enquanto via a cunhada gemer como uma puta.
Raquel e o M nunca perceberam que tinham sido vistos.
Dias depois…
N esperou o momento certo. Uma tarde, quando ficaram sozinhos em casa, ele encostou Raquel contra a parede e falou baixinho:
— Eu vi tudo. Vi-te no carro com o M, de vestido verde e ligas castanhas, a levar no cu como uma vadia. Gritavas que querias mais.
Raquel empalideceu, mas logo sentiu um calor entre as pernas.
— O que queres, N?
Ele sorriu, apertando o cu dela por cima da roupa.
— Silêncio total. Em troca, vais foder comigo sempre que eu quiser, da forma que eu quiser. E vais fazer o que eu mandar. Tenho um negócio importante para fechar com o Zé, um cliente mais velho e exigente. Vais ajudá-lo a decidir…
usando este corpo.
Raquel mordeu o lábio, excitada com o risco.
— Combinado.
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