz rouca:
— Me serve um copo daquele uísque aí. E um cigarro também.
Ela olhou pra bandeja ao lado da banheira, assentiu e serviu o uísque no copo. Depois pegou um cigarro do maço que estava em cima da bandeja, acendeu com um fósforo e entregou pra ele. Arthur pegou o copo com uma mão, tragou o cigarro com a outra e soltou a fumaça pro teto. O calor da bebida desceu queimando pela garganta. Ele fechou os olhos um segundo.
Ada pegou o pano grosso e o sabão de barra. Molhou, ensaboou e se ajoelhou ao lado da banheira. As mãos dela tocaram as costas largas dele. O pano passou devagar entre os ombros, subindo até a nuca. Arthur sentiu os nós se soltarem um pouco sob o calor e a pressão firme.
— Veio de longe? — ela perguntou, a voz baixa enquanto trabalhava.
Ele demorou pra responder. A água quente estava fazendo o corpo afundar mais na banheira.
— Cheguei hoje. Tinha uns negócios lá em cima.
— Na montanha? — Ela passou o pano com mais força nos ombros, sentindo a tensão que ainda restava. — Ouvi dizer que nevou bastante essas semanas.
— Nevou pra caralho — respondeu ele, a voz rouca.
Ada continuou lavando, agora descendo um pouco mais pelas costas. Os dedos dela, mesmo com o pano, eram firmes e quentes. Quando ela encontrou uma cicatriz mais grossa perto da omoplata, o movimento dela hesitou por uma fração de segundo, mas não parou.
— O senhor tem muita história aqui — disse ela, quase pra si mesma.
Arthur não respondeu. Só fechou os olhos de novo, deixando o calor e o toque dela fazerem o trabalho.
— O senhor é casado? Ou tem alguém? — ela perguntou, a voz baixa, quase casual, enquanto continuava a passar o pano molhado agora no peito dele.
Ele demorou um pouco pra responder.
— Não — disse por fim, a voz rouca. — Já tive. Não agora.
Ada não comentou. Só continuou lavando, o pano descendo um pouco mais pelas laterais do abdomem dele. Arthur sentiu o corpo relaxar mais contra a borda da banheira.
Ada trocou o pano de lado, ensaboou de novo e voltou a esfregar. Arthur soltou um grunhido baixo de alívio quando ela encontrou um ponto especialmente duro.
— Tá doendo? — ela perguntou.
— Não. Continua.
Ela obedeceu. A água espirrou um pouco quando ela se mexeu pra alcançar melhor.
Arthur abriu os olhos e olhou pra ela de perto pela primeira vez. Os olhos castanhos claros, as sardas leves no nariz, o jeito como o vestido molhado marcava o contorno dos seios quando ela se inclinava sobre a banheira. Ele desviou o olhar rápido demais.
Ada percebeu. Um canto da boca dela se curvou, quase um sorriso pequeno, mas ela não disse nada. Só molhou o pano de novo e continuou, agora lavando o braço direito dele.
— O senhor vai ficar muito tempo em Valentine? — ela perguntou, a voz um pouco mais baixa agora.
Arthur pensou na resposta. Pensou no acampamento em Horseshoe Overlook, na tenda dele, no barulho dos outros.
— Não sei ainda — respondeu por fim. — Depende do que aparecer por aqui.
Ada terminou os braços e desceu as mãos, o pano ensaboado escorregando pelas coxas grossas dele. Vez ou outra, sem querer, os dedos dela roçavam o pau enquanto ela lavava as pernas. Arthur sentiu cada roçada como um choque quente. Fazia tempo demais que ele não se deitava com uma mulher. O corpo dele respondeu sozinho. O pau começou a endurecer devagar na água, inchando, subindo contra a barriga.
Ada continuou lavando as pernas, os dedos roçando de novo — dessa vez mais claro — no pau que já estava quase completamente duro. Ela parou o movimento por um segundo. Os olhos dela desceram. Ficaram ali, olhando sem disfarçar agora, vendo o pau dele totalmente ereto, latejando debaixo d’água.
Ela levantou o olhar devagar pro rosto dele. A voz saiu um pouco mais baixa, direta, mas ainda com aquele tom prático que ela usava desde o começo:
— O senhor parece precisar de ajuda com isso também. Quer que eu cuide?
Arthur olhou pra ela por um segundo. O pau latejando forte agora. Ele balançou a cabeça uma vez, curto.
— Não… não precisa — respondeu, a voz rouca, tentando manter o controle.
Ada não retrucou. Só molhou o pano de novo, ensaboou bem e desceu a mão entre as pernas dele. Começou a lavar as bolas e o pau dele com movimentos lentos e firmes, o pano quente passando por baixo do saco, subindo devagar pela extensão grossa do pau, descendo de novo, os dedos pressionando de leve através do tecido ensaboado. O pau dele deu um pulo forte contra a barriga.
Ela continuou o movimento, os olhos ainda nos dele, a voz baixa e calma:
— Tem certeza?
A mão dela não parou. O pano deslizava devagar, subindo pelo pau inteiro, descendo de novo, o toque quente e molhado.
Arthur respirou fundo, o peito subindo e descendo mais pesado agora. O pau latejava forte, a cabeça escorrendo um pouco na água. Ele olhou pra ela — o fio de cabelo molhado na bochecha, os olhos castanhos claros fixos nos dele, a mão ainda entre as pernas dele, lavando devagar.
Ele abriu a boca pra responder.
— ...Faz — respondeu por fim, a voz rouca, quase arrastada. — Continua.
Ada soltou o pano dentro da água, sem disfarce. Envolveu a grossura do pau dele, subindo devagar da base até a cabeça, apertando com a pressão certa. O ritmo era deliberado, quase provocante — ela subia devagar, girava o pulso no topo, descia de novo, demorando cada movimento como se quisesse sentir cada latejar.
Arthur soltou o ar pelos dentes, as coxas se tensionando debaixo d’água. O pau dele pulsava forte na mão dela, quente e pesado.
Ada continuou no mesmo ritmo lento. Observava o rosto dele, os olhos semicerrados, a respiração mais curta. Sem pressa
Ela se inclinou um pouco mais pra frente. O rosto dela ficou perto do dele. Por um segundo, pareceu que ia dizer alguma coisa. Em vez disso, ela se aproximou e beijou ele.
O beijo começou devagar, quase hesitante no primeiro toque. A boca dela era quente, macia. Arthur respondeu no mesmo instante — a mão grande e molhada subiu e segurou a nuca dela, puxando com mais força. Língua, respiração misturada, o som baixo e molhado dos lábios se separando e voltando a se encontrar. A mão dela nunca parou de mexer no pau dele, subindo e descendo devagar, mesmo enquanto os dois se beijavam.
Arthur segurou o pulso dela com a outra mão, interrompendo o movimento. Quebrou o beijo por um segundo, encostou a testa na dela, respirando pesado contra a boca dela. O peito dele subia e descendo rápido. Ele segurou ela ali por alguns segundos, como se precisasse daquele contato.
Depois soltou o pulso dela devagar. Ele se levantou da banheira.
A água escorreu do corpo grande, descendo pelos ombros largos, pelo peito marcado, pelo pau duro que balançou pesado quando ele saiu da água. Ele estendeu as duas mãos e a levantou da posição em que ela estava ajoelhada. Puxou ela contra o corpo molhado de uma vez. O pau dele ficou pressionado contra a barriga dela por cima do vestido encharcado. Ele segurou ela assim por alguns segundos, o rosto enterrado no pescoço dela.
Ada ficou parada contra ele, sentindo o calor do corpo dele, o pau duro pulsando contra ela, a respiração quente no pescoço. Ela passou as mãos molhadas pelas costas largas dele, subindo devagar até os ombros.
Arthur quebrou o abraço o suficiente pra olhar pra ela. Os olhos dele estavam escuros. Ele segurou o rosto dela com uma mão, o polegar passando devagar no lábio inferior dela, e beijou ela de novo — mais lento dessa vez, mas ainda faminto.
Enquanto beijava, as mãos dele desceram pro vestido. Os dedos grossos começaram a abrir os botões da frente, um por um, devagar. O tecido molhado grudava na pele dela. Quando ele conseguiu abrir o suficiente, ele puxou o vestido pelos ombros, deixando cair até a cintura. Os seios dela ficaram à mostra, a pele úmida e arrepiada.
Ele parou o beijo e desceu a boca pro pescoço dela, beijando devagar, descendo até o colo. Uma das mãos grandes subiu e segurou um dos seios, apertando com firmeza, o polegar roçando o mamilo já duro. Ele chupou o outro, a boca quente, a língua passando devagar, sugando de leve. Ada soltou um suspiro baixo, os dedos cravando nos ombros dele.
Arthur continuou. Beijou o meio dos seios, desceu mais um pouco, a barba por fazer roçando na pele sensível dela. Uma das mãos desceu pela cintura, pela barriga, e parou entre as pernas dela por cima do vestido ainda preso nos quadris. Ele pressionou os dedos ali, sentindo o calor através do tecido molhado, e voltou a beijar a boca dela — mais fundo, mais bruto.
Ele a guiou pra trás até encostar na parede de madeira do cômodo. O corpo grande dele cobriu o dela. O pau duro pressionava contra a barriga dela enquanto ele beijava o pescoço dela com mais fome agora, chupando a pele, mordiscando de leve. A mão dele voltou pros seios, apertando, massageando.
Ada respirava mais rápido, as mãos descendo pelas costas dele, sentindo os músculos tensos, as cicatrizes, até a bunda. Ela abriu um pouco mais as pernas, deixando o quadril dele se encaixar melhor contra o dela.
Arthur quebrou o beijo e olhou pra ela. A voz saiu rouca, baixa:
— Tira isso.
Ele puxou o vestido mais pra baixo, ajudando ela a sair dele. O tecido molhado caiu no chão de madeira.
Ele olhou pra ela por um segundo, os olhos percorrendo o corpo dela sem pressa. Depois voltou a beijar ela, mais lento agora, enquanto uma das mãos descia entre as pernas dela. Os dedos grossos passaram devagar pela abertura molhada, abrindo os lábios, sentindo o quanto ela estava quente e escorregadia. Ele circulou o clitóris com o dedo médio, devagar, sem entrar ainda, só pressionando e girando.
Ada gemeu baixo contra a boca dele, os quadris se mexendo sozinhos contra a mão dele.
Arthur continuou beijando o pescoço dela, descendo de novo pros seitos, chupando um mamilo enquanto os dedos entre as pernas dela começavam a entrar — primeiro um dedo, devagar, depois dois, abrindo ela, curvando os dedos por dentro, sentindo ela apertar ao redor deles.
Ele levantou o rosto e encostou a testa na dela de novo, respirando pesado, os dedos mexendo devagar dentro dela.
— Tô com muita fome de você — murmurou rouco, quase contra a boca dela.
Os dedos dele continuaram se mexendo, lentos e fundos, enquanto ele beijava ela, o pau duro e latejando pressionado contra a coxa dela.
Ada gemia baixo contra a boca dele, os quadris se mexendo sozinhos.
Ele desceu devagar, traçando um caminho de beijos quentes e úmidos pela barriga macia dela. Quando chegou a boceta, roçou o nariz na penugem macia e escura, inalando o cheiro íntimo e excitado dela.
Ajoelhou-se devagar no chão,. Segurou uma das pernas dela com firmeza, levantando-a e apoiando sobre o ombro largo, abrindo-a completamente para ele. A boceta dela ficou exposta e brilhante de excitação. Ele respirou quente sobre ela, fazendo-a estremecer, antes de aproximar a boca.
Primeiro, deu beijos lentos e suaves ao redor, roçando os lábios grossos na pele sensível das coxas internas, depois subindo. Quando finalmente encontrou o clitóris quente e molhado, chupou devagar — os lábios envolvendo o botão inchado, a língua plana deslizando em círculos lentos e preguiçosos. O gosto dela explodiu na boca dele.
— Ahh... — escapou dela, um gemido baixo e rouco.
Os dedos dele, grossos e calejados, continuavam dentro dela, movendo-se devagar, curvando-se para cima num ângulo preciso, roçando aquele ponto macio e inchado na parede frontal. Ele aumentou o ritmo aos poucos, alternando chupadas mais firmes e ritmadas no clitóris, a língua agora vibrando rápido contra ele, enquanto os dedos entravam e saíam com mais intensidade, fazendo um som molhado e obsceno ecoar no quarto.
Ela arqueou as costas, os dedos se enroscando nos cabelos dele, puxando-o mais para perto. As coxas tremiam ao redor da cabeça dele, o calcanhar pressionando as costas largas. Ele gemeu contra a carne dela e redobrou o esforço — sugando com mais fome, a barba raspando levemente na pele sensível das coxas, acrescentando uma camada de sensação áspera que a fazia se contorcer.
O corpo dela começou a ficar tenso, os músculos internos apertando os dedos dele em espasmos involuntários. Ele não parava, língua implacável, dedos curvados trabalhando sem piedade, a outra mão subindo para apertar e massagear um seio.
— Tô quase… — ela murmurou, a voz falhando. — Não para.
Ele não parou. Pelo contrário, curvou os dedos mais pra cima e chupou com mais força. Ada agarrou o cabelo dele com as duas mãos, o corpo inteiro tremendo contra a parede de madeira.
Quando gozou, foi forte. As pernas dela tremeram, o corpo se arquando, um gemido longo e rouco escapando da garganta. Arthur continuou lambendo devagar, prolongando, até sentir ela pulsar forte ao redor dos dedos. Só então ele tirou os dedos e subiu devagar, beijando a barriga, o colo, o pescoço, até chegar na boca dela.
O beijo foi fundo, molhado. Ada sentiu o gosto dela mesma na língua dele e gemeu baixo dentro da boca dele.
— Agora eu quero você — ela falou contra os lábios dele, a voz baixa e rouca.
Ela colocou as duas mãos no peito largo dele e empurrou. Arthur recuou devagar, deixando ela guiar. Quando sentiu a borda da banheira atrás das coxas, ele sentou. A madeira fria tocou a pele quente da bunda e das coxas. O pau dele estava duro pra caralho, latejando, apontando pra cima.
Ada olhou pra ele por um segundo. Depois desceu devagar até ficar de joelhos entre as pernas dele.
Ela começou devagar. Lambeu da base até a cabeça, devagar, a língua quente e molhada. Depois chupou só a cabeça, girando a língua em volta da glande, chupando de leve. Arthur soltou o ar pelos dentes.
— Isso… — ele murmurou rouco.
Ada continuou. Engoliu mais um pouco, descendo devagar até o pau bater no fundo da garganta. Babou bastante, deixando escorrer pela mão enquanto masturba o que não cabia na boca. Chupou as bolas também, lambendo devagar, enquanto a mão subia e descia no pau molhado.
Arthur estendeu o braço e pegou o copo de uísque que estava na bandeja ao lado. Bebeu uma golada longa, sentindo a queimadura descer pela garganta enquanto olhava pra ela de cima. A visão dela de joelhos, babando no pau dele.
— Olha pra mim — ele pediu, a voz grossa.
Ada levantou os olhos. Continuou chupando, agora mais fundo, os lábios esticados ao redor da grossura dele. Ele bebeu mais um pouco de uísque, depois passou o polegar molhado no lábio inferior dela, abrindo a boca dela um pouco mais.
— Tá gostoso pra caralho — ele falou baixo.
Ela obedeceu. Chupou com mais vontade, alternando entre engolir fundo e lamber toda a extensão, babando bastante. Arthur segurava o copo com uma mão e com a outra acariciava o cabelo dela, quase carinhoso.
Ela parou. Levantou devagar, limpando a boca com as costas da mão. Virou de costas pra ele. Segurou o pau dele com uma mão, posicionou na entrada e começou a sentar.
Devagar.
Arthur soltou um grunhido grave quando a cabeça do pau abriu ela. Ela desceu centímetro por centímetro, apertando ao redor dele, quente pra porra. Quando sentou por completo, os dois ficaram parados por alguns segundos, só sentindo.
Ada começou a rebolar devagar. Subia um pouco e sentava de novo, sentindo ele todo dentro dela. Arthur colocou as duas mãos na cintura dela, apertando firme, guiando o movimento.
Ele bateu na bunda dela com a palma da mão — um estalo seco que ecoou no cômodo. Ada soltou um gemido mais alto.
— Outra vez — ela pediu.
Ele bateu de novo, mais forte dessa vez. Depois segurou o cabelo dela com uma das mãos, puxando pra trás com firmeza, fazendo ela arquear as costas. O pau dele ficou ainda mais fundo dentro dela.
Ada virou um pouco o rosto de lado, a voz saindo rouca e safada:
— Puxa as rédeas… me faz sua égua, garanhão.
Arthur soltou uma risada baixa e suja, puxando o cabelo dela com mais força, fazendo ela arquear ainda mais. Ele deu outro tapa na bunda dela, depois segurou os quadris e começou a meter de baixo pra cima, firme, enquanto ela rebolava.
— É assim que você quer? — ele falou contra o ombro dela, a voz grossa
— Sim… — ela gemeu, rebolando mais forte. — Me usa. Me fode como se eu fosse sua.
Ele puxou o cabelo, virando o rosto dela pra ele conseguir beijar o canto da boca. Ao mesmo tempo, bateu na bunda dela mais uma vez, o som ecoando junto com os gemidos dos dois.
O vapor ainda subia devagar no cômodo. A água pingava da borda da banheira. Arthur segurava ela com força — uma mão na cintura, a outra no cabelo — metendo de baixo pra cima enquanto ela rebolava no pau dele, os dois suados, ofegantes, sem pressa de acabar.
Ada soltou um gemido mais alto quando ele bateu fundo e puxou o cabelo dela ao mesmo tempo.
— Assim… — ela falou, a voz falhando de prazer. — Não para, garanhão…
Arthur segurou os quadris dela com mais força e começou a meter com mais intensidade. O ritmo mudou — mais bruto, mais faminto.
— Rebola mais… assim — falou rouco, a voz baixa e grave
Ada gemeu alto, obedecendo. Ele continuou metendo, agora mais fundo, as mãos apertando a carne dos quadris com força.
— Faz tempo que eu não sinto uma mulher rebolando desse jeito — murmurou contra o ombro dela, a voz quase um rosnado. — Continua… não para.
Ele puxou o cabelo dela com mais força, fazendo ela arquear as costas, e acelerou o ritmo. O pau batia fundo a cada estocada, o corpo grande dele colado nas costas dela.
Ele parou de repente. Segurou ela firme pela cintura com as duas mãos e se levantou da borda da banheira, carregando ela junto. O pau continuou enterrado dentro dela enquanto ele andava alguns passos ainda metendo devagar até o espelho grande que ficava ao lado do banco.
Ele colocou ela de pé na frente do espelho e segurou os quadris com força. Sem dizer mais nada, começou a foder por trás.
O espelho mostrava tudo com clareza. O corpo dela sendo jogado pra frente a cada estocada bruta, os seios balançando, a boca entreaberta soltando gemidos.
Ele desceu uma das mãos até a bunda dela, esfregou o polegar no cu com movimentos lentos e circulares, pressionando. Depois enfiou o polegar devagar, sem parar de meter no pau. Ada soltou um gemido mais agudo.
— Relaxa… — ele falou baixo, a voz rouca. — Deixa eu abrir você aqui também.
Ele bateu na bunda dela com a outra palma aberta, depois apertou a carne com força. Com os dedos grandes cravados nas bandas macias, ele abriu a bunda dela, puxando uma das bandas firmemente para o lado, expondo o cuzinho rosado enquanto o polegar entrava mais fundo, abrindo-a. O ritmo estava pesado agora, cada estocada fazendo o corpo dela tremer contra o espelho.
Ada gemia alto, as mãos apoiadas no espelho, o corpo sendo usado sem piedade. Ele metia mais fundo, mais bruto, o polegar se movendo junto com o pau.
— Não para… — ela implorou, a voz falhando. — Me fode mais fundo…
Ele estava metendo com tudo agora. O som molhado dos corpos se chocando misturava com os gemidos dela e a respiração pesada dele. O polegar estava bem fundo no cu dela.
Uma voz de homem, irritada, começou a xingar do lado de fora, batendo na madeira. Arthur não parou. Nem diminuiu o ritmo. Ele continuou metendo fundo nela, esticou o braço livre até o banco. Pegou o revólver do coldre, virou o rosto na direção da porta e deu um tiro na parede bem ao lado dela.
No exato momento do estampido, Ada apertou forte o cu e a boceta ao mesmo tempo, o corpo inteiro contraindo num espasmo violento de tesão e susto.
— Ahhh! Porra… me fode! — gemeu ela alto, a voz misturando susto e puro tesão, quase implorando. — Me fode mais forte!
Ele jogou o revólver de lado com um movimento seco, o metal batendo contra a madeira. Voltou a focar totalmente nela, segurando os quadris com mais força e acelerando o ritmo.
Ada sentiu o corpo inteiro tremer. O tiro, a forma como ele continuou fodendo ela sem nem hesitar, o jeito como ele segurava ela com força… tudo isso só fez o tesão dela subir mais. Ela empurrou o quadril pra trás, pedindo mais.
Ele metia fundo e pesado, o polegar se movendo junto com o pau. Uma das mãos subiu e segurou o seio dela com força, apertando enquanto ele batia contra a bunda dela sem parar.
Ada gemia alto agora, sem conseguir se segurar.
— Não para… porra, não para… — ela implorava, a voz rouca e alta
Ele estava perto agora, o abdômen tenso, as coxas duras, o ritmo ficando mais irregular e profundo.
Ele segurou o quadril dela com as duas mãos, puxando ela contra ele com força a cada estocada. O polegar saindo do cu dela. Ele metia como se quisesse se enterrar inteiro.
Ada gozou primeiro. O corpo dela se contraiu forte, apertando o pau, um gemido longo e rouco saindo da garganta enquanto as pernas tremiam. Arthur continuou metendo através do orgasmo dela, fodendo ela sem parar.
Ele gozou logo depois. Enterrou o pau até o fundo e gozou com força, o corpo inteiro tremendo, um grunhido grave saindo do peito. Jorrou quente e grosso dentro dela, pulsando forte enquanto ele segurava o quadril dela com violência, mantendo ela colada nele.
Ele ficou dentro dela por vários segundos, ofegante, o peito subindo e descendo rápido contra as costas dela. Depois passou os dois braços pela frente, abraçando ela por trás.
Ele colou o corpo suado no dela, o rosto enterrado no pescoço. Ainda estava dentro, latejando de leve. Respirava pesado contra a pele dela, os braços apertando a cintura com força, mas agora sem violência — só necessidade.
Ele beijou o ombro dela devagar, depois o pescoço, a respiração ainda quente e irregular. O vapor subia devagar ao redor dos dois, o cheiro de pólvora misturado com sexo e suor.
Arthur ficou dentro dela por mais alguns segundos, respirando pesado contra o pescoço dela. Depois, segurou o quadril com uma das mãos e começou a tirar o pau devagar.
O membro grosso saiu, ainda brilhando com os fluidos dos dois. Ada sentiu o vazio repentino, o corpo latejando ao redor de nada, enquanto um fio quente de porra escorria devagar pela coxa interna. Arthur soltou um grunhido baixo quando saiu completamente, o pau mole agora molhado e marcado.
Ele não se afastou logo. Continuou abraçado nela por trás, o rosto enterrado no pescoço, beijando devagar a pele úmida. Uma das mãos subiu até o seio dela, segurando com carinho, enquanto a outra descansava na cintura.
Depois de um tempo, ele se afastou um pouco. Olhou para o pano que estava na bandeja — o mesmo pano que ela tinha usado para lavar o corpo dele durante o banho. Pegou ele, molhou em um pouco na agua da banheira e ajoelhou-se atrás dela.
Começou a limpar entre as pernas dela com cuidado. O pano passou devagar pela coxa, limpando o que ainda escorria. Enquanto fazia isso, ele beijou a bunda, beijos lentos e demorados. O toque dele era calmo agora, quase carinhoso.
Ada ficou parada, deixando ele cuidar dela. Quando ele terminou, ela se virou devagar para ficar de frente pra ele.
Sem dizer nada, ela desceu até ficar de joelhos. Segurou o pau mole dele com uma das mãos e começou a limpar com a boca. Lambeu devagar da base até a cabeça, limpando o que ainda restava. Chupou de leve, depois desceu a língua até as bolas, lambendo com calma. Olhou pra cima uma vez, os olhos castanhos claros encontrando os dele enquanto a boca trabalhava devagar.
Arthur respirou fundo, a mão indo até o cabelo dela, descansando ali sem puxar. Ele a observava em silêncio, o peito ainda subindo e descendo.
Ela continuou por mais um tempo, lambendo e chupando devagar, até deixar tudo limpo. Quando terminou, ela se levantou devagar, passando a língua no lábio inferior.
Colocou as mãos no peito largo dele e se aproximou, beijando ele devagar. O beijo foi calmo, doce. Quando se afastou um pouco, ela falou contra a boca dele, a voz baixa e rouca:
— Agora que te limpei direitinho… — ela disse, enquanto os dedos passeavam devagar pelo peito dele. — Podemos ir pro seu quarto… e continuar isso com mais calma. Só nós dois.
Ela beijou o canto da boca dele de novo, devagar, esperando a resposta. O corpo dela ainda encostado no dele, quente e suado, os olhos castanhos claros olhando pra ele com uma mistura de provocação e desejo.

Foto 1 do Conto erotico: Hora do banho

Foto 2 do Conto erotico: Hora do banho


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Ficha do conto

Foto Perfil writerincubus
writerincubus

Nome do conto:
Hora do banho

Codigo do conto:
265430

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
26/06/2026

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